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Reter talentos em suas funções - 11/02/2016 às 19h41

As tendências de recrutamento para 2016 no Brasil

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Em um cenário de crise econômica e de falta de investimentos, as empresas irão concentrar seus esforços em reter talentos em suas funções, aumentar o recrutamento interno e utilizar o know-how dos funcionários para fortalecer suas imagens e marcas. Essas são algumas das conclusões de uma nova pesquisa do LinkedIn, divulgada nesta quarta-feira (06/01). O estudo traz as tendências de recrutamento para 2016. Segundo o levantamento, 42% das empresas estão se mobilizando para reter talentos e 28% delas estão recrutando funcionários internamente.

A retenção de funcionários é, aliás, considerada uma prioridade para as empresas brasileiras nos próximos 12 meses - sendo apontada por 42% dos recrutadores entrevistados. Na sequência, aparecem o recrutamento de talentos altamente qualificados (33%) e a melhoria da qualidade da contratação (31%).

Um dos dilemas, apontados pela pesquisa, é que se por um lado reter funcionários já é visto como algo necessário, atualmente cerca de um terço das empresas não promovem o recrutamento interno, valorizando as pratas da casa. De acordo com o levantamento do LinkedIn, a maior parte das contratações internas ocorre hoje caso a caso, ou seja, são aleatórias e não contam com a ajuda de programas pré-estabelecidos. Apenas 22% das empresas dizem ter um programa de oportunidades de avanço profissional bem definido e 14% afirmam não ter programa que valorize a contratação interna.

Outra tendência de recrutamento no Brasil é a aproximação de determinadas áreas da empresa com o departamento de marketing - principalmente o RH. Atualmente, 31% dos recrutadores entrevistados apontaram que dividem a responsabilidade ou contribuem de alguma forma com o gerenciamento da marca empregadora junto ao marketing. "Equipes de atração de talentos estão aumentando os seus esforços e formando parcerias com equipes de marketing para alcançarem suas metas", diz o estudo.

Sobre o cenário de contratações, a pesquisa aponta que os desafios para este ano continuarão sendo superar orçamentos baixos e a dificuldade para crescer. "O volume de contratações diminuiu consideravelmente ao longo de 2015 ao passo que os orçamentos de contratação diminuíram um pouco menos. Esses dois fatores estão alinhados com o momento de crise econômica no Brasil e o que vemos a partir daí são empresas enfrentando dificuldades para crescer". Segundo a pesquisa, os maiores obstáculos que as empresas precisam superar para atrair os melhores talentos são hoje: remuneração (55%), concorrência (35%) e localidade (23%).

Fonte: Com informações do uol.com

Publicado Por: Naiana Lima

Ir atrás do seu sonho - 11/02/2016 às 12h12

6 passos para estudar fora em 2016

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Ano novo, metas novas! O Estudar Fora organizou um passo a passo para você tirar do papel o projeto de fazer intercâmbio em 2016. As orientações foram escritas com a ajuda da psicóloga Andrea Tissenbaum, do Blog da Tissen, especialista em estudos fora do país. Confira:

1. Entenda o que você realmente quer e qual é o seu perfil como estudante

O primeiro passo é descobrir o que você quer e que faculdades ou cursos combinam com você. Para isso, é necessário compreender seu perfil acadêmico: pense em seu histórico escolar, projetos extracurriculares, nível de proficiência no idioma do país (ou países) de interesse, entre outros, para poder fazer escolhas mais assertivas. Andrea aconselha conversar com professores e outras pessoas que possam te avaliar nesse sentido, mas lembra que nada te impede de tentar uma vaga em uma universidade que esteja no topo dos rankings.

Quem não puder passar anos fora do país pode apostar em outros tipos de vivência internacional, como trabalho voluntário ou cursos rápidos (short term courses). De idiomas à gastronomia, passando por história da arte e resolução de conflitos, há uma infinidade de programas e instituições. Há também os cursos oferecidos pelas summer schools, que acontecem no verão do hemisfério norte e duram até três meses.

Reflita sobre o que você quer – intercâmbio universitário de seis meses ou de um ano, curso de idioma, curso de curta duração, especialização, pós-graduação – e por que quer isso.

2. Pesquise bastante e escolha muito bem seu destino

O mundo é vasto e as opções de destino, inúmeras. Por isso, às vezes, é difícil até saber por onde começar. Mas vamos pelo básico:“Entenda se escolheu um lugar ou lugares nos quais poderá viver sem se apertar financeiramente e que estão em sintonia com quem você é”, aconselha Andrea.

Vale pesquisar um pouco da história e da cultura de cada destino e buscar informações sobre sua situação atual, como custos de vida médios (há o Budget Your Trip e outros sites parecidos para isso) e índices socioeconômicos. Fica mais difícil achar um emprego se o país está passando por uma recessão, por exemplo.

É preciso também fazer uma análise realística de suas condições atuais para entender se o destino que almeja é, de fato, o mais indicado para você neste momento. Uma opção pode escolher países que lhe permitam trabalhar com visto de estudante. O Estudar Fora publicou recentemente as regras de trabalho de 9 países para estudantes brasileiros. Austrália, Irlanda e Nova Zelândia, por exemplo, permitem que alunos de cursos de idioma também trabalhem. Já outros destinos, como Estados Unidos e Canadá, não dão essa opção.

3. Informe-se sobre as melhores formas de lidar com o câmbio

Em tempos de volatilidade cambial, é imprescindível programar-se. A recomendação é manter planilhas de receitas e gastos diários, seja no Excel, em apps de controle de custos ou mesmo na ponta do lápis. Lembre-se que a chegada é sempre mais cara, seja pelo deslumbre com um lugar novo ou necessidades inadiáveis, como depósitos para moradia.

Também é interessante checar outras oções de transferência financeira, como PayPal e Western Union, que trabalham com diversas moedas, e ver se funcionam para suas necessidades.

“Outra dica boa é o seguro de saúde, que deve ser feito antes de viajar e que é uma questão para muita gente”, lembra Andrea. Ponha em outra planilha todas as opções disponíveis, de bancos a seguradoras, para avaliar quais são as melhores. É útil também dar uma olhada nos contratos de seus cartões de crédito – alguns oferecem gratuitamente um seguro de até 30 dias caso a passagem seja comprada com eles.

4. Tire suas dúvidas com consulados, embaixadas e representantes

Se ainda não tem um lugar em mente ou se quiser conversar com quem já esteve lá, experimente visitar consulados e entidades representantes de governos, como Education USA, Campus France, Goethe Institut, Study in Australia e British Council. Quem está em Brasília também pode checar eventos culturais das embaixadas e saber um pouco mais sobre cada destino. Confira a lista de embaixadas na capital aqui.

5. Defina o idioma e a instituição de ensino

Caso o intuito não seja aprender um novo idioma, é melhor ir para um lugar em que a língua já é familiar para você. Pensando nisso, instituições da Holanda ao Japão costumam oferecer cursos em pelo menos dois idiomas: o nativo e o inglês. É sempre possível, estudar em um idioma mais familiar e aproveitar para aprender outra língua nas horas vagas.

Para os que querem fazer graduação ou pós-graduação fora, o processo é mais focado. As escolhas estarão relacionadas com sua área de interesse profissional e é necessário combinar seu perfil e aspirações acadêmicas aos programas que as universidades oferecem.

6. Comece a se preparar: veja documentos necessários e como funciona o processo de candidatura

Com a decisão tomada, dê início ao seu processo de candidatura (application), que varia entre cursos e escolas. Para a graduação e a pós-graduação no exterior, os processos são mais complexos e, em geral, envolvem provas, teste de proficiência no idioma, envio de currículo, cartas de recomendação e redações. Especialistas recomendam que os estudantes comecem a se preparar com pelo menos um ano de antecedência.

Cursos rápidos têm processos mais simples e, normalmente, exigem do aluno apenas um teste de domínio do idioma para verificar se ele terá condições de acompanhar as aulas. É bom familiarizar-se o quanto antes com os formulários e requisitos exigidos.

E em qualquer curso que vá fazer fora do Brasil, seja um intensivo de francês na Bélgica ou um curso de empreendedorismo na Califórnia, você terá que cuidar de seu passaporte, passagem aérea e hospedagem. Não deixe nada para a última hora: confira se o seu passaporte estará valido por todo o tempo em que estará fora e comece a buscar as opções de moradia.

Fonte: Com informações do uol.com

Publicado Por: Naiana Lima

São aproximadamente 35 vagas - 11/02/2016 às 08h02

Lacta abre vagas temporárias para a Páscoa com oportunidades no Piauí

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A Lacta, marca da Mondel?z Brasil, contratará cerca de 8,5 mil temporários de fevereiro a março, em praças estratégicas de todo o Brasil.

Das quase 10 mil vagas totais que a empresa abriu devido às demandas de Páscoa (mais de 1 mil temporários já foram contratados para o trabalho nas linhas de produção de ovos), 8,5 mil posições são destinadas à função de animador de Páscoa - responsáveis por atender os consumidores nos pontos de venda.

Além de representar a Lacta no contato com o consumidor, os animadores também são responsáveis por manter a parreira de ovos organizada.

O período de trabalho é de fevereiro até o domingo de Páscoa. Os candidatos devem ter ensino médio completo, no mínimo 18 anos, boa capacidade de abordagem e de comunicação, proatividade e perseverança. Experiência em atividades de merchandising é considerada um diferencial.

Historicamente, 13% das vagas para promotor da Mondel?z Brasil foram preenchidas por animador de Páscoa, ou seja, foram efetivados na empresa.

Confira o número de vagas por região e e-mail para inscrição:
Paraná – cerca de 750 vagas
Contato: pascoa2016@agenciaproeventos.com.br

Rio Grande do Sul – cerca de 685 vagas
Contato: diegomarchi@admpromo.com.br

Santa Catarina – cerca de 370 vagas
Contato: maria@focopromo.com.br

São Paulo – cerca de 3.290 vagas
SP Interior - Sorocaba e região
por@terra.com.br

SP Interior - Campinas e região
c.oliveira@spotpromo.com.br

SP Interior - Limeira e região
jair@agenciarecursoshumanos.com.br

SP Interior - Ribeirão Preto e região
rosegarciavieira@terra.com.br

SP Interior – São José do Rio Preto e região
claudia@promocell.com.br

SP Interior - Bauru e região
ivetebauru@uol.com.br

SP Interior – Presidente Prudente e região
doloresmf@stetnet.com.br

SP Interior - Vale do Paraíba
mariafernanda@finck.com.br

SP Interior - Litoral Sul
janapromo@uol.com.br

SP Capital
pascoa2016@spotpromo.com.br

marcia@taolivemkt.com
edneia.silva@randstad.com.br

Minas Gerais – cerca de 610 vagas
Contato: rh@grupoprestarh.com.br

Rio de Janeiro – cerca de 750 vagas
Contato: pascoarj2016@taolivemkt.com

Espírito Santo – cerca de 65 vagas
Contato: angelica@selloutpromocoes.com.br

Distrito Federal – cerca de 235 vagas
Contato: fabiana.dias@empreza.com.br

Goiás – cerca de 190 vagas
Contato: jakelyne.rasmussem@empreza.com.br

Mato Grosso do Sul – cerca de 95 vagas
Contato: fabiana.dias@empreza.com.br

Mato Grosso – cerca de 100 vagas
Contato: fabiana.dias@empreza.com.br

Ceará – cerca de 180 vagas
Contato: keila.bezerra@rhpromo.com.br

Maranhão – cerca de 90 vagas
Contato: keila.bezerra@rhpromo.com.br

Piauí – cerca de 35 vagas
Contato: keila.bezerra@rhpromo.com.br

Tocantins – cerca de 10 vagas
Contato: selecao@psiquevp.com.br

Pará – cerca de 85 vagas
Contato: ulisses@plenu.com.br e rose@plenu.com.br e rose@plenu.com.br

Amazonas – cerca de 60 vagas
Contato: manausimpacto@gmail.com

Rondônia – cerca de 15 vagas
Contato: keila.nascimento@rhesultados.com.br

Bahia – cerca de 290 vagas
Contato: samiradpromo2@gmail.com

Alagoas – cerca de 75 vagas
Contato: samiradpromo2@gmail.com

Sergipe – cerca de 80 vagas
Contato: samiradpromo2@gmail.com

Pernambuco – cerca de 305 vagas
Contato: juliana@infinitopromo.com.br e camilla.pinto@infinitopromo.com.br

Paraíba – cerca de 90 vagas
Contato: atendimento3@fluirpromo.com.br

Rio Grande do Norte – cerca de 90 vagas
Contato: luiza@clpromotion.com.br

Fonte: Com informações do G1

Publicado Por: Fábio Carvalho

Boca fechada - 08/02/2016 às 10h34

7 frases proibidas na hora de fazer networking

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Há quem acredite que, para fazer um bom networking, basta ser espontâneo.

Não é bem assim: por mais que a sinceridade e a transparência sejam obrigatórias para o sucesso das suas relações profissionais, falar a primeira coisa que vem à cabeça pode ser muito perigoso.

De acordo com Marcelo Derossi, cofundador do Clube do Networking, as palavras têm um impacto decisivo sobre a reputação de um profissional. “Toda a imagem que você construiu perante um contato pode ir abaixo por causa de uma frase infeliz”, diz ele.

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Quer evitar gafes e mal-entendidos? Veja abaixo 7 frases que é melhor evitar na hora de fazer networking, na opinião de Derossi e de Fabrício Barbirato, diretor executivo do IDCE (Instituto de Desenvolvimento de Conteúdo para Executivos):

“Como é mesmo o seu nome?”
Uma citação célebre do escritor e orador norte-americano Dale Carnegie (1888-1955) diz que o som mais doce do mundo para uma pessoa é o som do seu próprio nome.

Esquecer e perguntar novamente à pessoa como ela se chama, no meio da conversa, é como passar um atestado de distração e desinteresse na relação, afirma Derossi. Uma dica para gravar o nome de um conhecido é repeti-lo várias vezes durante o diálogo. Além de facilitar a memorização, esse hábito fará com que o outro se sinta mais reconhecido e apreciado.

“Você consegue me arranjar um emprego?”
A regra mais elementar do networking é investir continuamente nas relações profissionais, e não explorá-las pontualmente em troca de um benefício imediato para você.

Por isso, demonstrar que você só está conversando com aquela pessoa porque ela pode indicá-lo para uma vaga, por exemplo, é um certeiro tiro no pé. “Se você soar interesseiro e não trouxer nenhuma vantagem para a outra pessoa, o contato dificilmente irá evoluir", diz Barbirato.

“Odeio minha empresa / meu chefe/ meus colegas”
Frases do tipo também são um péssimo cartão de visitas em sessões de networking. Quem fala mal do próprio empregador ou equipe soa intolerante e agressivo, diz Derossi.

Se a outra pessoa está pensando sobre como seria se vocês trabalhassem juntos, aí se encerram todas as dúvidas: pela acidez das suas críticas, ela entenderá que o seu forte não é a discrição - e muito menos a ética.

“O mercado está cada vez pior”
Por mais que a crise econômica enfrentada pelo país deixe pouco espaço para o entusiasmo, é bom controlar o seu pessimismo em conversas com pares do mercado.

Isso porque pessoas que preenchem encontros profissionais com desabafos e lamentações costumam ficar gravadas na memória alheia com um rótulo negativo. “Se você só reclama da profissão e do mercado, vão se lembrar de você como alguém desagradável, queixoso”, explica Derossi.

“Você é o máximo”
Segundo Barbirato, distribuir elogios falsos não costuma impulsionar a carreira de ninguém. Em outras palavras, se você acha que a outra pessoa será ingênua o suficiente para acreditar nas suas bajulações, talvez o ingênuo da dupla seja você.

Ser cordial e cumprimentar o outro pelas suas competências não é proibido, mas é sempre bom moderar o tom e ser sincero.

“Eu sou o máximo”
Assim como a bajulação, a vaidade tem efeitos nocivos sobre qualquer relação profissional. Ninguém gosta de pessoas narcisistas: falar apenas sobre si mesmo, descrevendo incessantemente as suas realizações, costuma afastar os outros.

“É essencial ser humilde, fazer perguntas sobre o outro, demonstrar interesse pelas competências dele”, afirma Derossi. Afinal, o seu contato deve saber quais são as suas habilidades, mas você também precisa conhecer as dele. Do contrário, não saberão como se ajudar mutuamente no futuro.

“Podemos voltar a falar de trabalho?”
Graças ao sangue latino, o brasileiro tende a valorizar muito as relações interpessoais, inclusive quando o assunto é trabalho. Assim, o networking só funciona se houver uma conexão informal e subjetiva com o outro.

Por isso, não é recomendável falar apenas sobre temas ligados à carreira e “cortar” as digressões do outro. Contudo, a informalidade não deve tornar o seu discurso vago. Na hora certa, diz Derossi, será preciso falar com objetividade e clareza sobre as suas intenções profissionais.

Fonte: Com informação do Exame.com

Publicado Por: Naiana Lima

Após recomendação do MP - 06/02/2016 às 12h15

Seduc publica nota sobre suspensão de editais para seleção de professores

Em nota publicada em seu site oficial, a Secretaria de Estado da Educação (Seduc) informou que, "em cumprimento à recomendação do Ministério Público do Estado do Piauí, torna público que está suspendendo os processos seletivos relativos aos editais nº 002/2016 e nº 003/2016 para as devidas adequações solicitadas pelo MP/PI".

A Seduc informa, também, que tão logo sejam resolvidas as questões legais, os processos seletivos serão retomados sem prejuízo aos inscritos.

Publicado Por: Apoliana Oliveira

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