Perfil do morador conta muito · 27/03/2019 - 15h39

Casa ou apartamento? Conheça os prós e contras


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São muitos fatores que pesam na hora de alugar ou comprar uma casa ou um apartamento, sendo que ambos possuem os seus prós e contras, mas certamente as duas alternativas oferecem características que agradam os mais variados perfis de moradores. 

Segurança, conforto, tranquilidade, preço e localização são os motivos mais comuns a serem analisados antes de optar entre um e outro. Separamos abaixo alguns prós e contras entre morar em casa ou apartamento que podem ajudar aqueles que ainda estão indecisos.

    Foto: Pixabay

Casa

Morar em uma casa oferece vantagens que muitos não abrem mão como, por exemplo, o espaço. Em casa, a possibilidade de ter um animal de estimação, criar plantas, ou até mesmo hortas, são muito maiores. Há também a vantagem de se ter mais privacidade, já que os vizinhos não são tão próximos quanto em um apartamento, além de não ter a despesa do condomínio, muitas vezes um valor considerável dentro do orçamento familiar. 

Em relação a segurança, hoje as casas não estão mais tão distantes das seguranças dos apartamentos, com tecnologias e estruturas cada vez mais modernas para assegurar o bem-estar da família. Isso sem contar com a existência de condomínios fechados nos quais a segurança é reforçada.

“No meu ponto de vista, um dos principais pontos positivos de uma casa é que poderá ajustar a estrutura ao seu sonho, principalmente quando compra um terreno e constrói. A pessoa pode construir de acordo com o que objetiva e tem maior possibilidade de ajustes e reformas. Um apartamento terá que contar com uma estrutura pré-elaborada”, afirma o presidente do Grupo Realibras/Conspar, Eufrásio Humberto Domingues.

Apartamento

Quem escolhe morar em um apartamento deve estar ciente de que deverá seguir algumas regras, ou seja, cada condomínio ou prédio tem o seu próprio regimento interno para a boa convivência entre todos, portanto essa análise deve ser feita com muita atenção para que se adeque ao estilo de vida do morador.

Um dos pontos positivos é ter a possibilidade de fazer amizades que podem ajudar no caso de uma viagem longa, cuidando dos animais de estimação ou colocando água nas plantas, por exemplo.

Já na questão da privacidade, os apartamentos podem ser menos vantajosos, uma vez que a proximidade entre um apartamento e outro é muito menor. Além disso, há a questão do barulho, um dos pontos que mais causam reclamações entre os moradores, seja por conta de festas que passam do horário estipulado, sapatos no andar de cima ou das crianças brincando na piscina e nos playgrounds.

“O mais importante na hora de escolher entre os dois tipos de empreendimento é saber qual é o seu perfil e até onde você está disposto a adequá-lo, tendo como objetivo maior viver e conviver harmoniosamente onde quer que esteja”, finaliza Domingues.


Fonte: AsCom
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Fim das dívidas? · 28/01/2019 - 22h39

Quatro orientações para quem precisa devolver imóvel


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Gilberto Bento Jr.

O sonho de um imóvel muitas vezes pode acabar como um pesadelo das dívidas, com o proprietário não conseguindo arcas com as parcelas do financiamento, o que ocasiona a necessidade de devolver o imóvel. Assim, são muitos os motivos que levam à devolução e quando isso ocorre se estabelece o pânico por parte de quem acreditou poder comprar uma casa ou apartamento, já que se entende que perderá um grande montante de valor investido.

Mas, é importante lembrar que, quem vive dificuldades por não ter condições de pagar as prestações de imóvel que comprou na planta deve conhecer seus direitos caso queria romper o contrato e devolver o imóvel, que inclusive, ainda não recebeu. Isso diminuirá em muito as perdas financeiras.

O termo técnico de rescindir o contrato e pedir de volta os valores pagos é “distrato” contratual, em geral, todos os contratos podem ser distratados. Como advogado experimentado na vivência e acompanhamento de dezenas de distratos, resolvi relacionar os direitos de quem quer devolver imóvel na planta.

Seus direitos no distrato para devolução de imóvel comprado na planta

 Se necessário, você pode solicitar o distrato judicialmente, se houver recusa no recebimento da sua intenção de romper o contrato.  Ao desistir da compra você não pode perder todo o dinheiro que pagou. A construtora recebe o imóvel de volta, e deve devolver um valor que pode chegar a 50% do que foi pago pelo comprador, caso a culpa do distrato seja do proprietário, por não conseguir uma linha de crédito para financiamento, por exemplo. 

As construtoras não podem reter todo o valor pago

Existem casos de tentativas de se reter todo o valor pago à construtora, isso não deve ser nem mesmo considerado. O valor que ficará com a construtora levará em conta apenas valores como a multa de rescisão e despesas administrativas. Assim, se a empresa quiser reter mais do que 25% do valor pago, o proprietário deve recorrer à Justiça.

É fundamental que se busque um especialista nessas situações e não se deixe ser pressionado, pois, em vários casos vão falar que essa busca por ressarcimento de valores é improvável e poderão forçar que existe um consenso que não será o melhor para o lado do comprador. Assim, a recomendação é não assinar nenhum acordo.

Distrato deve ser solicitado

O primeiro passo ao perceber que não terá fôlego financeiro para arcar com o compromisso do imóvel na planta é pedir o distrato para não precisar continuar pagando as prestações e assim economizar no orçamento mensal.

 O distrato para extinguir as obrigações estabelecidas em um contrato anterior deve ser solicitado até a entrega das chaves. Após isso, o comprador toma posse do imóvel e não é mais possível devolver o bem à construtora. A construtora deve devolver o valor em uma única parcela.

Quando a culpa é da construtora

Existem situações em que o cancelamento do contrato pode ser atribuído por culpa da construtora, é uma denúncia contratual por responsabilidade, quando a construtora não respeita as cláusulas, por exemplo quando atrasa a entrega do imóvel, nestes casos a devolução deve ser de 100% do valor total pago.

Temos que lembrar que a devolução dos valores deve ser corrigida monetariamente, ou seja, o valor deverá ser atualizado.

Enfim, situações como as apresentadas acima, com certeza são motivos para preocupações, contudo é imprescindível que que adquiriu um imóvel na planta e que tenha que devolver mantenha a calma nessa hora, buscando uma assessoria adequada, qualquer ação de desespero poderá resultar em pesado prejuízo financeiro.


Gilberto Bento Jr. é advogado, contabilista, empresário. Sócio da Bento Jr. Advogados (www bentojradvogados.com.br), com experiência sólida em gestão de estratégias empresariais, amplo conhecimento em formação de preços, custos, recursos humanos, viabilização econômica e financeira.


Fonte: AsCom
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O Ministério das Cidades, em parceria com a Prefeitura de Teresina, está construindo 1022 habitações, por meio do Programa Minha Casa, Minha Vida, no Parque Brasil, localizado na zona Norte de Teresina. A execução do projeto é um legado do presidente Michel Temer e conta ao todo com investimentos de R$ 114 milhões, liberados durante a atuação do deputado eleito Henrique Pires na Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental. 

O residencial, que integra as ações da segunda etapa do Lagoas do Norte, mudará a realidade de centenas de famílias na região, possibilitando a muitos piauienses a concretização do sonho da casa própria. "Eu vim aqui meses atrás como secretário nacional de Saneamento tratar dessa obra que ia ter início, possibilitando o remanejamento de famílias atingidas pelo Lagoas do Norte em área de risco para este empreendimento. Agora, a obra está sendo executada, e tive orgulho no Governo do presidente Temer de participar para que ela estivesse nesse estágio", indicou Henrique Pires.

A construção de unidades habitacionais no residencial englobará 350 casas e 672 apartamentos; assim, os avanços almejados com o projeto não param por aí, o residencial também terá equipamentos públicos primordiais para a população, de modo que serão construídas creches, escolas públicas, praças, campo de futebol, centro e lavanderias comunitárias. Além disso, também serão feitas intervenções na área de drenagem, abastecimento de água, esgotamento sanitário, iluminação e pavimentação asfáltica.

 


Fonte: Com informações da assessoria
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Confira o procedimento · 23/12/2018 - 08h12

FGTS pode ser usado na compra de apartamentos em Teresina


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O dinheiro do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) pode ajudar muitos trabalhadores teresinenses a realizar o sonho de adquirir o seu primeiro imóvel próprio. Com o Fundo de Garantia, é possível usufruir de linhas de financiamento com juros reduzidos, facilitando a aquisição de imóvel de maior valor.

Se o comprador estiver somando a renda com outra pessoa para realização da compra, o saldo do FGTS de um ou dos dois pode ser utilizado como entrada, desde que ambos estejam dentro das regras. Com o FGTS também é possível amortizar as prestações do financiamento do imóvel a cada dois anos.

Os requisitos básicos para utilização do Fundo de Garantia na compra de imóveis são: 3 anos de recolhimento de FGTS, não possuir outro imóvel na mesma cidade e não ter financiamento no Sistema Financeiro de Habitação.

Os apartamentos do Condomínio Parque Terrazzo Poti, o primeiro empreendimento da MRV Engenharia em Teresina, podem ser adquiridos com a ajuda do Fundo de Garantia, mesmo se o comprador foi beneficiário do subsídio do Programa Minha Casa Minha Vida.

O residencial contará com 580 unidades e, além do uso da energia solar, oferece pomar, lixeiras para coleta seletiva, preparação para receber wi-fi nas áreas comuns, tomadas com entrada USB, sistema de segurança, medição individualizada de água e bicicletas compartilhadas. Um novo design também fará parte do projeto. A fachada do apartamento contará com cores modernas e acabamento em eco granito.

O Parque Terrazzo Poti fica em um bairro com estrutura comercial, próximo às Avenidas Joaquim Nelson e João XXIII e a 25 minutos do Centro de Teresina. Os interessados em conhecer mais detalhes sobre o Terrazzo Poti podem acessar o endereço www.mrv.com.br, que disponibiliza atendentes online 24 horas por dia. Ou agendar uma visita a um dos apartamentos decorados na Zona Leste e no Dirceu.  


Fonte: Com informações da assessoria
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Por Renato Tardioli*

As regras para o distrato imobiliário vão mudar. A Câmara dos Deputados aprovou, na semana passada, o PL 1220/15, que tornou mais claras – e também mais duras – as regras sobre o distrato imobiliário, a desistência da compra de um imóvel por parte do consumidor quando ele está inadimplente ou dele desistiu por razões diversas. A pendência, agora, é apenas da sanção presidencial para que, efetivamente, o projeto tenha força de lei e passe a vigorar.

Há inúmeros pontos contemplados no Projeto de Lei, mas um deles, em especial, vem gerando polêmica: na assinatura do distrato, ficam retidos, sob forma de multa, 50% do montante pago.

Até o surgimento do PL, não existiam regras claras para o distrato imobiliário, muito menos a definição do porcentual de retenção para as construtoras a fim de cobrir, ao menos em parte, o investimento feito no imóvel em questão. Cada caso era um caso, e as decisões iam sempre para a Justiça, que costumava fixar um índice que oscilava entre 25% e 30% do total pago. Nem é preciso dizer como o processo era moroso e acontecia sem que construtora e consumidor conseguissem prever, com clareza, os valores envolvidos. Com o PL, caso realmente seja aprovado pela Presidência da República, os termos ficam muito mais transparentes, beneficiando ambas as partes. Apesar das críticas, trata-se de um avanço que, com o tempo, deve ser reconhecido.

Por parte das construtoras, a definição do porcentual de retenção de 50% vem como uma boa notícia, especialmente porque, nos últimos anos, em função das atribulações econômicas do país, houve pedidos de distrato em massa. O impacto nas contas das construtoras foi significativo, e o desembolso de quantias vultosas comprometeu, principalmente, o investimento em outros empreendimentos, além do patrimônio.  

Pensando no consumidor, na minha opinião, a lei tem um viés moralizador. Muitas pessoas compram imóveis sem fazer um estudo financeiro efetivo, sem analisar se realmente têm condições de arcar com aquele investimento. Não fazem uma programação financeira familiar que considere todas as despesas que precisam dar conta, incluindo eventuais imprevistos. E aí, num determinado momento, deixam de pagar as parcelas acordadas com a construtora ou mesmo pedem o cancelamento do contrato, com o recebimento do que foi investido até então.

Acredita-se que, a partir de agora, a decisão pela compra de um imóvel será, ou deverá ser, fruto de muito mais reflexão, sob pena de perder valores importantes. Vale lembrar que o PL assegura o direito de arrependimento de compra em até sete dias de sua formalização, como prevê o Código de Defesa do Consumidor. Neste caso, o cliente recebe o que foi investido integralmente.

Por ora, só nos resta aguardar a sanção presidencial e torcer para que construtoras e consumidores trilhem um caminho de prosperidade, para que distratos imobiliários sejam algo raro nesta relação, e não motivo de conflitos e perdas. 

*Renato Tardioli é advogado e sócio do escritório Tardioli Lima Advogados

Sobre o escritório Tardioli Lima Advogados

O escritório Tardioli Lima Advogados foi fundado em 2009 e atua na área de Direito Empresarial, com ênfase em Agronegócio, Cível, Educação, Falência e Recuperação Judicial, Planejamento Patrimonial e Sucessório e Societário. Em sua equipe - além dos sócios Fernando Tardioli, Renato Tardioli e Andreia Viola - estão mais de 50 advogados que atendem empresas expressivas em seus segmentos de atuação.

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A OAB-PI será sede do I Ciclo de Palestras de Direito e Contabilidade Condominial do Piauí, a ser realizado no próximo dia 6 de dezembro, das 14h às 20h. O evento tem como objetivo ampliar o debate multidisciplinar acerca da legislação e convívio condominial.

A programação contará com palestrantes renomados na área que abordarão os seguintes temas: “A importância da transparência nas prestações de contas condominiais”; “Práticas Restaurativas Aplicadas em Condomínio”; “Pilares do Compliance Condominial”; “A era das mediações nas Relações Condominiais”; “Nulidade de Atos Formais no Direito Condominial” e “O condômino antissocial e o Direito de Propriedade”.  

A participação no evento garante certificação de 6 horas/aula. O investimento é de 1 lata de leite em pó a ser entregue no momento da entrada no evento. Com vagas limitadas, as inscrições podem ser feitas online pelo endereço.


Fonte: AsCom/OAB
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O brasileiro não está acostumado a realizar investimentos e muitas vezes segue embalos de momento, que prometem grandes rendimentos, mas que possuem pouca segurança. Uma alternativa que se mostra e não é muito lembrada, mas que garante um ótimo retorno, é investir em terreno. Lembrando que essa área vai muito além do ter ou não ter uma área para morar.

O que poucas pessoas analisam é que investir em terreno é uma opção bastante segura e também pode ser bastante lucrativa para aqueles que procuram um adequado investimento. Mesmo durante a crise passada os terrenos não perderam valores e o ramo imobiliário já começa a dar bons sinais de melhoras em um futuro próximo.

“Ter um terreno com certeza se mostra um ótimo investimento, ainda temos um intenso déficit imobiliário, entretanto, os benefícios vão muito além. Contudo, é preciso um planejamento para essa aquisição, para que realmente se mostre lucrativa em médio e longo prazo”, explica o Diretor de Marketing do Grupo Conspar/Realibrás, Marcus Cunha.

A grande questão relacionada aos terrenos é que, como em qualquer investimento, é preciso um planejamento na hora de comprar, a pessoa deve fazer análises e planilhas para que saiba até o quanto pode gastar. Ponto importante nessa compra é que ter um terreno proporciona um baixo custo com manutenção e tem alta probabilidade de valorizar.

Pensando na melhor compra desse bem, Marcus Cunha preparou algumas orientações sobre o tema:

  • Avalie a localização e histórico – muitas vezes o que pode se parecer um bom negócio se torna um pesadelo. Por isso analise alguns pontos, como a existência de infraestrutura nas redondezas. Também existem casos de locais com problemas drenagem, ocorrendo com o tempo alagamentos ou limitações para construção, assim, pesquise e olhe com muita atenção todos os detalhes.
  • Cuidado com o preço – no impulso da compra muitas pessoas não avaliam seu fôlego financeiro, assim se planeje e busque empresas que ofereçam boas condições de financiamento e alternativas para renegociação, com isso evitará a necessidade de devolução. Outro ponto é desconfiar de preços muito convidativos, que podem esconder armadilhas.
  • Busque por projetos urbanísticos – ainda no campo de análise, procure locais que possuam estrutura urbanística adequada para o crescimento, o que proporcionará uma maior valorização desse bem no decorrer dos anos.
  • Pense nos gastos extras – é preciso saber se no local no terreno não existem gastos extras como condomínio, por exemplo, pois pode ser um novo fator de endividamento.
  • Pense a situação legal – antes de comprar um terreno, confira sua documentação, se está tudo regularizado com a prefeitura, se não existe nenhum impedimento no local para construções ou se não existem dívidas anteriores. A matrícula individual ajuda ter um posicionamento se a ocupação é regular ou não.
  • Analise a inclinação e o tipo de solo – mesmo não parecendo de grande relevância, esses custos podem encarecer em muito as obras futuras no local, gerando desvalorização, já que serão necessárias obras extras para deixá-lo pronto para obra.

Fonte: AsCom
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Mais de 36 mil foi o número de mudas plantadas pela MRV Engenharia no terceiro trimestre de 2018. Esse número equivale a quase 84% da totalidade plantada pela construtora no primeiro semestre do ano, quando somaram mais de 44 mil árvores plantadas. De janeiro a setembro, os investimentos para a ação passaram os R$ 4 milhões.

No Norte e Nordeste do país (Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe) foi onde ocorreu o maior número de plantio entre julho e setembro, com 14.601 mudas. Em seguida está a Região Sul com os estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná. As Regionais Campinas, Ribeirão Preto e Centro Oeste somam mais de 11 mil árvores enquanto cerca de 3 mil já estão crescendo nos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo.

Investimento em benefício de todos
Além do plantio de árvores, que é feito desde 2010, a MRV também realiza obras de urbanização e infraestrutura nas mais de 150 cidades onde atua. Somente nos últimos três anos, a companhia investiu mais de meio bilhão de reais na construção de parques, praças, escolas, creches, Unidades Básicas de Saúde, Estações de Tratamento de Esgoto, obras viárias, entre outros. Em 2018, os valores empregados já ultrapassam os R$ 150 milhões.

Em Teresina, o condomínio Parque Terrazzo Poti está quase finalizado e oferecerá qualidade de vida não só aos seus habitantes, mas a todos os moradores da região do Bairro Gurupi, zona leste da capital piauiense. O recurso investido pela construtora foi destinado também para melhorar o bairro onde o condomínio está localizado, com a construção de uma praça aberta aos moradores da região.

Sobre a MRV
Fundada em outubro de 1979, a MRV Engenharia é líder nacional no mercado de imóveis econômicos e a primeira construtora da América Latina a oferecer energia fotovoltaica para seu segmento de atuação. Presente em mais de 150 cidades de 22 Estados e no Distrito Federal, em seus 39 anos de atividade já vendeu mais de 300 mil unidades.


Fonte: Com informações da assessoria
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Índice Geral de Preços · 30/10/2018 - 09h50

Inflação do aluguel é de 10,79% em 12 meses


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O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M), usado no reajuste dos contratos de aluguel, acumula 10,79% em 12 meses, segundo dados de outubro. Em outubro do ano passado, a taxa em 12 meses era de apenas 1,41%.

Os dados foram divulgados hoje (30), no Rio de Janeiro, pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

Considerando-se apenas outubro deste ano, a taxa ficou em 0,89%, inferior ao 1,52% de setembro.

A queda foi puxada pelos preços no atacado, medidos pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo, que anotou uma taxa de 1,11% em outubro, bem abaixo dos 2,24% de setembro.
 
O Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo,  teve um aumento da taxa, ao passar de 0,28% em setembro para 0,51% em outubro. O mesmo aconteceu com o Índice Nacional de Custo da Construção, cuja taxa de inflação subiu de 0,17% para 0,33%.


Fonte: Agência Brasil
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Valor de até R$ 1,5 milhão · 30/10/2018 - 08h40

Aumento do limite de financiamento de imóveis começa a vigorar hoje


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A elevação dos limites de financiamento de imóveis pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH) começa a valer a partir de hoje (30). A medida estava prevista para entrar em vigor em janeiro, mas a antecipação foi definida durante reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN).

Ontem (29), o CMN se reuniu em Brasília. Com a medida, os mutuários poderão financiar imóveis de até R$ 1,5 milhão com juros menores que as taxas de mercado, em todo o país.

Atualmente o teto para financiamentos do SFH corresponde a R$ 950 mil nos estados do Rio de Janeiro, de São Paulo, Minas Gerais e no Distrito Federal. Nas demais localidades do país, o limite de financiamento é R$ 800 mil.

Concedidos com recursos do Fundo de garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e da poupança, os financiamentos do SFH cobram juros de até 12% ao ano. Acima desses valores, valem as normas do Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), com taxas mais altas e definidas livremente pelo mercado.

O chefe do Departamento de Regulação do Sistema Financeiro, João André Pereira, disse que a antecipação do novo teto foi uma demanda dos próprios bancos, que não precisarão atualizar os sistemas para se adaptar à elevação do limite, e que a medida é relevante para o mercado como um todo.

Teto permanente

Em novembro de 2016, o CMN tinha reajustado o teto de financiamento de imóveis pelo SFH de R$ 650 mil para R$ 800 mil na maior parte do país, e de R$ 750 mil para R$ 950 mil no Distrito Federal, em Minas Gerais, no Rio de Janeiro e em São Paulo. Em fevereiro do ano passado, o limite foi reajustado para R$ 1,5 milhão por unidade em todas as regiões do país, valor que vigorou até o fim do ano passado.

Em janeiro deste ano, tinham passado a valer o teto anterior, de R$ 950 mil para quatro unidades da Federação, e de R$ 750 mil no restante do país. A restauração do limite de R$ 1,5 milhão tinha sido anunciada no fim de julho, para entrar em vigor em janeiro. Segundo o BC, o novo teto unificado será permanente.


Fonte: Agência Brasil
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Palestrantes nacionais · 24/10/2018 - 12h08 | Última atualização em 24/10/2018 - 15h42

Setor da Construção sedia evento de tecnologia nas obras


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O Sindicato das Indústrias de Construção Civil de Teresina (Sinduscon) realizou o Workshop Implementação do BIM, no auditório da Federação das Indústrias do Estado do Piauí (FIEPI) e contou com apresentação de palestrantes nacionais. O evento integra o projeto da Câmara Brasileira de Indústrias da Construção (CBIC) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI).

O presidente do Sinduscon Teresina Francisco Reinaldo afirma que o Workshop superou expectativas. “O evento foi bastante participativo, tivemos três palestras e uma em especial ministrada por Rogério Suzuki. Fiquei muito feliz com o feedback que já tive desse primeiro momento, onde muitas pessoas discutiram um novo modelo de gestão para construir”, conta.

O palestrante nacional e consultor da BIM pela CBIC, Rogério Suzuki, espera que após o workshop as pessoas possam se interessar e começar a utilizar a tecnologia. “Fiquei surpreso pela quantidade de pessoas aqui presentes e o grau de interesse. A gente repetiu o trabalho que viemos fazendo de conscientização de explicar a coletânea e espero que o pessoal tenha entendido para começarem a implantar o BIM aqui em Teresina”, comenta.

O sentimento de Paulo Sanchez, que abordou no evento as “Experiências bem- sucedidas de empresas do segmento” é de satisfação com o evento e a felicidade de que a Prefeitura de Teresina já vem batalhando para utilização do BIM. “Um evento que teve mais de 300 pessoas interessadas em aprender é fantástico. O que vou levar para os outros lugares é o exemplo da prefeitura está trabalhando bastante e que o gestor é o primeiro a cobrar isso. Com o comprometimento de cima para baixo”, afirma.

Para o prefeito de Teresina, Firmino Filho, a chegada do BIM era inevitável não somente nas empresas privadas, mas também no setor público. “Por parte do poder público já existe uma preocupação e uma discussão de que todas as obras sejam feitas no BIM. É uma tendência irreversível e será uma obrigação que chegará mais cedo ou mais tarde”, finaliza.

 


Fonte: Com informações da assessoria
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Building Information Modeling · 23/10/2018 - 08h46

Workshop traz inovação para o setor da construção civil


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BIM - Building Information Modeling ou Modelagem da Informação da Construção – é cada vez mais obrigatório no universo da engenharia civil e arquitetura, pois ele está trazendo inúmeros benefícios para a construção civil ao redor do mundo. Com esse conceito o Sindicato das Indústrias da Construção Civil de Teresina (Sinduscon) realizou na sede da Federação das Indústrias do Estado do Piauí (FIEPI), nesta segunda-feira (22) o Workshop Disseminação do BIM.

Representando o presidente da FIEPI, Zé Filho, o diretor regional do SENAI NO Piauí, Mardônio Neiva, falou da satisfação em receber o evento na entidade. “O Sistema FIEPI representa os sindicatos da indústria e o setor da construção civil é o mais representativo deles por toda sua empregabilidade e o SINDUSCON está de parabéns por trazer esse evento para o Estado que aborda inovação e tecnologia para o setor”, afirmou.

O presidente do SINDUSCON, Francisco Reinaldo, falou do importante momento em que a construção civil atravessa, com a implantação do BIM. “Estamos dando um passo importante para a implantação do BIM no Piauí. Esse workshop vai permitir a implantação do BIM, gerando a redução de gastos, menor incidência de erros, essa é uma oportunidade para as empresas desse segmento se desenvolver, principalmente nesse momento de crise”, destaca.

Os alunos do Centro de Tecnologia da Cerâmica Wildson Gonçalves do SENAI foram convidados a participar do evento. Para o aluno Jânio Alves foi muito produtivo participar de um evento inovador. “Eu vim para adquirir conhecimento e ficar sabendo das inovações e tendências para o mercado da construção civil”, afirmou.

O workshop abordou sobre modelagem de projetos, maquetes, e o software Building Information Modeling (BIM) ou Modelagem da Informação da construção. O encontro contou com a participação do arquiteto coordenador da Academia BIM do Sinduscon-SP e Consultor BIM da CBIC, Rogério Suzuki. Ele apresentou o software que ajuda a otimizar tempo nas obras e evita erros em projetos na construção civil.


Fonte: Com informações da assessoria
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Nesta segunda-feira (22) o Sindicato das Indústrias da Construção Civil de Teresina (Sinduscon) irá trazer a Teresina o palestrante nacional, Rogério Suzuki, que é consultor de BIM (Modelagem da Informação da Construção) da Câmara Brasileira de Indústrias da Construção (CBIC). Ele vem para ministrar uma palestra no Workshop Implementação BIM, que vai debater sobre a tecnologia que vem otimizando o tempo nas obras e evitando erros em projetos na construção civil. O encontro será realizado a partir das 13h30 no auditório da Federação das Indústrias do Estado do Piauí (FIEPI).

O evento integra o projeto da Câmara Brasileira de Indústrias da Construção (CBIC) e o SENAI nacional para democratizar o acesso às informações do programa que utiliza modelagem 3D para acelerar o processo de projetos da obra.

Programação:

13h30 Credenciamento

14h00 Abertura (CBIC e Entidade local)

Apresentação do Projeto CBIC de Disseminação do BIM

14h20 Apresentação da Coletânea BIM – CBIC

          Rogério Suzuki

15h20 O Papel dos Desenvolvedores de Softwares BIM

          Empresa I

          Empresa II

          Empresa III

16h20 Coffee break

16h40 Experiências bem-sucedidas de empresas do segmento

          Sinco Engenharia – Paulo Sanchez

17h20 Planejamento da Prefeitura de Teresina

17h40 Debate

18h20 Desdobramentos e encerramento (CBIC e Entidade local)


Fonte: Com informações da assessoria
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A energia solar vem ganhando espaço no país e é a grande aposta da construção civil, que segue investindo em obras residenciais com este tipo de energia sustentável. Empreendimentos que contam com painéis de células fotovoltaicas são novidade no mercado brasileiro e chegam ao Piauí por meio do residencial Parque Terrazzo Poti.

O primeiro empreendimento da MRV Engenharia em Teresina utiliza a energia gerada pelos painéis instalados nos telhados das torres dos prédios para iluminação e demais demandas de áreas comuns. Também oferece um sistema de compensação de energia que permite que o excedente de energia gerada seja transmitida para a rede de distribuição local. A energia extra é transformada em um saldo positivo abatida na conta de luz mensal, podendo cobrir até 80% da conta do condomínio.

O residencial Parque Terrazzo Poti pode ser financiado por meio do Programa Minha Casa Minha e está localizado no bairro Gurupi, zona leste de Teresina. Além de todos estes benefícios, o condomínio conta com preparação para receber wi-fi nas áreas comuns, tomadas com entrada USB, sistema de segurança, medição individualizada de água e bicicletas compartilhadas. Um novo design também fará parte do projeto. A fachada do apartamento contará com cores modernas e acabamento em eco granito.

O condomínio fica em um bairro com estrutura comercial, próximo às Avenidas Joaquim Nelson e João XXIII e a 25 minutos do Centro. Os interessados em conhecer mais detalhes sobre o Terrazzo Poti podem acessar o endereço www.mrv.com.br, que disponibiliza atendentes online 24 horas por dia. Ou agendar uma visita a um dos apartamentos decorados na Zona Leste e no Dirceu.


Fonte: Com informações da assessoria
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Nesta sexta-feira (24), a CAIXA anunciou a redução de até 0,5 p.p. das taxas de juros do crédito imobiliário para operações com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). As taxas mínimas passaram de 9% a.a para 8,75% a.a, no caso de imóveis dentro do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), e de 10% a.a para 9,5% a.a, para imóveis enquadrados no Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI). Além da redução de juros, a CAIXA também promoveu melhoria das condições no financiamento de imóveis para pessoa física. O limite de cota de financiamento de imóveis usados sobe de 70% para 80%. Todas as mudanças começam a valer a partir desta sexta-feira (24).

De acordo com o presidente da CAIXA, Nelson Antônio de Souza, a nova redução das taxas de juros facilita o acesso à casa própria e contribui para a retomada de investimentos no setor da Construção Civil. "Cabe à CAIXA como principal agente financeiro da habitação continuar oferecendo as melhores taxas e condições para os nossos clientes, além de colaborar com a retomada de investimentos do mercado imobiliário e suas cadeias produtivas", afirma.

Novas condições
O limite de cota de financiamento de imóveis usados para pessoa física também subiu de 70% para 80%. A alteração da cota exige do cliente um entrada menor na aquisição do imóvel usado, o que favorece a superação do déficit habitacional. Em 2018, a CAIXA possui R$ 82,1 bilhões disponíveis para o crédito habitacional. O banco mantém a liderança no setor com 69,3% das operações para aquisição da casa própria.

Medidas do Crédito imobiliário em 2018
Em abril, a CAIXA reduziu em até 1,25 p.p. as taxas de juros do crédito imobiliário para operações com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). O banco também promoveu melhoria das condições no financiamento de imóveis para pessoa física. O limite de cota de financiamento do imóvel usado subiu de 50% para 70%. A CAIXA também retomou o financiamento de operações de interveniente quitante (imóveis com produção financiada por outros bancos) com cota de até 70%.

Em julho o banco reduziu em média de 1 a 2 pontos percentuais ao ano as taxas do crédito imobiliário para pessoa jurídica.

SFH e SFI
Estão enquadrados no SFH os imóveis residenciais de até R$ 800 mil, para todo país, exceto para Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal, onde o limite é de R$ 950 mil. Os imóveis residenciais acima dos limites do SFH são enquadrados no SFI.


Fonte: AsCom/Caixa
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O Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Piauí (CRECI-PI) realiza até esta quarta-feira, dia 15, em parceria com a Comissão de Direito Imobiliário da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Piauí (OAB-PI), o II Workshop de Direito Imobiliário. Temas como as mudanças nos Cartórios do Piauí, Ética Profissional, Terrenos de Marinha e Plano Diretor de Ordenamento Territorial em Teresina já foram explanados durante o evento que iniciou na segunda (13).

O Workshop conta com a participação de palestrantes de renome nacional, como o presidente interino do Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci), Augusto Viana Neto (SP); o advogado Rodrigo Karpat (SP) e o Conselheiro Federal do Cofeci, Aurélio Cápua Dallapícula (ES). O evento também conta com mais de dez oficinas sobre diferentes temas das áreas.

O presidente interino do Sistema Cofeci, Dr. Augusto Viana Neto destacou a sua satisfação em ter sido convidado para apresentar o tema Ética Profissional na abertura do evento, principalmente por conta do momento atual que a sociedade está vivendo.

“A ética está presente em tudo e não podemos desconsiderá-la em nenhum momento. A profissão de corretor de imóveis exige um comportamento ético exemplar. O corretor que não tiver uma postura ética que sirva de exemplo para a sociedade não será bem sucedido. O maior patrimônio que nós corretores conseguimos ao longo desses 44 anos de regulamentação da nossa profissão é um banco de clientes satisfeitos com o nosso trabalho. Eles é que dão repercussão naquilo que nós fazemos, que trazem novos clientes e retornam para fazer novos negócios”, afirmou.

Para o presidente do CRECI-PI, Nogueira Neto, o primeiro workshop realizado em parceria com a OAB-PI foi um sucesso e um grande número de profissionais também marca presença nesta segunda edição. “Investir na capacitação profissional dos nossos corretores de imóveis é uma das bandeiras do Conselho e a Ordem tem sido uma grande parceira neste processo. Essa segunda edição do evento enriquecerá ainda mais a nossa categoria e todos os profissionais envolvidos, resultando na prestação de serviços com segurança e qualidade para a população”, afirma.

No último dia de evento serão apresentados temas como o Gerenciamento de Riscos e segurança nos condomínios e Inadimplência Condominial. O II Workshop de Direito Imobiliário acontece no auditório da OAB-PI a partir das 18h.

 

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Um estudo inédito realizado pelo Colégio Notarial do Brasil – Seção São Paulo (CNB/SP), associação que congrega os cartórios de notas paulistas, revelou que no primeiro semestre de 2018, os tabelionatos brasileiros lavraram 450.210 escrituras públicas envolvendo transações imobiliárias. De acordo com a pesquisa, juntos, esses imóveis movimentaram 226,6 bilhões de reais.

O estudo é parte do Projeto Indicadores Notariais, lançado pelo CNB/SP com o propósito de dar transparência as operações imobiliárias que são praticadas via cartórios de notas por meio de escrituras públicas. “É mais uma ferramenta importante que os notários disponibilizam à sociedade. Os dados servirão também como informação importante para o mercado imobiliário e para os demais setores da sociedade civil”, analisa Andrey Guimarães Duarte, presidente do CNB/SP.

A pesquisa será disponibilizada todos os meses no site do CNB/SP – indicadores.cnbsp.org.br – e trará sempre informações sobre a quantidade de transações imobiliárias via escritura pública, bem como o valor em reais que estas operações representaram no período.

No mês de junho, por exemplo, foram transacionados em todo o Brasil aproximadamente 70 mil imóveis, que movimentaram 33,4 bilhões de reais. Ainda de acordo com o levantamento, São Paulo é o estado que mais transaciona propriedades via escritura pública. Neste período foram computadas a lavratura de 20,5 mil escrituras, ou seja, quase 30% dos atos lavrados no País.

Outra possibilidade que pode ser observada nos índices é a análise histórica. O índice de transações imobiliárias via escritura pública recuou 14% em todo o Brasil, passando de 80.748 em maio para 69.748 em junho.

Os indicadores completos podem ser acessados em indicadores.cnbsp.org.br.

Mais barato e mais seguro

A escritura pública de compra e venda de bens é o documento lavrado no cartório de notas por meio do qual uma das partes vende determinado bem – móvel ou imóvel – para outra. O documento é obrigatório para a transferência de bens imóveis de valor superior a 30 salários mínimos.

De acordo com o CNB/SP, a escritura pública é a forma mais segura de se adquirir um imóvel. “O instrumento público possui a fé pública do tabelião, que dará a segurança jurídica ao ato. O notário conferirá também toda a documentação, perseverando assim as partes envolvida no negócio”, ressalta Andrey Guimarães Duarte.

Depois de lavrada a escritura de compra e venda do imóvel, ela deve ser registrada no cartório de registro de imóveis. O próprio tabelionato pode providenciar esse trâmite junto ao registro imobiliário.

Todo este trâmite é simples e rápido. Segundo o último Doing Business, relatório produzido pelo Banco Mundial, que analisa a cada ano as leis e regulações que facilitam ou dificultam as atividades das empresas em cada economia, o processo de registro de imóveis em São Paulo leva aproximadamente 25 dias. Para se ter uma ideia, este tempo é inferior ao de economias desenvolvidas como Alemanha (52 dias) e França (64 dias) e próximo ao dos EUA (15,2 dias).

Ainda de acordo com o levantamento Doing Business, o processo de registro de imóveis no Brasil é um dos mais baratos do mundo. Por aqui, paga-se em média 3,6% do valor total do imóvel para registrá-lo. Mais uma vez, média inferior ao de vários países desenvolvidos: Suécia (4,3%), Itália (4,4), Reino Unido (4,8%), Austrália (5,2), Japão (5,8%), Alemanha (6,7%), França (7,3%) etc.


Fonte: AsCom
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As obras do Parque Terrazzo Poti, condomínio-cidade da MRV Engenharia, estão avançadas. O empreendimento, que é o primeiro da construtora em Teresina, também é o maior com energia fotovoltaica no Piauí. Localizado no bairro Gurupi, zona leste da cidade, o residencial possui padrão diferenciado e contará com 580 apartamentos.

Segundo o gestor executivo de vendas da MRV Engenharia na regional, Diogo Matos, a empresa costuma trabalhar entendendo o perfil do cliente no que se refere ao aproveitamento de espaço. "Boa parte dos nossos clientes são jovens com 22 a 28 anos, então prezamos sempre em estar atualizado com novas tendências da engenharia, e arquitetura, desde a concepção do apartamento, seu tamanho, até o acabamento", explicou o executivo da MRV.

O respeito ao meio ambiente também é uma marca da MRV. O empreendimento faz parte da linha Eco e contará com energia fotovoltaica para as áreas comuns do residencial proporcionando mais economia aos moradores. Segundo Diogo Matos, a ideia consiste na instalação de células fotovoltaicas no telhado do empreendimento, que convertem energia solar em energia elétrica, que é transmitida para a rede de distribuição da concessionária de energia local. “Ao final do mês, a energia gerada pelo sistema entra como saldo e é abatida da conta de luz mensal, podendo até mesmo cobrir a quase totalidade da conta de energia do condomínio, oferecendo energia limpa e economia para os moradores do residencial”, explicou Diogo.

As áreas comuns do Parque Terrazzo Poti terão Wi-Fi, tomadas com entrada USB, sistema de segurança, medição individualizada de água e bicicletas compartilhadas. Um novo design também fará parte do projeto. “A fachada do apartamento contará com cores modernas e acabamento em eco granito. Além da guarita, que contará também com a mesma estrutura de acabamento”, revelou o gestor executivo de vendas da MRV Engenharia na regional, Diogo Matos.

A construtora também investiu em melhorias no entorno do condomínio, entre elas a revitalização das ruas de acesso. Além disso, uma praça pública será construída em breve.

 

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A greve dos caminhoneiros, que tomou conta de quase todo o país, trouxe diversas consequências para a população, como a falta de combustíveis e o desabastecimento. Um mês depois da paralisação, os reflexos ainda podem ser sentidos no bolso do consumidor. De lá para cá, um tema que ganhou destaque nos noticiários foi o tabelamento do frete para quem trabalha no setor de transporte rodoviário de cargas.

Publicada em 27 de maio, a Medida Provisória 832/2018 estabelece o valor do frete mínimo. A formulação da tabela de valores fixos fez parte do acordo entre governo e caminhoneiros para tentar pôr fim à paralisação que durou 11 dias no último mês.

Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), com o tabelamento, os fretes tiveram aumentos médios de 25% a 65%. Em algumas situações, os custos de transporte subiram mais de 100%. A tendência, com isso, é que a população perceba um aumento geral nos preços, já que praticamente todo o transporte de mercadorias passa pelas estradas brasileiras.

Concedido pelo governo como moeda de troca para apaziguar os ânimos, o tabelamento do frete é visto como um retrocesso por especialistas. O advogado especializado em Direito Econômico José Del Chiaro considera que a medida pode trazer prejuízos ainda maiores para a população brasileira.

“Uma tabela vinculativa, uma tabela obrigatória leva à cartelização, leva ao aumento de preço. Ela prejudica a sociedade como um todo. Eu acho que nesse momento, o próprio caminhoneiro precisa pensar que ele está entrando na construção de uma bola de neve, porque na hora que ele sobe todos os preços da forma que ele vai subir, ele também será prejudicado”, argumentou.

O setor produtivo tem mostrado preocupação com o tabelamento do frete. No segmento da Construção Civil, os materiais utilizados sofrerem reajustes devido ao aumento do preço do transporte de mercadorias por rodovias.

O engenheiro civil e consultor técnico do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Rio de Janeiro, Roberto Lira, explica que os preços altos atingem principalmente produtos básicos, chamados de insumos. “O que a gente vai sentir muito, na verdade, são mais ainda aqueles insumos que vêm de distante. Vamos supor o cal, que vem lá do Nordeste para fazer o gesso, a caulim. E nisso aí, o frete, pelo que nos consta, está triplicando”, afirma Lira.

A CNI ingressou na última semana com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o tabelamento do frete para o transporte rodoviário de cargas. Segundo a entidade, o estabelecimento de preços mínimos dos fretes gera ainda mais insegurança, uma vez que a medida aumenta os custos de todo o setor produtivo.

Segundo a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), as tabelas foram elaboradas conforme as características das cargas, que foram divididas em carga geral, a granel, frigorificada, perigosa e neogranel. Se não sofrer mudanças, a tabela publicada no fim de maio terá validade até 20 de janeiro de 2019. A partir daí, de acordo com a MP, novas tabelas deverão ser publicadas até os dias 20 de janeiro e 20 de julho de cada ano e serão válidas para o semestre em que forem editadas.

No início de junho, a ANTT chegou a divulgar uma nova tabela. Poucas horas após o anúncio, no entanto, o Ministério dos Transportes informou que ela seria revogada. Segunda a pasta, a decisão foi tomada porque os caminhoneiros reagiram negativamente aos novos valores definidos, voltando a valer o tabelamento divulgado em maio.


Fonte: Agência do Rádio Mais
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Construtora Tropical lança o seu mais novo empreendimento, o condomínio de médio alto padrão Northe Mix, localizado Av. Duque de Caxias, em frente ao atacadão. Mais de 70% das unidades já se encontram vendidas, sem entradas e com condições facilitadas, não perca essa oportunidade.

Apartamentos com 55,15m² e 67,52m², 2 e 3 quartos, com suíte e banheiro reversível, 1 ou 2 vagas de garagem. Elevador, varanda, banheiro social, área de lazer com piscina, academia, playground e salão de festas, acabamento com piso em porcelanato esmaltado, bancadas em granito.

Os interessados devem se cadastrar no link abaixo:

http://www.mmthe.com.br/t/A

 

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Nova opção de moradia · 03/04/2018 - 20h56 | Última atualização em 03/04/2018 - 21h01

THE: Quitinetes lideram preferência entre jovens e movimentam o mercado imobiliário


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O mercado imobiliário vem passando por um processo de transformação. Algumas mudanças podem ser circunstanciais, outras, no entanto, parecem ser tendências, como é o caso dos investimentos em imóveis conhecidos como quitinetes, que é a preferência de estudantes e jovens solteiros, como opção de moradia.

De acordo com o Conselho Regional de Corretores de Imóveis (CRECI), esse é um dos setores que mais cresce em Teresina, formatando um público jovem cada vez maior no mercado imobiliário. Em geral, esse tipo de cliente valoriza bastante a localização do imóvel, procurando por regiões centrais ou de alta concentração de opções de entretenimento e de transporte público.

Dessa forma, o presidente do CRECI/PI, Nogueira Neto, explica que muitas pessoas optam em morar em um lugar menor, e além da localização, as condições de moradia são fatores que mais influenciam na hora da escolha. “Os jovens normalmente procuraram um bairro que ofereça uma infraestrutura boa, principalmente no que diz respeito ao transporte urbano coletivo. Além disso, o local deve oferecer em suas redondezas outros serviços básicos como hospitais, supermercados, panificadoras, igrejas, entre outros. Para quem escolhe por esse tipo de residência, a lei da praticidade é uma alternativa para fugir do trânsito complicado”, afirma.

O representante do Conselho ainda dá dicas para quem quer investir no setor e alerta que conhecer o mercado ainda é um dos pontos principais para se obter êxito no negócio. “Em geral, como as pessoas estão atrás de mais qualidade de vida, buscam por um bairro que seja valorizado ou que esteja em processo de valorização. Por isso, é importante conhecer o seu público em potencial para direcionar e oferecer as melhores condições”, diz Nogueira Neto.

O presidente também destaca que o fator preço influencia muito na hora da escolha, e que entre os imóveis mais procurados para aluguel estão os menos onerosos. “Dá para notar que os locatários estão a procura, cada vez mais, de opções que sejam realmente vantajosas para se mudar sem desequilibrar o orçamento, por isso o ramo das quitinetes vêm se destacando no mercado imobiliário da capital, uma vez, que grande parte do público que procura por esse tipo de moradia são jovens que se deslocam do interior para estudar ou trabalhar em Teresina”, conclui.


Fonte: Com informações de Ascom
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A maior parte dos recursos sacados das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) por clientes bancários foi destinada para a compra de imóveis e redução do endividamento, segundo análise publicada no Relatório de Inflação, divulgado hoje (29) pelo Banco Central (BC), em Brasília.

Na análise do BC, foi possível mapear o destino de R$ 13,055 bilhões, representando em torno de 30% dos recursos totais sacados (R$ 44,3 bilhões). Desse total analisado, 38,4% foram destinados para redução de endividamento, 2,6% para redução de inadimplência, 14% para aumento de gastos no cartão de crédito, 4,5% para compra de veículos e 40,5% à aquisição de imóveis.

De acordo com o BC, por conta da limitação de dados, a evolução de dívidas contraídas fora do sistema bancário e o consumo realizado por outros meios de pagamento não foram investigados.

Entretanto, o BC acredita que R$ 15 bilhões, ou 54% dos recursos totais sacados, podem ter sido destinados para financiar gastos realizados com outros meios de pagamento – dinheiro, cartões de débito, boleto e transferências bancárias – e para realizar investimentos em ativos financeiros.

Sobre o montante sacado por indivíduos sem acesso a cartão de crédito ou a empréstimos do setor bancário e, portanto, não incluídos na análise (R$ 16,1 bilhões), a hipótese é que os recursos foram destinados ao consumo.

A liberação do saque do FGTS ocorreu no ano passado, com injeção de R$ 44,3 bilhões na economia, representando 0,71% do Produto Interno Bruto (PIB – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país) de 2016, 2,84% do saldo total de crédito para pessoas físicas e 7,24% do saldo de crédito livre rotativo (cheque especial e cartão de crédito) para pessoas físicas no final de 2016. Aproximadamente, 26 milhões de indivíduos foram beneficiados, com saque médio de R$ 1.704.

Queda no endividamento chega a R$ 5 bilhões

O BC estima que houve queda de aproximadamente R$ 5 bilhões no endividamento, excluindo os novos financiamentos de veículos e imóveis. O relatório também aponta redução de aproximadamente R$ 335 milhões na inadimplência (valores em atraso) e impacto positivo de R$ 7,7 bilhões nas despesas das famílias.

No caso dos gastos, R$ 1,83 bilhão foi destinado a consumo realizado por meio de cartões de crédito nas modalidades à vista e parcelado com lojistas, R$ 590 milhões no valor gasto na entrada para compra de veículos e R$ 5,3 bilhões gastos em entrada para compra de imóveis.

O BC também projeta que houve aumento de R$ 799 milhões e R$ 6,8 bilhões na concessão de novos financiamentos de veículos e imóveis, respectivamente. Esses valores representam incremento de 2,7% e 18,9% no valor total financiado quando comparado com os mesmos meses do ano anterior.

Para o BC, os saques das contas inativas, “aliados à queda da inflação e melhoria do mercado de trabalho, com consequente aumento da renda real, à queda dos juros e ao aumento da confiança”, contribuíram para a retomada da economia brasileira.

“A liberação para saques dos recursos das contas inativas do FGTS contribuiu para impulsionar o consumo de bens duráveis e não duráveis e reduzir o endividamento dos indivíduos beneficiados pela medida, assim como regularizar parte do saldo de crédito em atraso junto ao setor bancário”, concluiu o Banco Central.


Fonte: Agência Brasil
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Seja pra morar ou investir · 22/03/2018 - 16h21

Saiba porque este é o melhor momento para investir em imóveis


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A compra de um imóvel, seja para morar ou investir, é uma grande decisão e requer planejamento. Para quem pensa em apostar no setor imobiliário, o momento é agora. O aumento da demanda por imóveis, a queda na taxa de juros, a diminuição da oferta e preços estáveis nos últimos anos são indicadores de uma recuperação do setor e os consultores e investidores preveem que o mercado estará mais favorável para quem busca alugar ou vender.

No Brasil, a cidade de São Paulo é a quarta mais atraente para investidores imobiliários no mundo, ficando atrás apenas de Nova York, Londres e Washington. Enquanto a maioria das pessoas compra imóveis de forma emocional, movidas pelo impulso, pelos apelos visuais e sentimentais, o investidor trabalha racionalmente. Transformar terrenos cheios de mato em um pedaço do paraíso é a especialidade deles.

Para um investidor preparado não existe imóvel ruim, não importa se ele está dentro de uma favela ou no bairro mais nobre da cidade. Um bom imóvel para investimento não precisa ser bonito e bem localizado, ele precisa dar lucro.

Várias são as formas de investir em imóveis e as pessoas devem estar atentas às possibilidades. É possível investir em terrenos, em imóveis na planta, na construção de imóveis para vender ou alugar, dentre tantas possibilidades. No entanto, o imóvel mais adequado para investir varia de acordo com a cidade, a forma de investimento e o perfil do investidor.

No Piauí, vários empreendimentos estão sendo vistos como grandes potenciais para quem deseja investir para comprar e vender, complementar renda com locação ou diversificar investimentos, principalmente os da zona leste de Teresina.

Apesar da recessão vivida pelo país nos últimos tempos, em 2018 o mercado imobiliário começou a sair da maior crise já registrada nas últimas décadas. O diretor de incorporações Alexandre Remedio faz uma análise da situação. “Quem comprou imóveis na última grande crise de 2008/2009, garantiu uma rentabilidade e valorizações superiores a 200% nos primeiros anos de recuperação econômica e as pessoas conseguiram multiplicar seu patrimônio em poucos anos. Agora, em 2018, o Brasil começa a sair da crise econômica mais grave já registrada nos últimos 20 anos. A recuperação sempre é proporcional ao tamanho da crise”, disse.

 


Fonte: Com informações de Égide Comunicações
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Gilberto  Bento Jr.*

Quando se atrasa o pagamento das prestações de financiamento de um imóvel, um dos problemas que podem ser enfrentados é os mutuários perder esse bem, fato que se intensifica com a crise.

Mas, quando isso pode ocorrer? O problema ocorre na prática, quando o consumidor fica com três meses de mensalidades em atraso. A partir de então o banco pode emitir uma notificação e em até seis meses o bem pode ser leiloado.

Contudo, há como evitar o leilão logo quando chega algum comunicado avisando para sair do imóvel ou informando que o imóvel será leiloado. O primeiro passo é não se desesperar, o mutuário só precisa sair se for ordem judicial, e normalmente esses são atos administrativos que podem ser revertidos.

Existem ações judiciais para anular leilões, e até atos jurídicos que não permitem defesa. Essas ações são uteis e vantajosas financeiramente, sendo mais barato pagar um advogado do que perder sua casa e podem ser utilizadas quando existe ameaça de leilão extrajudicial e até mesmo quando o imóvel foi “arrematado” pelo banco ou terceiro.

Para ter sucesso, a esses pedidos é essencial manter o mutuário na posse do imóvel, enquanto nas esferas judiciais e extrajudiciais. No caso específico dos contratos assinados pelo SFI - Sistema Financeiro Imobiliário, a execução é baseada na lei 9.514/97, pelo qual o credor consolida a propriedade do bem de forma direta junto ao Cartório de Registro de Imóveis, substituindo o mutuário pelo credor fiduciante, e, em seguida, promove a venda do imóvel ou a Ação de Reintegração de Posse.

Todavia, o banco é obrigado a respeitar os procedimentos da lei 9.514/97, cabendo nulidade da venda se os requisitos executórios não forem preenchidos.

E quando tratamos com bancos no Brasil, temos pontos bons e ruins, os pontos ruins é que abusam do consumidor e cobram em excesso até para os parâmetros legais, mas os bons pontos são que seu nível de organização precisa melhorar, já que não respeitam as regras legais, e essa postura de não se preocupar com a posição do mutuário proporciona o cometimento de muitos erros que nos permitem conseguir anular leilões e cobranças em excesso, mantendo a posse da casa de que era o titular do financiamento.

Assim, a recomendação para quem está prestes a enfrentar um processo de perda de imóvel para leilão é buscar pelos direitos, não permitido que um bem pelo qual tanto sonhou seja perdido em função de dificuldades momentâneas.


*Gilberto  Bento Jr. é advogado, contabilista e sócio da Bento Jr. Advogados. Especializado em direito tributário, direito empresarial, direito processual, empreendedorismo e direito constitucional.

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O presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (CRECI/PI), Nogueira Neto, esteve reunido com o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Piauí (TCE/PI), Kennedy Barros, na última terça-feira, 06, para tratar sobre a fiscalização dos critérios de cobrança do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), aprovada pelo conselho pleno do órgão.

De acordo com o presidente do CRECI/PI, a iniciativa representa uma vitória significativa para a população que sofre com avaliações que fogem da realidade mercadológica e com casos de imóveis de valor semelhante sendo avaliados com diferenças substanciais.

“Durante o encontro com o conselheiro Kennedy Barros, reiteramos o apoio do CRECI/PI à iniciativa de grande importância para a sociedade teresinense, que é a definição de critérios de cobrança do IPTU. Questionamos ainda sobre as cobranças referentes ao Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI)”, explica Nogueira Neto.

O presidente do CRECI/PI acrescenta ainda que o conselheiro do TCE/PI foi bastante receptivo e garantiu que irá incluir nesta pauta a auditoria do setor da cobrança de ITBI no município de Teresina.


Fonte: Com informações de Ascom
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