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Alternativa barata e eficiente - 17/02/2017 às 17h32

Cientistas começam a usar drones em pesquisas ambientais

comserv

Cientistas estão aproveitando o frio “nem tão congelante” do verão da Antártica para enviar drones (os dispositivos não conseguem voar em temperaturas muito baixas) com a função de mapear e tirar fotos da costa do continente. A ideia é do biólogo marinho David Johnston, da Universidade de Duke, e a missão é verificar se os aparelhos podem realizar a contagem de animais, monitorar seus movimentos, explorar lugares selvagens, além de tirar fotos da biodiversidade local. O que pode economizar em tempo de pesquisa e, ainda, preservar a saúde dos cientistas.

Hoje, para estudar animais selvagens, além de utilizar imagens de satélites, os pesquisadores sobrevoam locais remotos para fazer as fotografias, se arriscando com voos muito próximos ao solo. Em alguns casos, se aproximam a pé. Com a novidade, os drones realizarão a tarefa mais rápido e com maior segurança. A alternativa também é mais barata.

Porém, a inovação tem limitações. Além do clima hostil (tempo úmido, temperaturas muito baixas e ventania forte), as máquinas também não conseguem sobrevoar por áreas muito extensas. Em alguns casos, ainda estressam os animais. Por isso, os pesquisadores enfatizam que os drones não irão substituir o trabalho humano, mas serão uma ferramenta adicional para as pesquisas.

Projetos do tipo no Brasil

No Brasil, os biólogos também utilizam as aeronaves sem tripulação para fazer fotografias aéreas tanto da fauna, quanto da flora. Neste domingo (12), o Grupo de Estudos de Mamíferos Aquáticos do Rio Grande do Sul (GEMARS) divulgou imagens aéreas do golfinho-nariz-de-garrafa, presente na lista oficial de espécies da fauna gaúcha ameaçadas de extinção. Os cliques foram realizados pelo fotógrafo Rodrigo Baleia, que divulgou uma das imagens em seu perfil da rede social Instagram.

Já a ONG brasileira WWF lançou, em janeiro, a websérie Expedição Ecodrones – Botos da Amazônia. Os vídeos, com imagens aérea inéditas do bioma, foram feitos no final de 2016. Os drones percorreram, em oito dias, 400 km do Rio Juruá, no Amazonas, e observaram 791 botos. Trata-se da primeira vez em que a tecnologia foi utilizada para o monitoramento populacional de botos na Amazônia. Confira um dos vídeos do projeto:

Outra iniciativa exemplar

O fotógrafo britânico Will Burrard-Lucas usou os dispositivos para gravar vídeos de animais do Parque do Serengeti, localizado na Tanzânia, no continente africano. O profissional registrou gnus migratórios, hienas, hipopótamos e leões (veja no vídeo abaixo). No entanto, de acordo com Burrard-Lucas, os drones têm limites que ainda atrapalham o trabalho. Exemplo: a bateria do aparelho possui uma vida útil de apenas 15 minutos, o que limita a abrangência dos registros.

Fonte: Veja.com

Disponível a partir de março - 16/02/2017 às 12h03

Empresa de transporte urbano lança máquina para pagamentos com cartão de crédito e débito

comserv

A empresa de transporte urbano 99 vai lançar em março uma máquina para receber pagamentos com cartão de crédito e débito. A maquininha poderá ser usada tanto nas corridas de táxi da 99 como na Pop, modalidade concorre diretamente com o Uber _viagens são feitas por motoristas autônomos.

Hoje, pagamentos na 99 só podem ser feitos com paypal ou cartão de crédito cadastrado no aplicativo. Já o Uber aceita pagamentos em dinheiro ou cartão de crédito. Nenhuma delas aceitava pagamento em cartão de débito, opção que a 99 passará a dar. Taxistas sem vínculo com empresas de transporte já trabalham nas ruas com máquinas que aceitam cartão de débito e crédito.

A novidade será testada em São Paulo, e há previsão de ampliar o atendimento para as 550 cidades em que a empresa atua.

Atualmente, os pagamentos aos taxistas cadastrados e aos autônomos é creditado no mesmo dia em um cartão de débito dado aos profissionais. A empresa calcula que, após o pagamento na máquina da 99, o dinheiro ficará disponível ao motorista ou taxista em até 5 minutos.

A máquina terá um custo de 718 reais aos motoristas. A promessa da empresa é que ela vai oferecer melhor conectividade que as concorrentes, pois aceita até quatro chips de operadoras diferentes ao mesmo tempo.

A máquina vai aceitar débito e crédito, dos cartões Visa e Mastercard.

Fonte: Veja.com

Cinco minutinhos - 10/02/2017 às 09h25

WhatsApp: como evitar que o app esgote seu plano de dados

comserv

Se você é uma das milhões de usuárias viciados em WhatsApp, possivelmente também é uma das milhões de pessoas que veem o plano de dados acabar antes do mês. Dá até uma dorzinha no coração ficar sem 4G (ou 3G) por uns dias. E uma dor no bolso se você decide contratar dados extras.

Mas seus problemas podem acabar – ou ao menos diminuir – se você configurar direito o WhatsApp. É que o que consome dados mesmo é o download de arquivos, como fotos, vídeos e áudios no programa. O padrão do aplicativo é fazer o download de tudo isso automaticamente, mas você pode mudar.

Para te ajudar, fizemos aqui dois tutoriais: um para os celulares Android, outro para os iPhones. Pegue seu celular e vem com a gente!

Celulares Android

1 – Abra o aplicativo;

2 – Clique nas 3 bolinhas que ficam no canto superior direito do app;

3 – Clique em Configurações;

3.jpg (Ligia Helena/Reprodução)

4 – Clique em Uso de Dados;


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(Ligia Helena/Reprodução)

5 – No campo Download automático, faça suas escolhas. Nossas sugestões

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(Ligia Helena/Reprodução)

5a – Em “Quando utilizar rede de dados”, selecione “Nenhuma mídia” (Dessa forma, nada será baixado automaticamente enquanto você usa os dados do telefone. Se você preferir, pode escolher receber só fotos, ou só áudio, e assim por diante)

5b – Em “Quando conectado ao Wi-Fi”, escolha quais você deseja receber automaticamente – pode até deixar todos automáticos, já que o Wi-Fi não se esgota, mas aí você corre o risco de encher a memória do seu telefone rápido demais.

5c – Em “Em roaming”, sugerimos selecionar “Nenhuma Mídia”, já que este tráfego de dados pode ser ainda mais caro!

6 – Você também pode selecionar a caixinha “Reduzir uso de dados durante uma chamada do WhatsApp”. Se as chamadas ficarem com qualidade ruim, volte lá e mude a configuração novamente.

No iPhone

1 – Abra o aplicativo;

2 – Clique no ícone “Ajustes”, na barra inferior;

3 – Clique em “Uso de Dados e Armazenamento”;

4 – Siga os mesmos passos do item 5 dos telefones Android, acima;

Pronto! Agora seu plano de dados vai durar até o fim do mês

Fonte: Com informações de M de Mulher

Modo de resfriamento inovador - 09/02/2017 às 15h21

Novo material pretende substituir o ar-condicionado

comserv

Pesquisadores da Universidade do Colorado e da Universidade de Wyoming, nos Estados Unidos, desenvolveram um material que pode ser uma alternativa ao ar-condicionado e a outros sistemas de refrigeração tradicionais. Em artigo publicado pela Science, nesta quinta (09), os cientistas apresentaram uma película composta, sobretudo, por microfibras de vidro, capaz de dissipar energia térmica solar e, assim, provocar o efeito de resfriamento.

Em entrevista ao site de VEJA, o pesquisador Xiaobo Yin, um dos responsáveis pelo projeto, explicou que, ao contrário dos sistemas comuns, que demandam recursos energéticos e consomem muita energia para realizar o resfriamento, a novidade se trata de um método alternativo e sustentável de manter os objetos e ambientes refrigerados. “Opera 24 horas por dia sem consumir eletricidade ou água. Mas, é claro, tem o porém de que é necessário construir um sistema térmico, com o material, ao redor do ambiente para oferecer o resfriamento quando precisarmos”, explicou ele.

De acordo com o pesquisador, o novo dispositivo é promissor e pode satisfazer às necessidades de aplicações residenciais e comerciais. Uma das aplicações possíveis é utilizar a película para produzir um aparelho de ar-condicionado doméstico de teto, que não necessitaria de eletricidade para funcionar. Uma instalação de 20 metros quadrados da nova película (que ainda não ganhou nome) habilitaria uma refrigeração boa o suficiente para uma casa com aproximadamente 180 m². Mas as aplicações em larga escala também são viáveis, segundo Yin: “Podemos imaginar um sistema maior construído, por exemplo, em uma usina termoelétrica para diminuir o calor de seus motores, sem o uso de água. Vale lembrar que as usinas de energia são responsáveis por 1/3 do consumo total de água nos EUA”.

Alguns materiais existentes já obtiveram êxito nesse tipo de resfriamento natural e passivo, porém todos os casos de sucesso foram realizados durante a noite. O resfriamento diurno apresentava um desafio diferente, pois a absorção de energia térmica solar durante o dia excedia a potência de resfriamento do material, o que resultava no aumento da temperatura superficial. A novidade é que os cientistas conseguiram utilizar tal método durante o dia, e os experimentos apresentaram resultados positivos mesmo sob a intensidade do calor dos raios solares.

O material é leve e, segundo os pesquisadores, sua produção em larga escala é relativamente fácil. Os cientistas esperam que o sistema esteja disponível em breve no mercado, já que os custos de produção são baixos. “Demonstramos a rentabilidade de produção das películas. Nossas análises evidenciam que o metro quadrado do equipamento custa cerca de R$ 1,50 para ser produzido e, esse preço, inclui material, equipamento e mão de obra”, esclareceu Yin.

A criação do novo material é inspirada no modelo de refrigeração natural da Terra. Diariamente, a superfície terrestre absorve parte da energia térmica emitida pelo Sol e, o restante, retorna ao espaço por meio de um processo natural. Na tentativa de reproduzir esse método, o material de refrigeração foi desenvolvido em laboratório.

Para tal, os pesquisadores fabricaram uma fina película constituída por polímeros transparentes, com microfibras de vidro distribuídas aleatoriamente, e revestida por uma camada de prata. A combinação de materiais é capaz de refletir 96% da irradiação solar em condições ambientais similares ao de um meio-dia ensolarado. Assim, replica-se o efeito de um ar-condicionado.

Fonte: Veja.com

Bloqueio de publicações - 08/02/2017 às 10h46

Twitter anuncia novas medidas para combater repressão e assédio

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O Twitter anunciou nesta terça-feira(07/02) um conjunto de mudanças para combater discursos de ódio e agressões entre seus usuários. As novas medidas, publicadas no blog da companhia, incluem impedir que os perfis com históricos de assédio e agressão criem novas contas, a possibilidade de bloquear tweets potencialmente abusivos e de “baixa qualidade” e uma nova busca mais segura.

O Twitter está trabalhando na identificação de usuários que têm suas contas suspensas com frequência e quer impedir que eles criem novos perfis, disse em uma publicação o vice-presidente de engenharia da empresa Ed Ho. De acordo com ele, esta nova medida visa especificamente “contas que são criadas apenas para abusar e perseguir outros”.

No final de janeiro, Ho publicou em sua conta que “tornar o Twitter em um lugar mais seguro é o nosso foco principal e agora estamos nos movendo com mais urgência do que nunca”.

Já a nova função de pesquisa segura impede que os tweets que são abusivos, ou de contas bloqueadas e silenciadas, apareçam nos resultados de pesquisa dos usuários. Segundo o chefe de engenharia da companhia, esses tweets ainda podem ser encontrados se as pessoas quiserem vê-los, mas eles “não vão desordenar os resultados de busca por mais tempo”.

A decisão do Twitter de esconder ou derrubar conteúdo abusivo, ao invés de excluí-lo ou proibi-lo, vai de encontro a sua posição de longa data como defensor da liberdade de expressão e “pessoas podendo ver todos os lados de qualquer tópico”, disse Ho.

Um levantamento publicado pelo BuzzFeed em setembro ouviu 2.700 usuários do micro blog. Do total, 90% dos entrevistados disseram que a rede social não fez nada depois de casos de abuso terem sido denunciados.

Dois meses depois, em novembro, a companhia lançou uma ferramenta que permite aos usuários marcar tweets como odiosos. O recurso de silenciar mensagens agressivas passou por melhoras. Na última semana, o Twitter introduziu uma ferramenta de relatórios para pessoas que enfrentam assédios direcionados.

twitter logo interna.jpg

Fonte: Com informações da VEJA.com

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