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1,85 milhão de vagas a menos - 01/05/2016 às 12h19

Pesquisa aponta causas do elevado desemprego; a crise política é uma

Profº Márcio Lima - Dia da Mudança
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O Brasil chega ao Dia do Trabalho, neste 1º de maio, com taxa de desemprego de 10,9%, segundo os dados mais recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Já os números de março do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Previdência Social, mostram supressão de 1,85 milhão de vagas formais em 12 meses. O aprofundamento do desemprego atinge as economias emergentes em geral. Mas o caso brasileiro é agravado pelas crises política e fiscal.

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) projeta aumento em 2,4 milhões no número de desempregados nas economias emergentes em 2016. Steven Tobin, do Departamento de Pesquisa da OIT, explica que a deterioração do mercado de trabalho nesses países está ligada à redução do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e riquezas produzidos em um país). Na América Latina e Caribe, a situação é considerada mais grave, com contração do PIB em 2015.

“Enquanto as economias emergentes navegaram pela primeira fase da recessão global relativamente bem, elas recentemente experimentaram marcada deterioração nas perspectivas econômicas e do mercado de trabalho. A situação é particularmente crítica na América Latina e Caribe. A região deve crescer significativamente abaixo da média mundial nos próximos anos”, destaca Tobin.

O pesquisador ressalta que, dadas as características de alguns países emergentes, os efeitos sociais do desemprego podem se tornar mais nefastos. “Desde que muitas dessas economias não têm um sistema de benefícios abrangente, ou políticas ativas para o mercado de trabalho, os efeitos de um aumento do desemprego nesses países pode afetar negativamente os padrões de vida e a qualidade dos empregos”, afirma citando com uma das consequências o aumento do emprego informal.

Particularmente no Brasil, Tobin cita a diminuição da demanda externa, em especial da China, e a queda nos preços das commodities (produtos primários com cotação internacional) como fatores que contribuíram para o aumento da taxa de desemprego. No entanto, diz ele, esse cenário acabou revelando fraquezas estruturais do país, como a baixa produtividade. Segundo o pesquisador, o Brasil teve “excessiva confiança” na exportação de commodities durante os anos de prosperidade.

Crise interna
Segundo especialistas ouvidos pela Agência Brasil, a situação do país se torna mais difícil devido a uma crise fiscal. O governo tenta cortar despesas para equilibrar as contas públicas, afetadas por gastos elevados e também pela queda na arrecadação tributária causada pela recessão. Paralelamente, o Brasil vive uma crise política que impacta a economia e cujo episódio mais recente, a aprovação do pedido de abertura de um processo de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff pela Câmara dos Deputados, paralisa as ações que poderiam melhorar o cenário econômico.

“Há um travamento da economia brasileira que é um terço decorrente da crise internacional e dois terços, dos nossos problemas internos. Associada à crise internacional, temos a crise fiscal, hídrica e a Operação Lava Jato. Ao atuar no sentido de coibir a corrupção, ela trava o setor da construção, que era muito forte. Vários fatores estão atuando simultaneamente”, afirma o diretor técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Clemente Ganz Lúcio.

Para o economista Gilberto Braga, professor da Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas Ibmec, o quadro é “desorientador”. Ele diz que só haverá perspectiva de melhora no emprego com a solução da crise política. “É preciso que o imbróglio político seja resolvido para que exista a possibilidade de a economia se reaprumar. O nível de emprego demora a reagir. Quando os índices macroeconômicos pioram, o emprego é o último cair. E também é o último a voltar ao normal”, destaca

Braga recomenda também que quem perdeu o emprego nunca perca de vista a qualificação. “O importante é se qualificar, sempre. Hoje em dia, com o mercado mais fechado, quem tem o currículo melhor tem mais chances. Não se deve desistir de fazer cursos, estágios e de procurar emprego”, aconselha. Ele lembra que o empreendedorismo é uma tendência em épocas de desemprego alto. “Entretanto, justamente por ser tendência, há muita concorrência”, alerta.

Fonte: Agência Brasil

Oferecidas quase 400 vagas - 29/04/2016 às 09h14

Em ação no centro de THE, Setre-PI atende cerca de 8 mil trabalhadores

A Secretaria de Estado do Trabalho e Empreendedorismo (Setre), por meio do Governo do Estado do Piauí, realizou o atendimento de cerca de 8 mil trabalhadores no Dia T. O evento aconteceu, dia 28 de abril, na Rua Climatizada, localizada no Centro Comercial de Teresina, em alusão ao Dia do Trabalhador, data comemorada no 1º de maio. A ação social contou com uma programação extensa: oficinas gratuitas, atividades culturais, avaliação física, serviços de embelezamento e quase 400 vagas de emprego.

O Dia T iniciou por volta das 9:00h, mas muitas gente acordou cedo para garantir uma das vagas oferecidas pelas empresas cadastradas no Sistema Nacional de Emprego do Piauí (Sine-PI). Aline Lopes, de 25 anos, chegou 5 horas da manhã e consegui pegar a senha de número 114. Desemprega há 8 meses, a operadora de caixa conta que viu na notícia pela internet uma oportunidade. “Vim na esperança de conseguir um emprego. Gostei da iniciativa, a gente está precisando muito”, observou Aline. Além da seleção para contratação de trabalhadores, a equipe do Sine-PI realizou a emissão carteiras de trabalho, orientações sobre o mercado de trabalho e seguro-desemprego.

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“Nossa missão foi positivamente cumprida, o intuito era realizar o máximo de atendimentos possíveis. Sabíamos que a demanda iria ser grande. Agora enviaremos para as empresas cadastradas os currículos captados aqui para as vagas solicitadas”, disse Rafael Torres, diretor do Sine Piauí.

A ação social contou com o apoio de instituições públicas e privadas. Os alunos da Universidade Estadual do Piauí (Uespi) desenvolveram atendimentos na área da saúde e bem estar físico, como aferição de pressão arterial, autoalinhamento, avaliação antropométrica, alongamento, ginástica laboral e orientação odontológica.

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Os trabalhadores que passaram pelo evento puderam fazer oficinas de bijuterias, de tecido de feltro e de adereços de crianças com os profissionais do Serviço de Apoio às Micros e Pequenas Empresas do Piauí (Sebrae Piauí).

A equipe da Setre realizou consultoria sobre empreendedorismo e leis trabalhistas, orientação sobre declaração de imposto de renda. O caminhão do Setre nos Municípios, programa que leva qualificação profissional a todo estado do Piauí, esteve no evento oferecendo serviços de embelezamento e corte e costura.

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Suellen Maria, de 20 anos, aproveitou o evento para fazer acupuntura com o Dr. Jaques Mardean. “O doutor viu que eu sou muito estressada. Por causa das cólicas ele me orientou a fazer massagens em um ponto da orelha para melhorar”, disse a jovem que também fez avaliação antropométrica e ginástica laboral com os profissionais da Uespi.

“Quem dera eu está ofertando 5 mil vagas de emprego aqui neste dia tão importante. Não podemos atender o pedido de todos. Nossa contribuição continuará através do Sine-PI, que todos os dias está fazendo captação de dados. Todos os dias nossos funcionários saem nas empresas procurando vagas para o trabalhador piauiense”, disse o secretário de Estado do Trabalho e Empreendedorismo, Gessivaldo Isaías. Ele informou ainda que o Sine-PI vai enviar três currículos para cada vaga solicitada e as empresas cadastradas irão fazer a seleção final.

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Em discurso, Gessivaldo Isaías agradeceu aos apoiadores do evento. “Eu quero agradecer a Deus em primeiro lugar, ao apoio que o Governador Wellington Dias deu nesse evento e tem dado todos os dia à Secretaria, à equipe da Setre, ao Pró-reitor da Uespi, ao Sebrae Piauí. Quero agradecer também a presença do Prefeito de Campo Largo do Piauí, o senhor Rómulo Aécio”, disse o secretário.

A ação social foi encerrada por volta das 14:00h. A comemoração contou com a apresentação da Banda da Polícia Militar do Piauí, do Grupo Afro da Escola de Balé de Teresina, do trio pé de serra Garoto Danado e do grupo musical do Núcleo de Estudo Dramático da Escola Estadual de Teatro Gomes Campos.

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Fonte: AsCom

Fique atento de como fazer - 28/04/2016 às 10h20

Funcionário pode 'demitir' a empresa? Entenda como funciona a rescisão indireta

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Empregado pode tomar a iniciativa de romper o contrato e preservar o direito às indenizações rescisórias; entenda.

Você sabia que o funcionário que passou meses sem receber salário, sofreu situações constrangedoras de assédio moral e trabalhou para uma empresa que fazia o recolhimento irregular do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) pode recorrer à Justiça do Trabalho para buscar o reconhecimento da rescisão indireta do contrato de trabalho?

ssa modalidade de rescisão, também conhecida como demissão indireta, ocorre por iniciativa do empregado quando o empregador desrespeita e comete falta grave com o empregado, por não cumprir a lei ou as condições contratuais ajustadas por parte do empregador.

O nome, rescisão indireta, é atribuido ao fato de o empregador agir de tal modo que torna impossível ou intolerável a continuação da prestação de serviços por parte do funcionário, embora ele não tenha sido demitido.

Quando a rescisão indireta é reconhecida, o empregador tem que pagar ao ex-funcionário todas as verbas rescisórias, como se o funcionário tivesse sido demitido sem justa causa. Isso inclui o saldo de salário (correspondente aos dias trabalhados pelo empregado), o aviso-prévio (trabalhado ou indenizado e proporcional ao tempo de serviço, de acordo com a tabela abaixo), férias vencidas e proporcionais acrescidas de 1/3, 13º salário, liberação dos valores depositados no FGTS, acrescidos de multa de 40% e entrega das guias para solicitação do seguro-desemprego.

De acordo o Tribunal Superior do Trabalho, apesar de a iniciativa formal para a rescisão ser também do empregado, a motivação é diferente da do pedido de demissão, que ocorre quando o trabalhador pede para sair da empresa por interesses pessoais, e por esse motivo, perde o direito a indenização e liberação de FGTS.

Para conseguir a rescisão indireta, é necessário que haja alguma das situações listadas pelo artigo 483 da Consolidação das Leis de Trabalho (CLT). São elas:

a) forem exigidos serviços superiores às suas forças, defesos por lei, contrários aos bons costumes, ou alheios ao contrato;

"A expressão serviços superiores às suas forças deve ser interpretada em sentido amplo, não apenas, às forças físicas do empregado, mas também à sua habilitação profissional ou técnica", explica o advogado trabalhista Maurício Borges, do escritório Advocacia Trabalhista Borges. "Já os serviços exigidos, alheios ao contrato de trabalho, são aqueles que não condizem com os termos estipulados entre as partes no contrato de trabalho", completa.

Como exemplificam as advogadas trabalhistas Célia Mara Peres e Luiza Cruz Greiner, ambas sócias do escritório Lilla, Huck, Otranto e Camargo Advogados, pode acontecer de o funcionário se ver forçado a trabalhar sem a ajuda de equipamentos necessários para desenvolver a sua função, ou ser obrigado a realizar tarefas que não são compatíveis com a sua função.

b) for tratado pelo empregador ou por seus superiores hierárquicos com rigor excessivo;

"O empregado não deve ser tratado com rigor, muito menos excessivo, porque a relação de emprego deve ser pautada com educação e cortesia por todos os sujeitos envolvidos nela", diz Borges. "O empregador tem o poder de aplicar punições pedagógicas, por meio de advertências e suspensões, mas isso não significa que o empregador tem carta branca para agir de qualquer maneira, como com brutalidade e descortesia, que caracterizam excessos do poder de comando", complementa.

A intolerância ou a implicância sem motivo ou a perseguição a determinado empregado de enquadram nesse tipo de situação.

c) correr perigo manifesto de mal considerável;

A não-adoção pelo empregador de medidas habitualmente utilizadas de normas de higiene e segurança do trabalho podem implicar o reconhecimento da rescisão indireta.

"A infração somente está configurada se o empregador submeter o funcionário a risco que não tenha previsão no contrato ou que poderia ter sido evitado com o uso de equipamento de proteção individual", esclarece Borges.

Obrigar um funcionário a usar um veículo em condições precárias para a realização de suas funções de motorista ou a trabalhar em grandes alturas sem equipamentos de segurança e proteção se encaixam nesse tópico, por exemplo.

d) não cumprir o empregador as obrigações do contrato;

Essas obrigações contratuais englobam, além do convencionado pelo empregador e pelo funcionário no contrato individual de trabalho, as cláusulas contratuais previstas na lei e em normas coletivas, como sentenças normativas, convenções e acordos coletivos.

"As hipóteses de descumprimento das obrigações contratuais poderão ocorrer no que tange a função, ao salário, ao horário e ao local de trabalho", explica Borges.

e) praticar o empregador ou seus prepostos, contra ele ou pessoas de sua família, ato lesivo da honra e boa fama;

"Nesse caso não há somente uma justa causa, mas duas. A honra não se confunde com a boa fama e basta lesão a uma ou a outra para caracterização da justa causa", observa Borges.

"A honra se refere a ofensas de cunho moral, e a boa fama, se refere à imagem do funcionário e da sua família. Esses conceitos englobam os crimes de injúria, calúnia ou difamação, que poderão ser cometidos diretamente pelo empregador, ou por chefias empresariais", acrescenta.

O funcionário que sofre calúnia, difamação ou injúria dentro ou fora da empresa por parte do empregador pode ter conhecida a rescisão indireta.

f) o empregador ou seus prepostos ofenderem-no fisicamente, salvo em caso de legítima defesa, própria ou de outrem;

As agressões previstas nesta alínea determina que as agressões são de natureza física, o que não inclui lesões corporais. "Não é necessária a ocorrência de um ferimento em si, apenas a ofensa que traduz a agressão, como um pontapé ou um tapa", explica Borges. Mas atenção, a justa causa é descartada nos casos em que o empregador estiver agindo em legítima defesa própria ou de terceiros.

g) o empregador reduzir o seu trabalho, sendo este por peça ou tarefa, de forma a afetar sensivelmente a importância dos salários;

Nesse caso, é necessário que a média salarial mensal do funcionário seja afetada de forma negativa e substancial para que seja reconhecida a rescisão indireta. "Aquelas pequenas variações, que ocorrem entre as semanas de trabalho não configuram, em regra, este tipo jurídico", esclarece Borges.

Nos casos de o empregador não cumprir as obrigações do contrato e reduzir o trabalho do empregado, provocando uma redução do seu salário, o empregado poderá pleitear a rescisão de seu contrato de trabalho e o pagamento das respectivas indenizações, permanecendo ou não no serviço até final decisão do processo. Nessas hipóteses, a permanência no serviço não é considerada como perdão por parte do empregado, quanto à conduta do empregador.

Devo deixar o emprego?

O funcionário pode deixar o emprego se estiver em qualquer uma das situações descritas acima, mas deve permanecer no trabalho, especialmente, nos casos de não cumprimento das obrigações do contrato pelo empregador e de redução do trabalho do empregado, de maneira que esta afete sensivelmente o seu salário.

Somente após a decisão do Tribunal Superior do Trabalho é que é recomendado que o funcionário deixe o serviço, isso porque o trabalhador corre um risco muito grande de o juiz não entender que o descumprimento do contrato de trabalho por parte do empregador é realmente motivo de rescisão indireta. Além disso, as provas que devem ser apresentadas durante o processo de reinvindicação das outras alíneas costumam ser mais contundentes do que as provas dessas duas alíneas, especificamente. Se o funcionário deixa o trabalho e não apresenta provas desse descumprimento ele pode perder a ação.

Agora se o funcionário optar por permanecer na empresa após a decisão do TST, e for dispensado pelo empregador, a dispensa indireta, solicitada pelo funcionário, será convertida em uma dispensa por ato do empregador, sem justa causa.

Há casos de funcionários que pedem demissão ou mesmo abandonam o trabalho porque não toleram mais o comportamento abusivo do empregador e depois ajuizam ação pedindo reconhecimento da rescisão indireta. Atenção! Quando os funcionários pedem demissão ou abandonam o emprego, eles não podem após terem “declarado” a rescisão contratual, solicitar a conversão da dispensa em rescisão indireta, segundo Borges. Por isso é importante que o funcionário avise ao empregador por que está deixando o serviço para que a empresa não considere a sua ausência como abandono.

Minha situação se encaixa em um dos itens descritos no artigo 483 da CLT. O que eu faço?

Caso o empregado esteja vivenciando uma das situações previstas no art. 483 da CLT, explicam Peres e Freiner, recomenda-se, inicialmente, um solução amigável com o empregador, em especial com o departamento de Recursos Humanos, expondo os fatos na tentativa de solucionar o conflito sem envolver o judiciário.

“Caso não seja possível a solução amigável, recomenda-se que o empregado procure um advogado e informe os fatos e possíveis provas do ocorrido, para que se analise a viabilidade de notificar o empregador extrajudicialmente ou, ainda, ingressar com uma reclamação trabalhista”.

"Nesse caso, é necessário ajuizar uma ação e submeter-se a um processo com todas as suas etapas e recursos para ver confirmada, ou não, pelo judiciário, a falta cometida pelo empregador, e mais do que isso, a gravidade suficiente para declarar insustentável a relação de emprego, e assim determinar a rescisão indireta do contrato", explica Borges.

Indenização por danos morais

“A empresa deverá pagar indenização por danos morais ao trabalhador, nos casos em que este pleitear, além da rescisão indireta, eventual dano moral praticado pelo empregador, nas hipóteses nas quais o motivo da rescisão indireta tenha causado prejuízo moral ao empregado”, explica Borges.

Conforme explicam Peres e Freiner, para que haja a obrigação de indenizar o abalo moral, são necessários pelo menos três requisitos: a prática de ato ilícito pela empregadora; a ofensa à honra ou à dignidade do trabalhador e o nexo de causalidade entre esses elementos.

“Todos esses elementos precisam ser devidamente comprovados para que haja a obrigação de indenizar”, esclarecem.

Fonte: Último Segundo

Siga as dicas - 28/04/2016 às 10h08

4 regras para um networking (realmente) produtivo na crise

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Diante da considerável dificuldade para conseguir emprego em meio à crise econômica, o profissional brasileiro tem se voltado mais do que nunca a uma velha prática do mercado: o networking.

Porém, muitos executivos têm derrapado na tentativa de encontrar novas oportunidades por meio de sua rede de contatos, diz Marcelo Derossi, cofundador do Clube do Networking.

O principal erro está em achar que o networking funciona como um interruptor de luz - algo que pode ser ligado ou desligado a qualquer momento, quando convém.

“É ingênuo achar que alguém vai te dar um emprego se você nunca cuidou realmente da sua rede”, explica Derossi. "Networking é um investimento de longo prazo, é inútil tentar ativá-lo do dia para a noite".

Em tempo: gerir as suas relações profissionais não significa simplesmente trocar cartões, adicionar pessoas no LinkedIn ou bajular os figurões da sua área. Trata-se de se posicionar como uma espécie de intermediário do mercado, alguém que faz a ponte entre quem tem uma demanda e quem pode atendê-la.

O objetivo é ser a pessoa a quem todos recorrem quando precisam de uma solução - até chegar a sua vez de solicitar algo a seu favor.

Na crise, a qualidade do networking do brasileiro tende a ser ainda pior. Aflita diante da escassez de oportunidades, muita gente tenta ativar seus contatos de forma desenfreada e pouco planejada, afirma Fabrício Barbirato, diretor executivo do IDCE (Instituto de Desenvolvimento de Conteúdo para Executivos).

Para organizar um estratégia de networking eficiente para enfrentar a crise, é preciso ter em conta algumas orientações específicas para este momento do mercado. Veja a seguir 4 delas:

1. Não gaste energia desnecessariamente

Foco é importante para administrar a sua rede de contatos em qualquer momento. Mas é especialmente relevante em contextos desfavoráveis ao emprego.

Ansioso para conseguir uma recolocação, o executivo pode atirar para todos os lados e perder tempo com pessoas que claramente não podem ajudá-lo. Quantidade não é qualidade, diz Derossi. Em vez de esgotar suas forças em tentativas fadadas ao fracasso, é mais estratégico mirar em poucos - e bons - contatos.

2. Seja capaz de escutar

É bom lembrar que, na crise, você não é o único a enfrentar dificuldades. Além de soar antipático, falar apenas de si dificilmente trará algum resultado. Afinal, um bom networking sempre propicia situações de “ganha-ganha”.

Ouvir a história do outro - e fazer o máximo possível para ajudá-lo direta ou indiretamente - é uma postura mais humana e estratégica. “Quando você demonstra interesse, a outra pessoa se abre para você, conta mais detalhes da sua situação e eventualmente encontra alguma forma de beneficiar você também, ainda que não seja imediatamente”, diz Derossi.

3. Não perca o bom humor

Em toda crise econômica, o risco de se deixar levar por uma espécie de “melancolia coletiva” é grande. Embora compreensível, o desânimo pode jogar contra o seu próprio desejo de sobreviver às demissões e ao desemprego.

Para Barbirato, pessoas muito pessimistas ou ansiosas costumam afastar as demais quando tentam fazer networking. Em vez de agir como se cada café com um conhecido fosse uma entrevista de emprego, é melhor respirar fundo e tentar interagir de forma leve e serena. Afinal, o outro também pode estar nervoso - e “contaminá-lo” com a sua calma só vai facilitar a conversa.

4. Aproveite a “boa maré” para o networking

Isso mesmo: embora a economia esteja atravessando uma fase sombria, o momento não poderia ser melhor para reaquecer a sua rede de contatos. “Com a crise, o mercado fica mais aberto do que nunca para o networking”, diz Barbirato. “Como as pessoas estão mais inseguras, elas também se tornam mais receptivas a aproximações”.

Por isso, completa Derossi, é proibido se isolar. “A pior tática para esse momento é se fechar ou esconder as suas dificuldades”, afirma o especialista. Para não sucumbir sozinho, é mais inteligente aproveitar a “boa maré” para aprofundar as suas relações com o mercado.

Fonte: Exame

'Dia T' ocorre nesta quinta - 28/04/2016 às 08h40

Ação da Secretaria do Trabalho oferta quase 200 vagas de emprego no Piauí

O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado do Trabalho e Empreendedorismo (Setre), realizará, em alusão ao Dia do Trabalhador, o 'Dia T'. A ação social ocorrerá nesta quinta-feira (28), das 8h às 14h, na Rua Climatizada, no Centro de Teresina. O dia terá uma programação especial: serão oferecidas oficinas de qualificação, atividades culturais e vagas de emprego. O trabalhador poderá se beneficiar dos serviços gratuitamente.

Pensando em promover a qualificação e a qualidade de vida do trabalhador, a Setre preparou uma programação direcionada para os trabalhadores piauienses. O evento tem o apoio de instituições públicas e privadas que estarão presentes ajudando a tornar o dia do trabalhador produtivo e rico de informação e entretenimento.

Serão muitas atividades na área do empreendedorismo com o intuito de incentivar no trabalhador a ideia de montar o próprio negócio. A Universidade Estadual do Piauí (Uespi) será uma das instituições que desenvolverá atividades ligadas ao empreendedorismo. A equipe da instituição de ensino realizará consultoria sobre empreendedorismo e leis trabalhistas e orientação sobre declaração de imposto de renda. Os trabalhadores poderão também aprender novas habilidades nas oficinas de artesanato de bijuterias, de papel filtro e adereços de crianças, que serão ministradas pelos profissionais do Serviço de Apoio às Micros e Pequenas Empresas do Piauí (Sebrae).

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O trabalhador que desejar fazer microcrédito será atendido pela equipe do Banco do Nordeste do Brasil, que estará prestando também orientações sobre empreendedorismo. “Nosso foco é fazer com que os trabalhadores informais e os desempregados possam receber orientações de como gerir um empreendimento”, disse o diretor de Empreendedorismo da Setre, Laércio Maia.

O Sistema Nacional de Emprego do Piauí (Sine-PI) estará com um estande atendendo os que desejam se candidatar a uma das 100 vagas de empregos oferecidas pelas empresas cadastradas no evento. “Essa é um ação importante. Conseguimos fazer parceria com mais de 10 empresas e vamos fazer essa intermediação. O Sine vai realizar o cadastro e a contratação no dia. Já estamos com quase 200 vagas de emprego disponíveis”, observou o secretário de Estado do Trabalho e Empreendedorismo, Gessivaldo Isaías.

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O gestor complementa dizendo que “quem está desempregado deve comparecer ao local do evento levando seus documentos: RG, CPF e Carteira de Trabalho”.

De acordo com o secretário, a expectativa é que muitos trabalhadores participem da ação. “Esperamos atender centenas de pessoas. Vamos homenagear todos aqueles que lutam diariamente para construir esse país. Convidamos todos os trabalhadores para esse dia planejado especialmente para eles”, pontuou Gessivaldo Isaías.

Outros serviços serão oferecidos pela Setre, como atendimento na área jurídica, de embelezamento, saúde e bem estar físico, como aferição de pressão arterial, autoalinhamento, avaliação antropométrica, alongamento, ginástica laboral e massagens terapêuticas. A comemoração será animada com shows de humor e apresentações culturais.

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Fonte: AsCom

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