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O ala Arthur foi o autor do gol que abriu caminho para o triunfo do Brasil por 4 a 3 sobre a Sérvia, nesta segunda-feira (06/09), no terceiro triunfo consecutivo da Canarinho na preparação para a Copa do Mundo de Futsal. Mesmo sendo um dos destaques da partida, o jogador fez questão de ressaltar o espírito de coletividade que paira sobre a Seleção durante os preparativos na Polônia.

    Créditos: Douglas Pingituro/CBF

"Fico feliz pelo gol. Mas tenho que agradecer meus companheiros também. Em uma bola rápida ali de lateral a gente teve a oportunidade de bater rápido e executar o gol", disse o camisa 12, antes de completar:

"Acho que o coletivo prevalece quando sai um gol assim. Fico muito feliz de fazer o gol, mas sem meus companheiros eu não conseguiria naquele momento. Tivemos inteligência para abrir o espaço. O Lé fez uma boa leitura de chutar a bola no segundo pau e eu, bem colocado, consegui concluir em gol".

Antes da estreia da Canarinho na Copa do Mundo de Futsal, que será dia 13 de setembro, contra o Vietnã, Arthur projetou os próximos passos da preparação. De acordo com ele, a equipe vem a cada dia mais conseguindo absorver a filosofia de jogo do técnico Marquinhos Xavier.

"É um dia de cada vez. Hoje foi um teste muito legal, colocou em prova muitas coisas: nível de atenção e parte tática. Mas a gente vai se preparar bastante. Ouvir a análise do Marquinhos e seguir evoluindo para chegar no próximo jogo e executar tudo o que o professor pede", destacou o jogador.   

A Seleção Brasileira de Futsal volta à quadra na próxima quarta-feira (8), novamente contra a Sérvia, no último amistoso antes da Copa do Mundo. A estreia da Canarinho na competição está marcada para o dia 13 de setembro, contra o Vietnã.


Fonte: CBF
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E não jogará contra o Peru · 07/09/2021 - 10h54

Marquinhos está desconvocado da Seleção Brasileira


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O zagueiro Marquinhos não participará do treinamento desta terça (07/09) no CT Joaquim Grava, em São Paulo, nem seguirá viagem com a delegação para o Recife (PE), local do próximo jogo da Seleção Brasileira na quinta-feira (09/09), às 21h30.

    Créditos: Lucas Figueiredo/CBF

A comissão técnica optou pela desconvocação do atleta por não obter garantias do Comitê Disciplinar da FIFA para sua escalação após contato realizado na última segunda-feira (06/09).

A Seleção Brasileira treina nesta terça-feira (07/09) às 15h30 no CT Joaquim Grava, em São Paulo. O embarque para o Recife está previsto para às 21h10. Sem Marquinhos, Tite terá à disposição os zagueiros Éder Militão, Lucas Veríssimo, Miranda e Léo Ortiz.


Fonte: CBF
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Em busca de oitava vitória · 06/09/2021 - 09h58

Confira as escalações de Brasil x Argentina pelas Eliminatórias


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A Seleção Brasileira está escalada para o clássico! O técnico Tite definiu os 11 jogadores que iniciarão a partida deste domingo (05/09), diante da Argentina, na Neo Química Arena, em São Paulo (SP).

    Créditos: Lucas Figueiredo/CBF

A escalação traz algumas novidades, como a entrada de Lucas Veríssimo, que substitui o suspenso Marquinhos. O Brasil está escalado com: Weverton; Danilo, Lucas Veríssimo, Éder Militão, Alex Sandro, Casemiro (capitão), Gerson, Lucas Paquetá, Everton Ribeiro, Gabi e Neymar Jr.

A Argentina também está escalada para o jogo. O grupo de Lionel Scaloni entra em campo com: E. Martínez, Montiel, Paredes, De Paul, Acuña, Messi (capitão), Di María, Romero, Otamendi, Lo Celso e L. Martínez.

A bola rola às 16h (horário de Brasília) para o clássico entre Brasil e Argentina, que terá transmissão da Rede Globo e do Sportv para todo o país. Com sete vitórias em sete jogos, a Seleção Brasileira lidera as Eliminatórias da América do Sul para a Copa do Mundo FIFA 2022.


Fonte: CBF
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Após a suspensão da partida entre Brasil e Argentina, válida pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2022, a Seleção Brasileira realizou um treinamento no gramado da NeoQuímica Arena. Na tarde deste domingo (05/09), os jogadores trabalharam por cerca de 40 minutos no palco que receberia o confronto. 

    Créditos: Lucas Figueiredo/CBF

Os jogadores disputaram um duelo de dois toques, o tradicional rachão, diante dos pouco mais de mil torcedores que permaneceram na arquibancada. Na sequência da atividade, ele saudaram o público presente e distribuíram bolas e camisas oficiais.

A Seleção Brasileira volta a entrar campo na próxima quinta-feira (09/09) às 21h30. O adversário da vez será o Peru, novamente em partida válida pelas Eliminatórias da Copa do Mundo. O palco do confronto será a Arena Pernambuco. Na última oportunidade em que as duas equipes se enfrentaram, o Brasil levou a melhor por 1 a 0 na semifinal da Copa América 2021. 

A delegação brasileira embarca para Pernambuco na terça-feira (11/09) às 21h10. A chegada em Recife, capital do estado, está prevista para as 00h45. A Seleção ficará concentrada no Grand Mercure Boa Viagem. 


Fonte: CBF
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A Seleção Brasileira segue 100% nas Eliminatórias da Copa do Mundo FIFA Catar 2022! Na noite desta quinta-feira (02/09), no Estádio Monumental, em Santiago (CHI), o Brasil venceu o Chile por 1 a 0, com gol de Everton Ribeiro, pela nona rodada da competição. 

    Lucas Figueiredo/ CPF

Com o triunfo, a equipe de Tite segue na liderança das Eliminatórias, com 21 pontos conquistados e 100% de aproveitamento. O próximo compromisso da Canarinho será contra a Argentina, neste domingo (5), na Neo Química Arena, em São Paulo (SP).

O jogo

O Brasil começou no ataque. No primeiro minuto de jogo, Gabi invadiu a área e cruzou rasteiro, mas a zaga chilena afastou para escanteio. Aos sete minutos, Neymar carregou a bola pela esquerda e serviu Bruno Guimarães na direita. O camisa 8 limpou a marcação e dividiu com o goleiro chileno. No lance seguinte, Neymar cobrou escanteio e Lucas Paquetá cabeceou para fora.

Aos 25 minutos, Neymar tabelou com Lucas Paquetá e finalizou da entrada da área. A bola passou perto da trave do Chile. Os donos da casa tentaram responder aos 29 minutos. Vidal cobrou falta com força e Weverton fez grande defesa. No rebote, Vargas completou de cabeça e o goleiro do Brasil espalmou. Antes do intervalo, aos 41, Casemiro recebeu passe de Vinícius Jr e chutou rasteiro. Bravo fez a defesa.

No segundo tempo, aos cinco minutos, Lucas Paquetá recebeu passe de Neymar e chutou por cima do gol. A Seleção Brasileira balançou as redes aos 18 minutos. Após boa jogada de Danilo, Neymar chutou e Bravo defendeu. No rebote, Everton Ribeiro caprichou no chute de canhota e fez o gol do triunfo do Brasil.

A Canarinho teve a chance de ampliar aos 22 minutos. Após cobrança de falta, Marquinhos aproveitou sobra e chutou de primeira. Bravo defendeu novamente, mas não evitou a derrota do Chile.


Brasil: Weverton, Danilo, Éder Militão, Marquinhos e Alex Sandro; Casemiro, Bruno Guimarães (Gerson), Lucas Paquetá e Vinícius Júnior (Everton Ribeiro); Neymar e Gabi (Matheus Cunha).


Fonte: CBF
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No estádio do Maracanã · 03/09/2021 - 10h01

Fluminense e Juventude empatam pelo Brasileirão Assaí


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Na noite desta quinta-feira (02/09), em jogo adiado da 14ª rodada do Brasileirão Assaí, Fluminense e Juventude empataram em 1 a 1, no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro. Com a igualdade, o Flu aparece em 11º lugar, com 22 pontos. O Alviverde fica na 13ª colocação, também com 22 pontos, mas com saldo de gols inferior.

    Jorge Rodrigues/AGIF

O jogo

O duelo começou com um ataque perigoso dos donos da casa. No primeiro minuto, Lucca aproveitou a sobra no cruzamento de Egídio e chutou de primeira. Marcelo Carné fez grande defesa. O Papo respondeu aos 17 minutos. Castilho cobrou falta com força e Marcos Felipe espalmou. Aos 22 minutos, Yago chutou rasteiro da entrada da área e obrigou Marcelo Carné a fazer mais uma boa defesa. O Alviverde chegou com perigo novamente aos 31 minutos em chute de Capixaba, que passou perto da trave esquerda.

O segundo tempo começou com gol. Aos sete minutos, Arias tabelou com Fred, saiu na cara do gol e tocou na saída do goleiro Carné para balançar as redes no Maracanã. Quatro minutos depois, após bela trama ofensiva do Tricolor, Samuel Xavier saiu na cara do gol e chutou cruzado para fora.

O Juventude se lançou ao ataque em busca do empate. Aos 19, Sorriso tentou marcar de letra, mas acabou desperdiçando a chance cara a cara com o goleiro tricolor. Três minutos depois, o Papo empatou. Wagner cobrou falta na área e Lucca marcou contra. Aos 27, o Flu tentou marcar o segundo com Luiz Henrique. O atacante recebeu passe de Arias e chutou pela linha de fundo. Quatro minutos depois, Luiz Henrique chegou em velocidade pela direita e tentou tocar na saída de Carné, que defendeu. O time gaúcho quase virou o jogo aos 42 minutos. Wagner recebeu cruzamento de Castilho na área e mandou de cabeça para fora.


Fonte: CBF
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A Seleção Feminina está convocada para a disputa de dois jogos preparatórios diante da Argentina na Data FIFA de setembro. A concentração marca o primeiro compromisso da Canarinho após a participação nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. Com um novo ciclo pela frente, a técnica Pia Sundhage apresentou seis novidades na lista oficial anunciada nesta terça-feira (31/09). Animada, a comandante sueca aposta na mescla entre as recém-chegadas e as jogadoras já consolidadas para obter sucesso nas competições que estão por vir.

    Amanda Paiva/CBF

“Para nós obtermos um resultado diferente, temos que fazer as coisas de uma forma diferente. Isso significa que temos que ter algumas novas jogadoras e ver como elas se comportam, combinam, para chegarmos a um time coeso. Essas novas jogadoras, com as antigas, estamos tentando misturá-las em uma fórmula de sucesso. Acho muito importante falarmos do ano que vem, da Copa América. Mas também temos que ter a coragem de olhar para algumas jogadoras jovens, com novos olhos, e vermos se podemos agir de forma diferente na Copa do Mundo. Nos qualificarmos e obtermos um resultado melhor na Copa do Mundo”, destacou Pia.

Os compromissos diante das ‘Hermanas’ serão os primeiros passos da preparação da Seleção Feminina com foco na disputa da Copa América, em 2022. A primeira partida está marcada para o dia 18, no Estádio José Américo de Almeida Filho, o Almeidão, em João Pessoa (PB). No dia 21, as duas seleções voltam a se enfrentar, desta vez, no Estádio Governador Ernani Sátiro, o Amigão, em Campina Grande. De olho no torneio sul-americano, Pia Sundahge fez um balanço das Olimpíadas – sua primeira competição oficial no comando da Canarinho.

“É um prazer estar de volta. Não tem como dar errado com as pessoas que me cercam, elas me ajudarão a fazer um bom papel, tenho certeza. Voltando das Olimpíadas, foi difícil, de certa forma. Foi nossa primeira competição real com a Seleção. Chegando até as quartas de final e sendo eliminadas pelas medalhistas de ouro, acho que é um início bom, mas não o suficiente. É apenas bom. Existem, sim, coisas que podemos fazer. Passo a passo nós vamos alcançar o topo, é nisso que acredito. Falamos sobre um novo começo, e o objetivo agora é a Copa América, no ano que vem”, ressaltou a técnica do Brasil.

Com a experiência a frente da Seleção Feminina ampliada, Pia analisou as características do seu grupo e o desempenho apresentado até então. Otimista, mas com os pés no chão, a técnica do Brasil elencou os pontos em que há margem para melhoria e destacou que a chegada de novos talentos para a equipe será primordial para alcançar uma melhor performance e, consequentemente, melhores resultados.

“Lições aprendidas. Existe uma pequena diferença em obtermos sucesso e não obtermos sucesso. É superimportante aproveitarmos a jornada. Durante essa jornada, acho que podemos nos sair melhor nos detalhes. Todos nós fizemos um bom trabalho, mas sei, começando por mim, que poderia ter feito um trabalho melhor. Com um pouco mais de entusiasmo, em alguns detalhes. Na defesa nos saímos muito bem. É claro que existe espaço para melhoria, para reflexão. No ataque, meu trabalho é torna-lo mais brasileiro, temos que ‘dançar’ mais, jogar de uma forma mais livre. Mas, ao mesmo tempo, estarmos organizada, isso é o mais difícil. Tentaremos fazer coisas diferentes com jogadoras diferentes da próxima vez”, finalizou.

 


Fonte: CBF
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A Seleção Brasileira Sub-17 desembarcou na manhã desta terça-feira (31/09) em Assunção, no Paraguai, onde fará dois jogos preparatórios contra os donos da casa. O grupo treinado por Paulo Victor Gomes foi a campo na parte da tarde para dar sequência ao trabalho iniciado no último dia 25 na Granja Comary, em Teresópolis.

    Créditos: Bruno Pacheco/CBF

Como a delegação precisou viajar durante a madrugada, a primeira atividade no Paraguai foi mais leve, voltada apenas para ativação muscular. N No Parque Guassú, os jogadores se dividiram em duplas para disputa de futvôlei em quadras montadas no gramado. Em seguida, em campo reduzido, a comissão técnica propôs um enfrentamento de cinco contra cinco com apenas dois passes na bola. 

A Seleção Sub-17 volta a treinar na manhã desta quarta-feira (01/09), às 10h (horário local). 

"Com o cancelamento das competições oficiais em 2021 por conta da pandemia, nosso objetivo nesse momento é observar os atletas e monitorá-los quanto à sua evolução técnica, física e tática. Seguir compartilhando nossas ideias de jogo e os preparando para os desafios futuros com a camisa da Seleção Brasileira. Essa geração 04 é muito talentosa", comentou Paulo Victor, PV.

O primeiro duelo contra os paraguaios será no dia 2 de setembro (quinta-feira), às 11h (horário de Brasília), no Estádio Arsenio Erico, do Club Nacional. O segundo acontecerá no dia 5 de setembro (domingo), também às 11h de Brasília, no Estádio Manuel Ferreira, do Club Olímpia. Os jogos fazem parte da preparação da geração de jogadores nascida em 2004 para as competições oficiais de 2023. 


Fonte: CBF
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Responsável por encerrar um período de 17 anos sem medalhas de ouro da natação feminina do Brasil em Paralimpíadas, Carol Santiago repetiu a dose nesta terça-feira (31), nos Jogos de Tóquio, voltando a ser protagonista de um momento importante do esporte nacional. Afinal, ela também venceu a final dos 100 metros livre da classe S12 (para atletas com baixa visão).

A nova medalha de Carol Santiago tem peso histórico para a delegação brasileira, pois foi a 14ª de ouro, mesmo número conquistado em 2016, nos Jogos do Rio. O recorde da equipe do país foi nas Paralimpíadas de 2012, em Londres, com 21, número que pode ser alcançado até o fim da competição, no próximo domingo, dia 5.

Além disso, foi o seu segundo ouro de Carol Santiago nesta edição das Paralimpíadas. Antes, ela havia triunfado na disputa dos 50m livre S13. E tinha subido ao pódio com o bronze nos 100m costas S12.

Carol Santiago é, assim, responsável por 2 dos 5 ouros da natação brasileira em Tóquio, uma a mais do que as conquistadas no Rio-2016, sendo que a modalidade só se encerrará na sexta-feira. As outras três foram com Wendell Belarmino (50m livre S11), Gabriel Araújo (200m livre S2) e Gabriel Bandeira (100m borboleta S14).

Nesta terça-feira, a pernambucana terminou a prova dos 100m livre com o tempo de 59s01. O pódio ainda teve a russa Daria Pikalova (59s13) e a britânica Hannah Russell (1min00s25). Já Lucilene Sousa foi a outra representante brasileira na final e terminou em sexto lugar, com 1min02s42.

Carol Santiago liderou a final desde o início e repetiu o feito alcançado no Mundial de 2019, quando faturou medalhas de ouro nos 50m e nos 100m livre, provas que também venceu no Parapan há dois anos.

A recifense, que representa o Grêmio Náutico União, de Porto Alegre, só recentemente entrou no movimento paralímpico. Em Tóquio, ela ainda está inscrita para a disputa de mais uma prova individual, os 100m peito, na quarta-feira.
MAIS RESULTADOS

Na primeira final do dia da natação, Caio Amorim foi o sexto colocado, com 4min35s16, na disputa masculina dos 400m livre da classe S8 (a oitava entre as 10 para deficientes funcionais).
Já na final feminina dos 50m peito SB3 (a terceira entre as 10 para deficientes funcionais), Patricia dos Santos por pouco não foi para o pódio. Ela terminou na quarta posição, com 1min01s82, e ficou a 0s22 do bronze.

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Três brasileiras levaram o país ao lugar mais alto do pódio paralímpico de forma inédita neste domingo (29), quinto dia de competições das Paralimpíadas de Tóquio e o segundo mais produtivo para a delegação nacional, com quatro ouros e sete medalhas no total.

Mariana D'Andrea conquistou a primeira medalha de ouro do halterofilismo brasileiro na história, Alana Maldonado tornou-se a primeira mulher campeã paralímpica de judô pelo país e a nadadora Carol Santiago levou a sua primeira medalha dourada, nos 50 m livre classe S13, quebrando jejum de 17 anos da natação feminina.

Das piscinas saiu ainda um quarto ouro, da revelação Gabriel Araújo nos 200 m livre classe S2.

A nadadora Beatriz Carneiro ficou com a medalha de bronze nos 100 m peito classe S14, assim como Meg Emmerich no judô. Outro bronze foi com Renê Pereira, no remo.

O Brasil soma 30 medalhas em Tóquio: 10 ouros, 5 pratas e 15 bronzes, na sexta posição do quadro geral.

Veja os destaques da campanha brasileira neste domingo Carol e Gabriel Araújo dominam suas provas na natação Maria Carolina Gomes Santiago conquistou a medalha de ouro nos 50 m livre da classe S13 (deficiência visual). A pernambucana de 36 anos fez o tempo de 26s82 e quebrou o recorde paralímpico da classe S12, à qual pertence (há junções de classes funcionais em algumas provas, e por isso Carol enxergava menos que as suas principais rivais).

Foi a primeira medalha dourada da natação feminina do Brasil desde os Jogos de Atenas-2004.

Carol, que também é recordista mundial, com 26s72, participa pela primeira vez dos Jogos e já tinha sido medalhista de bronze nos 100 m costas.

"Estou emocionada. Tenho recebido muito carinho. Quando terminei a prova, soube que tinha ganhado porque ouvi o pessoal gritando o meu nome. Agradeço a todos pela torcida e pelos brasileiros que têm chorado e dado risadas com a gente", disse a nadadora.

Outro estreante, Gabriel Geraldo Araújo, 19, também chegou ao topo do pódio, com o ouro na prova dos 200 m livre classe S2 (deficiências físicas severas).

Com o tempo de 4min6s52, ele chegou bem à frente do segundo colocado, o chileno Alberto Abarza (4min14s17). O também brasileiro Bruno Becker terminou em quarto.

O mineiro de Santa Luzia que treina no clube Bom Pastor, de Juiz de Fora, já havia levado a prata nos 100 m costas.
Na ocasião, dedicou a conquista ao avô, que havia morrido na semana anterior, e anunciou que sua história paralímpica estava só começando. "Vou buscar a tão sonhada medalha de ouro", projetou.

Neste domingo, cumpriu. "Espero que esse seja o primeiro de muitos outros. Era isso que eu queria. Foi para isso que eu vim. Consegui baixar o meu tempo, fiz o novo recorde das Américas. Treinamos forte, estava tudo controlado, eu sabia o que fazer e o resultado veio. Não existe emoção maior", comemorou.

Entre os 234 atletas com deficiência que disputarão os Jogos Paralímpicos de Tóquio pelo Brasil, 68 são das chamadas "classes baixas", com deficiência mais severas. Gabriel tem focomelia, doença congênita que afeta a formação de braços e pernas.

O mineiro não possui os braços, por isso larga com assistência de uma pessoa posicionada fora da piscina e conta com sua grande capacidade nas pernas e de ondulação para superar os rivais.

A paranaense Beatriz Borges Carneiro, 23, conquistou o bronze para o Brasil nos 100 m peito, classe SB14. Ela terminou a final com o tempo de 1min17s61. Débora Borges Carneiro, gêmea de Beatriz, ficou com a quarta colocação, a apenas 0s02 da irmã.

Judô tem primeiro ouro feminino e fecha com 3 medalhas O grito de comemoração de Alana Maldonado ecoou pelo mítico Nippon Budokan, templo do judô em Tóquio, quando a decisão da medalha de ouro da categoria até 70 kg chegou ao fim.

A brasileira de 26 anos venceu Ina Kaldani, da Geórgia, por wazari e conquistou sua segunda medalha paralímpica, após a prata no Rio de Janeiro em 2016.
Campeã mundial em 2018 e líder do ranking, Alana confirma o favoritismo e se consolida como um dos grandes nomes da modalidade. Foi a primeira medalha de ouro do Brasil no judô paralímpico conquistada por alguém além de Antônio Tenório, tetracampeão dos Jogos.

"Não caiu a ficha ainda. Queria fazer história, conquistar o primeiro ouro do judô feminino, assim como foi no Mundial", disse Alana ao SporTV.

Nascida em Tupã (SP), ela descobriu a doença de Stargardt, que leva à perda de visão progressiva, aos 14 anos. Alana, que já praticava judô, iniciou sua trajetória no esporte adaptado em 2014, quando entrou na faculdade.

A paulistana Meg Emmerich, 34, levou a medalha de bronze na categoria acima de 70 kg do judô após vencer Altantsetseg Nyamaa, da Mongólia.

"Estou muito feliz que a equipe feminina mandou bem na competição, trazendo três medalhas para o Brasil", afirmou ao SporTV.

Lúcia Araújo, bronze no sábado (28), fechou o trio de medalhistas do judô brasileiro em Tóquio.

Após vencer Covid, Antônio Tenório luta, mas fica sem medalha Antônio Tenório, 50, tetracampeão paralímpico e dono de seis medalhas nos Jogos, perdeu a disputa pela medalha de bronze da categoria até 100 kg para o uzbeque Sharif Khalilov.

Ele havia aplicado um wazari logo com oito segundos de luta e vencia o combate até cinco segundos do seu fim, mas levou um wazari do adversário, que foi para o tudo ou nada. No tempo extra, o brasileiro, 19 anos mais velho que o rival, pareceu sentir mais o cansaço e acabou levando um segundo wazari, que encerrou a luta.

Tenório conseguiu ir ao Japão após passar por um quadro grave de Covid-19 em abril. Ele ficou internado por duas semanas na UTI, com mais de 80% dos pulmões comprometidos.

"A sensação é a de ter nascido novamente, a de ter ganhado vários Jogos Paralímpicos contra a Covid-19", afirmou ao receber alta.

É a primeira vez que ele fica sem medalha numa edição de Jogos Paralímpicos, após subir no pódio desde Atlanta-1996. Antes mesmo da participação em Tóquio, Tenório já afirmava que pretendia lutar em Paris-2024, quando terá 53 anos.

"A história ninguém apaga. Depois de ter contraído Covid, 85% do pulmão comprometido, é uma grande vitória. Foi erro meu nas duas lutas [que perdeu], assumo isso. [Mas] só de Deus me trazer aqui, para mim está ótimo. Agora é focar, voltar para o Brasil, fazer um check-up e me preparar para o próximo ciclo. Vou tentar recuperar o pódio", disse.

Força de Mariana resulta em ouro inédito no halterofilismo A brasileira Mariana D'Andrea conquistou a medalha de ouro no halterofilismo, categoria até 73 kg. Ela levantou 137 kg na terceira tentativa e garantiu o título.

"Esperava muito por este momento. Não tem gratidão maior do que ganhar esta medalha após cinco anos de treinamento. Agradeço a todos pela torcida e pela oração. Quero deixar registrado aqui que, se você tem sonho, corra atrás dos seus objetivos e os conquiste", disse Mariana, responsável pelo primeiro ouro do Brasil no esporte e segunda medalha em geral. Evânio Rodrigues da Silva foi prata em 2016.

Mariana, que tem nanismo, começou a praticar halterofilismo em 2015. Natural de Itu (SP), ela foi ouro nos Jogos Parapan-americanos de Lima, em 2019, e atualmente lidera o ranking mundial.

No halterofilismo paralímpico, competem pessoas que possuem deficiência nos membros inferiores.

Renê rema para sua primeira medalha Renê Pereira conquistou a medalha de bronze no remo dos Jogos Paralímpicos de Tóquio. O baiano de 41 anos ficou em terceiro no single sculls, em que o remador utiliza dois remos curtos.

Na categoria PR1, remadores com função mínima ou nenhuma função de tronco impulsionam o barco principalmente por meio de braço e ombro. Eles são amarrados ao assento.

Renê, que é médico e jogou futebol em categorias de base na Bahia, teve diagnóstico de abcesso epidural (o que levou à perda do movimento nas pernas) em 2006 e começou a praticar remo em 2012.

Brasil vence China no futebol de 5 e inicia campanha pelo penta A seleção brasileira iniciou a sua caminhada em busca do penta paralímpico no futebol de 5 (para cegos) com uma vitória sobre a China por 3 a 0. O resultado colocou o Brasil na segunda posição do Grupo A, atrás do Japão, que fizeram 4 a 0 na França. Os gols do Brasil foram marcados por Nonato (2) e Cássio, de pênalti.

O futebol de 5 estreou nos Jogos Paralímpicos em Atenas-2004 e, desde então, o Brasil conquistou todas as medalhas de ouro.

A seleção brasileira volta a jogar contra o Japão em uma briga pela liderança do grupo. O duelo está marcado para as 23h30 deste domingo.

Brasil goleia Japão no goalball masculino e termina fase de grupos em 2º A seleção brasileira masculina goleou o Japão por 8 a 3 na última partida da fase de grupos no goalball, resultado que firmou a equipe na segunda posição do Grupo A, atrás apenas dos japoneses.

Tanto Brasil quanto Japão terminaram com três vitórias e uma derrota, e nove pontos conquistados. O critério de desempate foi o saldo de gols, de 22 para os japoneses contra 18 dos brasileiros.

A seleção brasileira volta a jogar nas quartas de final na terça-feira (31) com horário e adversário a definir.

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Consagrou o Fluminense do PI · 29/08/2021 - 12h46

Branco visita Teresina e entrega taça do Campeonato Piauiense Sub-20


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O Coordenador das Seleções Brasileiras de Base e Olímpica, Branco, acompanhou a decisão do Piauiense Sub-20 na última quinta-feira, 26, em Teresina (PI). O dirigente da CBF entregou a taça ao Fluminense-PI, que venceu a decisão contra o River por 2 a 0, no Estádio Municipal Lindolfo Monteiro.

    Créditos: FFP

A ida à Teresina foi um dos compromissos do dirigente no Nordeste. O tetracampeão cumpre agenda também cumpre agenda em Pernambuco e Alagoas.

“Após a conquista da medalha olímpica, estou fazendo visitas à dirigentes e amigos como agradecimento pelo apoio e confiança no nosso trabalho à frente da base da Seleção. Gostaria de agradecer o convite do Presidente Robert Brown pela oportunidade de retornar à Teresina e entregar a taça dessa competição de base tão importante para o futebol do estado. Aproveitei também para observar os atletas. O Brasil é um grande celeiro. Os bons jogadores estão em todos os lugares”, disse Branco.

Com a vitória do Piauiense Sub-20, o Fluminense garantiu vaga na Copa do Brasil da categoria. Presidente da Federação Piauiense, Robert Brown, comemorou a presença do dirigente Branco. Segundo ele, um prestígio que gerou ainda mais repercussão para o campeonato.

    Créditos: FFP

“Foi possível perceber o quanto os jogadores estavam mais motivados para o jogo ao saber da presença do Branco. Foi muito bom para o nosso futebol. Temos ótimos atletas aqui. Só tenho a agradecer à CBF pela liberação dele para vir nos prestigiar. Foi uma linda festa!”, exaltou Robert Brown. 

O troféu do Piauiense Sub-20 levou o nome de Dídimo de Castro, cronista esportivo local. Ele esteve presente ao estádio e participou da premiação ao lado de Branco.


Fonte: CBF
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O técnico da Seleção Brasileira Sub-17, Paulo Victor Gomes, comentou as expectativas para os Jogos Preparatórios contra o Paraguai, em Assunção, nos dias 2 e 5 de setembro. Os amistosos são um reencontro com esse adversário, derrotado pelo Brasil nas semifinais do Sul-Americano Sub-15, quando o Canarinho se sagrou campeão.

    Créditos: Lucas Figueiredo/CBF

Brasil e Paraguai se conhecem muito bem. Paulo Victor era treinador da Seleção Sub-15, em 2019, quando as equipes se enfrentaram na semifinal do Sul-Americano e em outros dois amistosos. Além disso, a maioria dos jogadores, presentes naquela convocação, também estão agora vestindo a Amarelinha pela Sub-17.

Em entrevista ao site da CBF, Paulo Victor disse que os confrontos serão uma oportunidade de uma preparação mais intensa para os atletas, e destacou a importância de observá-los atuando em alto nível para uma futura sequência na Seleção Sub-20.  

“É sempre muito bom poder encontrar esse grupo de atletas. Estamos juntos desde 2018, na Seleção Sub-15. A expectativa é sempre boa porque, quando representamos o Brasil, a intenção é sempre vencer, jogar bem, e construir o nosso objetivo com a nossa identidade. O Paraguai é uma equipe que já conhecemos, assim como eles nos conhecem muito bem, por isso acredito que será um grande jogo, e uma grande oportunidade para que a gente possa dar minutagem para os jogadores e observá-los em um alto nível competitivo, pensando em uma sequência para eles na Seleção Sub-20”, afirmou o técnico.

Paulo Victor falou sobre a qualificação do grupo e a importância da conexão que construíram nesta longa caminhada juntos. O treinador também comentou o foco na evolução da equipe nesta convocação.

“A gente tem o prazer de trabalhar com um grupo de atletas bastante qualificado, que já tem uma identificação com a Seleção Brasileira e com a ideia de jogo, pelo longo período em que eles estão juntos. É um grupo que se gosta muito, então essas relações pessoais ajudam para que as coisas aconteçam dentro de campo. Evoluir é o que buscamos sempre, eu falo muito sobre conservar, melhorando. Conservar tudo o que temos feito de bom, mas sempre buscando algo novo, e vamos fazer isso nesses jogos”, disse.

O atacante da Seleção Sub-17, Sávio, foi um dos artilheiros do Brasil no Sul-Americano com a Sub-15, anotando quatro gols, e sua experiência será importante nos jogos contra o Paraguai. O jogador falou sobre a expectativa do grupo para a preparação e ressaltou a união entre a comissão e os atletas.

“A nossa expectativa para os próximos jogos preparatórios é muito boa. A galera aqui é muito unida e nos ajuda sempre. Vamos lá para o Paraguai e, se Deus quiser, sair com a vitória”, projetou Savinho.

A Seleção Sub-17 está reunida na Granja Comary, em Teresópolis/RJ, desde o dia 25 de agosto, onde treinam até o embarque para a capital paraguaia, no dia 31 (terça-feira). O primeiro duelo contra os paraguaios será no dia 2 de setembro (quinta-feira), às 10h, no Estádio Arsenio Erico, do Club Nacional. O segundo acontecerá no dia 5 de setembro (domingo), também às 10h, no Estádio Manuel Ferreira, do Club Olímpia. Os amistosos são uma preparação para o Sul-Americano da categoria.

 


Fonte: CBF
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Contra Chile, Argentina e Peru · 28/08/2021 - 12h06

Seleção Brasileira convoca nove jogadores para a Data FIFA de setembro


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O técnico Tite convocou mais nove jogadores para a Seleção Brasileira. A lista foi anunciada nesta sexta-feira (27/08) e se soma à convocação para a Data FIFA de setembro, com duelos contra Chile, Argentina e Peru, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo FIFA Catar 2022.

Diante da incerteza sobre os atletas que jogam no Reino Unido, principalmente, e da falta de uma definição efetiva sobre isso, a CBF decidiu pela convocação de mais nove atletas para os próximos jogos pelas Eliminatórias da Copa do Mundo.

"As oportunidades acontecem. Todos esses atletas que agora estarão convocados também competem de forma leal, elevando performance. Essa oportunidade desses atletas que vão ser convocados é nesse sentido", destacou Tite, antes de anunciar a lista.

Coordenador da Seleção Brasileira, Juninho Paulista reforçou que os jogadores não serão desconvocados.

"Nossa preparação começa daqui a três dias. A gente torna a repetir: Eliminatórias já são a Copa do Mundo para a gente. Por isso, não pudemos esperar mais pela resposta, a não ser estarmos prontos e preparados para esta situação", afirmou.

A exemplo de como foi feito na lista anterior, os times que tiveram jogadores convocados terão suas partidas adiadas durante a Data FIFA de setembro. É o caso de Athletico Paranaense e Internacional. Os jogadores da Seleção Brasileira são esperados para a apresentação em São Paulo, na próxima segunda-feira (30).

No dia 2 de setembro, o Brasil enfrenta o Chile no Estádio Nacional, em Santiago. Depois, a Seleção retorna para casa para mais dois jogos em casa. No dia 5 de setembro (domingo), o jogo será contra a Argentina, na Neo Química Arena, em São Paulo (SP). A Seleção Brasileira fecha a Data FIFA contra o Peru, na Arena Pernambuco, em São Lourenço da Mata (PE), no dia 9 (quinta-feira).

O Brasil é o atual líder das Eliminatórias da Copa do Mundo FIFA 2022 da CONMEBOL, com seis vitórias em seis jogos.

GOLEIROS

Everson - Atlético-MG

Santos - Athletico

ZAGUEIRO

Miranda - São Paulo

MEIO-CAMPISTAS

Edenilson - Internacional

Gerson - Olympique Marseille (FRA)

Matheus Nunes - Sporting (POR)

ATACANTES

Hulk - Atlético-MG

Malcom - Zenit (RUS)

Vinícius Jr - Real Madrid (ESP)


Fonte: CBF
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A Seleção Brasileira de Futsal viveu um dia de muita memória, com uma dose certa de emoção nesta sexta-feira (27/08). A dias de embarcar para a disputa da Copa do Mundo FIFA 2021, a delegação que representará o Brasil fez uma visita ao Museu Seleção Brasileira, na sede da CBF, no Rio de Janeiro (RJ).

    Créditos: Thais Magalhães/CBF

Durante a visita, os jogadores e a comissão técnica assistiram a vídeos sobre a história da Seleção Brasileira e puderam ficar frente a frente com algumas das maiores conquistas da Amarelinha. Prestes a, pela primeira vez, representar a Confederação Brasileira de Futebol em uma Copa do Mundo da FIFA, os atletas posaram para fotos com algumas das taças do futsal que estão expostas no Museu.

"Serve como inspiração. A gente saiu do auditório com o olho cheio de lágrima, esse vídeo (de abertura da visita) emociona muito. A gente representando a nossa Amarelinha... Depois de você ver as taças de campeão do mundo, a gente quer colocar a nossa taça ali. No lugarzinho nosso ali do futsal, isso passa pelo Mundial", declarou Rodrigo, capitão da Seleção Brasileira.

Ainda nesta sexta-feira (27/08), os jogadores almoçaram com o Presidente interino da CBF, Ednaldo Rodrigues, de quem receberam os votos de sorte e sucesso durante o Mundial. Das mãos do técnico da Seleção Brasileira de Futsal, Marquinhos Xavier, Ednaldo recebeu uma camisa autografada por todo o elenco da Seleção. O treinador agradeceu o apoio que a equipe tem recebido de todos da CBF.

"É nítido perceber o nível de motivação, a nossa responsabilidade por representar o país Uma chancela tão forte, é a maior confederação de futebol do mundo. Tudo isso são ingredientes que vão trazendo para nós, a gente está muito feliz. Mais uma vez, a gente se aproxima de um passo importante. E isso vai dar um combustível a mais para a gente buscar esse título, essa conquista", comentou Marquinhos Xavier, que aproveitou para conhecer o técnico da Seleção Brasileira de futebol, Tite.

A Seleção Brasileira de Futsal embarca na próxima segunda-feira (30) para a Polônia, onde fará quatro jogos de preparação para a Copa do Mundo da FIFA, contra Polônia e Sérvia. Após as partidas, a delegação parte para a Lituânia. O Brasil estreia no Mundial no dia 13 de setembro, diante do Vietnã.

 


Fonte: CBF
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Realizado com segurança · 23/08/2021 - 10h13

Tóquio abre Paraolimpíadas com recados sobre inclusão na pandemia


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Com os mesmos protocolos de segurança sanitária utilizados nas Olimpíadas, os Jogos Paraolímpicos de Tóquio-2020 serão abertos na terça-feira (24), na capital japonesa.

A cerimônia de abertura está marcada para as 8h (de Brasília) e terá transmissão do SporTV. A Globo apresentará um compacto às 11h30.

Presente no estádio, o imperador Naruhito, 61, deve oficializar o início das competições que irão envolver cerca de 4.400 atletas em 22 modalidades. A cerimônia, restrita a poucos convidados, também terá a presença do presidente do COI (Comitê Olímpico Internacional), Thomas Bach, que se ausentou da abertura dos Jogos no Rio-2016.

"Com os Jogos Olímpicos, Tóquio e o Japão mostraram ao mundo que um grande evento esportivo global pode ser realizado com segurança, dando um impulso moral muito necessário", afirmou o brasileiro Andrew Parsons, presidente do IPC (Comitê Paralímpico Internacional).

Os Jogos Paraolímpicos, assim como as Olimpíadas de Tóquio, foram adiados em um ano por causa da pandemia do novo coronavírus. A decisão de realizá-los em 2021 veio acompanhada por um protocolo de segurança sanitária que funcionou bem durante os Jogos Olímpicos.

"Os Jogos [Olímpicos] provaram que os protocolos contra a Covid-19, que constituem a parte mais importante dos manuais, funcionaram. Isso nos dá confiança enquanto nos preparamos para os Jogos Paralímpicos", disse o dirigente.

No entanto, como resultado do aumento contínuo de casos no Japão desde o fim de junho, não haverá público em nenhuma arena de competição. Nas Olimpíadas, algumas provas, realizadas fora de Tóquio, tiveram liberação de torcida.

Com a expansão do estado de emergência na capital japonesa, todo o período dos Jogos Paraolímpicos, que vão até 5 de setembro, terá restrições mais severas.

O IPC pediu a todos os participantes dos Jogos que sigam estritamente os manuais de segurança sanitária. O temor é que uma contaminação nas Paraolimpíadas possa ser mais severa ao atleta, dependendo do seu grau de deficiência ou de alguma comorbidade.

Segundo o Comitê Paralímpico Brasileiro, 100% da delegação do país está vacinada. De acordo com o IPC, entre 88% e 90% dos competidores que participam das Paraolimpíadas também já foram imunizados.
Para Parsons, os Jogos também servem para chamar a atenção do planeta para as pessoas com deficiência. "Elas foram afetadas de forma desproporcional pela pandemia em todo o mundo. Diferentes sociedades falharam em protegê-las.

Acreditamos que as pessoas com deficiência foram deixadas para trás. É por isso que esses Jogos não são apenas importantes, mas são necessários", destacou o dirigente.

No embalo do início das Paraolimpíadas, o IPC, junto com outras organizações, lançou no último dia 19 a campanha WeThe15, para lembrar que existem 1,2 bilhão de pessoas com algum tipo de deficiência no planeta, o que representa cerca de 15% da população mundial.

"WeThe15 aspira ser o maior movimento de direitos humanos para pessoas com deficiência e visa colocar a deficiência no centro da agenda de inclusão, ao lado da etnia, gênero e orientação sexual. Ao unir várias organizações internacionais e 1,2 bilhão de pessoas com deficiência em todo o mundo em um movimento comum, faremos uma diferença tangível e devida para o maior grupo marginalizado do planeta", afirmou Parsons.

No dia do lançamento, alguns pontos icônicos do mundo foram iluminados de roxo, cor associada ao movimento. Foi o caso do Empire State Building, das Cataratas do Niágara, o Coliseu, de Roma e a London Eye.

Encabeçaram a iniciativa, além do IPC, outras entidades que desenvolvem esporte de inclusão, como é o caso de Special Olympics (para deficientes intelectuais), Invictus Games (para militares feridos em guerra) e Olimpíadas para Surdos.

"Esses eventos esportivos agregam valor à campanha e destacam o impacto extremamente positivo que o esporte pode ter na sociedade", disse o dirigente, lembrando a visibilidade das Paraolimpíadas.

As Paraolimpíadas contam com a participação de 163 comitês nacionais, incluindo o Comitê Paraolímpico Russo. A equipe russa, assim como aconteceu nas Olimpíadas, não irá competir sob sua bandeira e hino como punição por violar regras antidoping.

Como aconteceu nos Jogos do Rio-2016, haverá um time de refugiados, com seis atletas vindos de Síria, Afeganistão, Irã e Burundi. O nadador Abbas Karimi, que conseguiu asilo político nos Estados Unidos, é o único atleta de origem afegã nos Jogos. O Afeganistão teria dois representantes na competição: Zakia Khudadadi (taekwondo) e Hossain Rasouli (atletismo). Mas, com a tomada do poder pelo Talibã, os atletas não tiveram como viajar. Zakia iria se tornar a primeira mulher do Afeganistão a participar de uma edição das Paraolimpíadas.

"Infelizmente, devido à comoção que ocorre no momento no Afeganistão, a equipe não conseguiu partir de Cabul a tempo", afirmou Arian Sadiqi, chefe de missão do Comitê Paraolímpico Afegão, em entrevista à agência Reuters.

Por outro lado, Butão, Guiana, Paraguai, São Vicente e Granadinas e São Tomé e Príncipe irão estrear nos Jogos. Já as Ilhas Salomão fazem sua segunda participação no evento, após não competirem no Rio-2016.

O Brasil, por sua vez, terá delegação de 259 competidores, a maior já enviada para uma edição dos Jogos Paraolímpicos no exterior (contando atletas sem deficiência, como guias, calheiros, goleiros e timoneiro). No Rio-2016, o Time

Brasil teve 286 integrantes. O objetivo do país é permanecer no top 10 do quadro geral de medalhas. Há cinco anos, o terminou na oitava posição, com 14 ouros, 29 pratas e 29 bronzes.

Os brasileiros competirão em 20 das 22 modalidades. As exceções são o basquete e o rúgbi em cadeira de rodas. O atletismo é o esporte em que haverá maior número de representantes: 64. O Brasil também terá competidores no badminton e no taekwondo, esportes que estreiam nos Jogos.

Já os anfitriões tentarão voltar ao lugar mais alto do pódio. No Rio-2016, o Japão saiu sem conquistar nenhum ouro. Foram dez pratas e 14 bronzes. Outro objetivo é dar visibilidade ao esporte paraolímpico no país.

"Espero que muitas crianças no Japão, independentemente de terem ou não deficiência, possam sentir as infinitas possibilidades da humanidade assistindo aos esportes paraolímpicos", afirmou o mesa-tenista cadeirante Shingo Kunieda, um dos destaques da delegação, em entrevista à agência Kyodo News.

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Jogos internacionais · 09/08/2021 - 09h20 | Última atualização em 09/08/2021 - 09h31

Brasil chega ao bicampeonato olímpico em Tóquio 2020; relembre conquistas


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De novo no topo do pódio! Com o título conquistado diante da Espanha nos Jogos Olímpicos de Tóquio, a Seleção Brasileira agora integra o seleto grupo de equipes que ganharam o ouro olímpico duas vezes consecutivas. Além de se unir a Uruguai, Grã Bretanha, Hungria e Argentina neste quesito, a Canarinho tem vários outros motivos para se orgulhar de sua história olímpica. Uma delas, é claro, é a superação no caminho para o título até então inédito.

Na Rio 2016, o Brasil teve um começo atribulado: empatou sem gols com África do Sul e Iraque pelas duas primeiras rodadas, no Mané Garrincha, em Brasília. Chegou a ver a classificação para o mata-mata ficar ameaçada. Nada que um show em solo baiano não resolvesse: na Arena Fonte Nova, os Meninos de Ouro atropelaram a Dinamarca por 4 a 0, garantindo a vaga nas quartas.

Já no mata-mata, um 2 a 0 sobre a Colômbia na Arena Corinthians, em São Paulo, carimbou o passaporte para as semifinais. No Maracanã, a Seleção goleou Honduras por 6 a 0 e garantiu o direito de disputar mais uma final olímpica — desta vez, em casa. Após um empate em 1 a 1 com a bola rolando, o Brasil despachou os alemães por 5 a 4 nos pênaltis, para a euforia de um Maracanã lotado. O título que faltava à Amarelinha já não faltava mais.

Quando entrou em campo em Yokohama para defender seu troféu olímpico, o Brasil já era o país com mais vitórias e o que mais vezes subiu ao pódio no futebol masculino. Foram sete medalhas: além dos dois ouros em 2016 e 2020, três pratas (1984, 1988 e 2012) e dois bronzes (1996 e 2008). Quatro delas foram consecutivas, feito que somente a Iugoslávia havia conquistado, entre 1948 e 1960,. Agora, a Canarinho é a  terceira maior campeã da história, atrás somente de Hungria e Grã-Bretanha, com três ouros cada.

Em comum, as duas conquistas brasileiras tiveram o protagonismo das mãos de seus craques. Na decisão da Rio 2016, Weverton pegou a cobrança decisiva do alemão Peterson. Em Tóquio, na semifinal, Santos defendeu a primeira cobrança mexicana, colocando o Brasil em vantagem, e também estava na bola que Vásquez mandou na trave. 

A solidez defensiva é marca em comum das duas campanhas: em Tóquio, foram apenas três gols sofridos. No Rio, apenas um, na decisão. No ataque, Neymar foi o artilheiro no primeiro ouro, com quatro gols. Em 2020, Richarlison comandou a artilharia brazuca, com direito ao primeiro hat-trick da carreira logo na estreia e outros dois gols importantes, contra a Arábia Saudita, garantindo a liderança do grupo e a classificação para o mata-mata.

Invicto, o Brasil não conheceu revezes nas duas vezes em que conquistou o lugar mais alto do pódio. Da estreia contra a Alemanha até a final contra a Espanha, foram dois empates e quatro vitórias. Uma sequência incrível para embalar mais uma conquista. Que venha Paris!


Fonte: COB
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Superou a Espanha por 2 a 1 · 07/08/2021 - 11h59

Brasil vence a Espanha e fatura o ouro nos jogos Olímpica


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O ouro é nosso! O ponto mais elevado do pódio é brasileiro! Em um jogo de tirar o fôlego no Estádio de Yokohama, neste sábado (07/08), a Seleção Olímpica Masculina superou a Espanha por 2 a 1, com gols de Matheus Cunha e Malcom, e conquistou a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, a segunda do Brasil na história. 

    ucas Figueiredo/CBF

O jogo

Paciência foi o substantivo que melhor traduziu a Seleção Brasileira frente à Espanha na etapa inicial. Em um jogo extremamente estudado, a Canarinho conseguiu se soltar ao longo do tempo, criou as melhores chances e desceu para o intervalo em vantagem. A primeira boa chegada foi dos espanhóis. Aos 15, Oyarzabal recebeu bola alta na área brasileira e escorou de cabeça, na direção da meta de Santos. Só que Diego Carlos estava atento e tirou em cima da linha.

A partir de então a Seleção passou a pressionar a Espanha. Aos 24, Arana encontrou Richarlison pela esquerda. O camisa 10 bateu de canhota e acertou a rede pelo lado de fora. Até que, na marca dos 33, o goleiro Simón tentou cortar a bola aérea e acabou acertando Matheus Cunha. Após auxílio do VAR, o árbitro Chris Beath assinalou o pênalti. Mas Richarlison, que foi para a cobrança, chutou alto demais e mandou para fora.

Acontece que o Brasil mostrou porque é o atual detentor da medalha de ouro do futebol. Aos 46, Claudinho cruzou na área, Daniel Alves escorou para Matheus Cunha, que ganhou no meio de três e finalizou com categoria para colocar a Canarinho em vantagem.

O time verde e amarelo voltou melhor para o segundo tempo. Marcando em cima, Antony recebeu passe de Bruno Guimarães, e saiu sozinho na área espanhola. Mas a arbitragem já havia assinalado o impedimento do atacante. Depois, aos seis, Claudinho ajeitou de cabeça, Matheus Cunha viu Richarlison livre e tocou para o camisa 10, que driblou e chutou, mas acertou o travessão. Só que, em uma jogada rápida, Oyazarbal recebeu na área e bateu de primeira para empatar a partida.

Perto dos minutos finais, a Espanha ainda levou perigo ao Brasil em duas jogadas de sorte. Aos 39, Soler cruzou fechado e acertou o travessão. Depois, aos 42, Bryan Gil arriscou de fora da área e também carimbou o travessão de Santos. A Seleção ainda tentou uma blitz final, mas o duelo foi para a prorrogação.
No tempo extra, o Brasil pressionou do início ao fim na etapa inicial. Na marca dos quatro, Claudinho serviu Malcom, que chutou e só não fez porque a bola desviou no meio do caminho e parou na rede pelo lado de fora.

Mas veio o segundo tempo, e com ele o gol do ouro. Aos dois, Antony ganhou e lançou Malcom, que invadiu a área, passou pela marcação e finalizou com precisão para colocar o Brasil de novo em vantagem. Depois, na sequência, quase veio o terceiro gol brasileiro quando Reinier foi até a ponta e ajeitou no meio para Bruno Guimarães, que chutou cruzado e tirou tinta da trave. A Espanha então foi para o tudo ou nada. Acontece que a defesa brasileira se mostrou sólida até o fim. O ouro é nosso!

A CAMPANHA DOURADA

Brasil 4 x 2 Alemanha 

Brasil 0 x 0 Costa do Marfim

Brasil 3 x 1 Arábia Saudita

Brasil 1 x 0 Egito

Brasil 0 (4 x 1) 0 México

Brasil 2 x 1 Espanha


Fonte: CBF
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Segundo ouro de sua história · 07/08/2021 - 11h36

Relembre a campanha do bicampeonato da Seleção Brasileira em Tóquio 2020


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Antes de entrar em campo em Yokohama para enfrentar a Espanha na decisão dos Jogos Olímpicos de Tóquio, a Seleção Brasileira tinha na campanha motivos de sobra para confiar no bicampeonato. Invicto, o Brasil tinha dois empates, três vitórias, oito gols marcados e apenas três sofridos. Depois do triunfo por 2 a 1 sobre os espanhóis, neste sábado (07/08), a Seleção está no lugar mais alto do pódio novamente. Vamos relembrar a trajetória do Brasil até o segundo ouro de sua história!

    Lucas Figueiredo/CBF

Fase de grupos


Brasil 4 x 2 Alemanha

O segundo título olímpico começou por onde o primeiro terminou. Em reedição da final da Rio 2016, a Seleção encarou a Alemanha na estreia em Tóquio. Tratou de aplicar, logo no primeiro tempo, uma blitzkrieg à brasileira, com direito a hat-trick de Richarlison. Com grande volume de jogo, a Canarinho criou muitas chances e poderia até ter ampliado a já extensa vantagem. A Alemanha teve ainda um jogador expulso no segundo tempo, mas cresceu na partida e descontou para 3 a 2, até que Paulinho liquidou a fatura com uma bomba no ângulo.

Brasil 0 x 0 Costa do Marfim

Na sequência, a Seleção enfrentou a Costa do Marfim e a desvantagem numérica, já que, logo aos 12 da primeira etapa, Douglas Luiz foi expulso. A partida, equilibrada até ali, ficou ainda mais acirrada. Com muita entrega da equipe, no entanto, o Brasil não só evitou sofrer gols como continuou controlando o jogo. Criou boas chances e levou muito perigo à meta marfinense, mesmo com um a menos até os 34 do segundo tempo, quando Kouassi também foi expulso.

 

Brasil 3 x 1 Arábia Saudita

Com a classificação já encaminhada, o Brasil foi a campo contra a Arábia Saudita em busca da liderança do grupo. E conseguiu. Propondo o jogo desde o início, como de costume, a Seleção abriu o placar logo aos 13 minutos, com gol de cabeça de Matheus Cunha. Treze minutos depois, também de cabeça, os árabes empataram com Al Amri. Os brasileiros seguiram no ataque, criando boas oportunidades. Aos 30 do segundo tempo, Daniel Alves cobrou falta na área, Bruno Guimarães deu passe de cabeça e Richarlison completou para o fundo do gol, colocando o Brasil em vantagem novamente. Aos 47, após bela jogada coletiva, o Pombo fecharia a conta: 3 a 1 e passaporte brasileiro carimbado rumo às quartas.

Quartas de final


Brasil 1 x 0 Egito

Desde o início do mata-mata, a Seleção foi com tudo para cima do Egito. A primeira chance veio logo aos cinco minutos, mas o goleiro El Shenaway impediu a finalização de cabeça de Richarlison. Aos 15, Antony quase marcou de perna esquerda. Aos 18, foi a vez de Matheus Cunha. O camisa 9 e o Pombo tiveram mais uma chance cada, assim como Douglas Luiz, mas nada de o placar se alterar. A insistência brasileira foi premiada aos 36: após boa jogada individual de Richarlison, Matheus Cunha recebeu no meio e finalizou bonito para levar o Brasil às semifinais.

Semifinal


Brasil 0 x 0 México (4 x 1 nos pênaltis)

Na reedição da final de 2012, muito equilíbrio marcou o confronto entre Brasil e México. O goleiro Ochoa parou o ataque canarinho em várias oportunidades ao longo do tempo regulamentar e da prorrogação. Já a defesa brasileira, pouco acionada, afastou os dois lances de maior perigo dos mexicanos já no fim do primeiro tempo. Aos 36 da segunda etapa, a principal chance da partida foi da Amarelinha: a cabeçada de Richarlison parou na trave, passou por trás de Ochoa e não entrou. Nos pênaltis, a atuação foi de almanaque. Uma boa cobrança de Daniel Alves abriu o placar. A defesa de Santos na primeira batida deixaram o Brasil em vantagem. Na sequência, Vásquez ainda mandou na trave e Gabriel Martinelli, Bruno Guimarães e Reinier, com cobranças indefensáveis, garantiram a classificação para a grande decisão. O resto é história. E dourada.

Final


Brasil 2 x 1 Espanha

Diante de um adversário poderosíssimo, o Brasil mostrou sua força. Quando não deu na técnica, foi na raça. Quando não deu no jeito, foi na vontade. Com gols de Matheus Cunha e Malcom, a Seleção Brasileira superou a Espanha por 2 a 1 na grande final e subiu no lugar mais alto do pódio pela segunda vez na história!


Fonte: CBF
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O piauiense Kawan Pereira se classificou à final da prova de saltos ornamentais na plataforma de 10 metros nas Olimpíadas de Tóquio. Ele somou 393.85 pontos depois de seis saltos e ficou na 10ª posição da disputa.

O ex-jogador de futebol nascido em Parnaíba fez história, por ser uma das primeiras participações brasileiras em finais na categoria.

O ouro foi para o chinês Cao Yuan, a prata foi para o seu colega de delegação Yang Jian e o bronze ficou com o Tom Daley, da Grã-Bretanha

 

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Disputa acirrada em Tóquio · 06/08/2021 - 08h34 | Última atualização em 06/08/2021 - 08h38

Piauiense Kawan Pereira está na semifinal dos saltos ornamentais nas Olimpíadas


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O piauiense Kawan Pereira conseguiu se classificar e está na semifinal dos saltos ornamentais nas Olimpíadas de Tóquio.

Nesta sexta-feira (06/08) ele representou o Brasil, junto com o carioca Isaac Filho,  na prova preliminar de plataforma 10m nos saltos ornamentais

Kawan Pereira, de 19 anos, ficou na 17ª posição, de 18 vagas, e Isaac não conseguiu se classificar.

A semifinal está programada para sábado (07/08) e os classificados brigam por medalhas na sequência, domingo (08/08), dia de encerramento das Olimpíadas.

Kawan é natural da Parnaíba e assegurou presença nos Jogos em maio deste ano, na Copa do Mundo da modalidade, o pré-olímpico, quando obteve o melhor resultado do país na competição: o 10º lugar na plataforma de 10 metros.  O brasileiro foi campeão este ano no salto sincronizado (plataforma de 3 m) no Campeonato Sul-Americano de Esportes Aquáticos, em Buenos Aires) e o bronze nos Jogos Pan-Americanos de Lima (Peru), em 2019.

 

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Um dos pontos altos da experiência olímpica é a interação entre atletas de diferentes modalidades na Vila Olímpica. E com a chegada de mais esportistas ao local é possível perceber que o Time Brasil tirará bastante proveito desta oportunidade. 

Neste domingo, a Vila recebeu pela primeira vez representantes do skate, que estreia no programa olímpico nesta edição do evento. E poucos minutos já foram suficientes para o espírito olímpico tomar conta dos atletas. A campeã mundial de skate street Pâmela Rosa não perdeu tempo e já se entrosou com os ginastas.

“Chegamos em Tóquio e viemos direto para a Vila Olímpica. Depois de deixar as coisas no quarto, tivemos um horário para que a Missão Brasileira nos mostrasse como funciona todo o processo da Vila. Depois fomos nos alimentar. Eu queria muito conhecer a turma da ginástica e foi perfeito. Tudo se encaixou, fui muito bem recebida por eles. Já me passaram um monte de dicas. Aprender com eles já está sendo fantástico, porque é algo que eles já viveram e é a minha primeira vez”, vibrou a skatista, que queria conhecer pessoalmente o ginasta Arthur Nory. No encontro, tratou de tirar fotos e postar nas redes sociais.

Dos seis representantes do skate street nos Jogos, cinco já chegaram ao Japão. Letícia Bufoni competiu neste final de semana nos Estados Unidos, onde foi campeã dos X-Games, e embarca para Tóquio nos próximos dias.  

A equipe de ginástica artística é, até o momento, a maior do Time Brasil na Vila. Os sete atletas (cinco no masculino e duas no feminino) chegaram ao Japão depois de um período de treinos em Doha. 

“Está todo mundo muito grato de estar aqui. Foi muito difícil para todos os atletas e profissionais que estão vindo para cá. A sensação é de que a gente merece estar aqui. Temos que respeitar ao máximo a população japonesa, que abriu as portas para estarmos aqui, o que não é fácil. Mesmo sem público, tenho certeza de que sentirei toda energia da torcida por mim dentro do ginásio”, acredita Rebeca Andrade. 

Ao lado de Rebeca, Flávia Saraiva é a outra representante feminina da ginástica. 

“Estou muito animada. Cada edição dos Jogos Olímpicos é uma experiência nova. É incrível a sensação de passar cinco anos e conseguir chegar aqui da maneira mais segura possível”, afirmou Flávia, finalista olímpica na trave nos Jogos Rio 2016. 

 


Fonte: COB
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Comemorou a homenagem · 18/07/2021 - 11h21 | Última atualização em 18/07/2021 - 13h15

Wlamir Marques eterniza suas mãos no Hall da Fama do COB


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O Hall da Fama do Comitê Olímpico do Brasil ganha, oficialmente, mais um integrante, nesta sexta-feira, dia (16/07). Indicado na turma de 2020, Wlamir Marques é um dos líderes da geração mais vitoriosa do basquete masculino do Brasil. O ala, também conhecido por “Diabo Loiro”, representou a seleção por duas décadas, tem no currículo duas medalhas olímpicas e agora, finalmente, eterniza suas mãos em cerimônia realizada no mesmo dia em que completa 84 anos. 

    Rômulo Simões/COB

“É uma felicidade poder fazer hoje essa homenagem ao Wlamir e sua família. É muito importante valorizar todos os títulos que o Wlamir conquistou como atleta e pela maneira que ele sempre levou a vida, de forma correta e íntegra. São poucos atletas que, além de terem uma carreira vitoriosa, conseguem também com sua história inspirar outras pessoas a seguir no caminho do esporte, utilizando-o como ferramenta para divulgar os valores olímpicos de amizade, excelência, respeito. E ele conseguiu isso. Foi escolhido como um dos 10 maiores atletas da história do basquete brasileiro”, conta o campeão olímpico e diretor-geral do COB, Rogério Sampaio.

Wlamir Marques comemorou sua entrada para o Hall da Fama e o aniversário em Tatuapé, São Paulo, na companhia da filha Susi Marques, do genro Nedo Bianchini, da neta Fernanda Marques e de seu marido, Rafael Ribeiro. O ídolo do basquete recebeu a homenagem do também campeão olímpico e diretor-geral do COB, Rogério Sampaio.  

“Me sinto muito honrado com essa homenagem em vida, sinto muito feliz por ter sido eleito por unanimidade e pode ter certeza que se meu coração já não é muito bom, ele está balançado cada vez mais com o Brasil sempre presente. Muitas histórias já estão em livro. Queria falar da emoção de estar aqui sentado recebendo a homenagem de um campeão olímpico, meu conterrâneo. Não vejo que eu tenho futuro. Eu tenho o hoje e hoje é um grande dia. Quero que essa homenagem seja transferida a todos aqueles atletas que estiveram ao meu lado ou contra mim. E aqueles que jogaram contra mim, eu tenho toda a honra de cumprimentá-los, porque eles me fizeram cada vez melhor. Peço que estendam à minha geração, a geração de ouro, que foi medalhista olímpica e campeã do mundo, a representação nesta placa, nesta homenagem que recebo hoje”, diz Wlamir Marques.  

Perfil - O ala Wlamir Marques representou a seleção por duas décadas, tendo duas medalhas olímpicas no currículo: bronze em Roma 1960 e Tóquio 1964, em que foi porta-bandeira da delegação brasileira tanto na cerimônia de abertura quanto na de encerramento, mas também participou de duas outras edições: foi 6º em Melbourne 1956 e 4º na Cidade do México 1968. Com 10 anos, Wlamir Marques já jogava pelo Tumiaru, time de sua cidade natal, São Vicente (SP). Em 1953, passou a jogar pelo XV de Piracicaba, onde aprimorou o seu jogo, até que, aos 25 anos foi contratado pelo Corinthians, em 1962. Desde 2016, Wlamir dá nome ao Ginásio Poliesportivo do Parque São Jorge. Já campeão mundial, foi negociado numa troca por um jogador de futebol do Corinthians, o atacante Ubiracy. Pelos dois clubes, Marques foi 10 vezes campeão do Paulista.

Mas as maiores glórias da carreira vieram ao lado de ídolos como Amaury Passos, Algodão, Rosa Branca e Ubiratan, a geração mais vitoriosa do basquete brasileiro que conquistou, além das duas medalhas olímpicas, os títulos nos Mundiais Santiago 1959, em que foi eleito o melhor jogador do torneio, e Rio 1963 e o vice no Rio 1954 e em Ljubljana 1970. Wlamir ainda faturou a medalha de prata nos Jogos Pan-americanos de São Paulo 1963 e as de bronze nos Pan-americanos do México 1955 e Buenos Aires 1959.

Depois da aposentadoria, deu início à carreira como técnico em Limeira. Dirigiu tanto times masculinos (Jundiaí, Corinthians, Campinas, Palmeiras, Hebraica, Cerquilho e Pinheiros), quanto femininos (Corinthians, XV de Piracicaba e São Caetano). Foi três vezes campeão paulista feminino e uma vez masculino. Isso sem falar nas inúmeras vezes em que atuou como comentarista de televisão, a partir de 1982.

Eleito o 9º maior atleta brasileiro de todos os tempos, em uma lista de 50 nomes publicada em 2010 pela Revista ESPN, foi premiado com a Cruz do Mérito Esportivo (1953) e Troféu Heims de Melhor da América do Sul (1961).

Hall da Fama - O Hall da Fama do COB foi lançado em grande estilo durante a cerimônia do Prêmio Brasil Olímpico 2018, a 20ª edição do evento, que teve como lema “celebrar o passado, inspirar o presente e conquistar o futuro”. Os primeiros atletas a deixarem suas marcas eternizadas foram Torben Grael (vela), dono de cinco medalhas olímpicas; a dupla Sandra Pires e Jackie Silva (vôlei de praia), primeiras mulheres brasileiras a ganharem ouro nos Jogos; e Vanderlei Cordeiro de Lima (atletismo), único brasileiro a receber a medalha Pierre de Coubertin, maior honraria do Comitê Olímpico Internacional.

Já em 2019, além de homenagens póstumas à Maria Lenk (natação), Guilherme Paraense (tiro esportivo), João do Pulo e Sylvio de Magalhães Padilha (ambos do atletismo), ingressaram no Hall da Fama: o judoca Chiaki Ishii, as campeãs mundiais de basquete Paula e Hortência, o meio-fundista Joaquim Cruz e os treinadores de vôlei Bernardinho e Zé Roberto Guimarães.

Em 2020, foram escolhidos, além de Wlamir, os seguintes nomes: Adhemar Ferreira da Silva (atletismo); Aída dos Santos (atletismo); Aurélio Miguel (judô); Bernard Rajzman (vôlei); Reinaldo Conrad (vela); Sebastián Cuattrin (canoagem velocidade); Tetsuo Okamoto (natação); Wlamir Marques (basquete); além dos treinadores Nelson Pessoa (hipismo saltos) e Mário Jorge Lobo Zagallo (futebol). Devido à pandemia de COVID-19, esses ídolos do esporte brasileiro ainda aguardam ocasiões para serem homenageados.


Fonte: COB
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Sua terceira edição de Jogos · 17/07/2021 - 11h11

Carol Kumahara chega confiante para sua terceira edição de Jogos Olímpicos


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Se adaptar a diferentes momentos já faz parte da vida de Carol Kumahara. A atleta vai a Tóquio para sua terceira edição de Jogos Olímpicos em um ambiente totalmente distinto do que experimentou nas duas primeiras. Sua bagagem também já não é mais a mesma: após passar por um momento de declínio na carreira, a mesa-tenista soube voltar ao ritmo de alto nível e disputar, na última temporada, duas ligas europeias ao mesmo tempo.

O primeiro grande desafio não estava nos planos, mas foi uma grata surpresa: aos 16 anos, Carol disputou seu primeiro Pré-Olímpico sem grandes pretensões. Graças aos seus treinamentos, garantiu a classificação e foi a Londres representar o Brasil nos Jogos de 2012.

    Gaspar Nóbrega/COB

“Aconteceu muita coisa na minha carreira de 2012 para cá. Em Londres, eu não tinha pretensão nenhuma de classificação, só tinha 16 anos, era meu primeiro Pré-Olímpico. Não estava na minha cabeça classificar. Mas foi resultado de muito trabalho, meu e da minha equipe técnica. Aconteceu e mudou o rumo da minha carreira em termos de investimento, foi muito importante”, relembra a atleta.

No ciclo seguinte, um novo cenário se construía. Para ela, os Jogos do Rio, em 2016, tinha um grande peso: não só por ser sua segunda participação, mesmo aos 21 anos, mas por jogar em seu país. “Jogamos em casa. Eu já tinha o grande objetivo de classificar, tinha uma pressão bem grande. Senti uma certa obrigação de conseguir aquele objetivo”, contou Carol.

Um outro grande obstáculo chegou em 2017, com questões particulares que afetaram seu desempenho nas mesas. O momento afetava não só seu condicionamento físico, mas também testava seu foco mental. A sensação era de que não daria mais para voltar em alto nível. E quando viu que era possível, não imaginava que o resultado seria tão imediato.

“O ciclo olímpico, para mim, estava perdido. Ia lutar para 2024. Mas consegui voltar mais rápido que o esperado, a Gui Lin parou de jogar e abriu esse espaço na Seleção de novo. As coisas aconteceram muito rápido, consegui boas vitórias nesse período curto para reconquistar meu espaço. Foi muito gratificante, me sinto uma atleta mais tranquila. Com mais maturidade para jogar”, comemora.

Sua capacidade de adaptação foi colocada à prova novamente em 2020. Depois voltar a fazer “bons jogos, com boas vitórias” em 2019, Carol Kumahara passou a morar fora do Brasil, vivendo na Espanha e jogando em dois clubes ao mesmo tempo: no Tecnigen Linares, da Superdivisão Espanhola; e no Tennistavolo Norbello, da Serie A1, na Itália. No total, foram sete meses de aprendizado e amadurecimento, mas também de bastante dedicação.

“Na questão cultural, os dois países são um pouco parecidos, não muda tanto. Mas é muito cansativo. Apesar de eu ter feito poucos jogos na Itália, essa questão de viajar e jogar foi bem cansativa para mim. Não esperava que fosse ser tanto, mas foi. Não pretendo fazer tão em breve de novo. Acho que o ideal é ficar mais concentrada em uma liga só”, refletiu a atleta.

Mas se por um lado a rotina de viagens, treinos e jogos era cansativa, por outro também obrigou Carol a se preparar em alta intensidade. Como nos outros momentos de sua trajetória, a adaptação fez o jogo virar a seu favor.

“Jogando liga você fica sem alternativa, precisa pegar ritmo de jogo. Isso é uma coisa bem positiva. Apesar de a liga ter sido mais curta por causa da pandemia, a gente teve bastantes jogos. É adaptar o tempo inteiro, um jogo atrás do outro”, afirma.

A atleta está com a delegação brasileira em Hamamatsu, no Japão. Depois das diferentes sensações nos últimos três ciclos olímpicos, o sentimento de Carol Kumahara, faltando poucos dias para os Jogos, é de confiança.

“Me sinto bem. Desde 2019 tenho feito bons jogos, com boas vitórias. Chego bem confiante para essa Olimpíada”, finaliza a atleta.


Fonte: COB
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Aos poucos a Vila Olímpica de Tóquio 2020 vai sendo povoada pelos atletas do Time Brasil. Neste sábado, dia (17/07), o cavaleiro João Victor Oliva, que na sexta foi o primeiro atleta brasileiro a entrar na Vila, passou a ter a companhia do remador Lucas Verthein, de Ane Marcelle e Marcus D’Almeida, do tiro com arco. À noite, ainda chegarão as equipes de esgrima e ginástica artística masculina. 

Foi uma longa viagem até a casa dos atletas. O trio só se conheceu no momento do embarque, ainda no Brasil. Dois voos e dois dias depois eles já conversavam como velhos amigos. “Essa foi a viagem mais longa da minha vida”, afirmou Marcus. “Já fui pra Coreia algumas vezes, mas o Japão consegue ser ainda mais longe”, brinca o atleta.

Marcus colocou o Brasil no cenário do tiro com arco ao conquistar a prata nos Jogos Olímpicos da Juventude de Nanquim 2014, mesmo ano em que se sagrou vice-campeão Mundial Júnior. Com apenas 18 anos, o jovem pulou algumas etapas em seu desenvolvimento e diz que não competiu como gostaria nos Jogos do Rio. “Apenas alguns anos depois eu compreendi o que foi a Rio 2016 para mim. Hoje eu entendi o tamanho de tudo aquilo, vi que consegui criar uma identidade e como eu posso usar essa experiência”, analisa Marcus.

Mais maduro e com uma edição olímpica no currículo, Marcus, mesmo com apenas 23 anos, se considera pronto para encarar o desafio mais uma vez. “A maior viagem para o maior propósito da minha vida. Estou aqui pronto para fazer o que eu treinei da melhor forma possível. Foi um longo período de espera depois do adiamento dos Jogos. Mas só penso em coisas positivas e vou pra dentro”, afirma o arqueiro, que vai competir na prova individual e nas duplas mistas, ao lado de Ane Marcelle. 

Juntos, Marcus e Ane já conquistaram o ouro nos Jogos Pan-americanos Lima 2019. A carioca de 27 anos é responsável pelo melhor resultado brasileiro da modalidade em Jogos Olímpicos e quer fazer história na estreia das duplas mistas no programa olímpico. “Eu chego a Tóquio muito confiante em trazer uma medalha nessa prova. Pela consistência de nosso treinamento, nós temos a possibilidade”, disse Ane Marcelle.

Com ou sem medalha, a atleta já é uma vitoriosa. “Eu estou muito orgulhosa da minha trajetória. Sou a primeira mulher negra no Brasil a conquistar a vaga olímpica no arco e estou muito emocionada de voltar aos Jogos. Vou fazer bonito! Igual fiz na Rio 2016”, completou a atleta.


Fonte: COB
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A primeira entrevista coletiva · 30/06/2021 - 10h47

Ansioso por trote, Léo Ortiz comenta primeiro dia na Seleção Brasileira


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Horas depois da apresentação, o primeiro treino e a primeira entrevista coletiva. Nesta terça-feira (29/06), Léo Ortiz viveu muitas emoções diferentes em sua chegada ao elenco da Seleção Brasileira. Em atendimento à imprensa, o zagueiro falou sobre tudo que viveu neste primeiro dia na Granja Comary, em Teresópolis (RJ).

    Lucas Figueiredo/CBF

"O trote ainda não rolou, mas estou muito ansioso, nervoso... Hoje no almoço já bateram copo para me deixar mais nervoso. Subir na cadeira diante desses fenômenos do futebol mundial vai ser divertido, vai ser legal para eu me soltar e eles me conhecerem cada vez mais", disse, antes de falar sobre o orgulho de chegar à Seleção Brasileira:

"Nos últimos dias, realmente, foi um turbilhão de coisas que surgiram, mas fiquei muito feliz, é uma responsabilidade enorme. O jogador que quer chegar ao alto nível tem que estar preparado para esses momentos, eu me preparei para isso. As pessoas acompanham, estão vendo meu trabalho. É uma oportunidade benéfica, uma responsabilidade imensa".

Depois de participar da vitória por 1 a 0 do Red Bull Bragantino sobre o Atlético Goianiense, na última segunda-feira, Léo Ortiz não treinou com bola em seu primeiro dia na Granja Comary. O zagueiro fez um trabalho regenerativo na academia, mas já começou a se integrar ao grupo da Seleção Brasileira.

O defensor vive a expectativa para o início dos trabalhos, principalmente pelo alto nível de seus companheiros de posição, em especial Thiago Silva e Marquinhos, que são referências para ele desde o início da carreira.

"Vai ser de suma importância esse dia a dia com eles, são dois caras que eu tenho como referência. Acompanho muito os clubes em que eles jogam, são dois jogadores de nível mundial, assim como o Éder Militão, que é um pouco mais da minha idade. Fico muito feliz de poder ter esse dia a dia com eles. Amanhã vou ter a oportunidade de estar em campo, poder estar junto, absorver o conhecimento, o que eles têm para me passar. Fico muito feliz de ter essa oportunidade, vou trabalhar muito para chegar ao nível deles", declarou.

Léo Ortiz chegou à Seleção Brasileira durante o mata-mata da CONMEBOL Copa América 2021. Apesar de ser uma competição de "tiro curto", o zagueiro sabe que a contribuição pode ser dada a cada dia, apresentando-se da melhor maneira possível nos treinamentos.

"A maneira de contribuir é com trabalho, no dia a dia, dando o máximo, estando pronto para os jogos, fazendo com que meus companheiros evoluam, para que eu e eles possamos crescer. Vai favorecer para os dois lados. Poder aprender junto com esses defensores vai ser de extrema importância para o meu crescimento como jogador. Fazer dos meus treinos os treinos da vida, é uma oportunidade que estou recebendo. Sou novo, quero agarrá-la com as duas mãos", concluiu.

Com Léo Ortiz, a Seleção Brasileira segue sua preparação para o jogo da próxima sexta-feira (02/06), contra o Chile, pela CONMEBOL Copa América 2021. A bola rola às 21h no Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro (RJ), pelas quartas de final.


Fonte: CBF
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