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Confira aqui todas as regras · 08/10/2019 - 16h40

Teresina terá em novembro novo bazar com produtos apreendidos pela Receita Federal

Para entrar no bazar, a pessoa deve pagar a taxa de R$ 5, o que dará direito a uma pulseira de acesso e o tempo de 30 minutos para as compras


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Nesta segunda-feira (7), representantes da Associação Reabilitar e da Fundação Nossa Senhora da Paz se reuniram com o delegado adjunto da Receita Federal, Marcos Portela, para tratar da logística do Bazar Solidário, que já tem data e local para acontecer: nos dias 8, 9 e 10 de novembro, no Centro Integrado de Reabilitação (Ceir).

“Essa reunião teve o intuito de discutirmos o processo de recebimento da mercadoria e alinhar o planejamento de organização. Além das regras para entrada e compra dos produtos”, explica Walter Oliveira, superintendente administrativo-financeiro da Associação Reabilitar, entidade social responsável pela administração do Ceir e organizadora do bazar beneficente juntamente com a Fundação Nossa Senhora da Paz.

As regras do Bazar Solidário são: o valor máximo para compra é R$ 1 mil, por pessoa física, sendo obrigatória a apresentação de CPF e documento oficial com foto. As formas de pagamento serão em dinheiro, cartão de débito e cartão de crédito – sendo a parcela mínima de R$ 50, em até 3 vezes, nas bandeiras Visa, Master, Elo, Dinner’s, American, Hipercard e Credishop.

Para entrar no bazar, a pessoa deve pagar a taxa de R$ 5, o que dará direito a uma pulseira de acesso e o tempo de 30 minutos para as compras. Não será permitida a entrada de pessoas com sacolas, bolsas, mochilas e capacetes e o estacionamento do Ceir será restrito à organização do bazar. Os produtos não podem ser trocados, testados e não têm garantia. A Associação Reabilitar e a Fundação Nossa Senhora da Paz não se responsabilizam pelos produtos vendidos.

Na última quinta-feira (2), as mercadorias apreendidas em Ponta Porã, Mato Grosso do Sul, chegaram em Teresina. Assim como em 2016, serão disponibilizados produtos diversos no bazar, como eletrônicos, brinquedos, acessórios, artigos de vestuário, pesca, decoração, eletrodomésticos, equipamentos automotivos, esportivos, entre outros.


Fonte: Com informações da Ascom

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