135 mil brasileiros tem HIV · 03/12/2019 - 16h08

Uma pessoa pode transmitir HIV horas após ser contagiada


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O Ministério da Saúde estima que 135 mil brasileiros vivem com HIV sem saber. Na maioria dos casos, o vírus causador da aids não apresenta sintomas. Apesar disso, pode ser transmitido poucas horas após o contágio, segundo o infectologista Evaldo Stanislau Affonso de Araújo, membro da diretoria da Sociedade Paulista de Infectologia. A reportagem é do R7.

“É uma infecção assintomática. A maior parte [das pessoas] só vai descobrir se fizer o exame para detecção do HIV”, afirma Stanislau. “Se alguém não fez o exame, pode ser que o quadro evolua depois de anos e a doença [aids] se manifeste”, completa.

Todos que têm vida sexual ativa podem estar expostos ao vírus. “A falta de conhecimento, o fato de não se julgar vulnerável e o medo de descobrir que tem HIV” são o que fazem com que as pessoas vivam tanto tempo com o vírus sem saber, afirma o especialista.

Ele ressalta que quanto mais cedo for feito o diagnóstico, mais rápido será o tratamento e, assim, é possível dar mais qualidade de vida à pessoa.

A infecção por HIV cresce mais entre os jovens. A maioria ocorre na entre os 20 e 34 anos de idade, segundo o ministério: 18,2 mil novos casos registrados em 2018 foram nessa faixa etária – o total de notificações foi de 43,9 mil.

“Eles são vítimas dessa falta de informação. A maneira mais correta de combater [HIV/aids] é falar sobre educação sexual”, alerta Stanislau.

Existem várias maneiras de diagnosticar a infecção. Uma delas é o teste anti-HIV, que detecta a presença de anticorpos contra o vírus e é oferecido gratuitamente pelo SUS (Sistema Único de Saúde). Ele é feito a partir da coleta de sangue ou de fluídos orais – existem testes rápidos, com resultado em cerca de 30 minutos.

“O exame de sorologia a partir da saliva pode até ser feito em casa. Mas sempre é obrigatório repetir o teste. Existe um fluxo de diagnóstico estabelecido pelo ministério que exige dois exames”, esclarece o infectologista.

Em qualquer caso, a infecção por HIV pode ser diagnosticada em, pelo menos, 30 dias, esse é o período de duração da janela imunológica – tempo decorrido entre a exposição ao vírus e a produção de anticorpos.

Os medicamentos antirretrovirais – que tratam a aids e o HIV – também são distribuídos pelo SUS. Eles têm a capacidade de neutralizar os efeitos do vírus e torna-lo intransmissível.

“O remédio bloqueia o vírus e preserva a imunidade do paciente. Então, a circulação é interrompida. Por isso, é importante tratar”, destaca o infectologista.

“A primeira coisa [a ser feita ao saber do diagnóstico] é manter a calma e procurar um médico; o encaminhamento é feito na própria unidade de saúde. Com tratamento, há grande chance de levar uma vida normal”, acrescenta.

Além da camisinha, existem medicamentos feitos para tratar o HIV que também podem prevenir a infecção. São as chamadas profilaxias pré-exposição (PrEP) e pós-exposição (PEP).

“O ideal é tomar o remédio no intervalo de no máximo duas horas após a relação, mas o limite é 72 horas”, diz o especialista.

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Jovens tiveram reações · 01/12/2019 - 10h31

Governo e pesquisadores descartam problemas com vacina contra HPV


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O Ministério da Saúde defendeu o resultado da avaliação de uma equipe de médicos da Universidade de São Paulo (USP) sobre o caso de reações adversas a vacinas contra HPV em jovens no Acre. Segundo os profissionais, os pacientes tiveram uma crise “psicogênica”, e não um problema em decorrência da substância aplicada na imunização.

A apresentação ocorreu nessa semana, em Rio Branco, e contou com a presença de representantes da Secretaria de Saúde, do Ministério Público e da Assembleia Legislativa do estado. Mais de 80 jovens apresentaram diversos sintomas após tomar a vacina, dando origem a suspeitas disseminadas em redes sociais.

A equipe de médicos da USP selecionou 12 jovens e observou-os para avaliar a condição médica. O diagnóstico não indicou qualquer reação à substância, mas o que definiram como “crise não-epilética psicogênica”. Os sintomas teriam emergido em razão de um conjunto de fatores, desde o receio em relação à própria vacina até condições socioeconômicas. A crise se espraiou entre as pessoas da região.

“Esta doença ocorre em razão de um conjunto de problemas psicossociais. O fator estressante emocional é a vacinação. Não apenas o ato da vacinação, mas a crença compartilhada por aquele grupo de que a vacina pode ser perigosa. Essa apreensão provoca nas pessoas que já são vulneráveis o surgimento dos sintomas, que são agravados por estímulos que vão reforçando a ocorrência das crises”, disse o médico da USP Renato Luiz Marchetti.

Segundo ele, essa reação já foi verificado em relação a outros tipos de vacina, como as para o vírus H1N1, malária e tétano. Nesses casos, houve também um espraiamento “a partir da crença compartilhado de que tem algo acontecendo”.

Marchetti disse ainda que se a vacina não foi a causadora, tampouco os pacientes fingiu a doença. Ele citou como elementos potencializadores da difusão das crises tanto o tratamento equivocado na rede de saúde como a difusão de conteúdos nas redes sociais.

“Alguns pacientes não tiveram problemas acolhidos adequadamente, receberam tratamentos incorretos. E houve o papel da rede social. Essas crises são suscetível à sugestionabilidade. As mães postaram as crises e divulgaram na Internet, expondo a outras crianças. E isso provoca o agravamento”, avaliou.

A consultora da Organização Pan-americana de Saúde (Opas) Maria Teresa da Costa ressaltou que mais de US$ 300 milhões foram gastos em todo o mundo para examinar a eficácia da vacina contra o HPV, que atestaram o caráter seguro dela. Os eventos que ela pode produzir, acrescentou, são locais e de resolução espontânea, como dores, febre e mal estar localizados.

Costa destacou a importância da vacinação para prevenir a ocorrência do câncer de colo de útero. “Este câncer está matando mulheres e essa vacina protege em 100% para os tipos existentes. De concreto temos que o câncer mata e esta vacina previne e é importante ser imunizado jovem pois melhora a resposta”, defendeu a consultora.

Esclarecimento

O representante do Ministério da Saúde no evento, Júlio Groda, reforçou a análise da equipe médica e criticou a suspeição sobre o diagnóstico. Ele lembrou que o órgão possui um canal para fornecer esclarecimentos sobre notícias falsas acerca de temas sobre saúde. O canal pode ser acessado tanto pelo site da pasta (http://www.saude.gov.br/fakenews) quanto pelo Whatsapp, no número (61)99289-4640.


Fonte: Agência Brasil
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Apesar da hiperidrose não ter relação com o B-R-O-Bró, neste período mais quente do ano a sudorese fica mais acentuada. Além disso, há também uma maior procura no tratamento da hiperidrose, uma condição médica em que a pessoa sua excessivamente até quando está frio, podendo ser tratada clinicamente ou por cirurgias.

Caracterizada pelo suor excessivo, a hiperidrose atinge cerca de 1% a 3% da população, sendo mais comum nas axilas, palmas das mãos e nos pés. No entanto, menos de 40% das pessoas que percebem a situação procuram ajuda com especialista. Para o cirurgião plástico, William Machado, quem busca o consultório médico procura fugir dos constrangimentos que atrapalham a socialização do paciente.

Cirurgião plástico William Machado
Cirurgião plástico William Machado 

"A hiperidrose é extremamente constrangedora, pois atrapalha o convívio social por manchar camisas ou pelo fato do portador estar sempre com as mãos molhadas. Esse suor excessivo, acentuado no período mais quente em Teresina, causa o isolamento social, além de um impacto psicológico capaz de deixar o paciente inseguro, ansioso", explica.

William Machado também destaca que na grande maioria dos casos a condição é benigna, sem doenças associadas. Além disso, comenta que, por estar constantemente úmidas certas áreas do corpo, a hiperidrose é associada ao aumento de odores, mesmo que não seja diretamente responsável pelo problema.

"São três os tipos mais comuns de hiperidrose: axilar, com queixas de roupas excessivamente manchadas, aspecto de má higiene e odor excessivo. Palmar, com reclamações de dificuldades para manusear papéis, digitar, apertar a mão de um amigo e praticar alguns esportes. Plantar (nos pés), onde citam o aparecimento de micoses (frieiras) e sensação de que os pés escorregam dentro do sapato", explica o cirurgião.

Tratamento
Por ainda não se conhecer exatamente o que desencadeia a hiperidrose, opções como medicações, tratamentos tópicos ou a aplicação da toxina botulínica (Botox) tornam-se ideais para aqueles buscam controlar a situação, sempre com orientações de um profissional.

Ao ser aplicada na pele, o botox interromperá a comunicação entre o nervo e a glândula produtora do suor. Por fim, não haverá qualquer estímulo que provoque a sudorese, embora o nervo e glândula continuem normais.

"Pacientes com diagnóstico de hiperidrose tem piora do quadro no B-R-O-Bró. Entretanto, muitos não vão ao médico por acreditarem que somente a cirurgia resolveria. Mas, temos a opção da injeção de botox na região das axilas e nas mãos, substância que vai inibir a ação das glândulas sudoríparas por quatro a dez meses. Ou seja, o suor excessivo pode ser resolvido com o botox", finalizou o cirurgião plástico William Machado.


Fonte: Com informações da assessoria
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Um em cada seis homens tem câncer de próstata no Brasil, doença que é a segunda principal causa de morte por câncer de pessoas do sexo masculino no país – cerca de 14 mil óbitos por ano. Os dados, do Instituto Nacional de Câncer (Inca), servem de alerta para que os homens não deixem a saúde de lado. Apesar do alto índice da doença, o levantamento mostra que metade dos brasileiros nunca foram a um urologista.

“Infelizmente ainda há muito bloqueio por parte do público masculino em relação ao exame do toque retal. Felizmente, isso tem melhorado um pouco ao longo dos anos. Associado a esse tabu, de ser um exame um pouco mais evasivo, de mexer com a parte da sexualidade masculina, o homem acaba ficando com um pouco mais de receio de ir ao médico”, ressalta Felipe Costa, médico urologista do Hospital do Homem, na capital paulista.

O câncer de próstata, assim como a pressão alta e o diabetes, é silencioso. De acordo com o médico, a única forma segura de se precaver em relação à doença é a consulta clínica. Homens a partir dos 50 anos devem realizar o exame anualmente.

“Há grupos com fator de risco maior para o câncer de próstata: são os negros e aqueles indivíduos que têm história na família com câncer de próstata abaixo dos 60 anos. Para essas pessoas, a partir dos 40 ou 45 anos, eles já devem ter um acompanhamento direcionado para diagnosticar a doença”, ressalta o médico.

Doença lenta

O câncer de próstata, na maioria dos casos, cresce lentamente, não causa sintomas e, no início, pode ser tratado com bastante eficácia. Em outros casos, no entanto, pode crescer rapidamente, espalhar-se para outros órgãos e causar a morte.

“O exame é extremamente rápido, é feito com anestésico local, de uma forma que provoque menos incômodo para a pessoa. Ainda hoje é uma das formas mais seguras e eficientes que a gente tem para poder diagnosticar o câncer de próstata na forma mais inicial”, destaca o médico.

Além do exame preventivo, os médicos recomendam que sejam evitados outros fatores, já conhecidos facilitadores da doença, como alimentação pobre em frutas, verduras, legumes, grãos e cereais integrais; sedentarismo, consumo de álcool e tabaco.

Segundo o Ministério da Saúde, estimativas apontam que ocorreram 68.220 novos casos da doença em 2018. Esse número corresponde a um risco estimado de 66,12 casos novos a cada 100 mil homens.

A próstata é uma glândula presente apenas nos homens, localizada na frente do reto, abaixo da bexiga, envolvendo a parte superior da uretra (canal por onde passa a urina). A próstata não é responsável pela ereção nem pelo orgasmo. Sua função é produzir um líquido que compõe parte do sêmen, que nutre e protege os espermatozoides. Em homens jovens, a próstata possui o tamanho de uma ameixa, mas seu tamanho aumenta com o avançar da idade.


Fonte: Agência Brasil
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O Ministério da Saúde lançou a campanha 1, 2, 3 e já! Vamos prevenir a obesidade infantil. A ideia é incentivar as crianças a seguirem três passos simples para evitar o sobrepeso: alimentação saudável, atividade física e brincadeiras longe das telas da TV, celular e jogos eletrônicos.

O lançamento ocorreu durante a abertura do 15° Encontro Nacional de Aleitamento Materno (Enam) e o 5° Encontro Nacional de Alimentação Complementar Saudável (Enacs), no Centro de Convenções SulAmérica, na Cidade Nova, região central do Rio de Janeiro.

Na cerimônia de abertura, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, destacou que o país tem evoluído na regulamentação da indústria e propaganda e no incentivo à alimentação saudável.

“Somos de uma geração em que a propaganda dizia: 'Danoninho vale por um bifinho'. Daquele marco, inicia-se uma reação da sociedade e organização para pensar e debater se aquela frase tinha algum fundo de verdade. Hoje, ela fica na prateleira da vergonha da propaganda. Era um Conar [Conselho Nacional Autorregulamentação Publicitária] que não existia, uma regulamentação que não existia.”

Segundo Mandetta, o problema é um “verdadeiro drama” e o fenômeno é global. Dados do ministério apontam que três de cada 10 crianças de 5 a 9 anos atendidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) estão acima do peso, um total de 4,4 milhões. Do total de crianças, 16% (2,4 milhões) estão com sobrepeso, 8% (1,2 milhão) com obesidade e 5% (755 mil) com obesidade grave. Abaixo de 5 anos, são 15,9% com excesso de peso.

    Fernando Frazão/Agência Brasil

O ministro informou que a campanha será multimídia e vai utilizar datas como o dia das mães para trazer o assunto à tona ao longo de 2020. De acordo com ele, os cursos para agente comunitário de saúde também vão incluir o tema da amamentação, dentro da campanha de prevenção à obesidade.

O embaixador da campanha, o preparador físico Marcio Atalla, disse que a obesidade infantil é um problema sério e que  existem diversos obstáculos a serem vencidos, como a facilidade de acesso a alimentos ultraprocessados e as dificuldades impostas pela falta de tempo no cotidiano das famílias.

“Essas crianças, tendo uma saúde debilitada agora, com sobrepeso e obesidade, têm o risco de ter câncer aumentado em 40%, e maior risco de doença cardiovascular. São as enfermidades que mais têm prevalência dentro do sistema de saúde. Então, uma campanha contra a obesidade infantil é de extrema importância para a saúde no futuro, em um país que vai envelhecer e vai depender do sistema público de saúde”.

Além do Enam e do Enacs, o Centro de Convenções SulAmerica recebe simultaneamente a 3ª Conferência Mundial de Aleitamento Materno (WBC) e a 1ª Conferência Mundial de Alimentação Complementar (WCFC). As encontros, que começaram nesta quarta-feira (13) terminam neste sábado (15).

Pesquisa nutricional

A coordenadora geral de Alimentação e Nutrição do Ministério, Gisele Bortolino, destacou que o órgão iniciou, neste ano, o Estudo Nacional de Alimentação e Nutrição Infantil (Enani). O levantamento já foi finalizado em 11 estados, com 143.330 domicílios visitados. Os primeiros resultados serão apresentados no segundo semestre de 2020.

“O objetivo é avaliar o estado nutricional das crianças e as deficiências nutricionais. O último inquérito, de 2006, mostrava a prevalência de anemia de 20% e hipovitaminose de 17%. Então, esse inquérito tem o objetivo não só de ver a questão do excesso de peso, mas também o estado nutricional e, a partir disso, fazer a discussão das políticas para as questões encontradas.”

De acordo com o ministro, a pesquisa é o “marco zero” para a implantação de políticas públicas. “Esses números vêm de fontes indiretas, por isso autorizamos esse inquérito. Ele vai me dar o marco zero: quantas crianças são, onde estão, quanto é por região, dentro das regiões quais são os motivos principais. Tem região que é sedentarismo, outras é alimentação equivocada”.

Guia alimentar

Outra iniciativa, complementar à campanha e dentro dos eventos de amamentação, foi o lançamento de um guia alimentar para crianças brasileiras menores de 2 anos. Segundo os dados do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (Sisvan) 2018, 49% das crianças de 6 a 23 meses consomem alimentos ultraprocessados, 33% ingerem bebidas adoçadas e 32,3% comem macarrão instantâneo, salgadinhos de pacote ou biscoitos salgados.

Segundo Gisele Bortolino, o guia foi organizado para indicar a alimentação mais correta pelo nível de processamento dos alimentos e traz como regra de ouro “descasque mais e desembale menos”. Os alimentos são classificados em in natura, minimamente processado, ingredientes culinários processados, processados e ultraprocessados.

“O guia foi atualizado com linguagem mais simples, voltado para tirar as dúvidas das famílias. Os anteriores eram direcionados a profissionais de saúde. Ele inova ao trazer um capítulo sobre culinária e mostra que a chegada de uma criança deve ser uma oportunidade para unir a família, se organizar e cozinhar alimentos mais saudáveis em casa. Também foram incorporadas as crianças vegetarianas”.

Com 12 passos para uma alimentação saudável, o guia traz dicas como a amamentação exclusiva até os 6 meses e complementação até 2 anos ou mais; não expor as crianças de até 2 anos ao açúcar nem a alimentos ultraprocessados, oferecer a mesma comida de toda a família e proteger a criança da publicidade de alimentos.

Amamentação

Os quatro eventos simultâneos que tratam do aleitamento materno e alimentação complementar trazem como tema “Amamentação como um direito humano a ser protegido”. O evento terá palestras, debates e apresentações de trabalhos científicos até sexta-feira (15).

Na mesa de abertura, a presidente da edição da Conferência Mundial, Marina Ferreira Rea, lembrou que os profissionais de saúde já sabem que caminhos seguir para evitar doenças na infância e incentivar a alimentação saudável, portanto não devem ser “cúmplices” de erros.

“Em meio a tantas dificuldades que tem o planeta e tantas diversidades, contrastes sociais e econômicos, as ações que discutiremos aqui são, diferentemente de outras, factíveis. Sabemos disso. O desafio de saber nos torna cúmplices. Somos cúmplices quando não levamos a criança ao seio materno na primeira hora de vida ou quando a separamos da mãe sem necessidade.”

A presidente do encontro, Maria Ines Couto Oliveira, afirmou que amamentar é um direito humano e representa a democracia com as pessoas e o planeta.

“Todos os companheiros de todas as raças e todas as etnias têm o direito de amamentar. Esse direito não pode ser negado por ninguém e por nenhuma indústria de alimentos infantis ou de bicos ou chupetas. Nenhuma tem o direito de tirar o peito da boca das crianças, porque isso é vida. Só haverá democracia nesse planeta se a mãe tiver o direito de aconchegar seu filho no seu peito e nesse momento proporcionar amor”.

O encontro reúne cerca de 2.500 pessoas, entre profissionais de saúde, governantes, cientistas, grupos de mães, organizações da sociedade civil, agências das Nações Unidas, organismos internacionais e estudantes.

O objetivo é construir uma plataforma de ação pelo compartilhamento de experiências com atores comprometidos o tema.

 


Fonte: Agência Brasil
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O Hospital Getúlio Vargas (HGV) promove, nesta sexta-feira (15/11), durante o feriado de Proclamação da República, mais um mutirão de cirurgias urológicas com a meta de beneficiar 30 pacientes. A iniciativa faz parte da campanha Novembro Azul, que alerta sobre a necessidade de prevenção do câncer da próstata.

Os pacientes que serão atendidos foram encaminhados pelo Ambulatório Integrado (Prédio Azul) do HGV e aguardavam pelos procedimentos. O câncer de próstata é o segundo tipo de câncer que mais afeta homens no país, ficando atrás apenas do câncer de pele. No Brasil, em 2019, a previsão é que 60 mil novos casos sejam descobertos.

Para assessora técnica da Fundação Hospitalar do Estado (Fepiserh), Fátima Garcez, os exames urológicos são de extrema importância para saúde do homem. “O diagnóstico precoce garante ao paciente mais chances de cura e um melhor tratamento. Por isso, os homens devem fazer o exame e ser incentivados pelas suas companheiras ou companheiros e familiares. O Estado também ganha com essa campanha, pois tratar um paciente no inicio da doença é menos oneroso ao serviço público e, obviamente, gera economicidade e mais oportunidades para outros pacientes”, explica Garcez.


Fonte: Portal do Governo do Estado
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Doença atinge 13 mi no Brasil · 14/11/2019 - 09h43

Diabetes pode causar cegueira e levar ao infarto, alerta especialista


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Atualmente no Brasil há mais de 13 milhões vivendo com diabetes. Um número que está crescendo, mas com diagnóstico tardio, o que favorece o aparecimento de complicações. A cegueira é uma das complicações que podem ocorrer devido à falta de tratamento.

“As pessoas, principalmente as que apresentam fatores de riscos, devem fazer suas consultas periódicas. Quanto mais cedo o diagnóstico, mais cedo é possível iniciar o tratamento adequado, evitando as complicações em decorrência do diabetes, como a cegueira, oriunda da retinopatia diabética, que é a complicação que ocorre quando o excesso de glicose no sangue danifica os vasos sanguíneos dentro da retina. O edema macular é uma dessas complicações graves que podem levar à cegueira”, afirma a endocrinologista Ana Mychelly Duarte Lima.

De acordo o Ministério da Saúde, houve um crescimento de 61% no número de pessoas com a doença no Brasil entre 2006 e 2016. "O estilo de vida ruim, com hábitos pouco saudáveis, está associado a um risco maior para desenvolvimento do diabetes”, ressalta a especialista da DMI.

Cerca de 80% das pessoas com diabetes tipo 2 apresentam indícios de comprometimento cardiovascular, de acordo com estudo realizado pelo EndoDebate em parceria com a Revista Saúde. “O tratamento precoce reduz a possibilidade de complicações cardíacas. Seguir rigorosamente o tratamento e hábitos saudáveis são essenciais para a saúde do paciente com diabetes”, explica a endocrinologista Ana Mychelly Duarte Lima.

Diabetes
O diabetes é uma doença crônica onde o corpo não consegue utilizar adequadamente a insulina (hormônio que controla a quantidade de glicose no sangue) ou não produz a insulina. Quando isso ocorre, o nível de glicose no sangue fica alto e se permanecer por longos períodos, pode resultar em danos aos órgãos, vasos sanguíneos e nervos.

Novembro Azul
O novembro azul, também conhecido para a conscientização para a saúde do homem, é o mês de prevenção e combate ao diabetes. A iniciativa, que acontece desde 2006 no Brasil, busca orientar sobre a importância do diagnóstico precoce, esclarecer dúvidas sobre a doença e visa estimular hábitos saudáveis.


Fonte: 180grausredacao@gmail.com
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Enfrentando a própria culpa · 07/11/2019 - 08h55

O filho que não chegou: o luto de quem vive um aborto espontâneo


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"Me senti um cemitério ambulante". Foi assim que a advogada Edna Costa, de 45 anos, definiu o luto que vivenciou após quatro abortos espontâneos. Do primeiro óbito fetal – experiência comum para 20% das gestações – até o nascimento do filho Pedro, hoje com quatro anos de idade, ela revela que enfrentava uma sensação de culpa e incapacidade. A reportagem é do R7.

“A primeira vez que engravidei tinha 15 anos, aquela coisa típica de garota de periferia. O choque foi tão grande que descobri a gestação em uma sexta-feira e perdi na segunda", conta. "Depois da curetagem, me colocaram em um quarto com todas as mães que tinham acabado de ter filhos. Me senti péssima, parecia que era algo normal para toda a mulher enquanto eu era incapaz. Parece que seu organismo não serve para aquilo."

De acordo com a ginecologista e obstetra Vanessa Dalprá, a sensação de culpa vivenciada por Edna é frequente na maioria das mulheres que atende em seu consultório. “Quase todas as mulheres se sentem expostas e incapazes de gerar um filho, especialmente quando se trata da primeira gestação”.

A obstetra, no entanto, explica que o aborto espontâneo nada tem a ver com a capacidade da mulher. "É algo que ocorre em uma a cada cinco gestações. Isso difere em relação à idade, mas acontece justamente pela qualidade do embrião. Se a junção entre espermatozoide e óvulo não for ideal, o próprio corpo da mulher expulsa."

O psiquiatra Henrique Bottura, da Clínica Psiquiatria Paulista, explica de onde vem o sentimento de culpa feminino. “Existe uma questão cultural que denota o quanto é atribuído à mulher a responsabilidade na condução da gravidez, embora grande parte dos abortos ocorra por uma questão de inviabilidade genética.”

"Quando uma concepção é feita, várias coisas acontecem na cabeça da família. São vários projetos para aquela potencial vida e você cria uma série de anseios para ela."

Foi o que aconteceu com Edna. Após a quarta gestação interrompida, o sentimento de revolta era com a indiferença dos profissionais de saúde e das pessoas que a cercavam. “É como se não fosse nada. Eu gostaria que as pessoas entendessem que a mulher que está passando por isso está perdendo um filho. Elas precisam ver isso com mais humanidade”, desabafa a advogada, que reforça a indignação que sentia quando ouvia a frase de suposto conforto "Deus sabe o que faz". "Era como se dissessem que fui feita incapaz", diz.

Entendendo o luto

Segundo Bottura, um dos fatores que mais afetam a mulher que passa por um aborto espontâneo é a incompreensão do luto. “Existe uma conexão muito profunda da mãe com o projeto de vida e é muito difícil para as pessoas entenderem a dor. Elas já têm tendência a desqualificar dores emocionais alheias, e nesse caso a perda é encarada como se fosse apenas um embrião, é mais difícil entender a profundidade da conexão emocional."

Paro o profissional, a melhor postura é evitar deslegitimar o luto da mulher.
“É um processo vivencial de desligamento, então entender e aceitar a realidade é o primeiro passo. É basicamente se aproximar, acolher, expressar amorosidade e permitir que ela expresse a dor”, conclui.

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De acordo com a Organização Mundial de Saúde, 90% da população mundial sofre com estresse. E segundo a Associação Internacional do Controle ao Estrese, o brasileiro é o segundo mais estressado do mundo. Já a Sociedade Brasileira de Cardiologia revela que quase 200 mil pessoas já morreram este ano no Brasil decorrentes de doenças cardiovasculares e o estresse é apontado como uma das principais causas, causando cerca de 30% das mortes.

O estresse requer atenção e cuidados. “O estresse é uma sensação de tensão e pressão que em quantidade excessiva ou duradoura passa a ser um fator de risco para nossa saúde. Quando nos sentimentos ameaçados, o cérebro produz uma série de hormônios estressores, como a cortisona e adrenalina, que fazem a pressão arterial subir, os músculos se contraírem, a frequência cardíaca aumentar e a respiração acelerar. Porém, se essa pressão persistir por um longo tempo, as alterações benéficas passam a ser prejudiciais, manifestando se no organismo de forma patológica”, explica a psicóloga Denise Rocha.

A especialista da DMI alerta sobre sintomas e quando buscar ajuda. “Alguns sintomas são mais característicos, como o cansaço constante, fadiga, irritabilidade, ganho ou perda de peso indesejável, dores musculares, sentimento de solidão, falta de concentração etc . Se a pessoa apresenta alguns dos principais sintomas de estresses citados anteriormente, já pode ser algum indicativo para buscar ajuda, fazer uma avaliação médica periódica e se consultar com um profissional da saúde mental, como o psicólogo ou psiquiatra. O especialista pode ajudar bastante, não só para o diagnóstico, mas também como prevenção de algumas doenças e o tratamento adequado”, afirma Denise Rocha.

A psicóloga chama atenção ainda sobre as consequências do estresse não tratado. “O estresse quando em excesso traz muitos prejuízos a nossa saúde, inclusive pode causar algumas doenças como insônia, depressão, prisão de ventre, transtornos alimentares, problemas cardíacos, envelhecimento precoce, doenças de pele, entre outros”, ressalta.

Alguns fatores ajudam a evitar a enfermidade. “Algumas atitudes contribuem para uma qualidade de vida melhor. Alimentação de forma balanceada, fazer atividades físicas, dormir bem, ter momentos de relaxamento, evitar substâncias tóxicas são algumas dessas ações que ajudam a combater o estresse”, informa a psicóloga Denise Rocha.

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Tratamentos médicos para casos como o do bebê que nasceu com uma malformação grave no rosto, em Portugal, são complexos e requerem uma série de cirurgias ao longo da vida. A reportagem é do R7

O professor doutor Aristides Augusto Palhares Neto, do Departamento de Cirurgia e Ortopedia da Faculdade de Medicina da Unesp (Universidade Estadual Paulista), em Botucatu, diz que malformações desse tipo além de "extremamente raras", requerem acompanhamento por uma equipe de diversas especialidades.

O menino, que completa um mês de vida nesta quarta-feira (07/11), nasceu sem o céu da boca, nariz, olhos e parte do crânio. Também é surdo, segundo o relato de uma fonte próxima à família a um site português.

A expectativa era de poucas horas de vida, mas hoje Rodrigo se alimenta pela mamadeira e respira sozinho.

Palhares Neto afirma que apenas uma tomografia e um exame clínico são capazes de identificar a real condição da criança, mas afirma que alimentação e respiração são fundamentais para decidir os próximos passos do tratamento.

"A primeira preocupação nossa é entender o quanto essa malformação põe em risco a vida dessa criança, se afeta a capacidade de mamar, respirar e manter quantidades basais mínimas de vida: temperatura, frequência cardíaca, e ritmo respiratório. [Respirar e mamar sozinho] significa que toda a parte nervosa que permite que isso aconteça está funcionando bem, a musculatura que permite a deglutição do leite também. "

Qual seria a primeira cirurgia a ser feita depende principalmente do ganho de peso do bebê, já que são operações com grande perda de sangue. O acompanhamento do quadro clínico nos primeiros meses é praticamente diário.

"O que a gente pensa nesses casos é o que se pode fazer para melhorar a qualidade de vida dessa criança. A gente inicia o tratamento avaliando a situação da criança, dando suporte e acompanhando ao longo do processo evolutivo o que ela precisa e o que ela pode se livrar ao longo do tempo", ressalta o cirurgião.

Segundo o professor, "existe um leque enorme de opções" cirúrgicas para malformações craniofaciais.

Médico não percebeu malformação

A gestação da mãe de Rodrigo ter chegado ao fim sem que se tivesse identificado a malformação chocou a população de Portugal. O obstetra que acompanhou a mulher teve a licença suspensa e é alvo de processo por negligência.

Mas um caso assim é tão raro que, segundo o professor da Unesp, pode passar por um exame de imagem sem ser identificado.

"Quando se faz um ultrassom de uma forma mecânica, e o médico que está fazendo só faz medidas, não avalia a morfologia geral, isso passa despercebido. Então, poderia passar, principalmente para uma pessoa que não está procurando lesões."

Ainda, de acordo com o cirurgião, equipamentos de ultrassom que ofereçam imagens de baixa qualidade também tornam difícil a detecção desse tipo de malformação, que ocorre no primeiro trimestre de gestação. 

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Pelo Sistema Único de Saúde · 31/10/2019 - 13h32

Sancionada lei que fixa prazo de 30 dias para diagnóstico de câncer


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O vice-presidente Hamilton Mourão sancionou lei que prevê que os exames para diagnóstico de câncer devem ser realizados no prazo de 30 dias, após a primeira suspeita do médico, pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A medida, publicada hoje (31) no Diário Oficial da União.
 
Ela foi assinada ontem (30) por Mourão quando o vice ainda estava no exercício da Presidência, por ocasião da viagem do presidente Jair Bolsonaro.
 
O dispositivo altera a Lei 12.732/2012 que prevê 60 dias entre o diagnóstico e o início do tratamento do câncer em pacientes do SUS.

O texto foi aprovado pelo Senado no dia 16 de outubro e é fundamentado no fato de que o tempo de identificação da doença impacta no tratamento e na chance de cura do paciente.

 

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O cantor Zé Felipe, filho do sertanejo Leonardo, anunciou na última quarta-feira (23/10) que descobriu a espondilite e iria iniciar tratamento. A doença não tem cura e é inflamatória. As informações são do Metrópoles.

A espondilite anquilosante atinge as articulações do esqueleto axial, causando lesões nos ossos da cabeça, tórax e coluna, costas, joelhos e quadris. 

“Fui no reumatologista e descobri que estou com um tipo de artrite que se chama espondilite. E eu vou começar a fazer o tratamento hoje, e vamos embora. Dois anos de tratamento que vou ter que fazer, de dois em dois meses vou ter que tomar uma injeção, mas estou feliz”, disse o cantor em uma série de vídeos no Instagram.

A espondilite atinge mais homens do que mulheres, entre o final da adolescência e até, em média, os 40 anos de idade.

    Reprodução / Instagram

Primeiros sinais e sintomas
Dor persistente na lombar, por mais de três meses, que diminui com o movimento e aumenta com o repouso, merece atenção. O desconforto pode comprometer a mobilidade da coluna, que fica mais rígida, e se espalhar para as pernas.

Outra característica peculiar é que as dores são mais intensas durante a noite.

Em casos mais graves, a patologia pode provocar lesões nos olhos, coração, pulmões, intestinos e pele.

Importância do diagnóstico precoce
De acordo com informações da Sociedade Brasileira de Reumatologia, o diagnóstico precoce pode evitar a progressão da doença, que pode incapacitar o paciente se não for tratada.

O surgimento das dores na coluna ocorre de modo lento e insidioso durante algumas semanas. No início, a patologia costuma causar dor nas nádegas, possivelmente se espalhando pela parte de trás das coxas e pela parte inferior da coluna.

Frequentemente se observa que a dor melhora com exercícios e piora com repouso, sendo pior, principalmente, pela manhã.

Alguns pacientes se sentem doentes, cansados, perdem o apetite e também peso. Geralmente essa dor está associada a uma sensação de enrijecimento na coluna (rigidez), com consequente dificuldade na mobilização.

Eventualmente, o paciente também pode apresentar dor na planta dos pés, principalmente ao se levantar da cama pela manhã. Posteriormente, a inflamação das articulações entre as costelas e a coluna vertebral pode causar dor no peito que piora com a respiração profunda.

Tratamento
O tratamento é feito basicamente para controlar o avanço da doença e aumentar a qualidade de vida do paciente, que terá de conviver com os sintomas principais.

Fisioterapia e cirurgia são indicadas em alguns casos, assim como opções de medicação para aliviar as dores, como anti-inflamatórios, analgésicos ou relaxantes musculares.

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Segunda fase em novembro · 25/10/2019 - 05h29 | Última atualização em 25/10/2019 - 07h02

Primeira fase da campanha de vacinação contra o sarampo termina nesta sexta-feira (25)


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    Erasmo Salomao/Ministério da Saúde

A primeira fase da Campanha Nacional de Vacinação Contra o Sarampo termina nesta sexta-feira (25/10). Lançada no início de outubro, a campanha é promovida em parceria com secretarias de Saúde municipais e estaduais, e tem como objetivo recuperar o certificado de “país livre do sarampo”, ostentado pelo Brasil em 2016.

A campanha foi dividida em duas etapas para priorizar a vacinação de dois grupos específicos. Na primeira fase, crianças de 6 meses a 5 anos de idade. De acordo com o boletim do sarampo divulgado pela Ministério da Saúde, esse é o grupo mais vulnerável. Bebês de até 1 ano de idade apresentam índice de incidência de sarampo 12 vezes maior que as demais faixas etárias.

A segunda fase, com data de início prevista para 18 de novembro, imunizará adultos de 20 anos a 29 anos de idade que não estão com a carteira de vacinação em dia. De acordo com o ministério, a vulnerabilidade acontece porque adultos nessa faixa etária nasceram após a erradicação da doença no país, o que retirou a obrigatoriedade da segunda dose da vacina.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o avanço do sarampo não é um fenômeno exclusivamente brasileiro. Surtos da doença na Venezuela, Europa e Ásia foram registrados em 2018, e outros países fora do continente latino também registram altos números da doença.

Reaparecimento

Uma comissão na Câmara dos Deputados discutiu hoje (24) o avanço da doença e as formas de conter a infecção do vírus.

Durante sua apresentação na audiência, a presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), Gulnar Azevedo e Silva, enumerou pontos que podem estar contribuindo para a atual prevalência do sarampo no país. Nos últimos 90 dias, foram confirmados 6.192 casos da doença em todo o país, conforme dados divulgados pelo Ministério da Saúde na semana passada.

Segundo Gulnar, os postos de saúde precisam adotar medidas como horário estendido de vacinação para que se garanta a cobertura ideal. Ela afirmou, ainda, que o governo precisa adaptar a comunicação à atualidade, utilizando, por exemplo, o Instagram.

A doença

Causado por vírus, o sarampo é uma doença infecciosa grave, que pode levar à morte. A transmissão ocorre por via aérea, ou seja, quando a pessoa infectada tosse, fala ou respira próximo de outras pessoas.

Mesmo quando o paciente não morre, há possibilidade de a infecção ocasionar sequelas irreversíveis. Quando a doença ocorre na infância, o doente pode desenvolver pneumonia, encefalite aguda e otite média aguda, que pode gerar perda auditiva permanente.

Os sintomas do sarampo são febre acompanhada de tosse, irritação nos olhos, coriza (nariz escorrendo ou entupido) e mal-estar intenso. Quando o quadro completa de três a cinco dias, podem aparecer manchas vermelhas no rosto e atrás das orelhas.


Fonte: Agência Brasil
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Mais uma vez o Brasil passa por um grave crime ambiental. Desde o final de agosto, manchas de óleo atingem praias brasileiras, já chegando a mais de 200 pontos em 77 municípios dos nove estados nordestinos, segundo o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Destes, oito são abrangidos pelo bioma da Mata Atlântica.

Entre estes locais estão praias paradisíacas, como Praia do Forte (BA) e Pipa (RN), além de Maragogi (AL) e Praia dos Carneiros (PE), localizadas na maior Unidade de Conservação (UC) federal marinha costeira do Brasil, a Área de Proteção Ambiental (APA) Costa dos Corais. Já são, pelo menos, 15 UCs atingidas pela mancha. Além disso, até domingo (20) eram contabilizados 39 animais afetados e 2.814 filhotes de tartarugas marinhas capturadas preventivamente, além de comprometer toda vida costeira e marinha.

A APA Costa dos Corais é uma das Unidades de Conservação beneficiadas pela Fundação SOS Mata Atlântica com apoio da Fundação Toyota do Brasil. "Estamos acompanhando a situação local com nossos parceiros locais e especialistas, apoiando algumas ações de limpeza dos animais oleados. Essa região é marcada pela presença de recifes de corais e manguezais, garantindo uma alta biodiversidade representada por diversos grupos marinhos como algas, corais, peixes, crustáceos, moluscos, mamíferos aquáticos e outros, e ainda inclui a ocorrência de espécies ameaçadas de extinção como o peixe-boi marinho, tartarugas e baleias. Tudo isso está em risco, inclusive a população e as atividades locais", afirma Camila Keiko Takahashi, bióloga e coordenadora do projeto Toyota APA Costa dos Corais.

Diante deste cenário e da lentidão do governo federal em saber a quantidade, origem, local exato do vazamento e futuras medidas efetivas para conter o avanço da mancha, mutirões de limpeza estão sendo organizados para retirar o petróleo cru que atinge a costa brasileira."A iniciativa e envolvimento de voluntários em todo o Brasil nas áreas costeiras é muito bem-vinda, mas é importante ter alguns cuidados para não se colocar em risco", afirma Diego Igawa Martinez, biólogo e coordenador de projetos marinhos da Fundação SOS Mata Atlântica.

Para Ícaro Moreira, professor e pesquisador do Departamento de Engenharia Ambiental da Universidade Federal da Bahia (UFBA), o óleo traz substâncias perigosas e que podem trazer riscos à saúde humana, fazendo com que deva ser evitado o contato com a pele. Ele pode gerar alergias ou até, dependendo da absorção da pele, entrar na corrente sanguínea e trazer danos. Em casos mais severos pode inclusive levar ao câncer.

"Estou vendo em campo muita gente engajada em ajudar a limpar as praias, mas é importante que as pessoas que querem ajudar verifiquem se de fato têm os equipamentos de proteção individual (EPIs) adequados. Estou vendo algumas pessoas fazendo essas ações descalças e tirando fotos com a mão e pés sujos de petróleo. Isso não pode acontecer. É importante usar traje de limpeza e não de banho", afirma ele.

Veja materiais importantes que devem ser usados e recomendações:

  • Uso de máscaras (principalmente no horário do início da tarde, quando é mais quente, pois no contato com sol o óleo libera vapores altamente tóxicos)
  • Luvas de PVC (não usar luvas cirúrgicas)
  • Botas (plástico ou outro material impermeável). Não usar tênis, bota de trilha nem ir descalço
  • Usar calças (não usar traje de banho). Se sujar a roupa, ela deve ser descartada
  • Carro de mão para armazenar o material retirado
  • Pás adequadas (de plástico ou inox)
  • Armazenar o material em tambores, bombonas ou tonéis e deixar o material fechado, pois trata-se de material inflamável (não usar saco de lixo de plástico, pois o óleo pode rasgar os sacos). A destinação deve ser definida pelo Ibama e cabe ao município cumprir
  • Ao ver um animal afetado pelo óleo, não o devolva para o mar nem tente fazer procedimento, a não ser uma manobra de emergência para retirar o óleo de vias respiratórias. É importante manter o animal na sombra e hidratado. Procure especialistas, órgãos ambientais ou organizações que podem realizar os procedimentos adequados
  • É complicado retirar o óleo de rochas. Evite subir nestes locais que podem ocasionar quedas. Uma forma de limpar é com jato de água quente, pois é necessário muita força para conseguir extrair o material. Quando o material escoar, use material absorvente, como tecidos ou até biofibras, como fibra de coco que se aderem ao óleo
  • Em situações que o óleo esteja mais fluido, é possível usar materiais absorventes, como tecidos e também fibra de coco.

Segundo o especialista em petróleo e meio ambiente, a resposta das autoridades ainda está voltada para se descobrir a causa e os culpados pelo vazamento, o que é algo importante, mas o combate ao derramamento ainda demonstra falta de preparo. O Ibama pediu apoio à Petrobras para atuar na limpeza de praias. A empresa está capacitando e contratando agentes comunitários, pessoas das comunidades locais para serviços de limpeza, mas o número efetivo de mão-de-obra dependerá da quantidade de pessoas treinadas disponíveis nas áreas afetadas.

"O Ibama tem feito a ação importante de monitorar e dar suporte aos municípios, mas de fato tem ocorrido as ações em proatividade dos municípios, principalmente de voluntários. Não parece existir uma resposta organizada no nível federal. É importante ter um acompanhamento e combate ao avanço da mancha. Algumas pessoas têm questionado o uso de barreiras de contenção pelo tipo de petróleo, mas elas ajudam a minimizar os impactos", destaca ele.

Sobre a Fundação SOS Mata Atlântica

A Fundação SOS Mata Atlântica é uma ONG ambiental brasileira criada em 1986 para inspirar a sociedade na defesa da floresta mais ameaçada do Brasil. Atua na promoção de políticas públicas para a conservação da Mata Atlântica por meio do monitoramento do bioma, produção de estudos, projetos demonstrativos, diálogo com setores públicos e privados, aprimoramento da legislação ambiental, comunicação e engajamento da sociedade em prol da restauração da floresta, valorização dos parques e reservas, água limpa e proteção do mar.


Fonte: AsCom/SOS Mata Atlântica
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Estimular a população · 19/10/2019 - 11h19

Hoje é o "Dia D" de vacinação contra o sarampo em todo o país


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Neste sábado (19/10), postos de saúde estarão abertos em todo o país para o chamado “Dia D de Vacinação contra o Sarampo”. A data é uma mobilização para estimular pessoas a se imunizar contra o vírus, cujos casos vêm crescendo no país nos últimos meses.

O “Dia D” faz parte da Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo, lançada em 7 de outubro pelo Ministério da Saúde, em parceria com secretarias estaduais e municipais voltadas à área.

A mobilização nacional de hoje faz parte da primeira fase da Campanha, que vai até 25 de outubro e é voltada a crianças com idades entre seis meses e 4 anos, 11 meses e 29 dias. Os bebês de até 1 ano apresentam coeficiente de incidência da doença de 92,3 a cada 100 mil habitantes, 12 vezes maior do que as demais faixas.

Programada para 18 a 30 de novembro, a segunda etapa terá foco será em pessoas de 20 a 29 anos. Essa faixa abarca a maioria do número de casos confirmados da doença, com 1.694, embora com incidência menor (13,2 casos a cada 100 mil habitantes), por causa da quantidade de brasileiros com essas idades.

Devem ser vacinados os bebês de seis meses a 1 ano, que tomarão a chamada “dose 0”. As crianças de 1 a 5 anos devem receber duas doses, uma aos 12 meses e outra aos 15 meses. Em caso de aplicação de apenas uma das doses, é preciso se dirigir aos postos para realizar o complemento da segunda dose.

O intuito é vacinar 39 milhões de pessoas ao longo da campanha nacional, cerca de 20% dos brasileiros. Foram disponibilizadas neste ano 60,2 milhões de doses da tríplice viral, que imuniza contra sarampo, caxumba e rubéola. Para o próximo ano, o Ministério anunciou a aquisição de mais 65,2 milhões de doses. O público-alvo será ampliado, abrangendo também as faixas de 50 a 59 anos.

Casos

Segundo o último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde sobre sarampo, de janeiro até outubro deste ano já haviam sido confirmados 6.640 casos e seis mortes. De 7 de julho a 29 de setembro, foram confirmados 5.404 casos. Um total de 22.564 suspeitas ainda estão em investigação. Outras 7.554 foram descartadas. O período concentrou 81% dos casos confirmados neste ano.

Esses episódios ocorreram em 19 Unidades da Federação, sendo a quase totalidade em São Paulo, com 5.228 casos (96,74%) em 173 cidades, principalmente na Região Metropolitana da capital paulista. Em seguida vêm Paraná (39 casos, em 10 cidades), Rio de Janeiro (28, em 9 municípios), Minas Gerais (25, em 8 localidades) e Pernambuco (24, em 8 cidades).

A Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, que usa uma metodologia diferente da do governo federal, registrou 12 mortes relacionadas a complicações do sarampo em todo o estado neste ano.

Como os registros estão em municípios específicos, quem desejar mais informações deve buscar a Secretaria de Saúde do seu estado para saber se a sua cidade está entre os locais de ocorrência da doença. Entre as mortes, cinco foram em São Paulo e uma, em Pernambuco.

Sobre a doença

Causado por um vírus, o sarampo é uma doença infecciosa grave, que pode levar à morte. A transmissão ocorre por via aérea, ou seja, quando a pessoa infectada tosse, fala ou respira próximo de outras pessoas.

Mesmo quando o paciente não vai a óbito, há possibilidade de a infecção ocasionar sequelas irreversíveis. Quando a doença ocorre na infância, o doente pode desenvolver pneumonia, encefalite aguda e otite média aguda, que pode gerar perda auditiva permanente.

Os sintomas do sarampo são febre acompanhada de tosse, irritação nos olhos, coriza (nariz escorrendo ou entupido) e mal-estar intenso. Quando o quadro completa de três a cinco dias, podem aparecer manchas vermelhas no rosto e atrás das orelhas do paciente.

Feita por meio da vacinação, a prevenção ao sarampo é fundamental, já que não há tratamento para a doença. O tipo da vacina varia conforme a idade da pessoa e a situação epidemiológica da região onde vive, ou seja, é necessário levar em conta a incidência da doença no local. Quando há um surto, por exemplo, a dose aplicada pode ser do tipo dupla viral, que protege contra sarampo e rubéola.

Há, ainda, as variedades tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) e tetra viral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela, mais conhecida como catapora). As vacinas estão disponíveis em unidades públicas e privadas de vacinação. Segundo o Ministério da Saúde, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece doses gratuitamente, em mais de 36 mil salas de vacinação, em postos de saúde de todo o Brasil.

O governo brasileiro recomenda que pessoas na faixa entre 12 meses e 29 anos de idade recebam duas doses da vacina. Para a população com idade entre 30 a 49 anos, a indicação é de uma dose.

Recentemente, o Brasil perdeu o certificado de eliminação da doença. Na semana passada, passaram a apresentar semelhante condição quatro países da Europa: Reino Unido, Grécia, República Tcheca e Albânia. De acordo com o Ministério da Saúde, no primeiro semestre deste ano, Cazaquistão, Geórgia, Rússia e Ucrânia concentraram 78% dos casos registrados na Europa


Fonte: Agência Brasil
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O Senado brasileiro aprovou um projeto de lei que pode ajudar a acelerar o início do tratamento de câncer no sistema público de saúde — o PLC 143/2018 obriga o SUS a fazer exames de diagnóstico de câncer em até 30 dias. A reportagem é do VIX.com.

A obrigatoriedade só valerá para os casos em que a principal suspeita do médico for de um tumor maligno. Depois da aprovação, a lei poderá ser sancionada ou vetada pelo presidente.

Exames de câncer no SUS em 30 dias

Proposto pela deputada federal Carmen Zanotto, de Santa Catarina, o projeto adiciona um item à lei nº 12.732, que obriga o SUS a iniciar o tratamento de câncer em até 60 dias a partir do diagnóstico. 

Os parlamentares que apoiam a proposta afirmam que a demora no diagnóstico atrapalha a resposta ao tratamento.

Apesar da lei que determina o prazo de dois meses para o início da intervenção clínica, pode ser que o paciente tenha esperado um bom tempo até ter a doença confirmada.

“O momento da detecção do câncer impacta decisivamente a sua letalidade, ou seja, o percentual de pessoas acometidas que vêm a falecer por causa da doença”, disse o senador Nelsinho Trad, que também é médico.

“Afinal, pouco adianta instituir o tratamento para as neoplasias malignas no prazo de 60 dias contados a partir do diagnóstico da moléstia, se este é realizado tardiamente”, concluiu o senador, argumentado em favor do projeto.

Agora, a lei segue para sanção ou veto presidencial.

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    Marcelo Camargo/Agência Brasil

O “Dia D de Vacinação contra o Sarampo” será realizado em todo o país, neste sábado (19/10). A data é uma mobilização para estimular pessoas a se imunizarem contra a doença, cujos casos vêm crescendo no país nos últimos meses. Postos de saúde estarão abertos para receber os interessados em se proteger contra o sarampo ou que não tenham tomado todas as doses.

O “Dia D” faz parte da Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo, lançada no dia 7 de outubro pelo Ministério da Saúde, em parceria com secretarias estaduais e municipais.

A mobilização nacional integra a primeira fase da campanha, até 25 de outubro, voltada a crianças com idade entre seis meses e 4 anos. Os bebês de até um ano apresentam coeficiente de incidência da doença de 92,3 a cada 100 mil habitantes, 12 vezes maior do que as demais faixas.

Na segunda etapa, programada para o período entre 18 e 30 de novembro, o foco será em pessoas de 20 a 29 anos. Essa faixa inclui a maioria do número de casos confirmados da doença, com 1.694, embora com coeficiente menor (13,2 casos a cada 100 mil habitantes) devido ao número de brasileiros nessa faixa de idade.

Devem ser vacinados os bebês de seis meses a 1 ano, que tomarão a chamada “dose 0”. As crianças de 1 a 5 anos devem receber duas doses, uma aos 12 meses e outra aos 15 meses. Em caso de aplicação de apenas uma das doses, é preciso se dirigir aos postos para realizar o complemento da segunda.

O objetivo é vacinar 39 milhões de pessoas ao longo da campanha, cerca de 20% dos brasileiros. Foram disponibilizadas neste ano 60,2 milhões de doses da tríplice viral, que imuniza contra sarampo, caxumba e rubéola. Para o próximo ano, o ministério anunciou a aquisição de mais 65,2 milhões de doses. O público-alvo será ampliado, abrangendo também as faixas de 50 a 59 anos.

Casos

Segundo o último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde sobre Sarampo, de janeiro até outubro deste ano já haviam sido confirmados 6.640 casos e seis mortes. No período de 7 de julho a 29 de setembro, foram registrados 5.404 casos confirmados, enquanto 22.564 ainda estão em investigação. Outras 7.554 suspeitas foram descartadas. O período concentrou 81% dos casos confirmados neste ano.

Esses episódios ocorreram em 19 unidades da Federação, sendo a quase totalidade em São Paulo, com 5.228 casos (96,74%), em 173 cidades, principalmente na região metropolitana da capital paulista. Em seguida vêm o Paraná (39 casos, em 10 cidades), o Rio de Janeiro (28, em 9 municípios), Minas Gerais (25, em 8 localidades) e Pernambuco (24, em 8 cidades).

Como os registros estão em municípios específicos, quem quiser mais informações deve buscar a Secretaria de Saúde do estado para saber se a sua cidade está entre os locais de ocorrência da doença. Entre as mortes, cinco foram em São Paulo e uma em Pernambuco.

Sarampo

Causado por vírus, o sarampo é uma doença infecciosa grave, que pode levar à morte. A transmissão ocorre por via aérea, ou seja, quando a pessoa infectada tosse, fala ou respira próximo de outras pessoas.

Mesmo quando o paciente não morre, há possibilidade de a infecção ocasionar sequelas irreversíveis. Quando a doença ocorre na infância, o doente pode desenvolver pneumonia, encefalite aguda e otite média aguda, que pode gerar perda auditiva permanente.

Os sintomas do sarampo são febre acompanhada de tosse, irritação nos olhos, coriza (nariz escorrendo ou entupido) e mal-estar intenso. Quando o quadro completa de três a cinco dias, podem aparecer manchas vermelhas no rosto e atrás das orelhas.

A prevenção ao sarampo, feita por meio da vacinação, é fundamental, já que não há tratamento para a doença. O tipo de vacina varia conforme a idade da pessoa e a situação epidemiológica da região onde vive, ou seja, é necessário levar em conta a incidência da doença no local. Quando há um surto, por exemplo, a dose aplicada pode ser do tipo dupla viral, que protege contra sarampo e rubéola.

Existem ainda as variedades tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) e tetra viral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela, mais conhecida como catapora). As vacinas estão disponíveis em unidades públicas e privadas de vacinação. Segundo o Ministério da Saúde, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece doses gratuitamente em mais de 36 mil salas de vacinação, localizadas em postos de saúde de todo o Brasil.

O governo brasileiro recomenda que pessoas na faixa de 12 meses a 29 anos de idade recebam duas doses da vacina. Para a população com idade entre 30 a 49 anos, a indicação é de uma dose.

Recentemente, o Brasil perdeu o certificado de eliminação da doença. Na semana passada, passaram a apresentar semelhante condição quatro países da Europa: o Reino Unido, a Grécia, República Tcheca e Albânia. De acordo com o ministério, no primeiro semestre deste ano, o Cazaquistão, a Geórgia, Rússia e Ucrânia concentraram 78% dos casos registrados na Europa.


Fonte: Agência Brasil
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Casos tem chamado a atenção · 16/10/2019 - 14h56

Saiba o que pode estar por trás do nascimento de 'bebês gigantes'


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O nascimento por parto normal de um menino com 6,2 kg e 55 cm, no começo deste mês, no Rio de Janeiro, chamou a atenção até mesmo dos funcionários da maternidade. A reportagem é do R7.

    Foto: Reprodução/Record TV

Ao saber do caso, muitas pessoas se perguntam: o que acontece para que um bebê chegue a esse tamanho ainda na barriga da mãe?

O ginecologista José Carlos Peraçoli, membro da Comissão Nacional Especializada em Assistência Pré-Natal da Febrasgo (Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia), afirma que casos assim são raros e que "as causas mais comuns estão ligadas à gestação".

"Uma mãe que já tem cinco ou seis filhos, a tendência é que eles nasçam cada vez maiores. Mães obesas podem ter filhos com peso maior, porque elas já têm um distúrbio metabólico. Quando a gestação passa das 40 semanas, os nenês ganham peso de uma forma acelerada."

Entretanto, o diabetes gestacional, que ocorre exclusivamente durante a gravidez, responde por boa parte dos casos de bebês grandes, acima dos 4 kg (em média, recém-nascidos pesam 3,5 kg), segundo Peraçoli.

É possível, observa o médico, que a mulher desenvolva esse tipo de diabetes e, caso não seja acompanhado de maneira correta, pode passar despercebido e reaparecer na próxima gestação.

"A mãe diabética tem um problema de deficiência de produção da insulina, que consome o açúcar em excesso do sangue. Se a mãe tem uma deficiência e vai tendo uma produção maior de açúcar no sangue que não é controlada, esse açúcar passa direto para o nenê. É como se ele tivesse uma dieta sobrecarregada."

A mãe ser diabética não significa que o bebê já nascerá com o problema. "Mas ele traz a herança genética, tem que ser acompanhado de perto desde criança", afirma Peraçoli.

No caso do Rio de Janeiro, especificamente, a mãe contou à Record TV não ter tido diabetes gestacional. Os médicos também constataram que a criança nasceu sem qualquer problema.

Em bebês sem uma causa evidente que justifique o tamanho maior ao nascer, o ginecologista explica que é preciso investigar causas individuais de cada bebê, como genética ou um eventual distúrbio metabólico de base.

Obviamente, o tamanho dos pais também precisa ser considerado. "Tem que pensar na constituição dos pais, porque há, claro, chances de ter um feto grande.

Parto normal é arriscado

"Nada em medicina é impossível", diz o ginecologista sobre o parto normal do bebê de 6,2 kg. Porém, ele frisa que acima de 4,5 kg, "já se considera a indicação de cesárea".

"Há muito risco de, na hora do nascimento, da criança ter o que a gente chama de distócia de ombro [quando o resto do corpo do bebê não sai após a passagem da cabeça]. Se não tiver conhecimento e habilidade para trabalhar com essa situação, pode levar a problemas para o nenê, como sequelas e até morte", alerta o médico.

O ginecologista também relata a importância do pré-natal justamente para não deixar o parto chegar nas 40 semanas se o bebê já estiver com peso considerado acima da média.

"Mesmo uma cesárea não é tranquila. Imagine ter que tirar um nenê de 6 kg. O corte no útero é maior."

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A Secretaria de Estado da Saúde do Piauí (SESAPI) intensifica a programação de Mutirão de Cirurgias de Catarata no segundo semestre de 2019. Nos meses de outubro e novembro estão previstas a realização de 1.150 cirurgias de catarata nos municípios de Parnaíba, Floriano e Luzilândia. Os procedimentos, realizados por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), vão beneficiar pessoas a partir dos 60 anos.

Nos dias 18 e 19 de outubro serão realizadas 400 consultas de triagem no município de Parnaíba, no Centro Integrado de Especialidades Médicas (Policlínica) em parceria com o Hospital Estadual Dirceu Arcoverde (HEDA),  contemplando os 11 municípios da Região de Saúde Planície Litorânea. De 18 a 20 de outubro serão realizadas 350 cirurgias no Hospital Estadual Gerson Castelo Branco (Luzilândia), contemplando municípios da Região de Saúde Cocais. Nos dias 22 e 23 de novembro, 400 pacientes passarão por consulta de triagem no Hospital Regional Tibério Nunes (Floriano) contemplando a Região de Saúde Piauí Itaueira.

A catarata é a perda da transparência do cristalino. A causa mais comum da doença é o processo de envelhecimento natural das células do cristalino, embora fatores como hereditariedade, traumatismo, doenças sistêmicas e congênitas, medicamentos e infecções oculares também contribuam para sua aparição.

Em geral, os primeiros sinais da doença surgem após os 60 anos. Não há nenhum método capaz de evitar ou prevenir a catarata. O único tratamento eficaz conhecido é a intervenção cirúrgica.  “A Secretaria de Saúde, através de uma determinação do governador Wellington Dias, vem priorizando  os atendimentos em regime de mutirões, devolvendo a visão, a independência e a qualidade de vida aos piauienses”, declara o secretário Florentino Neto.

Segundo ele, a  SESAPI prevê para o ano de 2020 ampliação da oferta de cirurgia de catarata em todas as Regiões de Saúde do estado. Com o serviço descentralizado a gestão facilita o acesso ao procedimento cirúrgico evitando que a população se desloque para a capital e diminuindo o tempo de espera.


Fonte: Ascom/Sesapi
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Um hábito aparentemente inofensivo pode colocar em risco a qualidade do sono. Usar o celular antes de dormir aumenta a chance de desenvolver insônia. A reportagem é do R7.

    Freepik

Uma pesquisa recente feita pelo Grupo Croma identificou que 65% dos brasileiros costumam ficar no celular à noite, quando já estão na cama. O levantamento também mostrou que 50% também checam as mensagens ao acordar. O uso do WhatsApp é o mais comum.

O neurologista Fabio Porto, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, em São Paulo, explica que precisamos de um ambiente escuro para pegar no sono.

"Existe um sistema que liga o cérebro aos olhos e manda informações sobre a luminosidade. Quando reduz a luminosidade, o organismo produz a melatonina, um hormônio que prepara o cérebro para dormir."

Porto acrescenta que usar o celular antes de dormir faz com que seja enviada uma mensagem confusa ao cérebro.

"O espectro de luz desses aparelhos está na faixa do azul, que é a luz que mais inibe a melatonina. Em pessoas que têm insônia ou que são mais sensíveis, realmente tira o sono."

Se mantido por muito tempo, esse hábito tende a piorar quadros de insônia. "Existe um processo de condicionamento no cérebro se você fica anos tendo insônia, cria um aprendizado disfuncional. A pessoa começa a achar que dormir pouco ou tomar remédio para dormir é normal."

Diversos estudos já mostram os prejuízos para pessoas que dormem pouco. No curto prazo, os problemas estão relacionados à atenção, memória e humor.

Dormir menos do que seis horas por dia também pode desencadear problemas cardiovasculares, aumentando o risco de infarto e derrame. Esses indivíduos ainda estão sujeitos a ter baixa imunidade e desenvolver estresse, segundo o neurologista.

Ele ressalta que o importante para quem deseja largar o celular é tentar reduzir o uso as poucos, diminuindo o tempo que usa o dispositivo antes de dormir.

Alguns aparelhos possuem a opção de modo noturno, que muda a tonalidade da luz da tela.

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O secretário de Estado da Saúde, Florentino Neto, reuniu-se, nesta sexta-feira (11), com a diretoria do Hospital Dirceu Arcoverde da Polícia Militar (HPM) e com o diretor do Hospital Infantil Lucídio Portella, Vinícius Nascimento, para discutir o convênio entre os dois hospitais.

A parceria será durante as obras de reforma da UTI do hospital infantil, onde as crianças que precisam da UTI pediátrica serão agora acomodadas na nova UTI do HPM. Após o fim das reformas no hospital infantil, as crianças retornarão para a unidade e a UTI do HPM passará a atender adultos e casos de alta complexidade. A reunião também contou com a presença do deputado estadual coronel Carlos Augusto.

Florentino Neto destaca que a medida é importante, pois garante as reformas necessárias no hospital infantil, ao mesmo tempo que assegura a continuidade do atendimento das crianças que precisam da UTI pediátrica. “Nós já iniciamos esse diálogo e agora as equipes técnicas do HPM e do Hospital Lucídio Portella irão se reunir para definir os termos de cooperação técnica e o protocolo de atendimento, que irão nortear o funcionamento desta nova UTI enquanto unidade pediátrica. As obras de reforma do hospital infantil já estão sendo realizadas, vários setores já passaram por essas obras e os trabalhos na UTI devem ser iniciados nos próximos dias”, disse o secretário.

Atualmente, o Hospital Infantil atende nove crianças na UTI e com a transferência para a unidade do HPM, até 10 crianças poderão ser mantidas no espaço. Após a realização da reforma na UTI pediátrica do Hospital Infantil, que devem ser finalizadas em 180 dias, a unidade contará com 20 leitos.

O deputado estadual coronel Carlos Augusto acompanhou a reunião e após a visita na UTI falou que as crianças que utilizarem a UTI do HPM durante o período de reforma no Hospital Infantil terão assistência completa. “Eu acompanho a construção dessa UTI do HPM desde seu início e posso garantir que, agora que ela está finalizada, temos aqui uma estrutura excepcional que certamente irá assegurar um tratamento de qualidade para essas crianças e para todos os outros que irão depender dessa unidade”, falou o parlamentar.

O diretor-geral do HPMPI, coronel Marques, fala que a parceria com o Hospital Infantil ajuda a realizar mais um dos objetivos da gestão atual, que era de iniciar o funcionamento da UTI para o atendimento da população. “A grande vantagem que temos aqui é o início do funcionamento da nova UTI, que a partir do momento que as reformas no Hospital Infantil forem concluídas, atuará como uma Unidade de Tratamento Intensivo adulta para alta complexidade”, destacou o coronel.

O diretor Vinícius Nascimento aponta que agora a Caixa Econômica autorizou a realização da reforma e basta apenas transferir a UTI pediátrica para o HPM para, assim, iniciarem as obras. “A reforma trará um novo perfil para a saúde do estado, pois contaremos com a abertura de uma nova UTI aqui no HPM e uma ampliação na nossa UTI pediátrica melhorando a qualidade de atendimento para todos”, disse o gestor.


Fonte: Ascom sesapi
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19 salas de vacina · 10/10/2019 - 11h14 | Última atualização em 10/10/2019 - 11h25

Confira os locais onde estão disponíveis as doses da vacina pentavalente


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Já está disponível nesta quinta-feira (10), em 19 salas, as 2400 doses da vacina pentavalente recebidas esta semana pela Fundação Municipal de Saúde (FMS). Pais e responsáveis já podem se dirigir a um desses locais e garantir a imunização das crianças contra difteria, tétano, coqueluche, meningite e outros tipos de infecções causadas pelo agente Haemophilus influenzae B e Hepatite B.

O calendário de vacinação infantil prevê a administração da vacina pentavalente aos dois, quatro e seis meses de idade. “Pedimos aos pais que não deixem de levar seus filhos para serem vacinados, pois assim eles estarão protegidos contra diversas doenças, entre elas a coqueluche, que tem alta letalidade para menores de seis meses de idade”, pede Amariles Borba, diretora de Vigilância em Saúde da FMS. Para imunização da criança, é necessário que o responsável apresente o cartão de vacinação do bebê.

A vacina estava em falta em todo o país desde a retenção por parte da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de um lote de 3,5 milhões de doses fabricadas na Índia, por não ter passado pelo controle de qualidade do órgão. Por isso, o abastecimento de estados e municípios, feito pelo Ministério da Saúde, foi temporariamente suspenso.

Salas de vacina com distribuição da pentavalante

ZONA NORTE

. Hospital da Primavera

. UBS Santa Maria Codipi

. Hospital do Buenos Aires

. Centro Integrado de Saúde Lineu Araújo

. UBS Ceci Fortes

ZONA SUDESTE

. Hospital do Dirceu

. UBS Renascença

. UBS Alto da Ressurreição

. UBS Carlos Alberto

. UBS Todos os santos

ZONA LESTE

. Hospital do Satélite

. UBS Santa Isabel

. UBS Ininga

. UBS Piçarreira

ZONA SUL

. UBS Parque Piauí

. Hospital do Promorar

. UBS Vermelha

. UBS Lourival Parente

. UBS Vila Irma Dulce


Fonte: Semcom
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Um procedimento de alta complexidade em cirurgia cardíaca foi realizado na segunda-feira (07), no Hospital Unimed Primavera (HUP), do Sistema Unimed Teresina.

Um paciente de 82 anos, já operado do coração, recebeu uma válvula cardíaca (prótese aórtica) sem passar por cirurgia “com bisturi”. A TAVI, como é conhecido o procedimento de implante de válvula aórtica por cateter, acessa o coração por meio de uma veia na perna, sem necessidade de anestesia geral e sem os cortes de uma cirurgia convencional.

O paciente recebe anestesia local, uma sedação leve e permanece acordado durante toda a intervenção. O conceito atual para os médicos é minimalista, ou seja, uma cirurgia minimamente invasiva.

    Foto: Ascom/Unimed Teresina

O médico cardiologista que coordenou o procedimento junto à equipe, Paulo Márcio Sousa Nunes, responsável técnico pelo setor de Hemodinâmica do HUP, explica que esse procedimento ganha aceitação no mundo inteiro, porque pode ser realizado em pacientes que não teriam condições de passar por cirurgia convencional, como pacientes idosos ou aqueles com muitas doenças crônicas.

“Poucos hospitais no Brasil estão prontos, habilitados e fazendo esse tipo de intervenção. E hoje, o hospital da Unimed passa a fazer parte deste grupo seleto de instituições diferenciadas que apresentam, no seu portfólio de procedimentos, esta intervenção” – comemorou.

Segundo Nunes, o procedimento foi um sucesso, o paciente está em acompanhamento pós-operatório e passa bem. 


Fonte: Com informações da Ascom
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Crianças de 6 meses a 5 anos · 04/10/2019 - 09h33

Campanha de vacinação contra o sarampo começa segunda-feira, 7


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Na próxima segunda-feira (07), se inicia em todo país a Campanha Nacional de Vacinação contra a o Sarampo. Em Teresina, todas as salas de vacina das Unidades Básicas de Saúde (UBS) e hospitais estarão disponíveis para atualizar a caderneta de crianças entre seis meses e menores de cinco anos (quatro anos, 11 meses e 29 dias), público-alvo desta etapa da campanha.

    Foto: Agência Brasil

A Campanha, que acontece até o dia 26 de outubro (que também será o dia D) é uma intensificação para interromper a circulação do vírus do sarampo no País e será realizada de forma seletiva, ocorrendo em duas fases. “Esta primeira etapa, vacinaremos todas as crianças na faixa etária que não tenham duas doses da vacina na sua caderneta de vacinação”, informa Amariles Borba, diretora de Vigilância em Saúde da Fundação Municipal de Saúde (FMS). Já a segunda etapa contempla os adultos de 20 a 29 anos e será realizada no mês de novembro.

Estes dois públicos foram priorizados para a participação nessa estratégia considerando que estão entre os mais acometidos e com maior incidência da doença nos surtos registrados em 2019. Ainda, especialmente as crianças menores de cinco anos de idade, estão na faixa etária com maior número de internações e apresentam maior risco de desenvolver complicações, tais como cegueira, encefalite, diarreia grave, infecções no ouvido, pneumonias e óbitos pelo sarampo. “Pedimos a todos os pais com crianças que estejam atentos à imunização de seus filhos, pois o sarampo é uma doença grave que não tem medicamento e só tem uma forma de ser protegido, que é vacinando”, alerta Amariles Borba.

O sarampo é uma doença viral aguda, altamente contagiosa e que pode levar a complicações graves e óbito. “A pessoa pode apresentar febre, tosse, irritação nos olhos, nariz escorrendo ou entupido e mal estar. Em torno de 3 a 5 dias, outros sintomas podem aparecer, como manchas vermelhas no corpo”, informa a diretora. “A sua transmissão ocorre quando o doente tosse, fala, espirra ou respira próximo a outras pessoas”, esclarece ela.


Fonte: AsCom/FMS
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Lançamento de Plano Estadual · 02/10/2019 - 13h10 | Última atualização em 02/10/2019 - 13h51

Vigilância Sanitária lança Programa de Prevenção e Controle de Iras


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A Diretoria de Vigilância Sanitária do Estado (Divisa) lançou, nessa terça-feira (01/10), o Plano Estadual de Segurança do Paciente e o Programa Estadual de Prevenção e Controle de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde. O lançamento ocorreu durante o IV Encontro Piauiense de Vigilância Sanitária e a IV Jornada Piauiense em Saúde do Trabalhador, com a presença do secretário de Estado da Saúde, Florentino Neto.

Esses instrumentos são parte do Plano de Governo para o desenvolvimento da Saúde no Estado, que permite avançar em políticas e programas de saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), assim como, fortalecer a intersetorialidade, por meio da articulação de saberes e experiências relativas à gestão com foco na promoção, prevenção e proteção da saúde.

O PESP/PI e o PEPCiras/PI encontram-se em conformidade com o planejamento estratégico, estando alinhados ao Plano Plurianual (PPA) desenhado para os anos de 2020 a 2023.

O Piauí é o 4º estado brasileiro a realizar a construção de um Plano Estadual de Segurança do Paciente e, com isso, avança nas ações de melhoria da qualidade da assistência à saúde.

A  segurança do paciente vem sendo trabalhada no Estado desde 2013, ano de lançamento do Programa Nacional de Segurança do Paciente, que torna obrigatória para todos os estabelecimentos de saúde a implantação de um núcleo de segurança do paciente. Nesse percurso, muitos avanços já foram alcançados, no que diz respeito à materialização das diretrizes trazidas por esses documentos legais no cotidiano organizacional dos serviços de saúde.

O Piauí é um dos poucos estados brasileiros que conseguiu alcançar 100% de adesão ao processo de autoavaliação das práticas de segurança do paciente, realizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), aplicada aos hospitais com leitos de terapia intensiva, ficando atualmente em 6º lugar no ranking nacional.

"Esse é um resultado de grande relevância para o Estado para a realização de monitoramento e motivação das ações de segurança do paciente, desenvolvidas pelos estabelecimentos assistenciais de saúde", ressaltou a diretora da Divisa, Tatiana Chaves.


Fonte: Governo do Piauí
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