180graus

Financeiramente recompensados - 27/11/2014 às 08h32

1 em cada 3 brasileiros quer mudar de emprego nos próximos seis meses

Levantamento da SurveyMonkey, empresa de pesquisa on-line, mostrou que um em cada três brasileiros pretende mudar de emprego nos próximos seis meses. Dos profissionais pesquisados, 33% não se sentem financeiramente recompensados por seu trabalho.

Considerando a geração Y, a intenção de mudar de empresa é um pouco maior. Entre os profissionais que têm entre 25 e 35 anos, 38% dizem ser muito ou extremamente possível que deixem seus empregos nos próximos seis meses. A pesquisa foi feita com cerca de 500 profissionais brasileiros, no fim do mês de agosto.

O pacote de benefícios apareceu como um fator relevante para a escolha por um emprego: 71% dos entrevistados afirmaram que este item influencia muito ou extremamente na hora de aceitar ou não uma proposta de trabalho. Atualmente, 27% dos profissionais estão insatisfeitos com seus benefícios e 71% deles consideram que não são reconhecidos com prêmios ou bônus por suas empresas quando realizam um bom trabalho.

"Além de fatores financeiros, a atenção que a empresa dispensa aos funcionários é um tema relevante que pode ajudar a retê-los. Nesta pesquisa, constatamos que 37% dos respondentes consideram que suas empresas têm pouco ou nenhum cuidado por eles. Quase 30% dos brasileiros sentem que são pouco ou nada reconhecidos no trabalho. É uma taxa relativamente alta, que certamente está ligada à vontade deste profissional de buscar um novo emprego, demonstrando que a empresa tem um grande desafio em engajá-lo e retê-lo", afirma Rodolfo Ohl, country manager da SurveyMonkey no Brasil.

Apenas 19% dos entrevistados afirmaram que suas empresas proporcionam oportunidades de desenvolvimento de carreira. Por outro lado, 60% dizem que isto é pouco ou nada frequente, e 40% dizem que as companhias em que trabalham solicitam com pouca ou nenhuma frequência sua opinião ou informações de decisões que precisam ser tomadas.

Além disso, mais de 50% dizem que suas empresas nunca ou raramente pedem feedback sobre as atuais políticas que utilizam e 58% dos profissionais brasileiros se sentem pouco ou nem um pouco animados quando chegam ao trabalho pela manhã.
"É essencial engajar e reter os talentos, já que contratar novos funcionários implica em custos e tempo de recrutamento e treinamento, além do período necessário para atingir um patamar de desempenho compatível com a expectativa da empresa. É uma excelente oportunidade para o setor de RH contribuir de forma estratégica para o negócio", analisa ainda Rodolfo.

Fonte: com informações do G1

Publicado Por: Ricardo Caetano

Aprenda o que fazer - 25/11/2014 às 08h30

Veja como você pode manter a sua produtividade no final do ano

Com o Natal se aproximando, a produtividade no trabalho pode ir embora como um passe de mágica. Apesar de existir uma grande quantidade de serviço para ser feito antes de o ano acabar, decisões e novos projetos já vão sendo deixados para 2015. Mas será que é preciso diminuir tanto assim o ritmo? Será que você não está perdendo tempo?

É preciso sim diminuir a correria, mas é importante tomar cuidado para não deixar passar nada de essencial. Veja algumas dicas que podem ajudar a encontrar o balanço necessário.

Em primeiro lugar, preste muita atenção em sua agenda par as próximas semanas. A grande causa da perda de produtividade no final do ano é o fato de muitas pessoas ficarem doentes ou estressadas por tentarem fazer demais. Não ter nada para fazer em uma ou duas tardes pode ajudar muito.

Depois, mantenha sempre uma lista de coisas menos importantes e não urgentes como organizar a papelada, buscar algum livro em outro setor, enfim. Deixe estas tarefas que são atemporais para um dia que você estiver mais cansado ou com menos energia. Não tente realizar uma tarefa extremamente difícil nestes dias, pois isso só irá te deixar mais cansado e estressado.

É importante aproveitar este final de ano para recarregar e tirar um tempo da correria diária. Faça seu trabalho de maneira responsável para poder aproveitar antes e depois das festas. Outro ponto essencial: pense em janeiro. Muitas pessoas evitam os planejamentos no final do ano, mas faça com que o calendário siga o movimento que você quer. Se você não se planejar, a primeira semana de janeiro não será produtiva.

Fonte: com informações da Forbes Brasil

Publicado Por: Juliana Araujo

Bom comportamento - 25/11/2014 às 08h13

Confraternização de fim de ano no trabalho exige cuidados; veja dicas

As confraternizações de fim de ano são frequentes na maioria das empresas brasileiras. Apesar do momento de descontração com os colegas de trabalho e chefes, é preciso tomar cuidado com o comportamento adequado e a postura que deve ser adotada nestas festas. Os especialistas em Recursos Humanos lembram que o bom senso é fundamental na hora de celebrar a chegada do Natal e Ano Novo, sem prejudicar a imagem do profissional.

Carolina Coelho, responsável pela área de RH da HProjekt, afirma que a precaução para a festa de fim de ano da empresa começa ao escolher a roupa para a celebração:

— Muitas vezes, as pessoas exageram nos trajes e acabam utilizando roupas muito extravagantes, curtas, coladas ou muito decotadas. Lembre-se que, apesar de não estar fisicamente no ambiente de trabalho, as pessoas que lá estão são da empresa.
A psicóloga ressalta que também é recomendado ser comedido ao se relacionar com os colegas de trabalho:

— Festas são ambientes propícios para paqueras. Algumas empresas proíbem relacionamentos na organização, outras não. Caso se envolva com algum colega de trabalho, procure ser discreto, seja qual for a regra ou política de sua empresa. Você não vai querer ser o assunto da próxima semana, né?

71AE3965D43616808DABD547587273.jpg

Segundo ela, a dica pela discrição também vale para casais que já estão com o relacionamento formalizado. Por outro lado, a festa é um bom momento para o networking, ou seja, fortalecer a rede de relacionamentos profissionais:

— Esta é uma das melhores oportunidades que você terá para conversar com pessoas que ainda não tem proximidade, conhecer pessoas de outras áreas ou filiais ou ainda perceber que aquele chefe “bravo” ou exigente que você tanto teme é uma pessoa muito bacana — afirma Carolina.

Já a diretora de Recursos Humanos da empresa Mira, Fatima Mangueira, destaca que é preciso ser educado com todos os outros convidados e, claro, evitar fofocas:

— Seja simpático com todos, indistintamente do cargo que a pessoa ocupa. Seja discreto, não faça comentários pessoais seus, tampouco dos seus colegas.

A especialista explica que os profissionais podem optar por bebidas alcoólicas, mas com bom senso:

— Tenha controle do que bebe, lembre-se que você vai encontrar essas pessoas no escritório no dia seguinte.

Carlos Eduardo Pereira, psicólogo e sócio-fundador da empresa Top Quality, acrescenta que, mesmo precisando ter moderação com a postura, o funcionário deve ir ao evento:
— Por mais que deva ter precauções em relação ao seu comportamento, é melhor ir e se fazer presente, do que se trancar em seu mundo e não participar das comemorações.

Além disso, ele lembra que é melhor falar sobre amenidades e procurar outros interesses em comum com os colegas e chefes do que se focar em assuntos relacionados ao emprego:

— Evite falar excessivamente de trabalho. Você não está no escritório! Não se aproveite do momento de descontração para pedir aumento ou promoção. Esse não é o lugar para pleitear tais coisas. Utilize tal situação para melhorar sua imagem, não para pedir coisas.

Fonte: com informações do extra

Publicado Por: Ricardo Caetano

Confira como falar - 24/11/2014 às 08h38

Veja algumas dicas para negociar um aumento no final do ano

É mais fácil fazer com que as pessoas concordem com você se você demonstrar que valoriza suas percepções e emoções ao invés de tentar usar o poder e a lógica para persuadí-los. Este é o principal pensamento de Stuart Diamond, ex-repórter do The New York Times. O assunto principal em que essa frase pode ser aplicada é na hora de pedir um aumento no final do ano.

Em primeiro lugar, explica Diamond, sempre negocie pessoalmente, em vez de utilizar telefone ou e-mail. Estudos mostram que reuniões cara a cara são seis vezes mais propensas a ir da maneira do negociador. "Quando você olha nos olhos de alguém, é mais difícil de dizer não", observa ele. Ao invés de enquadrar a reunião como uma negociação salarial, diga ao seu chefe que você gostaria de ter uma ampla discussão sobre o seu valor para a empresa.

Em segundo lugar, informe-se sobre as percepções do seu gerente sobre você. Pergunte como você se saiu este ano, o que você fez que saiu ou não como o esperado? Não pergunte se o gerente tem avaliações escritas sobre você.

Em seguida, se o patrão disser que a empresa não está concedendo aumenta este ano, pergunte: "O que eu preciso fazer no próximo ano para conseguir um aumento?". Chegue preparado com a documentação de todas as suas realizações durante o ano, aconselha Diamond. Aproveite qualquer elogio de outros superiores para apresentar para seu chefe e assim ter argumentos.

Ofereça-se para trabalhar em turnos extras ou durante as horas de folga. Diamond conta que ele descobriu que o Times sentia falta de pessoal nos finais de semana, então ele disse que viria aos domingos. Havia sempre uma abundância de trabalho e as mudanças de domingo renderam material para uma página de histórias adicionais.

O especialista também aconselha voluntariado para alternar departamentos se a sua empresa pode usar seus serviços em outro lugar.

Fonte: com informações da Forbes Brasil

Publicado Por: Juliana Araujo

Tópicos
Desempregou caiu - 20/11/2014 às 09h16

Brasileiros deixam de buscar trabalho e reduzem taxa de desemprego

Samira Marcela Roman é uma das pessoas que ajuda a manter em baixa as estatísticas de desemprego no país. Mas não porque ela trabalha e, portanto, faz parte da população ocupada no país. A arquiteta e urbanista de 34 anos está há mais de 2 anos fora do mercado de trabalho por opção – e como não procura emprego, ela não é considerada desempregada. Samira quer trabalhar em algo que realmente desperte sua paixão, e enquanto isso não acontece, vive com a renda deixada pelo pai que já morreu e com a ajuda da mãe, que é professora aposentada e trabalha como diretora em uma escola para deficientes.

A taxa de desemprego de 4,7% em outubro foi a menor para o mês desde o início da série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2002. Segundo o instituto, os índices mostram que o principal responsável pela redução do desemprego é a redução da procura por trabalho – e não o aumento da ocupação. Assim, o índice de pessoas desocupadas caiu porque as pessoas estão adiando a procura ou desistiram de buscar emprego, de acordo com o IBGE.
"De modo geral, ao longo desse ano de 2014, o indicador da ocupação tem se mantido estável, não tem apresentado resultados importantes, estatisticamente significativos ao longo do ano de 2014", afirmou Adriana Araújo Beringuy, técnica da coordenação de rendimento e trabalho do IBGE.

De acordo com a economista Alessandra Ribeiro, da Tendências Consultoria Integrada, a taxa de desemprego não está aumentando porque a população economicamente ativa (PEA) também está muito baixa – nesse grupo entram tanto os que trabalham como os que procuram emprego – e deve fechar o ano com queda de 0,6%.

A consultora diz que a principal contribuição na queda da PEA vem dos jovens de 18 a 24 anos e do grupo de pessoas com idades entre 25 e 49 anos. Ela explica que os jovens estão adiando a entrada no mercado de trabalho para estudar e se qualificar. O bom motivo é que estão estudando mais, e nesse caso o crescimento da adesão ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), programa do governo que financia a graduação de estudantes matriculados em cursos de instituições privadas com avaliação positiva, tem contribuído para os jovens se dedicarem apenas aos estudos.

Mas o mau motivo, segundo Alessandra, é que há os jovens “nem nem” – os que nem estudam e nem trabalham. “Isso ocorre porque houve crescimento da renda familiar nos últimos anos, com o pai e a mãe bancando o filho em casa e, por causa do aumento da renda, ele não está nem estudando nem se qualificando. Podia ser uma mão de obra ativa, com isso perde oportunidades e volta defasado ao mercado”.

Já no grupo dos de 25 a 49 anos, um dos destaques é que as mulheres estão saindo do mercado, pois, com o aumento da renda, a mulher passou a ficar em casa, cuidando dos filhos, enquanto o marido trabalha para sustentar a família.
Apesar de não se encaixar na faixa etária dos jovens de 18 a 24 anos, Samira optou por não trabalhar para se preparar para fazer o que o que realmente gosta e não se frustrar mais. E ela tem o privilégio de não precisar trabalhar para realizar esse sonho. “O motivo real por eu não trabalhar é por já ter feito coisas que não me motivavam ou que não prendiam meu interesse por muito tempo, que não me desafiavam. Eu gosto muito de estudar e tenho um milhão de interesses diferentes. Não pretendo parar nunca”, diz. Atualmente Samira cursa análise de sistemas em uma universidade pública de São José dos Campos, SP, e sonha em dar aula de história da arte.

Samira pretende ainda fazer um intercâmbio de graduação ou de pós-graduação no exterior, com bolsa de estudo, para poder retornar ao mercado de trabalho brasileiro com mais qualificação, para trabalhar em alguma vertente da área de análise de sistemas e, posteriormente, fazer pós-graduação em história da arte.

A arquiteta diz que estaria trabalhando se não tivesse quem a sustentasse, mesmo que não fosse na sua área de formação. “Gosto de trabalhar e gostaria de estar empregada, mas ainda tenho algumas coisas para aprender para poder me jogar no mercado, diz.

Aumento de renda

Os idosos também contribuem para que os jovens demorem mais tempo para fazerem parte da população economicamente ativa. Alessandra, da Tendências, explica que a previdência aumentou muito o ganho dos aposentados e, na renda familiar, permitiu que os jovens ficassem mais tempo na escola ou que não trabalhassem nem estudassem.

“O aumento de renda tem o efeito colateral de permitir que as pessoas parem de trabalhar, e esse fenômeno vem crescendo no país. O salto foi no ano passado, quando cresceu o número de pessoas deixando o mercado de trabalho. Isso está relacionado ao aumento de 4,1% em termos reais da renda do trabalho em 2012”, explica Alessandra.
Para Felipe Leroy, professor do Ibmec/MG e doutor em economia, existe ainda o efeito transferência de renda. “Se tem Bolsa Família não entra no mercado de trabalho, fica na informalidade.” Segundo ele, como o mercado informal ou o salário reserva (programa de transferência de renda) remuneram melhor, cargos operacionais, que exigem menor qualificação, acabam tendo déficit de trabalhadores.

O consultor diz ainda que muitos jovens não se sentem preparados e acabam fazendo cursos complementares para depois procurar emprego. Nesse caso entram principalmente os que terminam a faculdade sem experiência.

Fonte: com informações do G1

Publicado Por: Juliana Araujo

Carregando, por favor aguarde...
Últimas Notícias
17h20 FPM de R$ 248.272,04 a mais é o que a prefeitura de Ipiranga vai receber em dezembro 17h20 FPM de R$ 248.272,04 a mais é o que a prefeitura de Itaueira vai receber em dezembro 17h15 O deputado federal Assis Carvalho (PT) está envolvido em mais uma investigação 17h15 O Ministério da Saúde liberou o resultado da Avaliação Externa do PMAQ do Município de S. Mendes 17h08 Filha de Zeca Pagodinho é vendedora de biquínis em loja no shopping do Rio 17h04 Repasse do FPM aumenta, veja quanto Itainópolis ganhará 17h04 Decoração de Natal do Lagoas do Norte será entregue no dia 01/12 17h01 Repasse de R$ 248.272,04 é o que a prefeitura de Isaías Coelho vai receber de FPM em dezembro 16h59 Corre! Saiu o 1º trailer de 'Star Wars: Episódio VII - O Despertar da Força' 16h58 Dez motivos que podem impedir a mulher de chegar ao orgasmo 16h54 Cinco benefícios do sexo para deixar a sua vida melhor 16h54 Começou o 19º Festbandas no Palácio da Musica; veja atrações de hoje 16h40 Inhuma receberá em dezembro R$ 248.272,04 a mais de FPM 16h35 MPF pede explicações de Assis e da Sesapi sobre convênio para hospital 16h35 Ministério da Saúde divulga novos números da Aids no Brasil 16h31 Golpe da 'ligação premiada' faz mais uma vítima no interior do PI; confira! 16h29 Acontece neste sábado(29) a 8ª Caranguejada do Beto Loyola no Salomé Bar 16h28 5° BPM forma mais 146 alunos no PROERD 16h26 População reclama da quantidade de ruas sem luz da cidade 16h21 Motocicleta recuperada em Itaipava do Grajaú é entregue a proprietária 16h20 Mulher Maçã vai apresentar reality em que vencedor fará sexo explícito 16h20 Taça Teresina Sub 15 entra na quarta rodada 16h19 A prefeitura Municipal de Oeiras abriu oficialmente o I Fórum Econômico do Vale do Canindé 16h07 Diarista perde mil reais em golpe de 'ligação premiada' em Cocal 16h04 Jureminha e Piauí decidem final do Campeonato Municipal de Clubes de Oeiras
CNH