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Antes mesmo de a pandemia de Covid-19 ser declarada encerrada, os Estados Unidos já estão se preparando para lutar contra a próxima emergência de saúde global. De acordo com o jornal The New York Times, o governo americano quer investir bilhões de dólares na criação de “vacinas protótipo” contra 20 famílias de vírus que podem causar a próxima pandemia. As informações são do Metrópoles.

    Reptile8488/GettyImages

A ideia é usar o conhecimento adquirido com a fabricação das vacinas contra o coronavírus em tempo recorde para aprender mais sobre a estrutura molecular de cada um dos vírus e as maneiras de inativá-los. Os cientistas criariam imunizantes que pudessem ser adaptados rapidamente para uso em caso de emergência.

Anthony Fauci, infectologista à frente da resposta do país à pandemia, acredita que os primeiros resultados podem ser divulgados em cinco anos. Segundo ele, o projeto custaria “alguns bilhões de dólares” por ano, mas o investimento compensa, ainda mais depois da experiência devastadora com a pandemia do coronavírus.

“Se conseguirmos o financiamento, o que eu acredito, provavelmente começaremos em 2022”, afirma Fauci. O NYT diz que há conversas com congressistas e com a Casa Branca para viabilizar o projeto. Vírus conhecidos, como o zika e chikungunya, por exemplo, estão na lista do infectologista.

Caso as vacinas estiverem prontas, ou pelo menos adiantadas, quando a próxima emergência em saúde pública começar (e os especialistas acreditam que é questão de tempo, considerando a relação cada vez mais próxima de humanos com animais silvestres), os governos poderiam atuar rapidamente para evitar que surtos descontrolados cheguem ao temido patamar de pandemia.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) também está se organizando para o futuro: em março de 2021, a instituição publicou um tratado propondo soluções para lidar com a pandemia, sugestões para os problemas encontrados com a Covid-19, e apontando caminhos para evitar uma nova emergência global de saúde pública.

 

 

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15,22% de cobertura · 26/07/2021 - 12h26 | Última atualização em 26/07/2021 - 12h28

Mais de meio milhão de piauienses estão imunizados contra a Covid-19


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O estado do Piauí atingiu a marca de mais de meio milhão de pessoas (500.677) imunizadas contra a Covid-19, como mostram os dados do Vacinômetro da Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi). Receberam as duas doses 455.878 e 45.038 vacinadas com o imunizante da Janssen que só necessita de apenas uma dose para completar o ciclo vacinal. Já são 15,22% de cobertura vacinal da população.

Esse número só foi possível devido a um trabalho conjunto de estado e municípios para acelerar a vacinação dos piauienses, como destaca o secretário de Estado da Saúde, Florentino Neto.“Esse é o resultado do planejamento e trabalho, não só da equipe da Sesapi, mas de todas as prefeituras, que não tem medido esforços, trabalhando arduamente, seja de manhã, tarde, noite, fim de semana, feriado, tudo isso para garantir que a gente possa dar mais celeridade no processo e, sobretudo, comodidade à população para que tenha acesso a essa vacina, que é uma arma fundamental na luta contra essa doença”, avalia o gestor.

Atualmente o Plano Nacional de Imunização disponibiliza quatro vacinas para combate a Covid-19 e delas três (AstraZeneca, Pfizer, CoronaVac ) necessitam de duas doses para completar o ciclo de imunização, apenas o imunizante da Janssen precisa de uma dose para está totalmente vacinado contra o vírus.

“Quem não completa o esquema vacinal está mais sujeito à infecção, em comparação com pessoas que recebem as duas doses. Até por isso, esse indivíduo não contribui tanto para o controle da circulação do Sars-CoV-2. Por isso pedimos que aqueles que precisam da segunda dose retornem aos postos de saúde, na data estabelecida em seu cartão de vacina e tome sua dose de reforço”, lembra o secretário Florentino Neto.

Os números do Vacinômetro da Sesapi também mostram que já receberam a primeira dose das vacinas 1.287.282 pessoas, o que possibilita uma cobertura vacinal de 39,23%.“Nossa expectativa é de vacinar, com a primeira dose, 80% da população de 18 a 59 anos até outubro e, até o final do ano, estar com a nossa população 100% vacinada com pelo menos uma dose. Por isso, precisamos da colaboração de todos e da chegada de mais vacinas ao nosso estado”, disse Florentino Neto.

O Piauí também já recebeu 2.176.820 doses de vacinas do Ministério da Saúde e repassou aos municípios 2.120.332 imunizantes. Estão com as secretarias municipais de saúde, para aplicação de primeira, segunda ou dose única 333.451 vacinas. Também há uma reserva técnica de segurança de 2.000 doses e 54.488 imunizantes reservados para segunda dose.

Observação: Dados do Vacinômetro de 11h40, do dia 26 de julho de 2021


Fonte: Governo do Piauí
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É objeto de preocupação · 26/07/2021 - 11h21

Brasil deve mudar vacinação por causa da variante Delta?


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Com cerca de 67 milhões de brasileiros acima de 18 anos sem nenhuma dose de vacina contra a covid-19 até agora e outros 57,2 milhões aguardando a segunda dose, um eventual avanço da variante Delta do coronavírus no Brasil é objeto de preocupação para autoridades e especialistas. As informações são do R7.

Isto ocorre porque sabe-se que a cepa, identificada inicialmente na Índia, é a que mais escapa da vacinação parcial, afirma o pesquisador do Laboratório de Virologia, do IMT-FMUSP (Instituto de Medicina Tropical da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo) José Eduardo Levi.

"A Delta não é a variante que mais escapa à vacina, mas é a variante que mais escapa à vacinação parcial. Para quem tem vacinação completa, o escape por Delta é mínimo quando comparado com as outras variantes de preocupação, as VOCs."

Atualmente, o país tem 23% das pessoas maiores de 18 anos completamente vacinadas. Em relação à população total, são 17%.

No Rio de Janeiro, estado que mais detectou casos da variante Delta, três dos quatro mortos ainda não tinham completado a imunização.

Na semana passada, o diretor-geral da OMS (Organização Mundial da Saúde) afirmou que a variante Delta, com seu alto poder de transmissão, deve se tornar dominante em todo o mundo.

Delta é uma ameaça ao Brasil?

Embora o monitoramento genômico das variantes do SARS-CoV-2 em circulação no Brasil precise ser aperfeiçoado, estados já detectaram ao menos 135 casos da cepa indiana, segundo o Ministério da Saúde.

O virologista ressalta que o Brasil tem 98% dos novos casos confirmados de covid-19 causados pela variante Gama, identificada no começo do ano em Manaus (AM). Na avaliação dele, esta é a nossa ameaça real neste momento.

"E eu acho meio imprevisível [afirmar] que a Delta vai se sobrepor à Gama. Isso ninguém tem elementos para falar. [...] Esse temor da Delta [aqui no Brasil], de uma certa forma não é científico, vamos dizer assim. É uma percepção do que está acontecendo na Índia, por exemplo, uma associação livre entre o caos que aconteceu na Índia e a variante Delta e o que a gente está vendo acontecer em países que têm uma situação diferente da nossa agora."

Países como Estados Unidos e Inglaterra estão enfrentando novos picos de infecções pela variante Delta.

Mas no Reino Unido, por exemplo, mais da metade da população total está com o esquema vacinal completo. Nos EUA, são 48,8% da população completamente imunizados.

A diretora do CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças) dos Estados Unidos, Rochelle Walensky, informou no começo deste mês que estudos preliminares indicam que 99,5% das mortes recentes por covid-19 no país ocorreram entre não vacinados.

Levi explica ainda que levaria alguns meses para a variante Delta se espalhar no Brasil.

"Em geral, essas VOCs [variantes de preocupação, na sigla em inglês] começam pouquinho e em mais ou menos de dois a três meses elas dominam o cenário. [...] O Rio de Janeiro já publicou ontem um crescimento da Delta lá no estado até preocupante. Temos que monitorar. Mas, com certeza, a vacinação não vai ser capaz de parar a expansão da Delta, porque a gente ainda vai ter nos próximos dois, três meses muita gente não vacinada e com uma dose apenas."

Mas se for só uma questão de tempo até que esta variante avance pelo Brasil, o que o Ministério da Saúde deve fazer em relação à campanha de vacinação?

Este é um tema que divide opiniões de especialistas. Em um cenário ainda com número limitado de vacinas, antecipar a segunda dose dos imunizantes da AstraZeneca e da Pfizer (hoje aplicados com intervalo de 12 semanas), é apontado como uma alternativa para proteger completamente as pessoas contra a variante Delta.

Mas isso implicaria obrigatoriamente na não imunização com a primeira dose de um número significativo de indivíduos em determinado intervalo de tempo. Sem nenhuma vacina, estas pessoas estariam sujeitas não só às complicações da variante Delta, mas também da variante Gama.

O infectologista pesquisador da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) Julio Croda participou de um estudo no Brasil que mostra que são necessárias as duas doses da AstraZeneca ou da CoronaVac "para a proteção adequada contra a [variante] Gama".

Estudos realizados no Reino Unido apontam também para a necessidade de duas doses da AstraZeneca ou Pfizer para garantir imunidade contra a variante Delta.

O governo britânico, afirma Croda, fez uma recomendação que poderia ser adotada no Brasil.

"Antecipando a segunda dose apenas para as pessoas acima dos 50 anos, que são as que apresentam o risco maior de hospitalização e óbito. Sabemos que o espaçamento entre doses gera mais reposta imune e produz uma resposta imune mais adequada com o período de 12 semanas. Mas, precisamos pesar o risco x benefício. O risco de esperar sem proteção adequada supera o benefício de tomar uma dose antecipada quatro semanas? Não tem uma resposta para isso, mas o que o Reino Unido fez e é uma solução intermediária."

Para o virologista do IMT-FMUSP, é preciso levar em consideração que o Brasil ainda não tem uma disseminação significativa da variante Delta. Mas se isto ocorrer, certamente pessoas que não tiveram oportunidade de se vacinar ainda serão as principais vítimas.

"Diferente de outros países, onde as pessoas estão se infectando pela Delta porque não querem se vacinar, no Brasil, a Delta vai pegar gente que não foi vacinada porque não deu tempo", afirma, ao defender uma redução do intervalo das vacinas da Pfizer e AstraZeneca para oito semanas.

Dose de reforço

Uma possibilidade já discutida em países onde a cobertura vacinal está mais elevada é a de aplicação de doses de reforço na tentativa de garantir mais imunidade contra as variantes do vírus.

Pfizer e AstraZeneca anunciaram na semana passada estudos com uma terceira dose em indivíduos que já estão vacinados há pelo menos seis meses. O resultados ainda devem demorar algum tempo para serem divulgados.

O Ministério da Saúde não trabalha com a hipótese de doses adicionais para pessoas que já completaram o esquema vacinal.

Mesmo sem respaldo do PNI (Programa Nacional de Imunizações), o estado de São Paulo anunciou um novo ciclo de vacinação contra covid-19 a partir de 17 de janeiro de 2022, quando a campanha atual completa um ano.

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Apenas Butantan e Pfizer · 26/07/2021 - 11h03

Lactantes são incluídas na vacinação contra a Covid-19 no Piauí


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Desde a última sexta-feira (23/07) a Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi) iniciou o envio aos municípios de doses de vacinas contra a Covid-19 para imunizar as mulheres lactantes. Este grupo só pode receber os imunizantes do Butantan e Pfizer. 

As lactantes foram inseridas nos grupos de vacinação contra a doença após  resolução da Comissão Intergestora Bipartite (CIB). As vacinas destinadas a essas mulheres serão inseridas nos 30% dos grupos prioritários. “É uma vitória a inserção dessas mulheres na vacinação do Piauí, sabemos da luta desse grupo e trabalhamos junto com a CIB para esse aprovação”, destaca o secretário de Estado da Saúde, Florentino Neto. 

De acordo com o Ministério da Saúde, este grupo só pode receber os imunizantes da Pfizer e Butantan. Além disso, lactantes que forem vacinadas contra a Covid-19 não precisam interromper o aleitamento materno por conta do imunizante, uma vez que não há evidências de riscos para a saúde do bebê, conforme recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS). A doação de leite materno também é permitida.

“São consideradas lactantes, segundo o caderno de alimentação infantil do Ministério da Saúde, mulheres que amamentam bebês de 0 a 24 meses, podendo ser até mais. Ficando a critério do município estabelecer a prioridade para vacinação sendo comorbidades ou período de amamentação do mais recente para o mais tardio”, explica a Coordenadora Estadual de Imunização, Bárbara Pinheiro.


Fonte: Sesapi
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97,7% da população vacinada · 25/07/2021 - 19h20

Vacinada, Serrana registrou uma morte por covid em julho


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    Divulgação

A cidade de Serrana (SP), que teve 97,9% de sua população vacinada contra a covid-19 em um estudo do Instituto Butantan, registrou uma morte pela doença em julho*. Os dados são de segunda-feira (19/07), da última atualização divulgada pela prefeitura do município do interior paulista. As informações são do R7.

Ao todo, neste período, houve 110 casos confirmados, uma média de 5,7 diários. Desde dezembro de 2020, o mês com menos registros foi junho, com 229, ou uma média de 7,6 por dia.

Além disso, segundo a última atualização da gestão municipal, Serrana tem somente três pessoas internadas em decorrência do novo coronavírus.

Nova etapa do Projeto S

O Projeto S, que vacinou em massa a população serranense com a CoronaVac, iniciou neste sábado (24/07) uma nova etapa dos estudos.

Nesta fase, Butantan avaliará a imunidade com as duas doses da vacina a longo prazo nos moradores do município do interior paulista. Os participantes desta etapa devem ser adultos ou idosos e terem sido imunizados por meio do projeto.

Nos próximos dias 24, 25 e 31 de julho e 1º de agosto, cada voluntário irá para a escola onde recebeu as doses do imunizante e terá uma amostra de sangue coletada, e será acompanhado ao longo de mais de um ano.

*Inicialmente, a reportagem apontava que a cidade não havia registrado óbitos este mês, como mostravam os dados divulgados pela prefeitura. Posteriormente à publicação do texto, a gestão municipal informou que houve uma morte em 17 de julho, que ainda não estava computada no sistema da secretaria de Saúde do município

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu por unanimidade, neste sábado (24/07), encerrar o processo que tratava da autorização temporária de uso emergencial, em caráter experimental, da vacina Covaxin.

A decisão foi tomada após a Anvisa ser comunicada pelo laboratório indiano Bharat Biotech Limited International que a empresa brasileira Precisa não possui mais autorização para representá-la no país. A farmacêutica é a fabricante da vacina Covaxin.

A diretora Meiruze Freitas, relatora do processo, destacou no voto que "o rompimento da relação comercial entre as empresas, bem como a decadência de requisito fundamental para a Autorização de Uso Emergencial, implica em impedimento da manutenção e continuidade da avaliação do pedido. A negativa está ancorada ao princípio da eficiência, uma vez que seguir com uma avaliação técnica de uma petição já administrativamente corrompida implicaria em significativo desperdício de esforços e recursos da administração".

Em nota, a agência informou que o processo “será encerrado, sem a avaliação de mérito do pedido de autorização temporária de uso emergencial, em caráter experimental, protocolado pela empresa Precisa Comercialização de Medicamentos Ltda no dia 29 de junho deste ano”.

Estudos clínicos

Também pelo fato da Precisa não representar mais a Bharat Biotech no Brasil, ontem (23/07), a Anvisa já havia suspendido, cautelarmente, os estudos clínicos da vacina Covaxin no país. Por determinação da Coordenação de Pesquisa Clínica (Copec) do órgão, os ofícios comunicando a suspensão cautelar foram enviados ao Instituto Albert Einstein e à então patrocinadora do estudo, a empresa Precisa Comercialização de Medicamentos Ltda. A aplicação da vacina em voluntários brasileiros não chegou a acontecer.


Fonte: Agência Brasil
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Confira locais da imunização · 24/07/2021 - 12h00 | Última atualização em 24/07/2021 - 12h03

FMS realiza quatro dias seguidos de drive thru da 2ª dose da vacina contra a Covid


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A Fundação Municipal de Saúde (FMS) inicia neste domingo (25/07) e prossegue até a próxima quarta-feira (28/07), por quatro dias seguidos (25, 26, 27 e 28/07) drive thru de segunda dose da vacina contra a Covid-19. Neste domingo (25/07) é para quem recebeu a primeira dose dia 02/05 e estava com 63 anos ou mais. Serão 10 pontos de aplicação da vacina do laboratório Astrazeneca.

    Ascom / FMS

Na segunda-feira (26/07) é para quem recebeu a primeira dose dia (03/05) e estava com 62 anos ou mais. Na terça-feira (27/07) para os vacinados com primeira dose dia 04/05 e estavam com 61 anos ou mais e na quarta-feira (28/07) para quem recebeu a primeira dose dia 05/05 e estavam com 60 anos ou mais.

Para evitar aglomeração e congestionamento, a logística no drive deste domingo (25/07) será a mesma adotada nos drives anteriores: pela manhã (9h às 13h) serão priorizadas as mulheres, no turno da tarde (13h às 17h) o foco será nos homens.

Os locais serão os seguintes: 

– ADUFPI – Av. Universitária, 391 – Ininga

– Centro Universitário Santo Agostinho – zona Sul

– Centro de Artes e Esportes Unificados Vieira Toranga (CEU – Norte) – Santa Maria da Codipi

– Teresina Shopping

– Terminal Parque Piauí

– Terminal Livramento

– Terminal Zoobotânico

– Terminal Itararé

– Terminal Buenos Aires

– Terminal Bela Vista

Os locais de drive thru dos dias 26, 27 e 28 são os seguintes:

– Universidade Estadual do Piauí (UESPI), Campus Pirajá

– ADUFPI – Av. Universitária, 391 – Ininga

– Centro Universitário Santo Agostinho – zona Sul

– Centro de Artes e Esportes Unificados Vieira Toranga (CEU – Norte) – Santa Maria da Codipi

– Teresina Shopping

– Terminal Parque Piauí

– Terminal Livramento

– Terminal Zoobotânico

– Terminal Itararé

– Terminal Buenos Aires

– Terminal Bela Vista

A coordenadora da campanha de vacinação, Emanuelle Dias, informa sobre a documentação a ser apresentada. “No momento da vacinação, devem ser apresentados um documento de identificação com foto e data de nascimento, CPF ou Cartão Nacional do SUS, comprovante de endereço no município de Teresina e o cartão de vacina para comprovar a primeira dose e a data do agendamento dessa segunda dose”, diz a coordenadora.

O presidente da FMS, Gilberto Albuquerque, analisa que os dados de redução de óbito pela Covid em Teresina é um reflexo da vacinação e do atendimento médico. “A semana passada teve redução de 35% dos óbitos e 18% das internações por Covid-19 e avaliamos que a vacina tem sido o principal fator para essas reduções”, analisa.

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Que mais concentra mortes · 23/07/2021 - 08h49

Quase 20% dos brasileiros de 50 a 59 anos ainda não se vacinaram


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Primeira faixa etária a ter a vacinação contra covid-19 autorizada fora do grupo prioritário, a população entre 50 e 59 anos ainda tem cerca de 20% sem receber uma dose sequer de imunizante no Brasil. As informações são do R7.

    EVANDRO LEAL/ENQUADRAR/ESTADÃO CONTEÚDO

Um levantamento feito pelo R7 com base nos dados mais recentes disponibilizados pelo Ministério da Saúde mostra que cerca de 24,2 milhões integram esse grupo, mas 4,53 milhões (18,7%) não tomaram a primeira dose ou a vacina de dose única da Janssen.

Em comparação com os idosos, há uma diferença significativa. A população acima de 60 anos soma 31,2 milhões, dos quais apenas 1,56 milhão (5%) não tomaram dose alguma.

Não é possível ainda fazer uma análise sólida em relação às idades mais jovens, já que a vacinação abaixo de 50 anos começou há poucas semanas em boa parte do país.

Dados do SIVEP-Gripe (Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe) do Ministério da Saúde mostram que a faixa etária de 50 a 59 anos passou a concentrar as mortes por covid-19 nos últimos dois meses, com o avanço da vacinação dos idosos.

Para a ex-coordenadora do PNI (Programa Nacional de Imunizações) Carla Domingues, este deveria ser o grupo mais engajado em se vacinar.

"De 50 a 60 anos, é o grupo que mais tem comorbidades depois dos idosos. [...] É um grupo sensibilizado à vacinação, porque tem risco de ter complicações pela doença."

Carla acrescenta que não é possível identificar com clareza o que causou essa taxa de não vacinados, mas diz que é preciso identificar se há diferenças regionais e por classe social, já que deslocamentos e disponibilidade para ir se vacinar podem ter efeito.

Ela também aponta a falha de uma comunicação uniforme por parte do Ministério da Saúde.

"Infelizmente, o que a gente está vendo, com os idosos houve toda uma divulgação maior, uma busca desses grupos. Os estados estão nessa competição para ver quem termina de vacinar primeiro e estão deixando um monte de gente para trás. Não terminou um grupo e já estão vindo outros. Eu até acho que tem que abrir para que a gente não fique com vacina parada, mas não pode ficar deixando [grupos com baixa cobertura vacinal] ad eternum."

A médica Flávia Bravo, da diretoria da SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações), acrescenta que adultos saudáveis e adolescentes, tradicionalmente, vacinam-se menos.

"Não é simplesmente recusa. Existe essa situação crônica e tradicional de que é difícil levar essas pessoas para vacinação de um modo geral. Em qualquer país, as taxas de cobertura vacinal dos adultos são mais baixas."

Ela pondera, todavia, que o fato de a covid-19 ser um assunto presente no dia a dia e que afeta a sociedade como um todo deveria ser um estímulo na busca pela imunização.

"A comprovação disso é esse clamor popular por vacinas, as filas... São aquelas pessoas que vivenciaram na pele o que a covid consegue fazer e que estão aí. A minoria são aqueles que não conseguem ter empatia ou negam as evidências todas. Não são nem evidências científicas, são evidências de vida."

Os que se recusam a tomar vacina por convicção são uma pequena parcela no Brasil, na avaliação de especialistas. Estima-se que em torno de 3% da população seja antivacina. Mas até eles devem ser beneficiados indiretamente com o aumento da cobertura vacinal, explica Flávia.

"A gente tem que pautar as estratégias sabendo que antivacinista existe para qualquer vacina, a gente busca percentual de cobertura confiando que aqueles 25% que estão de fora, ali dentro estão os anti-vax [expressão em inglês para antivacina]. Eles acabam se beneficiando da imunidade de comunidade."

Segunda dose

Outro dado que preocupa as autoridades é o número de brasileiros que tomou a primeira dose e não retornou para a segunda dentro do prazo estabelecido.

Concluir o esquema vacinal é fundamental diante da disseminação da variante Delta do coronavírus no país, afirmam médicos.

O Ministério da Saúde estimava, no começo do mês, que 3,4 milhões de brasileiros ainda não haviam retornado aos postos para a segunda dose, mesmo já estando liberados para tomar.

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Brasileiros com 60 a 69 anos · 22/07/2021 - 09h08

Com vacinação, mortes e internações de idosos caem 76% no país


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Desde o início da vacinação no Brasil, em 17 de janeiro, a idade dos mortos e internados por conta da covid-19 diminuiu consideravelmente, com a taxa de vítimas entre os idosos – especialmente entre aqueles de 60 a 69 anos – despencando desde o auge da segunda onda da pandemia. As informações são do R7.

É o que indicam os dados do início de janeiro até julho deste ano do SIVEP-Gripe (Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe), do Ministério da Saúde, que foram analisados pelo R7. O banco compila informações sobre as vítimas de SRAG (Síndrome de Insuficiência Respiratória Aguda), das quais especialistas calculam 98% dos casos causados pela covid-19.

O grupo entre 60 e 69 anos, antes o mais vitimado pela SRAG, teve redução de 74% da média móvel internações e de 76% de mortes entre o final de março e o início de abril, o pico da segunda onda. Agora, são os brasileiros de faixas etárias até três décadas mais novas (59 a 50, 49 a 40 e 39 a 30) que estão com as maiores taxas de internados.

Em relação aos óbitos, estas duas faixas etárias de meia idade mantêm protagonismo. São os brasileiros de 50 a 59 anos que morrem mais, enquanto os dez anos mais novos estão em patamares similares aos idosos com 60 e 70 anos.  

"O fato de ter caído a mortalidade e as internações e o número de casos não significa que a situação está boa. Nós estamos ainda em níveis muitos altos, em comparação com o ano passado, inclusive, e a outros países. Então a nossa situação é muito grave"

 Em comum, todos as faixas tiveram um aumento anormal durante o auge da segunda onda da covid-19 no Brasil, entre o final de março e início de abril. Os dois meses foram os mais letais da pandemia e fizeram explodir o número de mortos e internados, principalmente entre brasileiros com 60 anos. 

Neste período, o ritmo de vacinação ainda era muito lento e poucos brasileiros nos grupos prioritários tinham recebido as doses. Com a disseminação da variante Gamma (P1, do Amazonas) do novo coronavírus por todo o território nacional o resultado foi de UTIs (Unidade de Terapia Intensiva) lotadas em todos os estados e recordes diários de mortes.

Nas semanas seguintes ao colapso hospitalar, a aplicação de doses saltou de 14,3 milhões de brasileiros vacinados em março para 23,5 milhões em abril, seguida de 21,2 milhões em maio e fechando com 32,5 milhões em junho, total de 77,3 milhões nos três meses seguintes.

"Já há suficiente informação e dados que pelo menos parte desta queda poderia ser atribuida ao aumento da cobertura vacinal. A parcela que pode ser atribuída a esta vacinação ainda não está muito clara", opina o epidemiologista e professor da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), Guilherme Werneck.

Além da imunização, sugere Werneck, a não adoção do isolamento social e do uso de máscaras também pode explicar as variações mais significativas nas mortes e internações das faixas etárias, como a dos mais jovens, que podem ter voltado a se arriscar mais. 

"Essa população de 60 anos ou mais, que é realmente uma população que tem maior vulnerabilidade de desenvolver formas graves [da covid], (...) muitas delas já morreram. Então existe uma 'sobrevivência seletiva' também, esses idosos já superaram fases mais difíceis e possivelmente são um subconjunto que é menos vulnerável", completa. 

Pandemia está longe de acabar

Desde junho, os indicadores da pandemia têm reduzido com frequência. Especialistas, contudo, alertam que os cuidados básicos devem ser mantidos até mesmo entre vacinados, considerando que os níveis de transmissão e de mortes continuam em um patamar alto.  

"Nenhuma vacina tem uma proteção de 100%. A vacinação ainda não contemplou o recomendado pela imunidade rebanho e nem todas as faixas etárias devido ao ritmo de vacinação, as medidas como distanciamento social, evitar aglomerações, higiene frequente das mãos e uso de máscaras devem ser mantidas", diz a infectologista Ana Rachel Seni Rodrigues.

Ela ainda alerta para a chegada da variante Delta (indiana) ao Brasil, com maior escape a vacinas e a anticorpos de infeccções anteriores, e que tem feito países-modelo no combate à pandemia regredirem a quarentenas severas. "Ela tem uma capacidade de transmissão muito grande, mais de 90% do que a cepa original, e bem maior que a variante brasileira", pontua.  

Outro fator de risco ao controle da pandemia é a baixa imunização completa dos brasileiros com as duas aplicações da vacina ou a dose única da Johnson. São pouco mais de 35 milhões que foram imunizados, cerca de 16% da população.

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AstraZenca e CoronaVac · 21/07/2021 - 09h40

Piauí recebe mais de cem mil doses de vacinas contra a Covid-19


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Para possibilitar o avanço da imunização da população do Piauí contra a Covid-19 chegaram ao estado, nesta terça-feira (20/07), mais de cem mil doses de vacinas. Foram lotes dos imunizantes da FioCruz/AstraZenca e Butantan/CoronaVac. Também está prevista a chegada de vacinas da Pfizer, na tarde desta quarta-feira (21/07). 

Foram enviadas pelo Ministério da Saúde, para que a Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi) faça o repasse aos municípios de 88.250 doses das vacinas FioCruz/AstraZenca, 29.200 Butantan/CoronaVac.

    Divulgação / Sesapi

“Com chegada das 17.550 doses do imunizante da Pfizer, previstas para esta tarde, fechará o maior lote de vacinas contra a Covid-19 já recebido pelo Piauí, totalizando 135 mil doses”, destaca o secretário de Estado da Saúde, Florentino Neto. 

As vacinas serão distribuídas aos municípios, pela Secretaria de Estado da Saúde (sesapi), de acordo com a resolução da Comissão Intergestora Bipartite (CIB), onde ficou estabelecido que todos os imunizantes, que chegarem ao estado serão divididos da seguinte maneira: 50% para a população em geral de 18 a 59 anos, não contempladas nos demais grupos, 30% para grupos estabelecidos Plano Nacional de Imunização e também para 20% dos serviços essenciais escolhidos pelos conselhos municipais de saúde.

“Já estamos preparando nossas equipes para que assim que todas as vacinas estejam em nosso estado sejam enviadas o mais rápido possível aos municípios.  Pedimos aos gestores municipais, que assim que as receberem, organizem os seus calendários e apliquem os imunizantes”, reforça o gestor.

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Meta é entregar 44 milhões · 21/07/2021 - 08h46

Butantan entrega nova remessa de CoronaVac ao Ministério da Saúde


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O Instituto Butantan entrega nesta quarta-feira (21/07) uma nova remessa de CoronaVac, imunizante produzido em parceria com o laboratório chinês Sinovac, ao PNI (Plano Nacional de Imunização) do Ministério da Saúde. As informações são do R7.

    WILLY KURNIAWAN/REUTERS

O vice-governador Rodrigo Garcia acompanha a entrega no lugar do governador João Doria, que cumpre quarentena em casa por ter sido infectado pelo novo coronavírus pela segunda vez. 

Na segunda-feira (19/07) já havia sido entregue um lote de mais um milhão de doses do imunizante ao governo federal. Na ocasião, Garcia afirmou que o grande desafio do governo paulista é a entrega de 44 milhões de doses até 30 de agosto, antecipando a entrega da compra feita pelo PNI. "O Butantan tem trabalhado todos os dias e aos finais de semana para fazer a produção da CoronaVac e o mais rapidamente fazer a entrega ao Minsitério da Saúde", afirmou o vice-governador.

Uma série de novas entregas começou no dia 14. A vacina é produzida a partir de um novo lote de 10 milhões de doses processados a partir dos 6 mil litros de IFA (Ingrediente Farmacêutico Ativo) recebidos no dia 26 de junho. No dia 14, foram liberadas 800 mil doses. No dia 15, 200 mil e no dia 16, mais 1 milhão.

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Público de 43 anos e 42 anos · 20/07/2021 - 17h00

Teresina tem drive thru da vacina contra a Covid nesta quarta-feira (21)


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A Fundação Municipal de Saúde (FMS) vai disponibilizar nesta quarta-feira (21/07), drive thru para vacina contra a Covid-19 em 11 pontos em todas as zonas de Teresina. Serão aplicadas primeira e segunda doses com a vacina do laboratório Astrazeneca.

    Foto: Ascom/FM

Nesta quarta-feira (21/07), o atendimento é para o público de 43 anos e 42 anos, além das pessoas que tomaram a primeira dose no dia 28 de abril. O atendimento será pela manhã das 9h às 13h para as mulheres e no turno da tarde 13h às 17h o atendimento tem foco nos homens.

A radialista Alice Moreira, tomou a segunda dose, e diz que sente mais liberdade. “Sinto agora capacidade de seguir com meus objetivos e mantendo todos os cuidados para evitar contaminação pelo vírus”, fala. O mestre de obras Antônio José Alcântara, 45 anos, tomou a primeira dose e afirma sentir alegria e alívio. “Estou me sentindo muito bem e é um momento de felicidade”, diz.

No momento da vacinação, devem ser apresentados: documento de identificação com foto e data de nascimento, CPF ou Cartão Nacional do SUS, comprovante de endereço no município de Teresina e cartão de vacina (que, no caso daqueles que vão receber a segunda dose, deve conter o registro da primeira).

Emanuelle Dias, coordenadora da vacina na FMS, a data do drive é conforme a data de recebimento da primeira dose e obedecendo o prazo de três meses para recebimento da segunda dose. “No cartão de vacina tem a data do recebimento da segunda dose e as pessoas devem ficar atentas e ir ao drive para receber a segunda dose na data que está marcada na carteira”, orienta. Nesta terça-feira (20/07) a vacinação está sendo feita com primeira dose (44 e 45 anos) e segunda dose (64 anos ou mais que tomaram dia 27 de abril).

    Foto: Ascom/FM

Vacinação contra a Covid-19 – Drive thru
*Quarta-feira (21/07) – primeira dose (43 e 42 anos), segunda dose (64 anos ou mais que tomaram dia 28 de abril)
* Horário: 9h às 17h (mulheres – manhã, homens – tarde)
* Locais:
* ADUFPI – Av. Universitária, 391 – Ininga
* Universidade Estadual do Piauí (UESPI), Campus Pirajá
* Centro Universitário Santo Agostinho – zona Sul
* Centro de Artes e Esportes Unificados Vieira Toranga (CEU – Norte) – Santa Maria da Codipi
* Teresina Shopping
* Terminal Parque Piauí
* Terminal Livramento
* Terminal Zoobotânico
* Terminal Itararé
* Terminal Buenos Aires
* Terminal Bela Vista


Fonte: Prefeitura de Teresina
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O estado do Piauí vai receber nesta terça-feira (20/07) e quarta-feira (21/07) 135 mil doses de vacinas contra a Covid-19. Esta é a maior quantidade de imunizantes entregue pelo Ministério da Saúde, para que a Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi) faça o repasse aos municípios. 

Serão enviadas vacinas da FioCruz/AstraZenca, Butantan/CoronaVac e Pfizer. “Este é um número muito significante de doses, que vai nos ajudar a avançar na imunização do povo piauiense. Contamos com a colaboração de todos para que procurem os postos de vacinação no dia estabelecido para os eu grupo por seu município e tomem seu imunizante”, destaca o secretário de Estado da Saúde, Florentino Neto. 

Chegarão, na tarde da terça-feira, às 15h30 no aeroporto Petrônio Portela, 17.500 doses das vacinas FioCruz/AstraZenca e 29.200 Butantan/CoronaVac. A noite, às 22h45, também aterrissa mais uma aeronave com 70.750 doses da FioCruz/AstraZenca. Já na quarta-feira, às 15h30, estão previstas para chegar ao Piauí as 17.550 doses do imunizante da Pfizer. 

“Já estamos preparando nossas equipes para que assim que todas as vacinas estejam em nosso estado sejam enviadas o mais rápido possível aos municípios.  Pedimos aos gestores municipais, que assim que as receberem, organizem os seus calendários e apliquem os imunizantes”, reforça o gestor. 

As vacinas serão distribuídas aos municípios, pela Secretaria de Estado da Saúde (sesapi), de acordo com a resolução da Comissão Intergestora Bipartite (CIB), onde ficou estabelecido que todos os imunizantes, que chegarem ao estado serão divididas da seguinte maneira: 50% para a população em geral de 18 a 59 anos, não contempladas nos demais grupos, 30% para grupos estabelecidos Plano Nacional de Imunização e também para 20% dos serviços essenciais escolhidos pelos conselhos municipais de saúde.


Fonte: Sesapi
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Imunização com a Pfizer · 20/07/2021 - 10h12 | Última atualização em 20/07/2021 - 10h20

Piauí anuncia vacinação para adolescentes de 12 a 18 anos com comorbidades


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    Divulgação / Sesapi

Adolescentes acima de 12 anos que tenham comorbidades específicas vão se vacinar contra Covid-19 no Piauí. O anúncio foi feito pelo secretário de Saúde, Florentino Neto. Ele considera que a vacinação dos adolescentes com 12 anos ou mais com comorbidades e deficiências permanentes é um passo à frente na imunização de toda população. Por isso, a Sesapi deve divulgar uma orientação aos municípios nas próximas horas regulamentando a vacinação deste publico no Piauí.

“Esse tema tem sido tratado pelo Governo do Estado há muito tempo. O governador Wellington Dias levantou a pauta da vacinação dos adolescentes no Fórum Nacional de Governadores. A vacinação dos adolescentes sempre foi uma grande preocupação para nós", declara o gestor. “As comorbidades e deficiências permanentes  deixam as crianças mais expostas ao risco de contrair a doença e a vacina é a nossa esperança de protegê-las contra a Covid-19. Continuamos no enfretamento a doença com todo o rigor ”, disse.

Segundo Florentino, os adolescentes vão tomar a vacina da Pfizer, a única que pode ser aplicada em menores de 18 anos no Brasil de acordo com a Anvisa. A vacinação dos adolescentes de 12 a 18 anos entrará na cota de 30% das vacinas destinadas no Piauí às pessoas com comorbidades e que estão relacionadas no Plano Nacional de Imunização (PNI) como prioritárias para a imunização contra a Covid-19. É necessário apresentação do laudo médico no ato da vacinação. 

"Estamos voltando às aulas com professores vacinados e esse grupo com deficiência e comorbidade ficaria de fora. São crianças que necessitam da escola como meio educacional, convivência social e estimulação", afirma Florentino Neto. A imunização destes jovens e crianças vai dar maior segurança às famílias para o retorno às aulas.

De acordo com o vacinômetro, plataforma do governo estadual que mostra o avanço da vacinação no estado, o Piauí já aplicou 1.195.712 (D1), sendo 413.844 (D2) e 37.362 (D2). Para acompanhar a evolução da vacinação basta acessar www.saude.pi.gov.br/vacinometro.

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Com pelo menos a primeira dose · 20/07/2021 - 08h56

Brasil está a poucos dias de ter 100 milhões de vacinados contra Covid


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Nos próximos dias, o Brasil deve ultrapassar as 100 milhões de pessoas imunizadas com pelo menos a primeira dose da vacina contra a Covid-19. Até essa segunda (19/07), foram 90.125.448 imunizados – somente na última semana, o país administrou cerca de 6 milhões de doses, segundo o Ministério da Saúde. As informações são do Metrópoles.

Quando alcançado, o número de 100 milhões representará 63,2% da população elegível (acima de 18 anos) imunizada em território nacional. O público-alvo do Plano Nacional de Vacinação inclui 158 milhões de brasileiros. Ainda não estão sendo contabilizados menores de idade.

Entre as pessoas vacinadas até o momento, 33.991.491 tomaram as duas doses, o que representa 22% do público-alvo.

A título de comparação, os Estados Unidos vacinaram 68,3% da população acima de 18 anos com pelo menos uma dose, de acordo com o levantamento do jornal The New York Times divulgado na segunda-feira (19/07), com dados do CDC, o órgão equivalente ao Ministério da Saúde no país.

Ao contrário do Brasil, porém, a velocidade de vacinação nos EUA vem caindo rapidamente. Em abril, o governo norte-americano chegou a imunizar mais de 3 milhões de pessoas por dia. Na última semana, contudo, a média foi de 520.952 vacinas aplicadas diariamente.

O Brasil, em contrapartida, deve receber 40,4 milhões de doses até o fim de julho, e está em processo de aceleração na aplicação do imunizante. O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, informou que o governo pretende vacinar toda a população adulta do país até setembro com pelo menos a primeira dose.

Shows e festivais

Nos EUA, o percentual de vacinação é considerado suficiente para retomar muitas atividades que envolvem aglomerações. Shows de música estão liberados, assim como eventos esportivos com público. No fim de julho, a versão americana do megafestival Lollapalooza será realizada em Chicago – para entrar no evento, basta comprovar a vacinação ou apresentar exame negativo para Covid-19.

No Reino Unido, um dos países mais avançados na imunização, 87% da população foi vacinada com pelo menos a primeira dose. O reflexo é a retomada de uma série de eventos. No último fim de semana, por exemplo, foi realizado o GP da Grã-Bretanha de Fórmula 1, com mais de 300 mil espectadores em três dias de corrida.

Na segunda-feira (19/07), os ingleses derrubaram as restrições adotadas para conter o coronavírus e vêm chamando a data de “dia da liberdade”. O uso de máscaras não é mais obrigatório, e bares, boates, casamentos e reuniões estão liberados, com qualquer quantidade de público.

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A Fundação Municipal de Saúde (FMS) vai disponibilizar nesta terça-feira (20/07) e quarta-feira (21/07), 11 pontos de drive thru para vacina contra a Covid-19 para primeira e segunda doses com a vacina do laboratório Astrazeneca.

Na terça-feira (20/07), será a vez da primeira dose para quem tem 44 e 45 anos, além da segunda dose de quem tomou a primeira dia 27 de abril e tinha 64 anos ou mais.

Na quarta-feira (21/07), será contemplado o público de 43 anos e 42 anos, além das pessoas que tomaram a primeira dose no dia 28 de abril.

A logística será a mesma adotada nos dias anteriores: pela manhã (9h às 13h) serão priorizadas as mulheres, no turno da tarde (13h às 17h) o atendimento tem foco nos homens.

No momento da vacinação, devem ser apresentados: documento de identificação com foto e data de nascimento, CPF ou Cartão Nacional do SUS, comprovante de endereço no município de Teresina e cartão de vacina (que, no caso daqueles que vão receber a segunda dose, deve conter o registro da primeira).

A data do drive é conforme a data de recebimento da primeira dose do público de 64 anos e o prazo de três meses para recebimento da segunda. “É necessário verificar no cartão de vacina a data do recebimento da segunda dose. A FMS tem o calendário definido de datas de drive thru para idosos que tomaram a primeira dose após 28 de abril e iremos informar com antecedência para que todos compareçam”, orienta a coordenadora da vacina na FMS, Emanuelle Dias.

Vacinação contra a Covid-19 – Drive thru

– Terça-feira (20/07) – primeira dose (44 e 45 anos), segunda dose (64 anos ou mais que tomaram dia 27 de abril)

– Quarta-feira (21/07) – primeira dose (43 e 42 anos), segunda dose (64 anos ou mais que tomaram dia 28 de abril)

Horário: 9h às 17h (mulheres – manhã, homens – tarde)

Locais:

– ADUFPI – Av. Universitária, 391 – Ininga

– Universidade Estadual do Piauí (UESPI), Campus Pirajá

– Centro Universitário Santo Agostinho – zona Sul

– Centro de Artes e Esportes Unificados Vieira Toranga (CEU – Norte) – Santa Maria da Codipi

– Teresina Shopping

– Terminal Parque Piauí

– Terminal Livramento

– Terminal Zoobotânico

– Terminal Itararé

– Terminal Buenos Aires

– Terminal Bela Vista


Fonte: Prefeitura de Teresina
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Com pouco mais de um ano de atuação, a Comissão Covid-19 do Tribunal de Contas do Estado do Piauí (TCE-PI), segue fiscalizando a aplicação de vacinas no estado. A equipe realizou, na última semana, inspeções in loco, com o objetivo de verificar a observância de critérios técnicos e legais, visando a efetividade da execução dos planos de vacinação.

Por meio do Painel Covid-19 Piauí, importante ferramenta utilizada pelo grupo, foram constatados quais municípios apresentavam baixo percentual de vacinas aplicadas, falha ocasionada pelo lançamento tardio de dados no Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI). “Isso é um problema porque, se a pessoa não está no sistema, corre-se o risco, por exemplo, dela conseguir uma terceira dose da vacina em outro município”, explica uma das coordenadoras da comissão.

Para acompanhar esse processo, algumas cidades foram selecionadas como amostra para a verificação local da vacinação, dentre elas, Batalha, São José do Divino, Milton Brandão, Gilbués, Colônia do Gurguéia e Corrente. Durante as inspeções, foram identificados problemas como inserção manual das informações, falta de pessoal para os lançamentos no sistema, dificuldades no acesso à internet, entre outros.

Após as visitas, o TCE-PI identificou uma melhoria significativa na atualização dos dados. De acordo com o painel, Gilbués, por exemplo, tinha lançado apenas 52% das doses recebidas, antes da realização da inspeção. Após as diligências, aumentou o percentual de primeira dose aplicada para 86,58%. Já o município de Corrente, que tinha feito o lançamento de 36,33% das doses utilizadas, teve um aumento expressivo, passando a informar 84,80% das doses.

“Depois dessa visita às cidades, percebeu-se que houve uma melhoria considerável no lançamento dos dados. A orientação da comissão é sempre no sentido de atualizar os dados, para que o gestor possa promover as devidas políticas públicas com informações confiáveis”, finaliza a auditora Geysa Elane Sá. 

Criado em abril de 2020, o painel COVID-19 Piauí permite que a população acompanhe, de forma rápida e simplificada, a aplicação de recursos públicos destinados ao combate da Covid-19 no Estado. Dados como receitas, gastos e contratos da administração pública, já eram disponibilizados, garantindo a transparência. Em janeiro de 2021, com o início da vacinação, foi inserida uma nova funcionalidade para informar o andamento do processo de imunização da população no Piauí.

Clique aqui para acessar o painel

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    Divulgação

No dia 18 de janeiro de 2021 o Piauí iniciou a vacinação da população contra a Covid-19, com uma cerimônia simbólica na sede da Secretaria Estadual de Saúde (Sesapi). Neste dia histórico, profissionais da linha de frente do combate a pandemia receberam as primeiras doses do imunizante CoronaVac. 

Desde então mais de um milhão e meio de piauienses já receberam doses de uma das quatro vacinas (AstraZenca/CoronaVac/Pfizer e Janssen) já disponibilizadas no Plano Nacional de Imunização.  “ São seis meses em que nossas equipes estão trabalhando incansavelmente para que as vacinas cheguem mais rápido aos braços dos piauienses. O nosso objetivo é acelerar ainda mais nossa imunização”, destaca o secretário de Estado da Saúde, Florentino Neto.  

Ao todo foram recebidas do Ministério da Saúde 2.041.820 vacinas e a Sesapi repassou aos municípios, para que os mesmo possam fazer a aplicação, 2.026.477 doses. Segundo os números do Vacinômetro da Sesapi, ainda estão com os municípios para aplicação de primeira, segunda ou dose única 387.024 doses. Há ainda uma reserva técnica de segurança de duas mil doses e mais 13.343 reservadas para segunda dose. 

“O PNI divide a competência de cada ente no processo de vacinação. A Sesapi é responsável por receber as vacinas do ministério e repassá-las aos municípios, que ficam encarregados por elaborar o calendário e realizar a vacinação. Desde janeiro trabalhamos para que no assim que as vacinas cheguem ao nosso estado possamos enviar o mais breve possível para as cidades ”lembra o gestor. 

Já foram aplicadas 1.191.385 vacinas de primeiras doses, o que deixa a cobertura vacinal com relação a esse grupo em 36,31%.  A segunda dose foi recebida por 411.335 e a vacina da Janssen, que precisa de apenas uma dose para fechar o ciclo de imunização foi tomada por 36.652 pessoas, fazendo com que 13,65% da população piauiense esteja completamente imunizada contra a Covid-19.  

“Nossa expectativa é de vacinar, com a primeira dose, 80% da população de 18 a 59 anos até outubro e até o final do ano está com a nossa população 100% vacinada com pelo menos uma dose. Por isso precisamos da colaboração de todos e da chegada de mais vacinas ao nosso estado”, disse Florentino Neto. 

O avanço da vacinação contra a Covid-19 no Piauí também levou a redução, de até 85% em óbitos de idosos, segundo estudos da Sala de Situação, grupo formado por especialistas da Universidade Federal do Piauí (Ufpi) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), chegou à conclusão de que a imunização está fazendo efeito.

No grupo da faixa etária acima de 80 anos, a redução de mortes foi de 69% de maio para junho de 2021. No grupo de 70 a 79, a queda foi de 85%, a maior redução. No grupo de 60 a 69 anos, 61,6%. Quando se aproxima dos mais jovens, a redução é menor: 34% na faixa etária de 50 a 59 anos e 9% na faixa de 40 a 49 anos.

Os dados do Vacinômetro mostram que até esta segunda-feira (19) já estão totalmente imunizadas (ou seja, já tomaram as duas doses), 13.419 pessoas acima de 90 anos, 58.296 na faixa de 80 a 89 anos, 55.880 no grupo de 75 a 79 anos, 76.637 de 70 a 74 anos e 77.781 na faixa de 65 a 69 anos.

“A vacinação é um fator crucial para a redução desses números de mortes. Por isso pedimos que as pessoas de todos os grupos, que assim que chegar sua data procure o seu local de vacinação, não escolha vacina, pois todas são eficazes contra a doença e complete o ciclo com as duas doses, pois só assim conseguiremos vencer essa pandemia”, reforça o secretário de Estado da Saúde, Florentino Neto.

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A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) autorizou, nesta segunda-feira (19/07), estudos clínicos da aplicação da terceira dose da vacina AstraZeneca contra a covid-19. O imunizante será aplicado entre 11 e 12 meses após a primeira dose e tem o objetivos de avaliar a segurança, eficácia e imunogenicidade do reforço. As informações são do R7.

    ATHIT PERAWONGMETHA/REUTERS

Os voluntários da pesquisa serão os mesmos do primeiro ensaio feito para a aprovação da vacina. Além disso, serão incluídas pessoas entre 18 e 55 anos, que estejam altamente expostos à infecção com o novo coronavírus, como profissionais de saúde. Gestante e indivíduas com comorbidades não foram incluídos. 

A farmacêutica vai realizar essa pesquisa somente no Brasil, com 10 mil pessoas, em cinco estados: Bahia, 1.500 voluntários; Rio de Janeiro, 1.500; Rio Grande do Sul , 3 mil; Rio Grande do Norte, 1.500; e São Paulo, 2.500.

O estudo de fase três será controlado, randomizado e simples-cego, quando só o voluntário não sabe se recebeu uma dose da vacina ou de placebo.

Proxalutamida

Hoje, a Anvisa também autorizou os testes clínicos do medicamento Proxalutamida para avaliar a segurança e eficácia do fármaco na redução da infecção viral causada pelo novo coronavírus e no processo inflamatório provocado pela covid-19. 

O estudo será de fase III está sendo feito na Alemanha, Argentina, África do Sul, Ucrânia, México, Estados Unidos e no Brasil, onde participarão 12 voluntários no estado de Roraima e outros 38 em São Paulo. Somente participarão pacientes ambulatoriais do sexo masculino com covid de leve a moderada.

No domingo, ao deixar o hospital onde estava internado, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que pretendia com o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, para conversar sobre o uso da proxalutamida no tratamento da covid-19.

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Produção da vacina Oxford · 18/07/2021 - 11h58

Bio-Manguinhos recebe IFA para mais 10 milhões de doses de vacina


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O Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos da Fundação Oswaldo Cruz (Bio-Manguinhos/Fiocruz) recebeu na noite de hoje (17/07) mais um carregamento do ingrediente farmacêutico ativo (IFA) que serve de base para a produção da vacina Oxford/AstraZeneca contra a covid-19.

O IFA foi importado da China, como prevê o acordo da Fiocruz com a farmacêutica AstraZeneca, e chegou em um voo ao Rio de Janeiro.

O Ministério da Saúde confirmou a chegada do IFA pelo Twitter.

A remessa permitirá a produção de 10 milhões de doses. Bio-Manguinhos ainda aguarda mais remessas de IFA para que sua produção alcance as 100,4 milhões de doses previstas no contrato com a AstraZeneca.

Nesta semana, a fundação atingiu a marca de 70,4 milhões de doses produzidas em Bio-Manguinhos e entregues ao Programa Nacional de Imunizações. Outras 4 milhões de doses foram importadas prontas da Índia no início do ano.

Até o fim do ano, a Fiocruz prevê receber IFA para produzir mais 70 milhões de doses, além das 100,4 milhões já contratadas. Além disso, está em processo de produção o primeiro lote nacional de IFA, a partir do qual a Fiocruz deve ganhar autossuficiência no processo e produzir mais 50 milhões de doses neste ano e 180 milhões no ano que vem.


Fonte: Agência Brasil
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Após a 2ª onda da covid-19 · 17/07/2021 - 11h40

Vacinação consolida processo de recuperação da economia do país


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Após atingir marcas negativas com o agravamento da pandemia do novo coronavírus, a economia brasileira já vive um processo consolidado de recuperação. As informações são do R7.

A melhora do ambiente de negócios é guiada pelo avanço da vacinação, que neste sábado (17/07) completa 6 meses de início, e pode ser comprovada pelos indicadores que medem as expectativas de setores, empresários e consumidores.

De acordo com dados da FGV (Fundação Getulio Vargas), da CNC (Confederação Nacional da Indústria) e da CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo), o aumento da confiança manteve o processo de recuperação após a segunda onda da covid-19 no Brasil e já aparece acima do patamar pré-pandemia.

“O ritmo moderado dos negócios no primeiro semestre com perspectivas de aceleração no segundo, associados ao otimismo com a campanha de imunização contra a covid-19 parecem ser dois fatores importantes a sustentar a tendência de alta da confiança”, apontam os pesquisadores do Ibre (Instituto Brasileiro de Economia), da FGV.

O economista Roberto Dumas, do Insper, confirma a expectativa mais otimista da economia, mais alerta que ela ainda é cautelosa.

"Alguns setores cresceram bastante, como a venda de eletrodoméstico, móveis e imóveis, porque o home office ajudou muito. [...] Mas não é isso que mexe com a economia do Brasil", aponta ele ao sinalizar a retomada dos serviços como a mais aguardada para confirmar o processo de recuperação.

Em junho, o principal destaque entre as sondagens da FGV partiu justamente do setor de serviços, cuja confiança avançou aos 93,8 pontos e atingiu maior patamar desde fevereiro de 2020, último mês sem os efeitos da pandemia do novo coronavírus na economia.

Com a movimentação recente, a confiança do setor de serviços se aproximou das melhoras apresentadas pelo comércio (95,9 pontos) e pela construção (92,4 pontos), áreas menos afetadas pela segunda onda da covid-19 no Brasil.

Para Dumas, o avanço da vacinação até a imunidade de rebando ainda é "absolutamente crucial" para a ascensão do segmento com a volta dos serviços prestados às famílias, como o turismo. "Serviços é o que mais emprega. Voltando, o nível de emprego melhora", pontua ele.

Indústria

Na indústria, a situação é mais confortável, A confiança do setor foi a primeira a recuperar o nível pré-pandemia, já em agosto do ano passado, e atingiu seu pico em dezembro, quando flertou com os 115 pontos, maior patamar em 10 anos. Atualmente, o índice figura aos 107,6 pontos.

O dado também é mostrado pela CNI, que aponta para o crescimento das expectativas em 29 dos 30 setores industriais em junho. O segundo avanço consecutivo disseminado da confiança do setor foi guiado pelos segmentos de máquinas e materiais elétricos (+7,9 pontos); móveis (+6,6); e produtos de madeira (+6,4).

Claudia Perdigão, economista do FGV/Ibre, avalia que a saída mais veloz da indústria do fundo do poço aconteceu porque a pandemia estabeleceu uma “reconfiguração do consumo” e limitou o acesso da população aos serviços.

"Boa parte dos recursos que seriam destinados para restaurantes, shoppings e cinemas foi direcionado para o consumo de bens", diz Cláudia. Ele vê também a contribuição do auxílio emergencial para o setor com a busca maior por alimentos.

A economista da FGV explica que a desaceleração da confiança industrial nos primeiros meses de 2021 passa pela discussão sobre a retomada do auxílio emergencial, mas avalia que o ramo também será beneficiado pelo avanço da imunização, apesar do ritmo inferior ao planejado para o setor de serviços.

"A vacinação vai gerar uma retomada mais consistente e, obviamente, vai se propagar pela economia como um todo, com a recomposição da renda, do mercado de trabalho", diz Cláudia ao observar uma dependência menor das fábricas. "A indústria tem mecanismos para a demanda de produtos básicos e aqueles que não têm a produção interrompida devido às compras pela internet."

Consumidores

Ainda que a confiança empresarial e dos setores esteja se reerguendo, a recuperação ainda não chegou às famílias, que seguem um pouco mais cautelosas e não segue a melhora acelerada do comércio e dos serviços, indica a FGV.

Dados mostram que o ICC (Índice de Confiança do Consumidor) alcançou os 80,9 pontos no mês passado, mas ainda segue distante dos mais de 90 pontos atingidos antes da crise.

Pela primeira vez em um ano, a melhora do índice ocorre com o avanço da intenção de compras de bens duráveis, o que pode estar relacionado com o maior otimismo em relação ao mercado de trabalho nos próximos meses.

Conforme os dados coletados em junho, diferença entre os níveis de confiança das famílias de renda mais alta (88,8 pontos) e de renda mais baixa (72,4 pontos) aumentou após a pandemia. Trata-se da maior diferença entre ricos e pobre desde setembro de 2009.

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Nesta terça (20/07) e quarta-feira (21/07), a Fundação Municipal de Saúde (FMS) vai abrir 11 pontos de drive thru das 9h às 17h. Desta vez, serão contemplados dois públicos: idosos que tomaram a primeira dose em abril e tinham 64 anos ou mais, assim como pessoas de 44 a 42 anos que ainda não conseguiram agendamento para tomar sua primeira dose.

A organização será a seguinte: na terça-feira (20/07), será a vez da primeira dose para quem tem 44 e 45 anos, além da segunda dose de quem tomou a primeira dia 27 de abril e tinha 64 anos ou mais. Na quarta-feira, será contemplado o público de 43 e 42 anos, além das pessoas que tomaram a primeira dose no dia 28 de abril. Todos os 11 pontos receberão ambos os públicos, que receberão a vacina do laboratório Astrazeneca.

Para evitar aglomeração e congestionamento, a logística será a mesma adotada nos dias anteriores: pela manhã (9h às 13h) serão priorizadas as mulheres. No turno da tarde (13h às 17h) o foco será nos homens. No momento da vacinação, devem ser apresentados os seguintes documentos: documento de identificação com foto e data de nascimento, CPF ou Cartão Nacional do SUS, comprovante de endereço no município de Teresina e cartão de vacina (que, no caso daqueles que vão receber a segunda dose, deve conter o registro da primeira).

A data foi decidida levando em consideração a data de recebimento da primeira dose do público de 64 anos e o prazo de três meses para recebimento da segunda. “É importante verificar no cartão de vacina a data do recebimento da segunda dose. Lembramos que temos um calendário definido de datas de drive thru para idosos que tomaram a primeira dose após 28 de abril”, orienta a coordenadora da vacina na FMS, Emanuelle Dias.

Vacinação contra a Covid-19 – Drive thru

Dias:
– Terça-feira (20/07) – primeira dose (44 e 45 anos), segunda dose (64 anos ou mais que tomaram dia 27 de abril)
– Quarta-feira (21/07) – primeira dose (43 e 42 anos), segunda dose (64 anos ou mais que tomaram dia 28 de abril)

Horário: 9h às 17h (mulheres – manhã, homens – tarde)

Locais:

– ADUFPI – Av. Universitária, 391 – Ininga

– Universidade Estadual do Piauí (UESPI), Campus Pirajá

– Centro Universitário Santo Agostinho – zona Sul

– Centro de Artes e Esportes Unificados Vieira Toranga (CEU – Norte) – Santa Maria da Codipi

– Teresina Shopping

– Terminal Parque Piauí

– Terminal Livramento

– Terminal Zoobotânico

– Terminal Itararé

– Terminal Buenos Aires

– Terminal Bela Vista


Fonte: Prefeitura de Teresina
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    Divulgação / Sesapi

Para possibilitar a continuidade da vacinação da população piauiense, chegaram ao estado, na madrugada desta sexta-feira (16/07), 63.250 doses da vacina FioCruz/AstraZeneca. 

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi) já enviou as vacinas para as Regionais de Saúde, onde os  municípios poderão fazer a retirada dos imunizantes. 
“Nossos caminhões já seguiram para as cidades e iniciaram as entregas, ainda nesta sexta-feira. Pedimos que tão logo os municípios recebam as vacinas, façam a aplicação em seus grupos para que possamos acelerar a imunização dos piauienses”,  ressalta o secretário de Estado da Saúde Florentino Neto. 

A remessa da vacina FioCruz/AstraZeneca será repassada para utilização em primeira dose e dividida de acordo com a  resolução da Comissão Intergestora Bipartite (CIB), onde ficou determinado que todas as vacinas, de primeira dose, que chegarem ao estado serão distribuídas da seguinte maneira: 50% para a população em geral de 18 a 59 anos, não contempladas nos demais grupos, 30% para grupos estabelecidos Plano Nacional de Imunização e também para 20% dos serviços essenciais escolhidos pelos conselhos municipais de saúde.

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O Brasil chegou nesta quinta-feira (15/07), ao número de 87.060 421 vacinados com ao menos uma dose contra a covid-19, o equivalente a 41,11% da população. Enquanto isso, 32.619.342 pessoas receberam duas doses ou dose única, número que corresponde a 15,40% da população. As informações são do SBT Interior.

Nas últimas 24 horas, foram administradas 1.228.391 doses de vacinas anticovid. Ao todo, 727.766 pessoas receberam primeiras doses, 386.074 receberam doses de reforço e outras 114.551 foram imunizadas com a vacina da Janssen, de aplicação única.

Com 28,37% da população completamente imunizada, o Mato Grosso do Sul segue sendo o Estado que, proporcionalmente, mais aplicou segundas doses ou doses únicas.

Entre os que mais aplicaram ao menos uma dose, houve uma mudança São Paulo ultrapassou o Rio Grande do Sul, cuja parcela da população parcialmente imunizada corresponde a 48,23% do total, e agora é o Estado que mais aplicou ao menos uma dose, com 48,40% dos moradores vacinados.

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Associada a síndrome rara · 15/07/2021 - 19h40

Dois novos efeitos adversos são associados a vacina da Janssem


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    Agência Brasil

Dois novos efeitos adversos raros foram associados à vacina contra Covid-19 desenvolvida pela Janssen (braço farmacêutico da Johnson & Johnson) nos últimos dias. As informações são do R7.

Cabe ressaltar, antes de tudo, que nenhum efeito adverso, seja raro ou comum, deve ser justificativa para desencorajar a busca pela imunização contra a Covid-19.

Todos os imunizantes aprovados por agências reguladoras demonstraram segurança e eficácia, e os benefícios superam eventuais riscos.

A vacina da Janssen começou a ser usada no Brasil no mês passado, com a antecipação de 1,8 milhão de doses compradas pelo Ministério da Saúde e doação de 3 milhões de doses do governo dos Estados Unidos.

Na segunda-feira (12/07), a FDA (Agência de Alimentos e Medicamentos dos EUA) adicionou um alerta à bula do imunizante ao afirmar que dados sugerem que há risco raro de um distúrbio neurológico. 

Aplicada no Brasil desde o mês passado, a vacina Janssen teve recentemente um novo efeito adverso raro associado.

Segundo a FDA, há relatos de indivíduos que desenvolveram um tipo de distúrbio neurológico. Trata-se da síndrome de Guillain-Barré, uma condição que pode provocar sintomas como formigamento, fraqueza, dificuldade para andar ou realizar movimentos faciais, em cerca de seis semanas após a vacinação.

O Manual Merck de Diagnóstico e Tratamento descreve a doença como "a neuropatia inflamatória adquirida mais comum".

"Embora a causa não seja totalmente compreendida, acredita-se que seja autoimune. Em cerca de dois terços dos pacientes a síndrome de Guillain-Barré inicia-se 5 dias a 3 semanas após uma infecção banal, cirurgia ou vacinação", explica o livro.

Segundo a FDA e o CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA), foram reportadas cerca de 100 pessoas que desenvolveram a síndrome após a vacina de dose única. Cerca de 12,7 milhões de indivíduos já tomaram o imunizante da Janssen no país.

A maioria dos casos foi relatada em homens com 50 anos ou mais, geralmente com início duas semanas após a vacinação. Os pacientes normalmente se recuperam bem dessa síndrome, embora cerca de 30% dos adultos possam ter algum grau de fraqueza residual após 3 anos.

Síndrome de extravasamento capilar

Na terça-feira (13), a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) solicitou alterações na bula da vacina da Janssen, seguindo o que já havia sido feito pela EMA (Agência Europeia de Medicamentos) acerca de um possível efeito adverso chamado síndrome de extravasamento capilar.

A mesma orientação foi dada em relação à vacina da AstraZeneca, que utiliza a mesma tecnologia de vetor de adenovírus.

"As pessoas que foram vacinadas com plataforma adenoviral, como os imunizantes citados acima, devem procurar assistência médica imediata se sentirem inchaço rápido nos braços e pernas ou aumento repentino de peso nos dias seguintes à vacinação. Estes sintomas estão frequentemente associados à sensação de desmaio (devido à pressão arterial baixa)", diz a Anvisa em nota.

O órgão europeu revisou três casos de síndrome de extravasamento capilar em indivíduos que receberam a vacina da Janssen.

"Um dos afetados tinha história de síndrome de vazamento capilar e dois deles morreram posteriormente", diz nota oficial da EMA, salientando que mais de 18 milhões de doses deste imunizante haviam sido aplicadas em todo o mundo até 21 de junho.

A EMA também explica que "a síndrome de vazamento capilar é uma condição muito rara e séria que causa vazamento de fluido de pequenos vasos sanguíneos (capilares), resultando em inchaço principalmente nos braços e pernas, baixa pressão arterial, espessamento do sangue e baixos níveis de albumina no sangue (um importante sangue proteína)".

     

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