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No Máquina da Fama - 25/08/2015 às 09h52

Wanessa se transforma em Madonna e reproduz apresentação de 'Vogue' em programa de TV

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Mais uma cantora pop foi representada no programa de TV “Máquina da Fama” na noite desta segunda-feira (24).

Wanessa foi a convidada especial e teve que encarar o desafio de se transformar em ninguém menos que Madonna e representar ao vivo a icônica apresentação de “Vogue” no VMA de 1990.

No palco, Wanessa fez questão de representar e cantar ao vivo. Vem ver como ficou a transformação:

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E que tal agora comparar com a apresentação original?

Fonte: Com informações de Popline

Publicado Por: Maycon Carlos

Reviver é viver! - 24/08/2015 às 15h31

10 anos depois: Como está a vida das meninas do Rouge, após fim do grupo

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Musicais, bandas e casamento com ex-Br’oz: conversamos com as cinco cantoras de 'Ragatanga' para saber como elas enxergam a passagem pelo grupo pop feminino de maior sucesso no Brasil.

Se você foi jovem nos anos 2000, com certeza ainda sabe de cabeça a coreografia do single Ragatanga. A música, versão adaptada em português da canção The Ketchup Song, do grupo Las Ketchup, é só uma pequena amostra do impacto na indústria de música pop gerado pelo terremoto chamado Rouge.

Formado em 2002, originalmente por Aline Wirley, Fantine Thó, Karin Hils, Li Martins e Luciana Andrade, o girl group brasileiro explodiu após as meninas se consagrarem vencedoras do reality musical Popstar.

Selecionadas entre cerca de 30 mil candidatas, o Rouge chegou a lançar quatro álbuns e ultrapassar a marca de sete milhões de discos vendidos. Isso tudo até a última apresentação do grupo, em 2005.

Entre 2002 e 2005, as Spice Girls brasileiras trouxeram e implantaram no país influências da música pop ainda inéditas por aqui. O primeiro álbum, homônimo, e o segundo, C’est La Vie, brindaram os jovens brasileiros com hits como Não Dá Pra Resistir e Brilha La Luna.

Os dois últimos álbuns, Blá Blá Blá e Mil e Uma Noites, foram feitos já sem Luciana, que resolveu sair do grupo por motivos pessoais. No fim de 2005, a Sony Music não renovou o contrato das quatro cantoras. Foi nesta época que o grupo subiu ao palco pela última vez carregando o nome do Rouge. Mas, e hoje, dez anos depois do fim, como estão as cinco meninas?

Mudança de hábito
A integrante que mais continua em destaque na mídia é Karin Hils. Em 2009, a cantora participou da versão brasileira do musical Hairspray. Desde então, esteve em mais cinco peças – a mais recente e atual é a adaptação nacional do clássico Mudança de Hábito, protagonizado por Karin. Na TV, ela atuou em programas como Pé na Cova e foi uma das personagens principais da série Sexo e as Negas, ambos da Rede Globo.

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Por conta do papel em Mudança de Hábito, Karin já recebeu até a benção de Whoopi Goldberg. E quando foi que ela se interessou em trabalhar com musicais? Foi justamente vendo outra ex-rouge, Li Martins (na época do Rouge, o nome artístico dela era Patrícia Lissah), no palco.

“Eu já tinha assistido Chicago, Rei Leão, mas não tinha me marcado. Quando eu fui assistir a uma peça da Patrícia, eu pensei: ‘uau, que maneiro’. Daí eu acabei fazendo amizades, conhecendo as pessoas desse meio, que é bem fechado. Comecei a me interessar, fiz um teste para Hairspray e passei. Foi minha primeira experiência com atuação e depois, graças a Deus, fui fazendo um musical atrás do outro”, conta Karin.

Li Martins começou a fazer musicais um pouco antes. Em 2007, participou da montagem de Miss Saigon; em 2009, foi a Bela de A Bela e A Fera e na sequência esteve em trabalhos como Priscila: A Rainha do Deserto. Mas o foco dela não está só no teatro: nesse exato momento Li está em estúdio preparando seu futuro trabalho.

Já na vida pessoal, em 2007 ela passou a namorar o também cantor Matheus Herriez, ex-integrante do grupo Br’oz (boy band masculina também formada no reality Popstar), e os dois subiram ao altar em 2009. A cerimônia teve como padrinhos as ex-companheiras do Rouge Aline Wirley e Karin Hils, além de Jhean Marcel, Oscar Tinel, Filipe Duarte e André Marinho, ex-Br’oz.

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Sobre a participação em musicais, Li revela que foi algo que aconteceu meio sem querer e por intermédio de Matheus.

“Eu tinha comentado com ele que havia visto o Fantasma da Ópera e que estava encantada, pensando em procurar algum curso e começar a me preparar para testes e audições pra musicais. Coincidentemente, ele recebeu um e-mail falando de audições, que precisavam de orientais, e me encaminhou. Eu me inscrevi, mas não imaginava que tinha alguma chance de ser chamada para os testes. Foi realmente uma surpresa”, lembra.

Apesar disso, Li revela que não foi um período fácil: foi preciso enfrentar o preconceito das pessoas por ter saído de um grupo de música pop.

“As pessoas questionavam o meu potencial, e isso me abalou muito emocionalmente na época. Com toda essa responsabilidade de ser protagonista de um espetáculo como Miss Saigon, eu acabei adoecendo. Fiquei três semanas completamente sem voz. Mas os diretores americanos me deram muita força, e diziam o quanto tinham gostado da minha voz desde a primeira audição. Os diretores brasileiros também me ajudaram bastante, mas só comecei a me sentir mais segura depois da estreia, quando li as críticas, todas positivas, nas revistas e jornais de São Paulo”, conta.

Se no Rouge, as meninas foram unidas para realizar um trabalho pop mais voltado para o público teen, quem faz questão de lembrar que cada uma delas sempre teve um estilo preferencial na música é Aline Wirley. Formada em artes cênicas, ela também participou de musicais após o Rouge – inclusive, também esteve no elenco de Hairspray, assim como Karin. O mais recente trabalho dela nos palcos foi o aclamado Tim Maia – Vale Tudo. Mas o que mais chama atenção na carreira da artista é sua relação com o samba. Em 2009, chegou a lançar um disco chamado Saudade do Samba, inspirado em nomes como Chico Buarque.

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Atualmente, ela toca o projeto Ritualística ao mesmo tempo em que se dedica à maternidade. Antônio, filho de Aline com o ator global Igor Rickli, nasceu no ano passado. “Conheci o Igor fazendo o musical Hair, estamos juntos há cinco anos. O Antônio é muito musical, adora violão e um tamborzinho de brinquedo que demos para ele. Agora ele tem dez meses e, nesse tempo, consegui maturar ainda mais o Ritualística, o projeto musical da minha vida. O Rouge era um projeto formatado, pop e teen e, naquela época, eu estava bem na fase, com 20 aninhos. O Saudade do Samba foi uma fase de transição, onde eu estava me encontrando, me conhecendo. O Ritualística definitivamente me traduz nesse momento”, afirma.

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De volta ao reality
Outra que teve desdobramentos curiosos no pós Rouge foi Fantine Thó. Em 2006, a cantora lançou a Banda Thó, junto do irmão, mas o projeto foi interrompido quando ela, grávida, resolveu ir para a Holanda com o então marido. Após um tempo se dedicado à filha, Fantine continuou fazendo shows até que voltou para o universo dos realitys musicais. Em setembro de 2013, ela fez uma audição para versão holandesa do The Voice e chegou até as seletivas do programa.

Sobre as duas experiências com realitys musicais em dois momentos distintos, Fantine confessa que se sentia mais amparada no Posptar do que no The Voice. “Na Holanda, eu fui fazer a audição sozinha. Quando me separei do pai da Cristine, pensei: ‘nossa, agora vou ter que me virar e aumentar meus cachês’. Eu estava fazendo shows em alguns pubs e precisava dar um upgrade no meu nome, já que estaria lá sozinha. Daí arrisquei o The Voice e fui chamada para participar. Eles ficaram encantados pela minha carreira, era algo que dava uma história maravilhosa para a televisão. Foi uma experiência incrível, mas faltou apoio, amigos e família. Faltaram raízes para sentir firmeza”, lembra Fantine.

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Primeira a deixar o Rouge, Luciana Andradese desligou do grupo ainda em 2004, após o segundo álbum. Ela lembra que a participação dela na banda aconteceu de forma quase inexplicável. Na época, faziam apenas seis meses que ela estava em São Paulo e foi inscrita para as seletivas do Popstar pelo empresário de um artista para o qual Luciana fazia backing vocal. Ela nem sabia do que se tratava exatamente o programa quando foi chamada: Luciana morava em uma república e não via televisão. Hoje, quase dez anos após o fim oficial do grupo, Luciana afirma que sente apenas gratidão por ter participado do Rouge.

 

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Apesar de, em 2013, Luciana ter lançado alguns singles com a Lu Andrade e Banda, grupo de folk e pop rock que a cantora formou em 2012, ela afirma que não possui pretensões de tão cedo lançar algum disco.

Amizade verdadeira
No dia 13 de agosto, Fantine estava empolgada em reencontrar com a ex-colega de trabalho Karin. A primeira iria assistir o espetáculo Mudança de Hábito, estrelado pela segunda. Segundo Karin, há alguns anos as duas não se viam, mas quando se encontram é sempre uma experiência boa e elas acabam fazendo música juntas. Fantine conta que recentemente também havia conseguido visitar Aline no Rio e diz sentir que, hoje, todas elas encontram novos motivos para solidificar a amizade.

“A gente não tem um contato muito frequente, mas quando se encontra é como se nunca tivéssemos nos separado. É como aquele grande amigo de infância, que quando se reencontra parece que a amizade continua do lugar que parou. A intimidade até aumentou hoje”, diz. 

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Fantine conta também que acredita que de todas, talvez Karin e Aline sejam as que têm mais contato hoje. Karin, aliás, não poupa elogios ao falar das ex-parceiras de Rouge. “A Aline é minha irmã. É muito bacana ver que ainda hoje elas vibram com meu sucesso e vice versa. Muitas pessoas pensam que o Rouge acabou por causa de brigas internas, mas não foi. É claro que havia pequenos problemas aqui e ali, eram quatro mulheres convivendo. Mas, no fim, o que prevalecia era o carinho e o respeito. Nós éramos cúmplices da mesma história, só a gente sabia o que estávamos passando. Nós nos unimos e isso foi uma coisa bacana que ficou”, se derrete Karin.

Amadurecimento pessoal e profissional
Atualmente, as cinco integrantes possuem uma cabeça muito diferente em relação há dez anos – Li é a mais nova do grupo, hoje com 31 anos, e Luciana, a mais velha das cinco, completa 37 em setembro. Para Luciana, se tem uma coisa que mudou nos últimos dez anos, foi a forma que ela enxergava o mercado. “Musicalmente, eu acho que estou mais madura. Eu vi muito mais coisa. Na época do Rouge eu era muito inocente, acreditava que as pessoas do mercado viam o artista como algo além de somente um produto. Eu acreditava que eles viam a alma do artista.”, diz.

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Apesar disso, Luciana não deixa de encarar a passagem pelo grupo de forma positiva, inclusive musicalmente falando. “As pessoas lembram do meu trabalho, sabem que eu tenho uma estrada. O Rouge abriu minha cabeça para o que é a vida de um artista pop, para a ralação que é cada dia estar em um lugar, encontrar milhões de pessoas, trabalhar o tempo todo. Na época, eu coloquei todas as minhas influências de lado e, olhando hoje, o Rouge tinha baladas lindas que podiam ter arranjos folk. A diferença foi o tipo de produto que nós fomos, era algo que ia além da música. Mas eu adoro música pop, atinge muita gente. Hoje em dia tenho sentido essa vontade de cantar pop e eu adoro isso”, conta.

Fantine acredita ser outra pessoa hoje em dia e que isso se reflete bastante no trabalho dela. “Minha música tem aberto várias portas de uma forma pura, sem grandes produções. Eu não sabia dez anos atrás que o motivo pelo qual eu fazia música é a busca de uma conexão comigo mesma. Se antes eu ia atrás de grandes palcos, hoje eu sei que a maior aventura que eu busco é estar em contato com minha intuição e criatividade”, filosofa.

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Karin lembra que o Rouge surgiu ainda em uma época em que as gravadoras estavam sentindo a transição das mídias físicas para o consumo na internet. “Eu acho que o Rouge conseguiu seguir paralelo a isso, o sucesso foi muito grande. Foi uma história real. Eu era uma menina comum que tinha um sonho e que estava correndo atrás dele. Tinha saído de casa fazia pouco mais de um ano e tinha ido tentar a carreira em São Paulo. Tudo aquilo que as pessoas viram na TV foi de verdade, não tem como não associar isso tudo a um sonho” diz.

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Sobre o lado pessoal, Karin brinca com as mudanças que dez anos causam nas pessoas. “Penso nas coisas muito mais do que pensava dez anos atrás, mas, fora isso, sou a mesma pessoa. Sou muito grata por ter a oportunidade de trabalhar com arte, de mostrar isso para as pessoas. Eu sou muito feliz hoje”, encerra.

Fonte: Com informações do Elas!ca

Publicado Por: Maycon Carlos

Solta a música e seja feliz - 24/08/2015 às 14h11

DJ Brytho lança novo setlist #BadaloProject 07 para a galera, confira!

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Nome conhecido já do público, DJ Bryhto lança seu novo Set mix #Badalo Project 7, para toda galera jovem e para seus admiradores.

O podcast tem 73 minutos, com uma mesclagem de hits atuais, com um set rico em remixes tribais e bastante animado e não podemos escrever de citar os muitos vocais poderosos dando mais personalidade ao seu #BadaloProject.

"Vêm ouvir meu novo trabalho onde lanço minha nova logo intitulada "Animals", com uma proposta tribal e cheia de misturas eletrônica e sintetizadores que não vai deixar ninguém parado! Sinta o som e curta a música, aumente o volume e seja feliz", escreveu ele.

https://soundcloud.com/dj-brytho/badalo-project-7

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Publicado Por: Maycon Carlos

Reuniu 14 bandas - 24/08/2015 às 11h35

Teresina é Pop: Última noite reúne grandes nomes da música local

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O Teresina é Pop ano 14 teve sua última noite de apresentações neste sábado (22), centenas de pessoas estiveram presentes no estacionamento da ponte estaiada para acompanhar os shows das 7 bandas que iriam encerar a programação do festival.

Quem fez a abertura das apresentações foi a banda Cochá, com seu reggae autoral, seguido pela banda Gramophone, que passou um tempo sem participar do festival, mas mostrou para o público que voltou com toda força. Na sequencia foi possível curtir o show de Edvaldo Nascimento, que subiu ao palco com uma bagagem de 30 anos de carreira e empolgou a todos. Seguindo a programação Veia Sônica, Alcaçuz, Cabesativa e Megahertz, que fechou a noite com muito metal.

De acordo com Marlon Rodner, coordenador de Música da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves, o Teresina é Pop, cumpriu seu objetivo em mais está edição. "Durante esses dois dias de apresentações o que vimos foi um público totalmente animado com o que as bandas apresentavam, e é esse o objetivo desse evento mostrar as pessoas o que está sendo produzido por aqui, pois temos muitas bandas boas", afirma ele.

Os grupos que se apresentaram comprovam a importância do festival para divulgação de seus trabalhos. "Nossa banda ficou um tempo parada, mas voltamos e estar aqui participando do festival é importante pra mostrar isso. Participamos de edições anteriores do festival e é sempre muito bom. Pela variedade de estilos musicais que Teresina abriga é legal ter um festival para todos esses ritmos", afirma Rigoberto Lima, vocalista do banda Gramophone.

Alex Sertão é advogado e diz participar de todas as edições do festival,para ele o bacana é poder acompanhar essas variações do cenário musical de Teresina, que o Teresina é Pop reflete. "O legal é ver bandas surgirem nos palcos daqui e também as que se extinguiram ressurgindo", afirma o advogado fã de Led Zeppelin, que foi ao evento acompanhado da esposa e filha.

O Teresina é Pop é uma realização da Prefeitura Municipal de Teresina, através da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves. Em mais uma edição, o evento reuniu 14 bandas no estacionamento da Ponte Estaiada, em dois dias de festa totalmente gratuita para a população de Teresina.

Fonte: Com informações da Prefeitura de Teresina

Publicado Por: Maycon Carlos

Vão voltar para especial - 24/08/2015 às 10h09

Pussycat Dolls: por onde andam cada integrante hoje em dia?

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A notícia do retorno das Pussycat Dolls, no início do mês, sacudiu o mundo pop.

Se é difícil para os mais novos entenderem porque o reencontro de uma girlband (de só dois álbuns lançados!) mexe com tanta gente, para quem dançou ao som de “Don’t Cha” e “When I Grow Up” é tudo muito óbvio.

O PSD, como também é chamado pelos fãs, terminou de repente, sem despedida, deixando muito seguidor órfão.

Até hoje, nenhum outro grupo ocupou o lugar das americanas, com um quê de burlesco, de dance, de R&B, muito pop e muita coreografia.

O Pussycat Dolls anunciou um hiato, que virou fim oficial, em 2009 – e lá se vão seis anos. Nicole Scherzinger seguiu com destaque na mídia em sua carreira solo, principalmente como personalidade da TV, mas e as outras? Por onde andam as outras integrantes do grupo? Bem, vamos começar por Nicole…

Nicole Scherzinger
Figura frequente aqui no POPline, a cantora lançou dois discos solo após o fim do grupo – “Killer Love” (2011) e “Big Fat Lie” (2014) – mas nenhum nos Estados Unidos. Seu principal mercado se tornou o Reino Unido, onde conseguiu um nº 1 na parada de singles com “Don’t Hold Your Breath” (2011). Nicole também fez o musical “Cats” no West End, mas sua carreira se voltou mais para a TV: ela venceu o “Dancing With the Stars” (2010), foi jurada do “X-Factor” nos Estados Unidos e na Inglaterra e, mais recente, mostrou suas habilidades no “I Can Do That”.

Jessica Sutta
Após o fim do grupo, Jessica também seguiu carreira solo. Entrou e saiu de gravadoras, emplacou o single “Show Me” (2011) no topo da parada dance da Billboard, e atualmente promove a música “Let It Be Love” com Rico Love. A faixa, que também já entrou no Top 10 da parada dance americana, fará parte do primeiro álbum dela sozinha, que se chamará “Feline Resurrection” e tem previsão de lançamento para outubro.

Carmit Bachar
Primeira integrante a abandonar o Pussycat Dolls, ela não fez parte do segundo disco do grupo. Em 2010, ela lançou seu primeiro single “Cream” e anunciou a gravação de um álbum, que nunca saiu. Em 2012, estreou um clipe, para “Keep On Smiling”, e novamente pareceu que haveria um disco. Nos últimos anos, ela formou uma dupla chamada LadyStation, com uma produtora chamada Sammy Jay, e elas lançaram um EP – o “Voices”, com cinco faixas.

Kimberly Wyatt
Sem muita repercussão, Kimberly lançou músicas como “Not Just a Doll” (2010) e “Derriere” (2013) após o fim da girlband. Mas, assim como Nicole, sua carreira se voltou mais para a TV e para o Reino Unido: ela virou jurada do reality show de competição de dança “Got to Dance”, que teve cinco temporadas entre 2009 e 2014. Neste ano, ela participou e venceu o “Celebrity MasterChef” britânico.

Ashley Roberts
A cantora que diziam ter uma rixa séria com Nicole é uma das poucas que conseguiu lançar um disco solo após o Pussycat Dolls. “Butterfly Effect” saiu em 2014 no Reino Unido, mas não vingou. Um fracasso de vendas, passou despercebido. Ashley é mais reconhecida por seu trabalho como personalidade da TV, também no Reino Unido: ficou em 2º lugar no “I’m a Celebrity… Get Me Out of Here!” (2012), foi jurada do “Dancing on Ice” em 2013 e 2014, apresentou o “WWE Legends’ House” (2014) e, em fevereiro deste ano, participou da competição entre celebridades “The Jump”.

Melody Thorton
Desde 2010, ela fala sobre um álbum solo, que ninguém nunca ouviu até hoje. Mas Melody lançou singles como “Sweet Vendetta” (2011) e “Bulletproof” (2012), que compuseram uma mixtape independente lançada em 2012. Com menos sorte na TV, ela chegou a apresentar alguns preparativos de premiações em 2010 e participou do reality show “Popstar to Operastar” (2011), que botava os artistas para aprenderem ópera. Mas ela foi eliminada na terceira semana. Neste ano, ela “voltou à música”, com uma faixa em parceria com Bobby Newberry: “Serial Killer”.

Fonte: Com informações de Popline

Publicado Por: Maycon Carlos

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