
Justiça condena delegado e esposa que desviaram R$ 2,2 milhões da Educação em Goiás
O Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO) condenou 10 pessoas, incluindo o delegado Dannilo Proto e sua esposa Karen Proto, por integrarem uma organização criminosa que desviou R$ 2,2 milhões de recursos públicos destinados à educação estadual em Rio Verde (GO). Dannilo foi condenado a 11 anos, 2 meses e 1 dia de reclusão, e Karen a 11 anos, 1 mês e 20 dias, com a Justiça mantendo a prisão preventiva do delegado.
O grupo, que incluía empresários e servidores públicos, usava empresas de fachada para simular concorrência em contratações e desviar recursos de programas da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), com esquema que atingiu verbas para infraestrutura e reformas em escolas. Dannilo foi preso em agosto de 2025 na Operação Regra Três, e Karen em janeiro de 2026, sendo acusada de levar um celular ao marido na delegacia e de ocupar cargo de coordenadora regional de Educação, facilitando contratos irregulares.

A sentença determinou a perda dos cargos públicos de Dannilo, Karen e Vitor Rodrigo Bento, além do pagamento solidário de R1.850.618,99emreparac\ca~oaoscofrespuˊblicoseR1.850.618,99emreparac\ca~oaoscofrespuˊblicoseR 1 milhão por danos morais coletivos. Os demais condenados, que permaneceram soltos, poderão recorrer em liberdade.











