Nova opção de moradia · 03/04/2018 - 20h56 | Última atualização em 03/04/2018 - 21h01

THE: Quitinetes lideram preferência entre jovens e movimentam o mercado imobiliário


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O mercado imobiliário vem passando por um processo de transformação. Algumas mudanças podem ser circunstanciais, outras, no entanto, parecem ser tendências, como é o caso dos investimentos em imóveis conhecidos como quitinetes, que é a preferência de estudantes e jovens solteiros, como opção de moradia.

De acordo com o Conselho Regional de Corretores de Imóveis (CRECI), esse é um dos setores que mais cresce em Teresina, formatando um público jovem cada vez maior no mercado imobiliário. Em geral, esse tipo de cliente valoriza bastante a localização do imóvel, procurando por regiões centrais ou de alta concentração de opções de entretenimento e de transporte público.

Dessa forma, o presidente do CRECI/PI, Nogueira Neto, explica que muitas pessoas optam em morar em um lugar menor, e além da localização, as condições de moradia são fatores que mais influenciam na hora da escolha. “Os jovens normalmente procuraram um bairro que ofereça uma infraestrutura boa, principalmente no que diz respeito ao transporte urbano coletivo. Além disso, o local deve oferecer em suas redondezas outros serviços básicos como hospitais, supermercados, panificadoras, igrejas, entre outros. Para quem escolhe por esse tipo de residência, a lei da praticidade é uma alternativa para fugir do trânsito complicado”, afirma.

O representante do Conselho ainda dá dicas para quem quer investir no setor e alerta que conhecer o mercado ainda é um dos pontos principais para se obter êxito no negócio. “Em geral, como as pessoas estão atrás de mais qualidade de vida, buscam por um bairro que seja valorizado ou que esteja em processo de valorização. Por isso, é importante conhecer o seu público em potencial para direcionar e oferecer as melhores condições”, diz Nogueira Neto.

O presidente também destaca que o fator preço influencia muito na hora da escolha, e que entre os imóveis mais procurados para aluguel estão os menos onerosos. “Dá para notar que os locatários estão a procura, cada vez mais, de opções que sejam realmente vantajosas para se mudar sem desequilibrar o orçamento, por isso o ramo das quitinetes vêm se destacando no mercado imobiliário da capital, uma vez, que grande parte do público que procura por esse tipo de moradia são jovens que se deslocam do interior para estudar ou trabalhar em Teresina”, conclui.


Fonte: Com informações de Ascom
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A maior parte dos recursos sacados das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) por clientes bancários foi destinada para a compra de imóveis e redução do endividamento, segundo análise publicada no Relatório de Inflação, divulgado hoje (29) pelo Banco Central (BC), em Brasília.

Na análise do BC, foi possível mapear o destino de R$ 13,055 bilhões, representando em torno de 30% dos recursos totais sacados (R$ 44,3 bilhões). Desse total analisado, 38,4% foram destinados para redução de endividamento, 2,6% para redução de inadimplência, 14% para aumento de gastos no cartão de crédito, 4,5% para compra de veículos e 40,5% à aquisição de imóveis.

De acordo com o BC, por conta da limitação de dados, a evolução de dívidas contraídas fora do sistema bancário e o consumo realizado por outros meios de pagamento não foram investigados.

Entretanto, o BC acredita que R$ 15 bilhões, ou 54% dos recursos totais sacados, podem ter sido destinados para financiar gastos realizados com outros meios de pagamento – dinheiro, cartões de débito, boleto e transferências bancárias – e para realizar investimentos em ativos financeiros.

Sobre o montante sacado por indivíduos sem acesso a cartão de crédito ou a empréstimos do setor bancário e, portanto, não incluídos na análise (R$ 16,1 bilhões), a hipótese é que os recursos foram destinados ao consumo.

A liberação do saque do FGTS ocorreu no ano passado, com injeção de R$ 44,3 bilhões na economia, representando 0,71% do Produto Interno Bruto (PIB – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país) de 2016, 2,84% do saldo total de crédito para pessoas físicas e 7,24% do saldo de crédito livre rotativo (cheque especial e cartão de crédito) para pessoas físicas no final de 2016. Aproximadamente, 26 milhões de indivíduos foram beneficiados, com saque médio de R$ 1.704.

Queda no endividamento chega a R$ 5 bilhões

O BC estima que houve queda de aproximadamente R$ 5 bilhões no endividamento, excluindo os novos financiamentos de veículos e imóveis. O relatório também aponta redução de aproximadamente R$ 335 milhões na inadimplência (valores em atraso) e impacto positivo de R$ 7,7 bilhões nas despesas das famílias.

No caso dos gastos, R$ 1,83 bilhão foi destinado a consumo realizado por meio de cartões de crédito nas modalidades à vista e parcelado com lojistas, R$ 590 milhões no valor gasto na entrada para compra de veículos e R$ 5,3 bilhões gastos em entrada para compra de imóveis.

O BC também projeta que houve aumento de R$ 799 milhões e R$ 6,8 bilhões na concessão de novos financiamentos de veículos e imóveis, respectivamente. Esses valores representam incremento de 2,7% e 18,9% no valor total financiado quando comparado com os mesmos meses do ano anterior.

Para o BC, os saques das contas inativas, “aliados à queda da inflação e melhoria do mercado de trabalho, com consequente aumento da renda real, à queda dos juros e ao aumento da confiança”, contribuíram para a retomada da economia brasileira.

“A liberação para saques dos recursos das contas inativas do FGTS contribuiu para impulsionar o consumo de bens duráveis e não duráveis e reduzir o endividamento dos indivíduos beneficiados pela medida, assim como regularizar parte do saldo de crédito em atraso junto ao setor bancário”, concluiu o Banco Central.


Fonte: Agência Brasil
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Seja pra morar ou investir · 22/03/2018 - 16h21

Saiba porque este é o melhor momento para investir em imóveis


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A compra de um imóvel, seja para morar ou investir, é uma grande decisão e requer planejamento. Para quem pensa em apostar no setor imobiliário, o momento é agora. O aumento da demanda por imóveis, a queda na taxa de juros, a diminuição da oferta e preços estáveis nos últimos anos são indicadores de uma recuperação do setor e os consultores e investidores preveem que o mercado estará mais favorável para quem busca alugar ou vender.

No Brasil, a cidade de São Paulo é a quarta mais atraente para investidores imobiliários no mundo, ficando atrás apenas de Nova York, Londres e Washington. Enquanto a maioria das pessoas compra imóveis de forma emocional, movidas pelo impulso, pelos apelos visuais e sentimentais, o investidor trabalha racionalmente. Transformar terrenos cheios de mato em um pedaço do paraíso é a especialidade deles.

Para um investidor preparado não existe imóvel ruim, não importa se ele está dentro de uma favela ou no bairro mais nobre da cidade. Um bom imóvel para investimento não precisa ser bonito e bem localizado, ele precisa dar lucro.

Várias são as formas de investir em imóveis e as pessoas devem estar atentas às possibilidades. É possível investir em terrenos, em imóveis na planta, na construção de imóveis para vender ou alugar, dentre tantas possibilidades. No entanto, o imóvel mais adequado para investir varia de acordo com a cidade, a forma de investimento e o perfil do investidor.

No Piauí, vários empreendimentos estão sendo vistos como grandes potenciais para quem deseja investir para comprar e vender, complementar renda com locação ou diversificar investimentos, principalmente os da zona leste de Teresina.

Apesar da recessão vivida pelo país nos últimos tempos, em 2018 o mercado imobiliário começou a sair da maior crise já registrada nas últimas décadas. O diretor de incorporações Alexandre Remedio faz uma análise da situação. “Quem comprou imóveis na última grande crise de 2008/2009, garantiu uma rentabilidade e valorizações superiores a 200% nos primeiros anos de recuperação econômica e as pessoas conseguiram multiplicar seu patrimônio em poucos anos. Agora, em 2018, o Brasil começa a sair da crise econômica mais grave já registrada nos últimos 20 anos. A recuperação sempre é proporcional ao tamanho da crise”, disse.

 


Fonte: Com informações de Égide Comunicações
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Gilberto  Bento Jr.*

Quando se atrasa o pagamento das prestações de financiamento de um imóvel, um dos problemas que podem ser enfrentados é os mutuários perder esse bem, fato que se intensifica com a crise.

Mas, quando isso pode ocorrer? O problema ocorre na prática, quando o consumidor fica com três meses de mensalidades em atraso. A partir de então o banco pode emitir uma notificação e em até seis meses o bem pode ser leiloado.

Contudo, há como evitar o leilão logo quando chega algum comunicado avisando para sair do imóvel ou informando que o imóvel será leiloado. O primeiro passo é não se desesperar, o mutuário só precisa sair se for ordem judicial, e normalmente esses são atos administrativos que podem ser revertidos.

Existem ações judiciais para anular leilões, e até atos jurídicos que não permitem defesa. Essas ações são uteis e vantajosas financeiramente, sendo mais barato pagar um advogado do que perder sua casa e podem ser utilizadas quando existe ameaça de leilão extrajudicial e até mesmo quando o imóvel foi “arrematado” pelo banco ou terceiro.

Para ter sucesso, a esses pedidos é essencial manter o mutuário na posse do imóvel, enquanto nas esferas judiciais e extrajudiciais. No caso específico dos contratos assinados pelo SFI - Sistema Financeiro Imobiliário, a execução é baseada na lei 9.514/97, pelo qual o credor consolida a propriedade do bem de forma direta junto ao Cartório de Registro de Imóveis, substituindo o mutuário pelo credor fiduciante, e, em seguida, promove a venda do imóvel ou a Ação de Reintegração de Posse.

Todavia, o banco é obrigado a respeitar os procedimentos da lei 9.514/97, cabendo nulidade da venda se os requisitos executórios não forem preenchidos.

E quando tratamos com bancos no Brasil, temos pontos bons e ruins, os pontos ruins é que abusam do consumidor e cobram em excesso até para os parâmetros legais, mas os bons pontos são que seu nível de organização precisa melhorar, já que não respeitam as regras legais, e essa postura de não se preocupar com a posição do mutuário proporciona o cometimento de muitos erros que nos permitem conseguir anular leilões e cobranças em excesso, mantendo a posse da casa de que era o titular do financiamento.

Assim, a recomendação para quem está prestes a enfrentar um processo de perda de imóvel para leilão é buscar pelos direitos, não permitido que um bem pelo qual tanto sonhou seja perdido em função de dificuldades momentâneas.


*Gilberto  Bento Jr. é advogado, contabilista e sócio da Bento Jr. Advogados. Especializado em direito tributário, direito empresarial, direito processual, empreendedorismo e direito constitucional.

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O presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (CRECI/PI), Nogueira Neto, esteve reunido com o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Piauí (TCE/PI), Kennedy Barros, na última terça-feira, 06, para tratar sobre a fiscalização dos critérios de cobrança do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), aprovada pelo conselho pleno do órgão.

De acordo com o presidente do CRECI/PI, a iniciativa representa uma vitória significativa para a população que sofre com avaliações que fogem da realidade mercadológica e com casos de imóveis de valor semelhante sendo avaliados com diferenças substanciais.

“Durante o encontro com o conselheiro Kennedy Barros, reiteramos o apoio do CRECI/PI à iniciativa de grande importância para a sociedade teresinense, que é a definição de critérios de cobrança do IPTU. Questionamos ainda sobre as cobranças referentes ao Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI)”, explica Nogueira Neto.

O presidente do CRECI/PI acrescenta ainda que o conselheiro do TCE/PI foi bastante receptivo e garantiu que irá incluir nesta pauta a auditoria do setor da cobrança de ITBI no município de Teresina.


Fonte: Com informações de Ascom
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O processo de revisão da NBR 12721:06, que regula o cálculo do Custo Unitário Básico (CUB/m²), foi discutido durante reunião entre representantes de 18 Sindicatos da Indústria da Construção Civil realizada na sede do Câmara Brasileira da Indústria da Construção, em Brasília.

No encontro, foram avaliadas e aprovadas verbas e a reformulação da norma brasileira referente ao cálculo do CUB/m². Gustavo Carvalho, responsável técnico pelo CUB/m² do Sinduscon Teresina, participou do encontrou e reforçou que a revisão das normas do cálculo deve ser feita com urgência. “Esta mudança tem que ser feita com urgência porque é um modelo antigo que está há mais de 10 anos defasado. Esta norma é o carro-chefe das indústrias imobiliárias”, explica.

De acordo com o técnico, o CUB/m² é um indicador de correção contratual que serve como base de cálculo do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) em Teresina.

O Custo Unitário Básico é o principal indicador da Construção e é calculado mensalmente pelos Sinduscons de todo o país, de acordo com a Lei 4.591, de 16 de dezembro de 1964. O CUB garante aos compradores um parâmetro comparativo à realidade dos custos.


Fonte: AsCom
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Brasil ocupa a 7ª colocação · 06/02/2018 - 14h58 | Última atualização em 06/02/2018 - 15h24

Cresce o número de brasileiros que investem em imóveis nos EUA


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Os últimos dados divulgados pelo Banco Central mostram que de 2007 a 2015 a compra de imóveis no exterior por brasileiros saltou 201% e o local que mais atrai investimentos é os Estados Unidos, que concentra 40% da preferência. Segundo dados da National Association of Realtors, divulgado pela Profile Of lnternational Activity in U.S Residential Real Estate, o Brasil está em sétimo lugar entre os países que mais investem no mercado de imóveis americano, com um total de US$ 1,7 bilhão. Isso significa que, somente entre 2015 e 2016, os brasileiros compraram 6.446 imóveis nos Estados Unidos, representando 3% do total de investidores estrangeiros que adquiriram casas ou apartamentos no país.

Para Daniel Toledo, sócio-diretor da Loyalty Miami e advogado especialista em Direito Internacional, entre os benefícios de se investir nos EUA está a oportunidade de se conseguir o Green Card, o visto de cidadão americano de forma rápida, fácil, sem sorteios ou listas de espera. “Isso acontece através do EB-5, também conhecido como ‘visto do investidor’, que possibilita a obtenção do Green Card americano aos estrangeiros que fazem investimento mínimo de US$ 500.000,00 mil no país com o objetivo de geração de postos de trabalho e desenvolvimento regional”, explica.

De acordo com o especialista o benefício ainda é estendido aos filhos solteiros com idade até 21 anos, que passam a ter alguns direitos, como possibilidade de redução da anuidade nas universidades do país, por exemplo.

Para adquirir um imóvel nos Estados Unidos, Daniel explica que é necessário encontrar um corretor que buscará as melhores opções, de acordo com o perfil procurado. E, por lá, todos os imóveis ficam cadastrados em um sistema único. O corretor mostrará ao interessado uma lista com os imóveis que se adaptam à solicitação do cliente: quantidade de quartos, localização, valor, estado de conservação, ano de construção, vizinhança. Muitas pessoas buscam imóveis para investir, então é importante considerar locais que têm alta rotatividade, cidades que têm muitas visitas, seja de long term tour, ou de turistas do norte do país ou do Canadá, que alugam imóveis no sul da Flórida, de novembro a fevereiro, anualmente, para fugir das nevascas e das baixíssimas temperaturas em suas cidades nessa época do ano.

Porém, ressalta Daniel Toledo, que o simples investimento em um imóvel não confere ao proprietário qualquer direito de imigrar ou obter qualquer visto. 

A Flórida, por exemplo, sempre foi local de investimento de estrangeiros, mas o grande 'boom' de demandas brasileiras ocorreu após a crise imobiliária de 2008, quando o real estava muito valorizado em relação ao dólar. “Em 2015, após o impeachment e a valorização do dólar frente ao real, o brasileiro se retraiu como investidor, mas, agora, está voltando, apesar de os preços dos imóveis terem se recuperado nos EUA”, afirma o advogado.

Sobre valores, Daniel Toledo explica que para estrangeiros que não têm o Social Security (documento oficial de identificação nos EUA), pensando em um imóvel de 200 mil dólares, geralmente as instituições financeiras pedirão, de 30 a 40% do valor do imóvel como entrada e farão um financiamento de 30 anos com juros, em média, de 5 a 7,5% e em alguns casos 4%. Isso varia de acordo com o crédito aprovado e com os rendimentos dos compradores em seus países de origem. Além desse down payment é necessário arcar com custos de transferência, registro e outras taxas e isso varia muito de acordo com a região.

Com corretor o custo gira entre 3 e 6% do valor do imóvel um imóvel nos Estados Unidos, Daniel explica que é necessário encontrar um corretor que buscará as melhores opções, de acordo com o perfil procurado. E, por lá, todos os imóveis ficam cadastrados em um sistema único. O corretor mostrará ao interessado uma lista com os imóveis que se adaptam à solicitação do cliente: quantidade de quartos, localização, valor, estado de conservação, ano de construção, vizinhança. Muitas pessoas buscam imóveis para investir, então é importante considerar locais que têm alta rotatividade, cidades que têm muitas visitas, seja de long term tour, ou de turistas do norte do país ou do Canadá, que alugam imóveis no sul da Flórida, de novembro a fevereiro, anualmente, para fugir das nevascas e das baixíssimas temperaturas em suas cidades nessa época do ano.


Fonte: Com informações da assessoria
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Percentual no Piauí é de 10% · 09/01/2018 - 06h07

No Nordeste, cerca de 20% dos imóveis são adquiridos por consórcio


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Mais de 60 mil pessoas foram contempladas e tiveram oportunidade de adquirir um imóvel por meio de consórcio até outubro deste ano. Nesse período aumentou em 32,4% o número de pessoas que aderiram ao consórcio de imóvel. Aproximadamente 20% dos imóveis financiados pelo SBPE no Nordeste foram adquiridos por consórcio. Bahia tem a maior adesão na modalidade, com 27,8%, seguido por Ceará (20%), Pernambuco (19,5%), Paraíba (18,6%), Rio Grande do Norte (16,2%), Maranhão (15,2%), Alagoas (12,6%), Piauí (10,9%), Sergipe (10,3%).

Cada vez mais o brasileiro vem aderindo ao consórcio como meio para realizar sonhos como o da aquisição do apartamento ou casa própria, ​ casa de praia ou campo ou até mesmo, de imóveis para a abertura de um negócio próprio. Só para se ter uma ideia, segundo dados da ABAC - Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios, de janeiro a outubro de 2017, ​​60,05 mil pessoas foram contempladas ​no Brasil ​e tiveram a oportunidade de adquirir um imóvel por meio de consórcio​.

Além disso, dados da entidade também apontam que o potencial de participação dessa modalidade na venda de imóveis já chegou ao índice de 29,1%. Isso indica que um a cada três imóveis financiados no país pelo SBPE - Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo e o Sistema de Consórcios foi adquirido por meio de consórcio. “O Sistema de Consórcio é um método de aquisição planejada de bens que viabiliza a compra do apartamento ou casa própria, bem como imóveis para veraneio, aluguel ou instalação de negócios de forma bastante facilitada, com planos flexíveis e sem o ônus dos juros do financiamento bancário. Cada vez mais o consumidor tem se informado e comprovado as vantagens desse método para compra de imóvel”, destaca Rogério Pereira, diretor comercial do Embracon.

Crescimento

De janeiro a outubro de 2017, foram comercializadas 231,7 mil novas cotas de consórcios de imóveis, o que representa um aumento de 32,4% em relação às 175 mil novas cotas vendidas no período de janeiro a outubro de 2016. Já o volume de créditos comercializados apresentou um crescimento de 53,2% e passou de R$ 20,49 bilhões no período de janeiro a outubro de 2016 para R$ 31,39 bilhões no mesmo período deste ano. Nesse período, o Sistema de Consórcios disponibilizou R$ 6,02 bilhões em créditos para aquisição de imóveis. Além disso, 2.809 trabalhadores participantes do consórcio de imóveis utilizaram o saldo total ou parcial de suas contas do FGTS como lance ou complemento na aquisição de imóvel pronto ou em construção, amortização de saldo devedor, abatimento de parte de prestação ou liquidação de saldo devedor, o que ocasionou uma movimentação da ordem de R$ 112,722 milhões.

Participação nas vendas

Um levantamento feito pela assessoria econômica da ABAC, com base em dados do Banco Central do Brasil relativos ao terceiro trimestre de 2017, apontou que as contemplações nos grupos de imóveis registraram uma média nacional de 29,1% no potencial de participação na venda desse tipo de bem. Esse índice é 11,3% superior aos 17,8% observados em igual período de 2009, o que mostra que a decisão pelo uso do Sistema de Consórcios aumentou consideravelmente ao longo dos anos.

Por região, a maior média está na Região Sul, com 36,9%, seguido pelo Sudeste (29,2%), Centro-Oeste (23,3%), Nordeste (19,7%) e Norte (19,2%) no terceiro trimestre de 2017. Já no âmbito Estadual, o Paraná apresenta maior representatividade, com 43%, seguido do Rio Grande do Sul (35,6%), São Paulo e Minas Gerais empatados (30,7%), Santa Catarina (29,1%), Mato Grosso do Sul (28,7%) e Bahia (27,8%).

Região Nordeste

A Bahia é o estado do Nordeste com a maior participação de imóveis no país financiados por meio de consórcios, com 27,8%. Em seguida está o Ceará (20%), Pernambuco (19,5%), Paraíba (18,6%), Rio Grande do Norte (16,2%), Maranhão (15,2%), Alagoas (12,6%), Piauí (10,9%), Sergipe (10,3%). A média da região ficou em 19,7%. “A busca por um método seguro, confiável e acessível que viabilize a realização do sonho da casa própria tem contribuído para aumentar cada vez mais o número de consorciados na Região Nordeste do País.

Esse é um método bastante acessível, já que não há os altos juros do financiamento bancário. Além disso, o sistema tem outras vantagens, como a flexibilidade e diversidade de planos, que podem atendem a diferentes perfis de consumidores”, afirma Carlos Henrique, diretor do Embracon na região Nordeste.


Fonte: AsCom
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Retomada da linha Pró-Cotista · 02/01/2018 - 12h10 | Última atualização em 02/01/2018 - 14h34

Caixa Econômica volta a aumentar teto para o financiamento de imóveis usados


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Boa notícia para quem quer começar o ano realizando o sonho da casa própria.

A Caixa Econômica Federal confirmo nesta terça-feira (02/01) que retomou a linha de financiamento Pró-Cotista, para imóveis de até R$ 1,5 milhão.

A retomada é garantida graças à liberação de recursos do FGTS. Porém, para este ano, o valor liberado é menor, apenas 4 bilhões de reais [em 2016 foram 6,1 bilhões de reais].

O prazo máximo de financiamento na pró-cotista é de 360 meses.

Foi também restabelecido o teto para financiamento de imóveis usados, passando de 50% para 70% do valor da unidade.

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Proposta na Câmara Federal · 17/11/2017 - 08h30

Contratos de aluguel poderão ter cláusula com índice de reajuste


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Todos os contratos de aluguel firmados no País deverão possuir, já no momento da celebração, cláusula que especifique o índice de reajuste a ser aplicado às mensalidades, se o Projeto de Lei 6870/17, do deputado Marcelo Álvaro Antônio (PR-MG), for aprovado pelo Congresso.

Segundo Álvaro Antônio, a prática de escolher o índice mais “benéfico” ao locador no momento do reajuste cria desequilibro entre as partes.

“A escolha prévia do índice facilita a previsão do impacto financeiro que o reajuste pode acarretar na renda mensal do consumidor, pois os salários não são reajustados anualmente da forma que os aluguéis são”, argumenta o autor.

Álvaro critica ainda as exigências feitas pelos locatários aos locadores, que, segundo ele, quase nunca podem questionar detalhes do contrato. “Temos comumente no mercado imobiliário um verdadeiro “contrato de adesão”, segundo o qual ou o locatário aceita sem questionar nenhuma das cláusulas, ou fica sem o imóvel para alugar”, afirma.

Tramitação

O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.


Fonte: Agência Câmara
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Começou nesta quarta-feira (18/10), o 1° Salão de Imóveis de Teresina, promovido pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil de Teresina (Sinduscon), no Teresina Shopping. No local, o público tem acesso a diversos tipos de imóveis de qualidade com taxas especiais ofertadas pelas construtoras.

De acordo com o vice-presidente do Sinduscon, Francisco Reinaldo, esse é o momento ideal para as pessoas aproveitarem as ofertas do evento. Além disso, dez construtoras estão à disposição do público e cerca de mil imóveis estão disponíveis para compra. 

“Estamos saindo de um momento difícil. Esse segundo semestre já vislumbra algumas melhorias do próprio mercado e achamos que é o momento ideal tanto para as empresas que estão expondo como para o consumidor. Ao todo temos dez empresas participando em torno de mil imóveis serão ofertados”, explicou o vice-presidente.

Os bancos Caixa e Banco do Brasil participam do evento com o objetivo de facilitar o processo de compra dos clientes. Segundo Raul Gomes, gerente de Habitação da Caixa Econômica do Piauí, o consumidor que for até ao Salão de Imóveis poderá fazer uma consultoria para tirar as dúvidas sobre financiamento. 

“A pessoa que vem ao Salão escolhe o imóvel e se gostar já vai ter a comodidade de ter a Caixa presente para fazer simulações, entregar documentação, dá entrada em processo,além de receber uma consultoria que vai tirar todas as dúvidas sobre financiamento, ou seja, ver as melhores taxas de juros, as melhores soluções financeiras”, declarou o gerente.

Já o Banco do Brasil, que levou funcionários e correspondentes bancários para o evento afirma que vai oferecer ao público condições especiais que se ajustam na renda da família. “O banco vai financiar até 90% do valor do imóvel, oferecer até seis meses de carência para a primeira parcela e se o cliente quiser pode pular uma parcela para não comprometer seu dinheiro no Natal”, esclareceu Pio Gomes, Superintendente Estadual do Banco do Brasil.

 


Fonte: Com informações da assessoria
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Instalação em Teresina · 18/10/2017 - 16h52

Piauí ganha Rede Imobiliária e aquece o setor de imóveis


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As redes imobiliárias são tendências do mercado e têm ganhado grande espaço no país. Elas visam garantir melhor atendimento aos clientes que não precisam mais se deslocar de imobiliária a imobiliária para consultar um imóvel que é oferecido por participantes da rede. Além disso as redes surgiram como uma das melhores soluções para a oferta de imóveis, ampliando as oportunidades para locação ou venda. 

No mês de novembro está surgindo a maior rede de imobiliárias do Piauí, MC Corretores e Associados, que vem nascendo da participação de quatro imobiliárias da capital de Teresina com o intuito de atender a todo mercado com informação, tecnologia, consultoria imobiliária e um valor geral de vendas (VGV) de mais de 300 milhões de lançamentos em 2018.

A MC Corretores e Associados contará com espaço físico e atendimento online. Além do Piauí, a rede visa também projetos de imóveis na cidade vizinha a Teresina, Timon, no Maranhão. 

Corretores inscritos no CRECI podem se associar à rede imobiliária MC Corretores e Associados. É uma excelente estratégia para quem quer trabalhar em parceria.

Os interessados devem entrar em contato no telefone (86) 3303-7333 – Larissa.

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Nas últimas semanas, muito se comentou sobre o mercado imobiliário Brasileiro. A boa notícia é que os comentários foram muito positivos para o futuro do setor, diferentemente do que aconteceu na maior parte do tempo ao longo dos últimos 3 anos.

Alguns fatores ajudam a explicar essa retomada do humor para o setor, um dos principais da economia Brasileira.

Primeiramente, o movimento de queda de juros. Com a expectativa de uma SELIC em patamares inferiores a 7% nos próximos meses, acompanhada por uma queda nos patamares de inflação, o juro real brasileiro tende a diminuir consideravelmente.

Outra questão importante, já sendo mencionada por alguns analistas, se dá pela expectativa de aumento de preço dos imóveis novos no futuro próximo.

Por conta da turbulência do setor nos últimos anos, o volume de novos lançamentos das incorporadoras caiu drasticamente, ou seja, o número de unidades novas a serem entregues em 2018, 2019 e 2020 será muito inferior ao dos anos anteriores. Isso por si só cria um ambiente de valorização de preços, uma vez que acaba com a sobreoferta.

 


Fonte: Autor: Matheus Fabricio – Diretor Comercial na LPS Brasil Consultoria de Imóveis S/A Leia mais http://www.lopes.com.br/blog/mercado-imobiliario/boas-noticias-para-o-mercado-imobiliario-brasileiro/#ixzz4tzzCmy3v Under Creative Commons License: Attribution Share Alike Follow us: @lopes_imoveis on Twitter | imobiliaria.lopes on Facebook
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Trabalhar no ramo imobiliário · 27/09/2017 - 15h09 | Última atualização em 27/09/2017 - 15h41

Ótima oportunidade: empresa do ramo imobiliário abre vagas para estagiário de corretor imobiliário


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Grande corretora de imóveis abre processo seletivo para vagas de estagiário de corretores de imóveis. Essa é uma ótima oportunidade para pessoas que têm interesse em trabalhar no ramo imobiliário.

 Os sinais de que a economia começa a se recuperar e a maior confiança tanto de empresários como de consumidores nos rumos do país estão sendo um estímulo para incorporadoras e construtoras de imóveis desengavetarem projetos.

Para que desejar se candidatar basta CLICAR AQUI e se cadastrar no site da empresa.

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Com 37 anos de atuação no segmento de imóveis econômicos e líder neste mercado, a MRV Engenharia lança em Teresina, na próxima sexta-feira (dia 22 setembro), o Parque Terrazzo Poti, das 8h às 20h, na Arena Chevrolet. A ação terá continuidade no sábado (23), também das 8 às 20h, e no domingo (24), das 8 às 14h.  Com condições especiais de lançamento, o primeiro empreendimento da MRV na cidade já pode ser adquirido por meio do Programa Minha Casa Minha Vida. 

O Terrazzo Poti será construído em um terreno com mais de 34 mil metros, no bairro Gurupi e terá 580 unidades. A proposta da MRV Engenharia é oferecer produtos de qualidade, em boa localização, com preços baixos e financiamentos facilitados. “Agora a cidade de Teresina contará com estes nossos diferenciais”, afirma o gestor executivo de vendas da MRV Engenharia na regional, Diogo Matos. No empreendimento em Teresina, a MRV Engenharia investirá mais de R$47 milhões e vai gerar mais de 900 empregos diretos e indiretos.

 

A empresa projetou o lançamento do condomínio com as novas linhas de produtos apresentadas recentemente pela construtora. O residencial faz parte da linha Eco e contará com energia fotovoltaica para as áreas comuns do residencial. A ideia consiste na instalação de células fotovoltaicas no telhado do empreendimento que convertem energia solar em energia elétrica que é transmitida para a rede de distribuição da concessionária de energia local. Ao final do mês, a energia gerada pelo sistema entra como saldo e é abatida da conta de luz mensal, podendo até mesmo cobrir a quase totalidade da conta de energia do condomínio, oferecendo energia limpa e economia para os moradores do residencial. 

Entre as características das novas linhas que estarão presentes no Parque Terrazzo Poti estão a preparação para receber wi-fi nas áreas comuns, tomadas com entrada USB, sistema de segurança, medição individualizada de água e bicicletas compartilhadas. Um novo design também fará parte do projeto. “A fachada do apartamento contará com cores modernas e acabamento em eco granito. Além da guarita, que contará também com a mesma estrutura de acabamento”, revelou o gestor executivo de vendas da MRV Engenharia na regional, Diogo Matos.

 

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Novo empreendimento de THE · 15/09/2017 - 10h08 | Última atualização em 15/09/2017 - 10h10

MRV anuncia Parque Terrazzo Poti; Ótima oportunidade para quem deseja sair do aluguel


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Imagem ilustrativa
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A MRV Engenharia, a maior construtora do Brasil, chegou em Teresina trazendo a melhor oportunidade para quem quer sair do aluguel e melhorar a qualidade de vida de sua família, o condomínio Parque Terrazzo Poti.

Condomínio fechado com apartamentos de 2 quartos no Gurupi, todos com vaga de garagem. Área de lazer completa. 

O Terrazzo Poti oferece: lazer completo equipado, bicicletas compartilhadas, sistema de segurança, tomada USB, energia fotovoltaica, laminado nos quartos e muito mais. Conheça mais sobre a Linha Eco 1 em mrv.com.br/produtos.

A MRV escolheu a melhor localização de Teresina, o bairro Gurupi. Uma região com fácil acesso e completa infraestrutura comercial para facilitar a vida de seus clientes.

Próximo ao Grupo Soferro, Indústrias Dureino, Metrô Boa Esperança, Arena Chevrolet, Maxxi Atacado, Panificadora Pão da Hora e a 25 minutos do Zoobotânico. Entre as principais vias de acesso estão a Av. Joaquim Nelson, Av. Mirtes Melão, BR-226, Av. dos Expedicionários e Av. dos Ipês.

VOCÊ SE INTERESSOU? CLIQUE AQUI E FAÇA O SEU CADASTRO PARA A COMPRA DESSE IMÓVEL.

 


Fonte: Ascom - MRV Engenharia
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Transparência e rapidez · 09/08/2017 - 08h19 | Última atualização em 09/08/2017 - 09h51

Liberação de alvará para aquisição imóveis em THE poderá ser 'online'


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Diretores do Sindicato da Indústria da Construção Civil de Teresina (Sinduscon) e técnicos da Secretaria Municipal de Finanças (SEMF) se reuniram nesta terça-feira (08/07) para tratar sobre o processo de expedição de alvarás online, além de questões tributárias como o Imposto de Transmissão de Bens Imóveis Inter-Vivos (ITBI).

Durante a reunião, os técnicos da SEMF apresentaram mecanismos que visam desburocratizar o processo de licença para construção de imóveis na Prefeitura de Teresina.

De acordo com o presidente do Sinduscon Teresina, André Baía, o sistema tornará o processo de legalização do alvará mais rápido. “A liberação de alvará de construção pela internet dará mais transparência e agilidade às ações”, explica.

Um dos sistemas é o Construa Fácil, que permite a solicitação e a concessão das licenças, tais como: Consulta Prévia de Construção e Licença Ambiental Prévia; Alvará de Construção e Licença Ambiental de Instalação; Licença Especial, Licença de Demolição e Certidão de Demolição; e o Auto de Regularização de Construção.

Durante a reunião também foram discutidas questões tributárias como a cobrança do Imposto de Transmissão de Bens Imóveis Inter-Vivos (ITBI). O coordenador especial da Receita, Alexandre Castelo Branco ouviu as sugestões dos diretores que visa obrigar o contribuinte a pagar o imposto e afirmou que levará o que foi discutido à Procuradoria Geral do Município e ao prefeito Firmino Filho.


Fonte: Com informações da assessoria

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A Comissão de Finanças e Tributação aprovou projeto do deputado Carlos Marun (PMDB-MS) que diminui de 10 para 5 anos o prazo em que é proibido comercializar unidades do Minha Casa, Minha Vida, contados da data do contrato de financiamento ou concessão do subsídio habitacional (PL 2450/15). A redução vale para unidades da faixa 1 do programa, destinada a beneficiários com renda mensal de até R$ 1.800.

O relator da matéria na comissão, deputado Edmilson Rodrigues (Psol-PA), apresentou parecer favorável à versão apresentada na Comissão de Desenvolvimento Urbano. O parlamentar também explicou que a medida não cria novas obrigações ou despesas para as finanças federais, já que trata apenas da ampliação de restrições para a comercialização das unidades habitacionais.

Para as demais faixas, atualmente sem impedimento de acordo com a lei do Minha Casa Minha Vida (11.977/09), a proposta dificulta a comercialização, colocando o prazo mínimo de cinco anos para negociar o imóvel.

O programa divide o financiamento em quatro faixas, de acordo com a renda familiar mensal. A primeira faixa é destinada a famílias com renda de até R$ 1.800 e garante subsídio de até 90% do total, pago em até 120 prestações (10 anos) de, no máximo, R$ 270.


Fonte: Agência Câmara

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A MRV Engenharia foi eleita a empresa mais inovadora no Prêmio Nacional de Inovação - Edição 2016/2017, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE). O prêmio, que abrange a indústria como um todo e entre as mais de quatro mil empresas inscritas, deu à MRV a primeira colocação da categoria “Inovação em Processos”, na modalidade de grandes empresas. A companhia figurou ainda entre os três finalistas da categoria “Inovação Organizacional”.

Os vencedores foram anunciados na noite do dia 26 de junho, durante a cerimônia de abertura da 7ª edição do Congresso Brasileiro de Inovação, em São Paulo. A premiação, uma das mais relevantes da indústria nacional, avalia a capacidade da empresa de inovar de forma contínua e estruturada, gerando resultados efetivos que contribuam para o aumento dos níveis de competitividade. "Nos últimos anos, começamos a entender inovação de uma forma diferente, descentralizada. Passamos a estimular os colaboradores de todas as áreas a buscar novas soluções e a apresentar ideias para aprimorar o negócio da companhia. Esse prêmio nos mostra que estamos no caminho certo e reforça a nossa posição como a empresa mais inovadora do setor da construção civil e como uma das mais inovadoras da indústria brasileira", afirma Flávio Vidal, gestor executivo de Assistência Técnica, Inovação, Planejamento, Controle e Qualidade da MRV.

Na categoria em que foi vencedora, a MRV apresentou várias inovações implantadas nos processos construtivos e administrativos da companhia, com ganhos significativos de resultado. Um exemplo apresentado foi o projeto "Parede de Concreto", que consiste em utilizar concreto auto adensável e formas de alumínio para montagem de paredes e lajes metálicas centralizadas em uma única etapa. Em 2016 esse sistema apresentou uma velocidade de produção 51% maior que o método convencional.

"Temos um papel importante na sociedade com a construção de moradias para milhões de brasileiros e estamos investindo em soluções inovadoras que contribuam para melhorar a qualidade de vida de nossos colaboradores, seus familiares, da comunidade local e da sociedade como um todo", finaliza Vidal.

Sobre o prêmio
Criado pela Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI) em 2011, o Prêmio Nacional de Inovação tem o objetivo de incentivar e reconhecer os esforços bem-sucedidos de inovação e gestão da inovação nas organizações que atuam no Brasil. A condecoração é dividida em quatro modalidades (Micro ou pequena empresa do setor indústria, comércio ou serviço, micro ou pequena empresa do setor industrial, média empresa do setor industrial e grande empresa do setor industrial). Cada modalidade concorre às cinco categorias: Gestão de Inovação, Inovação em Produto/serviço, Processos, Marketing e Organizacional.


Fonte: Com informações da Ascom
164 imóveis em todo o Estado · 27/06/2017 - 12h12

Convênio entre CRECI e Caixa injetará R$ 11 milhões na economia


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A Caixa Econômica Federal abriu mercado para os corretores de imóveis, por meio de um convênio com o Sistema Cofeci-Creci (Conselho Federal e Regionais de Corretores de Imóveis). A instituição bancária está disponibilizando, inicialmente, uma lista com 164 imóveis em todo o Estado, que representa um montante de R$ 11 milhões na economia. Em breve, mais 800 imóveis também estarão disponíveis para venda direta, segundo informações do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Piauí (Creci-PI).

Os corretores interessados em participar dessa parceria devem se credenciar, por meio de um cadastro junto à Caixa Econômica, e estar com sua situação regularizada junto ao Conselho. Logo após a realização desse cadastro, o profissional receberá uma lista de imóveis retomados pela Caixa que estão aptos para serem comercializados novamente. “É uma oportunidade excelente para a categoria, é um novo nicho para os corretores”, destaca Nogueira Neto, presidente do Creci-PI.

O gerente regional de habitação do Piauí, Raul Gomes, avaliou a parceria entre os órgãos e elencou os benefícios para os corretores. “Esse convênio entre a Caixa, o Cofeci e o Creci-PI visa abrir mais o mercado para os corretores. Os profissionais vão ter oportunidade de negociar imóveis que antes não estavam acessíveis e agora serão disponibilizados com valores abaixo do mercado, já avaliados e com documentação em dia, o que traz uma maior probabilidade de comercialização”, ressaltou.

O financiamento desses imóveis será direto com a Caixa Econômica, seguindo as linhas de crédito existentes e já disponibilizadas pela instituição. De acordo com o presidente Nogueira Neto, a linha de crédito já é garantida e o cliente vai obtê-la de acordo com a modalidade do empreendimento desejado. “A renda é um dos grandes desafios, pois é necessário a comprovação da mesma, além de não estar inscrito em órgão de proteção ao crédito, como o SPC e o Serasa. Mas, a renda utilizada pode ser familiar, o que facilita a aprovação do crédito, em muitos casos”, finaliza.


Fonte: AsCom
US$671mil pelo imóvel em média · 16/06/2017 - 11h48

Miami ainda é preferida dos brasileiros que querem morar fora do país


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Miami é destaque entre as opções de brasileiros que buscam nova vida fora do País. Dentre o volume geral de vendas em 2016, US$2,8 bilhões de dólares foram realizadas para compradores do Brasil, perdendo apenas para o Canadá, com US$3 bilhões de dólares, segundo a consultoria imobiliária Elite International Realty, que há mais de 20 anos tem sede na cidade e é comandada pelos brasileiros Léo e Daniel Ickowicz.

Em 2016, o brasileiro gastou em média US$671,000 na aquisição de seu imóvel. Os argentinos, US$499,000, os ingleses dispenderam US$492,000 e os venezuelanos, US$405,000.

Muito além de uma opção turística, a estação balneária localizada na Flórida é conhecida por seu caráter multicultural e suas diversas oportunidades de empreendedorismo.

“Vários perfis de brasileiros têm nos procurado. Um deles é o investidor buscando diversificação de capital para gerar renda. Os clientes que buscam residenciais requerem um atendimento específico, buscando análise de números. Apesar de ter sofrido uma redução por conta da situação da economia brasileira, ainda temos uma fatia do mercado querendo imóvel para férias ou apart-hotel para alugar e usar algumas vezes ao ano”, afirma Léo Ickowicz.

As vendas de casas unifamiliares registram, em 2017, o melhor março dos últimos dois anos. Aumentaram 9,2% ano a ano, passando de 1.168 para 1.276 unidades. As vendas dos condomínios existentes, que estão competindo com um mercado multibilionário de novas construções, subiram 2,3% em março.

A valorização dos imóveis também se destaca. O preço mediano nacional para todos os tipos de habitação em março foi de US$ 322,000, um aumento de 15% em relação a fevereiro de 2016 (US$ 212,100).

O número médio de dias entre as datas de listagem e de contrato para as vendas de casas unifamiliares em Miami foi de 51 dias, uma queda de 17,7% em relação aos 62 dias do ano passado. O número médio de dias entre a data de listagem e a data de encerramento para propriedades unifamiliares diminuiu 7,9% para 105 dias.

Dos estrangeiros comprando na Flórida, 53% optaram por comprar na região do sul da Flórida, composta pelas cidades de Miami, Fort Lauderdale e Palm Beach. A região de Orlando representou 12%. Nesses locais, o maior comprador foi o canadense (13%), seguido pelos venezuelanos e brasileiros, com 12% cada. O mercado argentino no sul da Florida foi responsável por 9% em 2016.

Alguns exemplos de edifícios com apartamentos mais vendidos para os brasileiros:
O 400 Sunny Isles, de 2016 fica a uma quadra da praia e sobre um canal. Possui marina e spa e oferece “clube de praia” para os residentes. Três quartos, três banheiros. 175m² de área útil. US$800,000 – US$900,000

O Williams Island, no bairro de Aventura, é um condomínio fechado que oferece Club & SPA, restaurante, bar na área da piscina, 16 quadras de tênis, Yacht Club e marina privativos. Três quartos, três banheiros. 174m² de área útil. US$450,000 – US$500,000.
The Venture, em Aventura, está localizado no coração do bairro, ao lado do shopping Towncenter Aventura, com opções únicas de lojas, gastronomia e lazer. O edifício oferece piscinas, jacuzzi e fitness center. Dois quartos, dois banheiros. 100 m² de área útil. US$275,000 – US$350,000.


Fonte: AsCom

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O governador Wellington Dias recebeu a visita do vice-presidente de habitação da Caixa Econômica Federal, Nelson Antônio de Souza. Em pauta, o desenvolvimento de um projeto de melhorias habitacionais.

A iniciativa prevê a criação de um cartão especial, através do qual o consumidor terá acesso a uma taxa de juros mais baixa, um prazo mais alongado e de menos burocracia.

“Além de fazer uma reforma, uma construção com taxa de juros compatíveis com o público, nós também estaremos acompanhando junto com a Agência de Desenvolvimento Habitacional (ADH) todo o processo. Essa iniciativa é inédita no Brasil, entendemos que dando certo no Piauí vamos estender esse programa de melhorias habitacionais para o resto do país” explica Nelson de Souza.

“Trata-se de um programa para quem já tem uma casa e quer fazer melhorias no piso, a reforma de um cômodo ou um reparo. Então vamos começar esse trabalho agora esse semestre com o lançamento dia 29”, explica Wellington Dias.

O programa de melhoria habitacional do Estado tem como foco famílias com renda de R$ 6.500,00.

A reunião também trouxe boas novas para os servidores públicos do Estado. A segunda edição do Feirão do Imóvel do Servidor está confirmada e com data já definida, de 20 a 28 de junho. Em sua primeira edição, o Feirão possibilitou a compra de imóveis com preços e condições de pagamento especiais para servidores públicos estaduais do Executivo, Legislativo, Judiciário, TCE, Ministério Público e advogados inscritos na OAB.
Financiamento de obras

O Piauí pleiteia junto à Caixa Econômica acesso ao fundo de Financiamento para Infraestrutura e Saneamento (Finisa). “Temos o aval do Governo Federal para investir através do Finisa cerca de 315 milhões e outro aporte de R$ 600 milhões, que queremos assinar o mais rápido possível. Tudo isso é buscando geração de emprego e renda. Nós sabemos que, com esses investimentos, nós iremos gerar muitos empregos no Estado.


Fonte: Com informações do Governo do Piauí
Para quem deseja fazer reforma · 19/03/2017 - 11h00

Piauí lançará programa para melhoria habitacional em parceria com a Caixa


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A partir de maio o Governo de Estado vai oferecer aos teresinenses, um programa de melhoria habitacional em parceria com a Caixa Econômica Federal e Agência de Desenvolvimento Habitacional (ADH). O programa é piloto e em breve deve ser expandido pra todo Piauí.

“É um programa novo para o Brasil, um programa de melhoria habitacional para pessoas que tem uma casa e precisam fazer mais um quarto, piso, banheiro. Vamos abrir para o primeiro dia útil de maio um programa em que o estado cria um fundo de aval. Vamos trabalhar em parceria com a Agência de Habitação e Agência de Fomento, vamos caminhar numa parceria também com o Emater. Queremos oferecer contratos de R$ 5 a R$ 20 mil com taxas de 5% a 6%”, explicou Wellington Dias. Ele acrescenta que o objetivo além de reformar casas, é também gerar emprego, gerar renda e atividade econômica.

“É um programa inovador que o Governo do Estado está se propondo em realizar parceria com a Caixa, através da ADH. Ele vai realizar o sonho de muitos mutuários que já tem sua casa própria e precisam de uma reforma”, destacou a diretora-geral da ADH, Gilvana Gayoso. Segundo ela, os interessados devem comparecer à ADH e fazer seu cadastro e simulação.

“A caixa percebe esse projeto com grande expectativa porque é um produto muito necessário para a população mais carente. A iniciativa do estado foi muito bem recebida, podemos desenvolver uma tecnologia nova, pressupostos novos, modernos que possam atender a população com maior amplitude, segurança e sustentabilidade. O programa pode trazer benefícios extraordinários. Um novo ânimo. Uma nova perspectiva”, declarou Fernando Magesty, Gerente Nacional da Carteira de Crédito da Caixa. Ele diz ainda que a Caixa como o principal executor de política pública do Governo Federal tem todo interesse em viabilizar e se integrar com a iniciativa do Estado.


Fonte: AsCom
Aumento chega a ser de 600% · 15/03/2017 - 11h41 | Última atualização em 15/03/2017 - 12h37

Corretores denunciam as cobranças de taxa acima do valor para imóveis


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O Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Piauí (CRECI-PI) reuniu-se com representantes do município para tratar sobre a cobrança do Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), laudo mercadológico e demais cobranças relativas para a transação imobiliária. Estiveram na sede do Conselho o secretário executivo de Finanças do município, Nilmar Rubens Mendes, e o fiscal Eugênio Rosa de Oliveira, gerência de ITBI.

A categoria busca uma democratização da cobrança de tributos de acordo com a realidade. O presidente do CRECI-PI, Nogueira Neto, avalia que as taxas deveriam ser mais próximas com os valores de venda de imóveis do mercado. “O encontro de hoje com os representantes do fisco municipal é de suma relevância para o CRECI e para a sociedade. Acreditamos que o município após nos escutar encontrará uma solução, e em parceria haveremos de contribuir também”, avaliou o Nogueira Neto.

O corretor pontuou ainda que as avaliações imobiliárias devem ser feitas por profissionais habilitados. “Achamos prudente que sejam feitas por esses profissionais que são habilitados para emitirem laudos e pareceres de avaliação para validar, dar credibilidade aos valores estipulados pelo município”, explicou Nogueira Neto.

O fiscal do município da Gerência de ITBI, Eugênio Rosa, falou sobre como vem sendo realizado o trabalho e a iniciativa do Conselho. “Parabenizamos o CRECI pela iniciativa. É importante ouvirmos as reivindicações da categoria. As questões levantadas nessa reunião serão analisadas e juntos poderemos pensar na contribuição do CRECI também neste trabalho. Queremos fazer também uma nova planta de valores de cobrança e depois fazermos o acompanhamento. A planta será de grande importância nessa questão dos valores cobrados”, informou o fiscal.

Com mais de 30 anos de atuação no setor imobiliário, o corretor e presidente do Sindicato das Imobiliárias, Holanda Rocha, ressaltou a situação de Teresina. “Sabemos que o ITBI está relacionado diretamente à oferta e procura. De 2008 até 2014 tivemos aumento de 600% nos preços em várias situações. Aqui em Teresina não foi instalado nada que justifica esse aumento. A Prefeitura precisa reavaliar a planta geral de preço”, afirmou Holanda Rocha


Fonte: Com informações da assessoria
R$ 500 milhões para o programa · 05/03/2017 - 19h18

Na pauta do Senado, cartão reforma beneficiaria 100 mil famílias em 2017


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A comissão mista que analisa a medida provisória que cria o programa Cartão Reforma poderá votar, na próxima quarta-feira (8), o relatório sobre o texto (MP 751/2016). A reunião, marcada para 14h30, no Plenário 6 do Senado, começará com a leitura do relatório preparado pela senadora Ana Amélia (PP-RS).

O governo criou o Cartão Reforma com o objetivo de subsidiar a aquisição de materiais de construção para que famílias de baixa renda melhorem ou ampliem suas moradias. Os beneficiários devem se enquadrar dentro de limite de renda familiar mensal de até R$ 1,8 mil.

Ao lançar o programa, em novembro de 2016, o governo anunciou a disponibilização de R$ 500 milhões para suprir o programa. A intenção é atender até 100 mil famílias neste ano, com recursos que variam de R$ 2 mil a R$ 9 mil para cada beneficiário. Como se trata de subvenção, as famílias não terão de pagar prestação ou juros pelo uso do dinheiro.

Emendas
A relatora Ana Amélia já havia antecipado que iria propor alteração no texto da MP 751 para assegurar que todos os bancos oficiais, e não apenas a Caixa Econômica, possam atuar com agentes financeiros do programa. O objetivo foi atender a demanda de estados que têm bancos próprios.

A senadora também antecipou que não pretendia alterar o limite de renda familiar dos beneficiários do programa. Das 42 emendas apresentadas por deputados e senadores, pelo menos seis propõem a ampliação do valor previsto de R$ 1,8 mil. Para a senadora, o aumento do limite dilui o foco do programa, que é atender aos mais pobres.

Tramitação
Depois do parecer da comissão mista, a MP seguirá para o Plenário da Câmara e, em seguida, para o Plenário do Senado.

Como o prazo inicial da matéria havia se esgotado, o presidente do Senado, Eunício Oliveira, que também dirige o Congresso, prorrogou em 14 de fevereiro a validade do texto por mais 60 dias.

Se a votação não for concluída até o 45º dia do novo prazo, a MP passará a tramitar em regime de urgência, com prioridade para votação nos plenários das duas Casas.


Fonte: Agência Senado