Na Avenida Miguel Rosa · 25/11/2018 - 09h39 | Última atualização em 25/11/2018 - 11h38

Estudante de Medicina é assassinado durante assalto em estação de ônibus


Compartilhar Tweet 1



No início da manhã deste domingo (25/11) o estudante do curso de Medicina da Universidade Federal do Piauí, identificado como Antônio Rayron, foi assassinado durante assalto na Avenida Miguel Rosa, zona Sul de Teresina.

O fato aconteceu em uma das estações de passageiros, próximo ao cruzamento com a Avenida Valter Alencar. A vítima teria reagido e acabou levando um tiro no peito.

Policiais da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) estiveram no local para realizar a perícia. O suspeito de cometer o crime estava a pé e agiu sozinho. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) ainda chegou a ser acionado, mas ao chegar no local, constatou que o jovem já estava sem vida.

    Imagem: Reprodução/WhatsApp

A polícia agora vai tentar verificar se imagens de câmeras de segurança de estabelecimentos próximos ao local do crime conseguiram capturar alguma imagem que possa ajudar a identificar o autor do disparo.

    Imagem: Reprodução/Facebook

O corpo da vítima ainda se encontra no Instituto Médico Legal. Familiares estão vindo da cidade de Elesbão Veloso, distante 135 km da capital Teresina, para providenciar a liberação. Velório e enterro deve acontecer na cidade natal.

Este fim de semana na capital pode ser considerado como um dos mais violentos do ano, já que no sábado foram registrados mais três assassinatos.

APROVAÇÃO NO VESTIBULAR
Aprovado em medicina no ano de 2015 com nota 785,86, Rayron Holanda estudava 15 horas por dia para realizar o sonho de ser médico. Ele teve que se mudar para Teresina, onde teve um reforço melhor de preparação para o Enem.

"A sensação de ver meu nome na lista dos aprovados foi uma das melhores sensações da vida", disse o jovem na época.

Em entrevista ao Jornal O Dia, em 2015, o jovem disse que quando se mudou para a capital, sentiu uma diferença na dinâmica do dia-a-dia. "Quando me mudei, há três anos, senti uma grande diferença na dinâmica do dia-a-dia do colégio e da cidade, mas fui me acostumando", contou.


Comentários