Política

Durante críticas à Lava Jato · 04/08/2019 - 12h55 | Última atualização em 04/08/2019 - 13h03

Em artigo, advogado Kakay chama presidente Jair Bolsonaro de "demente"

"Esse presidente demente que hoje está exposto ao ridículo e expondo ao ridículo o Brasil frente aos fóruns internacionais", tasca


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Por Rômulo Rocha - Do Blog Bastidores

 

 

_Advogado Kakay (Foto: 180graus)
_Advogado Kakay (Foto: 180graus) 

O advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, tachou o presidente da República Jair Bolsonaro de "demente", "que está exposto ao ridículo" e está "expondo ao ridículo o Brasil frente aos fóruns internacionais". 

As manifestações ocorreram em artigo publicado na página de opinião do Portal UOL. Kakay fazia duras críticas à Lava Jato e ao tratar do suposto projeto político do então juiz da operação em Curitiba (PR), Sérgio Moro, declinou o que para ele é o benefício obtido por Bolsonaro nas eleições de 2018 com a prisão de Lula.

"Nós sabemos que isso [Lava Jato] era fruto de um projeto político. Basta ver que o verdadeiro chefe da força-tarefa, aquele que coordenava o senhor Deltan [Dallagnol], o ex-juiz Sergio Moro, hoje é ministro do governo que ele ajudou a eleger, que foi, na verdade, o principal cabo eleitoral ao decretar a prisão do principal opositor a esse presidente demente que hoje está exposto ao ridículo e expondo ao ridículo o Brasil frente aos fóruns internacionais", escreveu.

Em outra passagem do seu duro artigo, Kakay chega a afirmar que a imprensa nacional é usada pela Força Tarefa da Lava Jato para pressionar o poder judiciário a tomar decisões contra os investigados. 

"Nós, que somos críticos dos excessos, que são postos em petições com arrogância nessas operações, complementadas com as coletivas de imprensa, nas quais, sem a menor sombra de dúvida, a mídia nacional é usada, não só para expor e fragilizar o cidadão que está sendo investigado visando a uma delação futura mas também para pressionar o Judiciário para que todas as medidas coercitivas sejam deferidas, da mesma forma para tornar heróis esses então semideuses que coordenavam o Poder Judiciário e o Ministério Público Nacional", sustentou.

LEIA A ÍNTEGRA DO ARTIGO NO SITE DO UOL


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