Dia 5 vai ter greve · 27/11/2017 - 19h45 | Última atualização em 27/11/2017 - 21h20

Contra reforma da Previdência, trabalhadores se articulam e questionam INSS


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A mobilização social para evitar os prejuízos que a reforma da Previdência, proposta por Temer, trará aos brasileiros, foi o foco de reunião do deputado Assis Carvalho e representantes do SINTSPREVS – Sindicato dos Trabalhadores Federais em Saúde e Previdência Social no Piauí.

Participaram da reunião, que aconteceu, em Teresina, na sexta-feira (24), Teófilo Cavalcante e Antonio Machado.

A PEC 287/16, que desmonta a Previdência pública, está prevista para entrar em votação no dia 6 de dezembro, na Câmara dos Deputados.  E o governo está investindo alto em propaganda e negociando espaços no governo em troca de apoios para aprovar a reforma que vai prejudicar os trabalhadores.

A CUT e demais centrais – Força Sindical, UGT, CTB, Nova Central, CSB, Intersindical, CGTB e CSP-Conlutas – decidiram realizar, no dia 5 de dezembro, uma Greve Nacional em Defesa da Previdência e dos Direitos. O SINTSPREVS promete fechar todas as agencias no INSS em Teresina e no Piaui.

Outra preocupação do Sindicato é com a gestão do INSS no Piaui. Segundo seus dirigentes os serviços do Instituto estão dificultando sobremaneira a vida dos usuários. “O auxilio-doença agendado hoje, só e marcado para o final de janeiro e algumas agencias já estão marcando para fevereiro. É um absurdo!”, diz Antonio Machado, o presidente.

                       Mudanças na terceirização e questões a responder 

Outro problema ocorrido recentemente diz respeito aos terceirizados da instituição. “Houve uma nova licitação, contrataram uma empresa e o quadro de terceirizados foi todo renovado. Os antigos trabalhadores terceirizados foram comunicados tardiamente do afastamento e ao chegarem ao INSS foram impedidos, por alguns instantes. de entrar no prédio. Algo constrangedor.” – revelou o presidente do Sindicato.

A licitação que contratou os novos terceirizados esta e juízo, questionada que foi por empresas que obtiveram melhor colocação mas que mesmo assim foram desclassificadas. “Quais os critérios para esta desclassificação?” - questionou Antonio Machado.

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