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Empreendimento de qualidade · 23/04/2012 - 10h01

Incorporadora Fontanna lança o condomínio Bella Piazza, em THE

100% do primeiro bloco vendido antes do lançamento para grupo de investidores


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Um novo conceito de morar bem está sendo erguido em Teresina. O condomínio Bella Piazza é o mais novo empreendimento imobiliário da cidade que está sendo especialmente preparado para receber quem gosta de conforto e privacidade.

O Bella Piazza – um empreendimento da Fontanna Incorporadora em parceria com a Econométrica Investimentos - está localizado na zona leste da cidade, próximo à Faculdade Novafapi. É uma região que está em visível e crescente desenvolvimento, com alto índice de valorização imobiliária. Com acesso fácil, a comodidade é mais uma grande vantagem oferecida para quem deseja investir e realizar um bom negócio.

Outra excelente vantagem é o conceito “mais” que o condomínio Bella Piazza apresenta. São 4 blocos de apartamentos; cada bloco tem 6 andares e são 8 apartamentos por andar. A disposição dos blocos foi idealizada de maneira a valorizar a privacidade dos moradores. A grande distância entre as janelas de apartamentos de blocos diferentes garante que a intimidade seja preservada.

A estrutura do condomínio está à altura de quem deseja viver bem. Oferece uma ampla área de lazer, com playground, piscina e salão de festas. Em todos os blocos há elevador e o cliente pode optar por uma ou mais vagas de garagem. Além disso, os apartamentos são moduláveis, feitos sob medida para uma vida prática: área de 65,19m2, com 3 quatros, sendo 1 suíte.

Aos interessados em conhecer de perto o ambiente interno, o stand de vendas do Bella Piazza fica na avenida Zequinha Freire, no balão da Novafapi. Visite e confirme que se a vida é feita de escolhas, que elas sejam “bellas”, como o Bella Piazza.

Veja também abaixo o artigo do prof. M.Sc. Rafael Fonteles, comentarista econômica da TV Clube, sobre valorização imobiliária no país e especialmente em Teresina. É mais uma prova de que a bela escolha acima é também um ótimo investimento.

Financiamento direto com a construtora em até 108 meses.

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“Atualmente no Brasil temos apenas dois índices que buscam medir a valorização imobiliária nas principais cidades brasileiras. A minha análise abaixo sobre o mercado imobiliário em Teresina levará em conta a série histórica desses dois índices e as peculiaridades do Piauí, de Teresina e das regiões dessa última.

Um desses índices é o Índice Geral do Mercado Imobiliário Comercial (IGMI-C), desenvolvido pela FGV, cujo objetivo é tornar-se uma referência na rentabilidade de imóveis comerciais (escritórios, shoppings, hotéis etc.). Esse índice usa uma série histórica de preços de mais de 200 imóveis comerciais, desde o ano 2000, sendo a maioria deles em São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Brasília.

Comparando esse índice com o CDI, o principal benchmark de renda fixa do país, vemos de forma nítida uma mudança de tendência a partir de 2007. Até esse referido ano, o IGMI-C ficou bem abaixo ou próximo ao CDI. A julgar pela situação de estagnação econômica do país nas décadas de 80 e 90, podemos deduzir que essa realidade vem de uma época bem anterior ao ano 2000. É de se esperar, portanto, que esse “movimento de correção” que iniciou em 2007, após um longo período de mais de 20 anos, deva se prolongar, em nível de Brasil, por mais alguns anos. Não creio em uma repetição do ano de 2010, onde houve o pico desse movimento. Entretanto, podemos esperar um IGMI-C médio próximo a 20% ao ano nos próximos 4 ou 5 anos, ainda mais se as medidas de estímulo econômico realizadas pelo governo surtirem o efeito desejado de crescimento do PIB, ainda que diante de um cenário externo desfavorável.

O outro índice é o FIPE-ZAP, desenvolvido pela FIPE e pelo site ZAP Imóveis, o qual tem base nos preços de venda e de aluguel de diversos imóveis residenciais nas 7 maiores metrópoles brasileiras (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Salvador, Recife e Fortaleza). A base de dados ainda é muito recente (menos de dois anos para a maioria das cidades, exceto São Paulo e Rio de Janeiro), mas é possível percebemos uma diferenciação muito grande entre as cidades. Um exemplo disso é a variação de quase 9% no primeiro trimestre desse ano em Recife-PE (36,7% nos últimos 12 meses) e de pouco mais de 3% em Salvador-BA. Isso mostra que a variação imobiliária está intimamente ligada ao processo de desenvolvimento de cada cidade e não apenas a fatores macroeconômicos do país e de cada estado. Em nível de Brasil, notamos uma pequena suavização na curva do índice desde o último trimestre do ano passado, mas o mesmo ainda está em 23,5% nos últimos 12 meses (enquanto o IPCA está abaixo de 6,0%).

Considerando os pontos abordados acima, concluo que, em nível de Brasil, os preços dos imóveis devem continuar se valorizando bem mais que os parâmetros de inflação e renda fixa nos próximos 4 ou 5 anos, mesmo sendo perceptível uma suavização na curva de valorização imobiliária desde o final de 2011. Em cidades e estados que estão apresentando crescimento do PIB bem acima da média nacional, como é o caso do Piauí, deve haver uma variação maior que a média nacional e por um período mais prolongado.

Por fim, numa escala micro, nunca é demais observar que regiões de uma cidade que irão receber mais obras de urbanização por parte do ente público ou mais investimentos por parte setor privado, tendem a apresentar maior valorização imobiliária. Nesse sentido, em particular, creio que as regiões da cidade de Teresina onde estão se instalando grandes empreendimentos e que serão beneficiadas em termos de infraestrutura pelo aparato governamental, apresentarão as maiores taxas de valorização. Destaco, portanto, as regiões próximas à saída da cidade pela BR-343 e próximas a grandes faculdades ou shoppings como sendo áreas que devem apresentar grande valorização nos próximos anos”.