Interação com o consumidor · 10/09/2020 - 15h32

Assistente virtual já renegociou mais de R$ 21 milhões por WhatsApp


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Com o objetivo de facilitar a interação com seu consumidor, a MRV, plataforma líder em soluções habitacionais, em uma virada de chave de seu mindset, resolveu apostar ainda mais nas facilidades do mundo digital e passou a utilizar o aplicativo WhatsApp como meio para renegociação de dívidas e tornar a experiência de seu cliente mais fluida. Desde o fim de maio até meados de agosto desse ano, o chatbot MIA já atendeu mais de 1.300 chamados nesse sentido pelo aplicativo de mensagens e mais de R$ 21 milhões já foram renegociados.
 
Firmados exclusivamente com o uso do sistema de inteligência artificial, esses acordos foram feitos de forma prática, transparente e segura. Basta o cliente solicitar a negociação pelo número de Whatsapp (31) 9900-9000, que ele recebe a informação sobre seu saldo devedor com até seis propostas de pagamento, das quais ele pode escolher uma, e emitir o boleto de entrada, mediante a um simples “SIM” e posteriormente fazer sua assinatura eletrônica de confissão de dívida via DocuSing. Todo o processo é feito de forma remota e as condições ofertadas compreendem oportunidades de negociações diversas e o cliente pode analisar e escolher a que melhor atende seu momento financeiro.

A expectativa da empresa é que o volume total dessas renegociações aumente, no mínimo, em 30% já nos próximos meses. Com uma linguagem de fácil entendimento e uma persona amigável, MIA está disponível 24h, com o intuito de agregar ainda mais qualidade no atendimento aos clientes nas mais de 160 cidades onde o Instituto está presente.


Fonte: Com informações da assessoria
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Índice de Velocidade de Vendas · 24/08/2020 - 17h08

Mercado imobiliário em Teresina teve boas vendas no 2º trimestre do ano


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Conhecer e identificar oportunidades de investimentos no mercado imobiliário é muito importante para empresários e consumidores, principalmente frente aos impactos ocasionados pela Covid-19 nos últimos meses. Com o levantamento sobre o Índice de Velocidade de Vendas (IVV), referente ao 2º trimestre deste ano, é possível analisar o comportamento do setor imobiliário e as perspectivas para o próximo semestre.

Os dados da pesquisa foram apresentados durante encontro virtual dos associados do Sindicato de Indústria da Construção Civil (Sinduscon Teresina) e um representante da Brain Inteligência, que tem acompanhado os impactos e perspectivas do setor na pandemia. A partir disso, é projetado um cenário mais calculado e menos imprevisível.

Durante sua apresentação, Claubert Barreto, consultor Norte e Nordeste da Brain, pontuou que na capital o segundo trimestre foi o mais impactado pela política de distanciamento. No período em análise, não foi possível catalogar nenhum lançamento vertical ou horizontal. Apesar disso, a pesquisa mostra que as vendas foram boas, dentro do contexto de pandemia.

"Teresina vendeu no segundo trimestre 822 unidades verticais, o que significa que o mercado estava reagindo. Estávamos em recuperação, por isso os lançamentos estavam crescendo. A cidade já estava se posicionando no sentido positivo do mercado antes da pandemia. Acreditamos que o segundo semestre vai ser realmente de recuperação", destacou o consultor.

O relatório reforça que as vendas em Teresina foram bastante próximas à realidade nacional. Ou seja, apesar do lançamento ter caído, as vendas foram boas, o que mostra a reação positiva do mercado, permitindo se trabalhar com a perspectiva de um segundo semestre com mais chances de avaliar melhores oportunidades de atuação.

No que diz respeito aos lançamentos, Claubert ainda destacou, a partir da pesquisa, que "mesmo as unidades prontas sendo mais baratas, as de lançamento (que são mais caras) têm um potencial maior de venda porque apesar do valor, a poupança que o incorporador permite ser dividida ao longo da obra, faz com que o público que tem a renda, mas não tem a entrada, possa comprar no lançamento. Portanto, ele dinamiza o mercado e gera demanda", explicou na apresentação.

Francisco Reinaldo, presidente do Sinduscon Teresina, salientou que o objetivo dos encontros é repassar o comportamento do mercado para os associados e pessoas interessadas no assunto. "Na reunião, vimos o resultado dessa última pesquisa. Nós resolvemos abrir para todos as informações e a tendência é tentar incluir mais pessoas nas próximas rodadas. Percebo que os números são bem interessantes para o próximo trimestre, que deve estar nesse mesmo ritmo ou até melhor. Em termos de números globais, a tendência é melhorar", finaliza o gestor.


Fonte: Com informações da assessoria
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Frente ao cenário de pandemia, impactos significativos foram ocasionados em diversos segmentos, como no setor imobiliário. Para compreender como se comportou esse importante ramo, que contribui positivamente para a economia e sociabilidade, o Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon Teresina) participou de um encontro online com o representante da Brain Inteligência para discutir os impactos e desafios para o mercado imobiliário no Norte e Nordeste.

O levantamento mostrou que em relação à intenção de compra, logo no primeiro mês da pandemia, o setor perdeu 45% das intenções. Em abril, o mês mais agudo da crise, 53% das pessoas que tinham planos para finalizar a compra, desistiram. Porém, em junho o percentual voltou para 42%, o que mostra que a recuperação também já impacta positivamente o consumidor.

Com a ajuda da CBIC no engajamento dos associados, a pesquisa realizada pela Brain Inteligência ocorreu de 10 a 25 de junho, com 142 empresas do Norte e Nordeste. Porém, o monitoramento que a Brain realiza tem acontecido há quase 120 dias, logo após o início da pandemia, com o intuito de projetar cenários e entender os campos de atuação no segmento de imóveis nesta crise.

Além disso, outro aspecto importante apresentado foi que a idade média dos empresários que participaram da pesquisa é entre 31 a 50 anos, portanto, com certa experiência em crise. A grande maioria das empresas possuem entre 10 a 40 funcionários, além disso a maior parte delas tem o faturamento entre R$ 9 milhões anual e, algumas, passando para o segundo patamar que é de R$ 9 milhões a R$ 25 milhões.

Claubert Barreto, gestor Norte e Nordeste da Brain, durante a palestra explicou que os lançamentos programados para um ano normal, a grande maioria dos empreendimentos estava entre um e dois lançamentos no Nordeste e no Brasil. "Essa é a fotografia para o horizontal. Quanto ao vertical, que é o da grande maioria dos associados, não muda muito. Tinha um ou dois lançamentos para o ano de 2020", explicou.

Empresas e clientes têm considerado cenário estável para vendas e compras

Durante o encontro, Claubert ainda complementou que no Brasil foram lançados normalmente 23 imóveis e na região Nordeste foram 15, isso porque os empresários resolveram atrasar por 120 dias. "Havia um cenário de muita indecisão. Na leitura de abril com junho, os empresários já começam a perceber que podem lançar. Antes eram 39 que adiaram o lançamento sem prazo e agora caiu para 29 porque começa-se a perceber que o cenário de crise vai passar. O reflexo também é sentido no consumidor que já ver que pode voltar a compra", ressaltou Claubert.

Neste cenário, as pessoas tiveram que ficar mais tempo dentro de casa e, por isso, a busca por conforto aumentou, seja com adaptações ou novas aquisições. Francisco Reinaldo, presidente do Sinduscon Teresina, salienta que os números apresentados são importantes, já que trazem um comparativo com o Brasil todo e o Nordeste. Nesse aspecto, possibilita visualizar um melhor cenário para a tomada de decisões. A estimativa é que até o final do ano a situação de cautela se mantenha, mas já é possível enxergar a movimentação positiva no mercado imobiliário.

"A Caixa Econômica divulgou que o mês de junho foi o melhor mês de financiamentos habitacionais nos últimos quatro anos. Ou seja, um número bastante significativo, o que mostra que as pessoas que possivelmente vinham adiando compras neste momento, decidiram por adquirir seu imóvel em função desse novo normal: que fez com que fiquemos mais tempo em casa", finaliza Francisco, gestor do Sinduscon.


Fonte: Com informações da assessoria
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Em todo o Brasil · 30/06/2020 - 08h36 | Última atualização em 30/06/2020 - 08h46

Banco do Brasil coloca à venda 713 imóveis com até 60% de desconto


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Disponibilizados na plataforma www.seuimovelbb.com.br, o Banco do Brasil leva para venda 713 imóveis com até 60% de desconto em todas as regiões do país, entre os dias 25 e 30 deste mês. Lançado em abril, o portal é um canal para venda de ativos que retornam ao Banco e voltam ao mercado a preços acessíveis.

Serão vendidos casas e apartamentos, dentre outros imóveis, cujos valores variam de R$ 30 mil a R$ 3,9 milhões. A região do país com mais imóveis para venda é a Sudeste (266), onde o desconto máximo é de 50%.

Para Marcelo Prata, fundador da Resale, startup contratada pelo Banco e responsável pela plataforma de venda, "a oportunidade de comprar imóveis do Banco que estão na plataforma é a garantia da procedência e segurança".

Os imóveis, que estão 100% quitados e não possuem dívidas a cargo do comprador, podem ser adquiridos à vista ou parcelados em até 4 vezes, sem juros.

Para saber o que está à venda e qual a modalidade (leilão ou venda direta), o usuário deve acessar www.seuimovelbb.com.br e aplicar os filtros de acordo com o seu interesse, por região, tipo do imóvel, valor ou situação (ocupado ou desocupado).

Sobre a Resale
Startup fundada em 2015, a Resale é um outlet de imóveis que desenvolve soluções para gestão e venda de imóveis que retornam ao mercado, provenientes das instituições financeiras. Por meio das suas plataformas, tanto os bancos quanto o cliente final podem ter acesso a tecnologias de ponta que tornam o processo de compra e venda mais ágil, fácil e barato. Para mais informações entre em contato com imprensa@resale.com.br


Fonte: Com informações da assessoria
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Segundo especialista · 15/06/2020 - 10h30 | Última atualização em 15/06/2020 - 10h58

Momento é favorável para investir no primeiro imóvel


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A queda histórica na taxa básica de juros (Taxa Selic), atualmente de 2,25% ao ano, deve incentivar os bancos a reduzirem ainda mais as taxas de crédito imobiliário nos próximos meses, afirmam especialistas.

Portanto, quem já estava se preparando para adquirir seu primeiro imóvel deve aproveitar o momento para usufruir de condições de financiamento bastante vantajosas.

Diretor de Marketing e Novos Negócios da plataforma de soluções habitacionais MRV, Rodrigo Resende explica que, durante a pandemia, a taxa de juros atingiu um piso histórico. "Para o mercado imobiliário, a taxa de juros é um componente fundamental para o setor prosperar", afirma. O especialista acrescenta que existe ainda a possibilidade da taxa de juros do Programa Minha Casa Minha Vida sofrer redução, beneficiando futuros e atuais compradores.

O setor imobiliário vem sentindo o crescimento no interesse da população pela compra de imóveis neste período. Em meio ao cenário atual que resultou no isolamento social, a prioridade de boa parte da população voltou-se para o conforto de ter seu próprio lar. A MRV, por exemplo, está oferecendo seus produtos de forma 100% digital e registrou mais de 5,5 milhões de acessos ao seu site somente no mês de maio. Atualmente, 66% das vendas da empresa são feitas a partir da internet.

Todo o processo de venda pode ser feito sem sair de casa, por meio da plataforma de vendas digital. Para os teresinenses que pretendem adquirir um apartamento, a planta do condomínio Terrazzo Horizonte está disponível para visualização em 3D na página do empreendimento. Os corretores estão disponíveis para atendimento online e por meio da plataforma ainda é possível, por exemplo, o envio da documentação para análise de crédito, simulação e até assinatura do contrato digital.

Para saber mais sobre o empreendimento, os teresinenses podem acessar o site www.mrv.com.br ou entrar em contato pelo número (31) 9900-9000 (WhatsApp).


Fonte: Com informações da assessoria
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Soluções habitacionais · 31/03/2020 - 12h41

MRV e LOG CP aderem ao pacto '60 dias sem demissão'


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Diante da pandemia global do novo coronavírus (COVID-19), a líder em soluções habitacionais, MRV, e uma das maiores desenvolvedoras e locadoras de galpões logísticos do Brasil, LOG CP, ambas controladas pela família Menin, acabam de anunciar um compromisso firmado, juntamente a outras grandes empresas, no sentido de garantir que seus colaboradores diretos tenham estabilidade no emprego nos próximos 60 dias.

"Com esse pacto, garantimos que nenhum colaborador direto seja demitido durante este período, pois o nosso compromisso com o time continua sendo um valor inegociável, mesmo diante dos desafios que enfrentamos neste momento", diz Rafael Menin, copresidente da MRV. Já Sergio Fischer, presidente da LOG CP afirma que "é nosso dever, como uma grande empresa, encontrar soluções para que nossos colaboradores não sejam prejudicados com essa pandemia".

Desde o início da pandemia, ambas as empresas estão tomando uma série de medidas em prol da sociedade, desde doações ao Governo de Minas Gerais até implementações de processos que visam a segurança e o bem-estar de seus colaboradores e clientes.


Fonte: Com informações da assessoria
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Respirar ar puro pode ser um desafio vivendo na cidade grande. Em 2019, um estudo da Organização Mundial de Saúde (OMS) apontou que o Brasil é o país mais deprimido da América Latina. No total, 5,8% dos brasileiros têm depressão, ou seja, 12 milhões de pessoas. Mas em um estudo feito pela Universidade de Warwich no Reino Unido, com 25.518 participantes, os pesquisadores descobriram que morar perto do verde traz maior felicidade, senso de valor e satisfação com a vida.

O estudo também apontou que um espaço natural em uma distância de até 300 metros tem influência na saúde mental e um hectare a mais (respeitando os 300 metros) aumentou em 8 % a satisfação com a vida, 7% senso de valor e 5% em felicidade.

Para a psicóloga Simone Galvão, os benefícios para a saúde mental são inúmeros. “As pessoas que moram próximas a natureza colocam mais o pé no chão, têm uma sensação de relaxamento e bem-estar maiores. Elas aumentam a consciência corporal e criam uma ligação maior com os outros seres e com o meio”, afirma.

De acordo com Simone, mesmo na cidade é essencial ter áreas verdes por perto. “A pessoa passa a adquirir hábitos de vidas mais saudáveis. Cuidar de plantas é uma ótima terapia, muitas pessoas encontram até um sentido existencial” explica

“Fazer atividade física ao livre, em contato com a natureza também é ótimo. A partir do momento que estou bem emocionalmente, a saúde física também melhora. O corpo e a mente são indissociáveis. O nosso corpo é o lado visível da nossa mente”, finaliza a psicóloga.

De olho na mudança do perfil dos compradores de imóveis, as construtoras estão apostando em trazer a natureza para dentro da cidade. O empresário cearense Custódio Gomes, há duas décadas no mercado, investe há 8 anos no Piauí sempre prestando atenção nas áreas verdes de seus empreendimentos.

“O contato com a natureza é uma característica muito forte nossa. Temos um banco de mudas com mais de 30 mil árvores em Sobral. Plantamos uma muda pequena e transplantamos para Teresina. Já chegamos a plantar árvores com 10 metros no nosso empreendimento”, conta Custódio.

Outra grande vantagem de morar próximo à natureza é a sensação térmica mais amena. Custódio afirma que o calor deve ser levado em conta ao construir um condomínio, principalmente em uma cidade como Teresina, por isso ele não utiliza mais asfalto. “Nós colocamos bloquetes, que são pisos intertravados. A diferença entre morar em uma região asfaltada e com bloquetes é perceptível, a temperatura fica bem mais amena. Por isso nós só construímos com blocos intertravados, pois gostaríamos de reproduzir o clima da cidade de Petrópolis no Piauí”, revela.

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A MRV, empresa com 40 anos de atuação no segmento da construção civil, realiza o agendamento para o Portas Abertas, programa de visitas monitoradas que tem o objetivo de possibilitar que estudantes do ensino superior e técnico do país vivenciem o dia a dia dos canteiros de obras e escritórios de uma grande empresa. As instituições de educação interessadas podem solicitar a visita por meio do site oficial do programa, no mrv.com.br/portasabertas.

Durante o programa Portas Abertas, os alunos podem conhecer de perto toda a transformação proposta pela MRV no segmento de habitação, conhecendo as inovações propostas pela companhia, métodos construtivos e tecnológicos diferenciados, além de vivenciar a rotina da obra e dos escritórios. Na visita são apresentadas aos estudantes a plataforma habitacional da companhia com iniciativas como a utilização da energia solar fotovoltaica, gestão de resíduos, iniciativas sustentáveis e os diferenciais do produto.

Em 2019, mais de 2.100 alunos, em cerca de 100 visitas técnicas, passaram pelos canteiros de obras e escritório da companhia. Com atuação em 22 estados, os encontros podem ser realizados nas 160 cidades brasileiras que a MRV tem atuação. Com essa ação, a MRV quer aliar teoria e prática para uma sólida formação acadêmica, inspirando estudantes a continuarem transformando a habitação no Brasil.

“O programa Portas Abertas é uma ótima oportunidade para que os estudantes conheçam de perto o dia a dia de uma empresa que se preocupa em transformar a vida de famílias em todo o Brasil. É um bom momento para fortalecer as relações a MRV e as instituições de ensino, além de apresentar a esses futuros profissionais as tendências e possibilidades do mercado. Temos muito a agregar para a formação profissional desses jovens”, fala Marcos Horta, diretor de desenvolvimento humano.

Sobre a MRV
Ao longo de 40 anos de história transformando a vida de milhares de pessoas por meio da casa própria, a MRV, maior construtora da América Latina, se tornou uma plataforma de soluções habitacionais capaz de fornecer a opção de moradia que melhor se adapte ao momento na vida dos brasileiros, seja com a aquisição de apartamentos prontos ou na planta, pela compra de um terreno em loteamentos completamente urbanizados pela Urba, ou mesmo alugando imóveis especialmente pensados, com inúmeros serviços, pela sua startup Luggo, totalmente digital e sem burocracia.


Fonte: Com informações da assessoria
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Construtores associados ao Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon) participaram de encontro para debater pautas que contribuam o desenvolvimento do setor. Dentre os temas discutidos, estão as ações da Equatorial Piauí e as prioridades para a construção civil, como a transição da documentação imobiliária para prestação de serviços online pela prefeitura, além de pedido por representação de parlamentares em favor de programas habitacionais e solicitação da revisão da altura dos prédios na capital.

A principal crítica dos associados que participaram da reunião foi a burocracia que rege as ligações de energia junto à Equatorial. A demora na prestação do serviço, desencontro entre normas e agentes da própria companhia energética foram levantadas durante a apresentação de Mateus Araújo, consultor de grandes clientes da regional Metropolitana da Equatorial Piauí.

"Estamos tentando criar esse relacionamento com a companhia na tentativa de melhorar o atendimento ao setor da construção civil, que atualmente anda bastante travado. São muitas as solicitações de ligamento de energia de empreendimentos que demoram bastante. Eles estão se comprometendo a agilizar esse processo", comentou Francisco Reinaldo, presidente do Sinduscon.

Dentro dos processos da construção civil também foi discutido os trâmites online do 'Alvará' e 'Habite-se' junto à Prefeitura. As ferramentas ainda não estão operando integralmente e, por isso, o Sindicato pretende apresentar um projeto de melhoria do serviço para que seja online em sua totalidade.

"Essa é uma antiga demanda nossa para que os processos também melhorem e sejam mais ágeis. Hoje, a burocracia é grande com reclamações em diversos segmentos. Implantar um projeto em Teresina é muito difícil por conta da lentidão e das várias etapas exigidas para trâmite na prefeitura. Os processos online virão para dar agilidade", explicou Francisco Reinaldo. 

Sinduscon sugere elaboração de plano nacional para habitação
Ainda na reunião, o vice-presidente do Sinduscon, Guilherme Fortes, comentou a respeito da dificuldade na continuidade de projetos sociais com o Minha Casa Minha Vida. De acordo com a classe, os entraves são por conta do orçamento para o programa que vem sendo reduzido gradativamente. Fortes explica que a interação com os parlamentares da bancada em Brasília é importante para a manutenção do diálogo com o Governo Federal.

"Precisamos deixar claro os dados atualizados e oficiais para que os parlamentares possam solicitar, junto ao Ministério da Economia, a continuação do Minha Casa Minha Vida, pedindo sempre a necessidade de uma definição de um plano nacional de habitação, principalmente de habitação social", finalizou Guilherme Fortes.

Construtores solicitam revisão do limite de altura de edifícios em Teresina 
Em razão da futura privatização do aeroporto de Teresina, o Sinduscon também busca a possibilidade de aumentar o limite do gabarito, ou seja, da altura permitida para construção de prédios nas proximidades do aeroporto, inclusive levando em conta a geografia de cada região da cidade.

Atualmente, Teresina segue os parâmetros do Comando Aéreo Regional (COMAR) de Recife, em que consta o limite de 45 metros, em torno de 15 andares, para construções até 5km da pista do aeroporto, não afetando construções anteriores à resolução de 2011.

"Nós somos vinculados ao Comar-Recife e eles têm um limite de altura relativamente baixo e estamos tentando reverter esse quadro. Ao saber que o aeroporto será privatizado estamos tentando colocar no edital algo quer permita subir um pouco mais o gabarito nessa região do entorno", explicou Francisco Reinaldo, presidente do Sinduscon.


Fonte: Com informações da assessoria
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Redução nas taxas de juro · 21/01/2020 - 12h35

Construtoras apostam em empreendimentos mais econômicos para 2020


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Com a redução nas taxas de juros para financiamento imobiliário anunciadas pelos bancos, ficou mais fácil para os teresinenses adquirirem seu próprio imóvel em 2020. Incentivados por estas medidas, as construtoras estão otimistas e se preparam para lançar novos empreendimentos, cada vez mais acessíveis à população de menor renda.

É o caso da MRV que, após conseguir bons resultados com o seu primeiro empreendimento no Piauí, o Parque Terrazzo Poti, já está lançando um novo residencial, com o mesmo padrão de economia e conforto. O evento de lançamento aconteceu nesta quinta-feira (16), no restaurante Boi Bruthus.

De acordo com o gestor comercial da construtora, André Lemke Lorenzoni, o condomínio Terrazzo Horizonte pode ser financiado por meio do Programa Minha Casa, Minha Vida, e é voltado para a população com renda a partir de dois salários mínimos. “O condomínio está 100% enquadrado no Programa Minha Casa, Minha Vida. Portanto, além de contar com uma taxa de juros baixa, os teresinenses também poderão conseguir até 21 mil reais em subsídio, por meio do Governo Federal”, explica.

Gestor comercial Andre Lorenzoni
Gestor comercial Andre Lorenzoni 

Com 344 unidades, o residencial contará com energia solar fotovoltaica nas áreas comuns, sistema de segurança completo, piso laminado nos quartos, wi-fi nas áreas comuns e pomar. A área de lazer será equipada com piscina adulto e infantil, playground, parque infantil, espaço pet, salão de festas, espaço gourmet e gazebo.

O condomínio Terrazzo Horizonte faz parte da Linha Eco e produzirá energia solar fotovoltaica para atendimento à demanda das áreas comuns. Células fotovoltaicas instaladas no telhado do empreendimento farão a conversão da energia solar em energia elétrica, que é transmitida para a rede de distribuição da concessionária de energia local. O processo permite menor custo com energia, podendo até cobrir a quase totalidade da conta de energia do condomínio.

A construtora também irá investir em melhorias no entorno do empreendimento, contemplando também o bairro onde ficará localizado. “A MRV não se preocupa somente com o empreendimento em si, mas também com o entorno, com a vizinhança e o bem-estar dos moradores. Por isso, a construtora está investindo quase R$ 1 milhão em melhorias no entorno, como pavimentação, sinalização, rede de iluminação e diversas outras benfeitorias”, afirma João Paulo de Oliveira, engenheiro responsável pela obra.

Gestores André Lorenzoni e Enivaldo Netto
Gestores André Lorenzoni e Enivaldo Netto 

Para este primeiro mês de lançamento, a construtora oferece condições especiais como ITBI e registro de imóveis grátis, entrada facilitada e menor parcela da história da MRV.

O condomínio Terrazzo Horizonte ficará localizado na Rua José Evangelista de Sousa, no bairro Novo Horizonte, próximo a supermercado, restaurantes, lojas, hospitais e shopping. Entre as principais vias de acesso estão a Av. Noé Mendes, Av. Joaquim Nelson, Av. José Francisco de Almeida Neto, Av. São Francisco, Av. Dep. Paulo Ferraz e Av. Celso Pinheiro.

Perspectivas para 2020
Teresina deverá receber outros novos lançamentos da MRV no decorrer do ano de 2020. É o que informa a coordenadora de Desenvolvimento Imobiliário, Renata Bandarra. “A construtora já adquiriu novos terrenos em todas as regiões de Teresina. A previsão para 2020 é que sejam lançadas 1400 unidades, com empreendimentos na zona sudeste, leste e sul de Teresina”, revela.

 

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Para que seja feita periodicamente a vistoria em prédios de Teresina, foi aprovado nesta quinta-feira (12/12), o Projeto de Lei que “Determina a realização periódica de inspeções em edificações e cria o laudo de inspeção técnica, no âmbito do município de Teresina”, de autoria da vereadora Cida Santiago (PSD) e dos vereadores Aluísio Sampaio (PP) e Edson Melo (PSDB).

A inspeção predial nada mais é do que uma avaliação que tem por objetivo identificar o estado geral da edificação e se seus sistemas construtivos, observando os aspectos de desempenho, funcionalidade, vida útil, segurança, estado de conservação, manutenção, utilização e operação, consideradas às expectativas dos usuários.

De acordo com a vereadora Cida Santiago, uma legislação que obrigue a realização de inspeções na capital, é necessária devido termos na capital a existências de vários prédios abandonados e entre eles existe aqueles de construções antigas.

“Observamos que Teresina conta com um grande número de prédios públicos e privados sem a devida utilização, sendo muita das vezes abrigos de vândalos e trazendo insegurança para quem passa perto”, relatou a vereadora Cida.

O PL define como obrigatoriedade para a inspeção as edificações com 3 provimentos ou mais provimentos, tendo área construída total igual ou maior que 1.200,00m², estações de transbordo, viadutos, túneis, passarelas, pontes e passagens subterrâneas e também construções destinadas a eventos com capacidade superior a 150 pessoas. Ficando isentas as barragens e estádios de futebol, por já terem que obedecer lei específica.

Ainda estabelece o tempo em que deve ser feita a vistoria técnica, a periodicidade é de cada 5 anos, para edificações a partir de 25 anos de construída e até completar 50 anos e a cada 3 (três) anos, para edificações com mais de 50 anos de construção.

Será criado o Laudo de Inspeção Técnica que deverá ser elaborado em conformidade com o que dispõe a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e conterá a identificação do imóvel e seu responsável, a metodologia utilizada, avaliação da edificação, explicação do estado com o grau de risco e necessidade de interdição em sendo preciso, a prescrição do reparo e manutenção. O prazo para apresentação do Laudo será de 90 dias contados a partir da idade estabelecida.

Em caso de descumprimento dos proprietários ou responsável pela edificação, é previsto a multa diária de no mínimo R$ 100,00 (cem reais) até R$ 1.000,00 (um mil reais) e máximo de R$ 10.000,00 (dez mil reais), de acordo com as características da edificação e da urgência das providências que deverão ser adotadas. 

Após a aprovação em 2º votação, o Projeto segue agora para Sanção ou Veto do Prefeito.


Fonte: Com informações da assessoria
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Depois do lançamento do seu primeiro empreendimento em Teresina, o Parque Terrazzo Poti, a MRV amplia suas unidades e traz para a capital piauiense o Terrazzo Horizonte, um residencial 100% enquadrado no Programa Minha Casa, Minha Vida e voltado para a população com faixa salarial a partir de dois salários mínimos.

A construtora estima investir neste novo empreendimento cerca de R$ 1,4 milhão, sendo mais de R$ 800 mil em urbanização.  A chegada do condomínio Terrazzo Horizonte vai beneficiar o bairro Novo Horizonte, zona sudeste da capital, com pavimentação, rede de iluminação, sinalização viária, paisagismo, contenção de erosão e diversas outras benfeitorias.

Com 344 unidades, o residencial contará com energia solar fotovoltaica nas áreas comuns, sistema de segurança completo, piso laminado nos quartos, wi-fi nas áreas comuns e pomar. A área de lazer será equipada com piscina adulto e infantil, playground, parque infantil, espaço pet, salão de festas, espaço gourmet e gazebo.

O condomínio Terrazzo Horizonte faz parte da Linha Eco e produzirá energia solar fotovoltaica para atendimento à demanda das áreas comuns. Células fotovoltaicas instaladas no telhado do empreendimento farão a conversão da energia solar em energia elétrica, que é transmitida para a rede de distribuição da concessionária de energia local. O processo permite menor custo com energia, podendo até cobrir a quase totalidade da conta de energia do condomínio.

De acordo com o gestor comercial da MRV, Alexandre Resende, a construtora aposta em novos lançamentos com condições de pagamento mais atraentes para os consumidores teresinenses. “A MRV já alcançou o patamar de 400 mil imóveis lançados e vai impulsionar ainda mais seus lançamentos. Após o sucesso de vendas do primeiro condomínio da construtora na capital, já estamos nos preparando para lançar um novo empreendimento e a expectativa é que ele seja totalmente vendido em um prazo ainda menor que o primeiro”, explica.

O condomínio Terrazzo Horizonte ficará localizado na Rua José Evangelista de Sousa, no bairro Novo Horizonte, próximo a supermercado, restaurantes, lojas, hospitais e shopping. Entre as principais vias de acesso estão a Av. Noé Mendes, Av. Joaquim Nelson, Av. José Francisco de Almeida Neto, Av. São Francisco, Av. Dep. Paulo Ferraz e Av. Celso Pinheiro.


Fonte: Com informações da assessoria
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O Sindicato da Indústria da Construção Civil no Piauí (Sinduscon/PI) realizou nesta terça-feira (03) encontro para apresentar dados do terceiro trimestre do ano de 2019. Durante a reunião, representantes de incorporadoras puderam se atualizar com as novas informações sobre o Índice de Velocidade de Vendas (IVV) trazidas por Francisco Claubert, consultor representante da Brain no Nordeste.

O presidente do Sinduscon/PI, Francisco Reinaldo, comentou as amostragens do mercado e relatou que o setor da construção civil em Teresina está com grandes expectativas para próximo trimestre, pois em comparação ao mesmo trimestre de 2018, o Brasil cresceu 1,2% em seu PIB, sendo construção e indústrias os carros-chefes do crescimento.

"São informações relevantes do mercado onde temos uma amostragem real do mercado de Teresina, como ele está se comportando. Essas informações explicam que as vendas efetivamente melhoraram, é o que os números apresentam, e estamos criando uma expectativa positiva para o próximo trimestre que deverá manter esse nível de melhorias de vendas", declara.

O consultor representante da empresa Brain no Nordeste, Francisco Claubert, ressaltou a importância do estudo sobre o mercado imobiliário. "Esse estudo é um levantamento, uma análise de dados, é um censo. É uma análise aprofundada dos dados do mercado imobiliário, no caso, da cidade de Teresina. Nesse censo, nós analisamos a oferta lançada, ou seja, os lançamentos, a oferta final que é o estoque ainda nas mãos dos incorporadores e as vendas por trimestre", relatou.

Sobre questões imobiliárias e alcance de resultados, Claubert parabeniza o trabalho feito pelo Sinduscon/PI no planejamento e entrega de demandas.

"Destaco o belíssimo trabalho do Sinduscon do Piauí na pessoa do presidente Francisco Reinaldo pelo esforço que está fazendo no sentido de entregar essa ferramenta aos seus associados, a qual fundamentará os incorporadores, em geral, para que possam nos seus planejamentos colocar produtos mais adequados às demandas", destacou.

Os Indicadores Imobiliários Nacionais divulgados pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), apontam que no 3º trimestre deste ano, os lançamentos apresentaram um aumento de 4,1% em relação ao trimestre anterior e um aumento de 23,9% na comparação do mesmo período do ano anterior. O Nordeste é a segunda região com mais unidades residenciais lançadas totalizando 4.565, ficando atrás somente da região Sudeste, com 21.054 unidades.

 

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Evento no Teresina Shopping · 24/09/2019 - 10h30

Feira de Imóveis da Caixa em Teresina é prorrogada até 28 de setembro


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Foi prorrogado até este sábado, dia 28 de setembro, a Feira de Imóveis 2019 que oferece oportunidades e condições especiais para aquisição do imóvel próprio. Ao longo da semana, a Caixa Econômica Federal disponibiliza de linhas de crédito subsidiados, taxas de juros reduzidas e opções de Índice ao Consumidor (IPCA), aos clientes que desejam conhecer os empreendimentos das construtoras parceiras. O evento tem fomentado o setor da construção civil, impactando diretamente na economia local.

A feira de imóveis reúne 10 construtoras que apresentam empreendimentos com preços diversificados, a partir de 120 mil reais. O mercado imobiliário apresenta crescimento em relação há anos anteriores, sendo um importante momento para que os investidores apostem neste novo cenário da economia brasileira.

O presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon Teresina), Francisco Reinaldo, destaca a reação da economia brasileira que têm acontecido de forma positiva para o mercado da construção civil. “Nós já estamos com a economia mostrando alguma reação positiva a nível de Brasil e o mercado da construção reage imediatamente a esse fenômeno, no qual a estabilidade econômica ajuda muito “, enfatiza.

O superintendente regional da Caixa, Jonanthan Valença, comenta sobre as reduções das taxas que proporcionará um aquecimento na economia, além de facilidades para os consumidores. “Nesse momento temos uma abertura maior de linhas de créditos. Voltamos a trabalhar com recursos de todas linhas de créditos disponíveis na Caixa, inclusive com novidades em linhas de crédito utilizando o IPCA, enquanto o índice de inflação que permite reduzir a taxa de juros dos empréstimos para até R$ 2,95 ao ano”, explicou.

O evento tem entrada gratuita com funcionamento de 10h às 22h, no Teresina Shopping, e conta com a realização do Sinduscon Teresina e patrocínio da Caixa Econômica Federal.


Fonte: AsCom
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Para comemorar o Dia do Corretor de Imóveis, instituído no dia 27 de agosto, o Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Piauí (CRECI-PI) realiza nesta terça-feira o III Ciclo de Palestras no auditório da entidade. A iniciativa tem o propósito de promover um espaço de debate e capacitação para os profissionais associados ao Conselho.   

Na oportunidade, serão discutidos importantes temas de interesse da classe como Contratos Imobiliários, que será ministrado pela Advogada e Consultora Jurídica de Imobiliárias, Patrícia Pinheiro. Já a mediadora judicial e extrajudicial, Socorro Sales falará sobre a comunicação construtiva como ferramenta da negociação. E a economista e especialista em finanças empresariais Kelly Gonçalves discutirá o tema Corretor de Imóveis: vendedor ou empreendedor?

O evento ainda contará com a participação do diretor pedagógico do CRECI-PI, Inácio Antônio, que conduzirá um bate-papo sobre Network: quando usar. As advogadas e instrutoras de Mediação e Arbitragem da OAB/PI, Bruna Pimentel e Neilan Argento, também irão marcar presença e abordar o tema: “CEMAC e suas múltiplas portas para resolução de conflitos”.

Participará também do Ciclo de Palestras, o Diretor e Presidente do Sindicato da Industria da Construção Civil de Teresina(PI), Francisco Reinaldo, que irá ministrar uma palestra sobre o Novo Cenário no Mercado com utilização do IPCA nos financiamentos Imobiliários. Além da coordenadora do  GILIE/FO, Flávia Sá, que apresentará o tema ‘’Imóveis Caixa - BNDU. Oportunidade de Negócio’’.

Segundo o presidente do CRECI-PI, Nogueira Neto, o evento representa uma oportunidade de reconhecer o trabalho realizado pelos profissionais para o desenvolvimento do mercado imobiliário piauiense. “Esse é um momento muito especial, pois comemoramos mais um ano de regulamentação da nossa profissão que é uma das mais antigas. Nada melhor do que comemorar e disponibilizar aos nossos corretores um momento de debate e qualificação profissional, uma vez que precisamos sempre estar aptos para enfrentar as mudanças impostas pelo mercado”, afirmou Nogueira Neto. 

A entrada para participar do III Ciclo de Palestras é gratuita e não precisa de inscrições. Mas, os corretores podem realizar de forma optativa a doação de 01pct de leite. O evento tem início as 14h30 no auditório da entidade.


Fonte: Com informações da assessoria
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Mais um empreendimento · 17/06/2019 - 20h49

Construtora Rivello inaugura o espaço Showroom em Teresina


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Sempre inovando no mercado imobiliário, a Construtora Rivello inaugurou nesta segunda-feira (17/06), o espaço de vendas Showroom.

O espaço Showroom entre todas as finalidades, é um espaço de vendas onde serão apresentados aos clientes e sócios apartamentos e casas decoradas, que conta com uma infraestrutura para as imobiliárias parceiras. 

“Já temos uma casa decorada, que vai ficar pronta até o final do mês e temos dois apartamentos decorados, o empreendimento Acqua Blue e o Veranda Ininga”, informou a diretora de Marketing e produto, Camila Zambeli.

O espaço que terá todo o suporte da construtora, vai ter também um auditório para as equipes de vendas e conta com um espaço para eventos com futuros clientes que serão feitos no local.

A inauguração contou com a presença do diretor geral da Rivello, Marcelo Contarato, do diretor comercial, André Passos, da diretora de marketing, Camila Zambeli e alguns convidados. O Showroom fica na Rua Visconde de Parnaíba, 3203, bairro Horto, zona Leste da Capital.

Confira as fotos: 

 

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Com o objetivo de contribuir para o futuro dos engenheiros do Piauí, a construtora Rivello recebeu nesta última sexta-feira (31/05), alunos do curso de Engenharia Civil da Faculdade Pitágoras.

A visita técnica que aconteceu na obra do condomínio, Reserva do Norte, que fica em Santa Maria da Codipi e contou também com um café da manhã especial. 

A aula foi guiado pelo engenheiro e Gerente Operacional da Construtora, André Teixeira, que mostrou na prática um canteiro de obras com a tecnologia avançada que a construtora utiliza. 

 

 

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Entendimento da Terceira Turma · 24/05/2019 - 10h22

STJ | Aluguéis não são devidos a partir do incêndio que destrói imóvel


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A destruição de um imóvel alugado implica a automática extinção do contrato de locação e, em consequência, impede que os aluguéis continuem a ser cobrados. Em tais casos, a entrega das chaves tempos após o incêndio não interfere no marco temporal para a cobrança de aluguéis.

Com esse entendimento, a Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) deu provimento ao recurso de uma locatária e restabeleceu a sentença que julgou extinta a ação movida pelo locador para cobrar o período compreendido entre o incêndio que destruiu o imóvel e a entrega das chaves.

O imóvel, objeto de contrato de locação comercial, foi atingido por um incêndio em agosto de 2012. O locatário solicitou a extinção do contrato em janeiro de 2013, quando entregou as chaves.

O locador promoveu a execução para cobrar seis meses de aluguéis vencidos, além dos valores correspondentes a IPTU, taxas de água e esgoto e multa pela quebra do contrato.

Impróprio para locação

A sentença extinguiu a execução sob o entendimento de que o incêndio devastou o imóvel, tornando-o impróprio para locação, de modo que não poderia ser exigido o pagamento de aluguéis.

Ao analisar a apelação, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) deu provimento ao recurso por entender que a dívida era exigível porque somente a entrega das chaves liberaria o locatário da obrigação contratual.

No recurso ao STJ, o locatário afirmou que o imóvel foi imediatamente desocupado após o incêndio e que as chaves sempre estiveram à disposição do proprietário. Acrescentou que o perecimento da coisa locada por motivo de caso fortuito extinguiu automaticamente o contrato, não sendo possível imputar-lhe nenhuma responsabilidade, sob pena de ofensa ao artigo 393 do Código Civil de 2002.

Perecimento ou deterioração

O relator original do processo votou pela rejeição do recurso, aplicando, analogicamente, a regra do artigo 567 do CC/2002, segundo a qual, nos casos de deterioração do bem alugado sem culpa do locatário, cabe a este pedir a redução proporcional do aluguel ou resolver o contrato se o imóvel estiver inservível.

O ministro Moura Ribeiro – autor do voto que prevaleceu no julgamento – destacou que os conceitos de deterioração e perecimento não se confundem, já que a deterioração é a alteração do estado para pior, ao passo que o perecimento é a destruição ou extinção de alguma coisa. Ele lembrou que a sentença, após a análise das provas do processo, consignou que o incêndio devastou o imóvel, tornando-o impróprio para a locação.

“Admitindo-se que o imóvel foi completamente destruído, isto é, que houve o seu perecimento, não há como invocar a aplicação subsidiária do artigo 567 do CC/2002, criado para solucionar casos de deterioração.”

Segundo Moura Ribeiro, o impedimento não é meramente gramatical, uma vez que “o próprio conteúdo normativo do dispositivo legal em comento também inviabiliza sua aplicação ao caso concreto”.

Fruição impossível

O ministro propôs a aplicação do princípio geral do direito segundo o qual a coisa perece para o dono (res perit domino), utilizando como fundamentação os artigos 77 e 78 do Código Civil de 1916 e do inciso IV do artigo 1.275 do atual código.

“O objeto do contrato de locação, como se sabe, não é exatamente a coisa ou o prédio locado, mas o uso ou a fruição que deles se faz. Nada obstante, o perecimento da coisa ou do prédio extingue a locação, porque não há mais possibilidade de cobrar aluguel pelo uso ou fruição de um bem que não mais existe ou que não mais se presta à locação”, resumiu o ministro.

Moura Ribeiro ressaltou que, caso fique comprovado que o incêndio foi causado por culpa do locatário, o locador fará jus a perdas e danos, e não propriamente aos aluguéis. Ele afirmou que a distinção conceitual é importante, pois a ação de execução promovida pelo locador era específica para a cobrança de aluguéis, e não uma ação de conhecimento para pleitear perdas e danos.


Fonte: AsCom
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Perfil do morador conta muito · 27/03/2019 - 15h39

Casa ou apartamento? Conheça os prós e contras


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São muitos fatores que pesam na hora de alugar ou comprar uma casa ou um apartamento, sendo que ambos possuem os seus prós e contras, mas certamente as duas alternativas oferecem características que agradam os mais variados perfis de moradores. 

Segurança, conforto, tranquilidade, preço e localização são os motivos mais comuns a serem analisados antes de optar entre um e outro. Separamos abaixo alguns prós e contras entre morar em casa ou apartamento que podem ajudar aqueles que ainda estão indecisos.

    Foto: Pixabay

Casa

Morar em uma casa oferece vantagens que muitos não abrem mão como, por exemplo, o espaço. Em casa, a possibilidade de ter um animal de estimação, criar plantas, ou até mesmo hortas, são muito maiores. Há também a vantagem de se ter mais privacidade, já que os vizinhos não são tão próximos quanto em um apartamento, além de não ter a despesa do condomínio, muitas vezes um valor considerável dentro do orçamento familiar. 

Em relação a segurança, hoje as casas não estão mais tão distantes das seguranças dos apartamentos, com tecnologias e estruturas cada vez mais modernas para assegurar o bem-estar da família. Isso sem contar com a existência de condomínios fechados nos quais a segurança é reforçada.

“No meu ponto de vista, um dos principais pontos positivos de uma casa é que poderá ajustar a estrutura ao seu sonho, principalmente quando compra um terreno e constrói. A pessoa pode construir de acordo com o que objetiva e tem maior possibilidade de ajustes e reformas. Um apartamento terá que contar com uma estrutura pré-elaborada”, afirma o presidente do Grupo Realibras/Conspar, Eufrásio Humberto Domingues.

Apartamento

Quem escolhe morar em um apartamento deve estar ciente de que deverá seguir algumas regras, ou seja, cada condomínio ou prédio tem o seu próprio regimento interno para a boa convivência entre todos, portanto essa análise deve ser feita com muita atenção para que se adeque ao estilo de vida do morador.

Um dos pontos positivos é ter a possibilidade de fazer amizades que podem ajudar no caso de uma viagem longa, cuidando dos animais de estimação ou colocando água nas plantas, por exemplo.

Já na questão da privacidade, os apartamentos podem ser menos vantajosos, uma vez que a proximidade entre um apartamento e outro é muito menor. Além disso, há a questão do barulho, um dos pontos que mais causam reclamações entre os moradores, seja por conta de festas que passam do horário estipulado, sapatos no andar de cima ou das crianças brincando na piscina e nos playgrounds.

“O mais importante na hora de escolher entre os dois tipos de empreendimento é saber qual é o seu perfil e até onde você está disposto a adequá-lo, tendo como objetivo maior viver e conviver harmoniosamente onde quer que esteja”, finaliza Domingues.


Fonte: AsCom
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Fim das dívidas? · 28/01/2019 - 22h39

Quatro orientações para quem precisa devolver imóvel


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Gilberto Bento Jr.

O sonho de um imóvel muitas vezes pode acabar como um pesadelo das dívidas, com o proprietário não conseguindo arcas com as parcelas do financiamento, o que ocasiona a necessidade de devolver o imóvel. Assim, são muitos os motivos que levam à devolução e quando isso ocorre se estabelece o pânico por parte de quem acreditou poder comprar uma casa ou apartamento, já que se entende que perderá um grande montante de valor investido.

Mas, é importante lembrar que, quem vive dificuldades por não ter condições de pagar as prestações de imóvel que comprou na planta deve conhecer seus direitos caso queria romper o contrato e devolver o imóvel, que inclusive, ainda não recebeu. Isso diminuirá em muito as perdas financeiras.

O termo técnico de rescindir o contrato e pedir de volta os valores pagos é “distrato” contratual, em geral, todos os contratos podem ser distratados. Como advogado experimentado na vivência e acompanhamento de dezenas de distratos, resolvi relacionar os direitos de quem quer devolver imóvel na planta.

Seus direitos no distrato para devolução de imóvel comprado na planta

 Se necessário, você pode solicitar o distrato judicialmente, se houver recusa no recebimento da sua intenção de romper o contrato.  Ao desistir da compra você não pode perder todo o dinheiro que pagou. A construtora recebe o imóvel de volta, e deve devolver um valor que pode chegar a 50% do que foi pago pelo comprador, caso a culpa do distrato seja do proprietário, por não conseguir uma linha de crédito para financiamento, por exemplo. 

As construtoras não podem reter todo o valor pago

Existem casos de tentativas de se reter todo o valor pago à construtora, isso não deve ser nem mesmo considerado. O valor que ficará com a construtora levará em conta apenas valores como a multa de rescisão e despesas administrativas. Assim, se a empresa quiser reter mais do que 25% do valor pago, o proprietário deve recorrer à Justiça.

É fundamental que se busque um especialista nessas situações e não se deixe ser pressionado, pois, em vários casos vão falar que essa busca por ressarcimento de valores é improvável e poderão forçar que existe um consenso que não será o melhor para o lado do comprador. Assim, a recomendação é não assinar nenhum acordo.

Distrato deve ser solicitado

O primeiro passo ao perceber que não terá fôlego financeiro para arcar com o compromisso do imóvel na planta é pedir o distrato para não precisar continuar pagando as prestações e assim economizar no orçamento mensal.

 O distrato para extinguir as obrigações estabelecidas em um contrato anterior deve ser solicitado até a entrega das chaves. Após isso, o comprador toma posse do imóvel e não é mais possível devolver o bem à construtora. A construtora deve devolver o valor em uma única parcela.

Quando a culpa é da construtora

Existem situações em que o cancelamento do contrato pode ser atribuído por culpa da construtora, é uma denúncia contratual por responsabilidade, quando a construtora não respeita as cláusulas, por exemplo quando atrasa a entrega do imóvel, nestes casos a devolução deve ser de 100% do valor total pago.

Temos que lembrar que a devolução dos valores deve ser corrigida monetariamente, ou seja, o valor deverá ser atualizado.

Enfim, situações como as apresentadas acima, com certeza são motivos para preocupações, contudo é imprescindível que que adquiriu um imóvel na planta e que tenha que devolver mantenha a calma nessa hora, buscando uma assessoria adequada, qualquer ação de desespero poderá resultar em pesado prejuízo financeiro.


Gilberto Bento Jr. é advogado, contabilista, empresário. Sócio da Bento Jr. Advogados (www bentojradvogados.com.br), com experiência sólida em gestão de estratégias empresariais, amplo conhecimento em formação de preços, custos, recursos humanos, viabilização econômica e financeira.


Fonte: AsCom
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O Ministério das Cidades, em parceria com a Prefeitura de Teresina, está construindo 1022 habitações, por meio do Programa Minha Casa, Minha Vida, no Parque Brasil, localizado na zona Norte de Teresina. A execução do projeto é um legado do presidente Michel Temer e conta ao todo com investimentos de R$ 114 milhões, liberados durante a atuação do deputado eleito Henrique Pires na Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental. 

O residencial, que integra as ações da segunda etapa do Lagoas do Norte, mudará a realidade de centenas de famílias na região, possibilitando a muitos piauienses a concretização do sonho da casa própria. "Eu vim aqui meses atrás como secretário nacional de Saneamento tratar dessa obra que ia ter início, possibilitando o remanejamento de famílias atingidas pelo Lagoas do Norte em área de risco para este empreendimento. Agora, a obra está sendo executada, e tive orgulho no Governo do presidente Temer de participar para que ela estivesse nesse estágio", indicou Henrique Pires.

A construção de unidades habitacionais no residencial englobará 350 casas e 672 apartamentos; assim, os avanços almejados com o projeto não param por aí, o residencial também terá equipamentos públicos primordiais para a população, de modo que serão construídas creches, escolas públicas, praças, campo de futebol, centro e lavanderias comunitárias. Além disso, também serão feitas intervenções na área de drenagem, abastecimento de água, esgotamento sanitário, iluminação e pavimentação asfáltica.

 


Fonte: Com informações da assessoria
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Confira o procedimento · 23/12/2018 - 08h12

FGTS pode ser usado na compra de apartamentos em Teresina


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O dinheiro do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) pode ajudar muitos trabalhadores teresinenses a realizar o sonho de adquirir o seu primeiro imóvel próprio. Com o Fundo de Garantia, é possível usufruir de linhas de financiamento com juros reduzidos, facilitando a aquisição de imóvel de maior valor.

Se o comprador estiver somando a renda com outra pessoa para realização da compra, o saldo do FGTS de um ou dos dois pode ser utilizado como entrada, desde que ambos estejam dentro das regras. Com o FGTS também é possível amortizar as prestações do financiamento do imóvel a cada dois anos.

Os requisitos básicos para utilização do Fundo de Garantia na compra de imóveis são: 3 anos de recolhimento de FGTS, não possuir outro imóvel na mesma cidade e não ter financiamento no Sistema Financeiro de Habitação.

Os apartamentos do Condomínio Parque Terrazzo Poti, o primeiro empreendimento da MRV Engenharia em Teresina, podem ser adquiridos com a ajuda do Fundo de Garantia, mesmo se o comprador foi beneficiário do subsídio do Programa Minha Casa Minha Vida.

O residencial contará com 580 unidades e, além do uso da energia solar, oferece pomar, lixeiras para coleta seletiva, preparação para receber wi-fi nas áreas comuns, tomadas com entrada USB, sistema de segurança, medição individualizada de água e bicicletas compartilhadas. Um novo design também fará parte do projeto. A fachada do apartamento contará com cores modernas e acabamento em eco granito.

O Parque Terrazzo Poti fica em um bairro com estrutura comercial, próximo às Avenidas Joaquim Nelson e João XXIII e a 25 minutos do Centro de Teresina. Os interessados em conhecer mais detalhes sobre o Terrazzo Poti podem acessar o endereço www.mrv.com.br, que disponibiliza atendentes online 24 horas por dia. Ou agendar uma visita a um dos apartamentos decorados na Zona Leste e no Dirceu.  


Fonte: Com informações da assessoria
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Por Renato Tardioli*

As regras para o distrato imobiliário vão mudar. A Câmara dos Deputados aprovou, na semana passada, o PL 1220/15, que tornou mais claras – e também mais duras – as regras sobre o distrato imobiliário, a desistência da compra de um imóvel por parte do consumidor quando ele está inadimplente ou dele desistiu por razões diversas. A pendência, agora, é apenas da sanção presidencial para que, efetivamente, o projeto tenha força de lei e passe a vigorar.

Há inúmeros pontos contemplados no Projeto de Lei, mas um deles, em especial, vem gerando polêmica: na assinatura do distrato, ficam retidos, sob forma de multa, 50% do montante pago.

Até o surgimento do PL, não existiam regras claras para o distrato imobiliário, muito menos a definição do porcentual de retenção para as construtoras a fim de cobrir, ao menos em parte, o investimento feito no imóvel em questão. Cada caso era um caso, e as decisões iam sempre para a Justiça, que costumava fixar um índice que oscilava entre 25% e 30% do total pago. Nem é preciso dizer como o processo era moroso e acontecia sem que construtora e consumidor conseguissem prever, com clareza, os valores envolvidos. Com o PL, caso realmente seja aprovado pela Presidência da República, os termos ficam muito mais transparentes, beneficiando ambas as partes. Apesar das críticas, trata-se de um avanço que, com o tempo, deve ser reconhecido.

Por parte das construtoras, a definição do porcentual de retenção de 50% vem como uma boa notícia, especialmente porque, nos últimos anos, em função das atribulações econômicas do país, houve pedidos de distrato em massa. O impacto nas contas das construtoras foi significativo, e o desembolso de quantias vultosas comprometeu, principalmente, o investimento em outros empreendimentos, além do patrimônio.  

Pensando no consumidor, na minha opinião, a lei tem um viés moralizador. Muitas pessoas compram imóveis sem fazer um estudo financeiro efetivo, sem analisar se realmente têm condições de arcar com aquele investimento. Não fazem uma programação financeira familiar que considere todas as despesas que precisam dar conta, incluindo eventuais imprevistos. E aí, num determinado momento, deixam de pagar as parcelas acordadas com a construtora ou mesmo pedem o cancelamento do contrato, com o recebimento do que foi investido até então.

Acredita-se que, a partir de agora, a decisão pela compra de um imóvel será, ou deverá ser, fruto de muito mais reflexão, sob pena de perder valores importantes. Vale lembrar que o PL assegura o direito de arrependimento de compra em até sete dias de sua formalização, como prevê o Código de Defesa do Consumidor. Neste caso, o cliente recebe o que foi investido integralmente.

Por ora, só nos resta aguardar a sanção presidencial e torcer para que construtoras e consumidores trilhem um caminho de prosperidade, para que distratos imobiliários sejam algo raro nesta relação, e não motivo de conflitos e perdas. 

*Renato Tardioli é advogado e sócio do escritório Tardioli Lima Advogados

Sobre o escritório Tardioli Lima Advogados

O escritório Tardioli Lima Advogados foi fundado em 2009 e atua na área de Direito Empresarial, com ênfase em Agronegócio, Cível, Educação, Falência e Recuperação Judicial, Planejamento Patrimonial e Sucessório e Societário. Em sua equipe - além dos sócios Fernando Tardioli, Renato Tardioli e Andreia Viola - estão mais de 50 advogados que atendem empresas expressivas em seus segmentos de atuação.

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A OAB-PI será sede do I Ciclo de Palestras de Direito e Contabilidade Condominial do Piauí, a ser realizado no próximo dia 6 de dezembro, das 14h às 20h. O evento tem como objetivo ampliar o debate multidisciplinar acerca da legislação e convívio condominial.

A programação contará com palestrantes renomados na área que abordarão os seguintes temas: “A importância da transparência nas prestações de contas condominiais”; “Práticas Restaurativas Aplicadas em Condomínio”; “Pilares do Compliance Condominial”; “A era das mediações nas Relações Condominiais”; “Nulidade de Atos Formais no Direito Condominial” e “O condômino antissocial e o Direito de Propriedade”.  

A participação no evento garante certificação de 6 horas/aula. O investimento é de 1 lata de leite em pó a ser entregue no momento da entrada no evento. Com vagas limitadas, as inscrições podem ser feitas online pelo endereço.


Fonte: AsCom/OAB
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O brasileiro não está acostumado a realizar investimentos e muitas vezes segue embalos de momento, que prometem grandes rendimentos, mas que possuem pouca segurança. Uma alternativa que se mostra e não é muito lembrada, mas que garante um ótimo retorno, é investir em terreno. Lembrando que essa área vai muito além do ter ou não ter uma área para morar.

O que poucas pessoas analisam é que investir em terreno é uma opção bastante segura e também pode ser bastante lucrativa para aqueles que procuram um adequado investimento. Mesmo durante a crise passada os terrenos não perderam valores e o ramo imobiliário já começa a dar bons sinais de melhoras em um futuro próximo.

“Ter um terreno com certeza se mostra um ótimo investimento, ainda temos um intenso déficit imobiliário, entretanto, os benefícios vão muito além. Contudo, é preciso um planejamento para essa aquisição, para que realmente se mostre lucrativa em médio e longo prazo”, explica o Diretor de Marketing do Grupo Conspar/Realibrás, Marcus Cunha.

A grande questão relacionada aos terrenos é que, como em qualquer investimento, é preciso um planejamento na hora de comprar, a pessoa deve fazer análises e planilhas para que saiba até o quanto pode gastar. Ponto importante nessa compra é que ter um terreno proporciona um baixo custo com manutenção e tem alta probabilidade de valorizar.

Pensando na melhor compra desse bem, Marcus Cunha preparou algumas orientações sobre o tema:

  • Avalie a localização e histórico – muitas vezes o que pode se parecer um bom negócio se torna um pesadelo. Por isso analise alguns pontos, como a existência de infraestrutura nas redondezas. Também existem casos de locais com problemas drenagem, ocorrendo com o tempo alagamentos ou limitações para construção, assim, pesquise e olhe com muita atenção todos os detalhes.
  • Cuidado com o preço – no impulso da compra muitas pessoas não avaliam seu fôlego financeiro, assim se planeje e busque empresas que ofereçam boas condições de financiamento e alternativas para renegociação, com isso evitará a necessidade de devolução. Outro ponto é desconfiar de preços muito convidativos, que podem esconder armadilhas.
  • Busque por projetos urbanísticos – ainda no campo de análise, procure locais que possuam estrutura urbanística adequada para o crescimento, o que proporcionará uma maior valorização desse bem no decorrer dos anos.
  • Pense nos gastos extras – é preciso saber se no local no terreno não existem gastos extras como condomínio, por exemplo, pois pode ser um novo fator de endividamento.
  • Pense a situação legal – antes de comprar um terreno, confira sua documentação, se está tudo regularizado com a prefeitura, se não existe nenhum impedimento no local para construções ou se não existem dívidas anteriores. A matrícula individual ajuda ter um posicionamento se a ocupação é regular ou não.
  • Analise a inclinação e o tipo de solo – mesmo não parecendo de grande relevância, esses custos podem encarecer em muito as obras futuras no local, gerando desvalorização, já que serão necessárias obras extras para deixá-lo pronto para obra.

Fonte: AsCom
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