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84% dos recursos a produtores - 01/08/2016 às 11h00

Contratações no Semiárido, com recursos do FNE, já superam R$ 2,1 bilhões

As contratações com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) no Semiárido superaram R$ 2,17 bilhões no período de janeiro até a terceira semana de julho (posição de 25/07), totalizando 199,6 mil operações de crédito. O valor aplicado representa 84,4% da meta anual de R$ 2,57 bilhões definida para essa sub-região.

Deste volume, 84,2% dos recursos foram destinados aos produtores e empresas de porte mini, micro, pequeno e pequeno-médio, com destaque para os miniprodutores rurais (50,5%) do total para aquela sub-região.

No recorte por segmento econômico, os financiamentos rurais (agricultura, pecuária e agroindústria) mobilizaram 62,0% das contratações com recursos do FNE no Semiárido. As aplicações no Semiárido para o setor agroindustrial totalizaram R$ 22,7 milhões (1.324 operações) em recursos do FNE no período. Para o setor industrial, foram destinados R$ 217,1 milhões, distribuídos em 793 operações no período. Já a agricultura acumulou R$ 323,7 milhões em recursos, perfazendo 25.710 operações.

Além das aplicações no Semiárido, o Banco do Nordeste também operacionaliza as aplicações do FNE de acordo com outros subespaços regionais priorizados pela Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR), do Ministério da Integração Nacional.

Nesse sentido, dos recursos do FNE contratados no período, 86,6% foram destinados a municípios classificados como economia de Baixa Renda, Dinâmica ou Estagnada (no âmbito da PNDR).

Mesorregiões
No conjunto das Mesorregiões Priorizadas pela PNDR, os recursos aplicados somam R$ 1,2 bilhão, valor que aponta aumento de 12,9% nas aplicações com o FNE se comparado com o mesmo período do ano anterior. Neste contexto, são destaque as mesorregiões do Xingó (+43,3%), que abrange municípios de Alagoas, Pernambuco, Sergipe e Bahia, e do Jequitinhonha-Mucuri (+24,7%), nas regiões norte dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo.

Nos demais subespaços priorizados pela PNDR, as Regiões Integradas de Desenvolvimento (Rides) Petrolina Juazeiro (PE, BA) e Grande Teresina (MA, PI) tiveram aporte de R$ 185,1 milhões.

Fonte: AsCom

Endividamento acumulado - 17/07/2016 às 09h47

Soja: compra de insumos ainda está parada no Piauí por falta de dinheiro

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A compra de insumos para a safra de soja no Piauí está parada. Com restrição de crédito por causa do endividamento acumulado nas últimas duas safras, os produtores não têm dinheiro para comprar sementes, fertilizantes e defensivos para a safra que vai começar em três meses.

O presidente da Associação dos Produtores de Soja (Aprosoja-PI), Moyses Barjud, relata que a quebra de safra foi tão forte neste ano que volume produzido é semelhante ao colhido em 2005. “A diferença é quem saímos de 198 mil hectares em 2005 para mais de 565 mil hectares em 2016. Colhemos apenas 645,8 mil toneladas, é uma quebra de 70% na produtividade. Desde 2012 o endividamento virou uma bola de neve”, relata Barjud.

O dirigente aponta que o endividamento é generalizado no estado, que vem amargando prejuízos nas lavouras ano após ano. O pedido da Aprosoja-PI é que o governo federal autorize alongamento dessas dívidas para que o produtor não tenha restrição de crédito e consiga se planejar para a safra 2016/2017. Caso contrário, a tendência é de mais redução de área plantada.

“Nós não queremos deixar de pagar, mas precisamos investir na próxima safra. Os relatos que nós temos é que o clima será bom. Nós vemos uma oportunidade de recompor esses prejuízos”, explica Barjud.

Fonte: Canal Rural

Fique por dentro - 27/05/2016 às 09h33

Dicas de marketing digital para todos os empreendedores

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A internet transformou não apenas a maneira como nos comunicamos e interagimos socialmente, mas também gerou mudanças profundas na economia. Atualmente, grande parte dos consumidores utiliza a web como fonte primária de pesquisas de preços e também da reputação de lojas e serviços.

Por isso, comerciantes, lojistas e empreendedores de todos os portes e segmentos precisam se preparar para o ambiente online, criando estratégias e investindo em soluções de marketing digital para ganhar visibilidade e notoriedade varejo eletrônico. Veja algumas medidas básicas para alcançar os milhões de internautas brasileiros e se destacar da concorrência em seu ramo de atuação.

Melhore seu site

O site oficial de um negócio, seja ele descritivo ou uma própria loja virtual, é o ponto central para marcar sua presença na internet. Torne-o seu cartão de visitas oficial promovendo não apenas melhorias estéticas, mas uma navegação que proporcione uma excelente experiência para seu usuário.

Aplique estratégias de SEO

O SEO (Serch Engine Optimization) é um conjunto de estratégias e técnicas apuradas que auxiliam sua página a obter bons resultados de exibição nos principais buscadores da internet, como o Google. Os procedimentos são desenvolvidos por profissionais especializados que promovem o melhor posicionamento de um site ou de um produto determinado, dando mais visibilidade à sua marca e, consequentemente, aumento o número de visitas e de vendas pela internet.

Marque presença nas redes sociais

Um bom relacionamento com o seu público junto às redes sociais é imprescindível para construir um bom relacionamento entre sua marca e o público. Plataformas como Facebook, Instagram, Twitter, LinkedIn, entre outras, são ferramentas indispensáveis para divulgação de ações de marketing assertivas, além de serem os principais canais para perfilar, interagir e fidelizar o seu público.

Desenvolva conteúdo de qualidade para suas redes

Por ser um ambiente muito dinâmico e repleto de concorrentes, se sai melhor na internet a marca ou a empresa que desenvolve e distribuí conteúdos de qualidade para seu público. É muito importante oferecer fontes de informações relevantes e práticas para os internautas e consumidores em potencial, buscando sempre criar material que se destaque da pura propaganda. Além disso, há infinitas possibilidades de formatos de mídias que podem fazer a diferença, indo de textos informativos até vídeos e aplicativos que agreguem utilidade aos seus clientes.

Observe a concorrência

A internet também proporciona uma visualização muito apurada de seu nicho de mercado e de como sua concorrência está atuando sobre ele. Além de cuidar muito bem de suas páginas e redes, dedique algum tempo para avaliar e examinar as táticas de seus competidores e encontrar recursos para se manter em pé de igualdade na disputa pelo público.

Fonte: Ascom

Vai abrir um negócio? - 12/05/2016 às 16h12

Saiba quais são os melhores Financiamentos e Investimentos

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Em tempos de crise política, retração econômica e taxa de desemprego elevada, muitas pessoas enxergam oportunidades e investem no próprio negócio. Fábio Yamamoto, sócio da Tiex – empresa de consultoria e gestão financeira – dá dicas de como buscar financiamentos em bancos, ou investimento de terceiros. “É fundamental planejar o futuro da empresa, para não entrar nas estatísticas e fechar as portas”, aconselha Fábio.

Veja a seguir dicas do especialista Fábio Yamamoto, para quem quer começar a empreender e não tem capital suficiente:

01 Planejamento acima de qualquer coisa!
Traçar um planejamento com as perspectivas e as metas que o mercado pode oferecer, estimando custos e lucros, e analisar as oportunidades que área de atuação da empresa tem a apresentar, contribuem com o bom desenvolvimento da empresa. “Estudar a área de atuação que a empresa vai trabalhar, conhecendo os pontos positivos e os riscos que a área oferece fazem parte de um bom planejamento”, diz Fábio.

Fábio - TIEX.jpg

02 Financiamento Bancários, Fiquem Atentos!
Atualmente existem várias linhas de crédito oferecidas pelos bancos a novos empreendedores, seja em bancos públicos ou privados. Ambos apresentam vantagens e desvantagens, porém o empreendedor deve analisar qual é o melhor para a empresa. O nível burocrático exigido pelos bancos privados e o nível de monitoramento são menores, assim como o prazo de pagamento. Porém, os juros são mais altos.

Buscar linha de crédito em bancos públicos é mais difícil, o nível burocrático e o nível de monitoramento são maiores, porém sempre será uma opção mais barata, pois os juros são menores e os prazos para pagamento maiores.

03 Corram para encontrar um Investido-Anjo!
Buscar investimento através de investidor-anjo é uma das alternativas mais rápidas e baratas de se conseguir crédito. É uma solução positiva, pois o investidor não vai apenas injetar dinheiro na empresa, mas contribuirá também com conhecimento do mercado.

O investidor-anjo vai ter participação minoritária nos lucros da empresa e não atuará em um cargo executivo na empresa, mas apoiará o empreendedor como conselheiro e/ou mentor. O empreendedor deve ter consciência de que haverá uma cobrança e participação nos lucros por parte do investidor-anjo. No momento em que o investidor coloca capital na empresa, já existe uma data pré-estabelecida para saída do mesmo, geralmente acordado em contrato. O período de atuação do investidor-anjo na empresa vai depender da negociação entre empreendedor/investidor.

Fonte: Ascom

Entenda como acontece - 11/05/2016 às 15h38

Audiência no Procon alerta para direito do consumidor de pedir CPF na nota fiscal

Uma audiência pública no Procon entre a Secretaria da Fazenda e entidades ligados ao setor do comércio discutiu a dificuldade que alguns estabelecimentos ainda impõe ao consumidor na hora que ele pede a nota ou cupom fiscal, bem como a inclusão do CPF no documento. O promotor Nivaldo Ribeiro comandou a reunião, que contou com a presença da OAB, Sindlojas, CDL, Associação Comercial Piauiense, Conselho Regional de Contabilidade (CRC) e Associação de Bares e Restaurantes.

Segundo o diretor de Unidade de Atendimento da Sefaz, Paulo Roberto Holanda, com a implantação do programa Nota Piauiense, o consumidor tem ficado mais exigente na hora de fazer compras, mas em muitas ocasiões não é atendido quando exige a nota fiscal.
“Pedimos a ajuda do Procon, já que ainda estamos tendo problema com alguns comércios. É bom que se diga que não são todos, muitos fazem é ajudar a Sefaz realizando campanhas de conscientização por iniciativa própria”, declarou.

O presidente do Sindlojas, Luiz Antonio Teixeira, argumentou que alguns pequenos comerciantes ainda não se adequaram a nova realidade por conta de problemas financeiros. “Alguns não têm condições de comprar nem um computador, ou seja, recursos para se equipar”, afirmou.

No entanto, de acordo com o promotor Nivaldo Ribeiro, não é apenas por conta do programa Nota Piauiense que o contribuinte deve oferecer a nota fiscal ao consumidor, mas por força de uma lei que existe desde 1990. “Esse programa Nota Piauiense é um estímulo para o consumidor, mas por lei as empresas são obrigadas a fornecer a nota fiscal. Infelizmente ainda tem empresário que pergunta ao consumidor se ele quer ou não a nota. Estamos aqui para colaborar, conscientizar e nos colocar á disposição para cumprir a lei”, ressaltou.

Para a OAB, a nota fiscal é uma garantia para o consumidor na hora de relatar qualquer problema com a mercadoria adquirida, além de comprovar que o bem lhe pertence. “Na verdade, o contribuinte deveria ter essa consciência e não a Sefaz criar mecanismos para isso”, declarou.

Na audiência ficou decidido que a Sefaz vai encaminhar denúncias ao Ministério Público, que vai autuar as empresas que descumprirem a lei que garante ao consumidor pedir o cpf na nota. O Procon também receberá denúncias. Já as entidades farão campanha junto aos seus representantes para emitirem o documento com o cpf, além de encaminhar sugestões à Sefaz para melhorar o programa.

Fonte: Com informações da Assessoria

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