Dados do último boletim · 13/12/2017 - 14h18

Brasil registra queda nos casos de dengue, zika e chikungunya


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Casos de dengue, chikungunya e zika estão em queda no Brasil. Dados do último boletim epidemiológico, divulgado pelo Ministério da Saúde, revelam que os registros das principais doenças causadas pelo Aedes aegypti diminuíram entre janeiro e novembro deste ano, em comparação com o mesmo período de 2016.   

Entre essas três complicações, a que apresentou o maior percentual de declínio foi a zika. Segundo o ministério, até 11 de novembro, haviam sido registrados 16.870 casos da doença em todo o País. O número representa uma redução de 92,1% em relação a 2016, quando 214.126 casos foram registrados. Com isso, a taxa de incidência da zika passou de 103,9 para cada 100 mil em 2016, para 8,2 neste ano. 

No País, as regiões Centro-Oeste e Norte são as que apresentam as maiores taxas de incidência: 38,3 casos/100 mil habitantes, e 12,2 casos/100 mil habitantes, respectivamente.  

Em relação à dengue, a redução foi de 83,7%. Enquanto no ano passado foram notificados 1.463.007 casos prováveis da enfermidade, neste ano foram 239.076. Já os registros de dengue grave caíram 73%, ou seja, de 901, em 2016, para 243, em 2017. 

Os casos de dengue com sinais de alarme (choque e hemorragia), por sua vez, eram de 8.875 em 2016 para 2.209 em 2017, redução de 75%. 

Sobre a febre chikungunya, o boletim informa que foram notificados 184.458 casos prováveis. Assim, a taxa de incidência atual é de 89,5 casos para cada 100 mil habitantes. Isso representa uma redução de 32,1% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram registrados 271.637 casos, e quando a taxa de incidência era de 131,8 casos/100 mil/hab. 

Essas quedas são acompanhadas pelo aumento das iniciativas do Ministério da Saúde para intensificar os trabalhos de combate ao mosquito Aedes aegypti. 

Os recursos para as ações de Vigilância em Saúde, incluindo o combate ao mosquito, cresceram 83% nos últimos anos, passando de R$ 924,1 milhões, em 2010, para R$ 1,7 bilhão, em 2016. Para este ano, o orçamento de vigilância em saúde para os estados deve chegar a R$ 1,96 bilhão. 

Um das ações é a Sexta-feira sem Mosquito, quando são mobilizados ministros, governadores e autoridades para estarem em todos os estados. 


Fonte: Portal Brasil
Para escoliose de alto grau · 13/12/2017 - 09h43 | Última atualização em 13/12/2017 - 09h50

HGV realiza cirurgias inéditas de coluna em adolescentes com deformidades vertebrais


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A Clínica Ortopédica do Hospital Getúlio Vargas (HGV) realiza, nesta quarta (13/12) e sexta-feira (15/12), as primeiras cirurgias para tratamento de escoliose de alto grau em adolescente com técnicas de correção antes não realizadas no Estado. O procedimento será realizado com ajuda de estudo neurofisiológico que avalia a instrumentação e correção das curvas durante a realização do mesmo. As cirurgias serão realizadas pelos cirurgiões de coluna Ayrana Soares, Anderson Carvalho e Wilson Rodrigues.

Uma das pacientes, a adolescente de iniciais M.E.F.G, 14 anos, sofre com o problema desde o nascimento. A avó, Maria José, explica que foram mais de 20 internações com problemas respiratórios que impediam M.E.F.G de ter uma vida normal. “Estou com esperança que dê tudo certo”, respira, aliviada, Maria.

De acordo com a ortopedista especialista em coluna Ayrana Soares, a técnica de última geração, que só é usada em centros de referência da rede privada e, na rede pública, em outros estados, agora será possível no HGV. “A escoliose é o desvio lateral da coluna vertebral, sendo a mais deformante das patologias ortopédicas, sobretudo quando há envolvimento da caixa torácica que deforma as costelas, pode comprometer as funções respiratórias nos casos mais graves, como é o caso das adolescentes”, explica a médica.

Ayrana Soares explica que serão realizadas ressecções completas da vértebra, por via posterior (vertebrectomia), permitindo a correção de uma deformidade que tem curva principal que mede 95 graus, “evitando complicações, com o passar dos anos, para o paciente”.

Conforme o cirurgião ortopédico Anderson Carvalho, que também participa dos procedimentos, “serão feitos seccionamento cirúrgico (osteotomia) para corrigir uma deformidade na coluna vertebral. “Realizaremos a fixação com parafusos pediculares e hastes para artrodese, também será utilizado potencial evocado sensitivo motor durante o procedimento, diminuindo, assim, os riscos de complicações neurológicas”, explica o médico.

Para a diretora-geral do HGV, Clara Leal, esse tipo de cirurgia de alta complexidade é um importante avanço para a qualificação dos serviços prestados pelo Sistema Único de Saúde  (SUS) no Piauí.


Fonte: Portal do Governo do Piauí

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Farmácias e drogarias de todo o país vão poder oferecer o serviço de vacinação a clientes. A possibilidade foi garantida em resolução aprovada pela diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O serviço já era regulamentado em alguns estados, como São Paulo, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais e Distrito Federal. Com a decisão, que será publicada no Diário Oficial da União nos próximos dias, ela será estendida às demais unidades da federação.

A resolução também estabelece exigências para estabelecimentos de saúde que vão oferecer o serviço. Esses devem estar inscritos no Cadastro Nacional dos Estabelecimentos de Saúde (CNES), disponibilizar o calendário nacional de vacinação e os tipos de medicamentos disponíveis aos clientes.

Em cada local é obrigatória a designação de um responsável técnico e a contratação de profissionais habilitados para aplicar vacinas, com a realização de capacitações constantes. As instalações precisam ser adequadas e seguir parâmetros estabelecidos nas normas do setor, como ambiente refrigerado para armazenar as vacinas e cuidados no transporte dos materiais para não prejudicar a qualidade.

As regras aprovadas pela Anvisa também preveem obrigatoriedade de registro das informações nos cartões de vacinação e de erros ou problemas no sistema da agência e liberdade para emitir Certificados Internacionais de Vacinação.


Fonte: Agência Brasil
Diversão com saúde · 12/12/2017 - 16h06

Cuidados para não estragar as festas de final de ano


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O Natal e o Ano Novo estão chegando, com eles inúmeras comemorações, viagens e alegria, mas isso não quer dizer que podemos exagerar e descuidar da saúde. Por isso, é importante tomar alguns cuidados para não acabar com as comemorações de final de ano. Para aproveitar as festas sem correr riscos, o Dr. Aier Adriano Costa, coordenador da equipe médica do Docway, elencou algumas dicas bem importantes:

1) Beba muita água

Durante essa época do ano, com os dias normalmente mais quentes, o cuidado com a hidratação deve ser redobrado, já que o corpo elimina naturalmente mais líquidos e sais minerais do nosso organismo. Por esse motivo, a ingestão de água é tão importante. Mas se você é daqueles que não consegue tomar água com facilidade, o Dr. Aier dá outra dica: uma boa opção para os dias de calor é a água de coco, que, além de conter baixo número de calorias, tem uma composição natural semelhante à do soro fisiológico, hidratando o organismo com mais eficácia.

2) Cuidado com o que você come

Outro sintoma comum nos dias de calor é a falta de fome, porém é muito importante que a pessoa se alimente para não correr riscos. O melhor jeito para driblar o problema é consumir alimentos leves e de fácil digestão, entre eles saladas, frutas, legumes e carnes magras. É importante tomar cuidado com os petiscos e sobremesas, que são naturalmente mais pesados e de difícil digestão.

3) Mantenha sua rotina e horários

É muito comum que nessa época do ano as pessoas abram mão da sua rotina e dos seus horários, acordando mais tarde e programando atividades ao longo do dia que não fazem parte do seu dia a dia, o que acaba afetando diretamente a saúde. Se você consegue manter o controle, sair da rotina pode não trazer consequências, mas existe pessoas que, quando saem do ritmo normal, acabam exagerando. É importante descansar e se divertir, mas estabelecer horários mais próximos aos do seu dia a dia evitam maiores riscos.

4) Cuidado com a conservação dos alimentos

No Verão, os alimentos podem perecer mais rapidamente. Por isso, quando for comprar os alimentos para as festas, entre eles frutas, verduras e legumes, é bom verificar o seu estado geral. Evite alimentos que estiverem amassados, batidos e manchados. Cuidado também ao armazenar, já que o consumo de alimentos deteriorados ou mal conservados pode levar a intoxicações alimentares, estragando a sua festa.

5) Cuidado com aquela cervejinha a mais

Especialmente nas festas de final de ano, bebidas alcoólicas são consumidas com maior frequência.  O problema é que além das bebidas alcoólicas serem calóricas, quando ingeridas em grandes quantidades, podem levar à desidratação, já que o álcool "retira" a água das células, agindo como um diurético. Uma dica para quem quer aproveitar as festas sem exageros é intercalar a bebida alcoólica com o consumo de água, ajudando o organismo a manter-se hidratado.

6) Divirta-se, mas sem descuidar da saúde

Nada melhor que aproveitar a vida. Com tantas comemorações, comidas e bebidas gostosas, fica muito difícil resistir. Devemos, sim, nos divertir e aproveitar esses eventos, mas o equilíbrio é fundamental para que 2018 comece como todos queremos: com o pé direito!


Fonte: AsCom
Câncer de pele mais frequente · 11/12/2017 - 11h22

Índice de radiação solar 'extremo' no Piauí deve servir de alerta


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Dezembro é o mês da campanha de prevenção ao câncer de pele, o de maior incidência no Brasil, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA). A estimativa é que 30% de todos os tumores malignos registrados no país sejam não melanomas, que são tumores de pele que apresentam alto percentual de cura, quando detectados precocemente.

No Brasil, a ocorrência desse tipo de câncer em 2016 foi de quase 176 mil de novos casos, que resultaram em 1.769 de mortes. No Piauí, o INCA informa a ocorrência de quase 1.800 casos de não melanoma em todo o estado, com 230 registros só na capital. O percentual de incidência em homens e mulheres é semelhante, ficando em torno de 54%.  

De acordo com a dermatologista Kamilla Santos, a população do estado deve ficar alerta aos sintomas da doença, principalmente, porque o Índice Ultravioleta (IUV) no Piauí é geralmente classificado como “muito alto”. A previsão do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) para os próximos quatro dias no estado é um IUV entre 11 a 13, considerado um nível “extremo” de radiação solar. Para quem não sabe, o IUV é um padrão internacional de medição que classifica a intensidade dos raios solares na pele.

“A população tem que se proteger, usar protetor solar com reaplicação a cada duas horas pele menos e para quem não tem condição, usar uma barreira física, como roupas mais cobertas, com mangas compridas, sombrinhas, chapéus, mas não esquecendo que o uso do protetor solar é fundamental, principalmente, porque o nosso estado tem uma alta incidência de raios solares o ano quase todo”, alerta a dermatologista Kamilla Santos.

A médica chamou ainda atenção para a importância do autoexame na pele e de suspeitando de algo anormal, procurar um especialista.  “Manchinhas escuras com bordas irregulares que coçam e descamam precisam ser investigadas. Também é importante verificar se a manchinha está crescendo, se mudou de cor. Percebendo algum desses sinais, a indicação é procurar um dermatologista.

Kamilla também frisa o cuidado maior que pessoas de pele clara, acima dos 40 anos e com casos de câncer na família devem ter. “A pele clara requer maiores cuidados, com redobrado uso do protetor solar e proteção com barreira física. Em Teresina, é impossível não se expor ao sol, mas a proteção deve ser buscada. Para quem tem ou teve algum membro da família diagnosticado com câncer de pele, os cuidados devem ser redobrados e consultas rotineiras adotadas”, destaca.

A professora e diretora da rede municipal da capital, Joelma Barbosa, levou um susto quando descobriu que estava com melanoma, um tipo de câncer de pele grave. Apesar de estar sempre atenta porque há vários casos da doença na família, ela descobriu o melanoma numa consulta rotineira ao dermatologista. “Foi desesperador, por causa do histórico, você imagina, já perdi meu pai, a minha irmã mais nova já tinha tirado um, foi muito ruim. Então, eu retirei a mancha, o médico me encaminhou rapidamente ao oncologista, mas eu não precisei fazer nenhum tratamento (quimioterapia ou radioterapia), só foi feito um aumento de margem na cirurgia, eu retirei a mancha e um pouco mais da pele e a partir disso eu faço controle anula”, conta a professora.      

Joelma, que classifica a própria pele como “parda” revelou que antes do câncer não usava protetor solar de jeito nenhum. “Eu tinha pavor de usar protetor solar, mas depois disso passei a usar fator 70 (FPS) e quando vou me expor ao sol eu visto uma roupa de manga longa e quando vou à praia procuro usar roupas com UVA, não me exponho muito, tomo vitamina D por causa disso e tomo todos os cuidados”, admitiu.   

 “Se exponha, mas não se queime”

Desenvolvido pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) desde 2014, o movimento Dezembro Laranja tem como objetivo promover a conscientização da população sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce da doença, incluindo a importância da fotoproteção em suas diferentes formas para a redução dos riscos. Este ano o slogan da campanha é “Se exponha, mas não se queime”

A recomendação é usar equipamentos de proteção individual (EPI) como chapéus de abas largas, óculos escuros, roupas de cubram boa parte do corpo e protetores solares com fator mínimo de proteção solar (FPS) 30. A hidratação constante também faz parte dessas medidas fotoprotetoras, sem esquecer de evitar os horários de maior insolação: das 10h às 16h.

“No geral, a indicação é um fator de proteção acima de 30, mas é importante levar em consideração a cor do paciente, fatores de risco como parentes que já tiveram câncer e pele mais clara. Já uma pele negra ou morena o fator 30 é suficiente, mas aqui no Piauí um fator acima de 30 é o indicado”, orientou a dermatologista Kamilla Santos.

 


Fonte: Com informações da assessoria

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Passa a valer nesta sexta-feira (08/12) a medida de suspensão de 31 planos de saúde, de 10 operadoras, anunciada em novembro pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). A decisão levou em conta reclamações recebidas no 3º trimestre de 2017, como negativas de coberturas e demora no atendimento.

A ANS destaca que os 167,7 mil beneficiários dos planos suspensos neste ciclo estão protegidos com a medida e continuam a ter assistência regular. As operadoras ficam impedidas por pelo menos 3 meses de iniciarem contratos com novos beneficiários, enquanto não asseguram condições de seguir com excelência no atendimento.

O trabalho de suspensão é parte do acompanhamento periódico realizado pela reguladora por meio do Programa de Monitoramento da Garantia de Atendimento.

 Veja a lista de planos que tiveram a comercialização suspensa:

 


Fonte: ANS

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Surpresa. A palavra descreve a emoção que pais e mães de crianças atendidas pela Clínica de Microcefalia do Piauí tiveram nessa segunda-feira (4). Uma parceria entre o Centro Integrado de Reabilitação (Ceir) e a sociedade civil organizada beneficiou 70 famílias.

A instituição mobilizou pais e mães para arrecadar um valor simbólico que seria destinado à produção de parapodium, equipamento que auxilia no desenvolvimento da criança com microcefalia que deve ter uso contínuo em casa e não está na tabela de produtos oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

“No mercado, esse equipamento custa na faixa de mil reais e nós conseguimos o desconto de 75% com um fabricante”, explica Aderson Luz, superintendente multiprofissional da Associação Reabilitar, organização social que administra o Ceir.

Mas algumas famílias não conseguiram arrecadar o valor. “Eu não tive condições de juntar o dinheiro, mesmo pedindo ajuda a muitas pessoas”, diz Maria Janice Sousa, dona de casa e mãe do Francisco Miguel Alves. Já outras famílias, juntaram as economias, a exemplo dos pais da Mirella Moreira. “Foi um dinheiro suado, que nós corremos para conseguir e só pagamos hoje”, comenta a mãe da criança, Drielly Ferreira.

Para a surpresa dessas mães e pais, um grupo de pessoas se uniu, sendo um exemplo de solidariedade e ação social. Amigos do Ceir, parceiros anônimos da sociedade civil organizada, doaram 70 parapodium e possibilitaram a devolução da quantia arrecadada pelas famílias.

“Nós temos a missão social de cuidar das pessoas, mas esse cuidado não deve ser uma via de mão única. Ao nosso lado, precisamos do poder público e privado e dos mais diversos setores da sociedade. Essa ação é um entendimento de que juntos somos mais fortes, em prol dos mais necessitados”, declara o médico Benjamim Pessoa Vale, presidente voluntário da Associação Reabilitar.

Os equipamentos doados serão de uso pessoal das crianças. O momento da entrega também contou com orientações aos familiares.


Fonte: AsCom

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A Associação de Pacientes Renais Crônicos do Piauí (Aprepi) realiza uma campanha para arrecadar fundos que vão melhorar a estrutura da entidade.

A sede da Aprepi não tem rampas de acessos, banheiro adaptado e faltam melhorias para atender melhor os assistidos pela associação.

A sede da entidade fica localizada na Rua Rui Barbosa, sem número, no Centro de Teresina, próximo ao Ginásio Verdão. 

As doações podem ser feitas através da conta bancária:

Caixa Econômica Federal
Agência: 3828
Operação: 003
Conta: 914

Mais informações pelos telefones: (86) 3223-7355 (manhã), 98866-8227 (Luiz Filho) e 99936-8630 (Jocélia Ciríaco).

 

Reunião conjunta de comissões · 04/12/2017 - 09h49

Câmara vai debater cortes ao Programa Farmácia Popular


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As comissões de Legislação Participativa; de Seguridade Social e Família; e de Trabalho, de Administração e Serviço Público discutem nesta terça-feira (5) as mudanças feitas pelo governo no programa Farmácia Popular.

Até junho, o programa tinha duas modalidades: a rede própria e o Aqui Tem Farmácia Popular. Nesta segunda modalidade, explica a deputada Flávia Morais (PDT-GO), o paciente vai com a receita em qualquer farmácia conveniada e recebe um desconto na hora da compra.

“Nesse caso são 25 remédios na lista do programa. Essa modalidade permanece”, explica a parlamentar, que pediu a realização do debate.

Já na rede própria, o paciente retira o medicamento em farmácia própria do programa, que é um estabelecimento público gerenciado diretamente pelo Ministério da Saúde. “A diferença é que nessas farmácias populares do governo a lista soma 112 medicamentos”, compara Flávia Morais.

Em junho, o governo anunciou que deixaria de repassar verbas para essa modalidade. Em vez disso, os recursos serão encaminhados para estados e municípios fazerem a compra direta de medicamentos.

O Ministério da Saúde justifica que os gastos com a compra de medicamentos representavam apenas 20% do orçamento de R$ 100 milhões do programa. O restante, R$ 80 milhões, era gasto na manutenção de infraestrutura das farmácias. Além disso, o ministério argumenta que as unidades próprias representam 1% do total de unidades privadas credenciadas.

A parlamentar afirma, no entanto, que, com fim da rede própria do Farmácia Popular, os pacientes deixarão de receber mais de 100 tipos de remédios. “Quem mais sofrerá com o desabastecimento serão as famílias pobres do interior dos estados”, lamenta.


Fonte: Agência Câmara
R$ 1,3 milhão investido · 03/12/2017 - 15h10 | Última atualização em 03/12/2017 - 15h13

Fechado desde 2011, hospital de Buriti dos Lopes é reinaugurado


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O governador Wellington Dias reinaugurou, neste domingo (03/12), o Hospital Estadual Dr. Mariano Lucas de Sousa, em Buriti dos Lopes. O hospital foi totalmente reformado e recebeu novos equipamentos, com investimentos de cerca de R$1,3 milhão fruto de recursos federais.

Com a ampla reforma na estrutura física, o Hospital terá capacidade de atendimento ampliada, com serviços de urgência e emergência, adultos e pediátricos. Ao todo, 20 leitos serão destinados à observação na urgência e 10 leitos destinados à internação clínica.

Foto: Francisco Gilásio/CCOM

Durante a solenidade o chefe do executivo estadual reafirmou o compromisso com a saúde em todo o Estado. "A reabertura desse hospital era um compromisso nosso com Buriti dos Lopes, ele estava fechado desde 2011. Hoje tive a oportunidade de ver essas pessoas que foram atendidas pelo mutirão. Fico muito feliz por que me lembro dos milagres de Jesus, pois em pouco tempo a pessoa já ver o resultado. A medicina é um dom de Deus. Fico feliz também por que enquanto os estados ricos estão cortando investimentos e fechando hospitais aqui nós estamos reabrindo", disse.

O secretário de Estado da Saúde, Florentino Neto, ressalta a importância da reabertura do Hospital para descentralização dos atendimentos na região da Planície Litorânea. “Esse hospital estava fechado e quando assumi o governador Wellington Dias nos pediu a sua reabertura. E assim consegui um companheiro de luta, que é o prefeito Júnior Percy. Somamos esforços, e hoje entregamos em funcionamento o Hospital Dr. Mariano Lucas de Sousa".

O hospital está realizando o mutirão de cirurgias eletivas e antes mesmo de inaugurado, com a oferta de consultas oftalmológicas na sexta (1), quando atendeu 200 pessoas, e no sábado (2), sendo realizadas 100 cirurgias de catarata.

O prefeito Júnior Percy ressaltou a importância da parceria do Governo do Estado com a cidade. "Muitos não acreditavam que esse hospital seria reaberto, mas hoje ele está aberto e funcionando graças ao governador Wellington Dias e ao secretário Florentino".   Percy afirmou ainda que a abertura desse hospital irá desafogar o hospital estadual de Parnaíba que antes recebia os pacientes de Buriti dos Lopes e região.

Mutirão de cirurgias eletivas

Maria das Neves (74), residente em Buriti dos Lopes, foi atendida pelo mutirão de cirurgias eletivas no Hospital reinaugurado. " Eu vinha sofrendo com a catarata há três anos, vim me consultar aqui, consegui fazer a cirurgia e já estou enxergando melhor", conta.

O presidente da Assembleia Legislativa, Deputado Estadual Themístocles Sampaio, ressaltou a parceria Assembleia Legislativa com o governo do Estado. "Sempre que o governador nos envia pedidos de empréstimos nós aprovamos porque isso significa investimentos para mudar a vida do piauiense. Aqui hoje pudemos ver pessoas que fizeram cirurgia de catarata e isso é graças aos investimentos em saúde".


Fonte: CCOM
Sesapi faz ação no norte do PI · 03/12/2017 - 09h38

Mutirão de cirurgias de catarata atende 100 pacientes em Buriti dos Lopes


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Em mais uma etapa do grande Mutirão de Cirurgias Eletivas, a Secretaria de Estado da Saúde realizou, neste sábado (2), 100 cirurgias de catarata no, Hospital Estadual Dr. Mariano Lucas de Sousa, em de Buriti dos Lopes. Além dos moradores da cidade, o mutirão beneficia comunidades das cidades de Cocal dos Alves, Murici dos Portelas, Bom Princípio, Caraúbas, Caxingó e Cocal da Estação. Hospital Estadual Dr. Mariano Lucas de Sousa foi totalmente reformado, em recente intervenção da Secretaria da Saúde do Estado (Sesapi), e será inaugurado oficialmente neste domingo (3), pelo governador Wellington Dias e o secretário de Estado da Saúde, Florentino Neto.

Em visita ao Hospital durante o mutirão, a vice-governadora Margarete Coelho comemorou os bons resultados que muitos pacientes relatavam. “É um momento importante para nós que trabalhamos para a sociedade. Iremos entregar esse hospital, um benefício para a região da Planície Litorânea, uma obra bem feita, bem acabada, levando à população saúde mais perto de casa e com qualidade. Retornar ao município e presenciar essas cirurgias, fruto do nosso trabalho, nos motiva a fazer mais por todos os municípios piauienses. Ao realizar esse mutirão aqui, com cirurgias de catarata, é uma grande conquista e uma melhor qualidade de vida aos piauienses", comemora.

A visita também foi acompanhada pelo senador Ciro Nogueira e parlamentares estaduais e federais, além do prefeito Junior Percy e o do secretário Florentino Neto, que acompanhou alguns procedimentos cirúrgicos. “É muito gratificante poder dar essa oportunidade de devolver a visão", afirma.

Quem também comemorou foi o trabalhador rural Luiz dos Santos (67), de Caxingó, que recuperou a visão e comemorou o quanto rejuvenesceu, podendo retornar atividades que antes já não podia fazer, como ir a roça. “Renovou a minha vida em 30 anos. Tô enxergando mesmo. Vou poder fazer serviços que eu já não podia fazer e que agora eu vou poder fazer, como meu plantio de arroz”, relata.

Seu Luiz foi um dos 230 pacientes que, na sexta-feira (1), fez a consulta de avaliação, tendo o agendamento para o procedimento marcado para o sábado (2). O mesmo fez seu José Cardoso (77), de Cocal da Estação, que há três anos começou a perder a visão. Além da perda da visão por conta da catarata, seu José tem outras limitações, como deficiência auditiva e mobilidade motora reduzida, o que o mantém a maior parte do dia numa cadeira de rodas. 

O filho dele, Jeferson Cardoso, conta que todos da família esperavam pela cirurgia há algum tempo e já comemoram a nova vida que o pai vai passar a ter. “O retorno da visão será um alívio para a vida dele, pra ele ter um pouco mais de conforto. Ele sabe ler e escrever, mas por conta da diminuição da visão, não faz mais nada. Com a recuperação da visão, ele vai poder vivenciar muitas coisas boas pela frente”, afirma emocionado.

Todos os pacientes receberam gratuitamente kits compostos por óculos e colírio. A avaliação do pós-operatório será realizada ainda no domingo, no próprio Hospital.


Fonte: AsCom
Tempo de disgnóstico menor · 02/12/2017 - 06h50

Brasil registra queda no número de casos e de mortes por Aids


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Os casos de aids e a mortalidade provocada pela epidemia estão caindo no Brasil. Isso é o que aponta a nova edição do Boletim Epidemiológico de HIV/Aids, lançado nesta sexta-feira (1/12) em Cutiriba (PR), durante evento em alusão ao Dia Mundial de Luta contra a Aids. A publicação indica que em 2016 a taxa de detecção de casos de aids foi de 18,5 casos por 100 mil habitantes - uma redução de 5,2% em relação a 2015, quando era registrado 19,5 casos. Já a mortalidade, observa-se uma queda de 7,2%, a partir de 2014, quando foi ampliado o acesso ao tratamento para todos. Passando de 5,7 óbitos por 100 mil habitantes para 5,2 óbitos, em 2016.

Os resultados demonstram a assertividade da política de assistência do Ministério da Saúde, que ampliou o diagnóstico do HIV, diminuiu o tempo para iniciar o tratamento, aumentando, consequentemente, o número de pessoas recebendo a terapia antirretroviral. Dando positivo, a pessoa inicia o tratamento no máximo 41 dias após o diagnóstico. Em 2014, esse tempo era 101 dias.

“O Ministério da Saúde quer diminuir o número de pessoas que desenvolvem a doença. E é isso que estamos fazendo, ofertando os medicamentos mais modernos e investindo mais.  Além disso, contamos com a mobilização da sociedade, especialmente daqueles que sabem que têm o vírus e que não se tratam, já que temos um tratamento gratuito e da melhor qualidade”, ressaltou o ministro da Saúde, Ricardo Barros, durante a solenidade desta sexta-feira (1º). O ministro lembrou que os jovens são os que mais se expõe à infecção pelo vírus. “Por isso, vamos agir junto às escolas. Vamos orientar os jovens para reverter essa tendência de crescimento. Para isso, não faltam recursos e nem mobilização”, afirmou Ricardo Barros.  

O perfil da aids revelado pelo Boletim demonstra que, nos últimos dez anos, há uma tendência de queda de casos em mulheres e aumento em homens. Em 2016, foram 22 casos de aids em homens para cada 10 casos em mulheres. Em relação à faixa etária, a taxa de detecção quase triplicou entre os homens de 15 a 19 anos, passando de 2,4 casos por 100 mil habitantes em 2006 para 6,7 casos em 2016. Entre os com 20 a 24 anos passou de 16 casos de aids por 100 mil habitantes, em 2006, para 33,9 casos em 2016. Já nas mulheres, houve aumento da doença entre 15 a 19 anos - passou de 3,6 casos para 4,1. Também há crescimento em idosas acima dos 60 anos, passando de 5,6 para 6,4 casos por 100 mil habitantes.

Quanto à forma de transmissão, a doença cresce entre homens que fazem sexo com homens, mudando o perfil, nos últimos dez anos, quando a proporção maior de caso era de transmissão heterossexual. Na comparação a 2006, observa-se aumento de 33% nos casos de transmissão de homens que fazem sexo com homens.

TRANSMISSÃO VERTICAL
Outro anúncio feito durante a divulgação do Boletim Epidemiológico foi a eliminação da transmissão vertical do HIV em Curitiba, que torna-se o primeiro município brasileiro a ficar livre da transmissão de mãe para filho. Lançada no ano passado pelo Ministério da Saúde, a estratégia tem foco nos municípios com mais de 100 mil habitantes e atendam a critérios estabelecidos pela Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) e pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Entre esses critérios estão atingir a taxa de detecção de HIV inferior a 0,3 por mil nascidos vivos, e proporção anual inferior a 2% de crianças expostas ao vírus que se infectaram.

Segundo dados do Boletim, registra-se queda em todos o país de 34% na taxa de detecção de HIV/aids em menores de 5 anos. Passando de 3,6 casos por 100 mil habitantes, em 2006, para 2,4 por 100 mil habitantes, em 2016. “Essa redução acontece graças ao esforço de toda a rede do SUS na ampliação da testagem e detecção precoce do HIV entre gestantes, aliado ao reforço na oferta de tratamento”, explica o ministro da Saúde, Ricardo Barros. Já em gestantes, os casos de aids aumentam de 2,3 por 100 mil habitantes em 2006 para 2,6 em 2016. Isso pode estar associado a realização do pré-natal, que está detectando o HIV na gravidez.

Dados do Relatório de Monitoramento Clínico do HIV, divulgados na semana passada pelo Ministério da Saúde mostraram que, das 830 mil pessoas que viviam com HIV no país, 84% já estão diagnosticadas; que 72% destas estavam em tratamento antirretroviral; e que, destas, 91% já tinham carga viral indetectável. “Isso revela que já estamos muito próximos de atingir a meta 90-90-90 estipulada pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids; quanto mais pessoas diagnosticadas e mais pessoas em tratamento precoce, menos pessoas doentes e menos vírus sendo transmitido”, comemora Adele Benzaken, Diretora do Departamento de IST, HIV/ais de hepatites virais do Ministério da Saúde (DIAHV). As metas estipulam que, até 2020, todas as pessoas vivendo com HIV no país sejam diagnosticadas; que 90% das pessoas diagnosticadas estejam em tratamento; e que 90% das pessoas em tratamento alcancem carga viral indetectável (supressão viral, ou redução da circulação do vírus no sangue para menos de 1.000 cópias/mL). 

CAMPANHA
A nova campanha publicitária do Ministério da Saúde traz o slogan “Vamos combinar? Prevenir é viver” e a hashtag #VamosCombinar e tem foco nos jovens, reforçando as diversas formas de prevenção do HIV garantidas gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde. Conta com filme para TV aberta e fechada, além da divulgação nas mídias sociais. O clipe tem a participação do grupo Dream Team do Passinho - revelação nacional entre o público jovem - que vai convidar a população, nas redes sociais, a fazer o seu próprio passinho da prevenção com a canção do filme. Além disso, haverá ações específicas nas redes sociais para públicos segmentados como profissionais de saúde, gestores, homens que fazem sexo com homens, gestantes e população trans.

PREVENÇÃO COMBINADA
Além de distribuir gratuitamente preservativos, o Ministério da Saúde oferta tratamento pós-exposição ao HIV, a chamada PEP. O medicamento está disponível em 151 serviços de 115 municípios com mais de 100 mil habitantes. Desde 2009, a oferta cresceu cinco vezes, passando de 10.963 para 57.714 medicamentos distribuídos em 2016. Nos primeiros seis meses de 2017, foram 32.559 enviados tratamentos.

A partir de dezembro, as populações com maior vulnerabilidade à infecção terão acesso ao tratamento pré-exposição (PrEP). O Ministério da Saúde adquiriu 3 milhões e 600 mil comprimidos para abastecimento de um ano. A oferta será gradativa: em 2017, 35 serviços em 22 municípios receberão o medicamento e outros 16 estados iniciarão em 2018. Os medicamentos serão para homens que fazem sexo com homens, gays, travestis, transexuais, profissionais do sexo e casais sorodiferentes em situação de vulnerabilidade à infecção. “É um medicamento bem específico, de uso contínuo e o usuário precisa tomar o comprimido diariamente para ficar protegido do HIV, além de só pode ser indicada após testagem. Por isso não, em hipótese alguma, podemos esquecer da camisinha”, observa o Ricardo Barros.


Fonte: Agência Saúde
550 pessoas atendidas · 01/12/2017 - 09h53 | Última atualização em 01/12/2017 - 10h01

Saúde vai realizar 300 cirurgias de catarata na região de Parnaíba


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Os Hospitais Estaduais Dirceu Arcoverde (HEDA), em Parnaíba, e o Dr. Lucas Mariano de Sousa, em Buriti dos Lopes, iniciaram nesta quinta, 30, e continuam até o domingo, 3, as consultas oftalmológicas para realização de cirurgias de catarata. Na etapa ambulatorial, serão atendidas 550 pessoas, e na cirúrgica, 300, no período compreendido entre este final de semana e os dias 15 a 17 de dezembro. A ação integra o plano de trabalho do I Mutirão de Cirurgias Eletivas, da Secretaria de Estado da Saúde.

A definição pelas cirurgias de catarata se deu, como explica o secretário de Estado da Saúde, Florentino Neto, “pela demanda dos usuários do Sistema Único de Saúde por este procedimento. Por isso, pelo Mutirão, nós reservamos alguns municípios para realizar cirurgia de catarata, por haver uma grande necessidade deste serviço”.

A cirurgia de catarata vai corrigir uma grave problemática que aflige principalmente os idosos, limitando a mobilidade e afazeres rotineiros. “Um problema que impede as pessoas poderem se locomover com facilidade, de realizarem tarefas domésticas, limitando de certa forma, a vida das pessoas. Com esse Mutirão, vamos poder trazer mais qualidade de vida não só para o paciente, mas para toda família também”, afirma.

Somente no HEDA, em Parnaíba, 200 pacientes passarão pelo procedimento cirúrgico, entre os dias 15 a 17 de dezembro. Para isso, 350 foram atendidos ontem, 30, nas consultas oftalmológicas, realizadas nos Hospital.

Além de cirurgias de catarata, o HEDA fará em três etapas, iniciando neste sábado, 3, setenta cirurgias gerais.

Já em Buriti dos Lopes, as consultas serão feitas a partir desta sexta, 1º, atendendo 200 pessoas e as cirurgias iniciam logo no sábado, 2, e domingo, 3. Os 100 procedimentos serão feitos antes mesmo da inauguração da unidade, que ocorrerá no domingo, 3, pelo governador Wellington Dias. “Nosso compromisso é reabrir o hospital e colocá-lo para funcionar com este Mutirão, tão necessário e que vai atender uma demanda da população por este procedimento”, afirma Florentino.

Além dos 11 municípios que integram a Planície Litorânea, também foram contemplados com cirurgias de catarata, os dos Cocais, com sede no Hospital Regional Julio Hartman, em Esperantina.

Até o final do ano, a meta da Secretaria de Estado da Saúde é atender 2000 pacientes, em todo o Estado do Piauí.


Fonte: AsCom/Sesapi

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O Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (PROCON), órgão do Ministério Público do Estado do Piauí, intermediou a celebração de acordo firmado entre o IASPI/PLAMTA (Instituto de Assistência à Saúde do Servidor Público do Estado do Piauí – antigo IAPEP Saúde) e o SINDHOSPI (Sindicato dos Hospitais, Clínicas, Casas de Saúde e Laboratórios de Pesquisas e Análises Clínicas do Estado do Piauí) para quitação dos repasses atrasados.

De acordo com o SINDHOSPI, o IASPI vem atrasando o pagamento da rede credenciada de prestadores de serviços, colocando em risco a continuidade do atendimento aos servidores públicos estaduais que dependem do plano de assistência à saúde.

Também compareceram à reunião representantes da Secretarias de Estado da Fazenda e do Planejamento, além do Assessor Jurídico Edivar Cruz Carvalho, servidor do PROCON.

Em audiência presidida pelo Promotor de Justiça Nivaldo Ribeiro, Coordenador-Geral do PROCON no Piauí, os representantes do IASPI/PLAMTA se comprometeram a providenciar o pagamento da fatura referente ao mês de setembro de 2017 até o próximo dia 10 de dezembro. Já as faturas reverentes a outubro e novembro devem ser pagas até o fim de fevereiro de 2018. Nos meses seguintes, serão cumpridas as cláusulas e formalidades previstas no contrato, que prevê o pagamento dos procedimentos no prazo de 60 dias, contados da emissão da fatura do período de referência.

Já o SINDHOSPI deverá garantir que os estabelecimentos de saúde vinculados à rede credenciada não suspendam a realização de procedimentos cobertos pelo IASPI/PLAMTA, dentro do prazo estabelecido no acordo para a quitação dos repasses atrasados.


Fonte: AsCom/MP
Anvisa faz recomendação · 30/11/2017 - 08h09 | Última atualização em 30/11/2017 - 10h07

Pessoas que nunca tiveram dengue não devem tomar vacina da doença


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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária divulgou nesta quarta-feira (29) que o laboratório Sanofi-Aventis, fabricante da vacina da dengue, apresentou informações que sugerem que pessoas que nunca tiveram contato com o vírus da dengue podem desenvolver formas mais graves da doença caso tomem a vacina. A vacina Dengvaxia foi aprovada no Brasil em 28 de dezembro de 2015 e não é oferecida pelo Programa Nacional de Imunizações.

A suspeita do laboratório, apresentada nesta semana,  ainda não é conclusiva, mas, diante do problema, a recomendação da Anvisa é que a vacina não seja tomada por pessoas que nunca tiveram dengue. Apesar de esclarecer que a vacina por si só não é capaz de desencadear um quadro grave da doença nem induzir ao aparecimento espontâneo da dengue - para isso, é preciso ser picado por um mosquito infectado -, existe a possibilidade de que pessoas soronegativas desenvolvam um quadro mais agudo de dengue caso sejam infectadas após terem recebido o medicamento.

A bula da vacina será atualizada enquanto a Anvisa avalia os dados completos dos estudos, que ainda serão apresentados pelo fabricante. A vacina da Sanofi, chamada Dengvaxia, é a única aprovada no Brasil. O produto é indicado para imunização contra os quatro subtipos do vírus. Para as pessoas que já tiveram dengue, a Anvisa avalia que o benefício do uso da vacina permanece favorável.

Por meio de um comunicado, a Anvisa esclareceu que “este risco não havia sido identificado nos estudos apresentados para o registro da vacina na população para a qual a vacina foi aprovada”. A agência informou que, antes do registro, os efeitos da imunização foram estudados em mais de 40 mil pessoas em todo o mundo, e que as pesquisas seguiram os padrões estabelecidos por guias internacionais da Organização Mundial da Saúde (OMS).


Fonte: Agência Brasil
Projeto em fase de conclusão · 28/11/2017 - 14h13 | Última atualização em 28/11/2017 - 14h17

Piauí terá centro de pesquisas em doenças tropicais, negligenciadas e emergentes


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O Piauí contará com um Centro de Pesquisas em Doenças Tropicais, Negligenciadas e Emergentes, a proposta vem por meio de uma integração entre Secretaria de Estado da Saúde, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI) e Universidade Federal do Piauí (UFPI). O projeto está na fase de conclusão.

O Centro será implantado em Teresina e trabalhará em integração com as Policínicas que serão implantadas em Parnaíba, Picos, Floriano, Bom Jesus e Piripiri, além do Laboratório Central (LACEN) e Laboratório de Saúde Pública da UFPI/ CRMV. Vários pesquisadores da Universidade Federal do Piauí e do Instituto de Desenvolvimento do Sertão poderão executar suas pesquisas por meio desse projeto. 

É um trabalho integrado de pesquisa, investigação científica com foco em resultados práticos voltados ao Sistema Único de Saúde para benefício da população, como explica o secretário de Estado da Saúde, Florentino Neto, que recebeu hoje (28) o presidente da FAPEPI, Francisco Guedes, e o professor de medicina da UFPI e idealizador do Centro, Carlos Henrique Nery, para tratar sobre o Centro de Pesquisas e Policlínicas.

Como explica o professor Nery, será aplicada a melhor ciência disponível no mundo para lidar com esses agravos. O trabalho contará com instituições públicas e privadas em uma ideia grandiosa de fazer o Piauí estar à frente de investigação nesta área do nosso país. 


Fonte: AsCom/Sesaí
Hora de emagrecer · 23/11/2017 - 14h47 | Última atualização em 27/11/2017 - 14h50

Quatro esportes para você chegar com tudo no Projeto Verão 2018


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O verão está chegando junto com a Black Friday, e a maioria das pessoas começam a procurar formas de colocar em prática o Projeto Verão 2018. Justamente na época de calor e praias, quando os corpos estão mais à mostra, a preocupação em estar em forma aumenta. Mas se você não curte muito academia ou corrida, os esportes são ótimas alternativas para se conquistar o corpo desejado e trazer qualidade de vida, além de serem mais interativos já que alguns são feitos em grupo.

Patins

Das épocas nostálgicas de criança, o patins vem ganhando força novamente nessa Black Friday , justamente por ser uma maneira divertida e praticada ao ar livre. A atividade é considerada aeróbica e pode queimar de 300 a 500 calorias por hora, dependendo da intensidade que você patina. Segundo Cleber Reikdal, técnico da Escola Footwork Complexo de Patinação e Dança de Curitiba, a patinação é um exercício completo, já que o corpo precisa estar sempre em movimento e buscando o equilíbrio.

Pernas e glúteos serão as primeiras partes do corpo que você irá notar diferença, mas a patinação também trabalha abdômen, costas e braços. Também, pela necessidade do equilíbrio, você irá se alongar em movimento. Além dos benefícios para saúde, andar de patins também pode ser um momento de diversão entre amigos e família. Reúna pessoas que você gosta e explorem parques e ruas fechadas para fazer a atividade física.

Pular Corda

Pular Corda é um dos exercícios com mais gastos calóricos. Por ser aeróbico, com 30 minutos de treino você consegue queimar 400 calorias. Além de ser super fácil de praticar, é uma das opções mais baratas e você pode treinar em qualquer lugar! Você também pode usar o exercício como complementação de outras atividades que você goste de fazer e preparar um treino funcional ao ar livre.

Boxe

As lutas vêm ganhando cada vez mais espaço quando o assunto é atividade física. Um dos motivos para que essa onda esteja acontecendo é justamente pelo seu alto gasto calórico. Em uma aula de boxe você consegue perder 1.200 calorias. Mas engana-se quem pensa que no boxe você trabalha apenas a parte superior, o abdômen é uma das principais áreas trabalhadas no exercício. Se você gosta de extravasar e de um esporte com muita pancadaria, o boxe é uma opção certeira e divertida.

Tênis

O tênis é uma opção diferente para quem quer fugir do comum, mas se engana quem pensa que para praticá-lo não é preciso condicionamento físico. Em partidas mais leves com os amigos, muitas vezes não é possível ver um resultado imediato, mas em uma aula guiada por um professor, o gasto calórico pode chegar até 700 calorias em uma hora. É uma modalidade que vai treinar seu corpo com um todo, além de aguçar o seu lado de competição e trabalhar a socialização, já que sempre é necessário um parceiro (mesmo sendo o professor) para jogar com você.


Fonte: Com informações do IG / Delas

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No verão a maioria dos brasileiros protege a pele do sol, mas só 45% protegem os olhos. É o que mostra um levantamento feito pelo oftalmologista Leôncio Queiroz Neto do Instituto Penido Burnier com 814 participantes na faixa etária de 25 a 65 anos. E o que é pior – muitos dos que protegem os olhos podem estar usando óculos vencidos. Testes em laboratórios ópticos comprovam que o filtro UV nas lentes se desgasta com o tempo conforme ficou demostrado em um estudo internacional. A estimativa é de que em média a validade do filtro expira em dois anos, mas pode acontecer antes, conforme  o tempo de exposição à radiação. Significa que quem trabalha ao ar livre o dia todo deve trocar os óculos a cada ano. O médico alerta que a visão começa a sofrer a ação da radiação ultravioleta ainda na infância. Isso porque  crianças passam três vezes mais tempo ao ar livre do que os adultos. Além disso, até os 10 anos, o cristalino é completamente transparente e permite que 75% da radiação penetre na retina.

Índice perigoso

Durante o ano todo nossos olhos devem ser protegidos do sol, mas no verão a necessidade é ainda maior porque a radiação atinge índices estremos. Apesar disso o especialista ressalta que uma criança não deve usar óculos de sol o tempo todo. A OMS (Organização Mundial da Saúde) preconiza que os olhos devem ser protegidos com lentes que contenham filtro sempre que a radiação ultrapasse  o índice de seis. Por isso p médico diz que a recomendação das avós de se expor ao sol durante trinta minutos antes da 10 horas é uma importante dica para a visão de uma criança. Na dúvida sobre o índice de radiação neste período da manhã, os olhos das crianças com até 10 anos de idade devem ser protegidos apenas com viseira, bons ou chapéu que filtra até 50% da radiação UV. Isso porque a visão é moldada até esta idade e o estímulo visual de cores, formas e brilho contribuem para a perfeita moldagem que está associada à capacidade de aprendizado.

Doenças causadas pelo sol

O oftalmologista afirma que  as principais doenças causadas pela radiação UV (ultravioleta) não aparecem de imediato. O sol tem efeito cumulativo sobre os olhos. A falta de proteção ou o uso de uma lente escura sem filtro permitem que uma quantidade maior de radiação UV penetre no globo ocular, aumentando em até 60% o risco de contrair catarata, A doença torna o cristalino do olho opaco. A diminuição da luz no globo ocular faz a pessoa enxergar tudo embaçado até a completa perda da visão caso não seja tratada. O único tratamento para catarata é a cirurgia que substitui o cristalino opaco por uma lente intraocular.

Outras doenças oculares causadas pela exposição ao sol sem proteção são  o pterígio e a  degeneração na  macula, parte central da retina responsável pela visão de detalhes.  

Queiroz Neto afirma que muitas pessoas confundem  pterígio com catarata. O pterígio, explica,  é um espessamento leitoso  da conjuntiva, membrana incolor que cobre a parte branca do globo ocular e a superfície interna das pálpebras. A doença, explica,  é uma reação de defesa contra o ressecamento provocado pela radiação UV.   Surge no canto do olho e cresce em direção à córnea .É portanto, umas alteração externa ao contrário da catarata que é interna. Segundo o especialista  no início o pterígio pode ser tratada com pomadas antiinflamatórias. Mas quando começa atrapalhar a visão deve ser retirado através de uma  intervenção cirúrgica ambulatorial.

Segundo o médico, a  degeneração macular é a perda irreversível  da visão central. “Nossos olhos podem ser comparados a uma máquina fotográfica. A Oftalmologia ainda não troca o filme dessa máquina que corresponde à retina”, afirma.

Cuidado com óculos de camelô

Queiroz Neto ressalta que em um painel do qual participou no INMETRO Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial a análise de seis diferentes marcas de óculos apontou  conformidade de proteção das lentes, enquanto a análise de lentes sem procedência não indicou a proteção de 100% do UV. O problema é que um levantamento da Abióptica (Associação Brasileira da Indústria Óptica) aponta que 4 em cada 10 optam por óculos de sol  falsificados.

Como escolher

Poucos brasileiros sabem mas óculos de boa procedência têm código de certificação de qualidade  que pode ser encontrada na embalagem, garantia ou astes. O código do Brasil é NBR ISO 15111, da Europa EN 1836:2005, Inglaterra BS EN 1836:2005, EUA ANSI Z87.1-2003, Austrália e Nova Zelândia  AS/NZS 1067:2003

Embora a cor da lente não influa na proteção UV o oftalmologista destaca que Bons óculos escuros ajustam a quantidade de luz que chega aos olhos sem alterar a visibilidade.  Para o dia a dia a dica do médico é usar lentes âmbar ou marrom que permitem boa visão de contraste e profundidade, além de reduzirem reflexos.  Para dirigir em dias nublados recomenda  lentes cinza que melhoram a visão de contraste.  Para surfistas e outros esportes aquáticos  ele diz que as cores de lente mais recomendadas são a rosa e púrpura porque melhoram a visão de contraste em fundos  verdes ou azuis. No lusco-fusco do entardecer a dica são lentes amarelas que reduzem o ofuscamento de motoristas provocados pela luz dos faróis.

Além da cor, o oftalmologista recomenda dar preferência para os óculos maiores que protegem a pele ao redor dos olhos evitando manchas e câncer de pele nas pálpebras, além de modelos fechados nas laterais por onde também passa radiação.


Fonte: AsCom
Elimina os quilos extras · 22/11/2017 - 09h35

Faça exercícios aeróbicos para reduzir a gordura abdominal


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Para eliminar esses quilos extras acumulados na barriga, os exercícios aeróbicos têm demonstrado serem mais eficazes do que os de resistência.Aqui, te contamos o que descobriu um grupo de pesquisadores americanos sobre isso e porque reduzir a gordura abdominal é muito mais do que uma questão estética.

O que queremos dizer? Que os exercícios aeróbicos parecem ser mais eficazes no momento de buscar uma barriga plana e fina. Isso foi demonstrado por alguns estudos e confirmado novamente por novas pesquisas desenvolvidas por especialistas do Duke University Medical Center nos Estados Unidos, que foram publicadas no American Journal of Physiology.

De acordo com este último trabalho, os exercícios aeróbicos permitem queimar 67% mais calorias do que o treinamento de resistência. Para chegar a esses resultados, os pesquisadores compararam a eficácia dos exercícios aeróbicos (como correr) com o treinamento de resistência (como levantamento de pesos) ou uma combinação de ambas as atividades em 196 adultos sedentários e com sobrepeso, que tinham entre 18 e 70 anos de idade, durante oito meses.

Os participantes do grupo de exercícios aeróbicos correram o equivalente a 19 quilômetros ou 12 milhas por semana, com 80% da taxa cardíaca máxima, enquanto que os integrantes do grupo de exercícios de resistência fizeram três séries de doze repetições, três vezes por semana.

Assim, os pesquisadores observaram como esses tipos de exercício reduziam a gordura que se encontra na profundidade do abdômen e preenche os espaços entre os órgãos internos, chamada de gordura visceral e hepática, que está associada com um maior risco de desenvolver doenças cardíacas, diabetes e alguns tipos de câncer.

Depois de analisar os dados obtidos, descobriram que os exercícios aeróbicos reduziram significativamente a gordura visceral e hepática e melhoraram os fatores de risco de doenças cardíacas e diabetes, assim como a resistência à insulina, enzimas hepáticas e os triglicerídeos.Por outro lado, o treinamento de resistência não conferiu esses benefícios, mas a combinação de ambos os exercícios alcançou resultados semelhantes.

Desta forma, os exercícios aeróbicos ou uma combinação de ambos, não só podem te ajudar a perder os quilos extras, mas também a combater todos os problemas de saúde associados ao excesso de gordura abdominal.

O exercício é uma parte importante da sua saúde, e se você os acompanha com uma dieta saudável adequada para a sua altura e o seu grau de atividade, serão muito mais eficazes. Complemente sua rotina de exercícios com a dieta apropriada: rica em frutas, verduras, grãos inteiros, lácteos com baixo teor de gordura, peixe, aves, carnes magras, etc., que não seja excessivamente baixa em calorias para que tenha suficiente energia e força para se exercitar. Lembre-se de beber muita água para se manter bem hidratado. Além de tudo isso, não se esqueça de descansar o suficiente. Você verá como seu corpo mostra a diferença, não só com mais energia, mas com uma barriga muito mais plana, que também é mais saudável.


Fonte: Saúde dicas
Não possuía registro · 22/11/2017 - 08h39 | Última atualização em 23/11/2017 - 08h46

Clínica odontológica tem atividades suspensas por irregularidades em Teresina


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O Conselho Regional de Odontologia do Piauí (CRO/PI) suspendeu as atividades do laboratório de prótese dentária de uma clínica odontológica localizada no Centro de Teresina.

 

A equipe de fiscalização do Conselho constatou que a clínica e o laboratório não possuíam registro. O laboratório era utilizado por um auxiliar de prótese dentária (APD) que atuava ilegalmente como protético, inclusive anunciando e divulgando seus trabalhos nas mídias sociais. A esposa do auxiliar também atuava no laboratório como protética, no entanto, não possuía qualquer registro junto ao CRO/PI.

 

O Conselho de Ética do CRO/PI abrirá processo ético em desfavor da clínica, do APD e de sua esposa. O casal será denunciado ao Ministério Público e à Polícia Civil por prática de exercício ilegal da profissão.

 


Fonte: CRO-PI
Monitoramento online · 21/11/2017 - 17h14 | Última atualização em 21/11/2017 - 17h35

Ministério vai centralizar armazenamento e distribuição de medicamentos do SUS


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Uma única empresa vai realizar a logística, o armazenamento e a distribuição de medicamentos e outros produtos do Sistema Único de Saúde (SUS). Além de acabar com 15 contratos que atualmente prestam o serviço de forma descentralizada, a mudança deve aumentar em 20% o espaço para conservar os insumos, aprimorar o controle de prazos de validade e entregas, além de reduzir os custos em 20%. 

A empresa vencedora da licitação será responsável pela retirada do produto, nos portos ou aeroportos, pelo transporte, pela armazenagem até a entrega. 

Para o ministro da Saúde, Ricardo Barros, a mudança permitirá coordenar melhor os gastos. “Com o excesso de contratos, e todos descentralizados, é uma tarefa complexa coordenar de forma efetiva a qualidade dos serviços. A centralização diminuirá os riscos de perdas de medicamentos e insumos na armazenagem, garantirá mais agilidade na distribuição, reduzirá o tempo para o transporte e vai melhorar a infraestrutura. Com certeza, daremos maior agilidade na entrega”, diz. 

Estoque

Atualmente, são oito armazéns (câmaras frias, armazém de insumos e de praguicida), quatro deles no Distrito Federal e quatro no Rio de Janeiro. Cada um deles ainda mantém outros contratos de aluguel, mão de obra e manutenção.

Após as mudanças, os estoques estarão concentrados em São Paulo. Como dois dos maiores aeroportos do País estão em São Paulo, isso irá contribuir para reduzir o custo com transporte. Além disso, 64% da demanda por medicamentos e insumos de saúde estão no Sudeste, e São Paulo é o estado que apresenta as melhores propostas de empresas especializadas com menor custo.

Monitoramento on-line

Por meio da Base Nacional de Dados da Assistência Farmacêutica, lançada em outubro deste ano, será possível melhorar o planejamento da compra, do controle da data de validade e a realização de remanejamentos.

De acordo com o Ministério da Saúde, o sistema permitirá economia de cerca de R$ 1,5 bilhão por ano, quando for aplicada em todo o País. As informações sobre distribuição, estoque e acesso aos medicamentos do SUS são monitoradas de forma on-line pelo Ministério da Saúde.

A iniciativa já foi testada em quatro estados: Distrito Federal, Alagoas, Tocantins e Rio Grande do Norte. Nesses locais, foi possível evitar o desperdício de até 30% dos medicamentos entregues.


Fonte: Portal Brasil
Sistema Único de Saúde · 21/11/2017 - 16h33 | Última atualização em 21/11/2017 - 17h00

Campanha amplia ações para melhorar o atendimento a negros no SUS


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Para garantir um atendimento ético, humanizado e de qualidade às pessoas pretas e pardas, o Ministério da Saúde lançou nesta terça-feira (21) a campanha "O SUS está de braços abertos para a saúde da população negra". A iniciativa vai capacitar cinco mil profissionais de saúde e mobilizadores e distribuir um manual com orientações para a execução da Política de Saúde da População Negra.

O lançamento da campanha faz parte das comemorações pelo Dia da Consciência Negra, celebrado nessa segunda-feira (20), e reforça o trabalho do Governo do Brasil na promoção da equidade e enfrentamento à discriminação nas instituições e serviços do Sistema Único de Saúde (SUS). 

“Hoje fazemos uma homenagem à população negra do Brasil e reforçamos o compromisso de avançarmos, naquilo que for possível, para dar apoio e integrar essa população cada vez mais no sistema de saúde e assim proporcionar a equidade no atendimento ao SUS”, disse o ministro Ricardo Barros.

Dados do Ministério da Saúde comprovam a importância de ações especiais para a população negra, que representa 54% dos brasileiros. Os indicadores revelam situações de vulnerabilidades, como maior prevalência de doenças crônicas e infecciosas. Entre as mais comuns estão a anemia falciforme, diabetes mellitus (tipo II), hipertensão arterial e deficiência de glicose-6-fosfato desidrogenase.

No caso da anemia falciforme, por exemplo, enquanto ela varia de 2% a 6% na população brasileira em geral, na população negra fica entre 6% a 10%. Ainda de acordo com o ministério, a diabetes mellitus (tipo II) atinge com mais frequência os homens negros (9% a mais que os homens brancos) e as mulheres negras (em torno de 50% a mais do que as mulheres brancas). A hipertensão arterial tende a ser mais complicada em negros, de ambos os sexos. E, por sua vez, a deficiência de glicose-6-fosfato desidrogenase apresenta frequência relativamente alta em negros do continente americano (13%). Além disso, 86% da população notificada com doença de chagas é negra.

Além de capacitar os profissionais para atender essa população, serão criados comitês de saúde estaduais e municipais da política e o módulo de ensino a distância da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra será reformulado, com versões em português, inglês e espanhol.


Fonte: Portal Brasil
Novo tratamento estético · 21/11/2017 - 10h38 | Última atualização em 27/11/2017 - 14h51

Massagem com óleo de coco reduz inchaço em grávidas. Como fazer?


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O novo tratamento estético queridinho das famosas como Giovanna Antonelli, Adriane Galisteu, Luiza Brunet e Gabriela Duarte, além das mamães Thais Fersoza e Kelly Key, usa óleo de coco na massagem. A técnica conquista fãs a cada dia por suas manobras mais suaves que imitam os movimentos da drenagem linfática, só que sem o desconforto ou dores.

Conheça mais sobre a nova técnica de massagem usando o óleo:

O que é lipomodelagem orgânica?

A nova técnica, conhecida como lipomodelagem orgânica, parece muito com as manobras da drenagem linfática, só que com movimentos mais longos. É indicada para diminuir edema e estimular a reorganização muscular e apresenta benefícios em pessoas que querem combater celulite ou têm problemas de circulação e que retêm muito líquido, como é o caso de muitas gestantes.

A massagem, que é realizada com óleo de coco, pode ser feita até duas vezes por semana, de acordo com a necessidade. Contudo, é preciso ter cuidado ao escolher o profissional e a forma como vai aplicar as manobras. A massagem modeladora, por exemplo, não pode ser feita em grávidas.

Os movimentos da massagem modeladora costumam ser muito intensos para gestantes. Em alguns casos, ela pode ocasionar ruptura de alguns vasos sanguíneos e predispor à formação de trombos, que podem levar à obstrução dos vasos sanguíneos.

Como fazer?

Com o óleo de coco é possível aquecer de forma mais rápida os tecidos para facilitar a ativação do sistema circulatório, além de hidratar e prevenir estrias. Há muito tempo óleo de coco é reconhecido por seu potencial de hidratação e restauração os tecidos.

O método não tem nenhuma contraindicação, crianças, gestantes, idosos podem fazer fazer a lipomodelagem orgânica. O que muda em cada caso são os movimentos aplicados. Na gestação, a técnica tem como objetivo principal propiciar o relaxamento corporal (músculo e esquelético) da grávida, além de ativar as correntes sanguínea e linfática.

Faça todas as manobra em velocidade lenta, com movimentos leves com o objetivo de empurrar os líquidos para cima: do pé em direção à virilha. E o ideal é que a massagem não seja feita na região do abdômen.

Mulheres grávidas com hipertensão sem controle, que já tiveram alterações linfáticas (como trombose) ou que estão com alguma infecção não tratada devem evitar a drenagem, a menos que o médico permita.


Fonte: Dicas para elas
Entenda o que é · 21/11/2017 - 10h13

Confira o que você deve saber sobre a endometriose


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Para entender o que é a endometriose, é necessário primeiro entender o que é o endométrio. Este é o nome dado ao tecido que cobre a parte interior do útero, lugar onde cresce o bebê durante a gravidez. Todo mês, o endométrio se engrossa para receber o óvulo fertilizado, e quando isso não acontece, chega a menstruação, que é quando o endométrio se desprende e sai do corpo como sangue. A endometriose ocorre quando esse tecido endometrial cresce em outro lugar fora do útero. Na maioria das vezes se encontra nas trompas de Falópio, nos ovários, atrás do útero ou no tecido que cobre a pélvis.

Ao crescer fora do útero, este tecido desenvolve pequenos grumos conhecidos como “implantes”. Quando chega o processo de ovulação e menstruação, o sangue que brota dos implantes não consegue encontrar uma saída do corpo e, ao ficar preso, forma como cicatrizes chamadas aderências, que cobrem os tecidos que as cercam e causam dor. Sem tratamento adequado, a endometriose tende a piorar ao longo do tempo porque com cada menstruação o problema aumenta.

Esta doença pode ser: leve, moderada ou grave. A classificação depende da amplitude dos implantes, se estão muito espalhados e da quantidade de aderências ou áreas com cicatrizes que foram geradas.

A endometriose é uma doença bastante comum, mas ainda há muito a aprender sobre o que a causa. Nos Estados Unidos, aproximadamente 5 milhões de mulheres sofrem com ela e é considerada uma das principais causas da infertilidade. Embora não seja uma doença maligna, ou seja, não é nem se torna câncer, a endometriose pode afetar muito a qualidade de vida de uma mulher.

Leia também: “Endometriose: O Que É, Sintomas, Diagnóstico e Tratamentos“.

Nem todas as mulheres que sofrem com endometriose apresentam sintomas. Algumas mulheres simplesmente nunca os têm, enquanto outras podem apresentar um ou mais sintomas.

Sintomas De Endometriose

  • Dores menstruais (dismenorreia): este é o sintoma mais comum. Geralmente se dor na pélvis (abdômen inferior) antes e durante o período menstrual. Também pode ser acompanhada de dores na parte inferior das costas e no abdômen. O grau de dor nem sempre tem uma relação direta com a gravidade da endometriose, pois algumas mulheres que têm endometriose leve sofrem de dores muito intensas, enquanto outras com endometriose grave podem nunca sentir dor ou apenas um pouco.
  • Dor na pélvis fora do período: podem sentir dor na pélvis durante a ovulação, ao ter relações sexuais, urinar ou defecar.
  • Sangramento excessivo: quando sangra muito durante o período (menorragia).
  • Mancha pré-menstrual: quando sangra entre os períodos.
  • Infertilidade: a forma mais comum de diagnosticar a endometriose é quando uma mulher tem problemas para engravidar.

Comumente, os sintomas começam vários anos depois que período menstrual começa. Ao longo dos anos, os sintomas tendem a aumentar enquanto as áreas com endometriose também se expandem.

Quando a menstruação se detém temporariamente devido à gravidez ou permanentemente devido à menopausa, os sinais e sintomas da endometriose param. Após a menopausa, os implantes diminuem de tamanho e os sintomas vão desaparecendo. Para as mulheres grávidas, infelizmente, estes podem retornar depois do parto.

Causas Da Endometriose

Até o momento, as causas da endometriose são desconhecidas com certeza. Existem várias teorias a respeito.

Uma das teorias afirma que o sangramento menstrual que contém células endometriais retorna às trompas de Falópio onde se implanta e cresce. Outra teoria diz que algumas mulheres têm uma predisposição genética à endometriose devido à herança familiar. E, finalmente, uma terceira teoria se refere a deficiências no sistema imunológico que fazem com que o tecido menstrual se implante e cresça em diferentes áreas do útero.

Mas nenhuma das teorias está totalmente confirmada. Neste caso, o que é mais útil é saber quais são os fatores de risco que indicam que uma mulher pode ter endometriose:

  • Nunca ter estado grávida.
  • Que a mãe ou a irmã sofram de endometriose.
  • Ter períodos menstruais inferiores a 27 dias com sangramentos que duram mais de 8 dias.
  • Quando se tem problemas físicos que evitam o fluxo normal da menstruação.
  • Ter sofrido infecções que danificaram o tecido que cobre a pélvis.
  • Ter começado a menstruar em uma idade precoce.

Fonte: Saúde dicas

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou um novo medicamento para tratamento de câncer de bexiga para pacientes em estágio avançado da doença e que não têm tido resultados com quimioterapia à base de platina. A autorização para venda do Keytruda, nome comercial do pembrolizumabe do laboratório norte-americano MDS, foi publicada hoje (20) no Diário Oficial da União.

O medicamento já havia sido aprovado pela Anvisa para tratamento de câncer de pele e de pulmão. A extensão para os casos de câncer de bexiga foi feita após os resultados do estudo fase III, Keynote-045, com 542 pacientes submetidos ao tratamento com pembrolizumabe ou quimioterapia.

De acordo com o laboratório, no estudo, que durou 22,5 meses, o tratamento com pembrolizumabe foi 30% mais eficaz que a quimioterapia, e os efeitos colaterais foram menores.

O câncer de bexiga atinge principalmente homens com idade próxima dos 65 anos e com o hábito de fumar. Em sua fase inicial a doença não apresenta sintomas, mas o sinal mais evidente costuma ser a presença de sangue na urina.


Fonte: Agência Brasil