Caso está sendo investigado · 19/05/2022 - 10h00

DHPP ouve vizinhos sobre caso de filha de jornalista assassinada: “gritos de socorro”


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O Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) colheu depoimentos de duas testemunhas nesta quarta-feira (18/05), no caso da morte da filha do jornalista Marcelo Rocha, Tainah Luz Brasil Rocha, de 26 anos, esfaqueada durante uma briga em uma residência no bairro Mocambinho, no último domingo (15/05).

As intimadas seriam vizinhas da casa onde ocorreu o crime. Elas estiveram no fim da manhã de quarta-feira (18/05) prestando depoimento. As testemunhas relataram que escutaram muitos pedidos e gritos de socorro por volta das 3 horas da manhã.

“A gente escutou muitos gritos de pedidos de socorro às 3 horas da manhã. A gente ficou muito assustado e achou que fosse até outra coisa; uma mulher na rua pedindo ajuda e tudo por outro motivo. A gente chamou a polícia e só decidiu sair quando escutou que a pessoa estava perdendo muito sangue e que iria morrer. A gente decidiu abrir o portão e sair”, relatou uma das testemunhas para a reportagem da TV Meio Norte

O jornalista Marcelo Rocha, pai de Tainah Luz, disse que a filha morava em Curitiba (PR) há quase 5 anos, estava em Teresina há 20 dias e visitava amigos. “Eu acredito que a polícia vai fazer um trabalho de investigação, sério, como sempre a polícia trabalhou e esses depoimentos de vizinhos, que são duas moças, hoje estão aí dando declaração porque elas foram as primeiras pessoas a socorrerem”, disse o comunicador. 

O irmão da vítima, Vinícius Luz Brasil Rocha, disse que Tainah Luz foi morta com 13 facadas, sendo a primeira nas costas e demais por vários locais do corpo. Ela foi velada e enterrada na manhã de ontem no cemitério São Judas Tadeu, na zona Leste.

“No prontuário tem a localização: atingiu o primeiro nas costas e em vários locais. A expectativa que tenho do depoimento delas obviamente é a questão de defesa, só que o que mostra e o que consta é que eu perdi a minha irmã e a gente ainda fica daquela forma travado e esperar por justiça”, desabafa o irmão. 

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