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Oito meses de monitoramento - 21/01/2017 às 15h50

'Piauí Conectado' já registrou mais de um milhão de conexões; veja números

Em outubro de 2015 o governador Wellington Dias inaugurou o primeiro ponto de wifi livre do Governo do Piauí na Praça da Vila Operária em Teresina. Em maio de 2016 a Agência de Tecnologia da Informação – ATI, responsável pelo projeto Piauí Conectado, começou a monitorar cada espaço público onde o Estado tenha instalado internet aberta para a população como a Nova Potycabana, a Praça da Bandeira, Praça Haroldo Resende em Piripiri, Praça do assentamento Lagoa Nova no município de Curralinhos, entre outras.

Oito meses de monitoramento e o Piauí Conectado ultrapassou mais de um milhão de acessos, registrando até dezembro de 2016 a marca de 1.147.314 conexões com a rede de internet gratuita do governo atualmente funcionando em vinte locais no estado.

Frequentado pelos teresinenses e turistas, o Parque Zoobotânico na zona Leste da capital é outro ponto público com acesso gratuito à internet. “O pessoal chega aqui e já procura, pergunta se temos alguma senha do acesso do Piauí Conectado e a gente explica que é preciso fazer um cadastro, depois que a pessoa faz o cadastro ela usa normalmente e fica bem satisfeita, inclusive, ela pode usar tanto aqui nessa área que vende lanche como lá embaixo também, na área da tirolesa”, revela Jéssica Sousa, que trabalha em uma das barracas no parque vendendo lanche.

Jéssica também faz sua avaliação sobre o projeto. “Ela [rede Piauí Conectado] é muito boa, ela não reduz a velocidade, é uma internet que funciona bem e já eu uso para acessar redes sociais, consigo fazer pesquisa, enviar email, dá pra fazer muita coisa, assistir vídeo, muita coisa legal”, fala.

Fonte: Com informações do Governo do Estado

Velocidade de até 1.200 Km/h - 19/01/2017 às 17h41

Trem ultrarrápido de Elon Musk dá passo para sair do papel

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Na quarta-feira, dia 18, a Hyperloop Transportation Technologies (HTT), empresa que desenvolve o sistema de transporte Hyperloop One, divulgou que foi assinado um acordo com o governo da República Tcheca para interligar as cidades de Brno e Bratislava, na Eslováquia. Este foi o primeiro trato para conectar destinos internacionais com esse novo método de transporte, que promete ser mais rápido do que aviões comerciais. A ideia é, depois, expandir o sistema até Praga, capital tcheca. A HTT já havia negociado com os governos da Eslováquia e também dos Emirados Árabes para dar início à série de diálogos necessários para formular uma legislação mundial sobre o transporte.

O Hyperloop é um projeto de deslocamento em alta velocidade proposto, em 2012, pelo empresário Elon Musk, CEO da Tesla (de carros elétricos) e da SpaceX (de exploração espacial). A ideia é que cargas ou passageiros viajariam em cápsulas de alumínio por dentro de tubos, terrestres ou subterrâneos, como se estivessem num (quase) vácuo. A resistência mínima do ar faria com que as cápsulas viajassem com quase nenhum atrito entre a “cabine” e os “trilhos” do Hyperloop. A velocidade chegaria a 1 200 quilômetros por hora, transformando viagens de 90 minutos de trem, por exemplo, em um percurso de dez minutos.

A combinação dos elementos “de ficção científica”, com as apresentações do carismático Musk, já fizeram da iniciativa um sucesso midiático. Resta saber, agora, se ela será viável, mesmo. Os novos passos do projeto indicam o quanto ele é realmente promissor.

A tecnologia em si já existe, é uma questão de ser testada (o que já vem ocorrendo nos EUA) e adaptada. Agora, o problema passa a ser a cooperação internacional — aí está o obstáculo mais difícil para a empreitada. “Desde que resolvemos os empecilhos técnicos, é crucial colaborarmos com governos ao redor do mundo”, afirmou o CEO da HTT, Dirk Ahlborn. “É de extrema importância que a Hyperloop trabalhe diretamente com os órgãos reguladores neste estágio de desenvolvimento. Novas regras e cenários de trabalho terão que ser escritos conforme começarmos a construir nossos sistemas na Eslováquia, nos Emirados e em outros países”, disse Ahlborn.

Segundo apostas do bilionário Musk, o Hyperloop passará a ser considerado como o quinto grande meio de transporte, depois do navio, do trem, do automóvel e do avião. De acordo com o CEO do Hyperloop One, Rob Lloyd, “ele é mais rápido, mais sustentável, mais seguro e mais barato do que qualquer outro meio de locomoção”. No papel, as teorias se comprovam.

Mas, na prática, ainda há muito a ser testado e precisa-se de dinheiro investido. Estima-se que o gasto será de 10 milhões de dólares a cada 1,6 quilômetro construído, em mão dupla. Apenas em dezembro de 2016, a HTT gastou mais de 100 milhões de dólares em investimentos.

Fonte: Veja.com

Redes em guerra - 18/01/2017 às 17h43

Snapchat aposta em 'atualizações' quem lembram a concorrência

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Anunciadas neste mês, mudanças nos dois aplicativos mostram como produtos que nasceram com propostas bem diferentes agora estão convergindo para um mesmo objetivo — e, assim, passaram a disputar, diretamente, pela atenção dos usuários. Enquanto as novidades do Snapchat “traem” a efemeridade que era a sua principal característica, o Instagram aposta cada vez mais no instantâneo, tradicional marca do rival.

Como o Snapchat ficou mais parecido com o Instagram…

Os snaps, antes “crus” (sem a possibilidade de edição), agora estão visualmente mais parecidos com o conteúdo compartilhado em redes sociais como o Instagram, o Whatsapp e o Facebook. As novas mudanças do Snapchat, anunciadas na quinta-feira (12), por exemplo, passam a permitir que vídeos e fotos sejam editados e armazenados. Por enquanto, porém, apenas perfis selecionados podem conferir as novidades. Aos detalhes:

Na edição: O Snapchat propunha mostrar o momento como é: sem filtros ou cortes. Trabalhar a foto era coisa do Instagram. Mas isso está mudando. Agora os snaps podem ser cortados, ganhar efeitos artísticos e até ter música acopladas a eles.
A ferramenta de busca: Não é preciso mais rolar a tela do aplicativo para encontrar o perfil de um amigo. Uma nova barra, posicionada na parte superior da interface, torna mais fácil para o snapchater buscar por contatos e grupos, deixando o app parecido demais com o concorrente.
Grupos de conversa: Agora também é possível se comunicar com vários amigos, ao mesmo tempo, por meio de snaps, em recurso similar às chamadas “mensagens diretas” do Instagram. Os vídeos e fotos enviados dessa maneira somem em 24 horas e só podem ser visualizados duas vezes (nisso, mantém a principal característica original da rede).

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… e como o Instagram ficou mais parecido com o Snapchat

A tentativa de ganhar os usuários do Snap começou com o lançamento do Stories, ferramenta pela qual os usuários compilam vídeos e fotos e compartilham o resultado com seus seguidores. Já com a última novidade, os vídeos ao vivo (os “lives”), lançada na última terça-feira (17), o Insta busca ainda mais o elemento da instantaneidade, colidindo com o rival Snapchat. Detalhes:

Os lives: O Instagram nasceu como uma rede social para a divulgação de fotos (e, de início, os fundadores eram completamente contra incluir vídeos, posts ao vivo e outros elementos que hoje existem no app). Um dos pontos que sempre mais atraíram usuários são os seus filtros, que “embelezam” a imagem. No aplicativo, o conteúdo também fica armazenado e pode ser facilmente encontrado. Agora, entretanto, com os vídeos ao vivo, o aplicativo adiciona a noção de efemeridade à sua utilização. A ferramenta pode ser acessada pela barra inferior do Stories. Porém, diferentemente de como é no Facebook, os “lives” não ficam disponíveis após o término. Quem não viu, perdeu. Até lembra bem um outro aplicativo, aquele do fantasminha…

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Fonte: Com informações de Veja.com

Debate voltou a tona - 17/01/2017 às 17h43

Sim, pode ser que sua internet seja limitada pelo governo, entenda!

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O debate sobre o limite da banda larga voltou à tona, na quinta-feira passada (12), quando o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Giberto Kassab, afirmou que o fim dos planos de internet ilimitada chegaria no segundo semestre deste ano. O que atenderia a uma antiga demanda da maioria das operadoras de telefonia do país — mas incomodaria os consumidores. No dia seguinte (13), porém, Kassab voltou atrás dizendo que “não haverá mudanças no modelo atual de planos de banda larga fixa, reiterando o compromisso em atender o interesse da população e do consumidor”.

No entanto, para a advogada Flávia Lefèvre, integrante da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste), membra da Coalizão de Direitos da Rede (CDR) e representante da sociedade civil no Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI), a declaração foi uma antecipação do que estaria por vir: é provável que a internet seja mesmo limitada, em ação conjunta do governo com as operadoras; e a retirada do ministro seria apenas uma tática provisória para fugir das críticas da população. Ou seja, na prática Kassab só teria se precipitado com o anúncio que deve ser feito em alguns meses.

Confira, abaixo, a análise de Lefèvre:

Qual é a razão por trás da proposta de limitar a internet? Na nossa avaliação (Proteste) essa intenção está relacionada à uma insuficiência de investimento do governo (por meio de políticas públicas que obriguem as empresas a investirem) em infraestrutura para proporcionar e dar suporte para uma melhor conexão de internet no país. Quando não se cria essa condição, a solução aparece como forma de limitar a franquia. Aí o usuário não tem escolha: quando acaba ou ele paga para ter mais, ou não usa. Dessa forma, a rede acaba ficando livre apenas para os grandes consumidores, aqueles que podem pagar. Acaba-se por criar, assim, dois tipos de acesso à internet: uma para os ricos, outra para os pobres. Além disso, tudo ainda tem a ver com o lucro das empresas que prestam esse serviço. Quando os dados acabam nos pacotes com franquia da telefonia móvel, você é bloqueado ou só tem acesso a alguns aplicativos, como o Facebook e o Whatsapp. Esse modelo é vantajoso para as empresas porque, além delas ganharem com a venda dos dados, ainda têm a negociação com os responsáveis pelos apps que continuarão em funcionamento. Tal prática transforma a internet quase em uma TV a cabo, com a venda de pacotes específicos.

E isso seria ilegal? Ambas as motivações violam o Marco Civil da Internet e, portanto, são ilegais. A lei reconheceu que o acesso à rede é um serviço essencial e só pode ser interrompido se o consumidor não pagar a conta. Já a discriminação por aplicativo viola a garantia de neutralidade da rede, também exposta no documento. Por isso, a proposta de franquia em si não faz sentido nenhum. Mesmo assim, aposto que ela será implementada em poucos meses, ainda neste ano.

A redução da velocidade após o uso total do pacote poderia acontecer? Sim. Mas teria um limite para ser reduzida, no máximo de até 1 MB.

Como é em outros países? Muitos países usam a franquia. Os EUA, por exemplo, limitam a internet. A diferença é que o volume de dados lá é muito maior do que aqui. Um americano que contrata um plano básico tem 30 GB e, se ele não utiliza tudo, o restante fica para o mês seguinte. Quando o pacote chega ao fim, a velocidade é reduzida e o usuário não fica sem conexão. No Brasil, tem pacotes básicos que vão de 200 MB a 600 MB. Isso mal dá para assistir a um filme.

Por que você acha que o ministro Kassab voltou atrás na decisão de limitar a internet? Repito: acreditamos que ele não voltou atrás. O ministro está muito afinado com o presidente da Anatel (Juarez Quadros). Desde 2015, a agência vem se mostrando a favor da limitação, apesar de ter lançado uma consulta pública sobre o caso, que só termina em 30 de abril. O que aconteceu é que o Kassab esqueceu que, publicamente, outras partes tinham que ser ouvidas e adiantou o “resultado do jogo”. Para não ficar feio, ele voltou atrás. Essa atitude, porém, contraria uma previsão do Marco Civil, que diz que a governança da internet tem que ser “multiparticipativa” e envolver diversos setores da sociedade. O ministro atropelou a atribuição e as competências legais de todos esses órgãos.

Limitar a internet fere o direito de expressão dos brasileiros de alguma forma? Claro. O acesso à internet é um serviço essencial por si só, mas também é imprescindível para garantir outros serviços, também essenciais, ao cidadão. Alguns deles só são possíveis de serem executados por meio da internet, como a inscrição em alguns programas sociais, em vestibulares, dentre outros. Se o governo permitir o bloqueio, estará ferindo o Marco Civil e, ainda, diversos direitos fundamentais do brasileiro.

Fonte: Veja.com

Tendências nas redes - 17/01/2017 às 11h38

'Realidade aumentada é futuro das redes', diz diretor do Facebook

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Dados do Facebook no Brasil e no mundo apontam que o futuro do consumo de informação nas redes sociais caminha para o compartilhamento cada vez maior de vídeos em diversas plataformas e com variedade de conteúdos. É o que afirmou o diretor de parcerias para a América Latina do Facebook, Luis Olivalves, nesta terça-feira (17/01), durante o evento Veja Exame Fórum 2017 – A Revolução do Novo, no Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo.

Segundo Olivalves, o Facebook deixou de ser apenas uma plataforma social de troca de experiências entre usuários para se tornar também, não só no Brasil como no mundo todo, uma das principais fontes de notícias para os usuários, especialmente entre os mais jovens.

Na palestra, ele citou uma pesquisa do Instituto Reuters com mais de 50 mil leitores em 26 países, que mostrou que 51% usam as redes sociais semanalmente como fontes de notícias e 12% dizem que as redes são as principais fontes de informação. No Brasil, os números sobem para 72% e 18%, respectivamente.

O que o Facebook avalia que o formato que mais atrai os usuários são os vídeos e as imagens. Só no Facebook, mais de 100 milhões de horas de vídeo são consumidas por dia. Já no Messenger e no Whatsapp, o forte são os emojis. No Messenger, por exemplo, são trocadas 2 milhões de mensagens com emojis por dia no mundo.

De acordo com representante do Facebook, o sistema de realidade aumentada Oculus já possui 1 milhão de usuários por mês, prova de que a realidade virtual deve ser uma tendência nas redes sociais nos próximos anos.

“Se eu quero passar um recado (nas redes sociais), nada melhor do que o vídeo. E, hoje, quando quero passar uma experiência, trazer uma pessoa para viver algo único, uso a realidade aumentada. Eu controlo a experiência para o que eu quero ver ou focar, mas estou lá vivendo junto (o que foi gravado)”, disse Olivalves.

A distribuição das notícias é ainda fragmentada entre as diversas plataformas sociais e cada um dos serviços tem buscado inovar para atrair mais usuários. O Facebook, por exemplo, adaptou seu feed de notícias para transmitir o que é importante para cada usuário. “O consumo está dividido. O Facebook só é forte porque a pessoa está lá, foi ver a vida dos amigos e acaba sendo impactada por algumas coisas porque o algoritmo ajudou a identificar”, afirmou.

Em um cenário em que é difícil separar fontes confiáveis de informação e conteúdos falsos, a empresa aposta ainda no projeto Facebook Journalism Project, que prevê a troca de experiências e de treinamentos entre a plataforma e jornalistas. “A gente tem responsabilidade de que o jornalismo de qualidade prospere”, disse o executivo.

O projeto, que tem escala mundial, tem como objetivo construir ferramentas dentro do Facebook que atendam às necessidades dos meios de comunicação e permitam que a rede social seja um instrumento de monetização para publishers.

Fonte: Com informações de Veja.com

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