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Tucanos e petistas - 23/10/2014 às 17h30

Militantes de Dilma e Aécio entram em confronto no centro de São Paulo

Galaxy

Militantes tucanos e petistas entraram em confronto no início da tarde desta quinta-feira em frente ao Theatro Municipal, no Centro de São Paulo. A confusão aconteceu quando um grupo com cerca de 500 simpatizantes do presidenciável Aécio Neves (PSDB) chegou ao local depois de uma caminhada que começou na Praça da Sé.

Ao se depararem com cerca de 50 petistas que faziam campanha para a presidente Dilma Rousseff, com bandeiras e distribuição de material de campanha, um dos cabos eleitorais de Aécio atirou uma bandeira em direção a um correligionário de Dilma. O militante petista, então, revidou contra o ônibus no qual os apoiadores do PSDB estavam embarcados.

Nesse momento, cerca de dez militantes tucanos desceram e começaram a dar socos e pontapés contra os petistas, que também desferiram agressões contra os adversários. A briga, que durou cerca de cinco minutos, só terminou quando os guardas civis metropolitanos chegaram para separar. Os tucanos foram embora e os petistas continuaram no local. Ninguém foi detido.

Fonte: Com informações do O Globo

Publicado Por: Karine Santana

Corrida Eleitoral de 2014 - 23/10/2014 às 16h35

Ibope: Dilma com 54%, Aécio 46%; Datafolha, petista 53%, tucano 47%

Galaxy

Pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira (23) aponta os seguintes percentuais de votos válidos no segundo turno da corrida para a Presidência da República:

- Dilma Rousseff (PT): 54%
- Aécio Neves (PSDB): 46%

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "O Estado de S. Paulo".
No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 15, Aécio tinha 51% e Dilma, 49%.

Votos totais

Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:

- Dilma Rousseff (PT): 49%
- Aécio Neves (PSDB): 41%
- Branco/nulo: 7%
- Não sabe/não respondeu: 3%

O Ibope ouviu 3.010 eleitores em 203 municípios entre os dias 20 e 22 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01168/2014.

Rejeição

O Ibope perguntou, independentemente da intenção de voto, em qual candidato o eleitor não votaria de jeito nenhum. Veja os números:

Aécio - 42%
Dilma - 36%

Expectativa de vitória

O Ibope também perguntou aos entrevistados quem eles acham que será o próximo presidente da República, independentemente da intenção de voto. Para 51%, Dilma sairá vitoriosa; 38% acreditam que Aécio ganhará; 10% não sabem ou não responderam.

1º turno

No primeiro turno, Dilma teve 41,59% dos votos válidos e Aécio, 33,55% (veja os números completos da apuração no país).

PESQUISA DATAFOLHA

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (23) aponta os seguintes percentuais de votos válidos no segundo turno da corrida para a Presidência da República:

- Dilma Rousseff (PT): 53%
- Aécio Neves (PSDB): 47%

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "Folha de S.Paulo".
De acordo com o Datafolha, a presidente Dilma Rousseff (PT) tem uma vantagem inédita sobre Aécio Neves (PSDB) no segundo turno da eleição presidencial.
No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 22, Dilma tinha 52%, e Aécio, 48% dos votos válidos.

Votos totais

Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:

- Dilma Rousseff (PT): 48%
- Aécio Neves (PSDB): 42%
- Em branco/nulo/nenhum: 5%
- Não sabe: 5%

O Datafolha ouviu 9.910 eleitores em 399 municípios nos dia 22 e 23 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01162/2014.

Certeza do voto

O Datafolha também perguntou, entre os dois candidatos, em quem os eleitores votariam com certeza, em quem talvez votassem e em qual não votariam de jeito nenhum. Veja os números:

Dilma
46% - votariam com certeza
15% - talvez votassem
37% - não votariam de jeito nenhum
1% - não sabe

Aécio
39% - votariam com certeza
18% - talvez votassem
41% - não votariam de jeito nenhum
2% - não sabem

1º turno
No primeiro turno, Dilma teve 41,59% dos votos válidos e Aécio, 33,55%

Fonte: G1

Publicado Por: Larice Sena

Tópicos
Campanha pró- Dilma em PHB - 23/10/2014 às 12h46

No interior, W. Dias ataca tucanos e pede que povo lembre do governo FHC

A cidade de Parnaíba recebeu na noite da última quarta feira (22/10), com uma grande carreata, o governador eleito Wellington Dias que esteve na cidade para fortalecer a campanha pró Dilma a reeleição e agradecer os votos recebidos na eleição para governador do Estado.

O governador eleito afirmou aos piauienses que tem boa perspectiva de vitória nessa eleição presidencial, já que para ele "é só lembrar de como era a vida do empresário, do professor, funcionário público, dos universitários nos tempos do governo FHC" que se tem uma noção de como a vida do brasileiro mudou para melhor e que "retrocesso não faz mudança".

Wellington Dias concluiu seu discurso afirmando que é preciso continuar acreditando na mudança e no desenvolvimento do Piauí e do Brasil, "o Piauí já tomou a decisão no dia 5 de outubro para governador, agora, vamos juntos no dia 26 tomar a decisão de continuar mudando e avançando o desenvolvimento do Brasil".

Fonte: Com informações da Assessoria

Publicado Por: Larice Sena

Chamou tucano de nazista - 23/10/2014 às 10h42

Aécio Neves diz que Lula 'apequena' a própria biografia ao atacar PSDB;saiba

Galaxy

O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, afirmou nesta quarta-feira (22), durante entrevista coletiva em Belo Horizonte (MG), que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) "apequena" sua própria biografia ao fazer ataques ao PSDB.

Aécio foi indagado sobre as declarações do petista em que ele compara o PSDB ao nazismo. "Só quem perde com isso é ele. Acho que ele apequena a sua biografia com ataques torpes e absurdos como esse", declarou Aécio.

Durante evento no Recife (PE) nesta terça-feira (21) ao lado da candidata do PT à reeleição, Dilma Rousseff, Lula voltou a chamar Aécio de "filhinho de papai" e fez declarações duras sobre a postura do tucano frente à Dilma. "De vez em quando, parece que estão agredindo a gente como os nazistas. Eles [tucanos] são intolerantes, mais que Herodes quando mandou matar Jesus Cristo", disse Lula.

Aécio disse que 'ignora' os ataques feitos por Lula. "O Lula não está disputando eleição. Eu ignoro [os ataques]. Eu lamento apenas que um ex-presidente da República se permita cumprir um papel tão inexpressivo como esse que ele vem cumprindo no final dessa campanha eleitoral. É triste para a sua própria biografia", completou. Nesta terça, durante evento em Goiânia, Aécio disse que faz "campanha propositiva", mas que não deixará de responder a ataques.

Aeroporto de Cláudio
Durante a entrevista, Aécio Neves também foi questionado se a investigação do Ministério Público Federal (MPF) sobre supostas irregularidades na construção de um aeroporto no município de Cláudio poderia impactar negativamente a campanha dele. O candidato deu uma resposta breve sobre o assunto: "Não, tem que investigar, que investigue", disse.

O candidato tucano reiterou compromissos de campanha, como a garantia de manutenção de programas sociais, a exemplo do Bolsa Família, o fortalecimento dos bancos públicos e a revisão dos fator previdenciário.

"Essa campanha vai ficar marcada na história do Brasil, como campanha da infâmia por parte dos nossos adversários. Hoje mesmo, são boletins, jornais apócrifos, anônimos sendo distribuídos em todo o Brasil, exatamente dando a ideia de que nós poderíamos estar indo na direção da diminuição ou do fim dos nossos programas sociais ou da privatização dos bancos públicos. O que não vai acontecer, os nossos adversários sabem que não vai acontecer. Mas para eles não há limites, não há limites para se manterem no poder", disse.

Futebol
Aécio afirmou, ainda, que pretende democratizar e profissionalizar o futebol brasileiro. “Eu estou ao lado da modernização do futebol. Conversei ontem à noite, por coincidência, com o senador eleito pelo Rio de Janeiro Romário, que hoje está manifestando apoio à nossa candidatura e que também tem propostas nesta direção. (...) Nós temos que profissionalizar a gestão dos nossos clubes de futebol, o que não vem acontecendo hoje”, falou.

Sem detalhar propostas, ele também informou que vai trabalhar para que programas que atualmente estão quase extintos, como o Segundo Tempo [do Ministério dos Esportes, voltado à promoção social de crianças e adolescentes em situações consideradas de vulnerabilidade], cheguem às escolas. No fim, o candidato brincou, dizendo que ainda é esportista, mesmo sem a competência de antes.

O candidato do PSDB foi perguntado, ainda, sobre o fato de campanha petista abordar o tema da violência contra a mulher referindo-se a ele. "Não vou responder, deixa que as pessoas respondam nas urnas a todas essas infâmias", rebateu.

Tancredo e JK
Aécio encerrou sua campanha em Belo Horizonte, nesta quarta-feira (22), na Praça da Estação, no centro de Belo Horizonte. No comício ele se comparou aos presidentes Juscelino Kubistchek e Tancredo Neves, dizendo que "herdou" a coragem necessária para mudar o país.

"Mais uma vez, assim como já aconteceu em outros momentos históricos da vida nacional, sempre que a dificuldade era grande, o Brasil buscava em Minas um líder para construir a mudança. Foi assim com Juscelino há 60 anos atrás. Depois, passados 30 anos, coube a outro mineiro, Tancredo Neves, nos conduzir ao encontro com as liberdades e a democracia", afirmou.

"E quase que como uma construção do destino, outros 30 anos se passaram e eu estou aqui com os mesmos valores, com a mesma coragem, com a mesma determinação para dar ao Brasil um governo que seja de todos os brasileiros", completou em seguida.

O discurso reuniu cerca de 10 mil pessoas e durou pouco mais de dez minutos. Aécio ainda disse que pretende "libertar" o povo brasileiro. "São poucos, pouquíssimos dias que nos separam da libertação do Brasil, porque, se há 30 anos atrás o pai de minha mãe, o presidente Tancredo, nos libertou da ditadura, eu vou libertar o Brasil de um governo que se apropriou do Estado nacional em benefício de um pequeno grupo e em detrimento dos interesses maiores da nossa gente".

Os atores Milton Gonçalves e Cláudia Rodrigues, o cantor Fagner, o compositor Fernando Brant e a dupla sertaneja César Menotti e Fabiano também participaram do comício.

Fonte: Com informações do G1

Publicado Por: Larice Sena

Com disputa acirrada - 23/10/2014 às 10h18

Governo Dilma 'segura' divulgação de dados para não prejudicar campanha

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O governo federal adia a divulgação de indicadores sobre economia e educação pelo temor de que números negativos possam prejudicar a campanha da presidente-candidata Dilma Rousseff (PT). Em meio à acirrada disputa presidencial, os brasileiros chegarão às urnas no próximo domingo, portanto, sem conhecer o resultado da arrecadação de impostos e contribuições federais em setembro e da reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN). Reportagem do jornal Folha de S. Paulo relata nesta quinta-feira que o desempenho dos alunos da educação básica em provas de português e matemática também será um mistério até 26 de outubro.

Na semana passada, uma decisão inédita tomada pela direção do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), de proibir a publicação de estudos realizados pelos pesquisadores envolvendo dados públicos divulgados entre julho e o fim das eleições presidenciais, deu origem a mais uma crise interna. O diretor de estudos e políticas sociais do Ipea, Herton Araújo, colocou seu cargo à disposição por discordar da definição da cúpula do Instituto e pediu sua exoneração. Não se trata do primeiro estudo preso nas gavetas do Ipea. O site de VEJA revelou, em setembro, que o Instituto havia engavetado outro levantamento, desta vez, feito com base nos dados das declarações de Imposto de Renda de brasileiros, e que mostrava que a concentração de renda havia aumentado no Brasil entre 2006 e 2012. A tese, curiosamente, contraria o discurso recorrente dos governos petistas.

Depois de atrasar a divulgação do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) relativos a 2013 no primeiro turno, o governo federal acabou por liberar o resultado do indicador – que mede a qualidade do ensino nos ciclos fundamental (1º a 9º ano) e médio de escolas públicas e privadas de todo o Brasil – sem detalhar o resultado dos alunos em cada âmbito, relata a Folha. Logo, não é possível saber qual o desempenho dos estudantes em português e matemática.

Os dados conhecidos revelam que há estagnação nas duas etapas. Nos anos finais do fundamental e no médio, todos os indicadores gerais ficaram abaixo das metas previstas: isso inclui as médias nacional e das redes públicas (estaduais e municipais) e privadas. A exceção foi registrada nos anos iniciais do ensino fundamental, em que a única constatação negativa ficou na rede privada, que não atingiu a meta estabelecida.

Economia – Embora rejeite relação com a eleição, o governo ajustou o calendário de divulgação de dados econômicos de setembro para depois da votação. Ninguém quer repetir o chamado "efeito ovo". O episódio foi provocado pelo secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Márcio Holland, ao recomendar a troca de carne bovina por ovos ou frango por causa da inflação. A declaração foi usada na TV pelo candidato Aécio Neves (PSDB). Em resposta, Dilma teve de desautorizar publicamente o secretário.

A previsão é de que os dados sobre arrecadação, que não devem vir favoráveis, sejam divulgados na próxima quarta-feira, dia 29. Os números são tradicionalmente divulgados mais cedo, mas, mesmo assim, a Receita nega que a decisão tenha relação com a realização do segundo turno no próximo domingo. No ano passado, a divulgação dos dados ocorreu no dia 22 de outubro. Este ano, o anúncio ficou para os últimos dias do mês apenas em abril. Vale lembrar que na próxima terça-feira não deve haver expediente no Ministério da Fazenda por causa do feriado do Dia do Servidor Público.

A divulgação dos dados da dívida pública federal será na segunda. A reunião do CMN foi adiada do dia 23, segundo constava no site do Banco Central, para o dia 30. A assessoria do BC informou que a data original foi escolhida, em princípio, para evitar proximidade com a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), marcada para terça e quarta. A mudança teria sido ocasionada por questões de agenda.

‘Paradeira geral’ - O resultado desfavorável da arrecadação nos últimos meses tem dificultado o fechamento das contas do governo. A Receita esperava, no início do ano, um crescimento real de 3% em relação a 2013. Mas já reduziu a 1%, mesmo com o reforço de receitas extras, como o Refis. Em razão disso, as contas públicas devem registrar novo déficit primário em setembro. Técnicos do governo afirmam que "está uma paradeira geral" na área econômica nesta semana. Há decisões importantes que precisam ser tomadas até o fim do ano. A principal é a estratégia para a política fiscal. Com a piora das contas públicas em setembro, cujo anúncio ficou para a próxima semana, o governo terá de decidir se mudará a meta de superávit primário fixada para 2014 na Lei de Diretrizes Orçamentárias. Uma fonte disse ao jornal O Estado de S. Paulo que a discussão está parada à espera do resultado das eleições.

Fonte: Com informações da Veja

Publicado Por: Larice Sena

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