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Medida altera Simples Nacional - 22/04/2016 às 17h27

Microempreendedores já podem usar a própria residência como sede da empresa

Entrou em vigor nesta semana a lei (Lei Complementar 154/16) que autoriza o microempreendedor individual (MEI) a utilizar a própria casa como sede de sua firma, desde que não seja indispensável a existência de local próprio para o exercício da atividade.

A medida alterou a lei que criou o Simples Nacional (Lei Complementar 123/06) e tem como objetivo facilitar a adesão de pessoas ao regime simplificado de tributação, afastando restrições impostas por leis estaduais que não permitem o uso do endereço residencial para cadastro de empresas.

Mas deixa claro que essa permissão só será concedida nos casos em que o negócio não exigir um local próprio, a exemplo de comércio em geral ou prestação de serviço que represente perigo ou perturbação aos vizinhos.

Custo dificulta
Entre os beneficiados estão, por exemplo, piscineiros e cozinheiros que fornecem refeições prontas. Hoje, o custo de se manter endereço comercial é uma das dificuldades do empreendedor ao abrir o próprio negócio.

Na Câmara, a proposta (PLP 278/13), do deputado Mauro Mariani (PMDB-SC), foi aprovada por unanimidade pelo Plenário em outubro do ano passado. O texto seguiu para o Senado, onde foi aprovado também por unanimidade em março deste ano.

Legalizar 7 milhões de autônomos
O deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), que discutiu a matéria na Casa, afirmou que essa é uma das principais conquistas da microempresa e, em especial, do MEI.

“A Câmara toma uma das principais iniciativas em favor do empreendedorismo”, afirmou. Para ele, que relatou a Lei do Simples na Câmara, a mudança poderá trazer para a legalidade aproximadamente 7 milhões de autônomos, cerca de 58% do total no País.

Fonte: Agência Câmara

Gasolina é a principal vilã - 10/11/2015 às 13h01

Custo de vida em Teresina registrou a maior alta dos últimos oito meses

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O bolso do consumidor teresinense está, cada vez mais, sentido os efeitos da alta constante nos produtos de necessidade básica. A gasolina, vilã já conhecida este ano, inflacionou novamente (somente de janeiro a outubro, chegou a 15,66% de alta), agora ela levou consigo o álcool (4,30%) e o diesel (4,11%). Estes, juntos, elevaram o segmento de transportes para 1,69% em outubro, e 11,39% no ano de 2015. Os dados são da Fundação CEPRO, órgão oficial responsável pelo cálculo do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) no Piauí.

Segundo relatório divulgado pela equipe de estatísticas do órgão, a inflação registrada para o mês de outubro foi de 0,97%, a maior dos últimos oito meses. “Com mais essa alta, os valores acumulados no ano e nos últimos 12 meses foram de 8,29% e 9,65%, respectivamente”, explica o diretor de estatísticas e informação da Fundação, Elias Alves Barbosa. Segundo ele, ao avaliar os elementos que contribuíram para a formação deste índice, constatou-se que, além dos combustíveis, alguns alimentos também continuam pressionando a inflação local.

“O açúcar, que tem sua alta diretamente ligada ao aumento do álcool (pois quando o valor deste combustível aumenta, os produtores deixam de desenvolver o bem alimentício para investir mais na produção do álcool) foi um desses produtos, sua alta foi de 5,79% ao mês e ocorre agora, depois de meses seguidos de uma baixa significativa”, explica o diretor da pesquisa. Já produtos como arroz e feijão, presente em todas as mesas das residências de Teresina, apresentaram ligeira deflação (-0,12% e -0,87%, respectivamente).

Entretanto, a pesquisa de campo verificou, segundo o relatório apresentado, forte influência nos itens componentes do grupo Saúde e Cuidados Pessoais, em que o destaque foi a majoração da consulta médica (11,72%). “Outro item que me chamou atenção nesse mês de outubro foram os livros didáticos, antes mesmo de intensificarem o período de matrículas e compras de produtos escolares, quando esses preços aumentam vertiginosamente, nós já percebemos uma elevação de 8,66% nos livros de 1º e 2º grau, além dos cadernos (3,89%)”, destaca Elias Alves.

CESTA BÁSICA
O custo da cesta básica, referencial básico para avaliação do poder de compra do salário mínimo, no mês de outubro aumentou 0,38%, acumulando em 11,21% nos últimos 12 meses. “Isso está refletindo na conjuntura de instabilidade porque vem passando a sociedade brasileira, em que tanto o consumidor, quanto o produtor/fornecedor, estão mergulhados”, explica o diretor de estatísticas da Fundação Cepro, Elias Alves Barbosa.

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Apesar deste aumento, muitos produtos alimentícios tiveram queda. Abaixo tabelamos alguns itens alimentícios que tiveram inflação e deflação no último mês de outubro (e no ano de 2015) que tem influência mais forte no bolso do consumidor local.

Fonte: Com informações da Assessoria

Great Place to Work Brasil - 29/10/2015 às 08h54

Consultoria traz Metropolitan como melhor empresa para trabalhar no PI

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Em evento realizado na noite desta quarta-feira (28/10) no Cardinalle Buffet, a Great Place to Work Brasil (GPTW) premiou, junto com a Revista Cidade Verde, as 10 melhores empresas para trabalhar no Piauí, no ano de 2015.

No estado, o levantamento contou ainda com o apoio da Associação Brasileira de Recursos Humanos.

O prêmio da empresa global de consultoria, que atua em 53 países há mais de 20 anos, tem como objetivo enaltecer instituições que se destacam pela excelência no ambiente de trabalho. São avaliados critérios como variedade, originalidade, abrangência, calor humano e integração.

Marielle Baía recebeu, em nome do Hotel Metropolitan, a premiação de primeiro lugar no ranking. O hotel que pertence ao Grupo Damásio, que já é referência em atendimento, ostenta agora o título que demonstra a qualidade do ambiente de trabalho.

Foto: Péricles Mendel/ Reprodução InstagramFoto: Péricles Mendel/ Reprodução Instagram

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Rede não teve retorno esperado - 16/10/2015 às 10h04

Franqueada culpa o fechamento em São Luis por fim da loja em Teresina

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Em nota encaminhada à imprensa, a empresa Teresina Point Comércio de Alimentação Ltda, responsável pela franquia Habib's na capital piauiense, alegou que o fechamento da loja no Piauí se deu em decorrência do fim das atividades na Central de Produção Habib's em São Luis (MA), o que impossibilitou o abastecimento das lojas no Piauí.

Nada mais do que os efeitos da crise. Acontece que o investimento de R$ 20 milhões feito para a implantação da marca no Piauí e São Luis não teve retorno, obrigando o Grupo Gentil Negócio a fechar as portas por lá.

Blogs do estado do Maranhão confirmam que a crise afetou os negócios, em um efeito cascata que acabou causando também o fechamento da loja no Piauí.

Na época de implantação da rede sonhos eram ambiciosos e o cenário propício. A meta era abrir pelo menos mais três lanchonetes em Teresina, além da situada na avenida Presidente Kennedy, na zona Leste. Fato que não se concretizou.

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No último dia 10 de outubro um comunicado foi deixado na porta da loja avisava o encerramento da parceria comercial com o Habib's e agradecia a atenção dos clientes durante o tempo em que manteve os seus serviços na cidade.

Os números da Habib's impressionam. São quase 9 bilhões de esfirras já vendidas, 200 milhões de visitantes anuais, 22 mil funcionários e 430 unidades em 20 estados e no Distrito Federal. Fruto de uma tragédia familiar, a rede foi a via de escape encontrada pelo empresário Alberto Saraiva.

Alberto Saraiva, fundador da rede das esfirras mais famosas do BrasilAlberto Saraiva, fundador da rede das esfirras mais famosas do Brasil

SONEGAÇÃO FISCAL
Mas nem tudo são flores no negócio. Ano passado a rede esteve nas páginas de jornais após uma investigação aberta pela Secretaria de Fazenda de Minas Gerais. Batizada de Flex Food, a operação investigava denúncias de sonegação fiscal na rede. Um franqueado moveu uma ação contra o Habib's no rio grande do sul alegando que a empresa mandava os franqueados reportarem faturamento inferior ao efetivamente realizado.

O suposto esquema envolvia a falsa classificação de produtos nas notas fiscais, ocultação de receitas e não emissão de notas ao consumidor. Na época, a franquia negou as acusações.

Foi inaugurada em 2014 - 13/10/2015 às 14h31

Empresa encerra parceria e 'Habib's' fecha as portas na Avenida Kennedy

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Na última sexta-feira (10/10) a empresa Teresina Point Comércio de Alimentos tornou público o encerramento com a franquia de fast food Habib's que ficava localizada na avenida presidente Kenedy com Dom Severino.

O Habib's é uma franquia brasileira com cerca de 400 restaurantes espalhados pelo Brasil.

Em Teresina foi inaugurada em janeiro de 2014 e gerava cerca de 60 empregos diretos. Na época da abertura a previsão era que mais 3 lanchonetes da rede fossem inauguradas na capital, com investimento planejado de até 30 milhões, fato esse que não se concretizou.

A fachada já foi retirada do prédio, lonas foram colocadas na parte interna do estabelecimento e um banner com aviso de encerramento foi colocado na porta.

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