Estimular a população · 19/10/2019 - 11h19

Hoje é o "Dia D" de vacinação contra o sarampo em todo o país


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Neste sábado (19/10), postos de saúde estarão abertos em todo o país para o chamado “Dia D de Vacinação contra o Sarampo”. A data é uma mobilização para estimular pessoas a se imunizar contra o vírus, cujos casos vêm crescendo no país nos últimos meses.

O “Dia D” faz parte da Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo, lançada em 7 de outubro pelo Ministério da Saúde, em parceria com secretarias estaduais e municipais voltadas à área.

A mobilização nacional de hoje faz parte da primeira fase da Campanha, que vai até 25 de outubro e é voltada a crianças com idades entre seis meses e 4 anos, 11 meses e 29 dias. Os bebês de até 1 ano apresentam coeficiente de incidência da doença de 92,3 a cada 100 mil habitantes, 12 vezes maior do que as demais faixas.

Programada para 18 a 30 de novembro, a segunda etapa terá foco será em pessoas de 20 a 29 anos. Essa faixa abarca a maioria do número de casos confirmados da doença, com 1.694, embora com incidência menor (13,2 casos a cada 100 mil habitantes), por causa da quantidade de brasileiros com essas idades.

Devem ser vacinados os bebês de seis meses a 1 ano, que tomarão a chamada “dose 0”. As crianças de 1 a 5 anos devem receber duas doses, uma aos 12 meses e outra aos 15 meses. Em caso de aplicação de apenas uma das doses, é preciso se dirigir aos postos para realizar o complemento da segunda dose.

O intuito é vacinar 39 milhões de pessoas ao longo da campanha nacional, cerca de 20% dos brasileiros. Foram disponibilizadas neste ano 60,2 milhões de doses da tríplice viral, que imuniza contra sarampo, caxumba e rubéola. Para o próximo ano, o Ministério anunciou a aquisição de mais 65,2 milhões de doses. O público-alvo será ampliado, abrangendo também as faixas de 50 a 59 anos.

Casos

Segundo o último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde sobre sarampo, de janeiro até outubro deste ano já haviam sido confirmados 6.640 casos e seis mortes. De 7 de julho a 29 de setembro, foram confirmados 5.404 casos. Um total de 22.564 suspeitas ainda estão em investigação. Outras 7.554 foram descartadas. O período concentrou 81% dos casos confirmados neste ano.

Esses episódios ocorreram em 19 Unidades da Federação, sendo a quase totalidade em São Paulo, com 5.228 casos (96,74%) em 173 cidades, principalmente na Região Metropolitana da capital paulista. Em seguida vêm Paraná (39 casos, em 10 cidades), Rio de Janeiro (28, em 9 municípios), Minas Gerais (25, em 8 localidades) e Pernambuco (24, em 8 cidades).

A Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, que usa uma metodologia diferente da do governo federal, registrou 12 mortes relacionadas a complicações do sarampo em todo o estado neste ano.

Como os registros estão em municípios específicos, quem desejar mais informações deve buscar a Secretaria de Saúde do seu estado para saber se a sua cidade está entre os locais de ocorrência da doença. Entre as mortes, cinco foram em São Paulo e uma, em Pernambuco.

Sobre a doença

Causado por um vírus, o sarampo é uma doença infecciosa grave, que pode levar à morte. A transmissão ocorre por via aérea, ou seja, quando a pessoa infectada tosse, fala ou respira próximo de outras pessoas.

Mesmo quando o paciente não vai a óbito, há possibilidade de a infecção ocasionar sequelas irreversíveis. Quando a doença ocorre na infância, o doente pode desenvolver pneumonia, encefalite aguda e otite média aguda, que pode gerar perda auditiva permanente.

Os sintomas do sarampo são febre acompanhada de tosse, irritação nos olhos, coriza (nariz escorrendo ou entupido) e mal-estar intenso. Quando o quadro completa de três a cinco dias, podem aparecer manchas vermelhas no rosto e atrás das orelhas do paciente.

Feita por meio da vacinação, a prevenção ao sarampo é fundamental, já que não há tratamento para a doença. O tipo da vacina varia conforme a idade da pessoa e a situação epidemiológica da região onde vive, ou seja, é necessário levar em conta a incidência da doença no local. Quando há um surto, por exemplo, a dose aplicada pode ser do tipo dupla viral, que protege contra sarampo e rubéola.

Há, ainda, as variedades tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) e tetra viral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela, mais conhecida como catapora). As vacinas estão disponíveis em unidades públicas e privadas de vacinação. Segundo o Ministério da Saúde, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece doses gratuitamente, em mais de 36 mil salas de vacinação, em postos de saúde de todo o Brasil.

O governo brasileiro recomenda que pessoas na faixa entre 12 meses e 29 anos de idade recebam duas doses da vacina. Para a população com idade entre 30 a 49 anos, a indicação é de uma dose.

Recentemente, o Brasil perdeu o certificado de eliminação da doença. Na semana passada, passaram a apresentar semelhante condição quatro países da Europa: Reino Unido, Grécia, República Tcheca e Albânia. De acordo com o Ministério da Saúde, no primeiro semestre deste ano, Cazaquistão, Geórgia, Rússia e Ucrânia concentraram 78% dos casos registrados na Europa


Fonte: Agência Brasil
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O Senado brasileiro aprovou um projeto de lei que pode ajudar a acelerar o início do tratamento de câncer no sistema público de saúde — o PLC 143/2018 obriga o SUS a fazer exames de diagnóstico de câncer em até 30 dias. A reportagem é do VIX.com.

A obrigatoriedade só valerá para os casos em que a principal suspeita do médico for de um tumor maligno. Depois da aprovação, a lei poderá ser sancionada ou vetada pelo presidente.

Exames de câncer no SUS em 30 dias

Proposto pela deputada federal Carmen Zanotto, de Santa Catarina, o projeto adiciona um item à lei nº 12.732, que obriga o SUS a iniciar o tratamento de câncer em até 60 dias a partir do diagnóstico. 

Os parlamentares que apoiam a proposta afirmam que a demora no diagnóstico atrapalha a resposta ao tratamento.

Apesar da lei que determina o prazo de dois meses para o início da intervenção clínica, pode ser que o paciente tenha esperado um bom tempo até ter a doença confirmada.

“O momento da detecção do câncer impacta decisivamente a sua letalidade, ou seja, o percentual de pessoas acometidas que vêm a falecer por causa da doença”, disse o senador Nelsinho Trad, que também é médico.

“Afinal, pouco adianta instituir o tratamento para as neoplasias malignas no prazo de 60 dias contados a partir do diagnóstico da moléstia, se este é realizado tardiamente”, concluiu o senador, argumentado em favor do projeto.

Agora, a lei segue para sanção ou veto presidencial.

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    Marcelo Camargo/Agência Brasil

O “Dia D de Vacinação contra o Sarampo” será realizado em todo o país, neste sábado (19/10). A data é uma mobilização para estimular pessoas a se imunizarem contra a doença, cujos casos vêm crescendo no país nos últimos meses. Postos de saúde estarão abertos para receber os interessados em se proteger contra o sarampo ou que não tenham tomado todas as doses.

O “Dia D” faz parte da Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo, lançada no dia 7 de outubro pelo Ministério da Saúde, em parceria com secretarias estaduais e municipais.

A mobilização nacional integra a primeira fase da campanha, até 25 de outubro, voltada a crianças com idade entre seis meses e 4 anos. Os bebês de até um ano apresentam coeficiente de incidência da doença de 92,3 a cada 100 mil habitantes, 12 vezes maior do que as demais faixas.

Na segunda etapa, programada para o período entre 18 e 30 de novembro, o foco será em pessoas de 20 a 29 anos. Essa faixa inclui a maioria do número de casos confirmados da doença, com 1.694, embora com coeficiente menor (13,2 casos a cada 100 mil habitantes) devido ao número de brasileiros nessa faixa de idade.

Devem ser vacinados os bebês de seis meses a 1 ano, que tomarão a chamada “dose 0”. As crianças de 1 a 5 anos devem receber duas doses, uma aos 12 meses e outra aos 15 meses. Em caso de aplicação de apenas uma das doses, é preciso se dirigir aos postos para realizar o complemento da segunda.

O objetivo é vacinar 39 milhões de pessoas ao longo da campanha, cerca de 20% dos brasileiros. Foram disponibilizadas neste ano 60,2 milhões de doses da tríplice viral, que imuniza contra sarampo, caxumba e rubéola. Para o próximo ano, o ministério anunciou a aquisição de mais 65,2 milhões de doses. O público-alvo será ampliado, abrangendo também as faixas de 50 a 59 anos.

Casos

Segundo o último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde sobre Sarampo, de janeiro até outubro deste ano já haviam sido confirmados 6.640 casos e seis mortes. No período de 7 de julho a 29 de setembro, foram registrados 5.404 casos confirmados, enquanto 22.564 ainda estão em investigação. Outras 7.554 suspeitas foram descartadas. O período concentrou 81% dos casos confirmados neste ano.

Esses episódios ocorreram em 19 unidades da Federação, sendo a quase totalidade em São Paulo, com 5.228 casos (96,74%), em 173 cidades, principalmente na região metropolitana da capital paulista. Em seguida vêm o Paraná (39 casos, em 10 cidades), o Rio de Janeiro (28, em 9 municípios), Minas Gerais (25, em 8 localidades) e Pernambuco (24, em 8 cidades).

Como os registros estão em municípios específicos, quem quiser mais informações deve buscar a Secretaria de Saúde do estado para saber se a sua cidade está entre os locais de ocorrência da doença. Entre as mortes, cinco foram em São Paulo e uma em Pernambuco.

Sarampo

Causado por vírus, o sarampo é uma doença infecciosa grave, que pode levar à morte. A transmissão ocorre por via aérea, ou seja, quando a pessoa infectada tosse, fala ou respira próximo de outras pessoas.

Mesmo quando o paciente não morre, há possibilidade de a infecção ocasionar sequelas irreversíveis. Quando a doença ocorre na infância, o doente pode desenvolver pneumonia, encefalite aguda e otite média aguda, que pode gerar perda auditiva permanente.

Os sintomas do sarampo são febre acompanhada de tosse, irritação nos olhos, coriza (nariz escorrendo ou entupido) e mal-estar intenso. Quando o quadro completa de três a cinco dias, podem aparecer manchas vermelhas no rosto e atrás das orelhas.

A prevenção ao sarampo, feita por meio da vacinação, é fundamental, já que não há tratamento para a doença. O tipo de vacina varia conforme a idade da pessoa e a situação epidemiológica da região onde vive, ou seja, é necessário levar em conta a incidência da doença no local. Quando há um surto, por exemplo, a dose aplicada pode ser do tipo dupla viral, que protege contra sarampo e rubéola.

Existem ainda as variedades tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) e tetra viral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela, mais conhecida como catapora). As vacinas estão disponíveis em unidades públicas e privadas de vacinação. Segundo o Ministério da Saúde, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece doses gratuitamente em mais de 36 mil salas de vacinação, localizadas em postos de saúde de todo o Brasil.

O governo brasileiro recomenda que pessoas na faixa de 12 meses a 29 anos de idade recebam duas doses da vacina. Para a população com idade entre 30 a 49 anos, a indicação é de uma dose.

Recentemente, o Brasil perdeu o certificado de eliminação da doença. Na semana passada, passaram a apresentar semelhante condição quatro países da Europa: o Reino Unido, a Grécia, República Tcheca e Albânia. De acordo com o ministério, no primeiro semestre deste ano, o Cazaquistão, a Geórgia, Rússia e Ucrânia concentraram 78% dos casos registrados na Europa.


Fonte: Agência Brasil
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Casos tem chamado a atenção · 16/10/2019 - 14h56

Saiba o que pode estar por trás do nascimento de 'bebês gigantes'


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O nascimento por parto normal de um menino com 6,2 kg e 55 cm, no começo deste mês, no Rio de Janeiro, chamou a atenção até mesmo dos funcionários da maternidade. A reportagem é do R7.

    Foto: Reprodução/Record TV

Ao saber do caso, muitas pessoas se perguntam: o que acontece para que um bebê chegue a esse tamanho ainda na barriga da mãe?

O ginecologista José Carlos Peraçoli, membro da Comissão Nacional Especializada em Assistência Pré-Natal da Febrasgo (Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia), afirma que casos assim são raros e que "as causas mais comuns estão ligadas à gestação".

"Uma mãe que já tem cinco ou seis filhos, a tendência é que eles nasçam cada vez maiores. Mães obesas podem ter filhos com peso maior, porque elas já têm um distúrbio metabólico. Quando a gestação passa das 40 semanas, os nenês ganham peso de uma forma acelerada."

Entretanto, o diabetes gestacional, que ocorre exclusivamente durante a gravidez, responde por boa parte dos casos de bebês grandes, acima dos 4 kg (em média, recém-nascidos pesam 3,5 kg), segundo Peraçoli.

É possível, observa o médico, que a mulher desenvolva esse tipo de diabetes e, caso não seja acompanhado de maneira correta, pode passar despercebido e reaparecer na próxima gestação.

"A mãe diabética tem um problema de deficiência de produção da insulina, que consome o açúcar em excesso do sangue. Se a mãe tem uma deficiência e vai tendo uma produção maior de açúcar no sangue que não é controlada, esse açúcar passa direto para o nenê. É como se ele tivesse uma dieta sobrecarregada."

A mãe ser diabética não significa que o bebê já nascerá com o problema. "Mas ele traz a herança genética, tem que ser acompanhado de perto desde criança", afirma Peraçoli.

No caso do Rio de Janeiro, especificamente, a mãe contou à Record TV não ter tido diabetes gestacional. Os médicos também constataram que a criança nasceu sem qualquer problema.

Em bebês sem uma causa evidente que justifique o tamanho maior ao nascer, o ginecologista explica que é preciso investigar causas individuais de cada bebê, como genética ou um eventual distúrbio metabólico de base.

Obviamente, o tamanho dos pais também precisa ser considerado. "Tem que pensar na constituição dos pais, porque há, claro, chances de ter um feto grande.

Parto normal é arriscado

"Nada em medicina é impossível", diz o ginecologista sobre o parto normal do bebê de 6,2 kg. Porém, ele frisa que acima de 4,5 kg, "já se considera a indicação de cesárea".

"Há muito risco de, na hora do nascimento, da criança ter o que a gente chama de distócia de ombro [quando o resto do corpo do bebê não sai após a passagem da cabeça]. Se não tiver conhecimento e habilidade para trabalhar com essa situação, pode levar a problemas para o nenê, como sequelas e até morte", alerta o médico.

O ginecologista também relata a importância do pré-natal justamente para não deixar o parto chegar nas 40 semanas se o bebê já estiver com peso considerado acima da média.

"Mesmo uma cesárea não é tranquila. Imagine ter que tirar um nenê de 6 kg. O corte no útero é maior."

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A Secretaria de Estado da Saúde do Piauí (SESAPI) intensifica a programação de Mutirão de Cirurgias de Catarata no segundo semestre de 2019. Nos meses de outubro e novembro estão previstas a realização de 1.150 cirurgias de catarata nos municípios de Parnaíba, Floriano e Luzilândia. Os procedimentos, realizados por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), vão beneficiar pessoas a partir dos 60 anos.

Nos dias 18 e 19 de outubro serão realizadas 400 consultas de triagem no município de Parnaíba, no Centro Integrado de Especialidades Médicas (Policlínica) em parceria com o Hospital Estadual Dirceu Arcoverde (HEDA),  contemplando os 11 municípios da Região de Saúde Planície Litorânea. De 18 a 20 de outubro serão realizadas 350 cirurgias no Hospital Estadual Gerson Castelo Branco (Luzilândia), contemplando municípios da Região de Saúde Cocais. Nos dias 22 e 23 de novembro, 400 pacientes passarão por consulta de triagem no Hospital Regional Tibério Nunes (Floriano) contemplando a Região de Saúde Piauí Itaueira.

A catarata é a perda da transparência do cristalino. A causa mais comum da doença é o processo de envelhecimento natural das células do cristalino, embora fatores como hereditariedade, traumatismo, doenças sistêmicas e congênitas, medicamentos e infecções oculares também contribuam para sua aparição.

Em geral, os primeiros sinais da doença surgem após os 60 anos. Não há nenhum método capaz de evitar ou prevenir a catarata. O único tratamento eficaz conhecido é a intervenção cirúrgica.  “A Secretaria de Saúde, através de uma determinação do governador Wellington Dias, vem priorizando  os atendimentos em regime de mutirões, devolvendo a visão, a independência e a qualidade de vida aos piauienses”, declara o secretário Florentino Neto.

Segundo ele, a  SESAPI prevê para o ano de 2020 ampliação da oferta de cirurgia de catarata em todas as Regiões de Saúde do estado. Com o serviço descentralizado a gestão facilita o acesso ao procedimento cirúrgico evitando que a população se desloque para a capital e diminuindo o tempo de espera.


Fonte: Ascom/Sesapi
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Um hábito aparentemente inofensivo pode colocar em risco a qualidade do sono. Usar o celular antes de dormir aumenta a chance de desenvolver insônia. A reportagem é do R7.

    Freepik

Uma pesquisa recente feita pelo Grupo Croma identificou que 65% dos brasileiros costumam ficar no celular à noite, quando já estão na cama. O levantamento também mostrou que 50% também checam as mensagens ao acordar. O uso do WhatsApp é o mais comum.

O neurologista Fabio Porto, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, em São Paulo, explica que precisamos de um ambiente escuro para pegar no sono.

"Existe um sistema que liga o cérebro aos olhos e manda informações sobre a luminosidade. Quando reduz a luminosidade, o organismo produz a melatonina, um hormônio que prepara o cérebro para dormir."

Porto acrescenta que usar o celular antes de dormir faz com que seja enviada uma mensagem confusa ao cérebro.

"O espectro de luz desses aparelhos está na faixa do azul, que é a luz que mais inibe a melatonina. Em pessoas que têm insônia ou que são mais sensíveis, realmente tira o sono."

Se mantido por muito tempo, esse hábito tende a piorar quadros de insônia. "Existe um processo de condicionamento no cérebro se você fica anos tendo insônia, cria um aprendizado disfuncional. A pessoa começa a achar que dormir pouco ou tomar remédio para dormir é normal."

Diversos estudos já mostram os prejuízos para pessoas que dormem pouco. No curto prazo, os problemas estão relacionados à atenção, memória e humor.

Dormir menos do que seis horas por dia também pode desencadear problemas cardiovasculares, aumentando o risco de infarto e derrame. Esses indivíduos ainda estão sujeitos a ter baixa imunidade e desenvolver estresse, segundo o neurologista.

Ele ressalta que o importante para quem deseja largar o celular é tentar reduzir o uso as poucos, diminuindo o tempo que usa o dispositivo antes de dormir.

Alguns aparelhos possuem a opção de modo noturno, que muda a tonalidade da luz da tela.

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O secretário de Estado da Saúde, Florentino Neto, reuniu-se, nesta sexta-feira (11), com a diretoria do Hospital Dirceu Arcoverde da Polícia Militar (HPM) e com o diretor do Hospital Infantil Lucídio Portella, Vinícius Nascimento, para discutir o convênio entre os dois hospitais.

A parceria será durante as obras de reforma da UTI do hospital infantil, onde as crianças que precisam da UTI pediátrica serão agora acomodadas na nova UTI do HPM. Após o fim das reformas no hospital infantil, as crianças retornarão para a unidade e a UTI do HPM passará a atender adultos e casos de alta complexidade. A reunião também contou com a presença do deputado estadual coronel Carlos Augusto.

Florentino Neto destaca que a medida é importante, pois garante as reformas necessárias no hospital infantil, ao mesmo tempo que assegura a continuidade do atendimento das crianças que precisam da UTI pediátrica. “Nós já iniciamos esse diálogo e agora as equipes técnicas do HPM e do Hospital Lucídio Portella irão se reunir para definir os termos de cooperação técnica e o protocolo de atendimento, que irão nortear o funcionamento desta nova UTI enquanto unidade pediátrica. As obras de reforma do hospital infantil já estão sendo realizadas, vários setores já passaram por essas obras e os trabalhos na UTI devem ser iniciados nos próximos dias”, disse o secretário.

Atualmente, o Hospital Infantil atende nove crianças na UTI e com a transferência para a unidade do HPM, até 10 crianças poderão ser mantidas no espaço. Após a realização da reforma na UTI pediátrica do Hospital Infantil, que devem ser finalizadas em 180 dias, a unidade contará com 20 leitos.

O deputado estadual coronel Carlos Augusto acompanhou a reunião e após a visita na UTI falou que as crianças que utilizarem a UTI do HPM durante o período de reforma no Hospital Infantil terão assistência completa. “Eu acompanho a construção dessa UTI do HPM desde seu início e posso garantir que, agora que ela está finalizada, temos aqui uma estrutura excepcional que certamente irá assegurar um tratamento de qualidade para essas crianças e para todos os outros que irão depender dessa unidade”, falou o parlamentar.

O diretor-geral do HPMPI, coronel Marques, fala que a parceria com o Hospital Infantil ajuda a realizar mais um dos objetivos da gestão atual, que era de iniciar o funcionamento da UTI para o atendimento da população. “A grande vantagem que temos aqui é o início do funcionamento da nova UTI, que a partir do momento que as reformas no Hospital Infantil forem concluídas, atuará como uma Unidade de Tratamento Intensivo adulta para alta complexidade”, destacou o coronel.

O diretor Vinícius Nascimento aponta que agora a Caixa Econômica autorizou a realização da reforma e basta apenas transferir a UTI pediátrica para o HPM para, assim, iniciarem as obras. “A reforma trará um novo perfil para a saúde do estado, pois contaremos com a abertura de uma nova UTI aqui no HPM e uma ampliação na nossa UTI pediátrica melhorando a qualidade de atendimento para todos”, disse o gestor.


Fonte: Ascom sesapi
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19 salas de vacina · 10/10/2019 - 11h14 | Última atualização em 10/10/2019 - 11h25

Confira os locais onde estão disponíveis as doses da vacina pentavalente


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Já está disponível nesta quinta-feira (10), em 19 salas, as 2400 doses da vacina pentavalente recebidas esta semana pela Fundação Municipal de Saúde (FMS). Pais e responsáveis já podem se dirigir a um desses locais e garantir a imunização das crianças contra difteria, tétano, coqueluche, meningite e outros tipos de infecções causadas pelo agente Haemophilus influenzae B e Hepatite B.

O calendário de vacinação infantil prevê a administração da vacina pentavalente aos dois, quatro e seis meses de idade. “Pedimos aos pais que não deixem de levar seus filhos para serem vacinados, pois assim eles estarão protegidos contra diversas doenças, entre elas a coqueluche, que tem alta letalidade para menores de seis meses de idade”, pede Amariles Borba, diretora de Vigilância em Saúde da FMS. Para imunização da criança, é necessário que o responsável apresente o cartão de vacinação do bebê.

A vacina estava em falta em todo o país desde a retenção por parte da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de um lote de 3,5 milhões de doses fabricadas na Índia, por não ter passado pelo controle de qualidade do órgão. Por isso, o abastecimento de estados e municípios, feito pelo Ministério da Saúde, foi temporariamente suspenso.

Salas de vacina com distribuição da pentavalante

ZONA NORTE

. Hospital da Primavera

. UBS Santa Maria Codipi

. Hospital do Buenos Aires

. Centro Integrado de Saúde Lineu Araújo

. UBS Ceci Fortes

ZONA SUDESTE

. Hospital do Dirceu

. UBS Renascença

. UBS Alto da Ressurreição

. UBS Carlos Alberto

. UBS Todos os santos

ZONA LESTE

. Hospital do Satélite

. UBS Santa Isabel

. UBS Ininga

. UBS Piçarreira

ZONA SUL

. UBS Parque Piauí

. Hospital do Promorar

. UBS Vermelha

. UBS Lourival Parente

. UBS Vila Irma Dulce


Fonte: Semcom
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Um procedimento de alta complexidade em cirurgia cardíaca foi realizado na segunda-feira (07), no Hospital Unimed Primavera (HUP), do Sistema Unimed Teresina.

Um paciente de 82 anos, já operado do coração, recebeu uma válvula cardíaca (prótese aórtica) sem passar por cirurgia “com bisturi”. A TAVI, como é conhecido o procedimento de implante de válvula aórtica por cateter, acessa o coração por meio de uma veia na perna, sem necessidade de anestesia geral e sem os cortes de uma cirurgia convencional.

O paciente recebe anestesia local, uma sedação leve e permanece acordado durante toda a intervenção. O conceito atual para os médicos é minimalista, ou seja, uma cirurgia minimamente invasiva.

    Foto: Ascom/Unimed Teresina

O médico cardiologista que coordenou o procedimento junto à equipe, Paulo Márcio Sousa Nunes, responsável técnico pelo setor de Hemodinâmica do HUP, explica que esse procedimento ganha aceitação no mundo inteiro, porque pode ser realizado em pacientes que não teriam condições de passar por cirurgia convencional, como pacientes idosos ou aqueles com muitas doenças crônicas.

“Poucos hospitais no Brasil estão prontos, habilitados e fazendo esse tipo de intervenção. E hoje, o hospital da Unimed passa a fazer parte deste grupo seleto de instituições diferenciadas que apresentam, no seu portfólio de procedimentos, esta intervenção” – comemorou.

Segundo Nunes, o procedimento foi um sucesso, o paciente está em acompanhamento pós-operatório e passa bem. 


Fonte: Com informações da Ascom
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Crianças de 6 meses a 5 anos · 04/10/2019 - 09h33

Campanha de vacinação contra o sarampo começa segunda-feira, 7


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Na próxima segunda-feira (07), se inicia em todo país a Campanha Nacional de Vacinação contra a o Sarampo. Em Teresina, todas as salas de vacina das Unidades Básicas de Saúde (UBS) e hospitais estarão disponíveis para atualizar a caderneta de crianças entre seis meses e menores de cinco anos (quatro anos, 11 meses e 29 dias), público-alvo desta etapa da campanha.

    Foto: Agência Brasil

A Campanha, que acontece até o dia 26 de outubro (que também será o dia D) é uma intensificação para interromper a circulação do vírus do sarampo no País e será realizada de forma seletiva, ocorrendo em duas fases. “Esta primeira etapa, vacinaremos todas as crianças na faixa etária que não tenham duas doses da vacina na sua caderneta de vacinação”, informa Amariles Borba, diretora de Vigilância em Saúde da Fundação Municipal de Saúde (FMS). Já a segunda etapa contempla os adultos de 20 a 29 anos e será realizada no mês de novembro.

Estes dois públicos foram priorizados para a participação nessa estratégia considerando que estão entre os mais acometidos e com maior incidência da doença nos surtos registrados em 2019. Ainda, especialmente as crianças menores de cinco anos de idade, estão na faixa etária com maior número de internações e apresentam maior risco de desenvolver complicações, tais como cegueira, encefalite, diarreia grave, infecções no ouvido, pneumonias e óbitos pelo sarampo. “Pedimos a todos os pais com crianças que estejam atentos à imunização de seus filhos, pois o sarampo é uma doença grave que não tem medicamento e só tem uma forma de ser protegido, que é vacinando”, alerta Amariles Borba.

O sarampo é uma doença viral aguda, altamente contagiosa e que pode levar a complicações graves e óbito. “A pessoa pode apresentar febre, tosse, irritação nos olhos, nariz escorrendo ou entupido e mal estar. Em torno de 3 a 5 dias, outros sintomas podem aparecer, como manchas vermelhas no corpo”, informa a diretora. “A sua transmissão ocorre quando o doente tosse, fala, espirra ou respira próximo a outras pessoas”, esclarece ela.


Fonte: AsCom/FMS
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Lançamento de Plano Estadual · 02/10/2019 - 13h10 | Última atualização em 02/10/2019 - 13h51

Vigilância Sanitária lança Programa de Prevenção e Controle de Iras


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A Diretoria de Vigilância Sanitária do Estado (Divisa) lançou, nessa terça-feira (01/10), o Plano Estadual de Segurança do Paciente e o Programa Estadual de Prevenção e Controle de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde. O lançamento ocorreu durante o IV Encontro Piauiense de Vigilância Sanitária e a IV Jornada Piauiense em Saúde do Trabalhador, com a presença do secretário de Estado da Saúde, Florentino Neto.

Esses instrumentos são parte do Plano de Governo para o desenvolvimento da Saúde no Estado, que permite avançar em políticas e programas de saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), assim como, fortalecer a intersetorialidade, por meio da articulação de saberes e experiências relativas à gestão com foco na promoção, prevenção e proteção da saúde.

O PESP/PI e o PEPCiras/PI encontram-se em conformidade com o planejamento estratégico, estando alinhados ao Plano Plurianual (PPA) desenhado para os anos de 2020 a 2023.

O Piauí é o 4º estado brasileiro a realizar a construção de um Plano Estadual de Segurança do Paciente e, com isso, avança nas ações de melhoria da qualidade da assistência à saúde.

A  segurança do paciente vem sendo trabalhada no Estado desde 2013, ano de lançamento do Programa Nacional de Segurança do Paciente, que torna obrigatória para todos os estabelecimentos de saúde a implantação de um núcleo de segurança do paciente. Nesse percurso, muitos avanços já foram alcançados, no que diz respeito à materialização das diretrizes trazidas por esses documentos legais no cotidiano organizacional dos serviços de saúde.

O Piauí é um dos poucos estados brasileiros que conseguiu alcançar 100% de adesão ao processo de autoavaliação das práticas de segurança do paciente, realizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), aplicada aos hospitais com leitos de terapia intensiva, ficando atualmente em 6º lugar no ranking nacional.

"Esse é um resultado de grande relevância para o Estado para a realização de monitoramento e motivação das ações de segurança do paciente, desenvolvidas pelos estabelecimentos assistenciais de saúde", ressaltou a diretora da Divisa, Tatiana Chaves.


Fonte: Governo do Piauí
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A Fundação Hospitalar do Estado (Fepiserh), através do Hospital Getúlio Vargas (HGV), e a Fundação Municipal de Saúde (FMS) acordaram mais uma parceria para os atendimentos do programa "Teresina The Atende", que acontece neste sábado (21/09). O HGV vai ofertar exames de ecocardiograma. 

Esta será a terceira vez que as fundações estadual e municipal fecham parceria para mutirões de atendimentos. Nas oportunidades anteriores, o HGV viabilizou exames de tomografia computadorizada e ressonância magnética.

Segundo o diretor-geral do HGV, Gilberto Albuquerque, esta é uma forma de beneficiar a população que precisa destes exames. "O HGV participa novamente com a realização de exames de ecocardiograma. O mais importante é agilizar o atendimento das pessoas que precisam desse serviço”, explica o diretor. 

Para o presidente da Fundação Hospitalar do Estado, Welton Bandeira, as parcerias entre Estado e Município trazem grande benefícios a rede pública de saúde. "A população ganha muito com essa cooperação entre os órgãos. Os mutirões aceleram os atendimentos e ampliam a assistência. Não há porque não colaborar, pelo contrário: temos é que incentivar os trabalhos conjuntos. O HGV tem estrutura e pode ofertar serviços para pacientes da rede municipal. O mais importante é atender a demanda da rede pública", comenta.

Os exames serão realizados no Ambulatório Integrado Dirceu Mendes Arcoverde (Prédio Azul) do HGV, a partir das 8h.

Hemodinâmica
O Serviço de Hemodinâmica do HGV, também, tem atendimentos para este sábado. Estão programadas duas embolizações de aneurisma cerebral, uma angiografia e uma embolização de malformação arteriovenosa (MAV) cerebral.


Fonte: Com informações da assessoria
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Perda de minutos preciosos · 06/09/2019 - 17h10

Samu de Teresina recebe um trote a cada dois dias


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De janeiro a julho de 2019, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) de Teresina recebeu um trote a cada dois dias, totalizando 119 deslocamentos de ambulâncias para ocorrências que eram falsas. Agora, com a recente modernização do sistema do 192, é possível registrar os números que acionaram indevidamente o Serviço.

    Foto: Divulgação/FMS

“O SAMU implantou um moderno sistema de call center e linhas telefônicas digitais na sala do 192. Isso possibilita que a gente deixe registrado o número da pessoa que passou trote. Então, nas próximas ligações, a telefonista verá essa informação”, explica a diretora do SAMU, Francina Amorim.

O caso só é considerado trote quando a pessoa liga para o 192 e passa uma informação falsa que gera envio desnecessário de ambulâncias para o local solicitado. “Isso é criminoso e prejudica o nosso trabalho de salvar vidas, onde o tempo é precioso”, finaliza Francina Amorim.

A enfermeira do SAMU, Tânia Furtado, relembra uma ocasião em que a sua equipe foi deslocada para um trote de acidente de transito envolvendo criança. “Isso é um crime. Nós estávamos preocupados, gastamos combustíveis, separamos materiais, perdemos tempo, quando poderíamos estar atendendo uma ocorrência real”, comenta.

O SAMU é um programa do Governo Federal, administrado pela Fundação Municipal de Saúde (FMS) e que presta socorro a pacientes em caso de urgência clínica, obstétrica, traumática e psiquiátrica. Atualmente, dispõe de oito ambulâncias básicas, três avançadas e quatro motolâncias.

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A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Promorar completou três anos em agosto e desde então garantiu a resolutividade nos casos de urgência e emergência da zona Sul. Desde sua inauguração, em agosto de 2016, foram prestados quase 600 mil atendimentos somente na área médica.

Considerada um serviço intermediário entre as Unidades Básicas de Saúde e os Hospitais, a UPA contribui para desafogar as urgências dos hospitais do SUS e reduzir o tempo de espera. Ela presta atendimento 24 horas por dia, sete dias por semana e sem necessidade de agendamento prévio. O usuário encontra nas UPAs atendimentos na área da média complexidade, como vítimas de acidentes e problemas cardíacos. “Na UPA do Promorar temos seis médicos que se dividem em três clínicos, dois pediatras e um cirurgião, além de uma equipe de enfermagem e um odontólogo prestando atendimento 24 horas”, informa o diretor Danilo Soares.

    Foto: Divulgação/PMT

Em três anos de funcionamento, o número de atendimentos na UPA do Promorar tem aumentado a cada ano. Até agosto deste ano, já foram realizados 108705 atendimentos médicos, o que dá uma média de 13588 por mês. A média mensal já supera a de 2018, que era de 12177, fechando com 146125 atendimentos. Já em 2017 esta média foi de 11218 atendimentos por mês.

“As UPAs trabalham com o sistema de classificação de risco, em que o paciente é não é atendido por ordem de chegada e sim de acordo com a gravidade do problema, em casos que são identificados por cores. Ou seja, dependendo da cor eles se tornam prioridade ou não”, explica Danilo Soares. Os casos considerados pouco urgentes são encaminhados para a sala verde. Os casos de emergência são os de cor vermelha, que ficam em observação em uma sala especial que conta com sete leitos. Já os casos de cor amarela, que requerem atendimento médico de urgência, ficam em observação em uma sala que conta com oito leitos adultos e sete pediátricos.

A estrutura conta ainda com salas para procedimentos como sutura, inalação, eletrocardiograma, administração de medicação rápida e coleta para exames laboratoriais, além de um núcleo interno de regulação, dois espaços para isolamento e raio x 24 horas.


Fonte: AsCom/FMS
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Ação "Teresina The Atende" · 01/09/2019 - 16h20

FMS atende mais de mil usuários em mutirão de oftalmologia


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Cerca de 1.500 usuários que aguardavam em fila de espera eletrônica foram atendidos neste sábado(31) por médicos oftalmologistas, no Centro de Saúde Lineu Araújo e em mais nove clínicas privadas conveniadas ao Sistema Único de Saúde (SUS)  de Teresina. A ação integra o programa “Teresina The Atende”, iniciativa da Fundação Municipal de Saúde (FMS) que fará mutirões de consultas e exames até o final do ano e que visa agilizar o atendimento nas áreas com grande demanda.

    Foto: Divulgação/FMS

Dentre os atendidos no mutirão oftalmológico deste sábado (31), está a dona de casa Janete Alves, que se queixava de visão embaçada e se mostrou satisfeita com o atendimento recebido. “Gostei muito do mutirão. É uma oportunidade para gente que fica em fila de espera. Hoje, já fiz a consulta e os exames e foi tudo rápido. Estou muito feliz e espero que a Prefeitura continue com esses  projetos”, afirma.

Segundo o presidente da FMS, Charles Silveira, a Fundação tem desenvolvido outras estratégias para atender cada vez mais e melhor a população. “Com o programa Teresina The Atende, queremos gerar impacto positivo na rede de saúde. Além disso, faremos um chamamento público com a finalidade de aumentar a base de prestadores de serviços especializados e, assim, ampliar a oferta de vagas em especialidades com grande demanda”.

Os atendimentos oftalmológicos aconteceram simultaneamente no Centro de Saúde Lineu Araújo, Hospital do Olho Raimundo Braga, H Visão, Clínica Marcos Guedes, Oftalmed, Oftalmoclínica Piauiense, Oftalmocenter, Pronto Oftalmo, Oftalmos e Clínica José Paiva. Além das consultas com médicos oftalmologistas, a população realizou exames e, em certos casos, teve a sua cirurgia na visão marcada.

De acordo com a Dra. Anália Fernandes, médica oftalmologista do Centro de Saúde Lineu Araújo, a maioria dos atendimentos realizados no seu consultório foi de pacientes que necessitavam de prescrição de óculos, especialmente para leitura. “Nós atendemos também casos de usuários que necessitavam realizar exames de rotina de glaucoma e que precisavam fazer cirurgia de catarata”, afirma.

A oftalmologista Dra. Anália Fernandes também deu ainda algumas dicas para manter a saúde da visão. “A população deve se consultar com oftalmologista uma vez ao ano, pelo menos. Além de usar óculos solar original, ter alimentação saudável, inclusive rica em vitamina A e evitar coçar o olho com  as mãos sujas. Outra dica importante é não utilizar óculos prescrito por profissional que não seja oftalmologista, para evitar complicações”.

Como funciona o programa Teresina The Atende

O programa “Teresina The Atende” acontecerá todos os sábados na cidade de Teresina e irá  realizar consultas e exames nas áreas de neurologia, oftalmologia, cardiologia e ortopedia, consideradas especialidades com grande demanda. Para ter acesso aos mutirões, a FMS explica que o programa é destinado aquelas pessoas que aguardam em fila de espera eletrônica e que foram chamados oficialmente por telefone.


Fonte: AsCom/FMS
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Muito usado por farmacêuticas · 29/08/2019 - 10h59

Presença de lactose nos medicamentos deverá ser informada, decide comissão


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A Comissão de Defesa do Consumidor aprovou proposta que torna obrigatória a informação sobre a presença de lactose nas embalagens ou rótulos de medicamentos. O Projeto de Lei 7783/17 foi apresentado pelo deputado [[Aureo]] e recebeu parecer favorável do deputado Eli Borges (SOLIDARIEDADE-TO).

Atualmente, apenas a indústria alimentícia é obrigada a informar sobre a presença ou não de lactose nos produtos.

Um dos açúcares naturais do leite animal, a lactose também é usada para estabilizar as preparações farmacêuticas e está presente em remédios como antibióticos e anti-inflamatórios. Quem sofre de intolerância a lactose tem dificuldade de metabolizá-la e isso provoca reações gástricas desagradáveis.

O relator destacou que a proposta não acarretará custos para a indústria e melhorará a qualidade da informação colocada à disposição dos consumidores. “Uma iniciativa que aumente o acesso a informações, quanto mais sobre algo que pode causar danos à saúde, é naturalmente bem recebida”, disse Borges.

Segundo o projeto, o descumprimento da nova obrigação sujeitará a empresa às sanções previstas na Lei 6.437/77, que vão de advertência e multa até o cancelamento de registro de produto.

Tramitação

A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada agora pelas comissões de Seguridade Social e Família; e Constituição e Justiça e de Cidadania.


Fonte: Agência Câmara
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Foi testado com 44 mil pessoas · 22/08/2019 - 16h17 | Última atualização em 23/08/2019 - 09h38

Exame de sangue pode prever se você vai morrer nos próximos 10 anos


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    SHUTTERSTOCK / SOONTHORN WONGSAITA

O que você faria se descobrisse que só tem mais uma década de vida? Uma pesquisa feita pelo Instituto Max Planck de Biologia do Envelhecimento, na Alemanha, deu origem a um exame de sangue capaz de prever as suas chances de morte nos próximos dez anos. O estudo foi publicado na revista Nature Communications. As informações são do Metrópoles.

Os pesquisadores analisaram 44 mil indivíduos de 18 a 109 anos e detectaram 14 biomarcadores metabólicos no sangue que podem influenciar no risco de morte de uma pessoa.

Os biomarcadores estudados relacionam-se com diversas áreas da saúde: imunidade, controle da glicose, inflamação e gordura circulando no organismo são alguns deles. Atualmente, a previsão de expectativa de vida é feita com base em fatores como pressão arterial e níveis de colesterol.

Os participantes foram acompanhados pelo período de dois a 16 anos. Primeiro, os cientistas mapearam o risco de morte dos voluntários com base em “fatores convencionais”, ou seja: índice de Massa Corporal (IMC), pressão arterial, colesterol, consumo de álcool e tabagismo, bem como qualquer diagnóstico de câncer ou doença cardíaca.

Em seguida, a equipe médica pontuou o risco de mortalidade dos participantes de acordo com os biomarcadores desenvolvidos no novo exame de sangue. Os pesquisadores estabeleceram uma escala de menos dois a três e, dentro desta escala, cada aumento de um ponto representava o crescimento de três vezes as chances de morte prematura. O teste conseguiu acertar em 83% dos casos de voluntários que faleceram durante a pesquisa (5.512 pessoas).

A ideia, de acordo com os cientistas, é que o exame seja útil para orientar tratamentos de pacientes frágeis demais para passar por uma cirurgia, por exemplo. O teste não está disponível para uso na vida real, mas os pesquisadores estão otimistas com relação aos rumos do estudo.


Fonte: Metrópoles
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Alivia os sintomas · 20/08/2019 - 14h56 | Última atualização em 20/08/2019 - 15h02

Xô, gripe! Saiba por que beber água é um santo remédio contra a doença


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    RAWPIXEL DO SITE UNSPLASH

Quando o nariz entope, os espirros não param e a cabeça fica pesada, pode ser que você tenha dado de cara com o vírus da gripe, também chamado de influenza. A infecção causada pela doença atinge as vias aéreas, envolvendo boca, nariz, faringe e laringe. Além de repouso, remédios e alimentação leve, ingerir grandes quantidades de água pode ser essencial para mandar a doença embora. As informações são do Metrópoles.

A hidratação ameniza os sintomas e prepara o corpo para a batalha contra o vírus. Desta maneira, o organismo se fortalece e começa o processo de recuperação. “A influenza pode vir com febres muito altas que consomem a água do corpo e fazem com que o restante seja eliminado pelo suor”, detalha Patrícia Ruffo, nutricionista e gerente científica da Divisão Nutricional da Abbott no Brasil.

Veja aqui cinco motivos que justificam o poder da água no combate à gripe.

1. Fortalece o sistema imunológico
A água é um componente essencial da linfa (fluido linfático), um líquido incolor e viscoso com composição bastante semelhante à do plasma sanguíneo. Esse líquido contém muitos dos leucócitos, incluindo linfócitos, que atacam os invasores presentes no sangue para ajudar a combater doenças.

Patrícia Ruffo explica que os fluidos corporais transportam as células imunes pelo corpo todo. Manter-se hidratado ajuda no transporte dessas células, facilitando o combate a infecções.

2. Reduz a febre e alivia as dores de cabeça
A água também é importante para regular a temperatura central do corpo. As dores de cabeça, tão comuns durante gripes, podem diminuir consideravelmente com o aumento da hidratação. “Cerca de 80% do cérebro é água. Uma vez que a desidratação afeta o volume de sangue, isso pode significar que o órgão não está recebendo o oxigênio e os nutrientes necessários, produzindo sintomas como tontura e dores de cabeça”, justifica Patrícia.

3. Promove a sinalização celular saudável
Se a gripe for grave e envolver vômitos e diarreia, é bem provável que o corpo também esteja perdendo eletrólitos, como sódio, cloreto e potássio. Eles são importantes para manter o pH do corpo e ajudar as células a absorverem e utilizarem os fluidos ingeridos.

A perda de eletrólitos e fluidos pode causar cãibras, dores de cabeça e desidratação crônica ao desregular a sinalização celular saudável entre o cérebro e os músculos. Um pouco de açúcar (glicose) é necessário para a reidratação, mas a nutricionista observa que refrigerantes ou sucos adoçados contêm menos eletrólitos e mais açúcar do que o ideal. O excesso de açúcar também pode agravar as cãibras e a diarreia ao inundar os intestinos com fluidos. O ideal, então, é tomar um pouco de água com açúcar.

4. Hidrata as mucosas
Um sintoma comum na gripe é o ressecamento das mucosas do nariz e da boca, um sinal típico da desidratação causada pela doença. Sem as mucosas, o corpo sofre ainda mais para combater infecções e rachaduras nestes locais podem facilitar a invasão de bactérias no corpo. Além de resolver esse problema, a hidratação ajuda o nariz e a boca a eliminarem bactérias e vírus de maneira eficaz por meio da tosse, espirros e pela própria respiração.

5. Melhora na absorção de nutrientes
Quanto mais hidratado, melhor o trato gastrointestinal trabalha, uma vez que consegue absorver e utilizar melhor os nutrientes dos alimentos. Assim, os nutrientes ficam mais disponíveis para as células do corpo, ajudando o organismo a se recuperar mais adequadamente.


Fonte: Metrópoles
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Com salários baixos · 05/08/2019 - 17h52 | Última atualização em 05/08/2019 - 17h53

Pessoas mais pobres têm maior risco cardiovascular, afirma pesquisa


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Quanto você ganha e o local em que você mora podem ser fatores de risco para problemas cardiovasculares. A descoberta foi feita em um recente estudo feito pela American College of Cardiology Foundation (EUA) e publicado no Journal of the American College of Cardiology (JACC). De acordo com os cientistas, salários baixos e criminalidade alta podem ser preponderantes para o desenvolvimento de doenças relacionadas ao coração. As informações são do Metrópoles.

    STOCK

O estresse e as inflamações arteriais causadas pela falta de dinheiro e pela violência seriam os principais vilões das pessoas com nível socioeconômico mais baixo. A partir de exames de imagens, os pesquisadores estudaram a ativação do centro do estresse no cérebro, na região da amígdala e a captação de FDG (fluordeoxiglicose) na parede arterial como marcador de inflamação. Eles perceberam que, quanto menor o nível socioeconômico, maior o estresse e maior a ativação da amígdala, causando mais inflamações vasculares e maiores taxas de eventos cardiovasculares.

Brasil
O resultado é importante porque comprova que indivíduos com maior estresse, como pessoas com baixo nível socioeconômico e que vivem em áreas de criminalidade ou próximas (critério usado no estudo), têm maior risco de inflamação vascular, que é a causa de complicações cardiológicas como aterosclerose e infarto.

Os números de doenças relacionadas ao coração são graves no Brasil. De acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 30% das mortes no país são devido a doenças cardiovasculares. A Sociedade Brasileira de Cardiologia estima uma morte a cada 90 segundos. Mais de três quartos das mortes por doenças cardiovasculares ocorrem em países de baixa e média renda, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Ainda de acordo com a OMS, as doenças cardiovasculares são uma questão de desenvolvimento em países de baixa e média renda porque, diferentemente das pessoas que vivem em países de alta renda, “pessoas de países de baixa e média renda muitas vezes não têm o benefício dos programas integrados de atenção primária para a detecção e tratamento precoce dos indivíduos expostos aos fatores de risco”.

A falta de acesso à serviços de saúde faz com que os diagnósticos sejam feitos tardiamente, dificultando o tratamento e ocasionando mais mortes entre a população de menor renda. Para prevenir doenças cardiovasculares, a OMS recomenda evitar comportamentos de risco, como fumar, não praticar exercícios físico, ingerir álcool em excesso e consumir alimentos não saudáveis.


Fonte: Metrópoles
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Na tentativa de largar o cigarro ou então diminuir os danos que o tabaco causa ao organismo, muitas pessoas têm optado por fumar os cigarros eletrônicos, dispositivos criados justamente para funcionarem como uma alternativa ao cigarro convencional. Isso por que os chamados dispositivos eletrônicos para fumar (DEF) possuem benefícios sobre o cigarro convencional, já que não geram fumaça, apenas vapor, e não contam com compostos químicos como alcatrão e monóxido de carbono, principais causadores de doenças pulmonares. Porém, isso não quer dizer que esses aparelhos não causem malefícios ao organismo. Com informações do Notícias ao Minuto.

“Além de também conterem nicotina, droga de alto poder viciante, um estudo recente publicado no Jornal da Academia Americana de Dermatologia concluiu que os cigarros eletrônicos podem causar manifestações dermatológicas prejudiciais, incluindo estomatite, queimaduras, coceira e vermelhidão nos lábios e mãos”, explica a dermatologista e tricologista Dra. Kédima Nassif, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Os resultados do estudo, que teve como objetivo ampliar o conhecimento e conscientizar a população sobre os danos causados pelo uso dos cigarros eletrônicos, foram alcançados através da análise de pesquisas anteriores que apresentavam os efeitos do uso desses dispositivos na pele ou mucosa. Após avaliação dos dados obtidos, os pesquisadores observaram que dermatite de contato, queimaduras térmicas e lesões da mucosa oral, como estomatite, são condições constantemente associadas ao uso dos cigarros eletrônicos.

“Em um dos casos relatados, por exemplo, observou-se que a paciente usuária dos cigarros eletrônicos desenvolveu erupção eritematosa e coceira na mão, além de eritema e inchaço dos lábios, devido ao níquel que é liberado pela bobina responsável por aquecer o dispositivo”, destaca a dermatologista. “Lesões térmicas, como queimaduras, também foram relatadas pelos usuários de DEF, sendo causadas pela falta de regulação térmica interna dos aparelhos.

Além disso, notou-se ainda um grande número de casos de estomatite por nicotina, condição que causa inchaço e feridas no interior da boca.” Dessa forma, os autores do estudo concluíram que o cigarro eletrônico não é uma alternativa totalmente segura ao cigarro convencional.

Porém, a Dra. Kédima Nassif ressalta que não existem pesquisas suficientes para que se possa afirmar de forma definitiva se o uso do cigarro eletrônico, cuja a venda é proibida no Brasil, é seguro ou não. “O assunto gera grande controvérsia entre os especialistas. Por isso, ainda são necessários mais estudos para avaliar os danos desses dispositivos tanto na pele quanto em outras áreas do corpo. O recomendado então é evitar o uso desses produtos até que fiquem mais claro quais são os efeitos dos dispositivos eletrônicos para fumar no organismo”, finaliza.

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Com o objetivo de reduzir a mortalidade materna no Piauí, a Secretaria de Estado da Saúde, em parceria com diversas instituições de ensino e saúde, pactuou um documento que contém diversas ações cruciais para a diminuição dos casos no estado.

O termo foi assinado durante o Simpósio Internacional de Saúde da Mulher, que acontece nesta sexta (26) e sábado (27), em São Raimundo Nonato.

A gerente de Atenção à Saúde e presidente do Comitê Estadual de Prevenção da Mortalidade Materna, Infantil e Fetal, Luciana Sena, que representou o secretário de Estado da Saúde Floriano Neto, explica os pontos pactuados.

“Esse é um momento de grande importância, pois estamos dando continuidade às ações da Secretaria de Saúde que objetivam a redução da mortalidade materna e infantil. Durante o encontro realizamos um diálogo deliberativo acerca do documento da redução da mortalidade materna, que contém também estratégias para reduzir a mortalidade na infância. O plano irá trabalhar alinhado com as ações do Plano Plurianual (PPA)”, destaca. O Plano de Mortalidade Materna e Infantil da Secretaria de Estado da Saúde também foi discutido durante o Simpósio.

Para a coordenadora do evento, professora dra. Liz Cardoso, essa é uma oportunidade de pactuar as ações que irão ajudar o Piauí a diminuir a mortalidade materna. "Estamos aqui juntando conhecimento, para que possamos ter ações efetivas, que nos levem à redução das causas de mortalidade materna", conclui.


Fonte: Com informações da Semcom
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Escolha uma atividade física! · 25/07/2019 - 08h51

Saiba os cinco exercícios que mais queimam calorias


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Quer emagrecer e não sabe por onde começar? O ideal é escolher uma atividade física e procurar o auxílio de uma nutricionista para melhorar a alimentação. Para te ajudar a escolher os exercícios que mais queimam calorias. As informações são do site Minha Vida.

1 - Musculação: essa atividade ajuda a melhorar a resistência articular e muscular, fortalece os ossos e ainda pode provocar a perda de cerca de 500 calorias por hora de treino;

2 - Bicicleta: andar de bicicleta exercita os membros inferiores, melhora a frequência cardíaca e ainda queima em torno de 840 calorias; 

3 - Natação: durante a prática dessa atividade todos os músculos do corpo são trabalhados e é possível queimar cerca de 540 calorias;

4 - Corrida: você pode escolher um lugar com uma paisagem bacana e correr por mais o menos uma hora. Nesse tempo, você vai gastar 900 calorias, melhorar sua capacidade respiratória e ainda terá benefícios cardiovasculares;

5 - Tênis: essa prática esportiva traz vários benefícios. Melhora a coordenação motora, fortalece os músculos, deixa a pessoa mais ágil e queima 800 calorias em uma hora. 

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O inverno é a estação do ano preferida por muitos brasileiros, mas é também o período mais propício a alguns problemas de saúde. A caspa, que provoca constrangimentos em público por causa daqueles "floquinhos brancos" que se espalham pela roupa, é um deles.

O médico dermatologista José Jabur da Cunha, da Altacasa Clínica Médica de São Paulo, explica que a caspa é mais prevalente no inverno, entre outros fatores, por conta da menor exposição da pele aos raios solares. 

"A dermatite seborreica é um processo inflamatório leve e crônico, sem causa definida e sem cura. Está relacionada ao tipo de sebo produzido pela pele do indivíduo, além de diversos outros fatores, como microbiota da pele, padrão de resposta inflamatória do indivíduo, entre outros. A caspa acaba se manifestando com mais frequência no inverno em razão de banhos muito quentes e pela menor exposição das pessoas ao sol. É uma doença que evolui, com períodos de piora e melhora. A prevenção é feita com sabonetes e hidratantes específicos, exposição solar consciente e medidas dietéticas, como a redução no consumo de álcool", explica Jabur.

O especialista ressalta que outros fatores também ajudam no aparecimento da caspa, como o fato de a pessoa ter a pele ou os cabelos naturalmente oleosos. O uso de xampus com elementos detergentes mais agressivos também podem provocar irritação e ressecamento da fibra capilar.

"Além disso, ao lavarmos o cabelo menos vezes no inverno, há acúmulo de oleosidade e descamação. A caspa também pode aparecer por um tendência genética; por períodos intensos de estresse; ou por causa de uma alimentação rica em gorduras; sem falar de alguns hormônios, como a testosterona, que estimulam as glândulas sebáceas. Por isso é que a dermatite seborreica atinge também os recém-nascidos. Os hormônios da mãe passam para o bebê durante a amamentação. Com isso, pode haver descamação no couro cabeludo", completa o dermatologista da Clínica Altacasa, que é também chefe do setor de Cirurgia Dermatológica da Santa Casa de São Paulo.

Para o tratamento correto da dermatite seborreica, o médico enfatiza a necessidade de se procurar sempre um dermatologista. "O tratamento da caspa se dá com hidratantes e medicamentos específicos, na forma de pomadas. É preciso avaliar cada caso para a indicação correta dos medicamentos", conclui.

Confira abaixo algumas dicas do especialista para se prevenir da caspa neste inverno:

- Preste atenção na temperatura da água do banho. Prefira os banhos mornos ou, então, experimente lavar os cabelos fora do banho usando água fria;

- Manter o couro cabeludo abafado é uma das piores coisas a se fazer quando se tem caspa, por isso, a dica é evitar o uso de boné, touca, gorro ou qualquer acessório. Tente manter o couro cabeludo sempre seco e arejado;

- Ao sair do banho, não faça coques ou prenda os cabelos úmidos ou molhados. Tenha o hábito de secar o cabelo após o banho. É sempre melhor tentar deixar os fios soltos para que não fiquem úmidos e abafados.


Fonte: AsCom
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Após noticiado na imprensa uma proposta unilateral de uma nova lei dos planos de saúde, elaborada por empresas e entidades do setor, o Idec divulgou nesta quinta-feira (18) uma análise crítica do projeto, que pode trazer prejuízos ao sistema de saúde e aos 47 milhões de cidadãos vinculados à assistência médica suplementar.

Para o Idec, o projeto é baseado nos ganhos financeiros das empresas e não há preocupação com os impactos negativos para os usuários de planos de saúde. “É um conteúdo arrogante que classifica médicos, hospitais, doentes crônicos e idosos como inimigos a serem combatidos”, diz o documento.

Entre os principais problemas apontados pelo Instituto está a mudança na comercialização de planos individuais pelas operadoras, que fica condicionada à isenção de taxas, coberturas reduzidas e descontos. Segundo o Idec, restrições radicais de cobertura são atrativas num primeiro momento pois fazem reduzir os valores das mensalidades, mas tendem a gerar gastos catastróficos para indivíduos e famílias no momento do adoecimento.

Além disso, a análise critica a redução de coberturas, que passam a ser baseadas em módulos assistenciais que serão limitados a uma ou a determinadas possibilidades de uso de serviços de saúde. Ou seja, permite a contratação de planos apenas com consultas médicas, mas sem exames ou terapias; planos com internação, mas sem emergência, ou com internação, mas sem taxas de admissão em centros cirúrgicos, ou sem possibilidade de acompanhante.

A proposta das empresas sugere ainda mudanças relacionadas a reajustes de mensalidades, encerramento do ressarcimento ao SUS e impõe controles a médicos e hospitais, entre outras alterações. 

O Idec ressalta que tão grave quanto as mudanças pretendidas é a maneira como o projeto foi formulado e supostamente encaminhado ao Legislativo. “Ao apresentar uma proposta pronta e acabada, uma iniciativa explicitamente autoritária, seus autores desprezam o debate e os processos democráticos de construção das normas sociais”, analisa o documento.

A análise com 11 pontos críticos foi realizada pelos especialistas Ligia Bahia (professora do Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ), Marilena Lazzarini (presidente do Conselho Diretor do Idec) e Mário Scheffer (conselheiro do Idec e professor do Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo - USP).


Fonte: AsCom/Idec
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FMS informa número alternativo · 19/07/2019 - 07h48

Linha do Samu em Teresina apresenta problemas após furto de cabos da OI


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A Fundação Municipal de Saúde informou que a linha do 192, do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) de Teresina, está com problemas nesta sexta-feira (19/07).

Tudo em decorrência do furto de fios telefônicos da Operadora Oi.

Pelo Twitter, a prefeitura de Teresina disponibilizou o número (86) 3223-7700 como alternativa caso não seja possível acionar o serviço pelo canal oficial. 

Não foi dada previsão para normalização do serviço.

 

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