Índice Geral de Preços · 30/10/2018 - 09h50

Inflação do aluguel é de 10,79% em 12 meses


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O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M), usado no reajuste dos contratos de aluguel, acumula 10,79% em 12 meses, segundo dados de outubro. Em outubro do ano passado, a taxa em 12 meses era de apenas 1,41%.

Os dados foram divulgados hoje (30), no Rio de Janeiro, pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

Considerando-se apenas outubro deste ano, a taxa ficou em 0,89%, inferior ao 1,52% de setembro.

A queda foi puxada pelos preços no atacado, medidos pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo, que anotou uma taxa de 1,11% em outubro, bem abaixo dos 2,24% de setembro.
 
O Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo,  teve um aumento da taxa, ao passar de 0,28% em setembro para 0,51% em outubro. O mesmo aconteceu com o Índice Nacional de Custo da Construção, cuja taxa de inflação subiu de 0,17% para 0,33%.


Fonte: Agência Brasil
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Valor de até R$ 1,5 milhão · 30/10/2018 - 08h40

Aumento do limite de financiamento de imóveis começa a vigorar hoje


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A elevação dos limites de financiamento de imóveis pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH) começa a valer a partir de hoje (30). A medida estava prevista para entrar em vigor em janeiro, mas a antecipação foi definida durante reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN).

Ontem (29), o CMN se reuniu em Brasília. Com a medida, os mutuários poderão financiar imóveis de até R$ 1,5 milhão com juros menores que as taxas de mercado, em todo o país.

Atualmente o teto para financiamentos do SFH corresponde a R$ 950 mil nos estados do Rio de Janeiro, de São Paulo, Minas Gerais e no Distrito Federal. Nas demais localidades do país, o limite de financiamento é R$ 800 mil.

Concedidos com recursos do Fundo de garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e da poupança, os financiamentos do SFH cobram juros de até 12% ao ano. Acima desses valores, valem as normas do Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), com taxas mais altas e definidas livremente pelo mercado.

O chefe do Departamento de Regulação do Sistema Financeiro, João André Pereira, disse que a antecipação do novo teto foi uma demanda dos próprios bancos, que não precisarão atualizar os sistemas para se adaptar à elevação do limite, e que a medida é relevante para o mercado como um todo.

Teto permanente

Em novembro de 2016, o CMN tinha reajustado o teto de financiamento de imóveis pelo SFH de R$ 650 mil para R$ 800 mil na maior parte do país, e de R$ 750 mil para R$ 950 mil no Distrito Federal, em Minas Gerais, no Rio de Janeiro e em São Paulo. Em fevereiro do ano passado, o limite foi reajustado para R$ 1,5 milhão por unidade em todas as regiões do país, valor que vigorou até o fim do ano passado.

Em janeiro deste ano, tinham passado a valer o teto anterior, de R$ 950 mil para quatro unidades da Federação, e de R$ 750 mil no restante do país. A restauração do limite de R$ 1,5 milhão tinha sido anunciada no fim de julho, para entrar em vigor em janeiro. Segundo o BC, o novo teto unificado será permanente.


Fonte: Agência Brasil
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Palestrantes nacionais · 24/10/2018 - 12h08 | Última atualização em 24/10/2018 - 15h42

Setor da Construção sedia evento de tecnologia nas obras


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O Sindicato das Indústrias de Construção Civil de Teresina (Sinduscon) realizou o Workshop Implementação do BIM, no auditório da Federação das Indústrias do Estado do Piauí (FIEPI) e contou com apresentação de palestrantes nacionais. O evento integra o projeto da Câmara Brasileira de Indústrias da Construção (CBIC) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI).

O presidente do Sinduscon Teresina Francisco Reinaldo afirma que o Workshop superou expectativas. “O evento foi bastante participativo, tivemos três palestras e uma em especial ministrada por Rogério Suzuki. Fiquei muito feliz com o feedback que já tive desse primeiro momento, onde muitas pessoas discutiram um novo modelo de gestão para construir”, conta.

O palestrante nacional e consultor da BIM pela CBIC, Rogério Suzuki, espera que após o workshop as pessoas possam se interessar e começar a utilizar a tecnologia. “Fiquei surpreso pela quantidade de pessoas aqui presentes e o grau de interesse. A gente repetiu o trabalho que viemos fazendo de conscientização de explicar a coletânea e espero que o pessoal tenha entendido para começarem a implantar o BIM aqui em Teresina”, comenta.

O sentimento de Paulo Sanchez, que abordou no evento as “Experiências bem- sucedidas de empresas do segmento” é de satisfação com o evento e a felicidade de que a Prefeitura de Teresina já vem batalhando para utilização do BIM. “Um evento que teve mais de 300 pessoas interessadas em aprender é fantástico. O que vou levar para os outros lugares é o exemplo da prefeitura está trabalhando bastante e que o gestor é o primeiro a cobrar isso. Com o comprometimento de cima para baixo”, afirma.

Para o prefeito de Teresina, Firmino Filho, a chegada do BIM era inevitável não somente nas empresas privadas, mas também no setor público. “Por parte do poder público já existe uma preocupação e uma discussão de que todas as obras sejam feitas no BIM. É uma tendência irreversível e será uma obrigação que chegará mais cedo ou mais tarde”, finaliza.

 


Fonte: Com informações da assessoria
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Building Information Modeling · 23/10/2018 - 08h46

Workshop traz inovação para o setor da construção civil


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BIM - Building Information Modeling ou Modelagem da Informação da Construção – é cada vez mais obrigatório no universo da engenharia civil e arquitetura, pois ele está trazendo inúmeros benefícios para a construção civil ao redor do mundo. Com esse conceito o Sindicato das Indústrias da Construção Civil de Teresina (Sinduscon) realizou na sede da Federação das Indústrias do Estado do Piauí (FIEPI), nesta segunda-feira (22) o Workshop Disseminação do BIM.

Representando o presidente da FIEPI, Zé Filho, o diretor regional do SENAI NO Piauí, Mardônio Neiva, falou da satisfação em receber o evento na entidade. “O Sistema FIEPI representa os sindicatos da indústria e o setor da construção civil é o mais representativo deles por toda sua empregabilidade e o SINDUSCON está de parabéns por trazer esse evento para o Estado que aborda inovação e tecnologia para o setor”, afirmou.

O presidente do SINDUSCON, Francisco Reinaldo, falou do importante momento em que a construção civil atravessa, com a implantação do BIM. “Estamos dando um passo importante para a implantação do BIM no Piauí. Esse workshop vai permitir a implantação do BIM, gerando a redução de gastos, menor incidência de erros, essa é uma oportunidade para as empresas desse segmento se desenvolver, principalmente nesse momento de crise”, destaca.

Os alunos do Centro de Tecnologia da Cerâmica Wildson Gonçalves do SENAI foram convidados a participar do evento. Para o aluno Jânio Alves foi muito produtivo participar de um evento inovador. “Eu vim para adquirir conhecimento e ficar sabendo das inovações e tendências para o mercado da construção civil”, afirmou.

O workshop abordou sobre modelagem de projetos, maquetes, e o software Building Information Modeling (BIM) ou Modelagem da Informação da construção. O encontro contou com a participação do arquiteto coordenador da Academia BIM do Sinduscon-SP e Consultor BIM da CBIC, Rogério Suzuki. Ele apresentou o software que ajuda a otimizar tempo nas obras e evita erros em projetos na construção civil.


Fonte: Com informações da assessoria
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Nesta segunda-feira (22) o Sindicato das Indústrias da Construção Civil de Teresina (Sinduscon) irá trazer a Teresina o palestrante nacional, Rogério Suzuki, que é consultor de BIM (Modelagem da Informação da Construção) da Câmara Brasileira de Indústrias da Construção (CBIC). Ele vem para ministrar uma palestra no Workshop Implementação BIM, que vai debater sobre a tecnologia que vem otimizando o tempo nas obras e evitando erros em projetos na construção civil. O encontro será realizado a partir das 13h30 no auditório da Federação das Indústrias do Estado do Piauí (FIEPI).

O evento integra o projeto da Câmara Brasileira de Indústrias da Construção (CBIC) e o SENAI nacional para democratizar o acesso às informações do programa que utiliza modelagem 3D para acelerar o processo de projetos da obra.

Programação:

13h30 Credenciamento

14h00 Abertura (CBIC e Entidade local)

Apresentação do Projeto CBIC de Disseminação do BIM

14h20 Apresentação da Coletânea BIM – CBIC

          Rogério Suzuki

15h20 O Papel dos Desenvolvedores de Softwares BIM

          Empresa I

          Empresa II

          Empresa III

16h20 Coffee break

16h40 Experiências bem-sucedidas de empresas do segmento

          Sinco Engenharia – Paulo Sanchez

17h20 Planejamento da Prefeitura de Teresina

17h40 Debate

18h20 Desdobramentos e encerramento (CBIC e Entidade local)


Fonte: Com informações da assessoria
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A energia solar vem ganhando espaço no país e é a grande aposta da construção civil, que segue investindo em obras residenciais com este tipo de energia sustentável. Empreendimentos que contam com painéis de células fotovoltaicas são novidade no mercado brasileiro e chegam ao Piauí por meio do residencial Parque Terrazzo Poti.

O primeiro empreendimento da MRV Engenharia em Teresina utiliza a energia gerada pelos painéis instalados nos telhados das torres dos prédios para iluminação e demais demandas de áreas comuns. Também oferece um sistema de compensação de energia que permite que o excedente de energia gerada seja transmitida para a rede de distribuição local. A energia extra é transformada em um saldo positivo abatida na conta de luz mensal, podendo cobrir até 80% da conta do condomínio.

O residencial Parque Terrazzo Poti pode ser financiado por meio do Programa Minha Casa Minha e está localizado no bairro Gurupi, zona leste de Teresina. Além de todos estes benefícios, o condomínio conta com preparação para receber wi-fi nas áreas comuns, tomadas com entrada USB, sistema de segurança, medição individualizada de água e bicicletas compartilhadas. Um novo design também fará parte do projeto. A fachada do apartamento contará com cores modernas e acabamento em eco granito.

O condomínio fica em um bairro com estrutura comercial, próximo às Avenidas Joaquim Nelson e João XXIII e a 25 minutos do Centro. Os interessados em conhecer mais detalhes sobre o Terrazzo Poti podem acessar o endereço www.mrv.com.br, que disponibiliza atendentes online 24 horas por dia. Ou agendar uma visita a um dos apartamentos decorados na Zona Leste e no Dirceu.


Fonte: Com informações da assessoria
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Nesta sexta-feira (24), a CAIXA anunciou a redução de até 0,5 p.p. das taxas de juros do crédito imobiliário para operações com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). As taxas mínimas passaram de 9% a.a para 8,75% a.a, no caso de imóveis dentro do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), e de 10% a.a para 9,5% a.a, para imóveis enquadrados no Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI). Além da redução de juros, a CAIXA também promoveu melhoria das condições no financiamento de imóveis para pessoa física. O limite de cota de financiamento de imóveis usados sobe de 70% para 80%. Todas as mudanças começam a valer a partir desta sexta-feira (24).

De acordo com o presidente da CAIXA, Nelson Antônio de Souza, a nova redução das taxas de juros facilita o acesso à casa própria e contribui para a retomada de investimentos no setor da Construção Civil. "Cabe à CAIXA como principal agente financeiro da habitação continuar oferecendo as melhores taxas e condições para os nossos clientes, além de colaborar com a retomada de investimentos do mercado imobiliário e suas cadeias produtivas", afirma.

Novas condições
O limite de cota de financiamento de imóveis usados para pessoa física também subiu de 70% para 80%. A alteração da cota exige do cliente um entrada menor na aquisição do imóvel usado, o que favorece a superação do déficit habitacional. Em 2018, a CAIXA possui R$ 82,1 bilhões disponíveis para o crédito habitacional. O banco mantém a liderança no setor com 69,3% das operações para aquisição da casa própria.

Medidas do Crédito imobiliário em 2018
Em abril, a CAIXA reduziu em até 1,25 p.p. as taxas de juros do crédito imobiliário para operações com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). O banco também promoveu melhoria das condições no financiamento de imóveis para pessoa física. O limite de cota de financiamento do imóvel usado subiu de 50% para 70%. A CAIXA também retomou o financiamento de operações de interveniente quitante (imóveis com produção financiada por outros bancos) com cota de até 70%.

Em julho o banco reduziu em média de 1 a 2 pontos percentuais ao ano as taxas do crédito imobiliário para pessoa jurídica.

SFH e SFI
Estão enquadrados no SFH os imóveis residenciais de até R$ 800 mil, para todo país, exceto para Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal, onde o limite é de R$ 950 mil. Os imóveis residenciais acima dos limites do SFH são enquadrados no SFI.


Fonte: AsCom/Caixa
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O Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Piauí (CRECI-PI) realiza até esta quarta-feira, dia 15, em parceria com a Comissão de Direito Imobiliário da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Piauí (OAB-PI), o II Workshop de Direito Imobiliário. Temas como as mudanças nos Cartórios do Piauí, Ética Profissional, Terrenos de Marinha e Plano Diretor de Ordenamento Territorial em Teresina já foram explanados durante o evento que iniciou na segunda (13).

O Workshop conta com a participação de palestrantes de renome nacional, como o presidente interino do Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci), Augusto Viana Neto (SP); o advogado Rodrigo Karpat (SP) e o Conselheiro Federal do Cofeci, Aurélio Cápua Dallapícula (ES). O evento também conta com mais de dez oficinas sobre diferentes temas das áreas.

O presidente interino do Sistema Cofeci, Dr. Augusto Viana Neto destacou a sua satisfação em ter sido convidado para apresentar o tema Ética Profissional na abertura do evento, principalmente por conta do momento atual que a sociedade está vivendo.

“A ética está presente em tudo e não podemos desconsiderá-la em nenhum momento. A profissão de corretor de imóveis exige um comportamento ético exemplar. O corretor que não tiver uma postura ética que sirva de exemplo para a sociedade não será bem sucedido. O maior patrimônio que nós corretores conseguimos ao longo desses 44 anos de regulamentação da nossa profissão é um banco de clientes satisfeitos com o nosso trabalho. Eles é que dão repercussão naquilo que nós fazemos, que trazem novos clientes e retornam para fazer novos negócios”, afirmou.

Para o presidente do CRECI-PI, Nogueira Neto, o primeiro workshop realizado em parceria com a OAB-PI foi um sucesso e um grande número de profissionais também marca presença nesta segunda edição. “Investir na capacitação profissional dos nossos corretores de imóveis é uma das bandeiras do Conselho e a Ordem tem sido uma grande parceira neste processo. Essa segunda edição do evento enriquecerá ainda mais a nossa categoria e todos os profissionais envolvidos, resultando na prestação de serviços com segurança e qualidade para a população”, afirma.

No último dia de evento serão apresentados temas como o Gerenciamento de Riscos e segurança nos condomínios e Inadimplência Condominial. O II Workshop de Direito Imobiliário acontece no auditório da OAB-PI a partir das 18h.

 

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Um estudo inédito realizado pelo Colégio Notarial do Brasil – Seção São Paulo (CNB/SP), associação que congrega os cartórios de notas paulistas, revelou que no primeiro semestre de 2018, os tabelionatos brasileiros lavraram 450.210 escrituras públicas envolvendo transações imobiliárias. De acordo com a pesquisa, juntos, esses imóveis movimentaram 226,6 bilhões de reais.

O estudo é parte do Projeto Indicadores Notariais, lançado pelo CNB/SP com o propósito de dar transparência as operações imobiliárias que são praticadas via cartórios de notas por meio de escrituras públicas. “É mais uma ferramenta importante que os notários disponibilizam à sociedade. Os dados servirão também como informação importante para o mercado imobiliário e para os demais setores da sociedade civil”, analisa Andrey Guimarães Duarte, presidente do CNB/SP.

A pesquisa será disponibilizada todos os meses no site do CNB/SP – indicadores.cnbsp.org.br – e trará sempre informações sobre a quantidade de transações imobiliárias via escritura pública, bem como o valor em reais que estas operações representaram no período.

No mês de junho, por exemplo, foram transacionados em todo o Brasil aproximadamente 70 mil imóveis, que movimentaram 33,4 bilhões de reais. Ainda de acordo com o levantamento, São Paulo é o estado que mais transaciona propriedades via escritura pública. Neste período foram computadas a lavratura de 20,5 mil escrituras, ou seja, quase 30% dos atos lavrados no País.

Outra possibilidade que pode ser observada nos índices é a análise histórica. O índice de transações imobiliárias via escritura pública recuou 14% em todo o Brasil, passando de 80.748 em maio para 69.748 em junho.

Os indicadores completos podem ser acessados em indicadores.cnbsp.org.br.

Mais barato e mais seguro

A escritura pública de compra e venda de bens é o documento lavrado no cartório de notas por meio do qual uma das partes vende determinado bem – móvel ou imóvel – para outra. O documento é obrigatório para a transferência de bens imóveis de valor superior a 30 salários mínimos.

De acordo com o CNB/SP, a escritura pública é a forma mais segura de se adquirir um imóvel. “O instrumento público possui a fé pública do tabelião, que dará a segurança jurídica ao ato. O notário conferirá também toda a documentação, perseverando assim as partes envolvida no negócio”, ressalta Andrey Guimarães Duarte.

Depois de lavrada a escritura de compra e venda do imóvel, ela deve ser registrada no cartório de registro de imóveis. O próprio tabelionato pode providenciar esse trâmite junto ao registro imobiliário.

Todo este trâmite é simples e rápido. Segundo o último Doing Business, relatório produzido pelo Banco Mundial, que analisa a cada ano as leis e regulações que facilitam ou dificultam as atividades das empresas em cada economia, o processo de registro de imóveis em São Paulo leva aproximadamente 25 dias. Para se ter uma ideia, este tempo é inferior ao de economias desenvolvidas como Alemanha (52 dias) e França (64 dias) e próximo ao dos EUA (15,2 dias).

Ainda de acordo com o levantamento Doing Business, o processo de registro de imóveis no Brasil é um dos mais baratos do mundo. Por aqui, paga-se em média 3,6% do valor total do imóvel para registrá-lo. Mais uma vez, média inferior ao de vários países desenvolvidos: Suécia (4,3%), Itália (4,4), Reino Unido (4,8%), Austrália (5,2), Japão (5,8%), Alemanha (6,7%), França (7,3%) etc.


Fonte: AsCom
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As obras do Parque Terrazzo Poti, condomínio-cidade da MRV Engenharia, estão avançadas. O empreendimento, que é o primeiro da construtora em Teresina, também é o maior com energia fotovoltaica no Piauí. Localizado no bairro Gurupi, zona leste da cidade, o residencial possui padrão diferenciado e contará com 580 apartamentos.

Segundo o gestor executivo de vendas da MRV Engenharia na regional, Diogo Matos, a empresa costuma trabalhar entendendo o perfil do cliente no que se refere ao aproveitamento de espaço. "Boa parte dos nossos clientes são jovens com 22 a 28 anos, então prezamos sempre em estar atualizado com novas tendências da engenharia, e arquitetura, desde a concepção do apartamento, seu tamanho, até o acabamento", explicou o executivo da MRV.

O respeito ao meio ambiente também é uma marca da MRV. O empreendimento faz parte da linha Eco e contará com energia fotovoltaica para as áreas comuns do residencial proporcionando mais economia aos moradores. Segundo Diogo Matos, a ideia consiste na instalação de células fotovoltaicas no telhado do empreendimento, que convertem energia solar em energia elétrica, que é transmitida para a rede de distribuição da concessionária de energia local. “Ao final do mês, a energia gerada pelo sistema entra como saldo e é abatida da conta de luz mensal, podendo até mesmo cobrir a quase totalidade da conta de energia do condomínio, oferecendo energia limpa e economia para os moradores do residencial”, explicou Diogo.

As áreas comuns do Parque Terrazzo Poti terão Wi-Fi, tomadas com entrada USB, sistema de segurança, medição individualizada de água e bicicletas compartilhadas. Um novo design também fará parte do projeto. “A fachada do apartamento contará com cores modernas e acabamento em eco granito. Além da guarita, que contará também com a mesma estrutura de acabamento”, revelou o gestor executivo de vendas da MRV Engenharia na regional, Diogo Matos.

A construtora também investiu em melhorias no entorno do condomínio, entre elas a revitalização das ruas de acesso. Além disso, uma praça pública será construída em breve.

 

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A greve dos caminhoneiros, que tomou conta de quase todo o país, trouxe diversas consequências para a população, como a falta de combustíveis e o desabastecimento. Um mês depois da paralisação, os reflexos ainda podem ser sentidos no bolso do consumidor. De lá para cá, um tema que ganhou destaque nos noticiários foi o tabelamento do frete para quem trabalha no setor de transporte rodoviário de cargas.

Publicada em 27 de maio, a Medida Provisória 832/2018 estabelece o valor do frete mínimo. A formulação da tabela de valores fixos fez parte do acordo entre governo e caminhoneiros para tentar pôr fim à paralisação que durou 11 dias no último mês.

Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), com o tabelamento, os fretes tiveram aumentos médios de 25% a 65%. Em algumas situações, os custos de transporte subiram mais de 100%. A tendência, com isso, é que a população perceba um aumento geral nos preços, já que praticamente todo o transporte de mercadorias passa pelas estradas brasileiras.

Concedido pelo governo como moeda de troca para apaziguar os ânimos, o tabelamento do frete é visto como um retrocesso por especialistas. O advogado especializado em Direito Econômico José Del Chiaro considera que a medida pode trazer prejuízos ainda maiores para a população brasileira.

“Uma tabela vinculativa, uma tabela obrigatória leva à cartelização, leva ao aumento de preço. Ela prejudica a sociedade como um todo. Eu acho que nesse momento, o próprio caminhoneiro precisa pensar que ele está entrando na construção de uma bola de neve, porque na hora que ele sobe todos os preços da forma que ele vai subir, ele também será prejudicado”, argumentou.

O setor produtivo tem mostrado preocupação com o tabelamento do frete. No segmento da Construção Civil, os materiais utilizados sofrerem reajustes devido ao aumento do preço do transporte de mercadorias por rodovias.

O engenheiro civil e consultor técnico do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Rio de Janeiro, Roberto Lira, explica que os preços altos atingem principalmente produtos básicos, chamados de insumos. “O que a gente vai sentir muito, na verdade, são mais ainda aqueles insumos que vêm de distante. Vamos supor o cal, que vem lá do Nordeste para fazer o gesso, a caulim. E nisso aí, o frete, pelo que nos consta, está triplicando”, afirma Lira.

A CNI ingressou na última semana com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o tabelamento do frete para o transporte rodoviário de cargas. Segundo a entidade, o estabelecimento de preços mínimos dos fretes gera ainda mais insegurança, uma vez que a medida aumenta os custos de todo o setor produtivo.

Segundo a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), as tabelas foram elaboradas conforme as características das cargas, que foram divididas em carga geral, a granel, frigorificada, perigosa e neogranel. Se não sofrer mudanças, a tabela publicada no fim de maio terá validade até 20 de janeiro de 2019. A partir daí, de acordo com a MP, novas tabelas deverão ser publicadas até os dias 20 de janeiro e 20 de julho de cada ano e serão válidas para o semestre em que forem editadas.

No início de junho, a ANTT chegou a divulgar uma nova tabela. Poucas horas após o anúncio, no entanto, o Ministério dos Transportes informou que ela seria revogada. Segunda a pasta, a decisão foi tomada porque os caminhoneiros reagiram negativamente aos novos valores definidos, voltando a valer o tabelamento divulgado em maio.


Fonte: Agência do Rádio Mais
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Construtora Tropical lança o seu mais novo empreendimento, o condomínio de médio alto padrão Northe Mix, localizado Av. Duque de Caxias, em frente ao atacadão. Mais de 70% das unidades já se encontram vendidas, sem entradas e com condições facilitadas, não perca essa oportunidade.

Apartamentos com 55,15m² e 67,52m², 2 e 3 quartos, com suíte e banheiro reversível, 1 ou 2 vagas de garagem. Elevador, varanda, banheiro social, área de lazer com piscina, academia, playground e salão de festas, acabamento com piso em porcelanato esmaltado, bancadas em granito.

Os interessados devem se cadastrar no link abaixo:

http://www.mmthe.com.br/t/A

 

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Nova opção de moradia · 03/04/2018 - 20h56 | Última atualização em 03/04/2018 - 21h01

THE: Quitinetes lideram preferência entre jovens e movimentam o mercado imobiliário


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O mercado imobiliário vem passando por um processo de transformação. Algumas mudanças podem ser circunstanciais, outras, no entanto, parecem ser tendências, como é o caso dos investimentos em imóveis conhecidos como quitinetes, que é a preferência de estudantes e jovens solteiros, como opção de moradia.

De acordo com o Conselho Regional de Corretores de Imóveis (CRECI), esse é um dos setores que mais cresce em Teresina, formatando um público jovem cada vez maior no mercado imobiliário. Em geral, esse tipo de cliente valoriza bastante a localização do imóvel, procurando por regiões centrais ou de alta concentração de opções de entretenimento e de transporte público.

Dessa forma, o presidente do CRECI/PI, Nogueira Neto, explica que muitas pessoas optam em morar em um lugar menor, e além da localização, as condições de moradia são fatores que mais influenciam na hora da escolha. “Os jovens normalmente procuraram um bairro que ofereça uma infraestrutura boa, principalmente no que diz respeito ao transporte urbano coletivo. Além disso, o local deve oferecer em suas redondezas outros serviços básicos como hospitais, supermercados, panificadoras, igrejas, entre outros. Para quem escolhe por esse tipo de residência, a lei da praticidade é uma alternativa para fugir do trânsito complicado”, afirma.

O representante do Conselho ainda dá dicas para quem quer investir no setor e alerta que conhecer o mercado ainda é um dos pontos principais para se obter êxito no negócio. “Em geral, como as pessoas estão atrás de mais qualidade de vida, buscam por um bairro que seja valorizado ou que esteja em processo de valorização. Por isso, é importante conhecer o seu público em potencial para direcionar e oferecer as melhores condições”, diz Nogueira Neto.

O presidente também destaca que o fator preço influencia muito na hora da escolha, e que entre os imóveis mais procurados para aluguel estão os menos onerosos. “Dá para notar que os locatários estão a procura, cada vez mais, de opções que sejam realmente vantajosas para se mudar sem desequilibrar o orçamento, por isso o ramo das quitinetes vêm se destacando no mercado imobiliário da capital, uma vez, que grande parte do público que procura por esse tipo de moradia são jovens que se deslocam do interior para estudar ou trabalhar em Teresina”, conclui.


Fonte: Com informações de Ascom
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A maior parte dos recursos sacados das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) por clientes bancários foi destinada para a compra de imóveis e redução do endividamento, segundo análise publicada no Relatório de Inflação, divulgado hoje (29) pelo Banco Central (BC), em Brasília.

Na análise do BC, foi possível mapear o destino de R$ 13,055 bilhões, representando em torno de 30% dos recursos totais sacados (R$ 44,3 bilhões). Desse total analisado, 38,4% foram destinados para redução de endividamento, 2,6% para redução de inadimplência, 14% para aumento de gastos no cartão de crédito, 4,5% para compra de veículos e 40,5% à aquisição de imóveis.

De acordo com o BC, por conta da limitação de dados, a evolução de dívidas contraídas fora do sistema bancário e o consumo realizado por outros meios de pagamento não foram investigados.

Entretanto, o BC acredita que R$ 15 bilhões, ou 54% dos recursos totais sacados, podem ter sido destinados para financiar gastos realizados com outros meios de pagamento – dinheiro, cartões de débito, boleto e transferências bancárias – e para realizar investimentos em ativos financeiros.

Sobre o montante sacado por indivíduos sem acesso a cartão de crédito ou a empréstimos do setor bancário e, portanto, não incluídos na análise (R$ 16,1 bilhões), a hipótese é que os recursos foram destinados ao consumo.

A liberação do saque do FGTS ocorreu no ano passado, com injeção de R$ 44,3 bilhões na economia, representando 0,71% do Produto Interno Bruto (PIB – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país) de 2016, 2,84% do saldo total de crédito para pessoas físicas e 7,24% do saldo de crédito livre rotativo (cheque especial e cartão de crédito) para pessoas físicas no final de 2016. Aproximadamente, 26 milhões de indivíduos foram beneficiados, com saque médio de R$ 1.704.

Queda no endividamento chega a R$ 5 bilhões

O BC estima que houve queda de aproximadamente R$ 5 bilhões no endividamento, excluindo os novos financiamentos de veículos e imóveis. O relatório também aponta redução de aproximadamente R$ 335 milhões na inadimplência (valores em atraso) e impacto positivo de R$ 7,7 bilhões nas despesas das famílias.

No caso dos gastos, R$ 1,83 bilhão foi destinado a consumo realizado por meio de cartões de crédito nas modalidades à vista e parcelado com lojistas, R$ 590 milhões no valor gasto na entrada para compra de veículos e R$ 5,3 bilhões gastos em entrada para compra de imóveis.

O BC também projeta que houve aumento de R$ 799 milhões e R$ 6,8 bilhões na concessão de novos financiamentos de veículos e imóveis, respectivamente. Esses valores representam incremento de 2,7% e 18,9% no valor total financiado quando comparado com os mesmos meses do ano anterior.

Para o BC, os saques das contas inativas, “aliados à queda da inflação e melhoria do mercado de trabalho, com consequente aumento da renda real, à queda dos juros e ao aumento da confiança”, contribuíram para a retomada da economia brasileira.

“A liberação para saques dos recursos das contas inativas do FGTS contribuiu para impulsionar o consumo de bens duráveis e não duráveis e reduzir o endividamento dos indivíduos beneficiados pela medida, assim como regularizar parte do saldo de crédito em atraso junto ao setor bancário”, concluiu o Banco Central.


Fonte: Agência Brasil
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Seja pra morar ou investir · 22/03/2018 - 16h21

Saiba porque este é o melhor momento para investir em imóveis


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A compra de um imóvel, seja para morar ou investir, é uma grande decisão e requer planejamento. Para quem pensa em apostar no setor imobiliário, o momento é agora. O aumento da demanda por imóveis, a queda na taxa de juros, a diminuição da oferta e preços estáveis nos últimos anos são indicadores de uma recuperação do setor e os consultores e investidores preveem que o mercado estará mais favorável para quem busca alugar ou vender.

No Brasil, a cidade de São Paulo é a quarta mais atraente para investidores imobiliários no mundo, ficando atrás apenas de Nova York, Londres e Washington. Enquanto a maioria das pessoas compra imóveis de forma emocional, movidas pelo impulso, pelos apelos visuais e sentimentais, o investidor trabalha racionalmente. Transformar terrenos cheios de mato em um pedaço do paraíso é a especialidade deles.

Para um investidor preparado não existe imóvel ruim, não importa se ele está dentro de uma favela ou no bairro mais nobre da cidade. Um bom imóvel para investimento não precisa ser bonito e bem localizado, ele precisa dar lucro.

Várias são as formas de investir em imóveis e as pessoas devem estar atentas às possibilidades. É possível investir em terrenos, em imóveis na planta, na construção de imóveis para vender ou alugar, dentre tantas possibilidades. No entanto, o imóvel mais adequado para investir varia de acordo com a cidade, a forma de investimento e o perfil do investidor.

No Piauí, vários empreendimentos estão sendo vistos como grandes potenciais para quem deseja investir para comprar e vender, complementar renda com locação ou diversificar investimentos, principalmente os da zona leste de Teresina.

Apesar da recessão vivida pelo país nos últimos tempos, em 2018 o mercado imobiliário começou a sair da maior crise já registrada nas últimas décadas. O diretor de incorporações Alexandre Remedio faz uma análise da situação. “Quem comprou imóveis na última grande crise de 2008/2009, garantiu uma rentabilidade e valorizações superiores a 200% nos primeiros anos de recuperação econômica e as pessoas conseguiram multiplicar seu patrimônio em poucos anos. Agora, em 2018, o Brasil começa a sair da crise econômica mais grave já registrada nos últimos 20 anos. A recuperação sempre é proporcional ao tamanho da crise”, disse.

 


Fonte: Com informações de Égide Comunicações
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Gilberto  Bento Jr.*

Quando se atrasa o pagamento das prestações de financiamento de um imóvel, um dos problemas que podem ser enfrentados é os mutuários perder esse bem, fato que se intensifica com a crise.

Mas, quando isso pode ocorrer? O problema ocorre na prática, quando o consumidor fica com três meses de mensalidades em atraso. A partir de então o banco pode emitir uma notificação e em até seis meses o bem pode ser leiloado.

Contudo, há como evitar o leilão logo quando chega algum comunicado avisando para sair do imóvel ou informando que o imóvel será leiloado. O primeiro passo é não se desesperar, o mutuário só precisa sair se for ordem judicial, e normalmente esses são atos administrativos que podem ser revertidos.

Existem ações judiciais para anular leilões, e até atos jurídicos que não permitem defesa. Essas ações são uteis e vantajosas financeiramente, sendo mais barato pagar um advogado do que perder sua casa e podem ser utilizadas quando existe ameaça de leilão extrajudicial e até mesmo quando o imóvel foi “arrematado” pelo banco ou terceiro.

Para ter sucesso, a esses pedidos é essencial manter o mutuário na posse do imóvel, enquanto nas esferas judiciais e extrajudiciais. No caso específico dos contratos assinados pelo SFI - Sistema Financeiro Imobiliário, a execução é baseada na lei 9.514/97, pelo qual o credor consolida a propriedade do bem de forma direta junto ao Cartório de Registro de Imóveis, substituindo o mutuário pelo credor fiduciante, e, em seguida, promove a venda do imóvel ou a Ação de Reintegração de Posse.

Todavia, o banco é obrigado a respeitar os procedimentos da lei 9.514/97, cabendo nulidade da venda se os requisitos executórios não forem preenchidos.

E quando tratamos com bancos no Brasil, temos pontos bons e ruins, os pontos ruins é que abusam do consumidor e cobram em excesso até para os parâmetros legais, mas os bons pontos são que seu nível de organização precisa melhorar, já que não respeitam as regras legais, e essa postura de não se preocupar com a posição do mutuário proporciona o cometimento de muitos erros que nos permitem conseguir anular leilões e cobranças em excesso, mantendo a posse da casa de que era o titular do financiamento.

Assim, a recomendação para quem está prestes a enfrentar um processo de perda de imóvel para leilão é buscar pelos direitos, não permitido que um bem pelo qual tanto sonhou seja perdido em função de dificuldades momentâneas.


*Gilberto  Bento Jr. é advogado, contabilista e sócio da Bento Jr. Advogados. Especializado em direito tributário, direito empresarial, direito processual, empreendedorismo e direito constitucional.

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O presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (CRECI/PI), Nogueira Neto, esteve reunido com o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Piauí (TCE/PI), Kennedy Barros, na última terça-feira, 06, para tratar sobre a fiscalização dos critérios de cobrança do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), aprovada pelo conselho pleno do órgão.

De acordo com o presidente do CRECI/PI, a iniciativa representa uma vitória significativa para a população que sofre com avaliações que fogem da realidade mercadológica e com casos de imóveis de valor semelhante sendo avaliados com diferenças substanciais.

“Durante o encontro com o conselheiro Kennedy Barros, reiteramos o apoio do CRECI/PI à iniciativa de grande importância para a sociedade teresinense, que é a definição de critérios de cobrança do IPTU. Questionamos ainda sobre as cobranças referentes ao Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI)”, explica Nogueira Neto.

O presidente do CRECI/PI acrescenta ainda que o conselheiro do TCE/PI foi bastante receptivo e garantiu que irá incluir nesta pauta a auditoria do setor da cobrança de ITBI no município de Teresina.


Fonte: Com informações de Ascom
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O processo de revisão da NBR 12721:06, que regula o cálculo do Custo Unitário Básico (CUB/m²), foi discutido durante reunião entre representantes de 18 Sindicatos da Indústria da Construção Civil realizada na sede do Câmara Brasileira da Indústria da Construção, em Brasília.

No encontro, foram avaliadas e aprovadas verbas e a reformulação da norma brasileira referente ao cálculo do CUB/m². Gustavo Carvalho, responsável técnico pelo CUB/m² do Sinduscon Teresina, participou do encontrou e reforçou que a revisão das normas do cálculo deve ser feita com urgência. “Esta mudança tem que ser feita com urgência porque é um modelo antigo que está há mais de 10 anos defasado. Esta norma é o carro-chefe das indústrias imobiliárias”, explica.

De acordo com o técnico, o CUB/m² é um indicador de correção contratual que serve como base de cálculo do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) em Teresina.

O Custo Unitário Básico é o principal indicador da Construção e é calculado mensalmente pelos Sinduscons de todo o país, de acordo com a Lei 4.591, de 16 de dezembro de 1964. O CUB garante aos compradores um parâmetro comparativo à realidade dos custos.


Fonte: AsCom
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Brasil ocupa a 7ª colocação · 06/02/2018 - 14h58 | Última atualização em 06/02/2018 - 15h24

Cresce o número de brasileiros que investem em imóveis nos EUA


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Os últimos dados divulgados pelo Banco Central mostram que de 2007 a 2015 a compra de imóveis no exterior por brasileiros saltou 201% e o local que mais atrai investimentos é os Estados Unidos, que concentra 40% da preferência. Segundo dados da National Association of Realtors, divulgado pela Profile Of lnternational Activity in U.S Residential Real Estate, o Brasil está em sétimo lugar entre os países que mais investem no mercado de imóveis americano, com um total de US$ 1,7 bilhão. Isso significa que, somente entre 2015 e 2016, os brasileiros compraram 6.446 imóveis nos Estados Unidos, representando 3% do total de investidores estrangeiros que adquiriram casas ou apartamentos no país.

Para Daniel Toledo, sócio-diretor da Loyalty Miami e advogado especialista em Direito Internacional, entre os benefícios de se investir nos EUA está a oportunidade de se conseguir o Green Card, o visto de cidadão americano de forma rápida, fácil, sem sorteios ou listas de espera. “Isso acontece através do EB-5, também conhecido como ‘visto do investidor’, que possibilita a obtenção do Green Card americano aos estrangeiros que fazem investimento mínimo de US$ 500.000,00 mil no país com o objetivo de geração de postos de trabalho e desenvolvimento regional”, explica.

De acordo com o especialista o benefício ainda é estendido aos filhos solteiros com idade até 21 anos, que passam a ter alguns direitos, como possibilidade de redução da anuidade nas universidades do país, por exemplo.

Para adquirir um imóvel nos Estados Unidos, Daniel explica que é necessário encontrar um corretor que buscará as melhores opções, de acordo com o perfil procurado. E, por lá, todos os imóveis ficam cadastrados em um sistema único. O corretor mostrará ao interessado uma lista com os imóveis que se adaptam à solicitação do cliente: quantidade de quartos, localização, valor, estado de conservação, ano de construção, vizinhança. Muitas pessoas buscam imóveis para investir, então é importante considerar locais que têm alta rotatividade, cidades que têm muitas visitas, seja de long term tour, ou de turistas do norte do país ou do Canadá, que alugam imóveis no sul da Flórida, de novembro a fevereiro, anualmente, para fugir das nevascas e das baixíssimas temperaturas em suas cidades nessa época do ano.

Porém, ressalta Daniel Toledo, que o simples investimento em um imóvel não confere ao proprietário qualquer direito de imigrar ou obter qualquer visto. 

A Flórida, por exemplo, sempre foi local de investimento de estrangeiros, mas o grande 'boom' de demandas brasileiras ocorreu após a crise imobiliária de 2008, quando o real estava muito valorizado em relação ao dólar. “Em 2015, após o impeachment e a valorização do dólar frente ao real, o brasileiro se retraiu como investidor, mas, agora, está voltando, apesar de os preços dos imóveis terem se recuperado nos EUA”, afirma o advogado.

Sobre valores, Daniel Toledo explica que para estrangeiros que não têm o Social Security (documento oficial de identificação nos EUA), pensando em um imóvel de 200 mil dólares, geralmente as instituições financeiras pedirão, de 30 a 40% do valor do imóvel como entrada e farão um financiamento de 30 anos com juros, em média, de 5 a 7,5% e em alguns casos 4%. Isso varia de acordo com o crédito aprovado e com os rendimentos dos compradores em seus países de origem. Além desse down payment é necessário arcar com custos de transferência, registro e outras taxas e isso varia muito de acordo com a região.

Com corretor o custo gira entre 3 e 6% do valor do imóvel um imóvel nos Estados Unidos, Daniel explica que é necessário encontrar um corretor que buscará as melhores opções, de acordo com o perfil procurado. E, por lá, todos os imóveis ficam cadastrados em um sistema único. O corretor mostrará ao interessado uma lista com os imóveis que se adaptam à solicitação do cliente: quantidade de quartos, localização, valor, estado de conservação, ano de construção, vizinhança. Muitas pessoas buscam imóveis para investir, então é importante considerar locais que têm alta rotatividade, cidades que têm muitas visitas, seja de long term tour, ou de turistas do norte do país ou do Canadá, que alugam imóveis no sul da Flórida, de novembro a fevereiro, anualmente, para fugir das nevascas e das baixíssimas temperaturas em suas cidades nessa época do ano.


Fonte: Com informações da assessoria
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Percentual no Piauí é de 10% · 09/01/2018 - 06h07

No Nordeste, cerca de 20% dos imóveis são adquiridos por consórcio


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Mais de 60 mil pessoas foram contempladas e tiveram oportunidade de adquirir um imóvel por meio de consórcio até outubro deste ano. Nesse período aumentou em 32,4% o número de pessoas que aderiram ao consórcio de imóvel. Aproximadamente 20% dos imóveis financiados pelo SBPE no Nordeste foram adquiridos por consórcio. Bahia tem a maior adesão na modalidade, com 27,8%, seguido por Ceará (20%), Pernambuco (19,5%), Paraíba (18,6%), Rio Grande do Norte (16,2%), Maranhão (15,2%), Alagoas (12,6%), Piauí (10,9%), Sergipe (10,3%).

Cada vez mais o brasileiro vem aderindo ao consórcio como meio para realizar sonhos como o da aquisição do apartamento ou casa própria, ​ casa de praia ou campo ou até mesmo, de imóveis para a abertura de um negócio próprio. Só para se ter uma ideia, segundo dados da ABAC - Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios, de janeiro a outubro de 2017, ​​60,05 mil pessoas foram contempladas ​no Brasil ​e tiveram a oportunidade de adquirir um imóvel por meio de consórcio​.

Além disso, dados da entidade também apontam que o potencial de participação dessa modalidade na venda de imóveis já chegou ao índice de 29,1%. Isso indica que um a cada três imóveis financiados no país pelo SBPE - Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo e o Sistema de Consórcios foi adquirido por meio de consórcio. “O Sistema de Consórcio é um método de aquisição planejada de bens que viabiliza a compra do apartamento ou casa própria, bem como imóveis para veraneio, aluguel ou instalação de negócios de forma bastante facilitada, com planos flexíveis e sem o ônus dos juros do financiamento bancário. Cada vez mais o consumidor tem se informado e comprovado as vantagens desse método para compra de imóvel”, destaca Rogério Pereira, diretor comercial do Embracon.

Crescimento

De janeiro a outubro de 2017, foram comercializadas 231,7 mil novas cotas de consórcios de imóveis, o que representa um aumento de 32,4% em relação às 175 mil novas cotas vendidas no período de janeiro a outubro de 2016. Já o volume de créditos comercializados apresentou um crescimento de 53,2% e passou de R$ 20,49 bilhões no período de janeiro a outubro de 2016 para R$ 31,39 bilhões no mesmo período deste ano. Nesse período, o Sistema de Consórcios disponibilizou R$ 6,02 bilhões em créditos para aquisição de imóveis. Além disso, 2.809 trabalhadores participantes do consórcio de imóveis utilizaram o saldo total ou parcial de suas contas do FGTS como lance ou complemento na aquisição de imóvel pronto ou em construção, amortização de saldo devedor, abatimento de parte de prestação ou liquidação de saldo devedor, o que ocasionou uma movimentação da ordem de R$ 112,722 milhões.

Participação nas vendas

Um levantamento feito pela assessoria econômica da ABAC, com base em dados do Banco Central do Brasil relativos ao terceiro trimestre de 2017, apontou que as contemplações nos grupos de imóveis registraram uma média nacional de 29,1% no potencial de participação na venda desse tipo de bem. Esse índice é 11,3% superior aos 17,8% observados em igual período de 2009, o que mostra que a decisão pelo uso do Sistema de Consórcios aumentou consideravelmente ao longo dos anos.

Por região, a maior média está na Região Sul, com 36,9%, seguido pelo Sudeste (29,2%), Centro-Oeste (23,3%), Nordeste (19,7%) e Norte (19,2%) no terceiro trimestre de 2017. Já no âmbito Estadual, o Paraná apresenta maior representatividade, com 43%, seguido do Rio Grande do Sul (35,6%), São Paulo e Minas Gerais empatados (30,7%), Santa Catarina (29,1%), Mato Grosso do Sul (28,7%) e Bahia (27,8%).

Região Nordeste

A Bahia é o estado do Nordeste com a maior participação de imóveis no país financiados por meio de consórcios, com 27,8%. Em seguida está o Ceará (20%), Pernambuco (19,5%), Paraíba (18,6%), Rio Grande do Norte (16,2%), Maranhão (15,2%), Alagoas (12,6%), Piauí (10,9%), Sergipe (10,3%). A média da região ficou em 19,7%. “A busca por um método seguro, confiável e acessível que viabilize a realização do sonho da casa própria tem contribuído para aumentar cada vez mais o número de consorciados na Região Nordeste do País.

Esse é um método bastante acessível, já que não há os altos juros do financiamento bancário. Além disso, o sistema tem outras vantagens, como a flexibilidade e diversidade de planos, que podem atendem a diferentes perfis de consumidores”, afirma Carlos Henrique, diretor do Embracon na região Nordeste.


Fonte: AsCom
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Retomada da linha Pró-Cotista · 02/01/2018 - 12h10 | Última atualização em 02/01/2018 - 14h34

Caixa Econômica volta a aumentar teto para o financiamento de imóveis usados


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Boa notícia para quem quer começar o ano realizando o sonho da casa própria.

A Caixa Econômica Federal confirmo nesta terça-feira (02/01) que retomou a linha de financiamento Pró-Cotista, para imóveis de até R$ 1,5 milhão.

A retomada é garantida graças à liberação de recursos do FGTS. Porém, para este ano, o valor liberado é menor, apenas 4 bilhões de reais [em 2016 foram 6,1 bilhões de reais].

O prazo máximo de financiamento na pró-cotista é de 360 meses.

Foi também restabelecido o teto para financiamento de imóveis usados, passando de 50% para 70% do valor da unidade.

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Proposta na Câmara Federal · 17/11/2017 - 08h30

Contratos de aluguel poderão ter cláusula com índice de reajuste


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Todos os contratos de aluguel firmados no País deverão possuir, já no momento da celebração, cláusula que especifique o índice de reajuste a ser aplicado às mensalidades, se o Projeto de Lei 6870/17, do deputado Marcelo Álvaro Antônio (PR-MG), for aprovado pelo Congresso.

Segundo Álvaro Antônio, a prática de escolher o índice mais “benéfico” ao locador no momento do reajuste cria desequilibro entre as partes.

“A escolha prévia do índice facilita a previsão do impacto financeiro que o reajuste pode acarretar na renda mensal do consumidor, pois os salários não são reajustados anualmente da forma que os aluguéis são”, argumenta o autor.

Álvaro critica ainda as exigências feitas pelos locatários aos locadores, que, segundo ele, quase nunca podem questionar detalhes do contrato. “Temos comumente no mercado imobiliário um verdadeiro “contrato de adesão”, segundo o qual ou o locatário aceita sem questionar nenhuma das cláusulas, ou fica sem o imóvel para alugar”, afirma.

Tramitação

O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.


Fonte: Agência Câmara
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Começou nesta quarta-feira (18/10), o 1° Salão de Imóveis de Teresina, promovido pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil de Teresina (Sinduscon), no Teresina Shopping. No local, o público tem acesso a diversos tipos de imóveis de qualidade com taxas especiais ofertadas pelas construtoras.

De acordo com o vice-presidente do Sinduscon, Francisco Reinaldo, esse é o momento ideal para as pessoas aproveitarem as ofertas do evento. Além disso, dez construtoras estão à disposição do público e cerca de mil imóveis estão disponíveis para compra. 

“Estamos saindo de um momento difícil. Esse segundo semestre já vislumbra algumas melhorias do próprio mercado e achamos que é o momento ideal tanto para as empresas que estão expondo como para o consumidor. Ao todo temos dez empresas participando em torno de mil imóveis serão ofertados”, explicou o vice-presidente.

Os bancos Caixa e Banco do Brasil participam do evento com o objetivo de facilitar o processo de compra dos clientes. Segundo Raul Gomes, gerente de Habitação da Caixa Econômica do Piauí, o consumidor que for até ao Salão de Imóveis poderá fazer uma consultoria para tirar as dúvidas sobre financiamento. 

“A pessoa que vem ao Salão escolhe o imóvel e se gostar já vai ter a comodidade de ter a Caixa presente para fazer simulações, entregar documentação, dá entrada em processo,além de receber uma consultoria que vai tirar todas as dúvidas sobre financiamento, ou seja, ver as melhores taxas de juros, as melhores soluções financeiras”, declarou o gerente.

Já o Banco do Brasil, que levou funcionários e correspondentes bancários para o evento afirma que vai oferecer ao público condições especiais que se ajustam na renda da família. “O banco vai financiar até 90% do valor do imóvel, oferecer até seis meses de carência para a primeira parcela e se o cliente quiser pode pular uma parcela para não comprometer seu dinheiro no Natal”, esclareceu Pio Gomes, Superintendente Estadual do Banco do Brasil.

 


Fonte: Com informações da assessoria
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Instalação em Teresina · 18/10/2017 - 16h52

Piauí ganha Rede Imobiliária e aquece o setor de imóveis


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As redes imobiliárias são tendências do mercado e têm ganhado grande espaço no país. Elas visam garantir melhor atendimento aos clientes que não precisam mais se deslocar de imobiliária a imobiliária para consultar um imóvel que é oferecido por participantes da rede. Além disso as redes surgiram como uma das melhores soluções para a oferta de imóveis, ampliando as oportunidades para locação ou venda. 

No mês de novembro está surgindo a maior rede de imobiliárias do Piauí, MC Corretores e Associados, que vem nascendo da participação de quatro imobiliárias da capital de Teresina com o intuito de atender a todo mercado com informação, tecnologia, consultoria imobiliária e um valor geral de vendas (VGV) de mais de 300 milhões de lançamentos em 2018.

A MC Corretores e Associados contará com espaço físico e atendimento online. Além do Piauí, a rede visa também projetos de imóveis na cidade vizinha a Teresina, Timon, no Maranhão. 

Corretores inscritos no CRECI podem se associar à rede imobiliária MC Corretores e Associados. É uma excelente estratégia para quem quer trabalhar em parceria.

Os interessados devem entrar em contato no telefone (86) 3303-7333 – Larissa.

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Nas últimas semanas, muito se comentou sobre o mercado imobiliário Brasileiro. A boa notícia é que os comentários foram muito positivos para o futuro do setor, diferentemente do que aconteceu na maior parte do tempo ao longo dos últimos 3 anos.

Alguns fatores ajudam a explicar essa retomada do humor para o setor, um dos principais da economia Brasileira.

Primeiramente, o movimento de queda de juros. Com a expectativa de uma SELIC em patamares inferiores a 7% nos próximos meses, acompanhada por uma queda nos patamares de inflação, o juro real brasileiro tende a diminuir consideravelmente.

Outra questão importante, já sendo mencionada por alguns analistas, se dá pela expectativa de aumento de preço dos imóveis novos no futuro próximo.

Por conta da turbulência do setor nos últimos anos, o volume de novos lançamentos das incorporadoras caiu drasticamente, ou seja, o número de unidades novas a serem entregues em 2018, 2019 e 2020 será muito inferior ao dos anos anteriores. Isso por si só cria um ambiente de valorização de preços, uma vez que acaba com a sobreoferta.

 


Fonte: Autor: Matheus Fabricio – Diretor Comercial na LPS Brasil Consultoria de Imóveis S/A Leia mais http://www.lopes.com.br/blog/mercado-imobiliario/boas-noticias-para-o-mercado-imobiliario-brasileiro/#ixzz4tzzCmy3v Under Creative Commons License: Attribution Share Alike Follow us: @lopes_imoveis on Twitter | imobiliaria.lopes on Facebook
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