Homens são investigados · 03/09/2020 - 10h08 | Última atualização em 03/09/2020 - 10h15

Inquérito apura degradação ambiental em área de preservação às margens de rio no Piauí


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    Foto: Visão Piauí

O Ministério Público do Piauí, através da promotoria de justiça de Barras apura a degradação ambiental em Área de Preservação Permanente-APP das margens do rio Longá e os efeitos negativos ao meio ambiente, além averiguar a melhor forma de recomposição da área atingida pelos investigados Gerson Costas Freitas e Jucélio de Carvalho Borges.

O relatório do Batalhão de Policiamento Ambiental da Polícia Militar do Estado do Piauí identificou no primeiro local vistoriado estar havendo a supressão da vegetação nativa praticada por Jucélio de Carvalho Borges (que se apresentou como responsável pelo local, pois, segundo ele, a área seria de propriedade do seu falecido pai), sendo que o local fica fora da área de preservação permanente (APP), porém, o desmate se deu sem a autorização do órgão competente.

A mesma equipe de policiais militares ao realizar vistoria no segundo local, em área de preservação permanente as margens do rio Longá nas proximidades do assentamento Passa Tudo, localizou pontos de extração de pedras paralelepípedo sem a devida permissão, licença ou autorização do órgão competente, com a identificação de Gonçalo Pereira Lira como responsável pelo ato ilegal, que, por
sua vez, indicou Gerson Costas Freitas como proprietário do local e responsável.

O promotor Glécio Paulino Setúbal da Cunha e Silva determinou uma série de diligências para apuração do caso e a expedição de notificação aos investigados, Gerson Costas Freitas e Jucélio de Carvalho Borges, para que, caso queiram, apresentem contrariedade aos argumentos lançados.


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