Bandeira tarifaria · 23/06/2022 - 10h36

Conta de energia elétrica poderá ficar mais cara no mês de julho


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Notícia da Manhã - Atualmente a conta de energia elétrica está na chamada a bandeira Verde, sem o valor adicional por aumento no custo da geração. Mas nesta próxima sexta-feira (24/06), a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), deve anunciar qual será a bandeira tarifária do mês de Julho e também qual o reajuste para o período.

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A ANEEL já divulgou esta semana os percentuais de aumento da bandeiras tarifárias. O sistema funciona com reajustes no intervalo de um ano, então vale sempre de julho de um ano até Junho do ano seguinte.

Os novos valores devem entrar em vigor a partir do próximo mês e ficam esse percentuais definidos até Junho de 2023.

Há hoje quatro bandeiras tarifárias no sistema de energia elétrica no Brasil, a verde sobre a qual não incide nenhum custo; a amarela que tem um percentual de aumento; a bandeira vermelha 1, com reajuste ainda maior, e por fim a bandeira vermelha 2, que é a mais cara de todas.

Confira quais são os valores sobre cada uma delas e qual quanto que deve ser o percentual de reajuste que vai entrar em vigor:

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Sobre a bandeira verde, não irá incidir nenhum custo, portanto o valor é zero de aumento na conta de energia elétrica e deve permanecer assim até Junho de 2023.

Se foi definida a bandeira amarela, será aplicada o valor de reajuste, onde vai passar de R$ 1,87 para r$ 2,98. Lembrando que esse valor é sobre o consumo de 100 quilowatts-hora, então a cada vez que você aumenta o consumo esse valor também pode aumentar. O percentual de reajuste é de 59,49%.

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Na bandeira vermelha 1, que é considerada uma situação desfavorável, hoje o valor dessa tarifa é de R$ 3,97 para cada 100 quilowatts-hora consumidos, vai passar para R$ 6,50, aumento de 63,68%.

Na bandeira vermelha 2, considerada muito desfavorável, hoje o preço é de R$ 9,49, vai saltar para R$ 9,79, um reajuste menor de 3,19%, mas vale lembrar que essa foi a bandeira tarifária que sofreu o maior reajuste da no último ano.

A aplicação da bandeiras tarifárias, segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica, é de acordo com a escassez hídrica, ou seja, falta de água nos reservatórios que geram a energia elétrica no Brasil.

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