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Nesta segunda (21/08) - 21/08/2017 às 17h10

AGU recorre para anular decisão que barrou aumento do combustível

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A Advocacia-Geral da União (AGU) recorreu nesta segunda-feira (21/08) à segunda instância da Justiça Federal em Brasília para anular mais uma decisão que suspendeu o reajuste das alíquotas do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) sobre a gasolina, o diesel e o etanol. A decisão foi proferida na semana passada pela juíza Adversi de Abreu.

“Restou amplamente demonstrado que a decisão impugnada está lesionando a ordem pública-jurídica, administrativa e econômica, na medida em que deferiu tutela de urgência implica a não arrecadação de milhões de reais diariamente. No restante do ano de 2017, frustra a expectativa de arrecadação de R$ 10,4 bilhões", diz o recurso.

No mês passado, em outra decisão, o juiz Renato Borelli também suspendeu o reajuste por entender que seria inconstitucional por ter sido feito por decreto e não por projeto de lei. Em seguida, a decisão foi derrubada pela segunda instância da Justiça Federal. A decisão foi proferida pelo desembargador Hilton Queiroz, presidente do tribunal, que atendeu a um recurso da AGU contra a suspensão do reajuste.

Alíquotas

O reajuste nas alíquotas do PIS/Cofins sobre a gasolina, o diesel e o etanol foi determinado por meio de decreto presidencial no dia 20 de julho. A alíquota subiu de R$ 0,3816 para R$ 0,7925 para o litro da gasolina e de R$ 0,2480 para R$ 0,4615 para o diesel nas refinarias. Para o litro do etanol, a alíquota passou de R$ 0,12 para R$ 0,1309 para o produtor. Para o distribuidor, a alíquota, antes zerada, aumentou para R$ 0,1964.

A previsão do governo é arrecadar mais R$ 10,4 bilhões com o aumento do PIS/Cofins sobre os combustíveis, de modo a conseguir cumprir a meta fiscal de déficit primário de R$ 159 bilhões para este ano.

Fonte: Com informações da Agencia Brasil

1º trimestre alta de 0,99% - 21/08/2017 às 09h42

Pesquisa da FGV aponta queda no PIB de 0,24% no segundo trimestre

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O Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país), recuou 0,24% no segundo trimestre deste ano na comparação com o primeiro trimestre. A informação é do Monitor do PIB, divulgado nesta segunda-feira (21/08), no Rio de Janeiro, pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

Segundo a pesquisa, no primeiro trimestre o PIB tinha registrado alta de 0,99%. Na comparação com o segundo trimestre de 2016, o recuo foi ainda maior: 0,30%. O principal destaque negativo neste tipo de comparação foi a queda de 1,8% da indústria, influenciada pela redução de 7,4% do setor da construção.

Sob a ótica da demanda, os investimentos tiveram um recuo de 5,1%. Por outro lado, o consumo das famílias avançou 0,6%, depois de nove trimestres consecutivos de queda. O resultado positivo foi influenciado pelos consumos de bens duráveis (3,8%), semiduráveis (7,3%) e não duráveis (0,5%).

Analisando-se apenas o mês de junho, o PIB cresceu 2,65% na comparação com maio, depois de uma queda de 5,79% na passagem de abril para maio.

Fonte: Agência Brasil

Pesquisa de preço - 18/08/2017 às 17h01

Preço do tomate pressiona, mas cesta básica nordestina fecha julho em baixa

Foto: Reprodução

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Símbolo da inflação na mesa do brasileiro, o tomate voltou a pressionar os preços da cesta básica nordestina em julho, acumulando alta de 5,5% no mês. Ainda assim, o valor dos alimentos na Região declinou 0,6% no mês, com queda mais acentuada em Recife (PE), onde houve redução de 3,3%. Os números fazem parte de pesquisa realizada pelo Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene), órgão de pesquisas do Banco do Nordeste, com base em dados do Departamento Intersindical de Estudos Socioeconômicos (Dieese). Os dados estão disponíveis no endereço www.bnb.gov.br/diario-economico-2017.

Açúcar, café e óleo (-6,9%), feijão (-4,6%), banana (-2,7%), carne (-2,5%) e leite (-1,2%) registraram queda no período. Além do tomate, manteiga (+1,6%), arroz e farinha (+1,2%) e pão (+0,2%) foram itens que apresentaram as maiores altas em julho.

Entre as capitais nordestinas, as maiores elevações ocorreram em Salvador (+2,0%), Natal (+1,1%) e São Luís (+0,6%), enquanto em Recife (-3,3%), João Pessoa (-2,3%), Fortaleza (-1,9%), Teresina (-1,7%), Maceió (-0,6%) e Aracaju (-0,4%) verificou-se redução dos preços.

Apesar da baixa no mês, os preços dos alimentos em Fortaleza acumularam a maior alta em 2017 entre as capitais do Nordeste, com variação positiva de 6,2%. Em termos monetários, a capital cearense também apresenta a cesta básica de maior valor (R$ 400,67), cerca de 7,9% mais cara que a cesta regional (R$ 371,41).

Além de Fortaleza, as capitais Natal (+5,8%), Maceió (+5,7%) e João Pessoa (+2,5%) também apresentaram alta no acumulado de 2017. Os menores incrementos nesse intervalo foram verificados em Teresina (+1,0%), Aracaju (+0,3%), Salvador (+0,2%) e São Luís (+0,1%).

Ainda nas capitais nordestinas, os alimentos da cesta básica que apresentaram as maiores variações em julho foram o tomate (+15,1%), em São Luís; o feijão (+5,7%), em Maceió e a banana (+4,0%), em Natal.

Comparativo Nacional

No Brasil, o custo da cesta básica caiu 0,2% no mês de julho de 2017 e 1,7% no ano. Os preços dos alimentos essenciais caíram em três regiões do país, com maior redução no Norte (-7,0%), seguido do Nordeste (-0,6%) e Centro-Oeste (-0,3%). O Nordeste também acumula incremento de 2,7% em 2017, sendo a única região com variação positiva no ano.

Resultado positivo - 14/08/2017 às 17h29

Vendas para o Dia dos Pais crescem 2,5% após dois anos de queda, indica Serasa

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As vendas realizadas na semana do Dia dos Pais deste ano (de 7 a 13 de agosto) cresceram 2,5% em 2017 em relação à semana do mesmo feriado do ano passado (8 a 14 de agosto), após dois anos consecutivos de queda, segundo a Serasa Experian. Considerando apenas o período de sexta a domingo, a alta foi de 1,3% em todo o país, na comparação com o ano de 2016.

Segundo avaliação dos economistas da Serasa Experian, a queda na inflação, a redução dos juros e o ingresso dos recursos das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) contribuíram para o resultado positivo nas vendas do Dia dos Pais após dois anos de retração.

Fonte: Agência Brasil

Após dois anos de queda - 10/08/2017 às 15h32

CNC prevê para Dia dos Pais aumento de 3,1% nas vendas

Pesquisa divulgada nesta quarta-feira (10/08) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) mostra que as datas comemorativas deste ano têm apresentado uma leve alta de vendas do comércio após dois anos de queda. Para o Dia dos Pais, a projeção é de alta de 3,1%

Em nenhum dos casos, no entanto, a alta vai conseguir repor a perda do ano passado, segundo o economista da entidade, Fabio Bentes. No ano passado, as vendas para a data caíram 9,4%.

“Estamos projetando a alta porque percebemos que já há um processo de regeneração das condições de consumo”. Ele alertou, contudo, que isso não significa que as vendas vão crescer no ritmo de 2010, por exemplo, quando subiram 8,8%. Os indicadores recentes mostram dados bastante positivos.

Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho revelam que, pelo quarto mês seguido, houve geração de vagas de trabalho no país. “Isso é fundamental para o comércio se recuperar”, disse Bentes.

Do mesmo modo, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), acumulado em 12 meses, de 2,7%, é a inflação mais baixa desde 1999. “E com uma inflação muito baixa, abre-se espaço para uma continuidade do processo longo de redução da taxa de juros”. Pelo oitavo mês seguido, as taxas de juros caíram, destacou.

Os dados refletem favoravelmente intenções de compra para o Dia dos Pais. Na cesta de 16 produtos e serviços da CNC relacionados à data, oito registraram queda em relação ao ano passado. O economista informou que a inflação do Dia dos Pais nos últimos 12 meses, medida pelo IPCA, mostra a menor variação de preços para a data comemorativa, desde 2006. Os preços da cesta de itens evoluíram 3,1%, este ano, contra 3%, em 2006. No ano passado, a inflação da data atingiu 8,7%.

“Houve desaceleração de preços nos bens e serviços mais demandados no Dia dos Pais. A leve retomada do emprego, de queda dos juros, de inflação já surpreendentemente baixa, ganha espaço também, por meio de um crédito um pouco menos caro do que no ano passado, de preços menores e, é claro, de pouco mais de recursos que circulam na economia por conta dessa regeneração do emprego”, afirmou.

Estimativa no país

A CNC estima que o Dia dos Pais deverá movimentar em todo o país R$ 5,2 bilhões. Esse valor representa 8,3% do faturamento do comércio em agosto. Destaque para as vendas nos segmentos de hiper e supermercados, que somarão cerca de R$ 1,96 bilhão ou 34,4% do total; ramos de artigos de uso pessoal e doméstico, como utilidades para o lar e eletrônicos; e vestuário e calçados.

As maiores quedas de preços na cesta de produtos e serviços para o Dia dos Pais foram encontradas pela CNC em bens de consumo duráveis, como microcomputadores (-16,3 %) , aparelhos telefônicos (-9 %) , relógios de pulso (-3,5 %) , além de aparelhos de som (-2 %) e TVs (-1,7 %) . No sentido inverso, as maiores altas foram observadas em serviços de alimentação fora do domicílio (+4,3 %) e ingressos para cinema (+7,4 %).

Rio de Janeiro

O comércio lojista do Rio de Janeiro projeta crescimento de 2% nas vendas no Dia dos Pais, apoiado por promoções e descontos, além de facilidades de pagamento, indicou o presidente do Clube dos Diretores Lojistas do Rio de Janeiro (CDL Rio), Aldo Gonçalves. Pesquisa realizada pelo centro de estudos da entidade, que ouviu 500 lojistas da capital fluminense, revela que o ambiente no comércio é de otimismo moderado, embora a expectativa seja de movimento melhor que em 2016.

Gonçalves lembrou que, em consequência do baixo consumo registrado ao longo do ano e nas datas comemorativas, grande número de lojas tem fechado as portas. Somente em maio, 880 estabelecimentos fecharam na cidade do Rio de Janeiro. Ele atribuiu o prejuízo gerado para o comércio também à violência, que afeta co comportamento do consumidor, já agravado pela crise do estado.

Os lojistas estimam que o preço médio dos presentes por pessoa para o Dia dos Pais no Rio de Janeiro deve ser de cerca de R$100.

Fonte: Agência Brasil

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