Saiba aqui como proceder! · 01/12/2020 - 08h41

Eleitor tem 60 dias para justificar ausência em votação


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O eleitor que não compareceu às eleições realizadas no último domingo (30) tem até 60 dias para justificar a ausência na Justiça Eleitoral. A justificativa deverá conter a documentação comprobatória da impossibilidade de comparecimento ao pleito. 

A requisição pode ser feita por meio do aplicativo de celular e-Título, pelo Sistema Justifica ou por meio do comparecimento a um cartório eleitoral para a entrega do Requerimento de Justificativa Eleitoral (RJE), que pode ser preenchido aqui . O requerimento pode ser enviado pelos correios ao juiz da zona eleitoral na qual o eleitor for inscrito, acompanhado da documentação comprobatória da impossibilidade de comparecimento ao pleito. Veja a relação das zonas eleitorais.

O eleitor que deixou de votar e não justificou a ausência no dia da eleição poderá apresentar justificativa até 14 de janeiro de 2021 (ausência no primeiro turno) e até 28 de janeiro de 2021 (ausência no segundo turno).

O acolhimento ou não da justificativa apresentada ficará a critério do juiz da zona eleitoral em que o eleitor for inscrito. Enquanto não regularizar sua situação com a Justiça Eleitoral, o eleitor não poderá, entre outras coisas, obter passaporte ou carteira de identidade e renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial.


Fonte: Com informações da Agência Brasil
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Resultado do segundo turno · 30/11/2020 - 11h48

MDB, PSDB e DEM vão governar a metade das capitais brasileiras


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Três partidos vão comandar a metade das capitais brasileiras a partir de 2021. O MDB venceu em cinco das sete que disputou neste domingo, no segundo turno das eleições municipais. PSDB e DEM comandarão quatro cada, já somadas as vitórias no primeiro turno.

O MDB reelegeu neste domingo o prefeito de Cuiabá (MT), Emanuel Pinheiro. Já o vice-prefeito Arthur Henrique, em Boa Vista (RR), levou a legenda ao recorde de votos válidos neste segundo turno em uma capital, ao conquistar o apoio de mais de 85% dos eleitores.

Em Goiânia (GO), o MDB venceu com o ex-governador Maguito Vilela, internado há mais de um mês em São Paulo com Covid-19. O partido ganhou ainda em Porto Alegre (RS), com o deputado estadual Sebastião Melo, e em Teresina (PI), com ex-deputado estadual Dr. Pessoa.

O PSDB, que já havia reelegido dois prefeitos, manteve o comando dos municípios de São Paulo (SP), com Bruno Covas, e de Porto Velho (RO), com Hildon Chaves. O DEM, com três vitórias no primeiro turno, agora ganhou no Rio de Janeiro (RJ), com o ex-prefeito Eduardo Paes.

O PDT reelegeu o prefeito de Aracaju (SE), Evaldo Nogueira, e ganhou em Fortaleza (CE). Também governarão duas capitais o PSB, com os deputados João Campos, em Recife (PE), e JHC, em Maceió (AL); o PP, em João Pessoa (PB) e em Rio Branco (AC); e o PSD, após vitórias no primeiro turno.

Outros quatro partidos – Avante, Podemos, Psol e Republicanos – governarão em 2021, respectivamente, as capitais Manaus (AM), São Luís (MA), Belém (PA) e Vitória (ES). As legendas com as maiores bancadas na Câmara dos Deputados, PT e PSL, não conquistaram nenhuma capital.

Das 26 capitais brasileiras, somente em Macapá, devido a um apagão resolvido apenas na terça-feira (24), não houve eleição. O primeiro turno na capital do Amapá será em 6 de dezembro; o segundo, se necessário, no dia 20.

Outras cidades
O segundo turno ocorreu ainda em 39 dos 95 municípios com mais de 200 mil eleitores. Em quatro, todos no Rio de Janeiro (Campos dos Goytacazes, Duque de Caxias, Petrópolis e Volta Redonda), a decisão caberá à Justiça Eleitoral.

Consideradas 91 cidades com mais de 200 mil eleitores e encerrada a apuração neste domingo, o PSDB saiu com mais vitórias, 14, sendo 8 no segundo turno. O MDB acabou com dez, cinco em cada turno. Depois vem o PSD, com sete, das quais quatro agora.

Pelo PSD, a atual vice-prefeita de Ponta Grossa (PR), Professora Elizabeth, venceu a deputada estadual Mabel Canto (PSC). Foi o único segundo turno destas eleições municipais envolvendo duas candidatas. Situação semelhante já havia ocorrido em Olinda (PE), em 2000.

No total, quatro prefeitos de capital, ante seis no primeiro turno, foram reeleitos neste domingo. O PT, legenda com mais candidatos no segundo turno (15), elegeu só quatro deles – em Contagem e Juiz de Fora, em Minas Gerais, e em Diadema e Mauá, em São Paulo.

Justificativa eleitoral
A abstenção foi recorde nestas eleições municipais, que ocorreram em meio à pandemia de Covid-19. No primeiro turno, considerando a média no País, foi de 23,1% do eleitorado. No segundo turno, atingiu 29,5%, bem acima dos 21,6% nessa mesma fase em 2016.

As pessoas que faltaram ao segundo turno das eleições municipais têm agora até o final de janeiro (60 dias) para justificar a ausência. Isso poderá ser feito por meio do aplicativo para celular e-Título, em página na internet ou pessoalmente no respectivo cartório eleitoral.


Fonte: Agência Câmara de Notícias
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Derrotado na disputa com Dr Pessoa (MDB) para a Prefeitura de Teresina, Kleber Montezuma (PSDB) usou as redes sociais para agradecer os apoios que recebeu na campanha e para desejar uma administração ao emedebista.

"Gratidão! É isso que sinto, é isso que sou. Desejo boa sorte ao meu adversário. Que ele saiba honrar a confiança dos teresinenses. Daqui permaneceremos no front do trabalho, da coragem e da certeza de que Teresina merece mais. Sempre mais", postou.

    Reprodução Instagram

 

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O senador Elmano Férrer (PP), parabenizou Dr Pessoa (MDB) pela vitória pela Prefeitura de Teresina e parabenizou a administração de Firmino Filho (PSDB).

"Encerradas as eleições 2020. Mais uma vez a população exerceu a cidadania e escolheu os seus representantes. Parabenizo Dr Pessoa pelo resultado em Teresina e desejo uma ótima gestão. Registro também reconhecimento e admiração ao trabalho realizado pelo prefeito Firmino Filho", postou.

"Administrar Teresina foi um dos desafios mais gratificantes que tive na vida. Tenho muito amor e apreço pela cidade. Por isso, meu sincero desejo de sucesso ao prefeito eleito em Teresina, Dr. Pessoa. Que possa desempenhar uma excelente gestão", completou.

 

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O senador Ciro Nogueira (PP) foi um dos grandes apoiadores de Kleber Montezuma (PSDB) na disputa da Prefeitura de Teresina, mas o tucano saiu derrotado na disputa com Dr Pessoa (MDB).

O parlamentar usou as redes sociais para comentar a derrota.

"Ao final de mais um pleito eleitoral, venho dizer ao povo de Teresina que combatemos o bom combate e fizemos o melhor nesta campanha. Lutei pelo que acredito e isso me deixa em paz. Mais ainda: caminhei ao lado não apenas do mais notável prefeito que Teresina já teve, mas do melhor gestor público do País, que é o prefeito Firmino Filho. Me orgulho de apoiar o professor Kleber, sem dúvida o mais preparado dos candidatos, e abraçamos juntos um projeto de desenvolvimento para nossa capital. Amo Teresina, amo o Piauí e estarei sempre a serviço dos piauienses. Um grande abraço", postou.

 

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Eleito prefeito de Teresina · 30/11/2020 - 10h26 | Última atualização em 30/11/2020 - 10h29

'Promessômetro': confira as propostas feitas por Dr Pessoa durante a campanha


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    Reprodução Instagram

Eleito prefeito de Teresina com 62,31% dos fotos no segundo turno deste domingo (29/11), Dr Pessoa (MDB) fez uma série de promessas, em especial algumas que contrariam a gestão atual e, por conta disso, ganhou a simpatia dos eleitores.

Entre elas está a revisão do Inthegra, a maior pedra no sapato do prefeito Firmino Filho, que rendeu uma grande rejeição para o candidato Kleber Montezuma.

Além disso, Dr Pessoa fez propostas ousadas, como transposição de rio e até parques como os da Disney.

Confira a seguir o 'promessômetro' de Dr Pessoa, feito tanto no seu plano de governo, bem como no programa eleitoral e entrevistas, para que a população possa cobrar a execução.

Baixe o plano de governo de Dr Pessoa

TRANSPORTE

SEGURANÇA

EDUCAÇÃO

SAÚDE

SANEAMENTO

MORADIA

INFRAESTRUTURA

DESENVOLVIMENTO

EMPREENDEDORISMO

CINTURÃO VERDE E PRODUTIVO

CULTURA A LAZER

ESPORTE

TECNOLOGIA

JUVENTUDE

ASSISTÊNCIA SOCIAL

MEIO AMBIENTE

POLO EXPORTAÇÃO

GRANDE TERESINA

ATERRO SANITÁRIO

PARQUES DA DISNEY?
Sim! Em entrevista à TV Cidade Verde ele disse que ia fazer parques de diversão, entre aspas, parecendo com os da Disney.

TRANSPOSIÇÃO DOS RIOS?
Sim. Ele falou que tem um arrojado projeto para irrigação em Teresina.

 

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Percentual ficou em 29,50% · 30/11/2020 - 08h18

Barroso diz que abstenção de eleitores foi maior que o desejável


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O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso, disse no domingo (29) que a abstenção dos eleitores no segundo turno das eleições municipais foi maior que o desejável pela Justiça Eleitoral. Durante a apresentação do balanço das eleições, Barroso afirmou que a pandemia da covid-19 fez com que parte do eleitorado deixasse de comparecer às urnas por medo de contaminação pelo novo coronavírus.

    Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Com 100% das seções eleitorais apuradas, a abstenção dos eleitores foi de 29,50%, equivalente a 11,1 milhões de pessoas. Nas eleições de 2018, 2016 e 2014, o índice de eleitores faltosos ficou em torno de 21%.

Na avaliação do presidente, embora a abstenção tenha sido maior que o desejado, a realização das eleições em meio à pandemia, com a participação de 70,50% dos eleitores, merece ser celebrada.

“É um número maior do que nós desejaríamos, mas é preciso ter em conta que nós realizamos eleições em meio à uma pandemia, que já consumiu 170 mil vidas, e que muitas pessoas, com o compreensível temor de comparecem às urnas, deixaram de votar. Muitas por estarem com a doença, muitos por estarem com sintomas e muitas por estarem com medo”, afirmou. 

De acordo com o balanço final das eleições, houve 3,89% (1 milhão) de votos brancos e 8.81% (2,3 milhões) de votos nulos.

Ataque hacker

Durante a coletiva de imprensa, o presidente do TSE também afirmou que não foram registrados ataques bem sucedidos de hackers aos sistemas do TSE no segundo turno. Barroso também elogiou o trabalho da Polícia Federal (PF), que prendeu ontem (28) um suspeito de envolvimento no ataque ao sistema do tribunal durante o primeiro turno.

"Há os que fazem esses ataques para procurar atacar a democracia e o sistema eleitoral, e procurarem tornar as instituições vulneráveis. Todos eles são criminosos, merecem o repúdio das pessoas de bem e merecem a ação da Justiça", disse.


Fonte: Com informações da Agência Brasil
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O Governador Wellington Dias parabenizou Dr. Pessoa pela vitória em Teresina e destacou o desejo de mudança na capital.

Ele se colocou à disposição para ajudar a cidade com ações integradas e também ressaltou a participação de Kleber Montezuma para o processo democrático.

"Nessas eleições em Teresina, eu vi uma vontade forte de mudança do povo, se somando a uma extraordinária posição união de líderes. Dr. Pessoa, parabéns, é uma vitória que marca na história de Teresina", disse.

 

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Primeira vez na sua história · 30/11/2020 - 07h55 | Última atualização em 30/11/2020 - 16h18

PT não elege prefeito em capitais pela 1ª vez desde 1985


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Pela primeira vez na sua história, o PT não terá prefeito em nenhuma das capitais. Com a derrota de Marília Arraes no Recife e João Coser em Vitória neste domingo (29) , o Partido dos Trabalhadores termina as eleições 2020 sem comandar, desde 1985, uma capital do país. As informações são do iG.

A primeira vitória do PT em uma capital, na história, foi em Fortaleza (CE), com Maria Luiza Fontenele, em 1985. De lá até as eleições de 2016, sempre teve representantes nos poderes municipais - aquele ano havia sido o pior pleito do PT na conquista de prefeituras.

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A sigla do ex-presidente Lula passa por uma crise desde a Operação Lava Jato e o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, em 2016.

Em Vitória, Coser foi derrotado pelo bolsonarista Lorenzo Pazolini (Republicanos) por 58,50% a 41,40%. Já Marília perdeu para o primo João Campos, que pertence ao PSB, outro partido identificado com a esquerda. Campos teve 56,01% dos votos, contra 43,99% da petista. O PT fez uma força-tarefa para eleger Marília, com participação direta do ex-presidente Lula na campanha, enquanto Campos obteve apoio de partidos de centro-direita no segundo turno.

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100% das urnas apuradas · 29/11/2020 - 20h54

Sarto derrota Capitão Vagner e é eleito prefeito em Fortaleza


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O candidato Sarto (PDT) venceu o segundo turno das eleições em Fortaleza. Sarto teve 51,69% dos votos válidos e está eleito, segundo o TSE. Capitão Wagner (PROS) ficou em segundo lugar, com 48,31%, com 100% das urnas apuradas.

Candidato da coligação Fortaleza Cada Vez Melhor ( PP / PDT / PTB / PL / PSB / DEM / PSD / Cidadania / Rede / PSDB), o novo prefeito tem 61 anos, ensino superior completo e é atualmente deputado estadual. Ele declarou um total de R$ 1,5 milhão em bens.

    Reprodução / Instagram

 

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Prefeito eleito de Teresina com 62,31% dos votos, Dr Pessoa (MDB) discursou em um palco montado no comitê de sua campanha no bairro Jóquei Clube, na Zona Leste de Teresina.

"Vitoria da democracia. Não é como esses que Polícia Federal estão na porta, usando dinheiro publico. Não vou fazer caça às bruxas, sou um cidadão que conseguiu ser prefeito da cidade, passo a passo. Tenho uma equipe de transição e peço que esses que estão no poder mostrem a cara de Teresina. Estamos em busca da verdade", disse.

Dr Pessoa também contou um pouco da sua história e sobre os planos para a capital, especialmente sobre o cuidados com as pessoas.

    Reprodução TV Cidade Verde
    Reprodução TV Cidade Verde
    Reprodução TV Cidade Verde
    Reprodução TV Cidade Verde

 

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Bruno Covas (PSDB), 40, foi reeleito neste domingo (29) prefeito de São Paulo, para o mandato 2021-2024.

Com 99,99% dos votos apurados, ele tinha 59,38%, contra 40,62% de seu adversário no segundo turno, o líder de movimentos de moradia Guilherme Boulos (PSOL).

Por volta das 18h45, o candidato do PSOL ligou para o prefeito reeleito o parabenizando pela vitória.

Neste domingo, ao votar pela manhã, Covas prometeu cumprir o mandato de prefeito até o fim caso fosse eleito. "Quero ser reeleito para entregar o cargo no dia 1º de janeiro de 2025", afirmou.

O tucano, que era vice de João Doria (PSDB), chegou ao cargo em abril de 2018, com a renúncia do então prefeito para concorrer ao governo do estado. Embora os dois ainda sejam aliados, o candidato à reeleição escondeu Doria de sua campanha por causa da alta rejeição a ele na cidade.

Na noite de domingo, Doria parabenizou Covas pelas redes sociais "pela expressiva vitória na eleição".

"Sua reeleição representa a vitória do respeito, equilíbrio e eficiência. E a consolidação da força eleitoral do PSDB. Viva a democracia!", tuitou.​

Dos quatro prefeitos que tentaram um novo mandato após a lei que permitiu a reeleição, de 1998, só um até hoje havia conseguido o feito, Gilberto Kassab (à época no DEM, hoje no PSD), em 2008. Covas é o segundo a ser reconduzido ao cargo.

Marta Suplicy (então no PT, hoje sem partido), em 2004, e Fernando Haddad (PT), em 2016, saíram derrotados das respectivas campanhas pela reeleição.

E há aqui uma coincidência: Kassab também havia recebido a cadeira do ex-titular, José Serra (PSDB), que deixou o posto após 15 meses para concorrer à Presidência da República, em 2006. Com a vitória nas urnas, ele permaneceu no Edifício Matarazzo, sede do poder público municipal, durante seis anos.

Explorando a ideia de que representa segurança e alguma previsibilidade, Covas se vendeu ao longo da campanha como um político habilidoso e gestor eficiente, em contraponto à inexperiência de Boulos, que construiu sua trajetória em movimentos sociais e nunca ocupou cargo público.

Sem marcas de governo, o tucano, neto do ex-prefeito e ex-governador Mário Covas (1930-2001), aproveitou o segundo turno mais curto da história para martelar o discurso de que era o mais preparado para o cargo e que já fez muito pela cidade, mas queria "continuar fazendo mais".

Ele conseguiu manter a dianteira conquistada no primeiro turno, do qual saiu com 32% dos votos válidos, ante 20% de Boulos.

Apenas duas semanas separaram os dois turnos, naquele que foi o intervalo mais reduzido da história, em razão da pandemia do novo coronavírus. A crise sanitária da Covid-19 alterou todo o calendário eleitoral e também postergou a votação de outubro, tradicional mês do pleito, para novembro.

Com 15 dias, em vez das três ou até quatro semanas de outras disputas, a campanha de Covas administrou a vantagem, neutralizou o avanço de Boulos sobre fatias do eleitorado e conseguiu se desvencilhar de percalços como as denúncias contra o candidato a vice, Ricardo Nunes (MDB).

O companheiro de chapa se tornou uma pedra no sapato, com as suspeitas que pesam sobre suas relações com creches conveniadas com a prefeitura e o registro de violência doméstica feito em 2011 pela esposa de Nunes, revelado pelo jornal Folha de S.Paulo.

A jornada de Covas rumo à reeleição foi o tempo todo marcada pela pandemia.

Ele próprio contraiu o vírus na pré-campanha, em junho -o que inspirou preocupações pelo fato de que trata um câncer na região do abdome desde outubro de 2019-, mas ficou assintomático e se recuperou rapidamente.

Boulos também foi contaminado, só que em momento mais impróprio, na reta final da campanha. O candidato do PSOL recebeu o diagnóstico positivo na sexta-feira (27), mesmo dia em que ocorreria o debate na TV Globo, tido por seus assessores como uma oportunidade para ele virar o jogo.

As regras para evitar a disseminação da doença alteraram a campanha, mas não tanto quanto se imaginava previamente. A expectativa de que tudo se desenrolaria majoritariamente no ambiente virtual caiu por terra à medida que a disputa apertou. O modelo tradicional foi dando as caras.

No momento em que as internações por Covid voltavam a crescer, no segundo turno, tanto Covas quanto Boulos promoveram atos com aglomerações de militantes e distanciamento inadequado.

Cenas de multidão e empurra-empurra, que já tinham sido vistas na etapa anterior da eleição, ocorreram em caminhadas, encontros com apoiadores e nos atendimentos à imprensa, em entrevistas coletivas improvisadas.

Os dois candidatos, quando questionados, diziam que suas equipes estavam tomando os cuidados necessários, exigindo o uso de máscara, incentivando o distanciamento e oferecendo álcool em gel.

Muitas das agendas de rua não eram divulgadas previamente, para evitar tumultos, e não houve convocações para grandes atos, como em outros anos.

Apesar disso, Covas teve, entre seus compromissos nos últimos dias, caminhadas em vias de grande circulação de pessoas, visitas a bairros de diferentes regiões, almoços em restaurantes, cafés em padarias e participações em celebrações religiosas.

A pandemia foi ainda utilizada como justificativa para a escassez de debates na TV, já que as principais emissoras cancelaram os programas sob a justificativa de obediência aos protocolos de saúde. O excesso de candidatos no primeiro turno (13) também foi apontado como pretexto.

Durante os debates, Covas e Boulos tentaram focar nas propostas e os embates foram em padrões elogiados pelo grau de civilidade. Houve dois debates no segundo turno, o da CNN Brasil e da Band -este último mais quente, com discussão sobre coronavírus, associação de Boulos por Covas ao ex-prefeito Fernando Haddad (PT) e, da parte do líder de movimento de moradia, mais questionamentos sobre o vice.

Os temas relativos ao vice, revelados pela Folha de S.Paulo, acabaram gerando uma operação de redução de danos de Covas, que comprou anúncio do Google na tentativa de repassar informações positivas sobre Nunes.

O assunto fez com que o prefeito se irritasse, acusasse a imprensa de perseguir o vice e depois tentasse atrelar o adversário a Cuba.

Covas também se esquivou de críticas sobre a atuação da prefeitura durante a crise do coronavírus, uma vez que Boulos insistiu em citar a possibilidade de uma segunda onda e também bateu na tecla de que o governo Doria marcou reunião para anunciar novidades na política do estado contra a doença para um dia depois da eleição.

No primeiro turno, adversários já haviam criticado sua dobradinha com o governo estadual, que impôs medidas restritivas de funcionamento de comércios e serviços e de circulação de pessoas, relaxadas conforme os casos foram diminuindo.

A dupla Covas e Doria fez de São Paulo uma trincheira ideológica contra a postura negacionista e anticientífica do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) diante do problema. No pano de fundo da guerra, que se estendeu para o tema da vacina, está a ambição do governador de disputar o Planalto em 2022.

Se, por um lado, a conduta trouxe dividendos políticos aos tucanos entre eleitores contrários ao governo federal, por outro despertou a ira de bolsonaristas, que elegeram Doria o inimigo número um a ser combatido, para supostamente impedir que ele se torne uma ameaça à reeleição do presidente.

Fora esse enfrentamento no campo administrativo, Covas conseguiu, de modo geral, manter sua campanha longe da nacionalização do pleito, como calculou desde o início. A expressão "a cidade de São Paulo" era repetida à exaustão em suas falas, com o intuito de trazer o debate para questões locais.

O prefeito logrou êxito também, aparentemente, na tarefa de descolar sua imagem da de Doria. Foi reconduzido ao cargo mesmo com um cenário em que seis de cada dez moradores da capital se diziam propensos a rejeitar um candidato apoiado pelo governador.

Pesquisa Datafolha feita às vésperas do segundo turno mostrou que 61% dos eleitores não votariam de jeito nenhum em um nome endossado pelo titular do Palácio dos Bandeirantes.

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Vitorioso tem 67 anos · 29/11/2020 - 20h23

Tião Bocalom vence a disputa pela prefeitura de Rio Branco


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O candidato Tião Bocalom (PP) venceu o segundo turno das eleições em Rio Branco. Tião teve 62,05% dos votos válidos e está matematicamente eleito. A atual prefeita, Socorro Neri (PSB) ficou em segundo lugar, com 37,95%.

Até agora, foram apurados 89,39% das urnas.

Candidato da coligação Produzir para Empregar (PSD/PP), o novo prefeito de Rio Branco tem 67 anos e o ensino superior completo. Ele declarou um total de R$ 1,2 milhão em bens.


Fonte: Com informações da Agência Brasil
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Candidato tem 33 anos · 29/11/2020 - 20h13

JHC é eleito prefeito de Maceió com 58,65% dos votos válidos


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Com 97,46% das urnas apuradas, o candidato JHC (PSB) venceu a disputa em segundo turno pela capital de Alagoas, Maceió. Ele obteve 58,65% dos votos válidos, contra 41,35% dos votos ao candidato Alfredo Gaspar (MDB).

A capital alagoana tem população estimada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 1,02 milhão de pessoas. De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a cidade 531.711 eleitores.

O candidato da coligação Aliança com o Povo (PSB / PDT / PSDB) tem 33 anos de idade e o ensino superior completo. Ele fez registro de R$ 1,9 milhão em bens.


Fonte: Com informações da Agência Brasil
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Teve 52,60% dos votos · 29/11/2020 - 19h50 | Última atualização em 29/11/2020 - 20h29

Maguito Vilela vence eleição em segundo turno para prefeito em Goiânia


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O candidato Maguito Vilela (MDB) venceu o segundo turno das eleições na Goiânia. Maguito Vilela teve 52,60% dos votos válidos. O candidato Vanderlan, do PSD, teve 47,40%.

Já foram apurados 100% das urnas.

 


Fonte: Agência Brasil
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O presidente da Assembleia Legislativa do Piauí, Themístocles Filho (MDB), grande apoiador de Dr Pessoa na disputa da Prefeitura de Teresina, comentou a vitória do médico.

"Vamos melhorar o que esta dando certo e vamos resolver o que está dando errado. Muita gente vai se surpreender para o bem. Dr Pessoa vai fazer uma administração exemplar, sem ranço, com amor", afirmou. 

Themístocles disse ainda que acreditava no resultado, por causa das pesquisas. "Eu acredito em pesquisa, é igual exame de sangue, quando é bem feito, o resultado sai certo", concluiu.

    Reprodução TV Cidade Verde

 

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No último boletim divulgado pelo Sistema Ocorre JE da Secretaria de Tecnologia da Informação do TRE-PI, até o momento 16 ocorrências foram registradas pelos cartórios eleitorais no respectivo sistema, relacionadas às urnas eletrônicas de votação. 

Nove foram substituídas por urnas de contingência e outras sete tiveram sua ocorrência solucionada sem a necessidade de troca. 

A votação foi 100% eletrônica em Teresina.

Com relação às ocorrências policiais, o TRE disse que não houve registro.

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Com 236.339 votos · 29/11/2020 - 19h14 | Última atualização em 29/11/2020 - 19h31

Com 62,31% dos votos, Dr Pessoa é eleito prefeito de Teresina no segundo turno


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    Reprodução Instagram

O segundo turno das eleições 2020 em Teresina elegeu Dr Pessoa (MDB) como prefeito de Teresina com 62,31%, o que equivale a 236.339 votos. Ele disputou com Kleber Montezuma (PSDB) que teve 37,69%, o que corresponde a 142.941 votos.

"Estou mais do que do que feliz. Povo de Teresina, o Dr Pessoa não é aquele que eles pintaram, que eu era um malfeitor. Vou cumprir com os deveres republicanos, vou cuidar de pessoas, que é o que eu faço, estes que estão ai, que me criticaram vamos responder com trabalho, com amor, com economia pujante, com emprego e renda e focado em politicas públicas, assim vamos administrar Teresina", disse em entrevista.

A história de Dr Pessoa
José Pessoa Leal nasceu no então município de Água Branca no dia 12 de agosto de 1946. Filho de Faustino José Leal e Maria Raimunda Leal, foi analfabeto até os 15 anos.

Após ser alfabetizado, residiu em Teresina e no Rio de Janeiro, fixou moradia em Teresópolis formando-se em Medicina pelo Centro Universitário Serra dos Órgãos com especialização em Cirurgia Geral, Saúde Pública, Administração Hospitalar e Medicina do Trabalho, lecionou Cirurgia Geral na instituição onde se graduou e é titular do Colégio Brasileiro de Cirurgiões.

De volta à capital piauiense, dirigiu o hospital do bairro Satélite e o Serviço de Urgência e Emergência do Hospital Getúlio Vargas, além de ser professor adjunto da Universidade Federal do Piauí.

Carreira política
Inicialmente filiado ao PMDB foi candidato a prefeito de Água Branca em 1988 e de Lagoinha do Piauí em 1996, mas foi derrotado nas duas ocasiões, bem como perdeu a eleição para deputado estadual em 1990, quando pertencia ao PDS.

Eleito vereador de Teresina em 2000 pelo PPS, perdeu a eleição para deputado estadual em 2002, sendo reeleito à Câmara Municipal de Teresina via PDT em 2004 e 2008.

Depois de ingressar no PSD conquistou um novo mandato de vereador em 2012 e foi eleito deputado estadual em 2014.

    Alepi

Foi derrotado em primeiro turno tanto por Firmino Filho ao disputar a prefeitura de Teresina em 2016 quanto por Wellington Dias e ao disputar o governo do Piauí em 2018, quando já estava no Solidariedade.

Partidos:

PMDB (1980-1990)
PDS (1990-1992)
PPR (1993-1995)
PPB (1995-1997)
PPS (1997-2002)
PDT (2002-2011)
PSD (2011-2018)
Solidariedade (2018-2019)
MDB (2019-presente)

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Em uma eleição que até a véspera prometia ser uma das mais apertadas da história do Recife, o deputado federal João Campos (PSB), filho do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (1965-2014), saiu vitorioso com boa margem.

Ele recebeu 56,27% dos votos válidos. Sua prima Marília Arraes (PT), neta do ex-governador Miguel Arraes (PSB), contabilizou 43,73%.

    Reprodução / Facebook

Com 27 anos de idade, festejados na quinta-feira passada (26), ele será o prefeito mais novo de uma capital na história do país.

A campanha mais dura da história do Recife viu dois Joãos: um paz e amor, no primeiro turno, e outro no ataque intenso com forte teor antipetista na etapa final da corrida eleitoral.

Na primeira fase da disputa, Campos liderou todas as pesquisas. Por ser o candidato da situação, virou alvo preferido dos seus adversários.

Precisou esconder no palanque o prefeito do Recife, Geraldo Julio (PSB), e o governador de Pernambuco, (PSB), Paulo Câmara, aqueles que poderiam ser seus principais cabos eleitorais, já que as pesquisas mostravam um desgaste muito grande da dupla.

No clima paz e amor, ele seguia prometendo uma nova proposta para cada agressão sofrida.

Precisou se explicar sobre operações recorrentes da Polícia Federal na Prefeitura do Recife que investigou supostos desvios de recursos públicos no combate à pandemia. Também usou o tempo da propaganda para rebater os questionamentos sobre sua experiência na vida pública.

Antes de se eleger prefeito do Recife, na primeira vez que entra numa disputa majoritária, ele foi chefe de gabinete de Paulo Câmara e exerceu por pouco mais de um ano e meio um mandato de deputado federal.

No segundo turno, largou em desvantagem nas pesquisas, mas o clima virou. Campos abriu mão do tom ameno e pressionou a prima desde o primeiro dia de propaganda eleitoral com denúncias.

Em um movimento arriscado por conter algumas contradições, investiu pesado no antipetismo. Deu certo. Nas palavras de João Campos, o partido não poderia falar em corrupção porque nem sequer é possível contar nos dedos das mãos a quantidade de pessoas da sigla que foram presas por desvios.

No primeiro escalão do governo Paulo Câmara, os petistas continuam presentes. Até outubro, também participavam da gestão do prefeito do Recife, Geraldo Julio. Campos insistia em dizer que o candidato era ele, não Geraldo Julio ou Paulo Câmara.

Na última semana do segundo turno, ele viu um apoio festejado pelo PT o beneficiar surpreendentemente.

A revista Veja publicou na última segunda-feira (23) uma gravação em que o deputado federal Túlio Gadêlha (PDT-PE) diz a um interlocutor que, em conversa com Marília, ela teria dito que ele precisava fazer fundo de caixa de campanha a partir dos assessores e juntar R$ 30 mil.

A gravação, que segundo Gadêlha estava fora de contexto, foi parar no programa eleitoral.

O candidato também conseguiu neutralizar o avanço da prima no eleitorado evangélico. Marília obteve, logo no início do segundo turno, o apoio do prefeito reeleito de Jaboatão dos Guararapes, Anderson Ferreira.

Ele, o irmão, cunhado e pai, todos políticos com mandato, têm forte influência em várias igrejas.

O tema religioso ganhou proporção elevada no segundo turno. Nas peças publicitárias, a candidatura de João Campos alegava que Marília tentou tirar a bíblia das sessões da Câmara Municipal do Recife. Quando o jurídico da petista conseguiu retirar a peça do ar, o estrago já estava feito.

Filho do ex-governador Eduardo Campos e bisneto de Miguel Arraes, João entrou na política em 2018.

Naquele ano, fez toda sua campanha se autointitulando "o filho da esperança".

Obteve expressivos 460.387 votos. Em 1986, quando Arraes venceu a disputa pelo governo de Pernambuco após voltar do exílio, um dos slogans era "a esperança está de volta".

O espólio eleitoral familiar fez com que ele conseguisse a maior votação da história de Pernambuco. Superou, inclusive, o seu bisavô Miguel Arraes que, em 1990, teve 339.158 votos.

No segundo turno das eleições presidenciais de 2014, ao lado da mãe, Renata Campos, João resolveu apoiar o candidato Aécio Neves (PSDB).

Agora, ele tem o desafio de executar as principais propostas feitas durante a campanha, a exemplo do crédito popular para pessoas de baixa renda, construção de hospitais e triplicação do acesso de entrada e saída da BR-232 no Recife.

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O candidato Eduardo Braide (Podemos) venceu a disputa pela prefeitura de São Luís (MA) com 55,53% dos votos válidos. O concorrente Duarte Júnior (Republicanos) obteve 44,47% dos votos válidos.

Eduardo Braide representa a coligação Pra Frente São Luís - com as legendas Podemos / PSD / PMN / PSC / PSDB. Ele tem 44 anos. Atualmente é deputado federal. O candidato declarou patrimônio total de R$ 1,03 milhão em bens.

Foram apurados 100% dos votos.

 


Fonte: Agência Brasil
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Firmino Filho (PSDB), prefeito de Teresina, comentou a derrota do seu candidato, Kleber Montezuma (PSDB), na disputa da prefeitura da capital.

"Somos gratos. Agradeço pela confiança, lutamos pela confiança, tivemos muitos avanços, mas tivemos erros, peço desculpas", disse.

Sobre a transição, o prefeito disse que será tranquilo e que uma equipe será formada para tratar do assunto.

"Daremos toda abertura, com maturidade e vamos estar à disposição, ser transparentes, para que Dr Pessoa tenha acesso às informações cruciais para que possa fazer um grande trabalho, Teresina precisa", completou.

"Nós torcemos do fundo do coração e que ele faça uma grande gestão", concluiu.

 

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"Só gratidão" · 29/11/2020 - 18h56 | Última atualização em 29/11/2020 - 18h57

Após derrota, Kleber Montezuma deseja que Teresina tenha mais conquistas; veja


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O candidato Kleber Montezuma (PSDB) falou com a imprensa na noite deste domingo (29) após a confirmação da vitória de Dr. Pessoa (MDB) à prefeitura de Teresina.

"Temos que tirar lições positivas e agradecer os teresinenses, a final de contas, há quantos anos nós estávamos à frente da prefeitura de Teresina, nós nos dedicamos há mais de 30 anos pelo povo pobre, povo simples", disse.

Kleber disse que houve um sentimento por parte da população por mudança.

    Imagem: Divulgação

"Houve um sentimento nas pessoas  da cidade de Teresina, legítimo, porque a população entendeu assim, e democracia é para isso, democracia é esse jogo que hora você ganha, hora você perde, nós ganhamos mais de nove eleições, fizemos uma bela administração, temos a melhor educação, e eu desejo que nos próximos quatro anos Teresina tenha mais conquistas e as pessoas sejam mais felizes", finalizou.

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O candidato Edvaldo Nogueira (PDT) venceu o segundo turno das eleições em Aracaju. Delegada Danielle (Cidadania), que também estava na disputa, teve 21,31% dos votos válidos.

Foram apurados 100% das urnas.

Edvaldo é da coligação Pela Vida, pela Cidade (PCdoB / PSD / PDT / MDB /PV / PP / PSC / Solidariedade / Republicanos), de 59 anos, tem ensino superior incompleto. Ele é o atual prefeito de Aracaju e tenta a reeleição. Edvaldo declarou bens no valor de R$ 1,4 milhão.

 


Fonte: Agência Brasil
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Vice-prefeito eleito de Teresina, Robert Rios (PSB) comentou o resultado das eleições em Teresina.

"Acho que foi uma campanha bonita, Dr Pessoa é um gigante, Teresina viu o tamanho da alma dele, do coração dele", disse.

"Tucanos estão há tantos anos no poder que estava automático, hoje viram que do povo emana o podre, eles foram despejados", completou.

Robert disse ainda que vai fazer parte da equipe de transição e que o Dr Pessoa deu essa missão pata ele. Além disso, afirmou que faz questão de fazer uma análise profunda sobre a situação da prefeitura.
 

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Ele obteve 53,16% · 29/11/2020 - 18h35

Cícero Lucena (PP) é eleito prefeito de João Pessoa/PB


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João Pessoa elegeu como prefeito Cícero Lucena (PP), que já havia estado no comando da capital da Paraíba, com 53,16% dos votos válidos. Lucena derrotou o radialista Nilvan Ferreira (MDB), que contabilizou 46,84%% dos votos válidos.

Empresário da construção civil, Lucena, 63, foi vice-governador da Paraíba entre 1991 e 1994 (chegando a assumir o cargo de governador por alguns meses, se tornando o mais jovem do estado). Logo depois chefiou a Secretaria Especial de Políticas Regionais, então órgão do Ministério do Planejamento.

    Reprodução / Facebook

Foi eleito prefeito duas vezes (1997-2004), antes de ser preso em uma operação da Polícia Federal, acusado de irregularidades em um contrato feito entre a prefeitura e a Embratur. Foi inocentado em 2019. Também foi senador por dois mandatos (2007-2014).

Ele foi apoiado pelo governador João Azevêdo (Cidadania).
Neste sábado (28), Nilvan Ferreira distorceu os dados de um texto publicado no site da Folha para se apresentar como favorito no segundo turno em uma peça publicitária.

O radialista nasceu em Cajazeiras, no sertão paraibano, onde participou do movimento estudantil, atuou na campanha "Fora Collor" e foi presidente municipal do PCdoB. Em sua cidade natal, também ocupou a Secretaria Municipal de Comunicação.

Atuou em emissoras de rádio desde 1997, e em João Pessoa foi um dos apresentadores da Rádio Arapuan FM e da TV Arapuan.

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