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Mais de 200 árvores plantadas - 13/01/2017 às 11h05

PMT inicia o ano com projeto de arborização de avenidas

O ano começou com um trabalho intenso de arborização e rearborização de avenidas da capital. Entre as avenidas que já receberam novas árvores estão a Avenida Freitas Neto, no Mocambinho, a Avenida Cleanto Jales, na Vila Mocambinho e avenida Maria Mendes, no Loteamento Mocambinho. Quase 200 árvores foram plantadas nas três avenidas.

Segundo os dados da Coordenação de Arborização, somente na Avenida Freitas Neto foram plantadas 70 mudas de mangueiras. “São árvores frondosas. Utilizamos a mangueira devido as características do canteiro central”, comentou Clovis Freitas Júnior, engenheiro da equipe da Coordenação.

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Já as Avenidas Cleanto Jales e Maria Mendes, foram plantadas 61 mudas de Oitis, 15 Canafístula e três Ipês Roxo, num total de 79 mudas plantadas. “A iniciativa faz parte do Projeto Teresina Mais Verde. Nos três últimos anos, Teresina ganhou mais de 300 mil novas árvores, ultrapassamos a meta das 300 mil. Para os próximos quatro anos, a nossa meta é 500 mil mudas, por isso, começamos o ano intensificando esse trabalho”, reforçou Clovis.

Além do trabalho de arborização de espaços e equipamentos públicos, a Coordenação de Arborização da Prefeitura de Teresina, também tem uma atuação na distribuição de mudas gratuitas para a população por meio dos viveiros espalhados pela cidade. Além disso, o Caminhão do Verde iniciará os trabalhos de 2017 com a distribuição de mudas por meio do projeto Faxina nos Bairros.

Temperaturas de -20ºC - 11/01/2017 às 11h32

Onda de frio mata 46 pessoas na Europa, aponta novo balanço

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A onda de frio intenso que atinge a Europa deixou ao menos 46 mortos, aponta novo balanço. A grande maioria das vítimas, quase 30 pessoas, foi registrada na Polônia, onde algumas regiões continuam a sofrer com temperaturas de até -20°C. As informações são da Rádio França Internacional.

Além da Polônia, as mortes por hipotermia, principalmente de sem-teto, também ocorreram na República Tcheca, Itália e Macedônia. A onda de frio procedente da Escandinávia atingiu o continente no final da semana passada, provocando acidentes de trânsito.

Na Turquia, a neve, que cobriu Istambul nesta terça-feira pelo terceiro dia consecutivo, provocou novamente o cancelamento de centenas de voos, bloqueando milhares de passageiros, inclusive brasileiros.

Migrantes dormem na rua

A Organização Não Governamental (ONG) Médicos Sem Fronteiras (MSF) denunciou a situação preocupante de milhares de migrantes e refugiados que estão bloqueados nas ilhas gregas e nos países do Bálcãs, vivendo em condições precárias, agravadas pelo frio intenso.

A MSF acusa a "negligência cínica" das políticas de países europeus que foram incapazes de se preparar para o inverno e acolher homens e mulheres que buscam proteção na Europa.

Segundo a MSF, 7.500 migrantes sofrem com a onda de frio glacial nos Bálcãs, onde as temperaturas no fim de semana caíram a -28°C na Macedônia e a -33°C na Sérvia.

Os migrantes evitam pedir abrigo nos centros oficiais, com medo de serem enviados pelas autoridades a seus países de origem. De acordo com as previsões meteorológicas, as temperaturas serão baixas nos próximos dias na Europa Ocidental e nos Bálcãs, mas na Polônia ainda devem ficar bem abaixo de zero.

Fonte: Com informações da Agência Brasil

São 8 modalidades deescolha - 31/12/2016 às 08h45

Ministério da Saúde dá autonomia aos gestores das UPAs 24h; regras flexíveis

Medidas que tornam mais flexíveis as formas de custeio das unidades de Pronto Atendimento (UPAs 24h) em todo o Brasil foram anunciadas nesta quinta-feira (29/12) pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros.

A partir de agora, os gestores municipais poderão definir e escolher a capacidade de atendimento das unidades a partir de oito opções de funcionamento e capacidade operacional, vinculando os repasses de custeio mensais à quantidade de profissionais em atendimento, e não mais por tipologia de porte.

A expectativa é que cerca de 340 unidades que estavam prontas ou em fase de finalização das obras comecem a funcionar em um curto espaço de tempo.

Portaria

A portaria, que traz as novas regras para composição das UPAs 24h deverá ser publicada ainda esta semana e vai incentivar a conclusão das obras. Atualmente, existem 520 unidades funcionando em todo o País, outras 165 estão concluídas e sem funcionamento. Outras 275 obras estão em execução – 170 delas quase concluídas.

Segundo as regras, o avanço dos projetos deve ser monitorado para que as unidades comecem efetivamente a funcionar em até 90 dias após a conclusão das obras.

“A flexibilização foi a melhor solução encontrada, em conjunto com os estados e municípios, para que as UPAs comecem a funcionar. Nos próximos meses, teremos unidades novas atendendo a na urgência e emergência. São unidades que ainda não estavam funcionando porque o gestor local não tinha capacidade e agora vai contar com nosso apoio”, destacou o ministro da Saúde.

Modalidades

Com a nova portaria, os gestores terão oito opções de funcionamento e capacidade operacional, recebendo proporcionalmente do Ministério da Saúde valores de acordo com cada uma dessas opções.

Dessa forma, a UPA deverá ter, no mínimo, dois médicos profissionais atuando e realizando 2.250 atendimentos médicos por mês. Nesse caso, o valor de incentivo financeiro para custeio da UPA será de R$ 50 mil mensais e o valor de incentivo financeiro para qualificação será de R$ 35 mil.

No último caso, a unidade deverá ter nove médicos profissionais atuando, e realizando no mínimo 13.500 atendimentos médicos por mês. Nesse caso, o valor de incentivo financeiro para custeio da UPA será de R$ 250 mil e o valor de incentivo financeiro para qualificação também será de R$ 250 mil.

Integração

Entre as novidades, também está o compartilhamento e uso de equipamentos de apoio e diagnóstico da rede de saúde local, promovendo a integração das unidades. As UPAS 24h existentes no País têm a capacidade de realizar cerca de 130 mil atendimentos diários ou 4 milhões mensais a 104 milhões de brasileiros, o que representa atendimento a 50% da população.

Haverá ainda novas rotinas de monitoramento do Ministério da Saúde, que vai verificar a implantação de itens relativos à qualidade de assistência à saúde, à gestão da unidade e aos quantitativos mínimos mensais de produção assistencial, que serão realizadas pelas unidades e que deverão ser comprovados pelos gestores de cada região.

Investimento

O investimento total do governo para obras das UPAs 24h é de R$ 1,8 bilhão. Além disso, mensalmente, o Ministério da Saúde repassa os recursos de custeio que, neste ano, totalizam cerca de R$ 1,6 bilhão.

O objetivo das UPAs é prestar atendimento resolutivo e qualificado aos pacientes que estão em situação de urgência e emergência e oferecer os primeiros socorros.

Dessa forma, é possível encaminhar o paciente de forma referenciada aos serviços hospitalares de maior complexidade especializados, reduzindo a superlotação em hospitais gerais e prontos socorros. Hoje, 97% dos atendimentos realizados nas UPAs têm resolução.

Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério da Saúde

67 sistemas de dessalinização - 28/12/2016 às 16h03

Piauí recebe R$ 5,8 milhões para o Água Doce do Ministério de Meio Ambiente

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O Ministério do Meio Ambiente liberou R$ 5,8 milhões para o programa Água Doce, no Piauí. Trata-se da última parcela do convênio firmado entre o governo federal e o governo do estado para a construção de 67 sistemas de dessalinização, trabalho que está sendo executado pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do estado (Emater-PI).

O ministro Sarney Filho destacou a importância do Água Doce, e adiantou que o governo federal deverá ampliar o programa, em 2017, devido ao alcance social da iniciativa, que está beneficiando famílias em dez estados: Paraíba, Rio Grande do Norte, Alagoas, Sergipe, Ceará, Minas Gerais, Maranhão, Piauí, Pernambuco e Bahia.

“As mudanças do clima afetam de forma mais perversa as populações já assoladas pela seca na região semiárida e as áreas mais susceptíveis ao processo de desertificação”, afirmou o ministro, ao reforçar a prioridade do programa para o MMA.

O secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano, Jair Tannús, explicou que o programa contribui para diminuir a desigualdade social, na medida em que, com o aproveitamento sustentável de águas subterrâneas salobras e salinas, incorpora cuidados técnicos, ambientais e sociais na gestão de sistemas de dessalinização.

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AÇÕES NO ESTADO

O secretário informou que o repasse liberado pelo MMA na quinta-feira passada (22/12) representa a última parcela do convênio com o estado, que somado à contrapartida, totaliza R$ 11,8 milhões. O Água Doce já realizou o diagnóstico socioambiental e técnico de 160 localidades, em oito municípios mais críticos do estado quanto ao acesso à água. Até o momento foram implantados três sistemas de dessalinização, beneficiando cerca de 1,2 pessoas com água de qualidade.

Estão incluídos no programa os municípios: Pedro Laurentino, Acauã, Vila Nova do Piauí, Lagoa do Barro do Piauí, Caldeirão Grande do Piauí, Massapê do Piauí, São Francisco do Piauí, São Julião e Queimada Nova.

O programa estabeleceu como meta atender um quarto da população rural do semiárido no estado. As ações foram orientadas a partir de critérios técnicos priorizando municípios e localidades mais críticas quanto ao acesso à água. Conforme metodologia do programa, na escolha dos municípios foram utilizados os mesmos critérios dos demais estados para estabelecer o Índice de Condição de Acesso à Água: menor pluviometria, maior mortalidade infantil, maior intensidade de pobreza e índice de desenvolvimento humano (IDH).

Para o coordenador nacional do Programa Água Doce, Renato Ferreira, “a priorização dada ao Água Doce pela nova gestão do Ministério está permitindo o prosseguimento e a boa execução nos estados, resultando no avanço da execução física. O coordenador defende que o acesso à água “é um direito de todos”, e que esse acesso é indispensável para a realização “de outros direitos humanos”.

Ele explicou que o Água Doce é uma ação federal, em parceria com diversas instituições federais, estaduais, municipais e sociedade civil. Conta com cerca de 200 instituições envolvidas no processo, nos estados e parceiros federais.

Fonte: Com informações do Ministério do Meio Ambiente

Projeto Teresina Mais Verde - 26/12/2016 às 13h01

Coordenação de Arborização prepara mudas para janeiro; doação e plantio

A Prefeitura de Teresina já iniciou a preparação de mudas para serem plantadas na capital a partir de janeiro. Mais de 50 mil mudas de plantas nativas, frutíferas e ornamentais estão sendo preparadas pela Coordenação de Arborização somente no Viveiro da zona Norte.

As mudas, segundo o coordenador de arborização de Teresina, Eduardo Freitas, estão sendo preparadas para a segunda etapa do Projeto Teresina Mais Verde. “Iniciamos a implantação do projeto com e meta de plantarmos 300 mil mudas em Teresina. Ultrapassamos essa meta, com 331.116 mudas de abril de 2013 até agora. Agora, já estamos trabalhando na ampliação dessa meta para os próximos anos”, comentou.

Ele destacou que as mudas serão destinadas à doação, distribuição e também por meio do plantio de vários pontos da cidade. A ideia é intensificar as ações do Caminhão do Verde, que distribui mudas gratuitas à população nos bairros da cidade As áreas que foram afetadas pelas queimadas receberão atenção especial e serão rearborizadas.

Ele ressalta o sucesso da primeira etapa, quando foi superada em 11% a meta de doação, distribuição e plantio de mudas. "A Prefeitura estabeleceu a rearborização das áreas verdes da cidade como prioridade para o começo do ano que vem. Vamos promover a rearborização de locais como praças, parques e avenidas".

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Na primeira etapa do Teresina Mais Verde, entre 2013 e 2016, a Prefeitura doou, distribuiu e plantou 331.116 mudas, entre espécies frutíferas, como cajueiro e mangueira, e nativas, como ipê e caneleiro. "Com esse número, superamos em 11% a meta estabelecida lá no começo do projeto. A nossa intenção é dar continuidade a esse trabalho que foi bem feito. Vamos fazer uma avaliação e, na segunda quinzena de janeiro, estabeleceremos uma meta para essa etapa que vai até 2020", detalha o coordenador.

Em 2013, quando o projeto foi colocado em prática, o objetivo da Prefeitura de Teresina era chegar ao número de 300 mil mudas até o fim de 2016. Em junho deste ano, a administração municipal já tinha batido a meta.

Fonte: Com informações da Prefeitura de Teresina

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