Família está consternada · 25/11/2018 - 20h47

Sepultamento do estudante Rayron Holanda será nesta segunda, em Elesbão Veloso


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O sepultamento do corpo do estudante Rayron Holanda está previsto para acontecer na tarde desta segunda-feira (25/11) na cidade de Elesbão Veloso, onde o corpo chegou no início da noite de hoje para ser velado na casa do pai do jovem, assassinado nas primeiras horas da manhã ao ser vítima de um assalto, na avenida Miguel Rosa, zona Sul de Teresina.

Foto: Cícero Loiola/Elesbão News

Na vizinhança de Raimundo Holanda, pai de Rayron, o clima é de consternação. Do lado de fora da casa, muitos amigos aguardavam para dar o último adeus ao rapaz de 22 anos, estudante de Medicina, que morreu com um tiro no peito.

Foto: Cícero Loiola/Elesbão News

Suspeito é apreendido

O adolescente de 15 anos, suspeito de matar Rayron, foi preso ainda na manhã de hoje. Ele tentou se esconder da polícia no telhado de casa, mas foi localizado pela equipe o 6º Distrito Policial. O investigador  Joatan Gonçalves, relatou à imprensa que durante o deslocamento até a delegacia, quando passaram pelo local onde ocorreu o crime, o próprio suspeito chegou a apontar para a polícia, relatando ainda como ocorreu a morte do estudante.

"A gente estava interrogando para saber do paradeiro para saber dos outros envolvidos, encontrar a arma do crime e a motocicleta usada na fuga, a gente passou ali próximo do local onde ocorreu o homicídio e ele ainda disse, 'ó, foi bem aqui e ele saiu cambaleando e caiu um pouquinho mais na frente'. Ou seja, essas leis em relação aos menores, elas têm que ser modificadas o mais rápido possível", desabafa o investigador, que participou da operação que culminou na apreensão do menor, cuja identidade não pode ser revelada por força do Estatuto da Criança e do Adolescente.

A casa onde o menor foi apreendido fica bem próximo de onde Rayron foi morto. Para fugir da polícia, ele tentou se esconder no telhado. "É astuto, a gente já sabe as manhas dele, ele tinha se escondido em cima do teto e a Homicídios não conseguiu encontrar ele, mas eu já sabia, tinha feito a prisão [apreensão] dele em outros momentos, sabia que ele estava em cima do teto, dei o bote certo", contou ao 180 o capitão Sousa Marques, da Força Tática. 

 


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