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Maçonaria - 25/02/2015 às 13h29

Maçonaria no Piauí terá novo Grão-Mestre

Seguidores do Grande Oriente do Brasil (GOB), no Piauí, elegerão, no próximo dia 7 de março, o novo Grão-Mestre estadual.

Duas chapas, democraticamente, disputam o pleito, em eleição direta no âmbito das lojas em toda a jurisdição.

Pela alternância no poder, um dos pressupostos da democracia, apresenta-se a Chapa 1, capitaneada por Paulo Machado, como candidato a Grão-Mestre, ladeado por João Sivoney, para o cargo de Adjunto (foto).

GOB CANDIDATO GM PAULO MACHADO.jpg

Paulo, ex-Venerável da Loja “Raul Serrano”, é professor e empresário da ramo da educação.

Sivoney, ex-Venerável da Loja “Francisco das Chagas P. Vieira”, exerce a profissão de médico.

Pela corrente situacionista concorre a Chapa 2, encabeçada por José Antonio Dias Soares Silva, como candidato a Grão-Mestre, secundada por Noé Rodrigues de Holanda, como Adjunto (foto).

GOB CANDIDATO GM OUTRO.jpg

José Antonio, ex-Venerável da Loja “Álvaro Mendes”, é empresário, graduado em Direito e Ciências Contábeis.

Noé Rodrigues, ex-Venerável da Loja “Força e União Cantoense”, é médico, pós-graduado em Medicina Estética.

Embalados pelos ventos da mudança, 3 Past-Grão-Mestres apresentam mensagens de apoio à Chapa 1.

1. ROBERTO VELOSO:

“Paulo Machado possui todos os requisitos para o exercício do cargo de Grão-Mestre da maçonaria piauiense”.

2. JOAQUIM RODRIGO::

“O progresso da maçonaria piauiense exige mudanças. Por isso, acredito e recomendo”.

3. JOSÉ LEITE GONDIM:

“A maçonaria piauiense está a requerer um choque de gestão, modernização e maior eficiência”.

Publicado Por: Narciso Monte

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Maçonaria - 18/02/2015 às 07h41

Maçonaria: alerta máximo.

LOGOMARCA APMM.jpg

A Academia Piauiense de Mestres Maçons, entidade sócio-cultural, sediada em Teresina, Estado do Piauí, composta de 99 Cadeiras, ocupadas por membros efetivos pertencentes a diversas categorias profissionais, todos Mestres Maçons regulares, de Lojas jurisdicionadas pela Grande Loja Maçônica do Piauí, filiados à corrente pensante da Instituição, diante de alarmantes dados estatísticos publicados na 8ª Edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, de novembro de 2014, repercutidos na mídia nacional, emite a presente nota de alerta à sociedade brasileira sobre o risco de extinção do país pela via da violência.

Isto mesmo! Extinção do país, enquanto nação democrática organizada.

O fenômeno da violência tem abrangência mundial, porém no Brasil assume proporções exacerbadas, bem acima dos limites toleráveis.

O quadro abaixo expressa, por si só, a dimensão do perigo:

I – 53 mil homicídios dolosos por ano;
II - 50 mil casos de estupros anuais;
III - l milhão de assassinatos, de 1988 a 2013;
IV – 11 cidades mais violentas do mundo, num ranking de 30 (dados da ONU).

Note-se que o número de assassinatos supera a quantidade de mortes em duas décadas de guerra no Vietnã.

Junte-se a isso os aterrorizantes casos de assaltos e furtos do cotidiano, que vão desde as favelas aos condomínios de luxo e já chegam às comunidades rurais dos mais longínquos rincões, de leste a oeste e de norte ao sul, bem como a inconcebível cifra de 526 mil mortes no trânsito e 2 milhões de feridos e mutilados, na última década, fruto do péssimo estado de conservação das vias trafegáveis, da deficiência na fiscalização, da imperícia, da imprudência e da irresponsabilidade dos condutores de veículos, que sempre contam com o “instituto” da impunidade. Falta também educação.

Famílias vivem aprisionadas em suas próprias residências, transformadas em “bunkers”, tentando proteger-se da tirania marginal, com a utilização de cercas eletrificadas e dispendiosos aparatos eletrônicos de eficácia mínima, enquanto a bandidagem, impávida, domina as ruas.

O Estado, criado para defender o povo e garantir a execução do Contrato Social idealizado pelo filósofo suíço Jean Jacques Rousseau (1717–1778), fracassou, vítima da inércia e da incompetência, convertendo-se em um autêntico Leviatã.

A sociedade em geral se mostra passiva, indolente e descrente da democracia representativa, em face do fisiologismo generalizado que assola os partidos políticos.

A maçonaria, protagonista de tantas lutas cívicas vitoriosas, atualmente se queda de forma reativa e contemplativa, vivendo da retórica de reminiscências heróicas de um passado remoto.

Diz o jornalista Paulo César de Oliveira, diretor da revista Viver – Brasil (novembro/2014):

“Os pacíficos não irão às ruas exigir ações concretas do Estado. Talvez os violentos, sim”.

Estaríamos, assim, diante de uma explicita inversão da lógica.

Não dá mais pra esperar!

O momento é de mobilização nacional!

Imperativo se faz que as forças vivas de todos os segmentos da sociedade brasileira empunhem as armas da inteligência, no sentido de barrar, com urgência, essa vertiginosa corrida rumo ao caos, sem arrefecer a batalha contra a corrupção, outro vírus letal que ameaça aniquilar a nação brasileira, antes que seja tarde. Tarde demais!

Teresina (PI), 13 de fevereiro de 2015.

O Conselho Diretor da Academia

Ernânni Napoleão Lima
Secretário Executivo

José Narciso do Monte
Diretor Institucional

Luís Carlos Martins Alves
Diretor de Secretaria

Osvaldo Pierotti
Diretor de Relações Pública

apmmacons@gmail.com

ernaninapoleao@gmail.com

narcisomonte@uol.com.br

 

 

 

Publicado Por: Narciso Monte

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Maçonaria - 09/02/2015 às 20h50

Presença de piauiense na Comissão Nacional de Educação Jurídica da OAB

Retornando de Brasília hoje (9), a Teresina (PI), o professor Ernâni Napoleão Lima convocado para participar, no final de semana que passou, de reunião da Comissão Nacional de Educação Jurídica, órgão do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), como membro Consultor, com a finalidade de julgar 33 processos de reconhecimentos de Cursos de Direito de Instituições de Ensino Superior de vários Estados.

Ernâni, foi relator de processos levados ao plenário da Comissão, oriundos de Universidades de São Paulo e de Minas Gerais. Compareceram oito membros da CNEJ dentre eles ex-Reitores e Juristas dos mais famosos do Brasil. Ernâni é professor do Instituto Federal d Piaui, advogado conhecido em nosso Estado e Secretário Executivo da Academia Piauiense de Mestres Maçons.

ERNANI OAB BSB.jpg

(Ernâni em reunião de trabalho, em Brasília)

Publicado Por: Narciso Monte

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Maçonaria - 05/02/2015 às 15h27

Terror na maçonaria

Dentre as 12 vítimas fatais do atentado terrorista que indignou o mundo, perpetrado contra o jornal “Charlie Hebdo” ocorrido na capital francesa em 07.01.15, estavam os maçons Bernard Maris e Michel Renaud.

Bernard era economista, escritor e jornalista, além de professor universitário no Instituto de Estudos Políticos de Toulouse e no Instituto de Estudos Europeus da Universidade de Paris.

Escrevia para vários jornais: Marianne; Le Nouvel Observateur; Le Figaro Magazine; Le Monde e para o próprio “Charlie”, onde detinha participação acionária.

Iniciado na maçonaria em 2008, integrava o quadro de obreiros da politizada Loja “Roger Leray”, do Grande Oriente de France (GODF).

Já Michel Renaud, pertencia à Loja “Lux Perpetua” (GODF), da cidade de Clermont-Ferrand. Ingressou na Ordem em 1986, em uma Loja da Federação Francesa do Direito Humano (DH).

Também era jornalista, com atuação nos jornais Europe I e Le Figaro.

Outro irmão do GODF que acompanhava Renaud na visita ao “Charlie”, alvo do massacre, escapou por milagre das balas assassinas, jogando-se ao chão.

A Loja “Roger Leray”, prestou homenagem póstuma a Bernard Maris e às demais vítimas da tragédia em sessão especial realizada no dia 13.01.15, na sede do Grande Oriente francês.

(Fonte: "O Malhete" (ES), ed. janeiro de 2015)

Publicado Por: Narciso Monte

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Maçonaria - 19/01/2015 às 19h51

Ordem DeMolay, Maçonaira e Igreja

SÍMBOLO DMOLEY.jpgJosé Narciso do Monte (*)

Ordem DeMolay

A Ordem DeMolay não é parte integrante de uma Loja maçônica, apesar da convergência dos princípios que norteiam a vida de um DeMolay e de um Maçom, na busca do bem-estar social e na defesa da cidadania, sob a égide da moral e da ética, baseados na plataforma da trilogia Liberdade, Igualdade e Fraternidade.

Maçonaria e DeMolay são instituições com estruturas organizacionais distintas e autônomas, tanto sob o aspecto simbólico-administrativo quanto financeiro, sem subordinação hierárquica direta entre os dirigentes da segunda sob os da primeira.

Nesse sentido, a Maçonaria funciona apenas como patrocinadora, cedendo espaço físico (Templos) para as práticas DeMolays e disponibilizando recursos humanos de apoio logístico e de assessoramento.

As “Iniciações” nesses organismos não se comunicam.

A organização DeMolay é estruturada em Unidades denominadas de “Capítulos”, onde recebe adeptos no Grau Iniciático e os eleva ao Grau de DeMolay. Os Capítulos, por sua vez, são vinculados a um Supremo Conselho.

Há também os Conventos ou Prioratos, destinados a trabalhar os Graus da Ordem de Cavalaria.

Atualmente convivem no Brasil dois Supremos Conselhos: o Supremo Conselho da Ordem DeMolay para o Brasil (SCODB), fundado em 1985 por Alberto Mansur, mediante tratado com o International Supreme Council of the Order of DeMolay (ISC), criado por Frank Shermann Land, em Kansas City (USA). Posteriormente, o SCODB se proclamou independente e soberano em terras brasileiras, sem nenhum tipo de submissão ao ISC. Tem atuação em área de influência do Grande Oriente do Brasil (GOB).

A partir de 1997, fruto de divergências administrativas entre Alberto Mansur e o então Grão-Mestre da Grande Loja de São Paulo, Salim Zugaib e outros, foi criado o Supremo Conselho da Ordem DeMolay para a República Federativa do Brasil (SCODRFB), que recebeu Carta Constitutiva do DeMolay Internacional, órgão americano sucessor do ISC, tornando-se seu representante no Brasil e único reconhecido. Goza de apoio da Confederação da Maçonaria Simbólica do Brasil – CMSB (Grandes Lojas) e de parte do Grande Oriente.

São divisões meramente administrativas que em nada comprometem os nobres ideais dos jovens DeMolays.

FOTO FRANK S LAND.jpg

A Vida de Frank Shermann Land (foto)

O norte-americano Frank Sherman Land (1890 — 1959) foi o idealizador e fundador da Ordem DeMolay, no dia 18 de março de 1919 em sua cidade natal, Kansas City.

Logo cedo já demonstrava o seu espírito de liderança. Teve uma vida religiosa muito intensa. Desde criança, na Igreja, e junto com os ensinamentos de sua mãe, Frank Land conheceu a importância de uma filosofia de vida repleta de virtudes.

Ao completar 21 anos e recebeu um envelope de sua avó com uma mensagem que mudaria sua vida para sempre. Nela estava escrito: “Seu avô era maçom, ele amava a maçonaria e eu ficarei feliz se você entrar. Em memória do seu avô e como meu presente, você encontrará o dinheiro necessário para sua iniciação. Faça o que seu coração mandar, mas ficarei muito feliz se você fizer isto”.

No dia 25 de abril de 1912, Land fora iniciado e rapidamente exaltado ao Grau de Mestre.
Aos 35 anos chegou ao Grau 33 da Maçonaria (Rito Escocês Antigo e Aceito).. Seis anos depois foi eleito Grão-Mestre da Grande Loja do Missouri.

Frank não teve filhos, mas deu a milhões de jovens o que todo pai gostaria de dar ao seu filho: “um ideal, um sonho e a vontade de fazer do mundo algo melhor”.

SIMBOLO DA MAÇONARIA.jpg

Maçonaria

Definitivamente, a Maçonaria não é uma religião como muitos imaginam, nada obstante o viés de religiosidade nela existente, em função da crença em um Ser Superior e na alma imortal. É bem verdade que muitos de seus princípios éticos, ritos e símbolos receberam inspiração do Antigo Testamento, mas isso não faz dela uma religião.

Para uma ideologia ser considerada uma religião são necessários 3 pré-requisitos básicos: garantir, acreditar e converter. As religiões garantem a salvação, acreditam em uma teologia específica e convertem os infiéis.

A Maçonaria não se enquadra em nenhum desses critérios. Os maçons não fazem promessas de salvação, não professam uma teologia específica e não se propõem a converter ninguém.

Utilizam a Bíblia Sagrada em suas reuniões como símbolo de um Código de Moral, mas jamais discutem sobre religião, visto que esta não é a sua missão institucional. Daí a sua definição clássica:

“A Maçonaria é uma Instituição que tem por objetivo tornar feliz a humanidade pelo amor, pelo aperfeiçoamento dos costumes, pela tolerância, pela igualdade, pelo respeito à autoridade e à crença de cada um”.

A Maçonaria cuida da racionalidade humana, convive harmonicamente com todos os credos lícitos e não vê quaisquer incompatibilidades nessa comunhão.

SIMBOLO DA IGREJA CATÓLICA.png

Igreja Católica

Nos tempos atuais em que predomina o ecumenismo e a aproximação dos ideários em favor da paz entre os homens, não há justificativas para que setores ultraconservadores da Igreja continuem a combater, de forma radical, a Maçonaria e as associações que lhe são correlatas, impondo aos seus membros de fé católica proibições de acesso aos sacramentos.

Nesse contexto, em recente episódio, o Bispo da Diocese sediada em Campo Maior (PI), Dom Eduardo Zielski, se negou a oficiar a confirmação do batismo, pelo sacramento da crisma, a uma plêiade de adolescentes, por serem estes pertencentes à Ordem DeMolay, que têm como um dos preceitos básicos a crença em Deus e o cultivo das coisas sagradas.

A inusitada decisão, evidencia que o Bispo Zielski integra a banda ultraconservadora da Igreja, em descompasso com a pregação progressista do Papa Francisco que, em sermão de 12.05.14, disse que batizaria até alienígenas se um deles viesse ao seu encontro e fizesse o pedido (O Globo).

Acrescente-se a esse fato, o périplo que o Sumo Pontífice acaba de fazer pela Turquia, oportunidade em que, ombreado com muçulmanos, rezou em uma Mesquita, bem como participou de encontro com a autoridade da Igreja Ortodoxa Grega, tudo em busca da união.

O Bispo de Campo Maior foi além: retirou do pó do arquivo e exibiu como válida, uma Declaração do Vaticano assinada em 26.11.1983, pelo Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, o então Cardeal Joseph Ratiznger (hoje Papa em retiro permanente), pela qual ratifica a condenação da maçonaria e a excomunhão dos maçons.

Em regra, esse documento vem sendo considerado letra morta nas relações clericais com a Ordem Maçônica.

(*) José Narciso do Monte é membro da Academia Piauiense de Mestres Maçons.

(Matéria publicada originalmente na Revista Nossa Gente, de Campo Maior, edição do mês de dezembro/2014)

Publicado Por: Narciso Monte

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