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Diversos bairros sem energia - 14/02/2017 às 19h08

Temporal derruba árvores em THE e complica trânsito na volta para casa

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Por Apoliana Oliveira
Colaboração Maelson Ventura

Chuva em Teresina é sempre bem vida. Mas quando vem acompanhada de ventos fortes, costuma deixar estragos, como o que ocorreu no final da tarde desta terça-feira (14/02). Árvores de grande porte caíram em diversos pontos da cidade, e até sobre a pista na BR-343, interditando o tráfego por alguns minutos.

Na Avenida Presidente Kennedy, próximo ao cruzamento com a Avenida Dom Severino, a copa da árvore tomou toda a vida no sentido São Cristóvão/Piçarreira, e danificou parte da estrutura de um terminal de ônibus que está sendo construído no canteiro central da via.

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Ao cair, a árvore forçou a fiação elétrica, derrubando também postes da rede de distribuição. Um veículo ficou preso entre os galhos e o poste caído. O motorista não sofreu ferimentos.

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O trânsito na região ficou complicado. Sem energia, semáforos pararam de funcionar, complicando ainda mais a situação para os motoristas. Até as 19h, alguns bairros do entorno ainda estavam sem fornecimento de energia elétrica.

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Na BR-343, principal saída da capital para o norte do Estado, uma árvore caiu sobre a pista no trecho próximo ao Condomínio Alphaville. O tráfego ficou interditado por quase uma hora. Nenhum veículo foi atingido.

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Já na igreja da Vila Operária, uma árvore caiu impedindo o acesso pela entrada principal.

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Chuvas intensas na região Sul - 13/02/2017 às 17h59

Semar destaca equipe para vistoriar barragem que pode romper no Piauí

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A Barragem Vale Verde, localizada na cidade de Socorro do Piauí, no sul do Estado, vai passar por inspeção de sua estrutura, que segundo análise preliminar da Secretaria de Estado da Defesa Civil (Sedec), necessita de reparos. Uma reunião, realizada na manhã desta segunda-feira (13), com representantes da Secretaria do Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semar) e Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (Dnocs) determinou a necessidade de uma avaliação criteriosa do reservatório, considerando o risco de se rompimento e inundação no município.

O secretário Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Ziza Carvalho, explica que a Semar é o órgão competente para executar a fiscalização de barragens no Piauí, em conjunto com o órgão executor da obra. No caso da Barragem Vale Verde, a construção foi realizada pelo Dnocs, na década de 1970. “Serão enviados três engenheiros, dois da Semar e um do Dnocs, que a partir de amanhã (14), farão a avaliação estrutural do reservatório e a partir daí serão tomadas as providências necessárias para a sua reparação”, ressalta o secretário.

A barragem fica localizada no riacho Ribeira, a aproximadamente 15 km da cidade de Socorro do Piauí. A mesma possui 15 m de altura e poucas vezes sangrou ao longo dos anos.

No último dia 08 de fevereiro, o Governo do Estado decretou situação de emergência na cidade de Socorro do Piauí em virtude da possibilidade de rompimento da barragem, tomando por base o Relatório de Inspeção Regular realizado por técnicos da Secretaria de Estado da Defesa Civil (Sedec). “Estamos agindo com antecedência seguindo as determinações do governo. A análise que será feita pelos técnicos da Semar e do Dnocs serão determinantes para a execução das obras de reparo do reservatório”, enfatiza o superintendente de Recursos Hídricos da Semar, Romildo Mafra.

Fonte: AsCom/Semar

Geógrafo fez afirmação - 12/02/2017 às 10h53

Devastada pelo fogo, 'mata' no Piauí se recuperará daqui a 15 anos; veja

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Bocaina enfrenta uma tragédia ambiental: As consequências de um dos piores incêndios já registradas no Morro Grande, um dos símbolos da cidade, de acordo com o wikipédia é a montanha mais alta do estado do Piauí com 1.345 metros de altitude, com área de 275,16 km².

Um incêndio de grandes proporções atingiu o Morro Grande no final de novembro do ano passado, foram 10 dias em chamas, o suficiente para destruir cerca de 18% da vegetação, as arvores que não foram queimadas morreram pelas altas temperaturas, sem falar na morte de dezenas de animais nativos do morro.

O incêndio começou por uma queimada irregular em uma propriedade próxima ao morro, o mau planejamento aliado ao tempo seco fez com que as chamas logo saíssem do controle, sem nada feito pelo autor do incêndio ou pelas autoridades, a população apelou pela fé, e muitos fizeram “rezas de apagar fogo” outros pediram a Deus que apagasse tal fogo, que já ameaçava as casas de quem reside próximo ao morro, felizmente o que se sabe é que na noite do dia 10 de dezembro de 2017, não se via mais as chamas e nem fumaça.

Com a chegada das chuvas no incio de 2017, toda a caatinga rejuvenesceu, fato comum que acontece sempre nas primeiras chuvas, o que era cinza, volta a ser verde, e aí percebeu-se o tamanho do estrago, de longe é possível ver a mata seca e queimada se destacando das verdes que sobreviveram, o fogo atingiu os lados oeste e sul do morro que dão vista para a cidade de Bocaina.

A equipe do BocainaNews entrou em contato com geógrafo Marcos Mucing e o mesmo solicitou imagens do local para fazer uma avaliação previa do desastre, após ver a imagens, Marcos disse que não se trata apenas de um desastre que chega ao fim com o apagar da última chama, seus efeitos devem se prolongar por mais de uma década em um local onde caatinga e cerrado se encontram.

“Se não passar fogo por ali (de novo), em 15 anos é que algumas áreas começarão a se recuperar”, diz o geógrafo coordenador de projetos da ONG Conservação Internacional na região da BA, onde vive desde a década de 1990.

Segundo ele, esse é o prazo para que a mata esboce uma reação, os campos de cerrado se recuperam mais rápido, já a caatinga demora mais.

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Fonte: Com informações do Bocaina News

Com o novo dispositivo legal - 11/02/2017 às 19h23

Tribunal Penal Internacional reconhece 'ecocídio' como crime contra a Humanidade

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O Tribunal Penal Internacional (TPI) decidiu, no final de 2016, reconhecer o “ecocídio' (termo que designa a destruição em larga escala do meio ambiente) como 'crime contra a Humanidade'. O novo delito, de âmbito mundial, vem ganhando adeptos na seara do Direito Penal Internacional e entre advogados e especialistas interessados em criminalizar as agressões contra o meio ambiente. As informações são da Radio France Internationale.

Com o novo dispositivo, em caso de ecocídio comprovado, as vítimas terão a possibilidade de entrar com um recurso internacional para obrigar os autores do crime – sejam empresas ou chefes de Estado e autoridades - a pagar por danos morais ou econômicos. A responsabilidade direta e penas de prisão podem ser emitidas, no caso de países signatários do TPI, mas a sentença que caracteriza o ecocídio deve ser votada por, no mínimo, um terço dos seus membros.

O advogado brasileiro Édis Milaré, especialista em Direito Ambiental, saúda a medida, dizendo que “ninguém quer se envolver num processo-crime, porque o processo-crime estigmatiza. Nenhuma empresa quer responder por um crime ambiental, porque sabe que está em jogo a sua imagem, a sua reputação, a sua credibilidade, e isso diz respeito à sua sobrevivência. A questão penal é importante, mas em termos de gestão ambiental o assunto do dia no Brasil é dotar o país de um marco regulatório à altura da grandeza do nosso meio ambiente, que devemos proteger”, afirmou.

Em setembro de 2016, a Procuradoria do TPI publicou um documento de trabalho onde explica que, a partir de agora, o tribunal interpretará os crimes contra a humanidade de maneira mais ampla, para incluir também crimes contra o meio ambiente que destruam as condições de existência de uma população porque o ecossistema foi destruído, como no caso de desmatamento, mineração irresponsável, grilagem de terras e exploração ilícita de recursos naturais, entre outros.

Evolução

Desde a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP21), realizada em Paris, em 2015, os tribunais internacionais de Direitos da Natureza tentam qualificar o ecocídio, dentro do pressuposto jurídico, como o quinto crime internacional. Os outros quatro crimes internacionais, reconhecidos e punidos pelo Tribunal Penal Internacional, são o genocídio, os crimes de guerra, os crimes de agressão e os crimes contra a humanidade.

A jurista em Direito Internacional Valérie Cabanes, porta-voz do movimento End Ecocide On Earth (Pelo fim do ecocídio na Terra), explica a origem do termo. “A ideia de ecocídio existe há 50 anos e foi evocada pela primeira vez quando os americanos usaram dioxina nas florestas durante a Guerra do Vietnã. Agora queremos reviver essa ideia que considera que atentar gravemente contra ciclos vitais para a vida na Terra e ecossistemas deve ser considerado um crime internacional", disse.

“Trabalhamos em 2014 e 2015 num projeto de alteração do estatuto do TPI, onde definimos o crime do ecocídio, explicando que como hoje vivemos uma grave crise ambiental - com extinção de espécies, acidificação dos oceanos, desmatamento massivo e mudanças climáticas - atingimos vários limites planetários. Daí ser necessário regular o direito internacional em torno de um novo valor, o ecossistema da terra, e nós defendemos esta causa junto aos 124 países signatários do Tribunal Penal Internacional”, explicou a especialista.

“Será um longo trabalho, porque reconhecer os direitos da natureza e do ecossistema implica em reconhecer que o homem não é o 'dono' da vida sobre a Terra, o que pressupõe uma nova concepção do Direito, baseada numa realidade onde o homem é interdependente de outras espécies e do ecossistema. E isso implica também em reconhecer nossos deveres em relação às gerações futuras”, enfatizou Valérie.

Fonte: Com informações da EBC

Cerca de 100 mudas de ipês - 26/01/2017 às 14h56

Piauí Mais Verde leva arborização à cidade de Capitão Gervásio Oliveira

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O Governo do Estado do Piauí, por meio da Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos - Semar, em parceria com as prefeituras, dá continuidade à execução do Piauí Mais Verde, com o plantio de mudas em áreas urbanas dos municípios piauienses. Desta vez foi contemplada a cidade de Capitão Gervásio Oliveira, situado no Território Serra da Capivara.

“Desde que iniciamos este projeto, no primeiro semestre de 2016, temos a intenção de fazer a arborização em todas as microrregiões do estado, com o plantio de mudas de árvores típicas de cada região. Hoje, no dia do aniversário de Capitão Gervásio Oliveira, nosso presente para o município é o plantio de mudas que serão muito bem aproveitadas pelas atuais e próximas gerações”, disse o coordenador do projeto, Romildo Mafra.

Foram plantadas cerca de 100 mudas de ipês nas cores roxo, amarela e rosa na avenida principal da cidade. Além disso, cada um dos moradores do conjunto Minha Casa Minha Vida recebeu mudas de manga, ata, caju e tamarindo, num total de 100 espécimes de árvores frutíferas distribuídas.

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“O governo tem o compromisso de garantir até o final de 2017, o plantio 22.400 mil mudas de várias espécies nativas e exóticas de cada região, em ruas e avenidas. Este é um compromisso do próprio governador Wellington Dias com os municípios. A proposta é desenvolvermos também ações de educação ambiental, dentre elas, cursos de reciclagem e palestras educativas”, ressalta o secretário do Meio Ambiente, Ziza Carvalho, que tem se empenhado em desenvolver projetos na área ambiental que contemple os municípios piauienses.

 

Fonte: Com informações do Governo do Estado do Piaui

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