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Eleição será no domingo - 20/10/2014 às 12h18

Pesquisa CNT/MDA tem Dilma com 45,5% e Aécio com 44,5% dos votos

Galaxy

Pesquisa CNT/MDA divulgada nesta segunda-feira aponta empate técnico entre os candidatos à Presidência Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB). De acordo com o levantamento, a petista tem 45,5% das intenções de votos, e o tucano, 44,5%. Como a margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, Dilma pode ter entre 43,3% e 47,7%, enquanto Aécio pode variar entre 42,3% e 46,7%. Nesse cenário, brancos e nulos somariam 5,7%, e os que não sabem ou não responderam são 4,3% Esta é a primeira pesquisa divulgada pela CNT/MDA neste segundo turno e, por isso, não é possível comparar com outra.

Quando são analisados só os votos válidos, sem considerar os brancos e nulos, Dilma teria 50,5%, e Aécio, 49,5%. A rejeição aos candidatos também é praticamente a mesma, o que demonstra a divisão nítida do eleitorado. A CNT/MDA aferiu que 40,7% disseram que não votariam na petista de jeito nenhum, enquanto 41% manifestaram a mesma opinião em relação a Aécio.

Ainda de acordo com a pesquisa, o horário eleitoral tem sido assistido pela maioria dos eleitores – 64,8% responderam que vêm acompanhado a propaganda dos candidatos, e 34,7% disseram que não têm visto. Ao todo, 0,7% afirmaram não se lembrar do horário eleitoral. Aécio Neves foi considerado o que mais agradou aos eleitores durante a exposição na TV e no rádio: 47,4% declararam que ele aparece melhor na propaganda política, enquanto para 38%, Dilma faz uma melhor aparição. Outros 14,6% não quiseram opinar.

Para a maioria dos entrevistados (46,7%), Aécio irá ganhar as eleições, enquanto 42,5% têm essa percepção a respeito de Dilma; 10,9% não responderam. A pesquisa ouviu 2.002 eleitores em 137 municípios de 25 estados entre os dias 18 e 19 de outubro. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob número BR-01139/2014.

Fonte: Com informações do O

Publicado Por: Daniel Silva

Tenta aumentar rejeição de Aéc - 20/10/2014 às 09h57

Na reta final, PT vai intensificar (ainda mais) os ataques a Aécio Neves; saiba

Galaxy

O show de baixarias promovido pelo ex-presidente Lula no sábado em Minas Gerais dará o tom da campanha petista até o final do segundo turno. A equipe da presidente-candidata Dilma Rousseff (PT) chegou à conclusão de que há poucas chances de obter mais apoiadores daqui até o dia da votação, no domingo que vem, razão pela qual não pretende abandonar os ataques ao adversário Aécio Neves. Com isso, o comitê petista espera aumentar a rejeição ao tucano, reduzindo suas chances. A tática da vitimização, cujo início se deu no final da semana passada, também será explorada.

Neste domingo, em entrevista que antecedeu o debate promovido pela TV Record, Dilma deixou claro que o partido não pretende recuar dos ataques pessoais a Aécio - e aproveitou para se fazer de vítima. Disse que o tucano precisa "aprender a respeitar as mulheres" e que ele a desrespeitou ao chamá-la de leviana. A presidente parece ter se esquecido, por um momento, dos ataques pesados lançados contra a então candidata Marina Silva durante o primeiro turno, em que todo o marketing petista se voltou para desconstruir a imagem da ex-senadora, chamando-a também de 'leviana' e 'inconsequente'. À época, ao reclamar do tom dos ataques, Marina ouviu mais disparos de Dilma: "Quem se sente coitadinho, não pode ser presidente", afirmou. A mesma Dilma implacável nos ataques feitos semanas atrás, agora se sente confortável na carapuça de vítima.

Neste sábado, no discurso mais agressivo contra o tucano nesta campanha eleitoral, Lula protagonizou um conjunto de insultos contra o presidenciável do PSDB e disse que Aécio usa violência contra mulheres “por experiência de vida” e seria “filhinho de papai”, “cafajeste”, “desprezível” e “vingativo”. O próprio Lula já havia acusado o adversário de dirigir embriagado – episódio que acabou sendo utilizado por Dilma Rousseff no debate do SBT.

Na internet, o comitê de Dilma lançou a campanha "Mais Dilma, Mais Amor", na qual combate o "ódio eleitoral" e cita o que classifica como exemplos de petistas agredidos nas ruas por tucanos nas últimas semanas. Os petistas tem uma preocupação especial com o debate da TV Globo, nesta sexta-feira, que classificam como decisivo. "Sempre tem aquele impacto", diz o presidente do PT, Rui Falcão.

Enquanto isso as propagandas na TV e principalmente no rádio e na internet continuam divulgando ataques ao caráter de Aécio. No sábado, um texto sobre a "dificuldade de Aécio em respeitar as mulheres" teve destaque especial na página da campanha da petista na internet. Os integrantes do comitê da campanha à reeleição estão guardando munição contra o tucano. Afirmam que Dilma "não vai apanhar calada" caso seja agredida pelo adversário.

Campanha - Em outra frente, o PT vai tentar atrair o eleitorado que votou em Marina Silva (PSB) no 1º turno. O principal alvo é a classe média que historicamente votava no PT e hoje rejeita o partido. Para isso a campanha de Dilma convocou artistas e intelectuais para um ato no Tuca - histórico teatro na PUC de São Paulo -, com a presença de intelectuais petistas, além de reforços de última hora, como o economista Luiz Carlos Bresser Pereira, fundador do PSDB, e o antigo desafeto Francisco Oliveira, cientista político que estava afastado do PT desde o início do governo Lula, em 2003.

Nas viagens, o foco da campanha será o Sudeste, com destaque para São Paulo, onde o PT sofreu uma derrota acachapante no 1.º turno - obteve apenas 26% dos votos. A estratégia é explorar a crise de abastecimento de água, como fez na propaganda eleitoral na TV ontem. "Mostraremos propostas para saúde e emprego, mas em São Paulo é água, água e água", diz o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante.

Para consolidar a liderança no Nordeste, Dilma vai colar sua imagem à de Lula. Ambos participarão de ato no centro do Recife na terça-feira. A ministra da Cultura, Marta Suplicy, finalmente foi convencida a se integrar à campanha. Ela vai ao evento no Tuca e deve participar de atividades na periferia da capital paulista.

Fonte: Com informações da Veja

Publicado Por: Larice Sena

No dia 26 deste mês - 20/10/2014 às 09h14

Não votei no 1º turno; ainda posso votar no 2º? Tire suas dúvidas

O eleitor que não votou no primeiro turno das eleições este ano, no último dia 5, pode participar da etapa final do pleito normalmente, basta levar o título de eleitor e um documento com foto na sua seção eleitoral. O segundo turno será realizado no dia 26 deste mês.

Quem não compareceu para votar na primeira etapa precisa justificar sua ausência até o dia 4 de dezembro. O eleitor que não votar no segundo turno tem até 25 de dezembro para fazer isso.

A justificativa pode ser feita em algumas seções eleitorais – contanto que tenham mesa de justificativa – no dia do pleito, basta levar o título de eleitor, ou então em um cartório eleitoral. Neste caso é preciso imprimir e preencher o formulário de justificativa, que pode ser baixado no site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

O eleitor também pode enviar a justificativa de ausência por correio para o juiz eleitoral de sua região (os endereços também estão no site do TSE). É cobrada uma multa de R$ 3,50 para cada turno em que ele não votou.

Sem comprovar que votou ou que cumpriu com suas obrigações eleitorais, o eleitor fica impedido de exercer alguns direitos como: inscrever-se em concurso público; ser empossado em cargo público; obter carteira de identidade ou passaporte; renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial; obter empréstimos em bancos oficiais; e participar de concorrência pública ou administrativa. Os servidores públicos têm seus vencimentos suspensos até regularizarem a situação na Justiça Eleitoral.

Quem não votar em três eleições consecutivas – considerando cada turno uma eleição – terá sua inscrição eleitoral cancelada. Os eleitores que estiverem no exterior, no dia do pleito, e não forem cadastrados para votar no país onde se encontram, terão até 30 dias, contados de seu retorno ao Brasil, para se justificar em um cartório eleitoral.

Caso o eleitor tenha perdido o comprovante de que votou também é possível solicitá-lo em qualquer cartório eleitoral ou pelo site do TSE uma certidão de quitação eleitoral.

Voto facultativo
Pessoas para quem o voto é facultativo não precisam apresentar justificativa. Este grupo é composto por idosos com mais de 70 anos, jovens de 16 e 17 anos, eleitores não-alfabetizados e portadores de deficiência física ou mental.

Fonte: Com informações do UOL

Publicado Por: Larice Sena

Clima era quente nos bastidore - 20/10/2014 às 09h09

Petrolão faz petistas roerem as unhas: o debate que você não viu na Record

Galaxy

Petrolão - A pergunta de Aécio Neves (PSDB) a Dilma Rousseff (PT) sobre a acusação de Paulo Roberto Costa contra o petista João Vaccari Neto deixou a fileira do PT na plateia em estado de atenção total. Os ministros Aloizio Mercadante, José Eduardo Cardozo, Miguel Rossetto e o governador da Bahia, Jaques Wagner, levaram a mão ao rosto durante a resposta de Dilma - uns esfregaram o rosto, outros chegaram a roer as unhas.

Pernambuco - Depois de pedir incansavelmente para que Dilma e Lula fossem para Pernambuco, o senador Humberto Costa apareceu no debate da TV Record. "Eles não vão conseguir entregar o que prometeram, a vitória em Pernambuco", disse, sobre os ex-aliados do PSB-PE. Segundo o senador, pesquisas internas do partido mostram Dilma com folga na frente do tucano em Pernambuco.

Cestinha - Convidado do PSDB, o ex-jogador de basquete Oscar Schmidt, que lutou contra um câncer, capitaneou as críticas a Dilma na plateia. "Onde está o tesoureiro? Alguém viu?", ironizou sobre a ausência de João Vaccari Neto, enrolado até o pescoço no esquema de corrupção na Petrobras.

Crachá - Sem jeito, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, tentava remendar a credencial que arrebentou antes mesmo das primeiras falas de Dilma. Ao final, apelou para um nó e resolveu o problema.

Álbum - Derrotado pelo tucano José Serra, o petista Eduardo Suplicy passou parte do debate tirando fotos. E resumiu uma boa notícia em meio a maré negativa: o Santos bateu neste domingo por 3 a 1 o arquirrival Palmeiras.

Primeirão - As principais autoridades do staff da presidente-candidata Dilma Rousseff tiveram de se contentar em ficar apenas na quarta fileira da plateia, o que motivou piadas entre os tucanos, posicionados estrategicamente "no gargarejo". "Bem feito, chegamos primeiro", comemoravam os deputados Antônio Imbassahy e Paulo Abi Ackel.

Bateu, levou - O marqueteiro do PT, João Santana, tropeçou no palco e se estabacou no chão logo no início de debate. Aos pés de Dilma, foi socorrido, sem jeito, pelo jornalista da Record Celso Freitas.

Cadê a claque? - O governador da Bahia, Jaques Wagner, e o ministro Miguel Rossetto, de longe os mais empolgados petistas na plateia, comemoraram abertamente as falas de Dilma sobre inflação e, por via das dúvidas, convocaram a plateia, olhando recorrentemente para trás em busca de apoio.

'É isso aí' - O ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, e o presidente do PT, Rui Falcão, vibravam e acenavam com a cabeça, em sinal de aprovação, cada vez que Dilma atacava Aécio e tentava minimizar o impacto das revelações do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa.

Só no pancake - Com transmissão em HD, a presidente-candidata Dilma Rousseff fez questão de utilizar uma maquiagem especial. "É uma Make-up Forever", justificou o "ministro do cabelo", Celso Kamura.

Rá! - Ao final do primeiro bloco do debate, diante de palmas efusivas da claque do PT, petistas faziam piada: "As palmas mostram que pelo menos aqui a gente está ganhando", disse o deputado Paulo Teixeira.

Cobras e lagartos - Os primeiros palavrões vindos da plateia ocorreram quando o candidato Aécio Neves acusou o governo de não ter fornecido água aos nordestinos com a Transposição do Rio São Francisco. Outros impropérios também foram ouvidos ao longo da noite.

Recado - Apesar de ligados no whatsapp, os petistas escreveram bilhetinhos em papel para João Santana, marqueteiro de Dilma. Também usaram post-its para marcar os lugares no estúdio.

Wally - Figura rara nos debates entre os presidenciáveis, o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), assistiu ao debate sem desgrudar o olho de Dilma e Aécio nos dois monitores de TV virados para a plateia. Sentado ao lado da cúpula petista, só sorriu ao ver Aécio mandar um abraço para José Ivo Sartori (PMDB), candidato que virou as eleições no Rio Grande do Sul e agora é favorito contra o governador Tarso Genro (PT).

Sansão - O cabeleireiro oficial de Dilma, Celso Kamura, foi posicionado na segunda fila da plateia, com livre acesso ao palco. O 'hair stylist' ficou preocupadíssimo com uma falha na iluminação que conferia a Dilma uma sombra em sua face esquerda.

Bola dividida - A divisão de tela que mostrava ao mesmo tempo os dois candidatos foi criticada pelos petistas. O artifício usado para mostrar as reações dos oponentes conferia a Dilma um ar de "braveza". “Aí é ruim para a gente...", lamentou um membro da comitiva presidencial.

Faixa de Gaza - Na primeira fila, na ala reservada aos convidados dos partidos, uma cadeira separava petistas e tucanos. No estúdio lotado ninguém se atreveu a sentar.

Confiança - O presidente nacional do PT, Rui Falcão, acompanhou todo o debate olhando para a tela que mostrava Dilma em um monitor. "Acho mais agradável ficar só de olho nela...", afirmou. "Ela me passa confiança e paz."

Café com leite - A cada marca do governo de São Paulo citada por Aécio, Alckmin sorria discretamente. Sentado na segunda fila, admitiu: "Ah fico orgulhoso! Dá uma satisfação quase de pai".

Leite quente - Convidados acomodados na plateia comentavam, ao final do segundo bloco, que o debate estava morno em comparação com o enfrentamento anterior, no SBT. "Meio sonolento, né?", questionava um convidado dos tucanos.

Ar e Luz - Aécio deixou os estúdios reclamando da temperatura do ar condicionado e da velocidade do vento sobre ele. Dilma reclamou que tinha de virar de lado para fugir do feixe de luz sobre seus olhos. A presidente afirmou que fez operação de miopia, o que lhe incomoda.

Recuo - Os estrategistas de Aécio decidiram recuar e adotar tom ameno para contrapor a propaganda petista que acusa o tucano de ser agressivo com as mulheres. "Dependia do tom dela, ela baixou, nos baixamos também", disse um dos conselheiros de comunicação. Aécio também tocou a palavra "mentira" pela expressão "não é verdade"

Carioca da gema - Aécio confessou nos corredores do camarim que ficou emocionado com o ato de campanha deste domingo em Copacabana, Rio de Janeiro. "Foi o melhor da minha vida", disse. Aécio disse ter sentido um apoio não ao PSDB, mas agora a ele mesmo.

É nóis - A campanha do PSDB monitorou 24 eleitores indecisos de São Paulo e do Rio de Janeiro ao longo de todo o debate promovido pela Record. Ao final, as pesquisas qualitativas tucanos mostraram que catorze eleitores optaram Aécio, três por Dilma e sete se mantiveram indecisos.

Dilmês - questionada sobre seu temperamento ao longo do debate, a presidente respondeu em Dilmês. "Eu não digo que eu fui uma dilminha paz e amor em tempo integral. Mas digo que eu fui uma dilminha paz e amor sempre que as condições permitiram. Porque também precisa de haver meio ambiente para dilminha paz e amor."

Você por aqui? - Dilma não viu que Temer estava na plateia. Ela foi surpreendida pelo vice-presidente pouco antes de entrar no carro oficial e o cumprimentou. "Ué, você estava aí, Temer? Sabe o que é, eles batem aquela luz e eu não enxergo vocês. Eu fiz operação de miopia, aquela antiga, e quando bate a luz ela reflete na cicatriz e dá um mal estar danado."

Fonte: Com informações da Veja

Publicado Por: Larice Sena

W.Dias não fala sobre assunto - 20/10/2014 às 09h00

Merlong é um dos mais cotados para assumir a Secretaria de Educação;veja

Galaxy

Mesmo com o governador eleito, Wellington Dias (PT), colocando que a composição do seu primeiro escalão do governo não será discutido agora, nos bastidores nomes já cotados para assumir algumas pastas.

Para a secretaria de Educação, o deputado estadual, Merlong Solano (PT), entra na lista dos cotados para assumir a pasta, pois ele preenche todos os critérios técnicos e políticos para assumir o cargo. Agora é esperar para saber se ele assume essa ou alguma outra Secretaria. O certo que é Merlong, terá um cargo no governo de 2015.

Publicado Por: Larice Sena

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