Prisão em flagrante -

Polícia indicia três torcedores por briga em metrô após São Paulo x Vasco

A Polícia Civil indiciou três torcedores pelo tumulto que fechou a estação Pinheiros por alguns minutos, na zona oeste de São Paulo, após a vitória do Tricolor do Morumbi por 4 a 2 contra o Vasco, no sábado (20), pela 7ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Em nota enviada ao UOL, a Secretaria de Segurança Pública informou que três homens de 24, 29 e 33 anos foram presos em flagrante por incitação de violência no trajeto de evento esportivo, perigo de desastre ferroviário e tentativa de lesão corporal. Um dos detidos já era conhecido por envolvimento com brigas entre torcedores.

Foto: Reprodução/redes sociaisBriga de torcedores
Briga de torcedores

Após o final da partida realizada no Morumbi, as torcidas organizadas estavam sendo escoltadas no trajeto de retorno pela Tropa de Choque da Polícia Militar e pelos agentes da concessionária que administra as linhas 8 e 9, da CPTM. 

O ônibus com a torcida do Vasco, que estava sendo escoltado pela PM, teria tido uma falha mecânica e parado na Marginal Pinheiros, onde foi visto pelos são-paulinos que estavam na Estação Pinheiros. Os torcedores do Vasco foram contidos pela Polícia Militar rapidamente e o ônibus prosseguiu o trajeto.

Os são paulinos tentaram agredir os adversários e na sequência passaram a incitar a violência contra os funcionários da estação, atirando pedras, rojões, bombas e divisores de fluxo de passageiros. Por causa do tumulto, houve uma interrupção na circulação dos trens durante aproximadamente 40 minutos.

Ninguém teve ferimentos graves e os três suspeitos foram detidos pelos agentes da concessionária e conduzidos para o 14º DP (Pinheiros).

"Nós vamos responsabilizá-los não só pela briga, pela provocação de tumulto, mas também por associação criminosa, por eles estarem reunidos para praticar esse tipo de crime, se a gente tiver a comprovação de que isso foi realmente premeditado e combinado entre as torcidas", disse delegado Cesar Saad em entrevista coletiva.
 

Fonte: FOLHAPRESS

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