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Após dois meses seguidos de crescimento, a atividade econômica registrou queda em agosto. O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) dessazonalizado (ajustado para o período) teve queda 0,38%, em agosto, segundo dados divulgados hoje (18/10).

Na comparação com agosto de 2016, houve crescimento de 1,64% (sem ajuste para o período). Em 12 meses encerrados em agosto, o indicador tem retração de 1,08%. No ano, até agosto, houve crescimento de 0,31%.

O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira e ajuda o BC a tomar suas decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic. O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária, além do volume de impostos. 

O indicador foi criado pelo BC para tentar antecipar, por aproximação, a evolução da atividade econômica. Mas o indicador oficial é o Produto Interno Bruto, calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

 


Fonte: Com informações da Agência Brasil

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O ministro da Defesa, Raul Jungmann, informou nesta-terça (17/10) que enviará um projeto de lei ao Congresso nos próximos dias, sugerindo uso de royalties do pré-sal para capitalizar projetos da Empresa Gerencial de Projetos Navais (Emgepron). De acordo com o ministro, a proposta não implicará em retirada de recursos dos royalties destinados à educação.

Se a medida for aprovada, os recursos vão financiar quatro corvetas (navios de guerra) para a Marinha garantir a segurança costeira do país. O valor a ser destinado ainda não foi definido. Segundo Jungmann, a Emgepron não foi afetada por contingenciamento devido ao teto de gastos públicos, uma vez que a empresa não depende financeiramente do Tesouro.

Rio de Janeiro

Perguntado sobre a comunicação entre o governo do Rio de Janeiro e a esfera federal nas ações em conjunto entre Forças Armadas e polícias no combate ao tráfico de drogas em comunidades, especialmente na Rocinha, o ministro falou que o diálogo vai bem.

“Está muito bem hoje. Nós tivemos algumas dificuldades e conflitos. Afinal, você tem dez organizações policiais e militares participando de operações que envolvem, às vezes, 10 a 11 mil homens. Fizemos ajustes de atitudes e hoje isso se encontra superado”, declarou.

Jungmann avalia que, de modo geral, a violência diminuiu na comunidade. “Na Rocinha, quando nós chegamos, tínhamos uma guerra promovida por um bandido a 5 mil quilômetros de distância, o que levou àquela situação agravada. Hoje, não existe mais isso. Existe tiroteio na Rocinha, infelizmente faz parte da história daquela comunidade”

Jungmann reforçou que as ações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) continuam até o final de 2018 no Rio de Janeiro. A Força de Ação Rápida, que chega em uma a duas horas até a Rocinha quando necessário, também continuará atuando, além das ações surpresa. “Não temos a pretensão de ficarmos patrulhando, como as pessoas pedem. Quando você fica patrulhando muito tempo, o crime tira férias. Ele se retrai e quando a gente sai, eles voltam, muitas vezes pior”, disse o ministro.

Justiça Militar

Segundo o ministro, o Projeto de Lei 44/2016, que permite que a Justiça Militar julgue crimes praticados por militares contra civis, já sancionado pelo presidente Michel Temer, não vai alterar o trabalho dos militares nas comunidades cariocas, já que as Forças Armadas apenas auxiliam as polícias locais. “Esse atendimento não inclui combate direto ao crime organizado, até porque não é papel do Exército. Isso cabe, sobretudo, às policias, que sobem à comunidade”, completou.


Fonte: Com informações da Agência Brasil
Nesta segunda (16/10) · 16/10/2017 - 08h34

Brasil manda missão à Espanha para tentar vender mais frutas


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Um missão oficial do Ministério da Agricultura embarca nesta segunda-feira (16/10) para a Espanha em busca de investimentos estrangeiros para o setor do agronegócio brasileiro. Liderada pelo secretário-executivo da pasta, Eumar Novacki, a equipe estará na Fruit Attraction 2017, uma das principais feiras europeias de frutas e vegetais. O Brasil participa como convidado da organização e terá um pavilhão exclusivo no evento.

Além da feira, Novacki, como representante do ministério,  deve se reunir com importadoras de frutas brasileiras e cumprirá agenda em um encontro  Espanha-Brasil com empresários do setor.

Também integram a comitiva o diretor do Departamento de Negociações Não Tarifárias, Alexandre Pontes, o diretor do Departamento Promoção Internacional do Agronegócio, Evaldo da Silva Júnior, e o superintendente federal em Roraima, Plácido Figueredo Neto, além da coordenadora-geral de Promoção Comercial substituta, Rosilene Lozzi Bandera.


Fonte: Com informações da Agência Brasil

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O mercado financeiro aumentou a projeção para inflação pela segunda vez seguida. A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), desta vez, passou de 2,98% para 3%, este ano. A estimativa é do boletim Focus, uma publicação divulgada toda segunda-feira no site do Banco Central (BC), com projeções para os principais indicadores econômicos.

Para 2018, a estimativa para o IPCA permanece em 4,02%. As estimativas para os dois anos permanecem abaixo do centro da meta de 4,50%, que deve ser perseguida pelo BC. Essa meta tem ainda um intervalo de tolerância entre 3% e 6%.

Para alcançar a meta, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 8,25% ao ano.

Quando o Copom diminui os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação. Já quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso gera reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

A expectativa do mercado financeiro para a Selic permanece em 7% ao ano, tanto para o final de 2017 quanto para o fim de 2018.

A projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, subiu de 0,70% para 0,72%, este ano. Para 2018, a estimativa de expansão passou de 2,43% para 2,50%.


Fonte: Com informações da Agência Brasil
Mais de R$ 600 mil já entraram · 11/10/2017 - 11h33

Com renegociação, governo recupera R$ 12,7 mi em dívidas


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O Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão conseguiu recuperar, nos últimos dois meses, R$ 12,7 milhões em dívidas. Mais de 1 mil contratos foram formalizados no período e já começaram ser pagos à União de forma parcelada.

Segundo o ministério, com essa negociação, R$ 663 mil entraram nos cofres públicos entre o início de agosto e 3 de outubro. A pasta informou ainda que o pedido de parcelamento pode ser feito a qualquer momento por usuários de imóveis da União que estejam inadimplentes no pagamento de taxas de ocupação, de foro, de laudêmio e multas de transferência.

Renegociação de dívidas com a União

“É uma ótima oportunidade para que as pessoas quitem suas dívidas. Estamos oferecendo a facilidade do parcelamento em até 60 meses. Nossa expectativa é de que um número maior de pessoas regularize sua situação”, explicou o secretário do patrimônio da União, Sidrack Correia.

Esse tipo de negociação, que prevê parcelamento, atende a todos os débitos patrimoniais vencidos e que ainda não estejam inscritos em dívida ativa. As parcelas, no entanto, devem ser superiores a R$ 100.

Onde renegociar

Para renegociar as dívidas, as pessoas devem procurar a Secretaria do Patrimônio da União (SPU), que tem 27 unidades espalhadas pelo País. O devedor deve procurar a unidade onde o imóvel que gerou o débito está localizado.

 


Fonte: Com informações do Portal Brasil
Municipais avançaram 7,7% · 10/10/2017 - 17h07

Volume de impostos pagos pelos brasileiros sobe 8% em 12 meses


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O montante de tributos pagos pelos brasileiros teve crescimento nominal de 8% em doze meses, no período iniciado em 14 de setembro de 2016 e encerrado em 14 de setembro de 2017. Os impostos estaduais foram os que mais cresceram (10,2%). Já os tributos municipais avançaram 7,7% e os federais, 7,1%.

Os números estão em levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) e divulgado nesta terça-feira (10/10) pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP).

“Além do efeito da inflação e da retomada da atividade econômica, a recuperação do consumo levou à melhora da arrecadação porque o ICMS [Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços] é o principal imposto dos estados e incide fortemente sobre as vendas do varejo e serviços públicos como energia e gás”, disse o presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), Alencar Burti.

De acordo com a ACSP também colaboraram para o aumento do volume tributário o crescimento do lucro de empresas e a elevação de salários e do número de contribuintes.

No último dia 14, o Impostômetro da ACSP registrou a marca de R$ 1,5 trilhão arrecadados em tributos municipais, estaduais e federais em 2017. Um ano antes, no mesmo dia, o painel marcava R$ 1,39 trilhão.


Fonte: Agência Brasil

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A comissão mista que analisa a medida provisória que trata dos royalties da mineração (MP 789/17) realiza audiência pública nesta quarta-feira (11/10).

A MP amplia a base de cálculo da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM), que passará, regra geral, do faturamento líquido para receita bruta de venda do minério, excluídos os tributos incidentes sobre a comercialização. Com isso, o governo espera incrementar a arrecadação com o royalty do setor, que somou R$ 1,8 bilhão em 2016.

A compensação será paga pelo titular do direito de exploração mineral (ou para quem ele ceder o direito), pelo primeiro adquirente dos minérios extraídos sob o regime de permissão de lavra ou pelo comprador do minério em leilão público.

Convidados

Foram convidados para discutir o assunto com os parlamentares:- o presidente do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Luis Carlos de Oliveira;- o especialista em Direito Minerário Willian Freire; - o diretor do Centro de Tecnologia Mineral (Cetem), Fernando Antonio Freitas Lins;- o ex-diretor geral interino do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) Telton Elber Correa; - a coordenadora do Programa de Política e Direito Socioambiental do Instituto Socioambiental, Adriana de Carvalho Barbosa Ramos; e - a assessora política do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), Alessandra Cardoso.

Participação popular

O debate ocorrerá no plenário 6 da ala Nilo Coelho, no Senado, a partir das 14 horas. A audiência será interativa e poderá acompanhada pelo e-Cidadania.A comissão mista é presidida pelo senador Paulo Rocha (PT-PA) e tem como relator o deputado Marcus Pestana (PSDB-MG). A vice-presidente é a deputada Elcione Barbalho (PMDB-PA).


Fonte: Com informações da Agência Câmara Notícias

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A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público realiza audiência pública nesta terça-feira (10/10) para discutir a privatização do setor elétrico.

Para a deputada Erika Kokay (PT-DF), que propôs o debate, o recente anúncio do governo federal, da adoção de uma política de privatizações no setor com a venda de ativos da Eletrobras e a possível venda de distribuidoras estaduais, deverá marcar o início de uma fase que poderá trazer grandes prejuízos para a população e para o País.

“Vários setores da sociedade concentram-se na luta contra privatização, considerando que prejudicará a população com aumento ainda maior de tarifas para os consumidores; colocará em risco o fornecimento de energia para os municípios do interior, já que uma empresa privada visará exclusivamente o lucro e não terá obrigações sociais com a população mais pobre; aumentará o desemprego; sem contar a questão da soberania nacional, já que permitiria a livre entrada do capital estrangeiro”, disse Kokay, que é coordenadora da Frente Parlamentar em Defesa do Setor Elétrico Brasileiro.

O deputado Assis Melo (PCdoB-RS), que também pediu a audiência sobre o tema, destacou que o processo de privatização "costuma ser peça-chave de programas de ajuste fiscal, mas quando são analisados os resultados do processo de privatização do setor elétrico brasileiro da década de 1990, é possível verificar a precarização dos serviços e das condições de trabalho e o aumento das tarifas acima dos índices de inflação”.

Convidados

Foram convidados para discutir o assunto com os parlamentares:- a representante do Coletivo Nacional dos Eletricitários, Fabíola Latino Antezana; - o vice-presidente da Federação Nacional dos Urbanitários (FNU), Nailor Gato; - o representante do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) Gustavo Teixeira;- o diretor-executivo suplente da Federação Interestadual dos Sindicatos dos Engenheiros (Fisenge), Gunter Angelokorte Dieéa; e - representante do Ministério de Minas e Energia.

Participação Popular

A audiência será interativa e está marcada para as 9 horas, no plenário 12. Os cidadãos podem participar enviando perguntas e comentários pelo e-Democracia.


Fonte: Com informações da Agência Câmara Notícias

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Ao passar pelo caixa, o cliente é informado do valor economizado em razão das ofertas nos itens adquiridos e pode optar se quer o desconto diretamente no saldo final da compra ou receber o dobro do valor em crédito no celular.

O Extra passa a oferecer aos seus clientes a opção de aproveitar os descontos oferecidos no final da compra em crédito no celular. O "Economia em Dobro", disponível em todas das lojas Extra Hiper e Extra Super da região, é mais uma ação da marca que tem como objetivo oferecer alternativas para garantir o poder de compra de seus clientes e reforçar a economia gerada nas compras feitas nas lojas da rede. Por meio dele, o cliente pode ter o dobro do economizado na compra diretamente em bônus no celular, utilizando esse valor para fazer ligação, usar a internet ou enviar mensagens. O benefício está disponível para clientes pessoas físicas que possuem um número de celular ativo das operadoras Claro, Oi, TIM e Vivo de qualquer DDD. 

Ao finalizar as compras, o operador de caixa informa ao cliente o valor do desconto, que poderá ser trocado pelo dobro em bônus de celular. Por exemplo, se ao final da compra for indicado no visor do caixa que o cliente economizou R$ 10, ele poderá escolher R$ 20 em crédito no celular. Para realizar essa troca, o interessado deve informar o número do celular pré-pago ou controle com DDD em que deseja receber o bônus digitando no diretamente no caixa. O crédito é concedido em até 24 horas após a realização da compra. O cliente receberá, também nesse prazo, um SMS confirmando a operação, que terá validade de 30 dias para utilização. Se preferir, em vez disso, o cliente pode optar pelo desconto real e ter o valor abatido no total da compra.

"O Extra tem como premissa oferecer as melhores ofertas, condições de pagamento e ações promocionais para o brasileiro garantir seu poder de compra. O 'Economia em Dobro' é mais uma ação com esse objetivo, pensada para que o cliente possa escolher qual a melhor forma de economizar e utilizar o seu dinheiro", explica Jorge Pretz, diretor de marketing do Extra. O cliente pode acompanhar o saldo de bônus e se informar sobre o regulamento do "Economia em Dobro" em https://economiaemdobro.com.br


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O economista Luciano Coutinho, ex-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), negou em depoimento à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da JBS, prejuízos do banco com as operações de crédito ao grupo J&F. O economista foi ouvido pela comissão parlamentar nesta terça-feira (03/10).

Coutinho também negou ter recebido dos ex-ministros da Fazenda Antonio Palocci e Guido Mantega qualquer pedido de favorecimento ao grupo ou ter sido informado a respeito de pagamento de propina baseado nos aportes de R$ 8,1 bilhões por meio do BNDESpar – a empresa de participações acionárias do banco.

— Tive pouquíssimos contatos com Palocci e jamais tratei com ele sobre qualquer contribuição política ou assunto vinculado a qualquer projeto do banco e também nunca recebi nenhum pedido indevido do ministro Guido — disse.

O ex-presidente do banco deixou os integrantes da comissão insatisfeitos com as explicações técnicas para operações que, segundo os controladores do grupo, os empresários Joesley e Wesley Batista, teriam motivado o pagamento de propina a agentes políticos.

  Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

De acordo com Coutinho, as decisões relativas a concessões de empréstimos ou participações em empresas eram tomadas do ponto de vista técnico, em órgãos colegiados, com a participação de pelo menos 50 técnicos. Segundo ele, o BNDESpar, teve lucro com as operações de financiamento ao grupo JBS.

— O resultado é positivo para o BNDESpar — disse.

Coutinho informou que dos RS 8,1 bilhões empregados pelo BNDESpar no grupo JBS, R$ 1 bilhão foi recebido em comissões e prêmios, R$ 4 bilhões em venda de ações (com lucro, segundo ele) e R$ 3,5 bilhões em participações.

— Essas explicações me lembram as dos ex-presidentes da Petrobras Graça Foster e José Sérgio Gabrielli que, em uma CPI da Câmara, disseram que tudo corria de maneira regular na empresa — disse o deputado Delegado Francischini (SD-PR), um dos sub-relatores da comissão.

Auditoria

Francischini questionou Coutinho a respeito do resultado de uma auditoria do Tribunal de Contas da União que apontou irregularidades em operações do BNDESPar para a aquisição, pelo grupo JBS, de empresas estrangeiras, parte da estratégia de internacionalização do grupo. Essas operações foram feitas principalmente por meio de subscrições, pela BNDESPar, de ações e debêntures da JBS.

Foi dessa forma que o grupo JBS se tornou a maior empresa de processamento de proteína do mundo, ao adquirir o controle da empresa argentina Swift Armour; da Swift Food Company, terceira maior empresa de carnes nos Estados Unidos na época; e da americana Pilgrim’s Pride Corporation, do setor de carne de frango.

Os técnicos do TCU questionaram vários aspectos dessas operações, como a aquisição da Pilgrim´s depois que o Departamento de Justiça dos Estados Unidos vetou a aquisição da National BeefPacking Company, o que foi considerado desvio de função pelos auditores.

— Na época, as empresas americanas estavam enfrentando dificuldades e tinham baixo valor de mercado em função da crise econômica de 2008, daí a opção de manter os recursos com o grupo JBS e procurar outros ativos para adquirir — explicou Coutinho.

Francischini leu trechos da auditoria em que os técnicos do TCU apontaram aprovação em tempo recorde, de menos de um mês, para operações complexas, como as aquisições de empresas estrangeiras pelo grupo JBS, a partir de 2007.

— Esses prazos não condizem com a realidade. O que aconteceu é que as negociações eram feitas sigilosamente durante meses, para não afetar os preços de ações nas bolsas de valores e só registrados, quando estava tudo certo, uma maneira de evitar vazamentos e acusações de manipulação do mercado — respondeu Coutinho.

Segundo os técnicos do TCU, não havia comprovação do uso de recursos do banco, pela JBS, na aquisição da Swift e da americana Pilgrim's Pride.

— Nós temos comprovação para o uso dos recursos. No caso da Swift, havia necessidade de reestruturar as finanças, com a redução de dívidas de mais de R$ 1 bilhão. A comprovação de que foi feita essa redução de dívidas está disponível — explicou.

Integrantes da CPI, como o presidente da comissão, senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO), e os deputados Jones Martins (PMDB-RS), Heuler Cruvinel (PSD-GO), Izalci Lucas (PSDB-DF) e João Gualberto (PSDB-BA), lembraram que os próprios controladores do grupo JBS, Wesley e Joesley Batista, admitiram ter efetuado pagamento de propina em troca de financiamentos do BNDES.

— Foram R$ 400 milhões apenas em doações oficiais nas últimas duas campanhas eleitorais, a de 2010 e de 2014. Esses milhões saíram da sociedade — disse Ataídes.


Fonte: Com informações da Agência Senado

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A produção industrial brasileira encerrou o mês de agosto com queda de 0,8%, frente a julho, na série com ajuste sazonal, mas fechou os primeiros oito meses do ano (janeiro-agosto) com crescimento de 1,5%. A queda de julho para agosto frente ao mês imediatamente anterior interrompe quatro meses consecutivos de expansão na produção, período em que a indústria acumulou crescimento de 3,3%.

Os dados relativos à Pesquisa Industrial Mensal Produção Física – Brasil foram divulgados hoje (03/10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e indicam que na série sem ajuste sazonal, confronto com igual mês do ano anterior, a indústria cresceu 4% em agosto deste ano, após também registrar taxas positivas em maio (4,5%), junho (0,9%) e julho (2,9%).

A taxa acumulada nos últimos 12 meses, no entanto, contínua negativa e fechou agosto em -0,1%, prosseguindo com a redução no ritmo de queda iniciada em junho de 2016, quando o setor fechou com queda de -9,7%.

 

Reduzida de 2,97% para 2,95% · 02/10/2017 - 11h19

Instituições financeiras reduzem estimativa de inflação pela sexta vez


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O mercado financeiro reduziu a estimativa de inflação este ano, pela sexta vez consecutiva. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que desde a semana passada passou a ficar abaixo do piso da meta, foi reduzida de 2,97% para 2,95%. O limite inferior da meta é 3%, com centro em 4,5%. Essa estimativa é do boletim Focus, uma publicação divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), com base em estimativas de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Para 2018, a estimativa foi reduzida de 4,08% para 4,06%. Essa foi a quinta redução seguida.

Para alcançar a meta, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 8,25% ao ano. Essa taxa vem sendo reduzida pelo Banco Central, que já indicou um corte menor na próxima reunião, em outubro, e o fim gradual do ciclo de reduções.

Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) diminui os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação. Já quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso gera reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

A expectativa do mercado financeiro para a Selic foi mantida em 7% ao ano, no fim de 2017 e ao final de 2018.

A expectativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país), foi ajustada de 0,68% para 0,70%, neste ano, e de 2,30% para 2,38%, no próximo ano.

 


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A taxa de juros do rotativo do cartão de crédito para quem paga o valor mínimo da fatura em dia continuou a cair, em agosto. A taxa chegou a 221,4% ao ano no mês passado, com redução de 2,4 pontos percentuais em relação a julho, de acordo com dados divulgados nesta quarta-feira (27/09) pelo Banco Central (BC), em Brasília.

Já a taxa cobrada dos consumidores que não pagaram ou atrasaram o pagamento mínimo da fatura subiu 2,1 pontos indo para 506,1% ao ano, em agosto. Com isso, a taxa média da modalidade de crédito ficou em 397,4% ao ano, com queda de 1,6 ponto percentual em relação a julho.

O rotativo é o crédito tomado pelo consumidor quando paga menos que o valor integral da fatura do cartão. Desde abril, os consumidores que não conseguem pagar integralmente a fatura do cartão de crédito só podem ficar no crédito rotativo por 30 dias.

A nova regra, fixada em janeiro pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), obrigou as instituições financeiras a transferirem a dívida para o crédito parcelado, que tem taxas menores. A taxa do crédito parcelado subiu 1,3 ponto percentual para 161% ao ano, em agosto.

Cheque especial

A taxa de juros do cheque especial ficou em 317,3% ao ano em agosto, com redução de 4 pontos percentuais em relação a julho.

A taxa média de juros para as famílias caiu 1,5 ponto percentual para 62,3% ao ano, no mês passado. No caso das empresas, a taxa foi reduzida em 0,9 ponto percentual para 24,4% ao ano.

A inadimplência do crédito, considerados atrasos acima de 90 dias, para pessoas físicas, ficou em 5,6%, com redução de 0,1 ponto percentual em relação a julho. No caso das pessoas jurídicas, a inadimplência permaneceu em 5,5%. Esses dados são do crédito livre, em que os bancos têm autonomia para aplicar dinheiro captado no mercado.

No caso do crédito direcionado (empréstimos com regras definidas pelo governo, destinados, basicamente, aos setores habitacional, rural e de infraestrutura) os juros para as pessoas físicas caíram 0,5 ponto percentual indo para 8,5% ao ano. A taxa cobrada das empresas subiu 0,6 ponto percentual para 12,2% ao ano. A inadimplência permaneceu em 2,1% para as famílias e em 1,5%, no caso das empresas.

O saldo de todas as operações de crédito concedido pelos bancos ficou em R$ 3,046 trilhões, com redução 0,1%, no mês. Em 12 meses, houve retração de 2,2%. Em relação a tudo o que o país produz – Produto Interno Bruto (PIB) – o volume correspondeu a 47,1%, com redução de 0,1 ponto percentual em relação a julho.


Fonte: Agência Brasil

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O ágio dos leilões de energia e de petróleo e a liberação de precatórios atualmente bloqueados pela Justiça garantirão o cumprimento da meta fiscal de déficit primário de R$ 159 bilhões, segundo o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira. De acordo com ele, o relatório divulgado nesta sexta-feira (22/09) pela pasta é conservador e reserva uma margem de segurança de recursos ainda não contabilizados que podem entrar no caixa do governo antes do fim do ano.

Segundo Oliveira, o Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas do quarto bimestre, enviado hoje ao Congresso, considera apenas o valor mínimo dos leilões das usinas da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), estimado em R$ 11 bilhões. O mesmo ocorre com os leilões de campos de petróleo previstos para o próximo dia 27 e para o fim de outubro. Qualquer recurso obtido acima do valor mínimo, segundo o ministro, entrará como receita extra nos cofres federais.

“O relatório conserva vários elementos de margem de segurança que permitem [ao governo] ir até o final do ano sem colocar em risco o cumprimento da meta fiscal”, disse Oliveira ao explicar o desbloqueio de R$ 12,8 bilhões do Orçamento. “Havendo a possibilidade, faremos alguma ampliação adicional do limite dos empenhos [gastos autorizados] dos órgãos”.

O mesmo ocorre em relação ao Programa Especial de Regularização Tributária (Pert), parcelamento especial de dívidas de contribuintes com a União, e o refinanciamento de dívidas de autarquias. “O relatório contabilizou apenas o efetivamente arrecadado até aqui. O prazo para pedir os dois parcelamentos ainda não terminou e normalmente a adesão se concentra perto da data limite”, acrescentou.

Até agora, o Pert, também conhecido como novo Refis, arrecadou R$ 8,8 bilhões. O refinanciamento de dívidas de autarquias rendeu R$ 1,6 bilhão. Originalmente, o governo previa arrecadar R$ 13 bilhões com o Pert e R$ 3,4 bilhões com o parcelamento especial para as autarquias.

Precatórios

Outro fator que dá ao governo uma margem de segurança, segundo Oliveira, é a liberação de precatórios (títulos do governo para pagar dívidas judiciais às quais não cabem mais recursos) atualmente retidos pela Justiça. Originalmente, o Tesouro Nacional previa reforçar o caixa em R$ 10 bilhões com a lei que determina a devolução à União de precatórios não sacados pelos beneficiários há mais de dois anos, mas o relatório reduziu a estimativa para R$ 8 bilhões por causa de R$ 2 bilhões em precatórios bloqueados pela Justiça.

“Parte dos precatórios está bloqueada por decisão judicial, normalmente a pedido da própria União, que questiona o valor dos precatórios. Nesses casos, como não há certeza do valor, a Justiça determina que não se pague. São recursos abrangidos pela lei. O bloqueio é para o beneficiário, não para a União”, explicou Oliveira.

De acordo com o ministro, o governo optou por cautela ao não incluir esses recursos na previsão de receitas. “Para que tenhamos segurança jurídica e cautela, não incluímos neste momento no relatório para que haja um procedimento transparente. Queremos assegurar o direito do beneficiário, caso haja a decisão da Justiça de reverter esse bloqueio”, disse. Segundo ele, uma portaria do Ministério da Fazenda será editada nas próximas semanas para regular o procedimento de liberação.

Arrecadação

O ministro do Planejamento ressaltou que a arrecadação de agosto, que cresceu 10,8% acima da inflação em relação ao mesmo mês do ano passado, pode indicar uma fonte adicional de receita para o governo antes do fim do ano. “Os sinais de recuperação econômica estão muito fortes, espalhados nos diversos segmentos da economia. A arrecadação de agosto veio com crescimento positivo. Os indicadores de atividade corroboram um movimento consistente”, analisou.


Fonte: Agência Brasil

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Em setembro, o Índice de Confiança do Consumidor (ICC), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), subiu 1,4 ponto e atingiu 82,3 pontos, em uma escala de zero a 200. A alta interrompe três meses seguidos de queda.

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (22/09), pela FGV e foram coletados entre 1° e 19 de setembro.

“O resultado parece estar relacionado a uma ligeira melhora na percepção sobre o mercado de trabalho e no gradual afastamento do risco de crise política”, explica a Coordenadora da Sondagem do Consumidor, Viviane Seda Bittencourt.

No mês, o Índice de Expectativas (IE), que mede a confiança dos consumidores para os próximos meses, avançou 2,2 pontos e atingiu 91,1 pontos. Ao mesmo tempo, o Índice da Situação Atual (ISA) registrou 70,9 pontos.


Fonte: Portal Brasil

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A cesta básica nordestina apresentou redução de preço em agosto (-4,3%), acompanhando tendência nacional. Contribuíram para a retração as quedas nos preços dos produtos: tomate (-15,7%), feijão (-15,2%) e açúcar, café e óleo (-5,4%). O decréscimo apontado no preço da cesta regional só foi mais significativo no Centro-Oeste (-26,7%).

 

 

Os números fazem parte de pesquisa realizada pelo Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene), órgão de pesquisas do Banco do Nordeste, com base  em dados do Departamento Intersindical de Estudos Socioeconômicos (Dieese).
 

Apesar da queda dos preços em agosto, a cesta nordestina é a única com variação positiva em 2017, com +1,4%. As demais regiões apresentaram declínio no custo da cesta básica este ano: Norte (-4,5%), Centro-Oeste (-8,0%), Sudeste (-3,6%), e Sul (-1,1%).

 

Avaliando os últimos doze meses, a variação da cesta básica do Nordeste (+5,4%) não é ultrapassada por nenhuma outra região: Centro-Oeste (+0,7%), Sul (+4,4%), Sudeste (+3,0%) e Norte (-1,4%).

 

Em termos monetários, a cesta nordestina (R$ 330,39) está abaixo da brasileira (R$ 371,66) e mais barata que a cesta do Sudeste (R$ 423,04) e do Sul (R$ 413,53).


Fonte: AsCom/BNB
Dados da FGV · 18/09/2017 - 09h19

PIB cresceu 0,6% no trimestre encerrado em julho


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O Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, teve crescimento de 0,6% no trimestre encerrado em julho deste ano, na comparação com o trimestre encerrado em abril. Na comparação com o trimestre encerrado em julho de 2016, a alta chegou a 1,1%. Os dados são do Monitor do PIB, divulgado hoje (18) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

Considerando-se apenas o mês de julho, houve altas de 0,1% na comparação com o mês anterior e de 1,3% na comparação com julho de 2016.

Na alta de 1,1% do trimestre encerrado em julho deste ano em relação ao mesmo período do ano passado, os destaques ficaram com os setores de agropecuária (11,7%), indústria extrativa mineral (4,5%), indústria de transformação (1,6%), comércio (3%), transportes (2,4%) e outros serviços (1,5%).

Sob a ótica da demanda, o consumo das famílias cresceu 1,9% no período, mas a formação bruta de capital fixo, isto é, os investimentos, recuou 4,5%.

As exportações cresceram 5,7%, com destaque para os produtos da agropecuária (8,1%) e da indústria extrativa mineral (31,4%). As importações recuaram 1,8%, uma queda puxada principalmente pelo recuo da compra de bens de capital, isto é, de máquinas e equipamentos (-43,8%) pelo setor produtivo brasileiro.

O PIB acumulado em 2017 até o mês de julho, em valores correntes, alcançou o valor aproximado de R$ 3,78 trilhões.


Fonte: Agência Brasil
Contas inativas · 17/09/2017 - 10h27

Mais de 37% dos trabalhadores pagaram dívidas com FGTS


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Levantamento da Sondagem do Consumidor revela que cerca de 37,7% dos brasileiros que fizeram saque das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) utilizaram o dinheiro para pagamento de dívidas. O percentual chegou a 52,8% para pessoas com renda até R$ 2,1 mil e caiu conforme o aumento da renda. Na faixa de R$  2,1 mil  a R$  4,8 mil, o índice foi de 42,2%; de R$ 4,8 mil a R$ 9,6 mil, foi de 32,4%; e acima de R$ 9,6 mil, de 23,4%.

Elaborada pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre), a pesquisa  ouviu mais de 2.047 pessoas em todo Páis. De acordo com os dados, o segundo destino mais escolhido para os valores foi a poupança, opção de cerca de 30% dos beneficiários. Entretanto, apenas 11,2% das pessoas na menor faixa de renda disseram poupar, enquanto a média ficou em 50,4% para o grupo de maior poder aquisitivo.

A pesquisa foi realizada em março e em julho. Na primeira fase, os trabalhadores foram questionados sobre o destino prioritário do recurso. Já na segunda, o objetivo era saber, percentualmente, qual havia sido o destino do dinheiro.

De acordo com a FGV Ibre, o consumo não foi apontado como principal uso do montante liberado, mas “surpreendeu e pode explicar uma parcela do bom desempenho do PIB [Produto Interno Bruto] no 2º trimestre” explica, em nota, a instituição. O PIB avançou 0,2% em relação ao primeiro trimestre, puxado, principalmente, pelo consumo das famílias. Em março, na primeira fase da pesquisa, apenas 9,6% declararam que usariam o dinheiro prioritariamente para consumir.

Para a coordenadora da pesquisa, Viviane Seda, a liberação do FGTS inativo por parte do governo ajudou a ampliar o consumo e aliviar a pressão no cenário econômico. Mas, segundo ela, é preciso que outros indicadores acenem com uma melhora para que a retomada seja mais sólida. “Houve uma ligeira redução do endividamento das famílias, mas existe a necessidade de uma recuperação mais efetiva do mercado de trabalho para que elas vislumbrem uma situação financeira melhor nos próximos meses e sejam menos cautelosas em relação à conjuntura econômica do País”, avalia Viviane.

Segundo a Caixa Econômica Federal, 25,9 milhões de trabalhadores sacaram os recursos do FGTS. O montante de R$ 44 bilhões representa, aproximadamente, 2,7% do PIB e 88% dos R$ 49,8 bilhões que o governo havia liberado para os brasileiros.


Fonte: Portal Brasil, com informações da FGV Ibre

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A atividade econômica entrou no terceiro trimestre do ano em alta. Dados do Banco Central apontam que o Produto Interno Bruto (PIB) avançou 0,41% em julho, em comparação ao mês anterior.

Considerado uma prévia do PIB, o número faz parte do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), um estudo que tenta prever o comportamento da economia antes da divulgação dos dados oficiais.

Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, os dados apontam para um crescimento de 1,48%. No ano, o indicador aponta para uma alta de 0,14%.

Com a melhora do ambiente econômico, o PIB avançou mais que o esperado no segundo trimestre, atingindo 0,2%. Influenciou o resultado, a alta no consumo das famílias e uma recuperação no setor de serviços, importantes termômetros da atividade econômica.

Expectativas positivas

Diante da alta do PIB, além do cenário de queda da inflação e dos juros, os especialistas revisaram para cima as projeções de crescimento da economia.

Em 2017, a projeção para o avanço do Produto Interno Bruto subiu de 0,50% para 0,60%. Já para o próximo ano, a estimativa saiu de 2% para 2,10%.


Fonte: Portal Brasil

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Enquanto as contas do setor público não voltarem a apresentar superávit, a tendência é de queda geral dos investimentos, disse o senador Armando Monteiro (PTB-PE) em pronunciamento nessa terça-feira (12/09). Ele apontou relação entre o desequilíbrio fiscal e o crescimento econômico, com consequências negativas para a geração de emprego e renda.

Armando Monteiro mencionou estudos econômicos que apontam déficit primário até 2022, com a consequente elevação da dívida pública, o que poderá levar o Brasil a conviver por muitos anos com déficits nominais elevados, acima de 5% do Produto Interno Bruto (PIB), mesmo com a queda real dos juros.

Esse comportamento tende a desviar para o setor público grande parte dos recursos destinados ao financiamento de investimentos, mantendo baixa a taxa de investimento e o crescimento futuro do país, ressaltou Armando Monteiro.

— À medida que o desequilíbrio fiscal se acentue, elevando a dívida pública, é evidente que os títulos públicos perderiam a sua credibilidade. Nesse movimento, a poupança privada é canalizada para o Estado, e ajuda a bancar a máquina pública e os gastos gerais obrigatórios, que têm crescido de maneira explosiva no Brasil — afirmou.

Senador Armando Monteiro
  Senador Armando Monteiro Roque de Sá/Agência Senado

 


Fonte: Com informações da Agência Senado
Confira os dados comparativos · 12/09/2017 - 11h02

Vendas no comércio varejista ficam estáveis no mês de julho


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O comércio varejista registrou no mês de julho variação nula (0,0 %) no volume de vendas em relação ao mês anterior, na série livre de influências sazonais. O resultado ocorre após três meses seguidos de aumento. Nesses período o varejo acumulou ganho de 2,2%. Os dados fazem parte da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada nesta terça-feira (12/09) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A pesquisa mostra que em comparação a julho de 2016, na série sem ajuste sazonal, o volume de vendas subiu 3,1%, deixando a variação acumulada nos sete primeiros meses de 2017, em 0,3%. De acordo com a gerente da PMC, Isabella Nunes, o resultado é o melhor em meses de julho desde 2013.

O setor de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo está entre os três que mais avançaram nas vendas e teve variação de 0,7%, entre junho e julho. Os outros destaques foram tecidos, vestuário, calçados( 0,3%), equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (4,4%).

O setor de combustíveis e lubrificantes registrou queda (-1,6%) na mesma comparação, como também artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (-0,4%) e artigos de uso pessoal e doméstico (-0,2%). Os três pressionaram negativamente o indicador do comércio varejista de julho.


Fonte: Agência Brasil

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A safra brasileira de cereais, leguminosas e oleaginosas deve fechar 2017 com um crescimento de 30,4% em relação ao ano passado. Segundo a estimativa de agosto deste ano, do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola, divulgado nesta terça-feira (12/09) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o ano deve ser encerrado com uma safra de grãos de 240,9 milhões de toneladas.

A estimativa de agosto é, no entanto, 0,5% inferior ao levantamento de julho, ou seja, 1,2 milhão de toneladas a menos do que o IBGE previu na ocasião.

Com alta esperada de 19,6% em relação a 2016, a produção de soja deve ter safra recorde de 115 milhões de toneladas. Para o milho, que deverá ter aumento de 54,7% na produção, também é esperado  resultado recorde, de 98,4 milhões de toneladas.

É estimada ainda alta na produção do arroz (16,2%). Vinte dos 26 produtos pesquisados pelo IBGE devem ter crescimento, entre eles o café canephora (33,3%), as três safras de feijão (40%, 26,9% e 7,2%, respectivamente), a laranja (6,9%), o algodão herbáceo (10,5%), a cebola (7,8%), cana-de-açúcar (1,3%) e as três safras de batata-inglesa (5,1%, 7,2% e 2,8%).

Entre os seis produtos com queda estimada na produção aparecem o trigo (-18,8%), café arábica (-13,1%) e a mandioca (-12,6%).

Área colhida

O IBGE estima aumento de 7% na área colhida, em relação a 2016. O total deve chegar a 61,1 milhões de hectares, área 0,05% inferior à estimativa de julho. Entre as três principais lavouras, são esperados acréscimos na área colhida da soja, de 2,3%, do milho, de 18,1%, e do arroz, de 4%.

O ano deve ser encerrado com uma safra de grãos de 240,9 milhões de toneladas
  O ano deve ser encerrado com uma safra de grãos de 240,9 milhões de toneladas Arquivo/Agência Brasil

 


Fonte: Com informações da Agência Brasil

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As exportações superaram as importações nas duas primeiras semanas de setembro, o que deixou um saldo positivo de US$ 1,376 bilhão no período. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic) e foram divulgados nesta segunda-feira (11/09).

O saldo positivo do período foi formado pela diferença entre exportações de US$ 4,560 bilhões e importações de US$ 3,184 bilhões. No ano, as exportações já chegam a US$ 150,502 bilhões e as importações, a US$ 101,021 bilhões, com saldo positivo de US$ 49,482 bilhões.

Nas exportações, houve crescimento de 21,2% na comparação da média das vendas externas até a segunda semana de setembro deste ano (US$ 912 milhões) com a média de setembro de 2016 (US$ 752,4 milhões).

De três grandes grupos de produtos, dois apresentaram aumento de vendas no período. Os produtos básicos cresceram 28,7% nas duas primeiras semanas do mês por conta, principalmente, de soja em grãos, milho em grãos, minério de cobre, minério de ferro e carnes bovina, suína e de frango.

Venda de aviões

Os manufaturados cresceram na mesma proporção que os básicos e registraram avanço de 28,7%. Os principais produtos foram aviões, óxidos e hidróxidos de alumínio, automóveis de passageiros, motores e turbinas para aviação, torneiras, válvulas e partes.


Fonte: Portal Brasil, com informações do Mdic

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O mercado financeiro voltou a reduzir a projeção para a inflação e aumentar a estimativa para o crescimento da economia este ano. De acordo com o boletim Focus, uma publicação divulgada toda segunda-feira no site do Banco Central (BC), a expectativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país), foi ajustada de 0,5% para 0,6% este ano, no terceiro aumento consecutivo. Para 2018, a estimativa de crescimento passou de 2% para 2,1%.

A estimativa do mercado financeiro para a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), caiu de 3,38% para 3,14% este ano, na terceira redução seguida. Para 2018, a projeção do IPCA foi reduzida de 4,18% para 4,15%, no segundo ajuste consecutivo.

As estimativas para os dois anos permanecem abaixo do centro da meta de 4,50%, que deve ser perseguida pelo BC. Essa meta tem ainda um intervalo de tolerância entre 3% e 6%.

Para alcançar a meta, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 8,25% ao ano.

Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) diminui os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação. Já quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso gera reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

A expectativa do mercado financeiro para a Selic foi reduzida de 7,25% para 7% ao ano, no fim de 2017, e de 7,50% para 7,25% ao ano, ao final de 2018.


Fonte: Agência Brasil

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A geração eólica no Nordeste bateu recorde de geração média diária e de geração instantânea nos primeiros dias de setembro.

No dia 1º de setembro, a geração instantânea, ou seja, o pico de geração eólica, atingiu 6.800 MW, o que representa um fator de capacidade de 83%. O montante de energia produzido foi suficiente para atender 65% da carga do subsistema.

O recorde de geração instantânea anterior tinha sido alcançado no dia 29 de julho de 2017, quando foram gerados 6.344 MW, com um fator de capacidade de 78%.

Já o novo recorde de geração média diária foi alcançado no dia 3 de setembro, quando foram produzidos 6.108 MW médios. O montante representou 69% da carga do subsistema.

O fator de capacidade chegou a 74%. O último recorde de geração média diária havia acontecido no mês passado, em 22 de agosto, quando foram gerados 5.873 MW médios, com um fator de capacidade de 71%.


Fonte: ONS