Vítima tem 16 anos · 11/01/2019 - 11h23 | Última atualização em 11/01/2019 - 14h56

"Tenho dinheiro e advogado', diz uma das suspeitas de participar de tortura contra menor


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A Polícia Civil teve acesso a prints de conversas pelo WhatsApp, em que as suspeitas conversam, após a sessão de tortura a uma menina de 16 anos na região sul de Campo Grande (MS). Em um dos trechos, a adolescente de 17 anos comenta que a vítima era para estar morta.

    Foto: Reprodução/TV Morena

Em seguida, uma amiga dela pergunta se ela foi para a Unidade Educacional de Internação (Unei), local onde são encaminhados adolescentes que praticam atos infracionais. E a suspeita responde que "somente assinou papéis".

Segundo matéria do G1, de acordo com a irmã da vítima, o caso ocorreu no início desta semana e ela ficou sabendo após receber prints das agressões, de um grupo no WhatsApp chamado "As bandidas".

    Foto: Reprodução/TV Morena

Já em entrevista à TV Morena a vítima comentou parte dos momentos de terror que passou ao lado das suspeitas.

Além de ser agredida com socos e pontapés por 2h30, ela teve o corpo riscado por faca e foi obrigada a ligar para ex, dizendo que não queria mais nada com ele, ainda conforme a polícia.


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