Fortes chuvas · 06/04/2020 - 16h05 | Última atualização em 06/04/2020 - 16h30

Famílias afetadas após enxurrada no Parque Rodoviário recebem assistência da Prefeitura


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A tragédia que atingiu o Parque Rodoviário, na zona Sul de Teresina, fez um ano no último sábado (05/04). Em decorrência das fortes chuvas, uma lagoa se formou e transbordou, rompendo uma parede de contenção e causando uma enxurrada. A Prefeitura de Teresina esteve presente no local imediatamente após o ocorrido, prestando toda a assistência necessárias as famílias e atuando na redução de danos. O trabalho pela garantia da dignidade dos afetados continua até hoje.

“Nós, enquanto Prefeitura, estávamos lá, recuperando a comunidade e gerando esperança de vida renovada –seja pelo aluguel social, pelo Cidade Solidária, seja pela reconstrução de residências, pelo planejamento habitacional, ou ainda simplesmente pelo apoio dado ao pelotão mirim daquela comunidade”, relembra o secretario da Semcaspi, Samuel Silveira. “Hoje, após esse um ano, nós entendemos que a vida segue. Segue com um povo com mais sorrisos, mas ainda com desafios a serem vencidos. Um ano se passou, mas o trabalho ainda continua”, acrescentou.

A Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi) esteve presente através de equipes de todos os seus setores identificando as demandas das famílias e realizando o encaminhamento para os programas socioassistenciais e, principalmente, para o Cidade Solidária, programa de acolhimento. A ação pode ser realizada por meio de outra família, que recebe auxílio financeiro que possibilite a iniciativa solidária, ou através de aluguel, custeado por uma bolsa de R$300. Segundo os dados divulgados pela Semcaspi, 53 famílias seguem atendidas por esse serviço.

“Além de estarem inseridas no Cidade Solidária, essas famílias recebem mensalmente cestas básicas. A entrega acontece no CRAS Sul IV. Também realizamos, periodicamente, visitas domiciliares a esses grupos familiares e todos também estão inseridos no Cadastro único do Governo Federal. Foi uma demanda que percebemos, através da equipe técnica do CRAS, formada por assistentes sociais e psicólogas”, explica Núbia Xavier, que atua na unidade.

 


Fonte: Agência Brasil

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