Primo desconhecia ameaças · 09/09/2021 - 22h35

Vídeo: cantor morto a tiros ao sair de festa tinha realizado sonho de gravar CD


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O cantor de forró Romário de Jesus, de 27 anos, que morreu após ser alvo de tiros em Manaus, na madrugada desta quinta-feira (09/09), tinha realizado sonho de ter gravado o primeiro CD. As informações são do G1 PA.

Davi de Sousa, primo do cantor, Sousa falou sobre a carreira e os sonhos que o artista estava realizando.

    Reprodução

Conhecido no meio artístico como “Romarinho - O Bruxo do Amazonas”, ele já tinha alcançado 2 milhões de visualizações no YouTube e havia lançado um álbum chamado “Di Respeito”. Nas redes sociais ele contava com mais de 100 mil seguidores.

De acordo com o primo do cantor, o artista deixa um filho de 2 anos e a esposa. 

“Ele sempre foi uma pessoa boa, que gostava de trabalhar e vivia pra isso. Ele sempre teve o sonho de viver da música e estava conseguindo. A gente lamenta muito, pela família, pelos fãs, seguidores. Acredito que as pessoas que viam o sucesso dele sentiam inveja”, comenta Sousa.

O primo ainda conta que, com o dinheiro que Romário conseguiu com a música, ele ajudava a família que morava no interior.

“No dia a dia, ele era tranquilo, era um cara familiar, amigo e ajudava as outras pessoas da família que moram do outro lado do rio. Ele era sempre prestativo e não se metia em briga”, relembra.

Sobre possíveis motivos para o crime, o primo de Romarinho fala que desconhece que ele estivesse recebendo ameaças.

O Crime

Romário de Jesus morreu após ser baleado com cinco tiros, após sair de uma casa de show, onde comemorava seu aniversário, na avenida do Turismo, no bairro Tarumã.

Segundo a polícia, criminosos que estavam em outro veículo teriam se aproximado e atirado no carro em que estava o cantor e outro homem, de 24 anos. Esse homem foi ferido com um tiro de raspão na cabeça e já recebeu alta.

O cantor chegou a ser socorrido e encaminhado ao Hospital e Pronto-Socorro 28 de Agosto, mas morreu na unidade hospitalar.

O caso será investigado pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS).

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