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Demanda dos diabéticos · 21/05/2013 - 10h58

Hospital Lineu Araújo recebeu 2600 novas unidades de insulina

Foram 1800 unidades de insulina do tipo glargina e 800 do tipo glulisina


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Desde a manhã de hoje (20), pacientes de diabetes do município já tem à sua disposição 2600 novas unidades de insulina. A Prefeitura de Teresina recebeu um novo lote da medicação e já repassou para o Centro Integrado de Saúde Lineu Araújo (CISLA), que é responsável pela distribuição.

“Foram 1800 unidades de insulina do tipo glargina (também conhecida como Lantus) e 800 do tipo glulisina (Apidra)”, informa Natálio Netto, farmacêutico do Lineu Araújo. O estoque, formado por canetas aplicadoras com 3ml cada, é suficiente para suprir uma demanda de 500 diabéticos, que é o número estimado de pessoas atendidas na capital. A quantidade de insulina fornecida para cada um vai depender do paciente e do tipo administrado, e pode ser suficiente para um, dois ou três meses.

Para a distribuição das insulinas, a Fundação Municipal de Saúde (FMS) segue um protocolo de dispensação de medicamentos que está em vigor desde o ano passado. Para solicitar, basta entrar com um processo na FMS portando identidade, CPF e cartão do SUS, laudo médico e exames de glicemia em jejum, glicemia pós prandial e hemoglobina. O cadastro tem validade de três meses, quando deve ser renovado.

Além da dispensação de medicamentos, o Lineu Araújo mantém ainda dois programas voltados ao acompanhamento de pessoas com diabetes. “Para prevenir e evitar danos nas feridas dos diabéticos, diminuindo assim a incidência de amputações, o Lineu Araújo mantém o Programa de Feridas e Pé Diabético”, afirma o presidente da FMS, Luiz Lobão. Uma enfermeira e um angiologista prestam o devido atendimento aos pacientes, que consiste em reunir e evitar danos em feridas, curativos, orientação quanto ao cuidado do pé, entre outros.

Já o programa de Controle de diabetes é desenvolvido por uma equipe multiprofissional, composta por enfermeira, angiologista, nutricionista e endocrinologista. “É feito um trabalho de acompanhamento e orientação dos pacientes quanto aos cuidados básicos, atenção à dieta, aplicação de insulina e dispensação dos medicamentos”, explica Luiz Lobão. Além disso, eles são convidados a participar de reuniões mensais, em que são abordados assuntos que visam uma melhor convivência com a doença.