Nordeste teve o maior crescimento -

Piauí abre 831 novas vagas formais de trabalho em agosto

O Piauí registrou, em agosto, a abertura de 831 novas vagas formais de trabalho e colaborou para que a Região Nordeste fechasse o mês com um saldo positivo de 66.009 novos empregos, destacando-se no cenário nacional.

Do ponto de vista regional, com mais de 66 mil vagas geradas, oNordeste notabilizou-se como o grande destaque de agosto, tendo apresentado um crescimento de quase um por cento (0,96%) da força de trabalho, o maior crescimento relativo entre as cinco regiões brasileiras.

Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (29.09) pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), criado como registro permanente de admissões e dispensa de empregados sob o regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Com as vagas criadas em agosto, o Piauíchegou a um estoque formal de trabalho de 314.233 postos. O setor do comércio foi o que mais gerou empregos no estado no oitavo mês do ano, tendo aberto 427 novos postos.

A Bahia lidera a lista de abertura de novas vagas no Nordeste, com 17.416empregos. O estado é seguido por Pernambuco (15.119), Ceará (8.713), Rio Grande do Norte (6.338), Paraíba(5.913), Maranhão (5.472),Alagoas (4.335) e Sergipe (1.872).

Em números absolutos, a Região Sudeste foi a que mais gerou empregosem agosto, com 137.759 novas vagas. A Região Nordeste aparece em segundo lugar e, na sequência, estão o Sul (35.032), o Centro-Oeste (21.515) e a Região Norte (18.171).

Entre os estados, São Paulo lidera lista, tendo registrado 74.973 novos postos. Além da Bahia e Pernambuco, quatro unidades da Federaçãofecharam o mês de agosto tendo criado mais de dez mil novos empregos: Rio de Janeiro (30.838), Minas Gerais (27.381), Paraná (15.118) e Santa Catarina (10.223).

Recorde absoluto
Com a geração de 278.639 novos postos, o país superou a marca de 42,53 milhões de empregos formais, o maior número já registrado no Novo Caged.Apenas entre janeiro e agosto deste ano, o saldo de empregos gerados ultrapassa a marca de 1,85 milhão (1.853.298). Se forem considerados os últimos 12 meses, o total de novos postos formais abertos chega a mais de 2,45 milhões (2.455.662).

Os dados de agosto demonstram, ainda, que somente no intervalo de julho de 2020 a agosto de 2022 – considerado o período de retomada do emprego formal –, o país registrou um saldo positivo de mais de 5,83 milhões de postos de trabalho.

O Caged serve como base para a elaboração de estudos, pesquisas, projetos e programas ligados ao mercado de trabalho e, desta forma, subsidia a tomada de decisões para ações governamentais. Segundo os dados, todas as 27 unidades da Federação registraram em agosto um saldo positivo na geração de empregos.

Setores da economia

O Novo Caged de agosto mostra, ainda, que a geração de empregos no país se deu em todos os cinco setores monitorados. O setor de serviços liderou mais uma vez, tendo criado 141.113 postos, um crescimento de mais de 59 mil novos empregos em comparação aos dados de julho. Na sequência, aparecem os setores da Indústria (52.760 postos), Comércio (41.886), Construção Civil (35.156) e Agropecuária (7.724).

Considerando todos os oito primeiros meses deste ano, o setor da construção civil tem o desempenho mais destacado, com um crescimento de mais de dez por cento (10,89%) no estoque de empregos formais. Todos os demais setores têm saldo positivo no acumulado do ano, com os serviços chegando a mais de um milhão de vagas geradas (1.027.288) geradas em 2022 e a indústria tendo aberto 319.379 novas vagas.

É importante ressaltar que pelo terceiro mês seguido o salário médio real de admissão apresentou crescimento, fruto do aquecimento do mercado de trabalho e do sucesso das políticas de controle da inflação.

Fonte: Secretaria Especial de Comunicação Social - Governo Federal

Comentários