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Liberdade Provisória · 11/07/2021 - 17h30 | Última atualização em 11/07/2021 - 17h57

Motorista de aplicativo preso por aplicar supostos golpes em mulheres é posto em liberdade

Antes da prisão | Leandro Mesquita de Santana chegou a negar as acusações quando falou com jornalista do Blog Bastidores e disse ser alvo de terceiro


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Por Rômulo Rocha - Do Blog Bastidores

 

Leandro Santana (Foto: Divulgação)
_Leandro Santana (Foto: Divulgação/Polícia Civil) 

NA PRAÇA

A justiça soltou o motorista de aplicativo Leandro Mesquita de Santana, que atuava em Teresina e foi preso após investigação do 1º Distrito Policial sob a suspeita de estelionato. Muitos dos alvos seriam mulheres, segundo as autoridades. 

Santana teve a prisão preventiva revogada última semana e sua liberdade provisória foi condicionada à aplicação de medidas cautelares diversas da prisão. 

Após a prisão do jovem e divulgação pela polícia de informações dos casos, da sua foto e do suposto modus operandi, outras vítimas procuram a polícia. 

Um dos resultados é um novo inquérito já encaminhado à Justiça pelo 9º Distrito Policial de Teresina.

A Polícia Civil no Piauí também trabalha em outros novos casos. 

Antes de ser preso Leandro Mesquita Santana chegou a falar com jornalista do Blog Bastidores, do 180graus.com, e disse que alguém estava usando seu nome para aplicar golpes na praça. 

A polícia não acredita nessa versão e sustenta que é ele próprio quem aplicaria os golpes, vez que foi reconhecido por vítimas. 

Quando do término das corridas via aplicativo, as vítimas, mulheres, relatam que Leandro, que tinha uma conversa crível e era hábil com as palavras, dizia que o pagamento não estava creditando, daí então apresentava máquinas para que as passageiras passassem cartões de débito. 

Em meio à pressa das vítimas, ou por algum outro motivo, elas não olhavam o que estavam pagando, mas digitavam a senha. 

Há vítima que perdeu R$ 2.000,00 e relatos de valores maiores ainda.

Os alvos de Leandro Santana só notavam o ocorrido tempos depois, quando verificavam o extrato bancário e detectavam o débito.

Há pessoa idosa entre as vítimas femininas.

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- Preso pela Polícia Civil por suposto estelionato registrou B.O. dizendo que era vítima de terceiro

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