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Termina nesta quinta-feira (18), o prazo para as entidades fiscalizadoras solicitarem a verificação extraordinária pós-pleito da integridade e autenticidade dos sistemas eleitorais utilizados nas eleições municipais de 2020. A solicitação deve ser feita mediante petição fundamentada e, caso seja aprovada, a Justiça Eleitoral deve fornecer as cópias dos arquivos em até cinco dias úteis.

De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), as entidades podem solicitar aos tribunais eleitorais relatórios e cópias de diversos arquivos de sistemas como os arquivos de Registro Digital do Voto (RDV), o registro das operações feitas pelo software (log) e o Gerenciador de Dados, Aplicativos e Interface com a Urna Eletrônica (GEDAI-UE), bem como os dados alimentadores do Sistema de Gerenciamento da Totalização, entre outros.

Também podem requerer os relatórios de boletins de urnas que estiveram em pendência, de urnas substituídas, bem como de comparecimento e abstenção em cada seção eleitoral.

Antes de iniciar a votação, as urnas eletrônicas utilizadas nas eleições passam por uma auditoria prévia de verificação de autenticidade e integridade dos sistemas instalados. “Essa auditoria faz parte de uma série de medidas definidas pela Justiça Eleitoral para fortalecer a segurança e a confiabilidade do sistema eletrônico de votação”, explicou o TSE.

Todos os dados que alimentam a urna eletrônica, assim como todos os resultados produzidos, são protegidos por assinatura digital. Assim, não é possível modificar os dados de candidatos e eleitores presentes na urna, nem o resultado da votação contido no boletim de urna, o log das urnas, o arquivo de RDV, entre outros arquivos produzidos.

Principais arquivos

O RDV registra exatamente aquilo que foi digitado pelo eleitor na urna, sem qualquer processamento ou informação adicional, ou seja, não há como vincular um voto no RDV a um eleitor. Ele é utilizado somente no encerramento da votação para gerar o boletim de urna e, assim, realizar o somatório dos votos de cada candidato ou legenda e o cômputo de votos nulos e brancos.

Como ele preserva exatamente aquilo que o eleitor digitou, é um instrumento importante de auditoria e verificação da apuração de uma seção.

O arquivo de log armazena o registro cronológico das principais operações realizadas pelo sistema da urna eletrônica. Entre outras operações, ele registra o início e o encerramento da votação, a emissão de relatórios, os aplicativos que foram executados, os ajustes de data e hora, a realização de procedimentos de contingência e os procedimentos que auxiliam na avaliação da dinâmica do voto.

A partir do log, é possível analisar toda a história da urna eletrônica, desde a sua preparação até o encerramento da votação no segundo turno, caso ocorra.


Fonte: Com informações da Agência Brasil
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Transparência e confiabilidade · 12/01/2021 - 16h38 | Última atualização em 12/01/2021 - 16h40

Auditorias externas descartam irregularidade na votação eletrônica no Piauí


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Já estão disponíveis para consulta na página do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) os relatórios das auditorias externas realizadas durante as Eleições 2020. Os documentos comprovam que não foi identificada qualquer situação que comprometesse a transparência e confiabilidade da votação eletrônica.

As auditoras externas foram realizadas pelo Grupo Maciel Auditorias em todos os Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) que organizaram as eleições municipais. A empresa especializada foi contratada por meio de licitação, conforme prevê a Resolução TSE nº 23.603/2019.

Os auditores realizaram a contagem manual em todos os Estados e confrontaram esses dados com os votos apresentados no sistema informatizado e nas Zerésimas das urnas auditadas. Conforme os relatórios, nenhum indício de irregularidade nos números.

Urnas auditadas no Piauí – 1º Turno

Foram sorteadas para a Auditoria de Funcionamento das Urnas Eletrônicas Sob Condições Normais de Uso, conhecida como Votação Paralela a seção nº 518, da 97ª Zona Eleitoral em Teresina; a seção nº 70 da 91ª Zona Eleitoral em Cajueiro da Praia; e a seção nº 81 da 40ª Zona Eleitoral em Fronteiras.

Já para a Auditoria Verificação de Autenticidade e Integridade dos Sistemas foram sorteadas a seção nº 1 da 81ª Zona Eleitoral em Campinas do Piauí; a seção nº 39 da 79ª Zona Eleitoral em Caracol; e a seção nº 62 do município de Pau d’Arco, pertencente a 32ª Zona Eleitoral em Altos.

Urnas auditadas no Piauí – 2º Turno

As seções eleitorais de números: 302,pertencente a 1ª Zona Eleitoral einstalada na Unidade Escolar Professora Helena Aquino; 301, pertencente à 2ª Zona Eleitoral e instalada na Secretaria Paroquial São Raimundo Nonato; e 40, pertencente a 63ª Zona Eleitoral e instalada na Unidade Escolar Professor Edílio de Brito Barros, foram sorteadas para a Auditoria de Verificação de Autenticidade e Integridade dos Sistemas.

Já as seções de números:112, pertencente a 1ª Zona Eleitoral e instalada na Unidade Escolar Desembargador Robert Carvalho;102, pertencente a 97ª Zona Eleitoral e instalada na Unidade Escolar Domício Magalhães; e288, pertencente a 98ª Zona Eleitoral e instalada na Escola Municipal Professora Alda Neiva, foram sorteadas para a Auditoria de Funcionamento das Urnas Eletrônicas Sob Condições Normais de Uso, conhecida como Votação Paralela.

O que é a Votação Paralela?

A votação paralela é um procedimento realizado pela Justiça Eleitoral em todas as eleições e tem o objetivo de averiguar os sistemas da urna eletrônica, atestando que não há desvio de votos, confirmando que o voto digitado é o mesmo que será computado e constará do Boletim de Urna (BU) após a votação por parte dos eleitores.

Cada procedimento é acompanhado por um juiz eleitoral, que preside as comissões compostas por servidores dos TREs. Essa auditoria ocorre no mesmo dia e hora da votação nas seções eleitorais e é feita com a participação de representantes de partidos políticos, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), do Ministério Público e de qualquer interessado, pois a cerimônia é realizada em local público e de amplo acesso a qualquer cidadão.

Conforme prevê a resolução, são selecionadas, por meio de sorteio, urnas eletrônicas de cada unidade da Federação já preparadas para eleições oficiais. Essas urnas são retiradas do local de votação na véspera da eleição e levadas para o local escolhido. Cédulas em papel são preenchidas e depositadas em uma urna de lona, para que, no dia da auditoria, os participantes digitem esses votos tanto na urna eletrônica quanto em um sistema específico que computará os votos consignados em paralelo.

Importante destacar que a grande vantagem dessa auditoria é que se consegue demonstrar, para eleitores sem conhecimentos específicos em tecnologia, a fidedignidade da votação na urna eletrônica de forma clara e transparente, evidenciando o funcionamento e a segurança dessas máquinas.

Auditoria externa

Para atestar o trabalho das comissões, há ainda a realização de auditoria externa realizada por empresa contratada especificamente para auditar e fiscalizar a atuação desses servidores durante a votação e verificar se estão de acordo com as normas.

A verificação abrange o exame e a validação da organização, condução e conclusão dos trabalhos da Comissão de Votação Paralela. Os documentos publicados no Portal destacam os aspectos relevantes encontrados em cada fase do dia da eleição.

Confira aqui a íntegra dos relatórios de cada Tribunal Regional Eleitoral

Objetivo das Auditorias

A primeira verificação (Autenticidade e Integridade dos Sistemas) tem o objetivo de comprovar que os programas eleitorais implantados nas urnas são autênticos e foram desenvolvidos e assinados eletronicamente pelas autoridades do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e por representantes nacionais dos partidos políticos e da OAB e, após serem lacrados digitalmente, foram distribuídos aos tribunais regionais eleitorais de todo o País e destes para os seus respectivos cartórios eleitorais.

Para isso, no domingo, dia das Eleições, dentro das seções sorteadas, e à vista de todos os presentes, antes do início da votação, três urnas oficiais instaladas serão checadas simultaneamente por membros da comissão de auditoria, através da verificação das assinaturas digitais e dos resumos dos programas instalados nas máquinas. Esses dados serão impressos em até três (3) vias, mantendo-se obrigatoriamente (1) cópia para compor a ata da auditoria e as demais vias ficam à disposição dos promotores eleitorais, dos fiscais de partidos políticos locais e de representantes da OAB no Piauí.

A segunda auditoria (Funcionamento das Urnas Eletrônicas Sob Condições Normais de Uso, conhecida como Votação Paralela), nas urnas eletrônicas das outras três seções sorteadas, acontece ao longo de todo o período de votação, das 7 h às 17 h, no local definido para o evento, amplamente divulgado e com acesso livre a qualquer cidadão interessado em acompanhar o processo e a toda a imprensa. Seu objetivo é demonstrar que os votos eletrônicos registrados na urna são isentos de adulteração. (Veja a explicação detalhada nos tópicos abaixo: Dia da Eleição e Passo a Passo da Auditoria da Votação Paralela).

Ambos os procedimentos somam-se as demais barreiras de segurança criadas para proteger a integridade do voto eletrônico, como, por exemplo, mais uma outra auditoria, realizada em todas as Zonas Eleitorais, de todos os Estados do País, ao final das Audiências Públicas de Carga, Lacre e Auditoria, quando pelo menos uma urna eletrônica, dentre todas as que receberam carga oficial e que serão usadas nas seções, é sorteada, e à vista de Juiz Eleitoral, Promotor Eleitoral, e de representantes de partidos políticos, e de qualquer cidadão presente ao evento em seu município, é auditada, com impressão de hash, visualização de candidatos, entre outros protocolos de verificação estabelecidos em legislação.

Procedimentos e Normas para as Eleições 2020

De acordo com o previsto na Resolução TSE nº 23.603/2019, a Presidência do TRE-PI designa, em sessão pública, até 30 dias antes das eleições, a Comissão de Auditoria da Votação Eletrônica e esta escolhe o local onde será realizado o procedimento, devendo ser público, de fácil acesso aos cidadãos e a imprensa.

Véspera do dia da eleição (1º e 2º Turnos)

Na véspera do dia da eleição, tanto no 1º Turno quanto no 2º Turno (se houver), a comissão designada realiza, às 9 h, o sorteio das seções eleitorais cujas urnas serão auditadas. As Zona Eleitorais das seções escolhidas são então comunicadas da seleção para que seja providenciada a retirada dos equipamentos do cartório ou das seções, caso já tenham sido instaladas nos locais de votação, e preparadas para a remessa a Teresina, devidamente acondicionadas em suas caixas, com as respectivas atas de carga.

Concomitantemente a esse trabalho de recolhimento das urnas, estudantes de escolas públicas e/ou privadas, de Ensino Médio, são convidados pela comissão de auditoria, a preencherem cédulas de votação em papel, com votos em candidatos reais, oficialmente registrados nos municípios cujas seções foram sorteadas, além de votos em legenda, votos brancos e nulos, num total correspondente entre 75% e 82% do número total de eleitores registrados nas respectivas seções eleitorais de origem das urnas sorteadas. Para isso o setor de informática do TRE-PI providencia a lista dos candidatos registrados nos municípios das seções sorteadas.

Essas cédulas de votos impressos são então depositadas em uma (1) urna de lona, para uso no momento da votação auditada. Ela é aberta antes, à vista de todos, para comprovar que está vazia. Depois de receber os votos é lacrada e entregues a Polícia Federal, onde fica guardada até o dia seguinte, quando é restituída à comissão para serem usada durante a auditoria.

A comissão de auditoria também requisita representantes de partidos políticos e/ou servidores de instituições como Tribunal de Justiça, Tribunal Regional do Trabalho, Justiça Federal, Ministério Público, entre outras, para atuarem como “eleitores votantes” no dia da votação paralela.

Com a chegada das urnas eletrônicas das seções sorteadas ao local onde vai ser feita a votação paralela, a comissão de auditoria confere os lacres, etiquetas de dados da Zona de origem e seção e atas de carga. Feito isso, elas são entregues a Polícia Federal, onde pernoitam.

Dia da Eleição

A urna de lona com as cédulas de votação em papel, preparadas pelos estudantes, e as três urnas eletrônicas de votação sorteadas no dia anterior são transportadas da Polícia Federal, onde pernoitaram, de volta ao local da auditoria, por volta das 6h30min, acompanhadas de agentes federais, representantes da Justiça Eleitoral, Ministério Público Eleitoral, OAB e agremiações políticas. São conferidos novamente lacres e etiquetas. Uma empresa de auditoria externa, contratada pelo TSE também fiscaliza o procedimento.

As urnas eletrônicas são posicionadas de modo a ser filmado seu teclado, tela, ambiente em torno dela e o “eleitor votante”. A urna de lona lacrada com as cédulas de votação em papel é aberta e os votos disponibilizados em mesa à vista de todos.

Iniciada a auditoria, às 7 h, em paralelo à votação oficial, à vista de todos os presentes no local da verificação e sob filmagem, as urnas eletrônicas são ligadas, impressas as zerésimas para comprovação de não haver nenhum voto registrado, e a partir daí, os servidores requisitados para atuarem como “eleitores votantes” seguem o passo a passo descrito a seguir.

Passo a Passo da Auditoria de Funcionamento das Urnas Eletrônicas sob condições normais de uso (Votação Paralela)

1º. Um representante de partido político ou servidor público requisitado pela comissão de auditoria para atuar como “eleitor votante”, à vista de todos, retira da urna de lona uma das cédulas de votação em papel, com voto em candidato real registrado no município de origem de uma das urnas sorteadas;

2º. O “eleitor votante” mostra o voto impresso ao operador do Sistema de Apoio à Votação Paralela.

3º. O voto impresso é digitado nesse Sistema, que gera uma folha de papel, com os mesmos números dos candidatos escolhidos na cédula de votação, em caracteres maiores, permitindo sua visualização de modo mais nítido pela câmera. A cédula de votação retirada da urna de lona é grampeada nessa folha.

4º. O “eleitor votante” exibe durante alguns segundos esse papel para a câmera posicionada na frente da urna e então digita os números e fala ao mesmo tempo, em voz alta, o cargo que está sendo votado e cada um dos números que estão sendo digitados no teclado da urna eletrônica auditada, registrado-se as em vídeo as imagens da cédula de voto impresso, o ato de sua digitação na urna eletrônica e o áudio do procedimento.

5º. A cédula de votação em papel utilizada é então deixada em cima de uma mesa à vista de todos.

6º. Todo o procedimento acima é repetido até as 17 h.

Às 17 h, a votação auditada será encerrada mesmo que a totalidade das cédulas de votação em papel não tenha sido digitada. As urnas eletrônicas emitirão então os boletins de urna, os quais terão seus dados comparados com os votos das cédulas em papel das urnas de lona. O resultado deverá coincidir comprovando que não houve nenhuma adulteração, acréscimo ou subtração nos votos dados de forma eletrônica.

Verificada a coincidência entre os resultados obtidos nos boletins de urna e os dos relatórios emitidos pelo sistema de apoio à votação (votos em cédulas de papel) será lavrada ata circunstanciada de encerramento dos trabalhos. (Art.68, Res. TSE nº 23.603/2019).

Havendo alguma divergência entre o boletim de urna e o resultado esperado deverá ser localizada a divergência, conferida a digitação das respectivas cédulas divergentes, com base no horário de votação, e persistindo a divergência da votação eletrônica, serão conferidas todas as cédulas digitadas e feito o registro minucioso, em ata, de todas as divergências, ainda que solucionadas. (Art.69, Res. TSE nº 23.603/2019).


Fonte: TRE-PI
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O último dia do ano (31) é o prazo derradeiro para o cumprimento de algumas regras previstas no calendário das Eleições Municipais de 2020. De acordo com o cronograma, amanhã é a data-limite para que as instituições bancárias possam encerrar as contas de candidatos usadas para a utilização de recursos do Fundo Partidário e do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) no pleito deste ano.

Além disso, esta quinta também é o prazo para que sejam transferidos os valores totais de saldos existentes para a conta bancária do diretório partidário. No caso de saldos do FEFC, esta é a data-limite para que seja transferida a totalidade existente para o Tesouro Nacional. Em ambos os casos, deve-se dar ciência imediata ao juízo ou tribunal competente para a análise da respectiva prestação de contas, como previsto na Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997, artigo 16-C, parágrafo 11).

O dia 31 de dezembro também é o prazo para o cancelamento de todas as inscrições dos candidatos no cadastro da Receita Federal.

Confira o calendário eleitoral 2020.


Fonte: TSE
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O sistema Título Net estará disponível, a partir do dia 09 de dezembro de 2020 para que os cidadãos piauienses solicitem a emissão do título de eleitor ou alterações cadastrais e regularizem sua situação junto à Justiça Eleitoral.

Por meio do sistema é possível realizar solicitações de alistamento (primeira via do título); mudança de município (transferência); alteração de dados pessoais; alteração de local de votação por justificada necessidade de facilitação de mobilidade; revisão para a regularização de inscrição cancelada; e pedido de isenção do pagamento de multas eleitorais.

Para evitar o contágio dos eleitores, a Justiça Eleitoral desenvolveu a ferramenta Título Net (CLIQUE AQUI PARA ACESSAR), por meio da qual o cidadão pode requerer atendimento sem sair de casa, além de enviar digitalmente seus documentos. Havendo necessidade, os eleitores serão comunicados por e-mail ou WhatsApp, preferencialmente, para realizarem a complementação.

O pagamento de multa para a regularização da situação cadastral na Justiça Eleitoral também pode ser feito por meio do site, na página Quitação de Multas para a emissão do respectivo boleto. O pagamento da guia deve ser feito no Banco do Brasil, nas agências ou pelo aplicativo.

Já a obtenção de segunda via do título eleitoral, durante esse período de suspensão do atendimento presencial, se dará exclusivamente por meio do aplicativo e-Título (via digital do título eleitoral), disponível nas lojas virtuais Play Store e App Store (BAIXE AQUI)  para dispositivos móveis, conforme Resolução TSE nº 23.537/2017.

Contatos das Zonas Eleitorais do Piauí: https://www.tre-pi.jus.br/o-tre/zonas-eleitorais/zonas-eleitorais-contatos


Fonte: TRE
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Os mesários convocados e que deixaram de comparecer aos trabalhos eleitorais no domingo (29), dia do segundo turno das Eleições Municipais de 2020, e os mesários que abandonaram os trabalhos da seção eleitoral durante a votação devem encaminhar justificativa ao juiz da sua zona eleitoral, via Atendimento Virtual ao Eleitor, na página do Cartório Eleitoral Virtual disponível nos sites dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs).

Para o mesário que abandonou os trabalhos da seção eleitoral durante o dia, o prazo para envio de justificativa por abandono de função é de três dias, ou seja, o pedido deve ser encaminhado até esta quarta-feira (2).

Já os mesários escalados para trabalhar durante o segundo turno das Eleições e que, por alguma razão, não compareceram ao local de votação no dia e hora determinados pelo juiz eleitoral, devem justificar a ausência até o dia 7 de janeiro de 2021.

De acordo com o artigo 124 do Código Eleitoral (Lei nº 4.737/1965), o mesário que faltou à convocação deve apresentar uma justa causa ao juiz eleitoral no prazo de 30 dias após o pleito. Quem não apresentar a justificativa poderá pagar multa, que varia de 50% a um salário mínimo. O Código Eleitoral prevê ainda que, se o mesário faltoso for servidor público ou de autarquias, a pena será de suspensão de até 15 dias.

No caso do mesário que compareceu, mas abandonou os trabalhos no decurso da votação sem justa causa apresentada nos três dias seguintes, a multa será aplicada em dobro.

Eleitor

O eleitor que não compareceu às eleições realizadas no último domingo (29) tem até 60 dias para justificar a ausência junto à Justiça Eleitoral. A justificativa deverá conter a documentação comprobatória da impossibilidade de comparecimento ao pleito.

A requisição pode ser feita por meio do aplicativo de celular e-Título (baixe o app a Google Play ou na App Store), pelo Sistema Justifica ou comparecendo a um cartório eleitoral para a entrega do Requerimento de Justificativa Eleitoral (RJE).

O eleitor que deixou de votar e não justificou a ausência no dia da eleição poderá apresentar justificativa até 14 de janeiro de 2021 (ausência no primeiro turno) e até 28 de janeiro de 2021 (ausência no segundo turno).

O acolhimento ou não da justificativa apresentada ficará a critério do juiz da zona eleitoral em que o eleitor for inscrito. Enquanto não regularizar sua situação na Justiça Eleitoral, o eleitor não poderá, entre outras coisas, obter passaporte ou carteira de identidade, nem renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial.


Fonte: TRE/PI
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Saiba aqui como proceder! · 01/12/2020 - 08h41

Eleitor tem 60 dias para justificar ausência em votação


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O eleitor que não compareceu às eleições realizadas no último domingo (30) tem até 60 dias para justificar a ausência na Justiça Eleitoral. A justificativa deverá conter a documentação comprobatória da impossibilidade de comparecimento ao pleito. 

A requisição pode ser feita por meio do aplicativo de celular e-Título, pelo Sistema Justifica ou por meio do comparecimento a um cartório eleitoral para a entrega do Requerimento de Justificativa Eleitoral (RJE), que pode ser preenchido aqui . O requerimento pode ser enviado pelos correios ao juiz da zona eleitoral na qual o eleitor for inscrito, acompanhado da documentação comprobatória da impossibilidade de comparecimento ao pleito. Veja a relação das zonas eleitorais.

O eleitor que deixou de votar e não justificou a ausência no dia da eleição poderá apresentar justificativa até 14 de janeiro de 2021 (ausência no primeiro turno) e até 28 de janeiro de 2021 (ausência no segundo turno).

O acolhimento ou não da justificativa apresentada ficará a critério do juiz da zona eleitoral em que o eleitor for inscrito. Enquanto não regularizar sua situação com a Justiça Eleitoral, o eleitor não poderá, entre outras coisas, obter passaporte ou carteira de identidade e renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial.


Fonte: Com informações da Agência Brasil
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Resultado do segundo turno · 30/11/2020 - 11h48

MDB, PSDB e DEM vão governar a metade das capitais brasileiras


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Três partidos vão comandar a metade das capitais brasileiras a partir de 2021. O MDB venceu em cinco das sete que disputou neste domingo, no segundo turno das eleições municipais. PSDB e DEM comandarão quatro cada, já somadas as vitórias no primeiro turno.

O MDB reelegeu neste domingo o prefeito de Cuiabá (MT), Emanuel Pinheiro. Já o vice-prefeito Arthur Henrique, em Boa Vista (RR), levou a legenda ao recorde de votos válidos neste segundo turno em uma capital, ao conquistar o apoio de mais de 85% dos eleitores.

Em Goiânia (GO), o MDB venceu com o ex-governador Maguito Vilela, internado há mais de um mês em São Paulo com Covid-19. O partido ganhou ainda em Porto Alegre (RS), com o deputado estadual Sebastião Melo, e em Teresina (PI), com ex-deputado estadual Dr. Pessoa.

O PSDB, que já havia reelegido dois prefeitos, manteve o comando dos municípios de São Paulo (SP), com Bruno Covas, e de Porto Velho (RO), com Hildon Chaves. O DEM, com três vitórias no primeiro turno, agora ganhou no Rio de Janeiro (RJ), com o ex-prefeito Eduardo Paes.

O PDT reelegeu o prefeito de Aracaju (SE), Evaldo Nogueira, e ganhou em Fortaleza (CE). Também governarão duas capitais o PSB, com os deputados João Campos, em Recife (PE), e JHC, em Maceió (AL); o PP, em João Pessoa (PB) e em Rio Branco (AC); e o PSD, após vitórias no primeiro turno.

Outros quatro partidos – Avante, Podemos, Psol e Republicanos – governarão em 2021, respectivamente, as capitais Manaus (AM), São Luís (MA), Belém (PA) e Vitória (ES). As legendas com as maiores bancadas na Câmara dos Deputados, PT e PSL, não conquistaram nenhuma capital.

Das 26 capitais brasileiras, somente em Macapá, devido a um apagão resolvido apenas na terça-feira (24), não houve eleição. O primeiro turno na capital do Amapá será em 6 de dezembro; o segundo, se necessário, no dia 20.

Outras cidades
O segundo turno ocorreu ainda em 39 dos 95 municípios com mais de 200 mil eleitores. Em quatro, todos no Rio de Janeiro (Campos dos Goytacazes, Duque de Caxias, Petrópolis e Volta Redonda), a decisão caberá à Justiça Eleitoral.

Consideradas 91 cidades com mais de 200 mil eleitores e encerrada a apuração neste domingo, o PSDB saiu com mais vitórias, 14, sendo 8 no segundo turno. O MDB acabou com dez, cinco em cada turno. Depois vem o PSD, com sete, das quais quatro agora.

Pelo PSD, a atual vice-prefeita de Ponta Grossa (PR), Professora Elizabeth, venceu a deputada estadual Mabel Canto (PSC). Foi o único segundo turno destas eleições municipais envolvendo duas candidatas. Situação semelhante já havia ocorrido em Olinda (PE), em 2000.

No total, quatro prefeitos de capital, ante seis no primeiro turno, foram reeleitos neste domingo. O PT, legenda com mais candidatos no segundo turno (15), elegeu só quatro deles – em Contagem e Juiz de Fora, em Minas Gerais, e em Diadema e Mauá, em São Paulo.

Justificativa eleitoral
A abstenção foi recorde nestas eleições municipais, que ocorreram em meio à pandemia de Covid-19. No primeiro turno, considerando a média no País, foi de 23,1% do eleitorado. No segundo turno, atingiu 29,5%, bem acima dos 21,6% nessa mesma fase em 2016.

As pessoas que faltaram ao segundo turno das eleições municipais têm agora até o final de janeiro (60 dias) para justificar a ausência. Isso poderá ser feito por meio do aplicativo para celular e-Título, em página na internet ou pessoalmente no respectivo cartório eleitoral.


Fonte: Agência Câmara de Notícias
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Derrotado na disputa com Dr Pessoa (MDB) para a Prefeitura de Teresina, Kleber Montezuma (PSDB) usou as redes sociais para agradecer os apoios que recebeu na campanha e para desejar uma administração ao emedebista.

"Gratidão! É isso que sinto, é isso que sou. Desejo boa sorte ao meu adversário. Que ele saiba honrar a confiança dos teresinenses. Daqui permaneceremos no front do trabalho, da coragem e da certeza de que Teresina merece mais. Sempre mais", postou.

    Reprodução Instagram

 

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O senador Elmano Férrer (PP), parabenizou Dr Pessoa (MDB) pela vitória pela Prefeitura de Teresina e parabenizou a administração de Firmino Filho (PSDB).

"Encerradas as eleições 2020. Mais uma vez a população exerceu a cidadania e escolheu os seus representantes. Parabenizo Dr Pessoa pelo resultado em Teresina e desejo uma ótima gestão. Registro também reconhecimento e admiração ao trabalho realizado pelo prefeito Firmino Filho", postou.

"Administrar Teresina foi um dos desafios mais gratificantes que tive na vida. Tenho muito amor e apreço pela cidade. Por isso, meu sincero desejo de sucesso ao prefeito eleito em Teresina, Dr. Pessoa. Que possa desempenhar uma excelente gestão", completou.

 

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O senador Ciro Nogueira (PP) foi um dos grandes apoiadores de Kleber Montezuma (PSDB) na disputa da Prefeitura de Teresina, mas o tucano saiu derrotado na disputa com Dr Pessoa (MDB).

O parlamentar usou as redes sociais para comentar a derrota.

"Ao final de mais um pleito eleitoral, venho dizer ao povo de Teresina que combatemos o bom combate e fizemos o melhor nesta campanha. Lutei pelo que acredito e isso me deixa em paz. Mais ainda: caminhei ao lado não apenas do mais notável prefeito que Teresina já teve, mas do melhor gestor público do País, que é o prefeito Firmino Filho. Me orgulho de apoiar o professor Kleber, sem dúvida o mais preparado dos candidatos, e abraçamos juntos um projeto de desenvolvimento para nossa capital. Amo Teresina, amo o Piauí e estarei sempre a serviço dos piauienses. Um grande abraço", postou.

 

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Eleito prefeito de Teresina · 30/11/2020 - 10h26 | Última atualização em 30/11/2020 - 10h29

'Promessômetro': confira as propostas feitas por Dr Pessoa durante a campanha


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    Reprodução Instagram

Eleito prefeito de Teresina com 62,31% dos fotos no segundo turno deste domingo (29/11), Dr Pessoa (MDB) fez uma série de promessas, em especial algumas que contrariam a gestão atual e, por conta disso, ganhou a simpatia dos eleitores.

Entre elas está a revisão do Inthegra, a maior pedra no sapato do prefeito Firmino Filho, que rendeu uma grande rejeição para o candidato Kleber Montezuma.

Além disso, Dr Pessoa fez propostas ousadas, como transposição de rio e até parques como os da Disney.

Confira a seguir o 'promessômetro' de Dr Pessoa, feito tanto no seu plano de governo, bem como no programa eleitoral e entrevistas, para que a população possa cobrar a execução.

Baixe o plano de governo de Dr Pessoa

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ATERRO SANITÁRIO

PARQUES DA DISNEY?
Sim! Em entrevista à TV Cidade Verde ele disse que ia fazer parques de diversão, entre aspas, parecendo com os da Disney.

TRANSPOSIÇÃO DOS RIOS?
Sim. Ele falou que tem um arrojado projeto para irrigação em Teresina.

 

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Percentual ficou em 29,50% · 30/11/2020 - 08h18

Barroso diz que abstenção de eleitores foi maior que o desejável


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O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso, disse no domingo (29) que a abstenção dos eleitores no segundo turno das eleições municipais foi maior que o desejável pela Justiça Eleitoral. Durante a apresentação do balanço das eleições, Barroso afirmou que a pandemia da covid-19 fez com que parte do eleitorado deixasse de comparecer às urnas por medo de contaminação pelo novo coronavírus.

    Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Com 100% das seções eleitorais apuradas, a abstenção dos eleitores foi de 29,50%, equivalente a 11,1 milhões de pessoas. Nas eleições de 2018, 2016 e 2014, o índice de eleitores faltosos ficou em torno de 21%.

Na avaliação do presidente, embora a abstenção tenha sido maior que o desejado, a realização das eleições em meio à pandemia, com a participação de 70,50% dos eleitores, merece ser celebrada.

“É um número maior do que nós desejaríamos, mas é preciso ter em conta que nós realizamos eleições em meio à uma pandemia, que já consumiu 170 mil vidas, e que muitas pessoas, com o compreensível temor de comparecem às urnas, deixaram de votar. Muitas por estarem com a doença, muitos por estarem com sintomas e muitas por estarem com medo”, afirmou. 

De acordo com o balanço final das eleições, houve 3,89% (1 milhão) de votos brancos e 8.81% (2,3 milhões) de votos nulos.

Ataque hacker

Durante a coletiva de imprensa, o presidente do TSE também afirmou que não foram registrados ataques bem sucedidos de hackers aos sistemas do TSE no segundo turno. Barroso também elogiou o trabalho da Polícia Federal (PF), que prendeu ontem (28) um suspeito de envolvimento no ataque ao sistema do tribunal durante o primeiro turno.

"Há os que fazem esses ataques para procurar atacar a democracia e o sistema eleitoral, e procurarem tornar as instituições vulneráveis. Todos eles são criminosos, merecem o repúdio das pessoas de bem e merecem a ação da Justiça", disse.


Fonte: Com informações da Agência Brasil
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O Governador Wellington Dias parabenizou Dr. Pessoa pela vitória em Teresina e destacou o desejo de mudança na capital.

Ele se colocou à disposição para ajudar a cidade com ações integradas e também ressaltou a participação de Kleber Montezuma para o processo democrático.

"Nessas eleições em Teresina, eu vi uma vontade forte de mudança do povo, se somando a uma extraordinária posição união de líderes. Dr. Pessoa, parabéns, é uma vitória que marca na história de Teresina", disse.

 

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Primeira vez na sua história · 30/11/2020 - 07h55 | Última atualização em 30/11/2020 - 16h18

PT não elege prefeito em capitais pela 1ª vez desde 1985


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Pela primeira vez na sua história, o PT não terá prefeito em nenhuma das capitais. Com a derrota de Marília Arraes no Recife e João Coser em Vitória neste domingo (29) , o Partido dos Trabalhadores termina as eleições 2020 sem comandar, desde 1985, uma capital do país. As informações são do iG.

A primeira vitória do PT em uma capital, na história, foi em Fortaleza (CE), com Maria Luiza Fontenele, em 1985. De lá até as eleições de 2016, sempre teve representantes nos poderes municipais - aquele ano havia sido o pior pleito do PT na conquista de prefeituras.

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A sigla do ex-presidente Lula passa por uma crise desde a Operação Lava Jato e o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, em 2016.

Em Vitória, Coser foi derrotado pelo bolsonarista Lorenzo Pazolini (Republicanos) por 58,50% a 41,40%. Já Marília perdeu para o primo João Campos, que pertence ao PSB, outro partido identificado com a esquerda. Campos teve 56,01% dos votos, contra 43,99% da petista. O PT fez uma força-tarefa para eleger Marília, com participação direta do ex-presidente Lula na campanha, enquanto Campos obteve apoio de partidos de centro-direita no segundo turno.

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100% das urnas apuradas · 29/11/2020 - 20h54

Sarto derrota Capitão Vagner e é eleito prefeito em Fortaleza


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O candidato Sarto (PDT) venceu o segundo turno das eleições em Fortaleza. Sarto teve 51,69% dos votos válidos e está eleito, segundo o TSE. Capitão Wagner (PROS) ficou em segundo lugar, com 48,31%, com 100% das urnas apuradas.

Candidato da coligação Fortaleza Cada Vez Melhor ( PP / PDT / PTB / PL / PSB / DEM / PSD / Cidadania / Rede / PSDB), o novo prefeito tem 61 anos, ensino superior completo e é atualmente deputado estadual. Ele declarou um total de R$ 1,5 milhão em bens.

    Reprodução / Instagram

 

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Prefeito eleito de Teresina com 62,31% dos votos, Dr Pessoa (MDB) discursou em um palco montado no comitê de sua campanha no bairro Jóquei Clube, na Zona Leste de Teresina.

"Vitoria da democracia. Não é como esses que Polícia Federal estão na porta, usando dinheiro publico. Não vou fazer caça às bruxas, sou um cidadão que conseguiu ser prefeito da cidade, passo a passo. Tenho uma equipe de transição e peço que esses que estão no poder mostrem a cara de Teresina. Estamos em busca da verdade", disse.

Dr Pessoa também contou um pouco da sua história e sobre os planos para a capital, especialmente sobre o cuidados com as pessoas.

    Reprodução TV Cidade Verde
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Bruno Covas (PSDB), 40, foi reeleito neste domingo (29) prefeito de São Paulo, para o mandato 2021-2024.

Com 99,99% dos votos apurados, ele tinha 59,38%, contra 40,62% de seu adversário no segundo turno, o líder de movimentos de moradia Guilherme Boulos (PSOL).

Por volta das 18h45, o candidato do PSOL ligou para o prefeito reeleito o parabenizando pela vitória.

Neste domingo, ao votar pela manhã, Covas prometeu cumprir o mandato de prefeito até o fim caso fosse eleito. "Quero ser reeleito para entregar o cargo no dia 1º de janeiro de 2025", afirmou.

O tucano, que era vice de João Doria (PSDB), chegou ao cargo em abril de 2018, com a renúncia do então prefeito para concorrer ao governo do estado. Embora os dois ainda sejam aliados, o candidato à reeleição escondeu Doria de sua campanha por causa da alta rejeição a ele na cidade.

Na noite de domingo, Doria parabenizou Covas pelas redes sociais "pela expressiva vitória na eleição".

"Sua reeleição representa a vitória do respeito, equilíbrio e eficiência. E a consolidação da força eleitoral do PSDB. Viva a democracia!", tuitou.​

Dos quatro prefeitos que tentaram um novo mandato após a lei que permitiu a reeleição, de 1998, só um até hoje havia conseguido o feito, Gilberto Kassab (à época no DEM, hoje no PSD), em 2008. Covas é o segundo a ser reconduzido ao cargo.

Marta Suplicy (então no PT, hoje sem partido), em 2004, e Fernando Haddad (PT), em 2016, saíram derrotados das respectivas campanhas pela reeleição.

E há aqui uma coincidência: Kassab também havia recebido a cadeira do ex-titular, José Serra (PSDB), que deixou o posto após 15 meses para concorrer à Presidência da República, em 2006. Com a vitória nas urnas, ele permaneceu no Edifício Matarazzo, sede do poder público municipal, durante seis anos.

Explorando a ideia de que representa segurança e alguma previsibilidade, Covas se vendeu ao longo da campanha como um político habilidoso e gestor eficiente, em contraponto à inexperiência de Boulos, que construiu sua trajetória em movimentos sociais e nunca ocupou cargo público.

Sem marcas de governo, o tucano, neto do ex-prefeito e ex-governador Mário Covas (1930-2001), aproveitou o segundo turno mais curto da história para martelar o discurso de que era o mais preparado para o cargo e que já fez muito pela cidade, mas queria "continuar fazendo mais".

Ele conseguiu manter a dianteira conquistada no primeiro turno, do qual saiu com 32% dos votos válidos, ante 20% de Boulos.

Apenas duas semanas separaram os dois turnos, naquele que foi o intervalo mais reduzido da história, em razão da pandemia do novo coronavírus. A crise sanitária da Covid-19 alterou todo o calendário eleitoral e também postergou a votação de outubro, tradicional mês do pleito, para novembro.

Com 15 dias, em vez das três ou até quatro semanas de outras disputas, a campanha de Covas administrou a vantagem, neutralizou o avanço de Boulos sobre fatias do eleitorado e conseguiu se desvencilhar de percalços como as denúncias contra o candidato a vice, Ricardo Nunes (MDB).

O companheiro de chapa se tornou uma pedra no sapato, com as suspeitas que pesam sobre suas relações com creches conveniadas com a prefeitura e o registro de violência doméstica feito em 2011 pela esposa de Nunes, revelado pelo jornal Folha de S.Paulo.

A jornada de Covas rumo à reeleição foi o tempo todo marcada pela pandemia.

Ele próprio contraiu o vírus na pré-campanha, em junho -o que inspirou preocupações pelo fato de que trata um câncer na região do abdome desde outubro de 2019-, mas ficou assintomático e se recuperou rapidamente.

Boulos também foi contaminado, só que em momento mais impróprio, na reta final da campanha. O candidato do PSOL recebeu o diagnóstico positivo na sexta-feira (27), mesmo dia em que ocorreria o debate na TV Globo, tido por seus assessores como uma oportunidade para ele virar o jogo.

As regras para evitar a disseminação da doença alteraram a campanha, mas não tanto quanto se imaginava previamente. A expectativa de que tudo se desenrolaria majoritariamente no ambiente virtual caiu por terra à medida que a disputa apertou. O modelo tradicional foi dando as caras.

No momento em que as internações por Covid voltavam a crescer, no segundo turno, tanto Covas quanto Boulos promoveram atos com aglomerações de militantes e distanciamento inadequado.

Cenas de multidão e empurra-empurra, que já tinham sido vistas na etapa anterior da eleição, ocorreram em caminhadas, encontros com apoiadores e nos atendimentos à imprensa, em entrevistas coletivas improvisadas.

Os dois candidatos, quando questionados, diziam que suas equipes estavam tomando os cuidados necessários, exigindo o uso de máscara, incentivando o distanciamento e oferecendo álcool em gel.

Muitas das agendas de rua não eram divulgadas previamente, para evitar tumultos, e não houve convocações para grandes atos, como em outros anos.

Apesar disso, Covas teve, entre seus compromissos nos últimos dias, caminhadas em vias de grande circulação de pessoas, visitas a bairros de diferentes regiões, almoços em restaurantes, cafés em padarias e participações em celebrações religiosas.

A pandemia foi ainda utilizada como justificativa para a escassez de debates na TV, já que as principais emissoras cancelaram os programas sob a justificativa de obediência aos protocolos de saúde. O excesso de candidatos no primeiro turno (13) também foi apontado como pretexto.

Durante os debates, Covas e Boulos tentaram focar nas propostas e os embates foram em padrões elogiados pelo grau de civilidade. Houve dois debates no segundo turno, o da CNN Brasil e da Band -este último mais quente, com discussão sobre coronavírus, associação de Boulos por Covas ao ex-prefeito Fernando Haddad (PT) e, da parte do líder de movimento de moradia, mais questionamentos sobre o vice.

Os temas relativos ao vice, revelados pela Folha de S.Paulo, acabaram gerando uma operação de redução de danos de Covas, que comprou anúncio do Google na tentativa de repassar informações positivas sobre Nunes.

O assunto fez com que o prefeito se irritasse, acusasse a imprensa de perseguir o vice e depois tentasse atrelar o adversário a Cuba.

Covas também se esquivou de críticas sobre a atuação da prefeitura durante a crise do coronavírus, uma vez que Boulos insistiu em citar a possibilidade de uma segunda onda e também bateu na tecla de que o governo Doria marcou reunião para anunciar novidades na política do estado contra a doença para um dia depois da eleição.

No primeiro turno, adversários já haviam criticado sua dobradinha com o governo estadual, que impôs medidas restritivas de funcionamento de comércios e serviços e de circulação de pessoas, relaxadas conforme os casos foram diminuindo.

A dupla Covas e Doria fez de São Paulo uma trincheira ideológica contra a postura negacionista e anticientífica do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) diante do problema. No pano de fundo da guerra, que se estendeu para o tema da vacina, está a ambição do governador de disputar o Planalto em 2022.

Se, por um lado, a conduta trouxe dividendos políticos aos tucanos entre eleitores contrários ao governo federal, por outro despertou a ira de bolsonaristas, que elegeram Doria o inimigo número um a ser combatido, para supostamente impedir que ele se torne uma ameaça à reeleição do presidente.

Fora esse enfrentamento no campo administrativo, Covas conseguiu, de modo geral, manter sua campanha longe da nacionalização do pleito, como calculou desde o início. A expressão "a cidade de São Paulo" era repetida à exaustão em suas falas, com o intuito de trazer o debate para questões locais.

O prefeito logrou êxito também, aparentemente, na tarefa de descolar sua imagem da de Doria. Foi reconduzido ao cargo mesmo com um cenário em que seis de cada dez moradores da capital se diziam propensos a rejeitar um candidato apoiado pelo governador.

Pesquisa Datafolha feita às vésperas do segundo turno mostrou que 61% dos eleitores não votariam de jeito nenhum em um nome endossado pelo titular do Palácio dos Bandeirantes.

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Vitorioso tem 67 anos · 29/11/2020 - 20h23

Tião Bocalom vence a disputa pela prefeitura de Rio Branco


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O candidato Tião Bocalom (PP) venceu o segundo turno das eleições em Rio Branco. Tião teve 62,05% dos votos válidos e está matematicamente eleito. A atual prefeita, Socorro Neri (PSB) ficou em segundo lugar, com 37,95%.

Até agora, foram apurados 89,39% das urnas.

Candidato da coligação Produzir para Empregar (PSD/PP), o novo prefeito de Rio Branco tem 67 anos e o ensino superior completo. Ele declarou um total de R$ 1,2 milhão em bens.


Fonte: Com informações da Agência Brasil
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Candidato tem 33 anos · 29/11/2020 - 20h13

JHC é eleito prefeito de Maceió com 58,65% dos votos válidos


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Com 97,46% das urnas apuradas, o candidato JHC (PSB) venceu a disputa em segundo turno pela capital de Alagoas, Maceió. Ele obteve 58,65% dos votos válidos, contra 41,35% dos votos ao candidato Alfredo Gaspar (MDB).

A capital alagoana tem população estimada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 1,02 milhão de pessoas. De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a cidade 531.711 eleitores.

O candidato da coligação Aliança com o Povo (PSB / PDT / PSDB) tem 33 anos de idade e o ensino superior completo. Ele fez registro de R$ 1,9 milhão em bens.


Fonte: Com informações da Agência Brasil
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Teve 52,60% dos votos · 29/11/2020 - 19h50 | Última atualização em 29/11/2020 - 20h29

Maguito Vilela vence eleição em segundo turno para prefeito em Goiânia


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O candidato Maguito Vilela (MDB) venceu o segundo turno das eleições na Goiânia. Maguito Vilela teve 52,60% dos votos válidos. O candidato Vanderlan, do PSD, teve 47,40%.

Já foram apurados 100% das urnas.

 


Fonte: Agência Brasil
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O presidente da Assembleia Legislativa do Piauí, Themístocles Filho (MDB), grande apoiador de Dr Pessoa na disputa da Prefeitura de Teresina, comentou a vitória do médico.

"Vamos melhorar o que esta dando certo e vamos resolver o que está dando errado. Muita gente vai se surpreender para o bem. Dr Pessoa vai fazer uma administração exemplar, sem ranço, com amor", afirmou. 

Themístocles disse ainda que acreditava no resultado, por causa das pesquisas. "Eu acredito em pesquisa, é igual exame de sangue, quando é bem feito, o resultado sai certo", concluiu.

    Reprodução TV Cidade Verde

 

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No último boletim divulgado pelo Sistema Ocorre JE da Secretaria de Tecnologia da Informação do TRE-PI, até o momento 16 ocorrências foram registradas pelos cartórios eleitorais no respectivo sistema, relacionadas às urnas eletrônicas de votação. 

Nove foram substituídas por urnas de contingência e outras sete tiveram sua ocorrência solucionada sem a necessidade de troca. 

A votação foi 100% eletrônica em Teresina.

Com relação às ocorrências policiais, o TRE disse que não houve registro.

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Com 236.339 votos · 29/11/2020 - 19h14 | Última atualização em 29/11/2020 - 19h31

Com 62,31% dos votos, Dr Pessoa é eleito prefeito de Teresina no segundo turno


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    Reprodução Instagram

O segundo turno das eleições 2020 em Teresina elegeu Dr Pessoa (MDB) como prefeito de Teresina com 62,31%, o que equivale a 236.339 votos. Ele disputou com Kleber Montezuma (PSDB) que teve 37,69%, o que corresponde a 142.941 votos.

"Estou mais do que do que feliz. Povo de Teresina, o Dr Pessoa não é aquele que eles pintaram, que eu era um malfeitor. Vou cumprir com os deveres republicanos, vou cuidar de pessoas, que é o que eu faço, estes que estão ai, que me criticaram vamos responder com trabalho, com amor, com economia pujante, com emprego e renda e focado em politicas públicas, assim vamos administrar Teresina", disse em entrevista.

A história de Dr Pessoa
José Pessoa Leal nasceu no então município de Água Branca no dia 12 de agosto de 1946. Filho de Faustino José Leal e Maria Raimunda Leal, foi analfabeto até os 15 anos.

Após ser alfabetizado, residiu em Teresina e no Rio de Janeiro, fixou moradia em Teresópolis formando-se em Medicina pelo Centro Universitário Serra dos Órgãos com especialização em Cirurgia Geral, Saúde Pública, Administração Hospitalar e Medicina do Trabalho, lecionou Cirurgia Geral na instituição onde se graduou e é titular do Colégio Brasileiro de Cirurgiões.

De volta à capital piauiense, dirigiu o hospital do bairro Satélite e o Serviço de Urgência e Emergência do Hospital Getúlio Vargas, além de ser professor adjunto da Universidade Federal do Piauí.

Carreira política
Inicialmente filiado ao PMDB foi candidato a prefeito de Água Branca em 1988 e de Lagoinha do Piauí em 1996, mas foi derrotado nas duas ocasiões, bem como perdeu a eleição para deputado estadual em 1990, quando pertencia ao PDS.

Eleito vereador de Teresina em 2000 pelo PPS, perdeu a eleição para deputado estadual em 2002, sendo reeleito à Câmara Municipal de Teresina via PDT em 2004 e 2008.

Depois de ingressar no PSD conquistou um novo mandato de vereador em 2012 e foi eleito deputado estadual em 2014.

    Alepi

Foi derrotado em primeiro turno tanto por Firmino Filho ao disputar a prefeitura de Teresina em 2016 quanto por Wellington Dias e ao disputar o governo do Piauí em 2018, quando já estava no Solidariedade.

Partidos:

PMDB (1980-1990)
PDS (1990-1992)
PPR (1993-1995)
PPB (1995-1997)
PPS (1997-2002)
PDT (2002-2011)
PSD (2011-2018)
Solidariedade (2018-2019)
MDB (2019-presente)

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Em uma eleição que até a véspera prometia ser uma das mais apertadas da história do Recife, o deputado federal João Campos (PSB), filho do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (1965-2014), saiu vitorioso com boa margem.

Ele recebeu 56,27% dos votos válidos. Sua prima Marília Arraes (PT), neta do ex-governador Miguel Arraes (PSB), contabilizou 43,73%.

    Reprodução / Facebook

Com 27 anos de idade, festejados na quinta-feira passada (26), ele será o prefeito mais novo de uma capital na história do país.

A campanha mais dura da história do Recife viu dois Joãos: um paz e amor, no primeiro turno, e outro no ataque intenso com forte teor antipetista na etapa final da corrida eleitoral.

Na primeira fase da disputa, Campos liderou todas as pesquisas. Por ser o candidato da situação, virou alvo preferido dos seus adversários.

Precisou esconder no palanque o prefeito do Recife, Geraldo Julio (PSB), e o governador de Pernambuco, (PSB), Paulo Câmara, aqueles que poderiam ser seus principais cabos eleitorais, já que as pesquisas mostravam um desgaste muito grande da dupla.

No clima paz e amor, ele seguia prometendo uma nova proposta para cada agressão sofrida.

Precisou se explicar sobre operações recorrentes da Polícia Federal na Prefeitura do Recife que investigou supostos desvios de recursos públicos no combate à pandemia. Também usou o tempo da propaganda para rebater os questionamentos sobre sua experiência na vida pública.

Antes de se eleger prefeito do Recife, na primeira vez que entra numa disputa majoritária, ele foi chefe de gabinete de Paulo Câmara e exerceu por pouco mais de um ano e meio um mandato de deputado federal.

No segundo turno, largou em desvantagem nas pesquisas, mas o clima virou. Campos abriu mão do tom ameno e pressionou a prima desde o primeiro dia de propaganda eleitoral com denúncias.

Em um movimento arriscado por conter algumas contradições, investiu pesado no antipetismo. Deu certo. Nas palavras de João Campos, o partido não poderia falar em corrupção porque nem sequer é possível contar nos dedos das mãos a quantidade de pessoas da sigla que foram presas por desvios.

No primeiro escalão do governo Paulo Câmara, os petistas continuam presentes. Até outubro, também participavam da gestão do prefeito do Recife, Geraldo Julio. Campos insistia em dizer que o candidato era ele, não Geraldo Julio ou Paulo Câmara.

Na última semana do segundo turno, ele viu um apoio festejado pelo PT o beneficiar surpreendentemente.

A revista Veja publicou na última segunda-feira (23) uma gravação em que o deputado federal Túlio Gadêlha (PDT-PE) diz a um interlocutor que, em conversa com Marília, ela teria dito que ele precisava fazer fundo de caixa de campanha a partir dos assessores e juntar R$ 30 mil.

A gravação, que segundo Gadêlha estava fora de contexto, foi parar no programa eleitoral.

O candidato também conseguiu neutralizar o avanço da prima no eleitorado evangélico. Marília obteve, logo no início do segundo turno, o apoio do prefeito reeleito de Jaboatão dos Guararapes, Anderson Ferreira.

Ele, o irmão, cunhado e pai, todos políticos com mandato, têm forte influência em várias igrejas.

O tema religioso ganhou proporção elevada no segundo turno. Nas peças publicitárias, a candidatura de João Campos alegava que Marília tentou tirar a bíblia das sessões da Câmara Municipal do Recife. Quando o jurídico da petista conseguiu retirar a peça do ar, o estrago já estava feito.

Filho do ex-governador Eduardo Campos e bisneto de Miguel Arraes, João entrou na política em 2018.

Naquele ano, fez toda sua campanha se autointitulando "o filho da esperança".

Obteve expressivos 460.387 votos. Em 1986, quando Arraes venceu a disputa pelo governo de Pernambuco após voltar do exílio, um dos slogans era "a esperança está de volta".

O espólio eleitoral familiar fez com que ele conseguisse a maior votação da história de Pernambuco. Superou, inclusive, o seu bisavô Miguel Arraes que, em 1990, teve 339.158 votos.

No segundo turno das eleições presidenciais de 2014, ao lado da mãe, Renata Campos, João resolveu apoiar o candidato Aécio Neves (PSDB).

Agora, ele tem o desafio de executar as principais propostas feitas durante a campanha, a exemplo do crédito popular para pessoas de baixa renda, construção de hospitais e triplicação do acesso de entrada e saída da BR-232 no Recife.

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O candidato Eduardo Braide (Podemos) venceu a disputa pela prefeitura de São Luís (MA) com 55,53% dos votos válidos. O concorrente Duarte Júnior (Republicanos) obteve 44,47% dos votos válidos.

Eduardo Braide representa a coligação Pra Frente São Luís - com as legendas Podemos / PSD / PMN / PSC / PSDB. Ele tem 44 anos. Atualmente é deputado federal. O candidato declarou patrimônio total de R$ 1,03 milhão em bens.

Foram apurados 100% dos votos.

 


Fonte: Agência Brasil
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