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Maçons progressistas - 27/05/2017 às 17h29

Maçonaria brasileira se organiza em torno do progressismo e pede renuncia de Michel Temer

Parte da Maçonaria Brasileira lançou um manifesto ontem pedindo a renúncia do presidente Michel Temer e Diretas Já para todos os níveis.

O documento assinado pelos “Maçons Progressistas do Brasil-MPB” exige “a imediata renúncia do Sr Michel Temer e a convocação de eleições diretas e gerais para que o povo opine sobre os rumos que o país deve tomar”.

Os Maçons Progressistas do Brasil vem se organizando e assumindo posições sobre acontecimentos políticos no Brasil. Eles tem página no facebook e grupos de whats ap.

Dois maçons do Piauí, participam do movimento e trabalham na divulgação da carta. São eles: Weliton Rodrigues de Oliveira (Loja Mestre Higino Cunha) e Antônio Herbert Marinho (Loja Professor José Eduardo Pereira) . Estas duas lojas pertencem à Grande Loja Maçonica do Estado do Piauí.

Leia a íntegra do manifesto dos maçons:

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Carta Aberta aos Brasileiros

Nós, Maçons Progressistas do Brasil – MPB, movimento organizado, suprapartidário, que zela pelos valores democráticos, pela pluralidade de idéias e pela justiça social, propugnados na constituição cidadã de 1988, vimos a público manifestar nosso profundo descontentamento com o estado atual de completo descrédito por que passa o governo brasileiro sob a presidência do Sr Michel Temer.

Compreendemos que após assumir o comando do país via golpe parlamentar travestido de impeachment e levado a cabo pelo então presidente da câmara, Eduardo Cunha, o Sr Michel Temer tem trabalhado para destruir as garantias e direitos sociais duramente conquistados pelo povo brasileiro durante décadas de luta. Sabemos que o programa de governo que vem sendo implementado pelo presidente ilegítimo foi rechaçado nas urnas. Por isso entendemos que este governo não tem legitimidade sequer para propor as alterações que almeja nas legislações trabalhista e previdenciária, muito menos para implementar medidas que comprometem o futuro do país, transferindo a empresas estrangeiras riquezas naturais do nosso Brasil.

Além de carecer de legitimidade, o atual ocupante do Palácio do Planalto encontra-se desprovido de qualquer patrimônio moral, atributo indispensável ao governante maior da nação brasileira. Não bastava o áudio no qual o Ex-ministro do planejamento, Romero Jucá, foi flagrado detalhando o golpe e associando as figuras do então deputado Eduardo Cunha a Michel Temer na trama, agora o próprio Temer é flagrado em conversas nada republicanas com um diretor da empresa JBS. Conversas estas que versam sobre compra de juízes e promotores, além de pagamentos para garantir o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha.

Diante desses e de outros fatos, tornamos pública nossa posição de exigir a imediata renúncia do Sr Michel Temer e a convocação de eleições diretas e gerais para que o povo opine sobre os rumos que o país deve tomar.

Pra finalizar, colhemos excerto de texto sagrado, para asseverar que: a nossa luta é para que “ Corra, porém, o juízo como as águas, e a justiça como o ribeiro impetuoso”(Amós 5,24). E que assim seja!

Fraternalmente,

Maçons Progressistas do Brasil-MPB

Tópicos
PT quer diretas - 26/05/2017 às 17h13

Senadores Gleisi e Lindberg reafirmam necessidade do Brasil trilhar pelo caminho das Diretas Já

O PT do Piauí vive a partir de hoje, uma nova etapa de sua vida. Na sua presidência assumiu com prestígio o deputado Assis Carvalho. O Partido fez hoje a primeira reunião sob a nova direção que foi empossada com o prestigio das presenças de dois senadores do Partido, Lindbergh Farias (RJ) e Gleisi Hoffmann (PR) e do ex-Ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Definida a nova executiva do Partido, Assis Carvalho fez, no período da manhã, uma análise do cenário brasileiro atual. Ele mostrou aos diretorianos as possibilidades que existem para a sucessão de Michel Temer numa eleição indireta mas, ressaltou, que para os trabalhadores, só há a saída das eleições diretas. Devido a composição da Câmara Federal, ele vê com dificuldades esta possibilidade.

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Para eleger um presidente de forma direta, Assis ressalta, que isso só acontecera com o povo nas ruas. E, neste aspecto chamou para si a responsabilidade: “hoje mais importante que atuação em gabinete é a atuação dos parlamentares nas ruas junto com o povo. É isto que interessa aos brasileiros neste momento. Estive em todos as manifestações e, quantas marcarem, lá estarei” - confirmou o presidente do PT.

Para a posse do Diretório, mas também realizando campanha, estiveram aqui no Piauí, a senadora Gleisi Hoffmann e o senador Lindberg Farias. Ambos são candidatos a presidente nacional do PT em eleição que acontecerá no próximo final de semana.
Indagada por este blogueiro sobre o noticiário da imprensa nacional dando conta que o PT participa de negociações para uma possível eleição indireta, a senadora Gleisi, falou da veracidade destas informações e sobre a posição do PT quanto as eleições indiretas:

-O PT é contra. E as informações não tem veracidade. O que tem é muita especulação, tentam envolver o partido, dizendo que estava havendo negociação. Não é verdade. Temos posição clara por eleições diretas. Não acreditamos em Colégio Eleitoral numa democracia. Não é possível que lutamos tanto pela democracia neste pais, lutamos para votar para presidente, e agora, a gente vai aceitar o golpe dentro do golpe. O Temer esta caindo de podre e eles querem outro igual para continuar a fazer as reformas. Estas reformas tem que ser suspensas imediatamente e o Congresso tem que pensar numa saída para a crise, e só há a saída das eleições diretas, para acalmar este país e legitimar um governo.

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Ao senador Lindberg Farias perguntei sobre as manifestações desta semana em Brasília, ele havia denunciado pessoas infiltradas no movimento e indaguei se ele confirmava a denúncia:

- Foi um ato de 150 mil pessoas, um ato muito forte e eu achei estranho o fato de ter lá uns 50 mascarados – que a polícia podia ter prendido - mas não. A postura da polícia foi de jogar bomba em cima de todo mundo, dispersando todos. Eu, sinceramente, desconfio de provocadores, de gente infiltrada, a história esta cheia de exemplos. A intenção era enfraquecer o movimento, para depois construir a narrativa do quebra-quebra. 99,9% das pessoas que estavam ali, faziam manifestação pacifica. Aí vem o Temer com aquela coisa de chamar as Forças Armadas, inclusive, ele teve que recuar porque o próprio Comandante do Exército, General Vilas Boas, deu uma declaração dizendo que aquilo quem podia resolver era a Policia Militar. O Temer quis se aproveitar da situação para mostrar que tinha pulso, quando a gente sabe que o governo Temer já caiu. A grande discussão hoje, no pais é eleições indiretas x eleições diretas. Os deputados que querem indiretas para mim estão perdendo o juízo, porque o povo não vai aceitar a eleição de um presidente de forma indireta. Mas porque eles querem indiretas? Porque sabem que estas reformas – trabalhista e da Previdência – nunca serão aprovadas num processo eleitoral. Eu fico vendo um candidato deles indo para televisão ou pra um comício e dizendo: 'Olha nós vamos diminuir a hora de almoço do trabalhador de uma hora, para meia hora. Nós vamos aumentar a jornada de trabalho de 8 para 12 horas. Nós vamos aumentar para 65 anos a idade para o trabalhador se aposentar.' É por isso que eles não querem eleições diretas. Domingo nós vamos fazer o primeiro grande ato desta campanha. Caetano, Criolo, Mano Brown, tudo que é artista, intelectuais. Vai dar mais de 100 mil pessoas, Eu e Gleisi estaremos lá. Ela terá que botar muito protetor solar porque o sol de meio dia em Copacabana é forte. Não vamos mais fazer os dias nacionais de luta. Vamos voltar a estratégia das Diretas Já e do Fora Collor, a gente marca um ato, cada dia num local diferente com a garantia da presença das lideranças nacionais como Joao Pedro Stedeli, Lula e outros. Vamos ver se até a gente sair aqui do Piauí, marcamos o dia do ato aqui no Estado.

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Fotos: assessoria do Deputado Assis Carvalho e Geneide Santos

Reforma da Previdência - 24/05/2017 às 10h33

Fórum realiza ato político-cultural na Praça Pedro II para protestar contra a reforma da Previdência

O Fórum Piauiense em Defesa da Previdência Pública, organização constituída com o propósito de combater a reforma da Previdência feita pelo governo do usurpador Michel Temer e todas as outras medidas que retiram direitos dos trabalhadores, composta por representantes da CUT, Conlutas, Intersindical e CTB, movimentos sociais e estudantis, vai realizar hoje, a partir das 17 horas, um ato político-cultural na Praça Pedro II, no centro de Teresina.

O Fórum considera que a arte é, e sempre foi, uma poderosa expressão humana que por meio de sua sensibilidade é capaz de transformar realidades e promover a crítica, a mudança e a esperança, sobretudo em momentos dramáticos como este que o país passa.

O Fórum conclama que artistas piauienses comprometidos com a democracia deem sua contribuição ao evento e, convida a todos de uma forma geral, a dar um basta à reforma da Previdência Social.

Eleições 2018 - 23/05/2017 às 18h41

Estado - um ambiente sequestrado pelo CAPITAL, precisa ser resgatado pelo povo

De autoria do jornalista Marcelo Rocha, o Diário do Povo, publicou hoje a matéria “Empresários buscam nome para disputar o governo do Piauí em 2018”. O trabalho ganhou destaque: a capa do Jornal é toda dedicada à matéria, assim como a página 3 – a mais nobre de qualquer periódico. Além disso, o editorial do Diário do Povo, também destaca o tema.

O material jornalistico quase que, sensacionalisticamente, pede algo novo (empresários) na política local - como se isso fosse novo. Querem algo novo mas não inovaram. Tanto no editorial como na matéria do jornal faltou criatividade. Foram buscar inspiração no Ceará, de 30 anos atrás, como se a política e a sociedade não tivessem mudado.

O modelo ideal segundo o Jornal é aquele implantado por Tasso Jereissati no vizinho estado.

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É bom contextualizar um pouco o Ceará daquele tempo (coisa que faltou na matéria).

O Brasil saia de uma ditadura militar e o Ceará, muito mais que o Piauí, sofria do fenômeno do "Coronelismo".

A wikipédia define assim “Coronelismo”: "é um brasileirismo usado para definir a complexa estrutura de poder que tem início no plano municipal, exercido com hipertrofia privada – a figura do coronel – sobre o poder público – o Estado –, e tendo como caracteres secundários o mandonismo, o filhotismo (ou apadrinhamento), a fraude eleitoral e a desorganização dos serviços públicos. Como forma de poder político consiste na figura de uma liderança local - o Coronel - que define as escolhas dos eleitores em candidatos por ele indicados."

Ainda na contextualização daquele momento é preciso lembrar que Fortaleza – capital do Ceará – antes de eleger Tasso Jereissati (1986), já havia eleito Maria Luiza Fontenele (PT) como prefeita da cidade. A eleição de Tasso, logo após a de Maria Luiza contou também com apoio de quadros da esquerda. O Ceará queria dar um basta no Coronelismo.

Segundo o Diário do Povo os empresários do Piauí vem se reunindo e buscando alternativa para “substituir estes políticos cansados”. É preciso tomar cuidado com a fórmula do Diário do Povo, porque depois da primeira eleição, o "empresário" Tasso Jereissati tem sempre ocupado cargos políticos. Será que ele também está cansado? Parece que não, já que da semana passada para cá, acumula, com o cargo de Senador, o de presidente do PSDB, em substituição a Aécio Neves que o Brasil inteiro sabe porque deixou o comando dos tucanos

Alíás, aquilo que o Diário do Povo elege como panacéia para resolver os males do Piauí era muito presente nos discursos do senador mineiro substituído, às pressas, por Tasso na presidência do PSDB: quando fala de Estado , falam de “gestão”, "austeridade fiscal", "redução do custo da máquina administrativa", "gestão voltada para o resultado".

Em nenhum momento nem o Jornal, nem os empresários entrevistados, falaram em em educação, saúde, segurança, cultura, agricultura. O negócio é tratar o Estado como um "grande negócio".

Domingo fiz uma postagem (clique aqui), que tenta pensar um pouco sobre as relações do CAPITAL com a política. Esta é a situação que piauienses e brasileiros devem ter em mente nos próximos anos (eleições).

Nada contra a candidatura de um empresário a um cargo público. Mas quando candidato a prefeito, governador ou presidente ele não vai gerir uma empresa. Ele vai tratar de políticas de saúde, educação, segurança, cultura, habitação, seguridade e outras. E todas dizem respeito direto à vida de pessoas, de seres humanos, que aglomerados numa sociedade chamamos de povo.

O Piauí não precisa de um “big” gerente. O Piauí precisa (e isso ele já tem) de um representante que se preocupe com o Estado e suas finanças, mas sem esquecer jamais de sua gente.

O Estado – um ambiente criado para desenvolvar as políticas em beneficio das pessoas - foi sequestrado pelo CAPITAL e, hoje, está a serviço do mesmo. Precisamos resgatar o Estado deste sequestro.

PS: Fragmento do editorial do Diário do Povo: “...o povo não caiu no marketing da divisão de classes sociais”.

- Aí, como dizia o “filósofo” Wando: “Doeu, ai, ai, ai, doeu”

Deixando a brincadeira de lado, ofereço ao leitor do blog uma texto de Marcio Pochmann. Ele é economista, professor do Instituto de Economia e pesquisador do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho, ambos da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

O texto de Pochmann trata dos escândalos da política nacional mas que reflete bem sobre estas promiscuas relações CAPITAL / Estado. O texto foi publicado hoje no site Brasil 247

OBS: Tem atualização no final do post

Poder econômico se apossou do Estado e barrou avanços civilizatórios
Durante o período da ditadura civil-militar (1964-1985), os principais inimigos da democracia podiam ser simplificados pelos grandes capitalistas e pelo estamento dirigente estatal, ambos tementes das reformas civilizatórias prometidas no ciclo político do segundo pós-guerra (1945-1964). Por conta disso, as reformas de base apresentadas pelo governo Jango para conter o tipo de capitalismo selvagem estabelecido no Brasil foram brutalmente rompidas pelo golpe de Estado em 1964.

Ainda durante a transição para a retomada democrática, na primeira metade da década de 1980, o lançamento do programa Esperança e Mudança do PMDB resgatou o espírito reformista enquanto componente necessário para a transformação da relação transparente do Estado com o mercado e da atuação ética do estamento dirigente estatal. Mais de três décadas depois, a experiência democrática brasileira, a mais longeva de todas, se manteve distante da perspectiva de civilizar o capitalismo selvagem aqui instalado, e tampouco de estancar o patrimonialismo inserido no interior do Estado.

Sem reformas, o regime democrático se tornou funcional aos capitalistas, capazes de converter o sistema eleitoral numa espécie de negócio rentável. Enquanto os grandes capitalistas financiam privadamente o processo eleitoral, recebem em contrapartida um conjunto de benesses operado arbitrariamente pelo estamento dirigente estatal.

Dessa forma, o mercantilismo capitalista invadiu o certame eleitoral da escolha democrática da representação popular, acompanhado, em geral, de lucros extraordinários obtidos a partir do financiamento do sistema político. Do conjunto das delações recentemente tornadas públicas, percebe-se o quanto o poder do dinheiro não parece ter limites para os verdadeiros donos do Brasil.

Tudo parece estar à venda. Da compra de leis no Legislativo a pareceres e decisões no Judiciário, as aferições de fiscais e outras funções de interesse do Executivo. Mesmo as informações econômicas confidenciais são privilegiadas a poucos, o que faz o capitalismo de Estado funcionar ao reverso. Não seria mais o Estado a comandar o conjunto dos capitalistas, mas simplesmente o contrário.

Nessa mesma perspectiva, o velho estamento dirigente nas mais distintas esferas do aparelho de Estado terminaria o utilizando para o seu fim próprio. Parcela do estamento segue recebendo remunerações acima do limite constitucional, o que torna atual a velha máxima: "para os amigos tudo, os inimigos a lei".

Para resolver o descrédito que se generaliza, é necessária a realização da reforma política que democratize o voto, coíba o poder do dinheiro e facilite a formação de convergência para maioria partidária. Na sequência, o desencadeamento das eleições gerais.

Conforme experiências passadas, o Brasil cresce justamente no interior das dificuldades. São elas que forçam a adoção de soluções até então inimagináveis.

Talvez por isso os escândalos que na atualidade proliferam possam revelar não apenas a natureza viciada da relação do Estado com o mercado como também os laços do patrimonialismo ainda presente no estamento estatal dirigente. Em plena crise, a mais amarga de sua história republicana, a recuperação do elo perdido das verdadeiras reformas prometidas no ciclo democrático do segundo pós-guerra (1945 – 1964) permite conectar o momento atual com uma perspectiva de futuro diferente da democracia mercantil e do patrimonialismo do estamento estatal.

OBS: Depois de postado estes dois textos, eis que surge mais um para mostrar o comportamento do empresariado. Também é do Brasil 247. Traz como título: "Empresários confirmam esquizofrenia". Confira aqui.  

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Pessoa com Deficiência - 22/05/2017 às 16h52

Floriano vai sediar o Fórum para Pessoas com Deficiência na próxima sexta e sábado

A Secretaria de Estado para Inclusão da Pessoa com Deficiência vai realizar nos dias 26 e 27 de maio, em Floriano, o Fórum Regional de Políticas Públicas para pessoas com Deficiência.

O Fórum tem como lema: “Todos pela Inclusão”

Será no Comércio Esporte Clube, no centro da cidade e 18 horas é o horário previsto para começar.

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Além dos palestrantes vão participar o governador Wellington Dias, o Secretário Mauro Eduardo e o prefeito de Floriano, Joel Rodrigues. São esperadas pessoas de 40 municípios da região.

Segundo o Secretário para Inclusão da Pessoa com Deficiência, Mauro Eduardo, o Fórum é o momento onde a SEID debate sobre o que a política para pessoas com deficiência avançou e no que pode ser melhorada e ampliada.

Pessoas com deficiência dos municípios do Fórum que teriam que se deslocar para Teresina para algum atendimento neste dia, não vão precisar faze-lo, porque todas as ações do governo do Estado estarão transferidas para Floriano.

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