Realizou a melhor campanha · 21/09/2016 às 14h19

Paralimpíadas: 98% dos medalhistas receberam bolsa atleta do governo


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O Brasil realizou a melhor campanha em Paralímpiadas da história, na Rio 2016, apesar de não ter atingindo a meta de chegar entre os cinco primeiros em ouros do quadro de medalhas. Foram 72 medalhas conquistadas por 103 atletas em esportes coletivos e individuais.

Para chegar a essa meta, o país investiu mais de R$ 99 milhões em 5.191 bolsas para atletas com deficiência, do esporte escolar até a alto rendimento, segundo informações do Ministério do Esporte. O governo federal afirma que o programa de incentivo é o maior do gênero no mundo. O programa se mostra fundamental para a performance do país nos Jogos.

Da delegação total de 289 brasileiros na Rio 2016, 262 (ou 90,65%) tiveram patrocínio de bolsas atletas durante o último ciclo paralímpico, entre 2012 e 2016. Dos 103 medalhistas brasileiros, 101 receberam bolsas do governo durante esse período. Apenas dois medalhistas do futebol de cinco, Maurício Tchope, o Dumbo e Felipe Sabino não receberam a bolsa no período. O nadador Ruan de Souza, bronze no Rio, apesar de não receber bolsa em 2016, foi contemplado pelo programa de 2012 a 2014.

Para o judoca veterano Antônio Tenório, prata no Rio e vencedor de outras cinco medalhas paralímpicas, “o Brasil tem que continuar investindo nesses atletas e confiando na grande potência do paradesporto. Se parar de investir, nosso rendimento vai cair". O craque Ricardinho, do futebol de 5 e tricampeão olímpico, disse que “de 2013 para cá, tivemos aumento nos recursos para o esporte paralímpico, e as modalidades evoluíram. Temos que melhorar, pois as outras seleções estão evoluindo e não queremos ficar para trás. Esperamos que o próximo ciclo continue neste crescendo”.

Em comparação, nos Jogos Olímpicos do Rio, 358 (76,9%) dos 465 atletas participantes receberam bolsa atleta. Dos 49 atletas que conquistaram 19 medalhas, 20 homens (40,8% do total), dois do vôlei e 18 do futebol, não receberam apoio do programa bolsa atleta. O futebol masculino é a única modalidade que não é apta a receber o apoio do programa.

Segundo informações do Ministério do Esporte, a bolsa atleta é o único patrocínio de 96% dos atletas olímpicos e paralímpicos. Desde 2005, quando o programa foi criado, foram investidos mais de R$ 600 milhões em 43 mil bolsas. O ministro Leonardo Picciani informou, após os Jogos, a continuidade do projeto de bolsas e que o orçamento para preparação de atletas será ampliado de R$ 505 milhões para R$ 656 milhões, em 2017.
Outros aportes
O governo ainda realizou convênios de R$ 72 milhões com confederações e com o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB). Além disso, com recursos públicos, foi construído o Centro de Treinamento Paralímpico, inaugurado em São Paulo, em agosto, com o valor de R$ 187 milhões, administrados também pelo CPB.

Fonte: Agência Brasil

Jogos Paraolímpicos Rio 2016 · 17/09/2016 às 19h11

Atleta iraniano morre após acidente em prova de ciclismo de estrada


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O atleta iraniano Bahman Golbarnezhad morreu hoje (17) após um grave acidente durante a prova de ciclismo de estrada C4-5 dos Jogos Paraolímpicos Rio 2016, disputada esta manhã no Recreio dos Bandeirantes, na zona oeste do Rio de Janeiro.

A morte do atleta foi confirmada pelo Comitê Paralímpico do Irã. Bahman Golbarnezhad receberá uma homenagem na Vila dos Atletas.

O iraniano caiu com sua bicicleta em um dos trechos do percurso. Ele chegou a receber atendimento de emergência no local do acidente e foi levado para um hospital.

Em nota, o Comitê Paralímpico Internacional informou que Golbarnezhad, de 48 anos, caiu por volta das 10h40 na Estrada de Grumari, em um trecho montanhoso da corrida. O atleta recebeu tratamento no local e, durante a remoção para o hospital, sofreu uma parada cardíaca. Segundo o comunicado, ele foi levado para o Hospital Unimed da Barra da Tijuca, onde ele morreu logo após sua chegada.

“Essa é uma notícia muito triste. Os pensamentos e as condolências de todo o movimento paralímpico estão com a família, os amigos e os colegas da delegação iraniana de Bahman assim como com o Comitê Paralímpico do Irã. A família paralímpica está unida em luto por essa terrível tragédia que coloca uma sombra sobre os ótimos Jogos Paralímpicos aqui no Rio”, disse, em nota, o presidente do Comitê Paralímpico Internacional, Philip Craven.

O presidente do Comitê Rio 2016, Carlos Arthur Nuzman, também afirmou que é uma notícia muito triste para o esporte e para o movimento paralímpico. “Nossos corações e preces estão com a família e colegas de Bahman e com todo o povo do Irã”, disse.

A bandeira iraniana está hasteada a meio mastro na Vila Paralímpica. A bandeira paralímpica também ficará a meio mastro na Vila e no Riocentro amanhã (18), quando o Irã disputará a medalha de ouro com a Bósnia e Herzegovina no vôlei sentado masculino. Durante a cerimônia de encerramento, será feito um minuto de silêncio.

As investigações sobre o acidente já foram iniciadas. Esta havia sido a segunda competição de Golbarnezhad nos Jogos Paralímpicos do Rio. Na quarta-feira (14), ele participou da classificação para prova de ciclismo de estrada C4-5. Ele também participou da Paralimpíada de Londres, em 2012.

Fonte: Veja


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Desde o início da Paralimpíada, dezenas de recordes foram quebrados e o público pôde ver performances incríveis em quadras, pistas e piscinas. Ainda na cerimônia de abertura dos Jogos, no dia 7, o presidente do Comitê Rio 2016, Carlos Arthur Nuzman, fez um discurso em exaltação aos atletas. Empolgado, Nuzman utilizou os adjetivos “super-humanos” e “heróis” referindo-se àqueles que competiriam a partir do dia seguinte. Ainda que bem-intencionado, o elogio de Nuzman não encontra respaldo nos próprios atletas, que rejeitam rótulos e querem ser vistos como esportistas de alto rendimento.

Os atletas do paradesporto têm uma rotina puxada, com horas diárias de treinos, musculação e fisioterapia, e buscam sempre o limite da sua performance. Essa performance foi vista no Rio nos últimos dias, com várias quebras de recordes mundiais e paralímpicos na natação e no atletismo, por exemplo. Durante toda a Paralimpíada, que chegou à reta final, esse desempenho foi traduzido por parte da mídia e da sociedade como um exemplo de superação de pessoas que vencem diariamente os obstáculos da deficiência física ou mental.

“Nossas dificuldades a gente já superou no passado. Hoje, estamos acostumados com a nossa lesão, adaptados. Nós somos atletas de alto rendimento”, diz Guilherme Camargo, atleta da seleção brasileira de rugby em cadeira de rodas.

Guilherme sofreu um acidente de carro em 2007 e ficou tetraplégico. Mas isso não é mais um obstáculo para ele. O desafio de agora é vencer as grandes seleções do mundo na modalidade, como da Austrália, Canadá e Estados Unidos. “A gente quer que o esporte paralímpico seja visto como esporte de alto rendimento, é o que a gente mais deseja. A gente trabalha para isso, treina tanto quanto os atletas olímpicos”, diz.

André Brasil, um dos grandes nomes da natação brasileira, acredita que a realização dos Jogos Paralímpicos no Brasil seja um momento de oportunidade para mostrar que os competidores de paralimpíadas e olimpíadas são atletas e querem ser vistos como tal. “Muitas vezes a gente costuma dizer que somos atletas, que nossa vida não é diferente da vida de nenhum outro atleta, seja ele de qualquer modalidade esportiva”, destaca o nadador.

“Qual é a diferença que as pessoas colocam e o medo de se falar sobre a pessoa com deficiência ou o deficiente? É um momento especial que a gente vive no nosso país, de transformação cultural, um momento no qual as pessoas querem entender mais sobre qualquer modalidade adaptada. É a hora que a gente tem para quebrar um pouco disso”, completa André. Na opinião dele, é o momento de mudar a forma como as pessoas encaram as pessoas com deficiência.

“O esporte é saúde, mas o quão bacana seria promover saúde e educação para uma criança, seja ela com ou sem deficiência, e gerar oportunidade? Vamos fugir um pouco dessas terminologias do politicamente correto, do que é certo, do que é errado. Vamos realmente acreditar no que pode ser feito. A gente tem um país grandioso, temos muita coisa a ser feita. Precisamos fazê-las, mais nada”, afirma o nadador.

"Todos somos super”

Rodrigo Massarutt se tornou um atleta paralímpico de esgrima após sofrer um acidente de trânsito que o deixou paraplégico em 2005. Mas a lesão, na opinião dele, não o torna mais especial ou um exemplo diante das outras pessoas. “Eu nem sei como lidar com isso. Eu nunca esperei ser chamado de super-humano. A gente se considera igual a todo mundo. Só que temos a nossa limitação. O meu acidente foi de moto, fui parar numa cadeira de rodas. No começo eu achava que não tinha sentido a minha vida. Mas você vai vendo que o ser humano é adaptável a tudo”, conta Rodrigo.

Para o esgrimista, o problema dele não é mais grave do que os de outras pessoas. Ele se vê como uma pessoa como qualquer outra, com obstáculos a superar. “Só que vivo em cima de uma cadeira de rodas. Eu sou igual a todo mundo. Acho que todas as pessoas são super-humanas. Não considero que só eu seja. Acho que todo mundo tem dificuldade, acho que todos são super-humanos.”


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O Estádio Olímpico – mais conhecido como Engenhão – recebe, pela última vez, as provas de corrida, saltos, arremessos e lançamentos do atletismo paralímpico. O sábado (17) terá, ao todo, 25 finais. O programa do atletismo será encerrado neste domingo (18), último dia dos Jogos Paralímpicos Rio 2016, com as disputas da maratona para as classes T12, T46 e T54. As largadas ocorrem no Forte de Copacabana, com os primeiros competidores partindo às 9h.

O Brasil aparece em cinco finais: no arremesso de peso F57, com Thiago Paulino dos Santos, no lançamento de disco F38, com Shirlene Coelho, nos 1.500m T11, com Renata Bazone, nos 400m T47, com Petrúcio Ferreira, e nos 400m T11, com Daniel Silva e Felipe Gomes. O número pode aumentar se Ana Claudia Silva avançar para a final dos 100m T42. A equipe brasileira de atletismo contabiliza, até o momento, oito medalhas de ouro, 11 pratas e dez bronzes, totalizando 29 pódios.

A China lidera, até o momento, o quadro de medalhas no atletismo: são 24 medalhas de ouro, 19 de prata e 11 de bronze – 54, ao todo. Estados Unidos e Grã-Bretanha estão empatados em número de ouros na modalidade – 15 para cada –, mas os norte-americanos aparecem na frente por terem mais pratas (14 contra seis). O Brasil está em quarto lugar na corrida por medalhas no atletismo. Até agora, 183 recordes mundiais ou paralímpicos foram estabelecidos no Rio de Janeiro.

Com o tempo de 2h13min46s · 17/09/2016 às 13h52

Lauro Cesar Chaman conquista a prata no ciclismo de estrada C4-5


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O brasileiro Lauro Cesar Chaman conquistou hoje (17) a prata no ciclismo de estrada classe C4-5. Com o tempo de 2h13min46s, Chaman ficou atrás apenas do holandes Daniel Abraham, que completou a prova em 2h13m08s. Na última quarta-feira (14), Chaman ficou com bronze na prova de contrarrelógio, na classe C5 do ciclismo.

Na disputa de hoje, a medalha de bronze ficou com o Italiano Andrea Tarlao. O outro brasileiro na prova, o catarinense Selito Gohr, ficou na 14ª colocação com o tempo de 2h24m25s.

Com a prata de Lauro Cesar Chaman, o Brasil tem agora 62 medalhas na Paralimpíada Rio 2016 e está na oitava colocação no quadro geral. São 12 de ouro, 24 de prata e 24 de bronze.

Favoritismo da seleção do Irã · 17/09/2016 às 13h51

Seleção masculina de voleibol sentado perde para Irã e disputa agora o bronze


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A seleção brasileira masculina de voleibol sentando lutou, mas não conseguiu superar o enorme favoritismo da seleção iraniana, pentacampeã paralímpica, e perdeu por 3 x 0 em jogo disputado no Pavilhão 6 do Riocentro. Com a derrota, o Brasil agora vai disputar a medalha de bronze contra o Egito.

A tarefa era praticamente impossível, mas, com o apoio da torcida, os brasileiros começaram bem o jogo e ficaram a frente do placar até o nono ponto. A partir de então, a seleção do Irã contou com a ajuda de Morteza Mehrzadselakjani, atleta mais alto dos Jogo Paralímpicos Rio 2016, com 2,46 metros, para comandar o placar. Em 26 minutos, os iranianos fecharam o set em 25 a 20.

Sentindo a pressão, a seleção brasileira começou mal o segundo set e os iranianos aproveitaram e abriram 10 x 1. Apesar de conseguir equilibrar um pouco set, os pentacampeões paralímpicos continuaram na frente e fecharam o segundo set em 25 a 19, depois de 26 minutos.

O roteiro se repetiu no terceiro e decisivo set. Os jogadores brasileiros com muita garra tentavam acreditar na vitória, vibrando a cada ponto, mas não foi o suficiente para superar os iranianos. Depois de 25 minutos, o Irã fechou o set e a partida com 25 a 17.

Apesar da derrota, essa já é a melhor campanha brasileira no vôlei sentado masculino na história das paralimpíadas.

Lances encerram esta semana · 23/08/2016 às 09h15 | Última atualização em 23/08/2016 às 17h14

Atleta leiloa medalha que ganhou na 'Rio 2016' para ajudar menino com câncer


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A medalha de prata dos Jogos Olímpicos do Rio, conquistada pelo polonês Piort Malachowski no arremesso de disco, terá um significado especial para um menino chamado Olek. A criança sofre com um câncer no olho e a família não possui recursos para o tratamento. Por este motivo, após ser procurado pela mãe do menino, o atleta olímpico anunciou através de sua rede social que irá leiloar a medalha conquistada.

O valor arrecadado no leilão, que vai até o dia 26 de agosto, será integralmente investido para o tratamento de Olak em Nova York. Até o momento, o maior lance dado pela medalha de prata chega a aproximadamente R$ 60 mil.

Confira o texto publicado na página de Malachowski no Facebook:

"Ganhar uma medalha olímpica para um atleta é realizar um sonho de vida. Claro, a de ouro é a mais preciosa. Eu fiz tudo que estava ao meu alcance para obtê-la. Infelizmente desta vez não tive sucesso. No entanto, o destino me deu uma chance de aumentar o valor da minha prata.

Pouco tempo depois da competição, Goshia, mãe de Olek, escreveu para mim pedindo ajuda para salvar seu filho. Olek tem quase dois anos e está lutando contra um câncer no olho durante mais da metade de sua vida. O retinoblastoma é um tumor maligno do olho, que só ocorre em crianças com menos de 5 anos de idade. Na Polônia, não há chance de salvar Olek. A única possibilidade é a terapia em Nova York. Eu decidi ajudar Olek e enviei a medalha do Rio para o leilão. Todo o valor arrecadado no leilão será gasto com o tratamento de Olek. Eu também quero incentivar todas as pessoas de boa vontade a pagar ou depositar dinheiro na conta, enviar mensagens de texto e ajuda de qualquer maneira possível. Vamos ajudar os pais e a família de Olek. No Rio, eu lutei para ter o ouro. Hoje, faço um apelo a todos para algo que é ainda mais valioso. A saúde deste menino fantástico. É por isso que eu convido todos vocês para o leilão. Se você ajudar, minha prata pode ser mais valiosa do que o ouro para Olek."

Fotos vazaram no WhatsApp · 22/08/2016 às 11h57

Brasileira que teria passado a noite com Bolt diz que não o reconheceu


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A estudante brasileira Jady Duarte, de 20 anos, ganhou destaque no jornal inglês Daily Mail. A jovem teria passado uma noite ao lado do atleta campeão Usain Bolt. Algumas fotos do encontro apareceram na internet e Jady disse que está “morrendo de vergonha”.

Nas imagens, que foram divulgadas por meio do WhatsApp, ela aparece beijando e trocando carinhos com Bolt, que tem uma namorada na Jamaica. A estudante teria passado as fotos apenas para amigas.

Bolt comemorou seu aniversário de 30 anos na madrugada de sábado para domingo em uma casa noturna na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, depois de curtir a vitória da seleção brasileira de futebol nas Olimpíadas.

Em entrevista ao jornal carioca Extra, Jady Duarte disse que não reconheceu Usain Bolt de cara. “Ele mandou um segurança me chamar. Falamos rapidamente. No momento, eu não me toquei que era ele, porque eram muitos jamaicanos e todos eram parecidos”, contou.

Transmissão para todo o mundo · 21/08/2016 às 22h02 | Última atualização em 22/08/2016 às 09h16

'Serra da Capivara' foi destaque no encerramento das Olimpíadas; veja!


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Pouco valorizado pelo poder público, o Parque Nacional Serra da Capivara recebeu uma homenagem especial da cerimônia de enceramentos dos jogos olímpico Rio 2016. A solenidade transmitida ao vivo para todo o planeta, relembrou a importância histórica do parque, conhecido como berço do homem americano.

O principal sítio arqueológico da América do Sul, com referências a pinturas rupestres, teve seus desenhos históricos exibidos numa projeção gigantesca no gramado do Maracanã.

O destaque à Serra da Capivara aconteceu após a entrada dos atletas que participaram das competições, quando foi feita uma homenagem à arte e o artesanato brasileiro.

O parque recentemente viveu um dos piores momentos da sua história, por falta de recursos, comunicou que fecharia suas portas e demitir os funcionários. A arqueóloga Niède Guidon, responsável pela gestão da Serra da Capivara, chegou a anunciar sua saída.

Serra da Capivara pode fechar e Niéde deve deixar parque
Atriz Camila Pitanga lamenta a falta de interesse pela 'Serra da Capivara'
'Tem razão de estar estressada', diz Margarete sobre a decisão de Niède 

Criado pelo New York Times · 18/08/2016 às 16h17

Lançaram um aplicativo que diz se você é mais rápido que o Bolt


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O jornal New York Times lançou um aplicativo que permite aos seus leitores saberem se reagem mais rápido do que Usain Bolt nos blocos de partida.

O jamaicano demorou 155 milésimos de segundo a partir nos 100 metros, prova na qual conquistou o ouro olímpico.

Bolt é um atleta com características especiais, já que o seu arranque é tido como fraco para um desportista que compete em curtas distâncias.

Bolt tem dificuldades em arrancar devido à sua estrutura física, mas compensa esse 'atraso' com a velocidade que atinge na reta final das corridas. Este é o segredo de Bolt, será que você consegue bater?


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Uma cable câmera, aparelho de filmagem que fica suspenso no alto por cabos de aço, despencou no Parque Olímpico e feriu pelo menos cinco pessoas pessoas nesta segunda-feira (15), entre as Arenas Cariocas 1 e 2. Os ferimentos foram leves e as vítimas passam bem.
A câmera pertence ao serviço de geração de imagens oficial dos Jogos. A empresa responsável se chama Olympic Broadcasting Services (OBS).

O objeto, grande e pesado, atingiu duas mulheres brasileiras, que receberam primeiros socorros no local, seguiram a um posto médico para atendimento no Parque Olímpico e depois foram encaminhadas ao hospital Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca. Ambas estão conscientes e deixaram o local andando.

Além delas, outras duas pessoas foram atingidas pelo cabo de sustentação, que se rompeu. A cable câmera apresentou defeitos e estava passando por manutenção da OBS. Para efetuar o reparo, os técnicos usavam um outro cabo, de apoio, para puxar o aparelho. Foi este que arrebentou e provocou o acidente.

Membro da equipe britânica de ginástica artística, Chris Adams presenciou o acidente e relata ter ouvido gritos e um barulho "muito alto". "Eu vi sangue no rosto deles", acrescentou.

As brasileiras sofreram cortes na cabeça. No atendimento inicial, uma das mulheres atingidas pela câmera vestiu um colete cervical e deixou o local de maca, imobilizada.

Havia sangue no lugar, inclusive no rosto de uma delas. As duas estavam conscientes. A área foi isolada, mas ainda está cercada por curiosos.

Piauí nos jogos olímpicos · 15/08/2016 às 11h10

'Serra da Capivara' deve ser um dos temas do encerramento da Rio 2016


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A cerimônia de encerramento das Olimpíadas Rio 2016 deve contar com uma homenagem especial à Serra da Capivara, do Piauí, o ‘berço do homem americano’. A abertura, que contou com vários temas ecológicos e homenagem aos índios, foi bastante elogiada e deve repetir o espetáculo.

A cerimônia de encerramento será dia 21 de agosto às 20h no Estádio do Maracanã e contará com referências das pinturas rupestres e às rendeiras do estado.

O Rei Pelé, está se recuperando e dependendo do seu estado de saúde, deve participar do encerramento.

A coreógrafa Deborah Colker é uma das responsáveis pelo fechamento da Rio 2016 e foram selecionados 12 mil voluntários.

Fernando Meirelles, Andrucha Waddington, Rosa Magalhães e Daniela Thomas ficarão responsáveis pela direção artística da cerimônia de encerramento e Abel Gomes com a produção executiva.

Seleção feminina goleia · 07/08/2016 às 12h13

Marta brilha na goleada do Brasil sobre a Suécia por 5x0


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Liderada por Marta, a seleção de futebol feminino do Brasil encantou a torcida com uma exibição de gala na goleda por 5 x 1 sobre a Suécia, sua adversária mais forte na primeira fase dos Jogos Rio 2016, na noite de sábado, e a capitã da equipe comemorou não só a vitória, mas a forma alegre do time jogar.

"Minha felicidade não é apenas pelo resultado, é pela maneira que nós jogamos", disse a meia-atacante, cinco vezes eleita a melhor do mundo pela Fifa, que marcou duas vezes contra as suecas.

As brasileiras, treinadas pelo experiente Vadão, com passagem por importantes times masculinos, evoluíram em relação ao jogo de estreia contra a China (vitória por 3 x 0) e já estão classificadas de forma antecipada para as quartas de final da Rio 2016.

Na partida disputada com boa presença de público no Estádio Olímpico do Rio, mais conhecido como Engenhão, o Brasil abriu o placar aos 20 minutos, com Bia, com o bico da chuteira. Só quatro minutos depois, aos 24, Cristiane ampliou com um toque de letra, após cruzamento de Marta, que marcou o terceiro da seleção ainda no primeiro tempo, de pênalti.

O Brasil aumentou a goleada aos 35 da etapa final, novamente com Marta, e chegou a 5 x 0 com Beatriz, antes de a Suécia marcar o gol de honra, no último minuto do tempo regulamentar, com Schelin.

"Jogamos muito bem. Estamos trabalhando muito, e a torcida tem sido incrível. Eles nos deram força e na hora que a gente precisar deles sabemos que estarão do nosso lado", disse a goleira Bárbara após a partida.

O Brasil, prata em 2004 e 2008, mas eliminado nas quartas em Londres 2012, fecha a participação na primeira fase do Jogos Olímpicos na próxima terça-feira contra a África do Sul, na Arena da Amazônia, em Manaus.

Menina de ouro do Piauí · 07/08/2016 às 11h14 | Última atualização em 07/08/2016 às 12h53

'Obrigada, meu Piauí', posta Sarah Menezes ao agradecer pela torcida


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A judoca Sarah Menezes recebeu apoio e carinho da família, amigos, do Piauí e do mundo após as intensas lutas por uma medalha olímpica deste sábado durando as olimpíadas Rio 2016. Em postagem no Facebook ela agradeceu a torcida e mandou um recado. “Recebendo a acolhida da família e dos amigos! Obrigada, meu Piauí! Obrigada, Brasil!!!! As palavras faltam... pra frente é que se anda. Estou bem. Já devidamente medicada e cuidada. Aguardar agora o tempo do próprio corpo se recuperar. ?#?Vamosquevamos?”, postou a jovem atleta.

Sarah ficou sem medalha nos Jogos do Rio de Janeiro, após perder a repescagem para Urantsetseg Munkhbat, da Mongólia, no golden score, neste sábado. Na ocasião, a brasileira sofreu uma chave de braço e deixou o tatame sentindo muitas dores.


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O ginasta francês Samir Ait Said, um dos principais rivais do brasileiro Arthur Zanetti, sofreu uma queda feia no aparelho salto sobre o cavalo teve que sair imobilizado. Ao cair, sua perna esquerda ficou torta, deixando claro que o osso se quebrou.

O acidente ocorreu na segunda rotação da ginástica artística masculina, na tarde deste sábado (6), na Arena Olímpica. Pelo rodízio, a equipe francesa estava no aparelho do salto sobre o cavalo.

Foi então que Samir Ait Said saltou e caiu de mau jeito. Imediatamente, ficou claro que sua contusão era grave já que parte da perna ficou torta. A cena foi forte e chocou os presentes na Arena Olímpica.

Entraram paramédicos no tablado. As provas no aparelho tiveram de ser paralisadas para seu atendimento que durou cerca de dez minutos. Ele saiu em uma maca imobilizado e carregado por paramédicos, aplaudido pelo público. O ginasta tem 26 anos e essa é sua primeira Olimpíada.

Samir Ait Said ficou fora da Olimpíada de Londres-2012 após uma queda no cavalo com alça, quando fraturou a tíbia. Essa outra contusão ocorreu no Campeonato Europeu de 2012 e o deixou seis meses de fora das competições.

A chefe de missão francesa na ginástica, Corinne Moustard-Carlon, informou que o Samir está no hospital e que ainda não sabia qual a gravidade da sua lesão. Só tinha certeza de que sua tíbia fora atingida na queda. Ele sofrera contusão na outra tíbia anteriormente.

"Ele cometeu um erro técnico. Ele está com o médico agora. Nós vamos dar notícias quando nós tivermos. Não sabemos o que é. Vamos fazer mais exames para ver se foi só o osso. Ele machucou a outra perna em Londres. É muito difícil para o time, mas vamos parabeniza-los por continuar", afirmou Corinne.

Ela admitiu que acabaram as chances de medalha para a equipe francesa. Agora, só títulos individuais. Samir poderia lutar por medalha nas argolas contra Arthur Zanetti.

Já o ginasta francês Cyril Tommasone reconheceu o abalo na equipe francesa. "É muito, muito difícil. Mas temos que continuar competindo por ele e por nós." Corinne completou dizendo que Samir era um dos mais amigáveis na equipe, e lamentou que pela segunda vez uma acidente o tirou de Olimpíada.

Sofreu uma chave de braço · 06/08/2016 às 18h08

Sarah 'deslocou' o cotovelo na luta pelo bronze e teve que 'recolocá-lo'


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Campeã olímpica em Londres 2012, a judoca Sarah Menezes ficou sem medalha nos Jogos do Rio de Janeiro, após perder a repescagem para Urantsetseg Munkhbat, da Mongólia, no golden score, neste sábado (6). Na ocasião, a brasileira sofreu uma chave de braço e deixou o tatame sentindo muitas dores.

“Ela teve uma lesão no cotovelo e agora fará exames de imagem para saber a gravidade exata do quadro”, explicou o médico da seleção brasileira, Mateus Saito. “A Sarah relatou que durante o combate o cotovelo saiu do lugar e ela precisou recolocá-lo”, disse.

Ney Wilson, coordenador técnico da equipe, confirmou a informação. “Quando está quente, no calor da luta, o atleta às vezes consegue recolocar o cotovelo no lugar. Mas ela sentiu muita dor, o braço dela virou bastante”, disse.

“Ela brigou até onde deu, começou muito bem contra a belga, venceu, mas depois foi taticamente equivocada contra a cubana. Eu ainda não conversei com ela para avaliar isso, mas ela cometeu alguns erros, de pegada... E agora, contra a Munkhbat, estava lutando bem também, mas tomou a chave e machucou. Ainda tentou seguir, foi guerreira, mas depois da segunda não deu mais. Lá no vestiário ela ainda estava sentindo muito”, finalizou o experiente judoca.

Categoria pistola de ar 10m · 06/08/2016 às 16h38

Wu leva a prata e conquista primeira medalha do Brasil na Rio-2016


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A primeira medalha do Brasil nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro é de Felipe Wu. O atleta do tiro esportivo ficou em segundo lugar na categoria pistola de ar 10m neste sábado (06), fazendo 202.1 pontos na final disputada no Centro Olímpico de Tiro.

O Brasil não subia ao pódio no tiro esportivo desde 1920, quando Guilherme Paraense e Afrânio da Costa ganharam medalhas.

Líder do ranking mundial da Federação Internacional de Tiro (ISSF), Felipe Wu disputou a primeira colocação tiro a tiro e colocou pressão no vietnamita Xuan Vinh Hoang nas últimas séries. No último tiro, Wu acertou o alvo antes do adversário, mas Hoang não cedeu à pressão e garantiu o ouro, cravando 202.5, a melhor pontuação da categoria em uma final olímpica. O bronze ficou com o chinês Wei Pang.

O brasileiro terá nova chance de subir ao pódio na quarta-feira (10), quando disputa a categoria pistola de ar 50m.

A eterna menina de ouro do PI · 06/08/2016 às 16h01 | Última atualização em 06/08/2016 às 16h04

Sarah perde a batalha pelo bronze e está fora das Olimpíadas 'Rio 2016'


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FIM DA RIO 2016 PARA SARAH
A disputa de Sarah Menezes por uma medalha na olimpíada Rio 2016 chegou ao fim. A piauiense que ganhou a simpatia da nação, venceu o primeiro embate neste sábado (06/08), mas perdeu para a concorrente cubada e na disputa pela medalha de bronze, foi vencida pela judoca Urantsetseg Munkhbat, da Mongólia.

A concorrente mongol deu uma chave de braço e Sarah sinalizou desistir da luta.

A piauiense saiu do tatame chorando e a equipe técnica a amparou na saída da arena.

Sarah que se tornou a menina de ouro do Piauí após a medalha olímpica em Londres 2012, já provou para o mundo do que é capaz .

 

SARAH, A ETERNA MENINA DE OURO
A torcida na Arena Carioca estava toda com Sarah Menezes, mas a menina de ouro do Piauí acabou perdendo a luta para a cubana Dayaris Mestre Alvarez pelas quartas de final. Apesar da adversária não ter marcado ponto, a piauiense punida em um contra golpe, que foi critério para desempate.

Sarah não tem mais chance de conquistar seu segundo ouro olímpico, mas pela repescagem, ainda tem chance de um bronze.

Abatida e sem acreditar na derrota, Sarah Menezes saiu da disputa como uma heroína, representou muito bem o estado e ganhou a simpatia não só dos brasileiros, mas de todo o mundo.

ARROOOOOCHA SARAH!!! PRIMEIRA VITÓRIA
Sarah Menezes já mostrou para o que veio na disputa pelo seu segundo ouro no judô nas Olimpíadas do Rio 2016. Mal entrou no tatame, a piauiense foi muito agressiva no começo. Sua rival, a belga Charline Van Snick, também foi medalhistas em Londres, mas não suportou a vontade de vencer de Sarah, que ganhou seu primeiro desafio.

Sarah começou melhor, mas a belga era perigosa no contra-golpe e continuou na frente com um Yukô. A piauiense teve controle da luta o tempo todo. A Brasileira venceu bem, apesar da adversária muito difícil. Sarah segue rumo ao ouro, em busca do bicampeonato. A próxima adversária de Sarah sai deste combate: Cuba contra Espanha.

O MUNDO NA TORCIDA
Chegou o grande dia de torcer pela menina de Ouro do Piauí, a judoca Sarah Menezes, que neste sábado (06/08) luta por mais uma medalha olímpica. A jovem de 26 anos conta com uma torcida cativa, que se reúne desde 10h no Sesc Ilhotas, em Teresina, onde amigos e familiares aguardam apreensivos a hora da luta. Os pais de Sarah estão no Rio para acompanhar a filha de perto.

Neste sábado, na Arena Carioca 2, no Parque Olímpico da Barra da Tijuca, com o início das disputas do judô, Sarah vai poder mostrar todo seu esforço. A piauiense aguardou o duelo entre a belga Charline van Snik e a romena Monica Ungureanu e vai enfrentar a belga.

"Estamos na esperança. É muita expectativa. Quem me acalma é a Sarah que é tranquila, mas a ansiedade por esse momento é grande", afirmou Sâmia Menezes, irmã da judoca.

Já Diego Mota, fisioterapeuta da Sarah, diz acreditar na jovem. “Sarah está muito foçada. Ela conhece os atletas que irá lutar, mas Olimpíadas são imprevisíveis. Ela está muito preparada".


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Patrocinadora da Rio-2016, a Globo escalou um timaço para apresentar a esperada cerimônia de abertura dos Jogos – o seu maior narrador, Galvão Bueno, dois de seus melhores repórteres, Marcos Uchôa e Renato Ribeiro, e a veterana e carismática Glória Maria.

Diante da alta qualidade da festa, talvez tivesse sido melhor contar com uma equipe menos badalada e mais discreta. Em vários momentos, em vez de simplesmente apreciarem a beleza das imagens e músicas, Galvão e Glória duelaram pelo direito de falar, atrapalhando a experiência de quem estava assistindo.

Houve vários desentendimentos entre os dois por este motivo. "Esses travesseiros...", disse Galvão ao ver um dos efeitos exibidos no início. "São tambores", corrigiu Glória. No momento em que foram exibidos grupos de imigrantes que ajudaram a formar o Brasil, o narrador comentou: "Aí chegam os japoneses". E a repórter: "São os asiáticos".

A certa altura, extasiado com o que via, Galvão falou consigo mesmo: "Vamos falar pouco agora e observar". Não deu certo. Em 10 segundos, ele já estava falando novamente. Um pouco depois, enquanto Glória explicava algo que dispensava explicações, Galvão cortou: "Vamos ouvir, Glória!"

Durante o desfile dos países, Galvão e Glória voltaram a se desentender sobre a importância do corredor Usain Bolt. Na visão da repórter, o atleta jamaicano está à altura dos maiores da história, o que pareceu uma heresia para o narrador, que citou Pelé e Muhammad Ali.

Se sobrou vontade de descrever para o espectador tudo o que ele estava vendo na tela, faltou disposição para comentar um momento-chave, a não menção ao nome do presidente interino Michel Temer. "Foi um pedido para que ele não fosse apresentado, então foi uma quebra de protocolo", disse Galvão. E mais não foi dito.


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A norte-americana Virginia Thrasher, de 19 anos, ganhou o primeiro ouro da Rio-2016 neste sábado, na carabina de 10m do tiro esportivo. Ela desbancou a chinesa Du Li. O bronze ficou com a também chinesa Yi Siling.

Virginia Thrasher nunca havia conquistado uma medalha olímpica e venceu, logo de cara a chinesa Du Li, favorita da prova. A atleta da China havia batido o recorde olímpico nas eliminatórias da carabina de 10m com a marca de 420,7.

"Hoje, eu só queria fazer o melhor que eu pudesse, e estou muito feliz com o meu resultado", comentou a jovem campeã. "Foi bastante tenso, meu coração estava disparado, mas eu não mudaria isso. Eu gostaria de agradecer a minha família e treinadores por me apoiarem muito", completou.

Na mesma prova, a brasileira Rosane Budag terminou na 50ª colocação na classificatória e foi eliminada como a penúltima colocada (50ª).

Rosane, que é namorada do também atirador Felipe Wu, o qual competirá na tarde deste sábado (06), começou muito mal a sua prova, o que a derrubou no ranking logo depois de sua primeira tentativa.

"Foi minha pior competição, nunca fui tão mal. Estava nervosa, batimento cardíaco estava alto, não consegui baixar. Perdi muito tempo tentando diminuir os batimentos, por isso minha segunda série foi horrível. Depois dessa segunda série eu pensei: ‘adeus, Jogos Olímpicos’. Da terceira série em diante eu já estava mais tranquila e fiz minhas séries", disse após a disputa. Ela disputará a prova de três posições 50m na quarta, dia 11.

#arrochasarah · 06/08/2016 às 12h43 | Última atualização em 06/08/2016 às 15h52

Sarah perde luta para cubana, mas ainda pode concorrer pelo bronze


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A torcida na Arena Carioca estava toda com Sarah Menezes, mas a menina de ouro do Piauí acabou perdendo a luta para a cubana Dayaris Mestre Alvarez pelas quartas de final. Apesar da adversária não ter marcado ponto, a piauiense punida em um contra golpe, que foi critério para desempate.

Sarah não tem mais chance de conquistar seu segundo ouro olímpico, mas pela repescagem, ainda tem chance de um bronze.

Abatida e sem acreditar na derrota, Sarah Menezes saiu da disputa como uma heroína, representou muito bem o estado e ganhou a simpatia não só dos brasileiros, mas de todo o mundo.

#Arrochasarah · 06/08/2016 às 12h03 | Última atualização em 06/08/2016 às 12h47

Sarah vence primeiro embate contra belga e ganha simpatia das torcidas


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Na primeira disputa de Sarah Menezes ela mostrou todo sua vontade de ganhar. Mal entrou no tatame, a piauiense foi muito agressiva no começo. Sua rival, a belga Charline Van Snick, também foi medalhistas em Londres, mas não suportou a vontade de vencer de Sarah, que ganhou seu primeiro desafio.

Sarah começou melhor, mas a belga era perigosa no contra-golpe e continuou na frente com um Yukô. A piauiense teve controle da luta o tempo todo. A Brasileira venceu bem, apesar da adversária muito difícil. Sarah infelizmente perdeu sua chance pelo ouro na luta contra a cubana, mas sempre será a menina de ouro do Piaui.


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Uma das maiores promessas e esperanças de medalhas do Brasil na Olimpíada Rio 2016 está no judô e é piauiense. A judoca Sarah Menezes entra hoje, na Arena Carioca 2, palco do judô na Rio, em busca do bicampeonato olímpico no peso-ligeiro, categoria na qual as atletas possuem um peso até 48kg. Mas o desafio que vai enfrentar não vai ser nada fácil. No primeiro dia de competição, Sarah já pulou a primeira rodada diretamente para a oitava de final, por ser cabeça de chave. Mas a adversária só será descoberta hoje, na luta entre a belga Charline Van Snick e a romena Monica Ungureanu.

A primeira, Sarah venceu três de cinco duelos, mas as duas derrotas que sofreu foram justamente nos dois últimos encontros. Já contra a segunda, o confronto direto está igual, mas a brasileira também caiu no último combate. Segundo o treinador de Sarah, Expedido, é justamente a luta considerada mais perigosa.

Expedito acredita que a romena passe no duelo e enfrente a brasileira nas oitavas. Em 2015, Van Snick derrotou Sarah no Mundial de Astana, e para ele é uma rival que se mostra perigosa. Para o treinador, o cruzamento é mais duro do que Londres 2012, quando Sarah conquistou a medalha dourada.

"Conversei com ela. Ela disse que está preparada para ganhar de qualquer uma. Está tranquila, é esse o pensamento. Não tem muito mistério, é fazer o que treinou. Não tem o que fazer. Agora é avaliar a estratégia para cada adversária e cair para dentro. É descansar, esperar a luta e fazer um bom aquecimento. Ela deu o peso hoje, está tranquila e não tem o que se preocupar em ficar perdendo peso", comentou Expedito.
Esta semana, Sarah Menezes passou por várias táticas para entrar com tudo no tatame e buscar uma vitória. Ela chegou a alterar o ciclo menstrual para poder estar menstruada durante as lutas. A explicação médica seria por conta da produção natural de testosterona no corpo humano, por conta do aumento da testosterona, hormônio que promove força, o que segundo ela, a deixa mais forte e determinada.

"Eu regulei meu ciclo e vou estar menstruada no dia da competição na Olimpíada. Isso me ajuda, mas tem atleta que tem TPM, tem atleta que sangra mais. Eu acredito que fico mais forte e mais determinada, e isso pode me ajudar bastante nas lutas", disse.
Outro recurso foi o jejum. Sarah precisou fechar a boca para poder continuar no peso ideal. "Eu estou no peso, mas tenho que manter. É só aguardar a pesagem. Fico quietinha, sem falar muito, sem beber e sem comer nada. Vai ser assim até amanhã", disse. A pesagem ocorre sempre um dia antes da luta e ela não pode passar dos 48kg.
Sarah Menezes chegou à Vila Olímpica na quinta-feira após deixar a base de treinamentos da seleção brasileira em Mangaratiba. A campeã olímpica chegou junto com Felipe Kitadai, bronze em Londres 2012.

Grande expectativa por ouro · 06/08/2016 às 08h36 | Última atualização em 06/08/2016 às 09h01

#ArrochaSarah: torcedores irão se reunir em THE para assistirem a luta


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Chegou o grande dia de torcer pela menina de Ouro do Piauí, a judoca Sarah Menezes, que neste sábado (06/08) luta por mais uma medalha olímpica.

No estado, torcedores vão se concentrar no Sesc Ilhotas a partir das 10h. "O Piauí e o Brasil inteiro vão entrar no tatame com a Sarah Menezes e torcer junto por mais uma medalha. As lutas começam às 10h e haverá uma concentração no Sesc Ilhotas para assistir à luta. Vamos vibrar juntos", diz uma postagem no Facebook do Governo do Estado que fez o convite.

Neste sábado, na Arena Carioca 2, no Parque Olímpico da Barra da Tijuca, com o início das disputas do judô, Sarah vai poder mostrar todo seu esforço. A piauiense vai ter que aguardar o duelo entre a belga Charline van Snik e a romena Monica Ungureanu para conhecer sua adversária.

Estamos na torcida: #arrochasarah

Maior Olimpíada da história · 05/08/2016 às 20h44 | Última atualização em 05/08/2016 às 21h18

Acompanhe a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de 2016 no Rio


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Foi iniciada às 20h desta sexta-feira (05/08) a cerimônia de abertura da maior Olimpíada da história dos Jogos, no Rio de Janeiro, no estádio do Maracanã. Horas antes, manifestantes próximos ao estádio do Maracanã protestaram contra a realização da Olimpíada.

A cerimônia de abertura pulou a apresentação do presidente interino Michel Temer. De acordo com o roteiro da cerimônia disponível para os jornalistas no Maracanã, ele seria anunciado logo após o presidente do COI, Thomas Bach, o que não ocorreu.

Paulinho da Viola cantou hino nacional na abertura dos Jogos Thomas Bach foi anunciado para dar início à cerimônia. E o hino nacional foi executado com Paulinho da Viola, e a bandeira brasileira foi hasteada pelo comando da polícia do Rio.

Telões mostram mensagem do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, com pedido por paz.

A cerimônia é iniciada com um vídeo mostrando ondas chegando à praia e imagens aéreas de esportistas pelo Rio de Janeiro. Toca a música "Aquele abraço".

Regina Casé segue interagiu o público com mensagem de apoio a paz e o respeito às diferenças: "É muita gente junta, o mundo todo olhando para a gente. Vocês não acham que seria maravilhoso, independentemente de credo, religião, todos juntos aproveitarem essa energia para uma vibração pela paz, pela não violência, pelo respeito às diferenças, pela tolerância, pela compaixão e, principalmente, todos vibrassem em um som do universo pelo amor".

Um 14-Bis levanta voo e passeia pelo Rio de Janeiro ao som de "Samba do Avião", de Tom Jobim.

"Garota de Ipanema" é tocada em uma homenagem a Tom Jobim. No piano, o neto do compositor. E a gaúcha Gisele Bündchen exibe sua beleza exuberante no Maracanã.

Conforme já previsto, a simulação de um assalto em que Gisele Bündchen seria a vítima foi retirada da cerimônia de abertura. Cena foi criticada após ensaio no último domingo.

Elza Soares cantou enquanto houve apresentação de "street dance".

Zeca Pagodinho, acompanhado de Marcelo D2, foi uma das atrações.

Jorge Ben Jor cantou um de seus maiores hits 'País Tropical', acompanhado por bailarinos.

Bailarinos sobirm as escadas das arquibancadas para interagir com o público.

Imagens projetadas no Maracanã alertaram para o perigo das mudanças climáticas. Projeção mostrou o prejuízo que o aumento do nível do mar causaria em diversas cidades do mundo.

Ao som da trilha sonora de "Central do Brasil", Fernanda Montenegro, protagonista do filme, narra texto.

Atletas começaram a entrar no Maracanã. Primeira delegação a desfilar é a da Grécia, berço das Olimpíadas. Afeganistão é o segundo país. Após a Grécia, desfile seguiu a ordem alfabética. 

Cada atleta que passar pelo Maracanã hoje vai plantar uma muda de árvore.

É o legado ambiental dos Jogos Olímpicos.