Devido aumento de casos · 20/09/2017 às 14h55 | Última atualização em 20/09/2017 às 14h59

Defesa Civil realiza palestra de orientação contra incêndios na zona rural


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O B-R-O BRÓ se caracteriza como o período mais quente do ano na capital piauiense. Consequentemente, os riscos de incêndios aumentam. Por isso, a Defesa Civil de Teresina apresenta palestras nas comunidades com o objetivo de orientar os moradores sobre como agir em situações de princípio de incêndio.

Aproximadamente 40 pessoas participaram da palestra, realizada nessa terça-feira (19), na Escola Municipal Cajazeiras, zona rural de Teresina. As instruções foram dadas a crianças e professores, que aprenderam como manusear extintores de incêndios, como evitar queimadas e a importância da Defesa Civil. “Essas palestras nas escolas visam orientar principalmente as crianças, que são fortes agentes de divulgação das ações preventivas contra as queimadas”, declara Marcos Rolf, membro da Defesa Civil.
 

Segundo o profissional, as ações auxiliam na prevenção, mas também na revitalização do Meio Ambiente. Após a palestra, foi realizado um monitoramento na região em locais que podem ter focos de incêndios. A Defesa Civil já realiza palestras desde agosto e contemplou duas comunidades atingidas por incêndios em 2016: Salobro, que teve 70% de sua área queimada, e Alegria, que teve 30% da área atingida.

“Através das crianças, que assistiram a palestra, ganhamos, também, mais agentes de monitoramento, pois sempre que elas perceberem as queimadas em sua fase inicial, se comprometeram em avisar os adultos”, conclui o tenente Sebastião Domingos, do Corpo de Bombeiros do Piauí.

Secretaria divulga boletim · 20/09/2017 às 09h04 | Última atualização em 20/09/2017 às 09h13

Focos de incêndio crescem 21% no Piauí


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Desde o início do ano, o Piauí registrou mais de 4.700 focos de incêndio, 21% a mais que em 2016. Segundo dados divulgados pela Secretaria de Meio Ambiente,  2099 focos foram registrados somente neste mês de setembro.

Um alerta para as autoridades, diante o risco elevado de incêndios florestais.

Uruçuí é o município com o maior número de registros, 399, seguido de Baixa Grande do Ribeiro (126) e Ribeiro Gonçalves (123). 

Alerta ainda para os municípios de Sebastião Leal, Jerumenha, São Pedro do Piauí, Gilbués, Guaribas e Floriano. 

Os números, apesar de alarmantes, estão dentro da média anual histórica.

CLIQUE PARA ACESSAR O BOLETIM

Signatário de protocolo · 17/09/2017 às 10h46 | Última atualização em 17/09/2017 às 10h51

Brasil se antecipa e reduz em 34% consumo de substâncias que prejudicam camada de ozônio


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O Brasil antecipou resultados na proteção da camada de ozônio, com a redução do consumo de hidroclorofluorcarbonos (HCFCs) pelos setores de refrigeração e espumas. O País cortou em 34% o uso desses compostos nocivos.

Esse estrato é responsável por filtrar os raios solares, cuja incidência está associada ao aparecimento de doenças como o câncer de pele e ao aquecimento global. A antecipação do resultado foi de três anos pelo Brasil.

A medida faz parte de um acordo internacional entre países em desenvolvimento. Há 30 anos, foi ratificado com a assinatura do Protocolo de Montreal.

Em vigor desde 1987, o Protocolo de Montreal tem a adesão de 197 países que trabalham para eliminar gradativamente substâncias nocivas à camada de ozônio. Entre elas, estão os clorofluorcarbonos (CFCs), antes encontrados em geladeiras, e os HCFCs.

O Brasil aderiu ao Protocolo em 1990 e, em 2010, zerou o consumo dos CFCs. Embora tenham menor potencial de destruição da camada de ozônio, os HCFCs também devem ser substituídos na indústria por outros compostos químicos.

O objetivo é concluir o banimento até 2040. Além dos equipamentos de refrigeração e ar-condicionado, os HCFCs são usados em espumas como as de colchões, estofados e volantes de carro.

Veja a situação atual · 16/09/2017 às 20h48 | Última atualização em 16/09/2017 às 21h01

Todo território piauiense está em risco de incêndios; confira os dados divulgados pelo Inpe


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O mês de setembro é historicamente o que mais registra incêndios florestais no Brasil. E 2017 não é diferente. Nas últimas semanas, por exemplo, o fogo causou estragos no Piauí e a situação tende a piorar. Até o momento foram registrados 4.482 focos de incêndios no estado.

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) tem divulgados dados que mostram que o Piauí tem quase todos seu território em área de risco para incêndios.

De acordo com o monitoramento feito por satélites pelo INPE, houve apenas três ocasiões desde 1998 que os registros de queimadas no mês de setembro foram superados. Em duas delas, agosto contabilizou mais incêndios e, na outra, outubro. Em 2017, já se pode afirmar com segurança que setembro vai superar agosto. Mesmo estando no meio do mês, já foram registrados mais de 44 mil focos, contra 49 mil de todo o mês passado.

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Serviço de entrega de mudas · 09/09/2017 às 12h19

Prefeitura de Teresina inseriu mais de 400 mil mudas de árvores


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  Rômulo Piauilino

A Prefeitura de Teresina, por meio do projeto Teresina Mais Verde e Comitê de Arborização, já  inseriu 406.774 mudas de árvores frutíferas, nativas e ornamentais na cidade no período de abril de 2013 a 1º de agosto deste ano. O projeto existe desde 2013 e tem o objetivo de aumentar a arborização na cidade.

Somente este ano, de janeiro a 01 de agosto, foram 75.655 mudas, sendo plantadas 7.543 árvores em espaços públicos, como avenidas, ruas e praças. Foram feitas 30.218 distribuições gerenciadas, que são aquelas que acontecem em eventos, como Faxina nos Bairros, Caminhão  do Verde, feiras entre outros eventos. Foram 37.894 doações gerenciadas, aquelas quando as pessoas procuram os viveiros. Apenas no evento Teresina em Ação, realizado no bairro Satélite em julho passado, foram distribuídas 1.000 mudas frutíferas e ornamentais para os moradores da zona Leste.

O coordenador de Arborização da Prefeiura de eresina, Clovis Freitas Júnior,  informa que todas as espécies que são distribuídas são produzidas nos dois viveiros de mudas da Prefeitura. “Além dos viveiros onde fazemos distribuição, tem também um ponto na SDU Sul, na Gerência de Serviços Urbanos. Queremos que Teresina seja conhecida como uma cidade verde e que as pessoas também plantem nas suas casas, por isso, além do trabalho que as equipes da Coordenação de Arborização fazem de plantio, também distribuímos mudas de plantas nativas e frutíferas para a população”, disse.

O funcionamento  de entrega de mudas nos viveiros é de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 11h, e qualquer pessoa pode adquirir até 10 mudas de árvores. São três os Viveiros Municipais: um na Avenida Raul Lopes, zona Leste; um na Avenida Duque de Caxias, no bairro Mocambinho, zona Norte, e o terceiro no Km 7, BR 316, na zona Sul e ainda um quarto posto de distribuição, na Gerência de Serviços Urbanos Sul (GSU-SUL). Cada Viveiro possui uma variedade de 50 espécies de plantas.

Na área de conservação · 23/08/2017 às 15h27

Projetos de proteção do meio ambiente no Nordeste receberão R$ 813 mil


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No mês de agosto, a Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza apoiará financeiramente 17 novos projetos de conservação da natureza em todo o Brasil - que foram selecionados por meio de editais públicos lançados no início de 2017. No total, serão doados R$ 2,3 milhões para iniciativas a serem realizadas em todos os biomas brasileiros e nos ecossistemas costeiro e marinho. Nos estados da região Nordeste são três os projetos que receberão apoio financeiro e que, juntos, somam R$ 813 mil.

Nos estados do Ceará e de Pernambuco, o projeto da Aquasis “Aves e seus mananciais na Caatinga cearense: Conservação através de Planos de Ação Nacionais” prevê ampliar a área da Reserva Oásis Araripe, criada 2014 nas encostas da Chapada do Araripe com o objetivo de proteger uma das aves mais raras e ameaçadas do mundo, o soldadinho-do-araripe (Antilophia bokermanni). Também são objetivos do projeto realizar censo para monitorar esta e outras cinco aves da Caatinga, bem como produzir e plantar mudas para enriquecer o habitat desses animais com arbustos, já que as árvores locais possuem crescimento lento e não acompanham o desenvolvimento e reprodução das espécies.

Proposta pela Fundação Apolônio Sales de desenvolvimento da UFRPE, a iniciativa “Conservação e ecologia espacial de predadores marinhos vulneráveis numa área marinha protegida crescentemente ecoturística” atuará na defesa dos tubarões de Fernando de Noronha (PE). O projeto está focado nos tubarões lixa e limão, que se reproduzem próximo à costa: o problema é que nesse período eles ficam expostos à presença de humanos pelo ecoturismo, o que inibe sua reprodução. Para garantir a sobrevivência dos tubarões, os pesquisadores buscam identificar as áreas e os períodos de sua reprodução e alimentação para embasar ações de proteção dos seus habitats essenciais.

O “Programa Nacional para a conservação dos peixes-bois-marinhos”, proposto pela Fundação Mamíferos Aquáticos, será implantado nos estados nordestinos da Bahia, Paraíba e Sergipe, e também no Pará. A iniciativa atuará no monitoramento de peixes-bois-marinhos (Trichechus manatus) reintroduzidos no ambiente aquático, mas que vêm enfrentando barreiras que limitam o processo de readaptação. Para garantir um monitoramento eficiente, que auxilie as futuras ações em prol da conservação desses animais, o programa acompanhará os animais por meio de uma tecnologia satelital, desenvolvida no Brasil. Desde a colonização do Brasil, os peixes-bois-marinhos sofreram uma forte pressão de caça e, hoje, existem apenas cerca de 1 mil indivíduos do Nordeste brasileiro.

Inscrições para novos projetos estão abertas

A Fundação Grupo Boticário está com o edital aberto para apoiar novos projetos de conservação em 2018. As inscrições podem ser feitas até o dia 31 de agosto no site da instituição, com três opções de categorias: Apoio a Programas (para iniciativas em todo o Brasil que demandem mais tempo para aplicação), Biodiversidade no Paraná (para propostas a serem executadas na região paranaense) e Apoio a Projetos (para projetos que contribuam na conservação das áreas úmidas).

Para concorrer em qualquer uma das três categorias, é preciso que as propostas atendam a uma das quatro linhas temáticas de apoio, relacionadas a unidades de conservação (UCs), espécies ameaçadas, ambientes marinhos e políticas públicas (esta específica para “Apoio a Programas”).

Alerta de navegação · 29/07/2017 às 07h15

Marinha alerta para ondas de até 4 metros no litoral do Nordeste


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Ventos muito fortes e ondas de 3 a 4 metros podem atingir o mar do litoral do Nordeste entre Natal e São Luís a partir da noite desta sexta (28) e até a manhã de domingo (30). A previsão é da Capitania dos Portos do Ceará, que emitu alerta de navegação.

O órgão recomenda que os barcos de pequeno porte evitem navegar nestes dias e que as demais embarcações redobrem os cuidados com os itens de salvamento e segurança e com o estado dos motores e do casco.

Para o presidente da Colônia de Pescadores Z-8, Possidônio Soares Filho, em condições assim, sair para o mar pode ser fatal para jangadas e outros tipos de barcos a vela.

“Quando se sai daqui do Porto de Fortaleza, está esse terral, esse ventinho calmo, mas com a subida do sol, o vento vai se aproximando da velocidade que não é compatível com embarcações a vela. O pescador precisa estar atento, porque pode cair numa situação em que ninguém poderá ser resgatado”, afirmou.

De acordo com a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), esta época do ano (até novembro) em Fortaleza se caracteriza pelos ventos fortes, que chegam a mais de 50 quilômetros por hora. Também nesse período, o vento muda de direção e passa a soprar a partir do leste e do sudeste, o que afeta a navegação na parte norte da Região Nordeste.

Várias espécies encontradas · 20/07/2017 às 09h30

Peixes aparecem mortos em rio do PI e caso preocupa ambientalistas


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Na manhã desta quarta-feira (19/07), pescadores que residem próximo ao sangradouro da barragem do Rio Piracuruca, ficaram espantados com a presença de vários peixes, inclusive arraias que é um dos mais resistentes, estavam mortos ou agonizando nas margens do rio.

É possível observar sobre a superfície da água do rio, uma espessa camada, uma crosta que dificulta a oxigenação da água, uma das prováveis causas desta grande mortalidade.

O pescador Deusdeth Alves, foi quem acionou a reportagem para comparecer no local e constatar a preocupante situação, “Moro há 15 anos próximo a barragem e em todo esse tempo nunca presenciei uma lamentável cena como esta. Estou muito triste, sou pescador há muitos anos, sou aposentado pela Colônia de Pescadores e não posso pescar no rio por conta dessa mortalidade inexplicável de peixes, posso adoecer e a minha família também se consumir um pescado nessa situação, nem banho no rio estamos mais tomando, está suspenso”, afirmou o pescador ao portal Piracuruca ao Vivo.

Um alerta foi dado aos moradores que tinham costume de banhar, pescar e lavar roupas nas margens do rio, todos estão evitando até que descubram a causa desta mortalidade e seja solucionado o problema.

O Secretário Municipal do Meio Ambiente, Manoel Filho, estava participando de uma reunião do conselho do setor, quando tomou conhecimento da ocorrência e foi até o local verificar a situação, “Infelizmente podemos constatar esta anormalidade na água, é muito preocupante e estou acionando imediatamente a Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Piauí (SEMAR), para que possa vir até o local e coletar amostras da água e constatar os motivos desta mortalidade que é muito preocupante para toda a região de Piracuruca, inclusive por onde se estende o Rio Piracuruca”, finalizou o secretário.

Em Teresina fez até 17ºC · 15/07/2017 às 16h54 | Última atualização em 15/07/2017 às 16h59

Tempo seco derruba temperaturas à noite; Oeiras teve mínima de 12,8ºC


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A baixa umidade e a entrada de ventos frios sobre o Nordeste têm contribuído para a queda das temperaturas em boa parte do Piauí, durante a noite.

Na cidade de Oeiras, por exemplo, o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) registrou 12,8ºC. Há previsão para que no Piauí, e em outros estados do Nordeste, a temperatura possa cair ainda mais, abaixo dos 10ºC, em algumas cidades.

Também na quinta-feira (13), a mínima registrada em Teresina foi de 17ºC, durante a madrugada. Índice idêntico ao registrado ano passado, nos meses de julho e agosto.

Mas o INMET também alerta para a baixa umidade durante o dia, nas cidades mais ao sul do estado, cujos níveis podem variar entre 30% e 20%, que representam leve risco à saúde.

Para este domingo, a máxima prevista em Teresina é de 33ºC, e a mínima de 18ºC.


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Dando continuidade ao projeto que concilia a natureza com a literatura, o Centro Municipal de Educação Infantil Francisco de Assis realizou um momento de arborização do espaço através do projeto “Meio Ambiente: Sementes do Amanhã”, que é um convite à reflexão, amar, defender e preservar.

O projeto está sendo desenvolvido desde o mês de abril, quando inspirado na beleza dos jardins, o Cmei Francisco de Assis, no Mocambinho, desenvolveu o projeto “Jardim de poesia”, por meio do qual foi trabalhado durante dois meses o gênero textual poesia. A ação faz parte do projeto “Universo encantado da leitura”, que está em sua segunda edição e incentiva a aproximação das crianças com os livros através do meio ambiente. O projeto foi trabalhado com 273 crianças de 2 a 5 anos.

Para a realização dessa segunda etapa do projeto o professor Cineas Santos, parceiro das atividades que estão sendo desenvolvidas, esteve presente para junto com as crianças do 2º período da Educação Infantil realizarem o plantio de Ipês. Foi um momento de envolvimento e alegria para todos.

“É muito gratificante acompanhar esses projetos que têm como objetivo estimular a leitura e o cuidado com o meio ambiente. Então, parabenizo a equipe da escola pela iniciativa. Em evento passado onde fui homenageado pela criançada prometi voltar para plantarmos um Ipê Amarelo no pátio da escola. Promessa cumprida com muito carinho”, disse Cineas Santos.

Outro grande parceiro é a equipe do Projeto Lagoas Ambiental, do Programa Lagoas do Norte, que forneceu as mudas e fará diversas atividades no Cmei esta semana em alusão ao Dia Mundial do Meio Ambiente.

“A escola propõe-se a trabalhar em 2017 com atividades que envolvam a natureza, temas sobre meio ambiente com a leitura, para que os estudantes observem no jardim elementos que possam se transformar em poemas. Por isso, a importância de deixar o jardim cada dia mais colorido e florido, mostrando para nossas crianças a relevância da preservação ambiental e transformando tudo isso em poemas como forma de registro do que esta sendo aprendido”, explico Josélia Cristina Carvalho, diretora do Cmei.

Nesta segunda-feira (05) a equipe do Cmei organizou um dia especial com a garotada. Todos se encantaram com um espaço novinho para a hora de lazer da escola. O Chuveirôdromo foi inaugurado com muita festa e muito banho de chuveiro. A água já cai diretamente no jardim mostrando para os pequenos a importância do aproveitamento desse liquido tão precioso para os seres humanos. “Hoje foi um dia de muita diversão, mas acompanhado de muito aprendizado”, finalizou Josélia.

Veja a programação · 02/06/2017 às 20h09 | Última atualização em 02/06/2017 às 20h12

Lagoas do Norte realiza circuito integrado em educação ambiental e sanitária


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Conscientizar crianças e adolescentes sobre os cuidados com o meio ambiente. Com esse objetivo, o Programa Lagoas do Norte, através da Unidade do Projeto Socioambiental, realiza o I Circuito Integrado em educação ambiental e sanitária. As ações, feitas em alusão ao Dia Mundial do Meio Ambiente, começam na segunda-feira (05/06) com visita e plantio de árvores onde está sendo construído o Parque do Mocambinho.

A visita ao local das obras do Parque do Mocambinho acontece a partir das 8h. Os alunos do Escolão do Mocambinho irão conversar com moradores do entorno do Parque e aplicar um questionário participativo sobre resíduos sólidos. Em seguida, será feito o plantio de oitizeiro, uma das espécies nativas da região, nos canteiros da área de passeio da Lagoa do Mocambinho.

O coordenador da Unidade do Projeto Socioambiental, Jorginei Moraes, explica que as ações do Circuito Integrado serão realizadas em parcerias com as escolas que estão dentro da área de intervenção do Programa e adequadas à idade escolar dos alunos.

“É na escola onde está esse processo de formação do cidadão. A criança e o adolescente levam o que aprendem na sala de aula para casa, para sua comunidade. Eles são multiplicadores. Por isso, vamos focar esse circuito junto com as escolas”, explica Jorginei Moraes.

Além da arborização, o circuito integrado terá visita a campo, cinema ambiental, palestras socioeducativas e teatro. Na terça-feira (6), nos turnos manhã e tarde, haverá sessão do cinema ambiental e plantio de mudas ornamentais na CEMEI Francisco de Assis. “As atividades são adequadas para cada público. Com os alunos da educação infantil, faremos o cineminha, que é uma forma de despertar e sensibilizar para a importância das questões ambientais”, comenta a educadora ambiental do Programa Lagoas do Norte, Márcia Alencar.

Foram mais de 1 mil mudas · 27/05/2017 às 16h43

Semam distribui mudas no Parque da Cidadania durante o Ação Global


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Mais de 1 mil mudas de plantas foram distribuídas neste sábado (27/05) pela Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos de Teresina durante o Ação Global, que aconteceu no Parque da Cidadania.

A medida é forma de incentivar a preservação das áreas verdes da cidade, já que a arborização ajuda a controlar o clima, além de trazer benefícios ao meio ambiente.

A prefeitura de Teresina disponibilizou ainda um espaço voltado para explicar os trabalhos desenvolvidos pelo órgão, como a Gerência de Meio Ambiente e do Núcleo de Educação Ambiental.

E como forma de incentivar a adoção de animais, a Seman também montou um espaço para tirar dúvidas da população sobre as responsabilidades e o cuidado com os bichos de estimação.

O Ação Global é realizado pelo Serviço Social da Industria, em parceria com a Rede Globo.

Meta de 1,5 graus centígrados · 17/05/2017 às 10h35

Fórum climático alerta que limitar temperatura é questão de sobrevivência


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O Fórum de Vulnerabilidade Climática (CVF), grupo que reúne 50 nações especialmente vulneráveis ao aquecimento global, advertiu nesta quarta-feira (17/05) em Bonn, na Alemanha, que limitar esse fenômeno a um máximo de 1,5 graus centígrados é "questão de sobrevivência". A informação é da Agência EFE.

"Para os países-membros do fórum, cumprir com a meta de 1,5 graus é simplesmente uma questão de sobrevivência", declarou Debasu Bayleyegn Eyasu, que comanda a Direção de Coordenação de Mudança Climática do Ministério de Meio Ambiente da Etiópia, país que preside atualmente o CVF.

Eyasu acrescentou que já está ocorrendo "significativo impacto climático" com o atual nível de aquecimento. Ele falou em entrevista transmitida pela internet e realizada em Bonn, onde ocorre a reunião dos países do Acordo de Paris para preparar a próxima Conferência do Clima, marcada para novembro nessa cidade alemã.

Um aquecimento adicional "não fará mais do que aumentar os riscos de impactos graves, generalizados e irreversíveis", afirmou.

A presidência etíope destacou que apesar dos graves riscos que enfrentam, os países-membros do CVF, que representam mais de 1 bilhão de pessoas nos cinco continentes, veem em uma "ambiciosa ação climática a oportunidade para prosperar".

"Temos enorme déficit em ação climática", advertiu Emmanuel M. De Guzman, da Comissão de Mudança Climática do Escritório da Presidência das Filipinas, país que precedeu a Etiópia à frente do CVF.

Segundo De Guzman, enquanto existe a possibilidade de frear a mudança climática é preciso aproveitá-la, pois "o fracasso não é uma opção". Para ele, são necessárias ações imediatas e drásticas.

"Os 1,5 graus são nosso limite de oportunidade e esperança", acrescentou.

Segundo Eyasu, "a ação climática pode reduzir riscos, limpar o ambiente, gerar novos trabalhos verdes, limitar a instabilidade econômica e potencializar o uso sustentável de recursos nacionais".

A falta de uma ambiciosa ação climática, disse, "prejudicará muito seriamente" o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, a chamada universal à adoção de medidas para pôr fim à pobreza, proteger o planeta e garantir que todas as pessoas gozem de paz e prosperidade.

Conservação do litoral · 19/04/2017 às 15h44 | Última atualização em 19/04/2017 às 15h50

Ministério prevê plano de ações contra acúmulo de lixo no litoral do país


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A nova versão do Plano Federal de Gerenciamento Costeiro (PAF), coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente, vai incluir ações para combater o acúmulo de lixo na costa brasileira.

Será necessário um diagnóstico para avaliar o impacto das milhões de toneladas de resíduos sobre o meio ambiente marinho nos 8,5 mil quilômetros de litoral. Serão propostas ações para reduzir os danos ambientais.

O novo PAF está em fase de elaboração e prevê ainda a criação de um programa de monitoramento da linha de costa e avanços no zoneamento ecológico-econômico costeiro (ZEEC) e no Projeto Orla. Os dois instrumentos são fundamentais para reduzir a degradação do litoral. Outra ação do novo PAF será o resgate dos encontros nacionais de gerenciamento costeiro, que, depois de nove anos, terá nova edição em junho de 2017.

O gerenciamento integrado da zona costeira prevê a participação do governo federal, estados, municípios, sociedade civil e empresas nas decisões. O grupo, responsável por planejar a implementação do PAF na esfera federal, terminou recentemente a avaliação da fase 2015-2016. Com base nos resultados, deverá reforçar os programas de capacitação e treinamento.

O plano bienal faz parte da estratégia de implementação do Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro, principal política pública para o a conservação do litoral do País.

Gordura é uma preocupação · 15/04/2017 às 05h29

Aprenda a limpar a caixa de gordura e evite entupimentos


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A caixa de gordura é um recipiente que fica entre as linhas de drenagem e as linhas de esgoto sanitário de um estabelecimento ou de sua casa. É a partir dessa caixa que é possível separar a gordura e óleos dos alimentos da água que foi utilizada nas lavagens, prevenindo que o esgoto fique contaminado. Dessa maneira você deve saber como limpar a caixa de gordura para que o encanamento funcione perfeitamente.

Feitas dos mais variados materiais, as caixas de gordura recebem toda a água das cozinhas, antes que ele corra para os esgotos de uma cidade. Seu principal objetivo é filtrar toda e qualquer gordura que seja despejada. Para isso existe uma divisão interna, na qual o líquido oleoso fica depositado e água sai pelo lado oposto.

Em pontos comerciais e alimentícios de uma cidade, limpar a caixa de gordura é uma preocupação que sempre deve ser maior, já que o fluxo de óleos é mais alto. Evitando assim entupimentos dos canos, transbordamentos e maus cheiros.

Preocupações ao limpar a caixa de gordura
Com a caixa cada vez mais cheia, o acúmulo de gordura vai criando uma crosta de sujeira, como uma bola, a qual não consegue mais se movimentar pelo cano, causando problemas no mecanismo da caixa e no entupimento dos mesmo. Por isso é importante sempre manter a caixa o mais limpa possível.

Fique atento a alguns sinais que o mau funcionamento da caixa apresenta e evite transtornos como por exemplo, escoamento lento da água, transbordamento da caixa de gordura, mau cheiro e possíveis infestações por baratas e outro insetos.

- Coloque a caixa de gordura em linha reta com a pia da cozinha, sendo mais fácil de limpar qualquer cano.
Evite fazer curvas nas tubulações da caixa, por que isso ajuda o entupimento.
- Utilize um sistema de sifão que ajuda a reter a sujeira.
Evite jogar qualquer tipo de óleo de cozinha diretamente na pia, e se possível faça uma coleta seletiva para descartar de forma adequada.
- Evite deixar sobras de comida nos pratos para não deixar o ralo da pia congestionado.
- Faça manutenções de limpeza, o ideal é a cada seis meses.

Existem também alguns mitos sobre como limpar a caixa de gordura, e alguns produtos que oferecem certa mágica. Não se deixe enganar por isso, e sempre prefira adquirir produtos especializados para não ocasionar estrago e perda de dinheiro ainda maior.

Refrigerantes não têm o poder de desentupir pias como muito falado por ai, a água quente só auxilia na limpeza, a soda cáustica além de ser altamente química, pode corroer seus canos e não limpar as crostas grudadas.

Misturas de bicarbonato de sódio e vinagre não são uma bomba milagrosa, e assim como a água quente não tem o poder de desentupir um cano, já que sua composição não é forte o bastante. Eles apenas auxiliam em uma limpeza.

Como a limpar a caixa de gordura
Agora que você já sabe que a caixa de gordura é fundamental para o bom funcionamento de qualquer rede de esgoto, aprenda como manter a manutenção periódica:

- Retire a tampa da caixa de gordura.
- Separe uma vasilha para colocar a sujeira retirada.
- Use uma luva plástica para retirar a sujeira.
- Caso já esteja entupida, tome cuidado ao tentar desentupir com objetos pontudos.
- Depois de limpar, jogue dentro da caixa cerca de 200 gramas de sabão em pó e 3 litros de água fervente para concluir a limpeza.

Todos os resíduos que você joga nas pias da sua casa vão direto para a caixa de gordura. Desde os óleos usados na preparação dos alimentos, até os que ficam nas sobras de comida deixadas nos pratos sujos. Fique atento e certifique-se de limpar a caixa de gorduras.


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O desmatamento no Cerrado vai passar a ser monitorado por um projeto coordenado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). Além de fiscalizar o bioma, o projeto também vai disponibilizar dados sobre riscos de incêndios e taxas de concentração de gases do efeito estufa.

Os primeiros dados a serem divulgados serão sobre as áreas desmatadas em julho deste ano. O financiamento de US$ 9,25 milhões para operação do projeto foram captados pelo Banco Mundial.

O projeto estabeleceu a construção de um novo sistema para atender às características do bioma. "Na Amazônia, quando você tem uma área desmatada, imediatamente o satélite reconhece: tinha floresta e agora não tem mais. No Cerrado, a gente não tem essa facilidade. Pode ser uma queimada ou um incêndio, mas é preciso saber se esse incêndio aconteceu por acúmulo de biomassa e ocorreu naturalmente ou foi proposital", explicou o coordenador de Biodiversidade e Ecossistemas do MCTIC, Roque Neto.

Realizado em parceria com as universidades federais de Goiás (UFG) e de Minas Gerais (UFMG), além do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o projeto, que Roque Neto classifica como "ambicioso", prevê a reclassificação das características da vegetação do Cerrado pelos pesquisadores durante o monitoramento.

"São muitos tipos de cobertura vegetal, e a gente precisa alargar o entendimento do que seja esse bioma. Então, nosso projeto vem justamente tratar dessas especificidades do Cerrado, para que a gente possa, com precisão, avaliar o desmatamento e os riscos de incêndio e fazer estimativas de emissão de gases", disse.

O segundo passo é desenvolver o sistema de informação sobre riscos de incêndios florestais e estimativas de emissões de gases do efeito estufa. Para o coordenador do MCTIC, o projeto vai cobrir uma lacuna no monitoramento deste bioma, que não recebeu a devida atenção por causa do esforço institucional para frear o desmatamento da Amazônia.

"Uma vez já consolidado o Projeto de Monitoramento da Floresta Amazônica Brasileira por Satélite, a gente precisava agora cuidar do segundo maior bioma brasileiro, que tem mais de dois milhões de quilômetros quadrados. A gente precisava olhar para o que vinha acontecendo dentro dele".

Fonte: Portal Brasil, com informações do MCTI

Avaliar qualidade da água · 08/04/2017 às 14h38

'SOS Mata Atlântica' sugere projeto de monitoramento dos rios de THE


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A Fundação SOS Mata Atlântica encerrou no fim da manhã a rodada de apresentações do projeto Observando os Rios, que incentiva a população a formar grupos voluntários de monitoramento da qualidade da água dos rios de suas cidades. Nesse contato inicial, os participantes conheceram a metodologia, os dados e foram convidados a integrar esse projeto. As apresentações aconteceram também na quinta (05) e sexta-feira (06), na Central de Artesanato Mestre Dezinho e Uninovafapi.

A próxima etapa, prevista para no final de maio, será destinada à capacitação dos voluntários, que receberão kits especiais para realizar o trabalho de coleta e análise mensal da água dos nossos rios.

“Esse projeto é, também, uma forma de educar, de mobilizar, de sensibilizar a população a se voltar para os seus rios, para que tenham a sensação de pertencimento quanto a eles. Eles têm uma história a nos contar e precisamos nos atentar a isso. Estamos vindo a Teresina, com esse projeto, trazendo apenas as ferramentas, porque quem conhece os rios que banham a cidade são as pessoas que moram aqui. Esse percurso de sensibilização é longo, mas é necessário. Temos exemplos de rios que saíram da qualidade de péssimo para bons”, destaca César Pegoraro, educador ambiental da Fundação SOS Mata Atlântica, que ministrou três palestras na capital.

Localmente, a iniciativa conta com o apoio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semam). O secretário executivo da pasta, Leonardo Madeira, considera que esse projeto é forma de mostrar que a gestão de uma cidade não é de responsabilidade apenas dos governantes, mas de todos, da sociedade civil organizada e demais cidadãos. “É um projeto que permite que todos tenham a oportunidade de serem protagonistas nesse processo de observação dos rios. É uma forma também de cobrar providências. Nós, da Semam, nos colocamos à disposição e estamos comprometidos com a causa”, pontua o gestor.

Um dos participantes desse ciclo de apresentações do projeto foi Richarle Silva, que disse ter ficado empolgado com a oportunidade de integrar a iniciativa. “Com certeza eu vou querer participar desse projeto. Estou empolgado e espero muitas as pessoas se conscientizem da importância que é cuidar e observar nossos rios. Se cada um fizer sua parte muita coisa pode mudar”, conta.

O projeto Observando os Rios, que conta com o patrocínio da Ypê, tem como objetivo formar 10 grupos de monitoramento da qualidade da água em cada um dos 17 estados da Mata Atlântica. Atualmente, são 212 grupos de monitoramento que analisam a qualidade da água em 257 pontos, 197 rios, em 80 municípios dos estados de SP, RJ, ES, BA, MG, PB, PE, AL, CE, SC, PR, RN e DF, envolvendo cerca de 3,4 mil pessoas

METODOLOGIA DE MONITORAMENTO DA ÁGUA
A metodologia de monitoramento por percepção da qualidade da água foi especialmente elaborada para a Fundação SOS Mata e que tem como base o Índice de Qualidade da Água (IQA). Para a medição dos parâmetros definidos no IQA, a ONG desenvolveu um kit de análise que é utilizado em campo por voluntários do projeto. No total, são avaliados 16 parâmetros, como temperatura da água, turbidez, odor e peixes.

A totalização dos indicadores medidos resulta na classificação da qualidade da água, em uma escala que varia entre: ótima, boa, regular, ruim e péssima. Esses indicadores apurados são reunidos em um sistema online de dados georreferenciados, que totaliza e disponibiliza o resultado obtido em cada ponto de coleta pelos grupos de monitoramento em tempo real.

Para mais informações sobre o projeto, acesse https://www.sosma.org.br/

Próximo à pedra da Galinha · 25/03/2017 às 09h47

Internauta filma momento exato em que raio atinge morro no CE; vídeo!


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Sem querer, um internauta acabou registrando uma cena impressionante nesta semana, na cidade de Quixadá (CE). O homem fazia imagens nas dependências do Instituto Federal do Ceará, próximo ao açude do Cedro, quando acabou filmando o momento exato em que um raio atingiu o topo de uma pedra, causando uma forte explosão.

O vídeo, feito na última quinta-feira (23), rapidamente se espalhou pela internet, e impressiona pela bela e perigosa imagem.

O morro atingido fica bem próximo à famosa Pedra da Galinha Choca.

Segundo o site Tribuna do Ceará, a incidência de raios em 2017 já é bem maior em relação ao ano passado, indicando que a quantidade de chuva possa também ser maior que em 2016.

As chuvas, inclusive, já deram um alivio para o Açude do Cedro, que em fevereiro estava completamente seco. Nesta semana blogs da região publicaram imagens que mostram o nível da lâmina d'água em 1,5m.

Cartão postal pode desaparecer · 19/03/2017 às 10h48

Chuva 'ameniza', mas não soluciona problema da Lagoa do Portinho;foto


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A chuva forte que caiu no litoral do Piauí durante esta semana causou transtornos aos moradores da cidade de Parnaíba.

Mas os 120mm do temporal deram um alivio para a Lagoa do Portinho, que nos últimos anos agoniza devido a redução das chuvas na região, que nos últimos anos estão abaixo da média.

Alívio, que não resolve a situação de um dos mais famosos cartões postais do Piauí, que já passou por diversas intervenções de grupos que tentam impedir o desaparecimento da lagoa.

Além do volume de água reduzido, os acessos estão cada vez mais tomados devido o avanço das dunas. Até os comerciantes já abandonaram o local.

A expectativa é de que a chuva continue na região norte, na esperança de que a Lagoa volte a ser o que era antes.

- Fotos: Portal do Catita


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O outono começa na próxima segunda-feira (20) no Hemisfério Sul, às 7h29, horário de Brasília, enquanto no Hemisfério Norte, será o início da primavera. A estação começa com o equinócio de outono. Nesta segunda, dia e noite têm praticamente a mesma duração. À medida que a estação avança, os dias ficam menores e as noites maiores até o início do inverno, em 21 de junho.

“O que marca as estações é o fato de o eixo de rotação da Terra estar inclinado em relação ao plano de órbita do planeta. Se não fosse inclinado, todo o tempo cada localidade teria a mesma quantidade de radiação solar chegando”, explica a astrônoma Josina Nascimento, pesquisadora do Observatório Nacional (OB).

No outono, os raios solares já não vão mais incidir diretamente no Hemisfério Sul, mas começam a incidir de forma inclinada, diminuindo a quantidade de radiação que chega. Por isso, o outono apresenta temperaturas mais amenas.

“Essa diferença de temperatura é mais visível à medida que se está longe da Linha do Equador. Quem está na Linha do Equador praticamente não vê diferença de estação. Mas quanto mais ao Sul você está no Hemisfério Sul, ou mais ao Norte, no Hemisfério Norte, essa diferença fica mais evidente. Para nós, do Rio de Janeiro, que estamos nos trópicos, é praticamente verão o ano todo”, comentou a astrônoma.

Transição
De acordo com o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o outono é uma estação de transição entre o verão e o inverno e, por isso, no início da estação, os dias ainda são quentes e há chuvas e, ao final do período, os dias começam a ficar mais frios e a chuva diminui em algumas partes do país, anunciando a chegada do inverno.

As regiões Norte e Nordeste têm temperaturas mais frias durante o outono. O trimestre março, abril e maio é chamado de inverno nessas regiões porque, em função do aumento de chuvas, há maior nebulosidade, menos irradiação solar chega para a Terra e a temperatura cai, mas não de forma abrupta.

Para o Centro-Oeste e o Sudeste, incluindo nessa média histórica boa parte da Bahia, o CPTEC indica que o outono é bem caracterizado como um período de transição porque há uma estação chuvosa que se estende de outubro até abril do outro ano, e uma estação seca, que vai de abril até meados de outubro. “Abril fica mais ou menos no meio do outono. Então, tem a transição entre a estação chuvosa em que a gente está agora e a estação seca para essas regiões”, disse a climatologista do CPTEC/Inpe, Renata Tedeschi.

No caso do Sul do país, a chuva ocorre o ano todo, mas durante o outono começam a ser vistas temperaturas amenas. Renata Tedeschi lembra também que, durante o outono, passam a ocorrer frentes frias com mais frequência. “Quando a gente tem frente fria, pode ter chuva associada e queda de temperatura também”.

Em relação às temperaturas outonais, a climatologista disse que principalmente nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, o início do outono mostra temperaturas ainda quentes, como no verão, mas “quanto mais próximo a gente está do inverno, menor a incidência de raio solar e há temperaturas mais frias”.

Previsão
O CPTEC prevê que as temperaturas fiquem dentro da média histórica em grande parte do Brasil, no trimestre março, abril e maio, com exceção de uma parte do Centro-Oeste, do Sudeste e toda a Região Sul, mais o Cone Sul brasileiro, que devem ter temperaturas oscilando um pouco acima da média histórica.

No Nordeste, com exceção de quase toda a Bahia, o Maranhão e parte do Piauí, a previsão é de chuva abaixo da média histórica. A tendência, disse Renata, é piorar a grave situação de estiagem já existente na região.

Para o nordeste da Região Norte, a previsão é de chuva acima da média histórica. No noroeste da Região Norte, a previsão é chuva dentro da média, com possibilidade de algumas áreas ficarem acima da média histórica.

No Sul brasileiro, destacando o Rio Grande do Sul e o oeste de Santa Catarina, a previsão é de chuva dentro da média histórica, podendo ficar um pouco acima em algumas áreas.

Chuvas vão persistir até maio · 03/03/2017 às 11h14 | Última atualização em 03/03/2017 às 11h18

INPE faz alerta para temporais com ventania e trovoadas no norte do PI


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O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) emitiu aviso para os estados do Piauí, Maranhão, Ceará, Tocantins, Amapá e Pará, em suas áreas mais ao norte, para a possibilidade de fortes tempestades nesta sexta-feira (03/03).

Pelo aviso, nestas áreas de risco moderado ocorrerão pancadas de chuva localizadas que virão acompanhadas de descargas elétricas, rajadas de vento e acumulados de precipitação pontuais.

Para o dia de hoje, a máxima prevista é de 30ºC em Teresina, com previsão de chuva principalmente no final da tarde e à noite.

A previsão é de que o período chuvoso no Piauí persista até maio, com a forte influência da Zona de Convergência Intertropical. Os maiores volumes são esperados para a região norte do Estado, com diminuição das chuvas nas cidades mais ao sul.

Diversos bairros sem energia · 14/02/2017 às 20h38

Temporal derruba árvores em THE e complica trânsito na volta para casa


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Por Apoliana Oliveira
Colaboração Maelson Ventura

Chuva em Teresina é sempre bem vida. Mas quando vem acompanhada de ventos fortes, costuma deixar estragos, como o que ocorreu no final da tarde desta terça-feira (14/02). Árvores de grande porte caíram em diversos pontos da cidade, e até sobre a pista na BR-343, interditando o tráfego por alguns minutos.

Na Avenida Presidente Kennedy, próximo ao cruzamento com a Avenida Dom Severino, a copa da árvore tomou toda a vida no sentido São Cristóvão/Piçarreira, e danificou parte da estrutura de um terminal de ônibus que está sendo construído no canteiro central da via.

Ao cair, a árvore forçou a fiação elétrica, derrubando também postes da rede de distribuição. Um veículo ficou preso entre os galhos e o poste caído. O motorista não sofreu ferimentos.

O trânsito na região ficou complicado. Sem energia, semáforos pararam de funcionar, complicando ainda mais a situação para os motoristas. Até as 19h, alguns bairros do entorno ainda estavam sem fornecimento de energia elétrica.

Na BR-343, principal saída da capital para o norte do Estado, uma árvore caiu sobre a pista no trecho próximo ao Condomínio Alphaville. O tráfego ficou interditado por quase uma hora. Nenhum veículo foi atingido.

Já na igreja da Vila Operária, uma árvore caiu impedindo o acesso pela entrada principal.

Chuvas intensas na região Sul · 13/02/2017 às 19h01

Semar destaca equipe para vistoriar barragem que pode romper no Piauí


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A Barragem Vale Verde, localizada na cidade de Socorro do Piauí, no sul do Estado, vai passar por inspeção de sua estrutura, que segundo análise preliminar da Secretaria de Estado da Defesa Civil (Sedec), necessita de reparos. Uma reunião, realizada na manhã desta segunda-feira (13), com representantes da Secretaria do Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semar) e Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (Dnocs) determinou a necessidade de uma avaliação criteriosa do reservatório, considerando o risco de se rompimento e inundação no município.

O secretário Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Ziza Carvalho, explica que a Semar é o órgão competente para executar a fiscalização de barragens no Piauí, em conjunto com o órgão executor da obra. No caso da Barragem Vale Verde, a construção foi realizada pelo Dnocs, na década de 1970. “Serão enviados três engenheiros, dois da Semar e um do Dnocs, que a partir de amanhã (14), farão a avaliação estrutural do reservatório e a partir daí serão tomadas as providências necessárias para a sua reparação”, ressalta o secretário.

A barragem fica localizada no riacho Ribeira, a aproximadamente 15 km da cidade de Socorro do Piauí. A mesma possui 15 m de altura e poucas vezes sangrou ao longo dos anos.

No último dia 08 de fevereiro, o Governo do Estado decretou situação de emergência na cidade de Socorro do Piauí em virtude da possibilidade de rompimento da barragem, tomando por base o Relatório de Inspeção Regular realizado por técnicos da Secretaria de Estado da Defesa Civil (Sedec). “Estamos agindo com antecedência seguindo as determinações do governo. A análise que será feita pelos técnicos da Semar e do Dnocs serão determinantes para a execução das obras de reparo do reservatório”, enfatiza o superintendente de Recursos Hídricos da Semar, Romildo Mafra.


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Bocaina enfrenta uma tragédia ambiental: As consequências de um dos piores incêndios já registradas no Morro Grande, um dos símbolos da cidade, de acordo com o wikipédia é a montanha mais alta do estado do Piauí com 1.345 metros de altitude, com área de 275,16 km².

Um incêndio de grandes proporções atingiu o Morro Grande no final de novembro do ano passado, foram 10 dias em chamas, o suficiente para destruir cerca de 18% da vegetação, as arvores que não foram queimadas morreram pelas altas temperaturas, sem falar na morte de dezenas de animais nativos do morro.

O incêndio começou por uma queimada irregular em uma propriedade próxima ao morro, o mau planejamento aliado ao tempo seco fez com que as chamas logo saíssem do controle, sem nada feito pelo autor do incêndio ou pelas autoridades, a população apelou pela fé, e muitos fizeram “rezas de apagar fogo” outros pediram a Deus que apagasse tal fogo, que já ameaçava as casas de quem reside próximo ao morro, felizmente o que se sabe é que na noite do dia 10 de dezembro de 2017, não se via mais as chamas e nem fumaça.

Com a chegada das chuvas no incio de 2017, toda a caatinga rejuvenesceu, fato comum que acontece sempre nas primeiras chuvas, o que era cinza, volta a ser verde, e aí percebeu-se o tamanho do estrago, de longe é possível ver a mata seca e queimada se destacando das verdes que sobreviveram, o fogo atingiu os lados oeste e sul do morro que dão vista para a cidade de Bocaina.

A equipe do BocainaNews entrou em contato com geógrafo Marcos Mucing e o mesmo solicitou imagens do local para fazer uma avaliação previa do desastre, após ver a imagens, Marcos disse que não se trata apenas de um desastre que chega ao fim com o apagar da última chama, seus efeitos devem se prolongar por mais de uma década em um local onde caatinga e cerrado se encontram.

“Se não passar fogo por ali (de novo), em 15 anos é que algumas áreas começarão a se recuperar”, diz o geógrafo coordenador de projetos da ONG Conservação Internacional na região da BA, onde vive desde a década de 1990.

Segundo ele, esse é o prazo para que a mata esboce uma reação, os campos de cerrado se recuperam mais rápido, já a caatinga demora mais.


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O Tribunal Penal Internacional (TPI) decidiu, no final de 2016, reconhecer o “ecocídio' (termo que designa a destruição em larga escala do meio ambiente) como 'crime contra a Humanidade'. O novo delito, de âmbito mundial, vem ganhando adeptos na seara do Direito Penal Internacional e entre advogados e especialistas interessados em criminalizar as agressões contra o meio ambiente. As informações são da Radio France Internationale.

Com o novo dispositivo, em caso de ecocídio comprovado, as vítimas terão a possibilidade de entrar com um recurso internacional para obrigar os autores do crime – sejam empresas ou chefes de Estado e autoridades - a pagar por danos morais ou econômicos. A responsabilidade direta e penas de prisão podem ser emitidas, no caso de países signatários do TPI, mas a sentença que caracteriza o ecocídio deve ser votada por, no mínimo, um terço dos seus membros.

O advogado brasileiro Édis Milaré, especialista em Direito Ambiental, saúda a medida, dizendo que “ninguém quer se envolver num processo-crime, porque o processo-crime estigmatiza. Nenhuma empresa quer responder por um crime ambiental, porque sabe que está em jogo a sua imagem, a sua reputação, a sua credibilidade, e isso diz respeito à sua sobrevivência. A questão penal é importante, mas em termos de gestão ambiental o assunto do dia no Brasil é dotar o país de um marco regulatório à altura da grandeza do nosso meio ambiente, que devemos proteger”, afirmou.

Em setembro de 2016, a Procuradoria do TPI publicou um documento de trabalho onde explica que, a partir de agora, o tribunal interpretará os crimes contra a humanidade de maneira mais ampla, para incluir também crimes contra o meio ambiente que destruam as condições de existência de uma população porque o ecossistema foi destruído, como no caso de desmatamento, mineração irresponsável, grilagem de terras e exploração ilícita de recursos naturais, entre outros.

Evolução

Desde a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP21), realizada em Paris, em 2015, os tribunais internacionais de Direitos da Natureza tentam qualificar o ecocídio, dentro do pressuposto jurídico, como o quinto crime internacional. Os outros quatro crimes internacionais, reconhecidos e punidos pelo Tribunal Penal Internacional, são o genocídio, os crimes de guerra, os crimes de agressão e os crimes contra a humanidade.

A jurista em Direito Internacional Valérie Cabanes, porta-voz do movimento End Ecocide On Earth (Pelo fim do ecocídio na Terra), explica a origem do termo. “A ideia de ecocídio existe há 50 anos e foi evocada pela primeira vez quando os americanos usaram dioxina nas florestas durante a Guerra do Vietnã. Agora queremos reviver essa ideia que considera que atentar gravemente contra ciclos vitais para a vida na Terra e ecossistemas deve ser considerado um crime internacional", disse.

“Trabalhamos em 2014 e 2015 num projeto de alteração do estatuto do TPI, onde definimos o crime do ecocídio, explicando que como hoje vivemos uma grave crise ambiental - com extinção de espécies, acidificação dos oceanos, desmatamento massivo e mudanças climáticas - atingimos vários limites planetários. Daí ser necessário regular o direito internacional em torno de um novo valor, o ecossistema da terra, e nós defendemos esta causa junto aos 124 países signatários do Tribunal Penal Internacional”, explicou a especialista.

“Será um longo trabalho, porque reconhecer os direitos da natureza e do ecossistema implica em reconhecer que o homem não é o 'dono' da vida sobre a Terra, o que pressupõe uma nova concepção do Direito, baseada numa realidade onde o homem é interdependente de outras espécies e do ecossistema. E isso implica também em reconhecer nossos deveres em relação às gerações futuras”, enfatizou Valérie.