
Obras feitas pelo IDEPI eram 'medidas' na base do 'bom senso e da confiança'
HEIN?
Aparentemente, um dos anos mais sombrios para o Instituto que tem o irônico nome de “Desenvolvimento do Piauí”, o IDEPI, foi o de 2014, quando houve uma farra de licitações suspeitas e pagamentos mais ainda.
É nesse exercício que o TCE se debruça para tentar entender a majoração de valores pagos justamente num ano eleitoral, com construtoras cujos alguns donos, que venceram as licitações, eram amigos do poder.
Agora advinha quem fazia as medições – aferições in loco – dessas obras para o IDEPI?
Um deles era o engenheiro Wescley Raon de Sousa Marques.
CONSTRUÇÃO DE ESTRADAS
Ele revelou sua falta de experiência e confessou que as aferições eram assinadas com base no bom senso e que acreditava plenamente nos relatórios de medição apresentados pelas empresas.
Havia milhões em jogo.
Fonte: None











