Visto negado -

EUA defendem veto a árbitro somali durante a Copa do Mundo

A decisão dos Estados Unidos de impedir a entrada do árbitro somali Omar Abdulkadir Artan repercutiu nos bastidores da Copa do Mundo de 2026, nesta sexta-feira (12/06), após representantes do governo norte-americano afirmarem que o profissional mantinha contato com pessoas consideradas uma ameaça à segurança do país. As Iformações são do Metrópoles.

Em entrevista à rádio britânica TalkSport, Andrew Giuliani, diretor executivo da força-tarefa da Casa Branca para a Copa do Mundo, declarou que as autoridades migratórias agiram corretamente ao negar o visto ao árbitro. Segundo ele, existem informações que não podem ser divulgadas publicamente, mas que justificariam a medida adotada pelas autoridades dos Estados Unidos.

Artan é um dos principais árbitros do futebol africano e havia sido selecionado para atuar em sua primeira Copa do Mundo. Ele chegou a desembarcar em território norte-americano após iniciar a viagem pelo Quênia e passar pela Turquia, mas teve a entrada barrada por agentes de imigração e foi enviado de volta à Somália.

Reconhecido pela Confederação Africana de Futebol (CAF) como árbitro do ano de 2025, o somali também comandou a final da Liga dos Campeões da África na última temporada. Sua ausência encerra a possibilidade de se tornar o primeiro árbitro da Somália a participar de uma Copa do Mundo.

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