Para prestar apoio logístico · 26/02/2021 - 17h41

Grupo Meio Norte adere ao movimento Unidos pela Vacina no Piauí


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À frente da articulação entre a iniciativa “Unidos pela Vacina” e os governos municipais do Piauí, Lívia Guimarães, diretora do Grupo Meio Norte de Comunicação (GMNC), aderiu ao movimento, que trabalha no intuito de  acelerar o processo de vacinação no país.  A empresária enviou uma carta às secretarias da Saúde piauienses, bem como para os respectivos prefeitos, com informações a respeito do movimento que objetiva a vacinação contra a COVID-19 de todos brasileiros até setembro deste ano. 

Lívia Guimarães, diretora do Grupo Meio Norte de Comunicação
Lívia Guimarães, diretora do Grupo Meio Norte de Comunicação     Meio Norte

Ciente do papel fundamental do jornalismo no esclarecimento, conscientização, importância e estímulo à vacinação contra o novo coronavírus, a diretora do GMNC se reuniu com o secretário estadual da Saúde do Piauí, Florentino Neto, onde foi firmada uma parceria e enviada à mensagem para todas as prefeituras e secretarias de saúde. 

Na próxima segunda-feira (1º), será validado o acordo com cada um dos 224 municípios. Como primeira ação regionalizada, a carta coloca o movimento à disposição das autoridades e solicita que os representantes municipais respondam uma pesquisa que busca descobrir as principais necessidades das cidades piauienses com relação ao processo de imunização.

“Seremos o braço do movimento aqui no Piauí. Iniciamos agora o trabalho junto às prefeituras, através das secretarias de saúde. O preenchimento do formulário que eles terão acesso é o primeiro passo para o diagnóstico das necessidades. Temos 224 municípios, se conseguirmos responder com a maior urgência possível, ajudaremos a colocar o Piauí como um dos primeiros estados a ser mapeado. É extremamente importante para que o projeto tenha sucesso, o engajamento das prefeituras através das secretarias municipais fornecendo informações precisas e individuais de suas necessidades”, esclarece.

Nacionalmente, o movimento é liderado pela presidente do conselho gestor do Magazine Luiza e presidente do Grupo Mulheres do Brasil, a empresária Luiza Trajano, que afirmou que o foco da iniciativa é prestar apoio logístico aos governos, mas que não assumirá a frente da compra de vacinas. As ações, portanto, serão concentradas na compra de insumos e no apoio prático à vacinação com o objetivo de ajudar e acelerar na vacinação de todos os brasileiros até setembro de 2021.  

“Esse é um movimento de cidadania. Muitos empresários de diversos setores de todo o Brasil estão envolvidos nesse projeto que é dirigido por Luiza Helena Trajano. Empresas aéreas que fazem a atual logística das vacinas já aderiram, bem como fabricas de geladeiras para armazenamento das vacinas, empresas que produzem os EPIs, enfim, praticamente toda a cadeia de ajuda à vacinação. Brasileiros dispostos a ajudar o Brasil”, detalhou Lívia Guimarães.

A mobilização é apartidária e pretende contribuir em diversas frentes de trabalho que farão interfaces com o governo federal, com os Estados, secretarias de saúde, municípios e meios de comunicação. O objetivo é que não haja entraves para que a vacinação chegue o mais rápido possível a todos os cantos do Brasil.

Dentre as marcas que já manifestaram apoia a ação, estão a Volkswagen, a Electrolux, a Gol, a Pague Menos, a Suzano, e a Duratex. Entidades de menor porte, micro e pequenas empresas setorizadas regionalmente também estão buscando manifestar apoio. O movimento conta ainda com parceria da Associação Nacional de Jornais (ANJ), que fará  uma ação conjunta em apoio ao esclarecimento, de apoio a vacinação, de conscientização da população sobre a importância de se vacinar e combater a desinformação e notícias falsas sobre as vacinas contra a Covid-19.

Como funciona o movimento

O movimento fará reuniões semanais com a Casa Civil e o Ministério da Saúde, órgãos do governo federal. Depois, o grupo identificará as necessidades de cada estado, por meio de conversas com as secretarias estaduais de saúde. 

A partir daí, o movimento irá realizar levantamentos para identificar as dificuldades específicas de cada cidade no combate à pandemia. Tendo todos os problemas mapeados, uma equipe irá monitorar cada um deles, como falta de insumos para a produção das vacinas, escassez de materiais como agulhas e seringas, logística e armazenamento.


Fonte: Meio Norte

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