
Ex-presidente da Bolívia declara apoio a Flávio Bolsonaro na disputa presidencial
A ex-presidente da Bolívia Jeanine Áñez declarou apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República. A manifestação foi feita em um vídeo publicado nas redes sociais, no qual ela defendeu mudanças no cenário político brasileiro e criticou supostas perseguições políticas.
Na gravação, que tem 32 segundos, Áñez mencionou o segundo turno das eleições, marcado para domingo (25/10), e afirmou que os brasileiros terão a oportunidade de escolher uma nova direção para o país.

“Este domingo, o Brasil tem a oportunidade de escolher um novo caminho, o caminho da liberdade. Basta de perseguições políticas”, disse.
A ex-presidente também fez críticas a aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ao Foro de São Paulo. Durante a mensagem, recordou que foi presa em 2021, após ser acusada de terrorismo e sedição, e permaneceu meses em prisão preventiva. Áñez se definiu como ex-presa política.
Ao encerrar o vídeo, ela reforçou o apoio ao candidato do PL e defendeu uma mudança de rumo para o Brasil.
A manifestação da ex-presidente boliviana se soma a declarações de apoio de outras lideranças estrangeiras à candidatura de Flávio Bolsonaro. Entre os nomes citados estão o presidente argentino Javier Milei, o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu e o ex-presidente norte-americano Donald Trump.
A lista também inclui o ex-primeiro-ministro da Hungria Viktor Orbán, o vice-premiê italiano Matteo Salvini e a líder opositora venezuelana María Corina Machado.
O grupo Liberdade e Democracia, composto por 12 ex-presidentes da América Latina e da Espanha, também manifestou apoio ao candidato. O ex-presidente argentino Mauricio Macri está entre os integrantes da organização. Outros nomes mencionados são o ministro das Relações Exteriores de Israel, Gideon Sa’ar, e o eurodeputado italiano Carlo Fidanza.
O segundo turno da eleição presidencial brasileira será realizado neste domingo (25), com Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa pelo comando do Executivo federal no próximo mandato.











