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Correção mais rígida - 12/05/2013 às 17h15

Erros de português serão punidos com maior rigor no Enem

O Ministério da Educação fez alterações no edital deste ano do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) tornando-o mais rigoroso. Uma das medidas é que as redações com inserções indevidas serão zeradas. Outra mudança prevê que serão aceitos apenas desvios gramaticais excepcionais e que não caracterizem reincidência. Antes, eram permitidos "escassos" desvios.

A correção das redações será mais rígida. A expectativa é que uma a cada três redações irá para um terceiro corretor, antes o índice era aproximadamente 21%. Isso ocorrerá quando houver uma discrepância de mais de 100 pontos entre as notas dos dois primeiros corretores. No ano passado, a discrepância tinha que ser de mais de 200 pontos para que fosse encaminhada a um terceiro avaliador.

O edital também prevê maior rigor para os corretores, que terão mais horas de capacitação e serão acompanhados e avaliados. Eles poderão ser dispensados inclusive durante a correção.

Segundo o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, as mudanças foram implantadas porque as regras aplicadas anteriormente não mostraram resultado satisfatório. Apesar do maior rigor, sobre as questões gramaticais, Mercadante diz que caberá à banca considerar o erro uma exceção ou não. "A regra é clara, mas a interpretação do juiz nem sempre é um consenso. Tem um grau que compete à banca, não tem como prever o grau que será aceito ou não. O que podemos dizer é que será mais rigoroso", diz.

Ele explicou também que tanto para a nota máxima na redação, que é mil, quanto para erros gramaticais considerados exceção será preciso uma justificativa dos avaliadores.

Outra novidade é que será divulgado no cartão de inscrição um telefone pelo qual candidatos com alguma condição especial (gestantes, pessoas com deficiência) serão orientados. Essa edição trará também dois modelos de prova com letra maior - uma com fonte tamanho 18 e outra 24.

Os candidatos com renda mensal per capita de até 1,5 salário mínimo estão isentos da taxa de inscrição. Antes, eram isentos apenas aqueles com renda de até um salário mínimo per capita. Os estudantes de escolas públicas continuam sem ter de pagar pela inscrição.

Mercadante desmente a intenção de cobrar a taxa daqueles que faltarem à prova, mas ressalta que o gasto é calculado pelo número de inscrições. "Apelo para aqueles que se inscreverem para que realmente façam o Enem. Os custos levam em conta os inscritos e temos tido uma diferença importante". No ano passado, foram 5,8 milhões de inscritos. Desses, 4,3 milhões fizeram a prova.

As inscrições começam na próxima segunda-feira (13) até e vão até o dia 27 de maio. Os candidatos podem pagar a taxa de inscrição até o dia 29 de maio. As provas serão aplicadas nos dias 26 e 27 de outubro. Os portões serão abertos às 12h (horário de Brasília).

Fonte: Agência Brasil

Publicado Por: Kelson Marinho

Pós-graduação - 12/05/2013 às 06h12

Bolsas de estudo são a única fonte de renda para piauienses

Com valores mensais entre R$ 1 mil e R$ 4 mil, as bolsas de pós-graduação são, quase sempre, a única fonte de renda de muitos estudantes no País. Eles se dedicam exclusivamente às dissertações, teses, à publicação de artigos e a leituras. É com a bolsa também que pagam despesas como o aluguel e a alimentação.

O valor, segundo bolsistas, é insuficiente para algumas localidades, ou dá apenas para pagar as contas. Para aqueles que deixam a família e se mudam para estudar, a bolsa é o que garante a fixação na localidade. A partir deste mês, os estudantes recebem um reajuste de 10% nos valores.

O aumento das bolsas de mestrado, doutorado e pós-doutorado oferecidas pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) foi anunciado em março.

Os novos valores começam a ser pagos agora: a bolsa de mestrado passa de R$ 1.350 para R$ 1.500, a de doutorado de R$ 2.000 para R$ 2.200, e a de pós-doutorado de R$ 3.700 para R$ 4.100. "A bolsa é interessante porque legitima a nossa função como estudantes, nos dá um aval de pesquisadores", diz o doutorando em Literatura da Universidade de Brasília (UnB) Douglas Sousa. "Mas o valor é ainda mais interessante para aqueles que não são de Brasília (onde o custo de vida é alto), que moram em residência própria. Eles podem usar a bolsa apenas para manutenção do curso, gastam com lanches, livros e viagens para congressos. Para nós que somos de outros Estados, temos que pagar aluguel, alimentação, além de bancar nossa paticipação em eventos científicos, que é quase uma obrigatoriedade para pós-graduandos."

Douglas veio de Socorro do Piauí, a 457 quilômetros da capital piauiense, Teresina. No Estado de origem, fez graduação e mestrado. Para o doutorado, escolheu Brasília pelo intercâmbio cultural que teria: "Não precisa sair de Brasília para ter um pedacinho do mundo aqui". Mas o preço é alto: apenas o aluguel consome 40% do que ganha. "Eu posso dizer que não vivi Brasília culturalmente. Pesquiso dramaturgia e não tenho dinheiro suficiente para ir a várias apresentações", diz o mestrando em Literatuda da UnB Francisco Alves. Ele veio de Boa Vista, Roraima. Francisco conta que sempre viveu intensamente as universidades por onde passou, sendo monitor e participando de projetos de pesquisa. "Em Roraima, na graduação, minha mãe alugou um quarto para mim perto da universidade. Disse que pagava o aluguel e o resto, eu me virasse."

Ambos estudam uma média de seis a oito horas por dia. A bolsa é uma ajuda para que se dediquem exclusivamente à pós. Na UnB, de um total de 7,6 mil alunos de pós-graduação, 4,5 mil, quase 60% são brasileiros que não residiam no Distrito Federal. "Temos muitos alunos que vêm de outros Estados, alunos de classe média baixa que têm muita dificuldade em se fixar. A família sustenta na graduação, mas quando chega na pós o estudante já é adulto e às vezes fica mais difícil para a família. Além disso, eles estão em uma fasa da vida em que começam a se casar, ou já são casados, têm família para sustentar e isso dificulta enormemente a vida acadêmica", constata o decano de Pesquisa e Pós-Graduação da universidade, Jaime Martins.

"O valor da bolsa melhorou um pouco, mas ainda não é suficiente para que os estudantes possam viver em boas condições e para se dediquem exclusivamente à pesquisa. Não se trata de uma visão romântica, é algo prático, para que o estudante possa ter mais tempo dedicado ao trabalho e fazer aquilo da melhor forma possível. Com dedicação, melhor será o trabalho, melhor a publicação e mais mérito acadêmico para o aluno e para a universidade", diz Martins.

Fonte: Agência Brasil

Publicado Por: Kelson Marinho

Quer ser um bilionário? - 21/04/2013 às 16h54

Conheça as universidades que mais formam bilionários no mundo

Universidade de Harvard, nos EUA

Universidade de Harvard, nos EUA

Universidade de Harvard, nos EUA

Universidade de Harvard, nos EUA

Universidade de Harvard, nos EUA

Universidade de Harvard, nos EUA

Quer que seu filho se torne um bilionário? Mande-o para Harvard. A prestigiada universidade americana é a que mais formou bilionários no mundo. Por lá, já passaram 52 dos homens mais ricos do globo, donos de uma fortuna avaliada em US$ 205 bilhões, segundo levantamento da Wealth-X, empresa de pesquisa especializada nos ricaços.

A vantagem de Harvard em relação às outras universidades do ranking, dominado pelas escolas americanas, é grande. Em segundo lugar na lista, aparece a Universidade da Pensilvânia, com 28 bilionários e uma riqueza total de US$ 112 bilhões, praticamente a metade . E olha que nomes como Bill Gates e Mark Zuckerberg, que passaram por Harvard, mas abandonaram os estudos, não estão incluídos na conta. Juntos, eles têm cerca de US$ 45 bilhões.

Mas os bilionários estão em Harvard porque é para lá que os bilionários mandam seus filhos? Esse não é o caso. Praticamente três quartos (74%) dos estudantes bilionários saídos de lá construíram sua própria riqueza. Ou seja, não herdaram a fortuna. É o maior índice entre as universidades pesquisadas.

O segredo da fórmula de sucesso? Segundo David Friedman, presidente da Wealth-X, é o networking. Harvard teria uma rede de contatos bastante poderosa, proativa em conectar ex-alunos e com braços em diversos setores. Os estudantes receberiam não apenas uma ótima educação, mas também o acesso a essa rede. Para Friedman, o achado valida uma velha máxima, a de que não é uma questão de quanto você sabe, mas de quem você conhece.

Apesar de Harvard liderar no número de bilionários, é o MIT que fica à frente quando o assunto é a riqueza média por estudante. São US$ 257 milhões por ex-aluno. É de lá que sai uma parte significativa dos analistas de Wall Street e de hedge funds.

Que tal dar uma olhada no ranking completo?

Fábricas de ricaços
Universidade                                           Ex-alunos bilionários     Riqueza (em US$ bilhões)
Harvard                                                                      52                                         205
University of Pennsylvania                                       28                                         112
Stanford University                                                    27                                          76
New York University                                                  17                                          68
Columbia University                                                  15                                          96
Massachusetts Institute of Technology (MIT)          15                                         114
Cornell University                                                       14                                          35
University of Southern California                              14                                          32
Yale University                                                           13                                           77
University of Cambridge (Reino Unido)                  11                                          48

Fonte: Com informações da Época Negócios

Publicado Por: Kelson Marinho

estudo comprova - 22/07/2009 às 15h28

Futuros Médicos estão sujeitos a desenvolver depressão

O jovem que faz vestibular para medicina sabe que enfrentará pelo menos oito anos de estudo contando com a faculdade e especialização. No início o sentimento que predomina é o orgulho de ter passado em um vestibular concorrido mas o que estudos recentes mostram é que boa parte dos futuros médicos correm  risco de ter depressão e largar o curso antes de pegar o diploma. Um desses trabalhos, realizado na Universidade de Uberlândia, em Minas Gerais, descobriu que 79% dos 400 alunos de medicina apresentavam sintomas depressivos. Cerca de 20% estavam com depressão grave. Além do choque com a deficiência do sistema de saúde brasileiro, esses jovens tem dificuldade de lidar com o sofrimento dos pacientes o que gera pressão psicológica

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Fonte: Revista Istoè

Publicado Por: Redação 180graus

Estudava na Novafapi - 08/03/2009 às 15h31

Universitária de Medicina é morta a tiros no interior do Piauí

 A estudante universitária do curso de Medicina da Faculdade NOVAFAPI, Tallyne Teles, 24 anos, foi encontrada morta na cidade de Buriti dos Lopes, cerca de 236km ao Norte de Teresina, na manhã deste sábado, dia 7, com dois tiros na cabeça. (Saiba mais aqui sobre o caso)

Em casos como esses, sonhos, expectativas, ambições, planos são interrompidos por ações inexplicáveis. A futura médica teve sua vida tirada e junto com ela tudo que havia planejado para seu futuro.

Mês passado, uma outra jovem, de 19 anos, universitária do curso de Comunicação Social de uma faculdade particular de Teresina foi raptada e estuprada.

Lamentamos pela morte da jovem Tallyne, e os mais sinceros pêsames à família.

Publicado Por: Redação 180graus

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