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Vale a pena ir conferir - 12/08/2015 às 07h55

Atriz global Silvia Pfeifer estará em Teresina para o Espetáculo 'Callas'

Boa Vista - Brisa Sul - Academia

A atriz Silvia Pfeifer, que recentemente esteve no ar na novela da rede Globo (Alto astral como a vilã Ursula, e O Rei do Gado, como Léa Mezenga) volta aos palcos com o espetáculo “CALLAS” ao lado do ator Joao Marcelo Iglesias, dirigidos por Marília Pêra.

Há um ano em cartaz, o espetáculo já passou por 41 cidades além de temporada no Rio de Janeiro e São Paulo.

Silvia Pfeifer empresta suas autoridade e beleza para interpretar Maria Callas e Joao Marcelo Iglesias dá vida ao jornalista, amigo e admirador John Adams. Os figurinos são de Sonia Soares, a trilha de Paulo Arguelles, projeções de Paola Soa-res, luz de Paulo Cesar Medeiros e cenário de Rafael Guedes.

O espetáculo estará em cartaz nos dias 14 e 15 de agosto, às 20h. no Theatro 4 de Setembro. Produção local assinada pela Navilouca Produções.

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Fonte: ASCOM

Publicado Por: Fábio Carvalho

Tópicos
Inclui leituras de textos - 04/08/2015 às 10h43

Casa da Cultura oferece oficina de leitura dramatúrgica

Boa Vista - Brisa Sul - Academia

A Casa da Cultura de Teresina, em parceria com o projeto SESC Dramaturgia, está oferecendo à população, de forma gratuita, a oficina de leitura dramatúrgica Leituras em Cena. As aulas acontecerão nos dias 6,7 e 8 deste mês, no horário de 14h as 18h e os interessados podem fazer suas inscrições na sede da Casa da Cultura, que fica na Rua Rui Barbosa, nº348, Centro.

As aulas serão ministradas pelo professor André Felipe Costa e Silva, de Florianópolis, que tem pós-graduação em dramaturgia pelo Instituto Universitário Nacional del Arte de Buenos Aires. A oficina tem o objetivo de incentivar o conhecimento de textos dramáticos de autores latino-americanos contemporâneos, dando particular atenção à cena contemporânea da Argentina.

A metodologia das aulas inclui leituras de textos dramáticos introdutórios à dramaturgia universal e latino-americana, assim como a realização de trabalhos práticos voltados às leituras, com exercícios de vocalização e interpretação de textos e a exposição de possibilidades diversas de leituras dramatizadas. Desde uma leitura concentrada na vocalização do texto (pontuação, ritmo, pronunciação) a uma leitura mais próxima à encenação, levada ao corpo e à ação.

A Casa da Cultura de Teresina é uma instituição mantida pela Prefeitura Municipal, através da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves. Está sempre oferecendo cursos e oficinas, que envolvam a comunidade no universo das artes. A Casa fica aberta de segunda a sábado no horário de 8h às 18h. O telefone para contato é o 3215-7849.

Fonte: Com informações da Prefeitura de Teresina

Publicado Por: Maycon Carlos

No grande Dirceu - 21/07/2015 às 11h00

Teatro João Paulo II tem nova data confirmada para sua reforma

Boa Vista - Brisa Sul - Academia

Com uma proposta de reforma desde 2014, o Teatro João Paulo II, zona Sudeste de Teresina, receberá de fato reparo em suas instalações no próximo mês. A reforma do local já foi licitada e aguarda apenas a assinatura da ordem de serviço do prefeito Firmino Filho. A obra está orçada em quase R$ 310mil.

Com a obra, receberão reparos o palco, o teto, a pintura e o carpete das paredes. Além disso, as instalações elétricas e hidráulicas passarão por revisão. Novas cadeias também serão instaladas no local. Para o diretor do local, Walberte Dourado, a obra significa uma vitória para os artistas e a comunidade. “Todos ganham e a cultura vai passar a ser valorizada. Tenho a convicção que esta nova fase terá inicio em breve”, declara.

Segundo Walberte Dourado, na reinauguração do espaço está previsto um grande evento, nos moldes do que foi realizado no encerramento deste semestre. O diretor também garante que o teatro nunca esteve fechado, pois oficinas de capoeira, violão, bateria e teatro são realizados rotineiramente.

Apesar da noticia de reforma, a artista Maria dos Remédios diz que continua descreditada com a retomada do teatro. Para ela, que faz campanha há dois anos para reforma, ver o teatro restaurado será um premio. “Nós fazemos teatro há 27 anos, o João Paulo é nossa casa de espetáculos. Queremos retomar os trabalhos”, afirma a artista.

Maria dos Remédios e o grupo Flagelo continuam suas oficinas e ensaios em outro espaço do bairro Dirceu Arcoverde. Ela afirma que as oficinas no João Paulo tem realmente acontecido, mas de maneira bastante precária. “As oficinas não acontecem todos os dias. Algumas salas continuam abertas, mas funcionando muito pouco”, conclui.

Inaugurado em 2005, o Teatro João Paulo II foi criado para atender a comunidade no grande Dirceu com espetáculos teatrais e oficinas gratuitas de balé, violão, capoeira, dança contemporânea, baterias e teatro. As atividades do primeiro semestre formam encerradas no ultimo fim de semana. O teatro volta a funcionar normalmente no dia 17 de agosto.

As informações são do Jornal Diário do Povo

Publicado Por: Maycon Carlos

As 10 melhores alunas - 20/07/2015 às 15h19

Estudante piauiense da Escola Bolshoi é selecionada aluna nota 10

Boa Vista - Brisa Sul - Academia

Se para os piauienses ter aluno do estado na Escola do Teatro Bolshoi é motivo de orgulho, imagina ter aluno nota 10 na única escola do Bolshoi fora da Rússia. Parece um sonho, mas é pura realidade. A aluna Izabela de Andrade dos Santos, da rede Estadual da Educação, está entre as 10 melhores alunas do primeiro semestre 2015.

Abrir mão do convívio familiar em busca do sonho de seguir carreira na dança. Foi assim que estudantes como Izabela, de várias partes do país, se dirigiram a Joinvile, Santa Catarina. Com o apoio do Governo do Estado, a garota que hoje é orgulho para familiares foi selecionada em 2013 dentre quase mil que buscavam o sonho de ingressar na única representação da escola fora da Rússia.

Nos moldes da Escola Coreográfica de Moscou, a Escola Bolshoi no Brasil tem um regime de internato e ajusta ensino e cultura para formação de bailarinos profissionais. Há mais de 10 anos, o Governo do Piauí, por meio da Secretaria de Estado da Educação, mantém uma parceria com a escola e oferta bolsas de estudos para crianças de escolas públicas.

O Governo se preocupa e se responsabiliza pelo embarque e manutenção das crianças. O convênio garante hospedagem, alimentação, assistência médica e acesso a transporte, uniformes e figurinos, além de acompanhamento na escola e atividades de lazer. É uma oportunidade única de desenvolvimento de uma habilidade que eles já têm e de ingresso no mundo da cultura.

Escola Bolshoi no Brasil

Seu ideal é o mesmo da Escola Coreográfica de Moscou, criada em 1773: proporcionar formação e cultura por meio do ensino da dança, para que seus alunos tornem-se protagonistas da sociedade.

Joinville foi a cidade escolhida para sediar este projeto de inclusão social para crianças e jovens. Localizada no Norte do Estado de Santa Catarina, a inauguração ocorreu em 15 de março de 2000, com o diretor do Teatro Bolshoi, Vladimir Vasiliev; o então prefeito de Joinville, Luiz Henrique da Silveira, além de autoridades, artistas e comunidade. Vladimir Vasiliev e Luiz Henrique da Silveira tornaram-se os patronos fundadores da instituição.

Fonte: Com informações do Governo do Piaui

Publicado Por: Maycon Carlos

'Top drag' Chandelly Kidman - 16/07/2015 às 09h54

Longe do pai, transformista dispara: 'Vou aparecer de drag na casa dele'

Boa Vista - Brisa Sul - Academia

Chandelly Kidman é uma das drag queens mais talentosas de Teresina. A artista inclusive já foi eleita Top Drag Brasil no concurso Nacional 'Brazilian Drag' em São Paulo, da boate Blue House. Conhecida por suas performances que trazem uma drag sexual e com muita flexilidade, ela se tornou uma referencia no cenário LGBT da capital.

Em uma entrevista intimista e reveladora ao 180 ela abre seu coração e nos revela seus segredos e experiencias de uma artista que luta em nome da cultura.

Filho de pais separados Dackson Mikael é o grande responsável que dá vida a Chandelly Kidman. Quem vê Dackson Mikael na rua em seus tranquilos passatempos diários não imagina que ele se transforma na incrível Chandelly Kidman.

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180: De onde venho à ideia para o nome Chandelly Kidman?

Na verdade eu queria transformar meu nome em um nome feminino, a principio era pra ser Dackla Vulcano, pela origem de quem me criou que foi a Lola Vulcano, mas conversando com o responsável que me monta ele achou melhor Chandelly, pois é um nome mais doce e fácil de chegar nas pessoas, e também por uma brincadeira que fazemos, me comparado com uma sobremesa da Nestlé. E Kidman por causa da Nicole Kidman por que sou fã dela.

180: E qual foi a maior dificuldade de ser aceito como Drag Queen?

Eu não tive tantos problemas, por que não morava mais com minha família, morava com meu namorado e em questão de aceitação tive problemas pelas pessoas não entenderem o que é realmente assumir esse papel de Drag e o que se trata. Por que as pessoas confundem muito Drag Queen com Travesti, Transexual e as pessoas acabam fazendo uma confusão a respeito desse consenso. Eles me falavam: “Nossa tu está fazendo isso agora? vai virar mulher agora?”, e sempre explica que não era bem assim, pois é uma criação de um personagem que eu me monto, me maquio e me produzo para determinadas festas e lugares. Então o preconceito foi pela falta de ciência do que é Drag Queen.

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180: E sua família, como eles veem a Chandelly?

Bem, minha família também teve esse tipo de preconceito no começo, mas na verdade sou filho de duas mães que é a minha mãe biológica e a minha vó que me criou. As duas souberam por que ano passado me tornei uma pessoa mais publica e deixei bem claro para elas o trabalho que faço, e é totalmente profissional e não tem nada a ver com drogas ou prostituição, pois as pessoas associam muito isso. E quando vieram as várias conquistas, elas começaram a me apoiar e me ajudar. A minha mãe acha linda a Chandelly e minha vó uma vez pediu para me vestir uma roupa pra ver como eu ficava de Chandelly... ela me ajudou a fecha o zíper, foi lindo aquilo.

180: E seu pai? O que ele fala da Chandelly?

Fui filho único durante 15 anos, e filho de duas mães. Meus pais se conheceram no carnaval e nessa aventura eu nasci.. E meu pai não me assumiu, desde meu nascimento, e com 15 anos que ele me registrou como filho no papel para pagar pensão e essas coisas, mas não tenho contato com meu pai. Minha mãe era muito jovem e trabalhava muito e minha vó quem me criava, e é essa a relação que tenho de família. Meu pai é uma figura bem distante.

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180: Mas você tem contato com seu pai?

Tenho contato com ele, mas ele não sabe da minha trajetória e o que faço. Ele não se mostra interessando nisso e eu sou muito menos interessada em mostrar. Mas já pensei em várias vezes chega na casa dele no dia dos pais e desejar ‘Feliz Dia dos Pais’ montada de Chandelly.

180: Então vamos lá? Você me falou que a Chandelly Kidman é um personagem, mas o Dackson Mikael é gay?

Então eu sou gay e descobri isso desde quando eu me entendo por gente, não é algo que eu virei ou descobri ou que me impuseram, já veio comigo. E desde pequeno sempre gostei de figuras femininas, sempre gostei de dançar e sempre gostei muito de me exibir. Meu primeiro contato com a arte foi com 3 anos de idade, através do teatro. Depois fui pra dança, me profissionalizei como bailarino e fiz várias amizades no mundo da dança. Com o passar do tempo descobri que uns amigos meus tinham um grupo chamado ‘Five Queen’ e eles sempre saiam pra festas e eventos. Certo dia eles me falaram que iam fazer um show à noite e falei: “pois eu devia ir com vocês”, e eles falaram: “seria ótimo, mas tem que ir montado”, tomei aquele susto e falei: “ir como vocês, mas não tenho nada e não sei como é”, e eles falaram que era só escolher uma roupa no quarto uma peruca e um salto”, então tudo bem. Então eu pensei: “Ah tudo bem, vou pra me divertir e eles são muitos respeitados, então vou me jogar sem nenhuma preocupação e nem querer ser melhor que ninguém”. E foi depois desse dia que comecei a me motar.

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180: E de onde venho a ideia de participar do concurso Top Drag Piauí?

Nós brasileiros carregamos uma coisa respeitar os artista pelos títulos ou pela classe social que ela tem. No começo tive muita dificuldade, pois quando chegava às casas de shows me perguntavam o que eu era mesmo, e falava que era uma Drag Queen que estava começado agora e queria me apresentar para as pessoas, por que eu tenho um trabalho com a personalidade da drag com a dança e queria apresentar isso. E sempre me falavam que não seria legal por que não tinha nenhum titulo, e ninguém te conhece. Então nasceu em mim a vontade de agregar títulos para as pessoas me conhecerem de fato e verem meu trabalho.

180: Qual foi seu primeiro concurso?

Meu primeiro concurso foi o Pantera Gay que foi na antiga Mercearia, era com base em uma música e a pessoa criava a performance dela na hora e foi ali que eu tive meu primeiro titulo. Logo depois venho o top drag Piauí que é um evento já reconhecido por aqui, quem está na frente desse projeto é a Lilika Network e tive uma visibilidade maior ainda participando desse concurso. Esse titulo é bastante cobiçando e as pessoas dão maior valor quando a drag ganha. Participei em 2012 e fiquei em 4º, mas pra mim foi normal por que era minha primeira participação. Em 2013 participei novamente, dessa vez com outra proposta. Estudei cada passo, cada objeto em cena e tudo isso faço em conjunto com o Adriano nunca faço sozinho, por que é difícil fazer isso sozinho. E fomos estudados e assistindo varias performances de drags no mundo a fora, pois esse trabalho já existe no mundo das drags e queria trazer algo pra Chandelly e foi isso que levei para o palco e ganhei o titulo.

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180: E através desse titulo você foi representar o Piauí em São Paulo, em um concurso na boate Blue Space o Brazilian Drag 2014...

Isso, através do titulo de top drag Piauí ganhei uma vaga nesse concurso e foi maravilhoso, saímos de Teresina sem nenhum tipo de ganancia ou algo assim do tipo, mas sim querendo mostrar um belíssimo trabalho, por que o Piauí já tinha indo em outras edições e nunca conseguimos trazer o titulo. Estudamos e mostramos que o Piauí é um estado presente no transformismo do drag queen. Chegamos em São Paulo e é deslumbrante por que era um concurso nacional, cada estado tinha seu representante com pessoas super talentosas e acabei ganhado a competição que foi algo maravilhoso e um experiência maravilhosa por que a votação é feita por aclamação do publico e na hora todos começaram a gritar meu nome foi super gratificante pelo publico de São Paulo que é um publico bastante exigente pois é um dos maiores estado do Brasil. E o titulo foi fruto de um trabalho e perseverança junto com as pessoas que me apoiam e me ajudaram.

180: E como foi sua preparação para o concurso?

Primeiro foi psicológico. As pessoas que me cobraram por representar o Piauí. Havia quem me dava dicas, é uma pressão muito grande. E isso tudo mexe com a cabeça de qualquer pessoa, então meu preparo primeiro foi psicológico. Queria apresentar um trabalho e ser reconhecida por esse trabalho, e fui ver vídeos, várias performances das edições anteriores que levaram as pessoas ganharem o titulo, fui estudar música e foi muito trabalho para fazer bonito no Brazilian Drag.

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180: E a ideia de comer uma banana na performance?

Foi no café da manha no dia do concurso, e a Lilika Network falou: Venha cá, tu podia pegar uma banana do café e levar pro show, foi na época do #SomosTodosMacacos, ai falei nossa legal. O povo pirou na hora, ficaram loucos.

180: Eu estava assistindo seus vídeos e sempre percebo que você usa sua flexibilidade nas performances, isso é uma estratégia ou algo novo para usar como marketing para Chandelly?

Vivemos no século em que tudo já foi feito e passamos por uma recriação. A questão da flexibilidade é por que sou bailarino profissional, então nada melhor que juntar minhas características e colocar na performance como um jogo de marketing de fato. E as pessoas gostam e pedem muito nos shows, se eu não usar a flexibilidade não é a Chandelly, eles já tem essa visão e é bem legal.

180: Qual é a inspiração da Chandelly Kidman?

A minha inspiração vem da diva Beyoncé, sou muito fã e acompanho a carreira. Ela tem algo feroz dentro dela e tem uma presença de palco muito forte que atravessa para o público e quero ser assim. Ela transmite uma leveza, calma e segurança no que faz. Mas tem muitas outras também tem que me inspiram como a Britney Spears amo muito, tem a Lady Gaga, Katy Perry, Cher. Na verdade eu busco muita inspiração nas divas internacionais, gosto muito do material nacional, pois acredito na qualidade do nosso trabalho, mas pro tipo de trabalho que faço e que quero fazer eu me aproximo mais das artistas internacionais.

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180: Como você já trabalha nesse ramo há um bom tempo, foi para São Paulo representar o Piauí no Brazilian Drag, venceu e é umas principais drags de Teresina, o que é a Chandelly Kidman tem para contribuir para o Piauí?

Uau! O que tenho para contribuir para o Piauí? Assim, minha contribuir para é mais no lado artístico, mostrar meu trabalho e somar com o quadro da cultura do nosso estado. Levar a qualidade do nosso trabalho para o mundo a fora. Mas para isso precisamos quebrar alguns tabus por que tem pessoas que confundem esse mundo de travestis com o de gays afeminados que saem para boate à noite. Não! Estamos aqui para mostra serviço e mostra que temos capacidade para levar o nome do Piauí para outros estados e realmente colocar a cara no sol e mostrar que somos talentosos e podemos vencer qualquer coisa.

Fotografos: Victor Gabriel e Ricardo Caetano

Autor: Maycon Carlos

Publicado Por: Maycon Carlos

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