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Em sessão presidida pelo desembargador Sebastião Ribeiro Martins, o Tribunal Regional Eleitoral do Piauí, condenou o governador do Piauí reeleito, Wellington Barroso Dias (PT) ao pagamento de multa no valor de R$ 5 mil por propaganda irregular na campanha das eleições gerais de 2018.

O tribunal deu parcial provimento ao recurso por maioria de voto (5x1), nos termos do voto divergente do Desembargador Pedro de Alcântara da Silva Macêdo, vencido em parte o relator, juiz Auxiliar da Propaganda Raimundo Holland Moura de Queiroz para reduzir a multa de R$ 10 mil aplicada pelo juiz auxiliar da propaganda para o valor mínimo de 5 mil reais. A Representação foi ajuizada pela Coligação “Piauí de Verdade”.

No processo o governador reeleito, Wellington Dias foi acusado de distribuição de adesivos sem o nome da atual senadora da República pelo estado do Piauí e candidata a vice-governadora em sua chapa, Regina Sousa.

Segundo a coligação representante os referidos adesivos deveriam constar o nome da candidata a vice-governadora em tamanho não inferior a 30% do nome do candidato a governador. Aduzem ainda, que o representado permitiu a tiragem de 20 mil exemplares dos referidos adesivos a partir do dia 23/09/18 em plena campanha eleitoral.

O juiz auxiliar da propaganda e relator do processo, em harmonia com o parecer do procurador regional eleitoral, Patrício Noé da Fonseca, em sua sentença, condenou o representado ao pagamento de multa no valor de 10 mil, mas foi voto vencido e o tribunal decidiu, por maioria, reduzir a referida multa para o valor mínimo.


Fonte: TRE-PI
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Encerra às 19h desta terça-feira (06/11) o prazo para partidos e candidatos apresentarem a devida prestação de contas à Justiça Eleitoral, referente às eleições de 2018.

Segundo o TRE Piauí, dos mais de 420 prestadores, apenas 57 tinham informado seus dados, com documentação comprovando a origem das receitas e a destinação dos recursos na campanha. 

O processo é feito inteiramente de forma digital, primeiro com o envio de dados e em seguida com a entrega de uma mídia ao TRE.

Caso não preste contas, partidos e candidatos estão sujeito a uma série de "embaraços", deixando de ficar quite com a Justiça Eleitoral. 

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Não conseguiu se eleger · 04/11/2018 - 10h25 | Última atualização em 04/11/2018 - 11h16

Paulo Martins conta com legião de apoiadores e consegue 6 mil votos em Campo Maior


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O candidato a deputado estadual Paulo Martins (PT) foi derrotado nas Eleições 2018. Ele obteve somente 6.381 mil votos na sua própria cidade, Campo Maior.

Paulo Martins teve uma legião de apoiadores, começando pelo prefeito Ribinha (PT), os vereadores Luiz Lima, Geraldo Paz, Edvaldo Lima, Manim Pereira, Silvia do Caú, João Maroca e a maioria dos suplentes da cidade, entre eles, Edilson da Vargem, Raimundo Parente, Rademarques, Professora Ida, Aristides Pereira, Domingos Abreu, presidente do bairro Cidade Nova, Mauro do Hospital; presidente do bairro Renascer, Idelfonso Alves; Zezé da Mangueira, presidente do Matadouro, Eduardo Silva; presidente do bairro Recreio, Francisco Cavalcante; presidente do Califórnia, Sasá,  Diego Nascimento, Deri, entre outros.

Além dos quase 100% dos presidentes de todos os bairros, quase todos secretários da gestão do prefeito Ribinha, como Carlos Torres, secretário de Governo; secretário de Educação, Conceição Lima; secretário de Saúde, Marcelo Miranda; coordenador de Habitação, Wilden Brito; coordenador de Esportes, Júnior Martins; coordenador de eventos,  Ulisses Raulino; secretária de Assistência Social, Nilzana Gomes; secretário de Administração, César Robério; secretaria de Meio Ambiente, Conceição Paz, conselheiros tutelares e outros também apoiaram o petista.

Em todo Piauí, a votação de petista despencou e ficou com a 10ª suplência, dificultando a viabilização de conseguir cargo no Governo do Estado.

Candidato ao cargo de Deputado Estadual no Piauí pelo PT, Paulo Martins obteve 19.158 votos totalizados (1,05% dos votos válidos) mas não foi eleito nas Eleições 2018.

Paulo Martins teve menos votos que seu irmão Aluísio em 2014

O ex-prefeito Paulo Martins que buscava uma vaga na Assembleia Legislativa do Piauí amargou mais uma derrota no pleito de 2018, no domingo (07/10). Além de perder a eleição com 19.150 votos, Paulo teve ainda menos votos que o irmão Aluísio, em 2014, que atingiu 22.104.

Nestas eleições, Paulo Martins não obteve êxito e números de eleitores do petista também caíram de 6.481 para 6.371 mil, em Campo Maior.

Em 2006, quando Paulo foi candidato a deputado estadual pela primeira vez, ele conquistou 8.542 mil  em Campo Maior. Já no pleito de 2010, Martins teve 8.731; nas eleições seguintes, em 2014, quem disputou foi o irmão, Aluísio, que teve apenas 6.481 mil votos.

Já em 2018 foi a vez do Paulo Martins tentar novamente uma vaga na Alepi, após o grupo do PT convencer o irmão Aluísio desistir da candidatura, segundo militantes, e emplacou o próprio nome como candidato a deputado estadual, só não contava que dessa vez a taca seria maior, ele só obteve 6.371 na cidade inteira.

 

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Através das redes sociais, o PT pediu doações para quitar as contas da campanha presidencial de Fernando Haddad e de sua candidata a vice, Manuela d'Ávila (PCdoB). Derrotados nas eleições, eles agora precisam fechar as contas.

Segundo matéria do O Estado de S. Paulo, as doações podem acontecer até 15 de novembro por pessoas físicas, por meio das chamadas "vaquinhas" virtuais. 

Nos últimos dados de gasto de campanha, Haddad declarou despesas de R$ 36.988.826,09 e um total de R$ 32.674.099,94 de recursos recebidos, ou seja, faltam R$ 4 milhões. Ainda não há gastos do segundo turno.

No primeiro turno, o petista gastou 15 vezes a mais do que Bolsonaro, que gastou R$ 2,4 milhões. Os candidatos que participaram do primeiro turno da eleição deste ano arrecadaram R$ 2,82 bilhões, dos quais R$ 2,06 bilhões (73%) saíram dos cofres públicos por meio dos fundos eleitoral e partidário.

 

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Hospital que nasceu de novo · 30/10/2018 - 16h26

Bolsonaro quer doar resto de campanha para hospital em Juiz de Fora


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O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) disse nesta terça-feira (30/10), nas redes sociais, que pretende doar parte do que sobrou da sua campanha eleitoral para o hospital de Juiz de Fora, em Minas Gerais. No local, ele foi submetido à primeira cirurgia, logo após ao ataque em 6 de setembro, quando levou uma facada no abdômen. “[O hospital] onde eu nasci de novo”, disse.

Segundo Bolsonaro, a campanha custou aproximadamente R$ 1,5 milhão, mas arrecadou mais que isso. “Nossa campanha custou cerca de R$ 1,5 milhão, menos que a metade do que foi arrecadado com doações individuais. Pretendo doar o restante para a Santa Casa de Juiz de Fora, onde nasci novamente. Acredito que aqueles que em mim confiaram, estarão de acordo. “

Proibição

Porém, a doação esbarra no veto da legislação eleitoral. Pelas normas eleitorais, as sobras de campanha à Presidência da República devem ser repassadas ao diretório nacional do partido do candidato, que ficará então responsável pela utilização, contabilização e prestação de contas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

No caso, as sobras de campanha devem ser remetidas para o PSL, segundo a lei.

União

Também nas redes sociais, Bolsonaro voltou a apelar por união no país. “Somente com a união, num Brasil propositalmente estimulado para ser dividido, resgataremos nosso país.”


Fonte: Com informações da Agência Brasil
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A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) apresentou nesta terça-feira (30/10) uma denúncia sobre a exploração de crianças em vídeos que circularam nas redes sociais e grupos de WhatsApp durante a campanha eleitoral deste ano. A solicitação da entidade para apurar os abusos praticados contra crianças nas eleições foi entregue à Polícia Federal, ao Ministério Público Federal e ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Para a PF, a SBP pediu que se abra investigação para identificar e punir os responsáveis pela produção e distribuição massiva dos vídeos. Ao Ministério Público, os pediatras pedem que a demanda seja encaminhada ao Poder Judiciário. Ao TSE, a solicitação é para que sejam criadas regras explícitas que impeçam novas ocorrências como essas nas próximas eleições.

A SBP explica que a exposição de pessoas de 0 a 19 anos nos vídeos é análoga aos casos de exploração sexual ou de trabalho e fere o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Segundo a Sociedade, os pais ou responsáveis pelas crianças devem ser responsabilizados.

Vídeo

Um dos vídeos citados pela SBP é o que apresenta crianças repetindo, a mando de adultos, “declarações e textos incompatíveis com suas idades e graus de desenvolvimento intelectual e cognitivo”. A entidade também usa o exemplo de imagens em que crianças aparecem segurando armas.

“Ao usar meninos e meninas em propagandas com o objetivo de influenciar o voto dos eleitores, os autores dos vídeos ferem os direitos de imagem dessas crianças, o que configura abuso que deve ser punido com base na legislação em vigor”, diz a nota.

A Sociedade criticou a forma como se deu a campanha eleitoral, em que nem as crianças foram poupadas de situações ilegais, do movimento de troca de acusações e disseminação de notícias falsas e recomendou que os políticos baseiem suas ações de marketing na legislação e na ética.

“A SBP lamenta que fatos como esses, envolvendo crianças, tenham acontecido no curso de uma disputa eleitoral, a qual deveria ser período de ampla reflexão em torno de programas e plataformas, ensinando às novas gerações como se exerce a cidadania”.


Fonte: Com informações da Agência Brasil
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Derrotado no segundo turno da eleição presidencial, o petista Fernando Haddad gastou 20 vezes mais do que Jair Bolsonaro, na campanha eleitoral. Segundo dados disponíveis do portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a campanha de Haddad declarou, até agora, despesas de R$ 34.400.867. Já Bolsonaro registrou na Justiça Eleitoral gastos de R$ 1.721.537.

Os valores arrecadados e aplicados nas campanhas são declarados pelos candidatos e partidos políticos à Justiça Eleitoral. Pelo calendário eleitoral, até o próximo dia 6 de novembro, é preciso apresentar as contas referentes ao primeiro turno. Já a prestação de contas do segundo turno tem de ser feita até 17 de novembro. As contas podem ser impugnadas até 20 de novembro.

Considerando a votação dos dois candidatos no segundo turno, cada voto de Haddad custou R$ 0,73 e de Bolsonaro, R$ 0,03. Ao final da apuração do segundo turno, Bolsonaro ficou com 57.797.847 votos (55,13%) e Haddad com 47.040.906 (44,87%). A prestação de contas disponível no TSE diz respeito à movimentação financeira das duas campanhas desde o primeiro turno.

Horário eleitoral

Segundo registro no TSE, o PSL arrecadou R$ 2.547.640, sendo R$ 2.162.152 de financiamento coletivo, o que representa 84,9% do total.  O restante foi de doações de pessoas físicas e dos dois partidos da coligação (PSL e PRTB).

A campanha de Bolsonaro investiu R$ 660 mil na produção de programas de rádio televisão e vídeo. Outros R$ 345 mil foram destinados às campanhas dos filhos de Bolsonaro, Flávio (RJ) e Eduardo (SP), e do aliado Hélio Bolsonaro (RJ).

O candidato vitorioso passou boa parte da campanha recolhido. No dia 6 de setembro, quando fazia campanha em Juiz de Fora (MG), Bolsonaro levou uma facada. O golpe foi desferido por Adélio Bispo de Oliveira, preso em flagrante e transferido para o presídio federal de Campos Grande (MS). Bolsonaro passou parte da campanha internado: teve alta no dia 29 de setembro.

Fundo especial

Conforme dados apresentados ao TSE, a campanha de Haddad arrecadou menos do que gastou. Foi declarada uma arrecadação de R$ 32.672.599 – 94,5% do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), constituído por recursos públicos. O financiamento coletivo foi de R$ 621.896, e as doações pela internet chegaram a R$ 102.169.

Com uma despesa contratada de R$ 34.400.867, a diferença é de R$ 1.728.268. O principal gasto da campanha petista foi com a produção dos programas do horário eleitoral gratuito: R$ 4.814.600 pagos a M. Romano Comunicação. Outros R$ 4.700.000 destinaram-se ao aluguel de equipamentos e estrutura para gravação da propaganda eleitoral.

Parte da movimentação financeira da campanha petista foi feita quando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva era o candidato e Haddad o vice. O PT declarou ao TSE uma arrecadação de R$ 20.599.420 referente a esse período, além de despesas de R$ 19.118.635. A procuradora-geral Eleitoral, Raquel Dodge, declarou que predirá o ressarcimento do valor correspondente ao fundo especial, que representa 97,1% do total arrecadado, de todos os candidatos julgados inelegíveis pela Justiça Eleitoral, inclusive Lula.

 


Fonte: Com informações da Agência Brasil
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Pela internet ou pessoalmente · 29/10/2018 - 18h30

Prazo para justificar ausência no segundo turno vai até 27 de dezembro


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Os eleitores que não compareceram ao local de votação neste domingo (28/10) e não justificaram a ausência no segundo turno ainda podem regularizar a situação eleitoral até dezembro. Os ausentes do primeiro turno, realizado em 7 de outubro, tem até de de dezembro para justificar por que não compareceram à votação. Para os que se ausentaram no segundo turno, o prazo vai até 27 de dezembro.

A justificativa pode ser feita mediante o preenchimento de um requerimento disponível no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que deve ser entregue pessoalmente em qualquer cartório eleitoral ou enviado por via postal ao juiz da zona eleitoral na qual é inscrito. Além do formulário, o eleitor deve entregar documentação que comprove a impossibilidade de comparecimento na votação.

Pela internet, o eleitor pode justificar a ausência usando o Sistema Justifica nas páginas do TSE ou dos tribunais regionais. No formulário online, o eleitor deve informar seus dados pessoais, declarar o motivo da ausência e anexar comprovante do impedimento para votar.

O requerimento de justificativa gerará um código de protocolo que permite ao eleitor acompanhar o processo até a decisão final do juiz da zona eleitoral. A justificativa aceita será registrada no histórico do eleitor no Cadastro Eleitoral.

Eleitores no exterior

Os brasileiros que estavam no exterior no dia da votação também deverão encaminhar o formulário de justificativa pós-eleição e a documentação comprobatória até 60 dias após o turno ou em 30 dias contados a partir da data de retorno ao Brasil.

Se estiver inscrito em zona eleitoral do exterior, o eleitor deverá encaminhar o requerimento diretamente ao juiz competente ou ainda entregar nas missões diplomáticas e repartições consulares localizadas no país ou enviar pelo sistema justifica.

Consequências

O Tribunal Superior Eleitoral explica que a não regularização da situação com a Justiça Eleitoral deve pagar multa (por cada turno). O valor é definido pelo juiz eleitoral da região e varia de R$ 3,5 a R$ 35,10.  O eleitor faltoso também pode sofrer outras sanções, como impedimento para obter passaporte ou carteira de identidade para receber vencimentos, remuneração, salário ou proventos de função ou emprego público.

A não justificativa impede ainda que o eleitor participe de concorrência ou administrativa da União, dos estados, Distrito Federal e municípios, além de inscrever em concurso público ou tomar posse em cargo e função pública.


Fonte: Com informações da Agência Brasil
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O antigo clamor da classe empresarial de que o país precisa passar por reformas estruturais para retomar o crescimento econômico foi a tônica das manifestações das lideranças empresariais em torno da vitória de Jair Bolsonaro para presidência da República. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) ainda destacou a necessidade de diálogo com o Legislativo e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), a redução da burocracia.

“Tenho a certeza de que, com a aceleração das reformas econômicas e institucionais, como a da Previdência e a tributária, o país se fortalecerá e construirá, nos próximos quatro anos, uma economia mais produtiva, inovadora e integrada ao mercado internacional”, disse por meio de comunicado, o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade.

A aposta do setor, conforme revelou o líder empresarial, é que Bolsonaro possa formar uma base de apoio no Legislativo para a aprovação dessas medidas consideras por eles essenciais para o avanço da economia. “É imprescindível que os eleitos – o presidente da República, os governadores e os parlamentares – tenham liderança, ação e capacidade de negociação”, afirmou o presidente da CNI.

Já a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), as Federações das Câmaras de Dirigentes Lojistas (FCDLs), as Câmaras de Dirigentes Lojistas (CDLs), a CDL Jovem e o SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) aproveitaram o momento para pleitear ações que melhorem as atividades do comércio.

Em nota assinada pelo presidente da CNDL, José César da Costa, o setor destacou que “é preciso, urgentemente, reduzir a burocracia e simplificar os processos que envolvem abertura, funcionamento e inovação das empresas. Além do mais, é fundamental avançar no desenvolvimento de políticas relacionadas à segurança pública, à infraestrutura e ao acesso a crédito privilegiando os empreendedores e, consequentemente, toda a sociedade brasileira”.

De uma forma geral, o mercado reagiu com otimismo à vitória de Bolsonaro, segundo especialistas. Já a agência de classificação de risco Moody’s cobrou mais clareza na agenda econômica do eleito para garantir mais confiança entre os investidores.

Reformas

A exemplo de outros segmentos da área produtiva, a CNI defendeu ainda o controle rigoroso nos gastos públicos, a eliminação do déficit público e a consequente redução da dívida pública. Além disso, na avaliação do líder empresarial, a economia do país só voltar a crescer de forma sustentada se houver segurança jurídica, entre outras medidas, como a ampliação dos investimentos em infraestrutura.

“O novo governo precisa encaminhar uma reforma tributária que simplifique o sistema, desonere os investimentos e as exportações, eliminando as distorções e a cumulatividade de impostos, bem como buscando a unificação dos tributos por meio da criação do Imposto sobre Valor Agregado (IVA)”, sugeriu Andrade. Ele também manifestou a expectativa de que sejam adotadas ações para facilitar a baratear o crédito.

Indústria gráfica

Em nota, a seção paulista da Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abrigraf-SP) pediu “clareza na definição das prioridades e diretrizes da política econômica do novo governo”, além de redução da burocracia e diminuição de gastos públicos. Nesse comunicado a entidade também pede pressa nas mudanças pleiteadas.

“Acreditamos que Jair Bolsonaro será fundamental na manutenção dos valores democráticos e dos direitos e liberdades individuais de todos os brasileiros. Ressaltamos, porém, a urgência na promoção de ajustes fiscais, redução da interferência e do tamanho do Estado e a continuidade das reformas necessárias para o país, como a previdenciária, tributária e política”, disse por meio de nota

FecomercioSP

A necessidade de reformas também foi defendida pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). “O mercado e o setor produtivo esperam um novo governo que coloque de forma clara as medidas prioritárias e suas diretrizes sobre a política econômica. Além de promover ajustes fiscais, reduzir seu grau de interferência, possibilitar as reformas nas áreas tributária, previdenciária e nos gastos públicos e diminuir a burocracia, estimulando o ambiente de negócios”, diz a nota da entidade.

Para a Fecomercio, a “Reforma do Estado brasileiro precisa ser iniciada imediatamente”. Quanto à reforma da Previdência Social, a entidade justificou que ela “precisa ser implementada, garantindo o equilíbrio do sistema para as gerações presentes e futuras”. Já em relação à reforma tributária, os empresários do setor demonstraram temor de que seja criado um novo imposto e lembrou que a sociedade brasileira “já arca com uma das maiores cargas tributárias do mundo”.


Fonte: Com informações da Agência Brasil
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Entidades empresariais publicaram nota nesta segunda-feira (29/10) para cumprimentar o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) e pedir que compromissos apresentados pelos setores durante a campanha sejam cumpridos. Para o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade, a recomendação é que o presidente eleito mantenha um diálogo construtivo com os partidos políticos e forme uma base de apoio no Congresso Nacional, que permita a aprovação das reformas estruturais necessárias para fazer o país avançar.

“Tenho a certeza de que, com a aceleração das reformas econômicas e institucionais, como a da Previdência e a tributária, o país se fortalecerá e construirá, nos próximos quatro anos, uma economia mais produtiva, inovadora e integrada ao mercado internacional”, diz em nota publicada no portal da entidade.

A CNI enumerou uma série de desafios para o novo presidente, que passa pelo equilíbrio "duradouro" das contas públicas, a melhoria no ambiente de negócios e competitividade, recuperação dos investimentos e intensificação de programas de concessões e privatizações, bem como desoneração de impostos para o setor como forma de estimular investimentos e ampliação das exportações. A entidade citou que essas outras propostas fazem parte dos 42 documentos apresentados aos candidatos à Presidência da República durante o processo eleitoral deste ano.

Em uma curta manifestação, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), principal entidade do setor financeiro, também cumprimentou Jair Bolsonaro pela vitória nas urnas e manifestou disposição do setor bancário em colaborar com a nova administração "para promover o desenvolvimento econômico e social do Brasil". A entidade ainda colocou sua capacidade técnica à disposição do presidente eleito para contribuir em relação aos temas do setor. 

Varejo

Em nota, o Sistema CNDL, do qual fazem parte a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), as Federações das Câmaras de Dirigentes Lojistas (FCDLs), as Câmaras de Dirigentes Lojistas (CDLs), a CDL Jovem e o SPC Brasil, cumprimentou Jair Bolsonaro pela vitória no segundo turno e ressaltou que é preciso "urgentemente" reduzir a burocracia e simplificar os processos que envolvem abertura, funcionamento e inovação das empresas.

"É fundamental avançar no desenvolvimento de políticas relacionadas à segurança pública, à infraestrutura e ao acesso a crédito privilegiando os empreendedores e, consequentemente, toda a sociedade brasileira".

A entidade, que é a principal rede representativa do varejo no país e fala em nome de 500 mil empresas, com mais de 4,6 milhões de empregados, se colocou à disposição para trabalhar em parceria com o novo governo.


Fonte: Com informações da Agência Brasil
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O ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, se encontrará com o deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS) na próxima quarta-feira (31/10), quando Padilha receberá os primeiros nomes da equipe de transição do novo governo. Padilha deu entrevista coletiva na tarde desta segunda-feira (29/10) e falou sobre uma conversa que teve com Lorenzoni logo após a confirmação do resultado das eleições na noite desse domingo (28/10).

“Me dizia ele que na quarta-feira a intenção é vir com os primeiros nomes para composição da equipe de transição. Esta equipe terá até 50 pessoas”, explicou Padilha. Lonrenzoni é o indicado pelo presidente eleito Jair Bolsonaro para assumir a Casa Civil em seu governo e será o provável coordenador da equipe de transição do lado do novo governo.

Essas 50 pessoas serão nomeadas para Cargos Especiais de Transição Governamental. Esses cargos poderão ser ocupados a partir de terça-feira (30/10) e devem ficar vagos até o dia 10 de janeiro, conforme disposição legal.

Remuneração de até R$ 16 mil

Essa equipe nomeada em caráter especial receberá salários que vão de R$ 2.585,13 até R$ 16.581,49. São oito cargos diferentes, de indicação de Bolsonaro. Vinte e cinco desses indicados receberão R$ 9.926,60 e dez terão salário de R$ 13.036,74. São os dois cargos com o maior número de ocupantes. O cargo de coordenador é o de maior salário, mas se Onyx Lorenzoni for o indicado, ele não poderá receber a remuneração, uma vez que já recebe como deputado federal e não poderá acumular as duas funções.

Cada um dos integrantes da equipe do presidente eleito receberá um telefone celular com acesso ao sistema chamado Governa. É nesse sistema que foram inseridos todos os dados do atual governo, desde cargos do serviço público até programas e obras em andamento.

O governo de transição vai trabalhar em uma estrutura já organizada, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), localizado a 4 quilômetros do Palácio do Planalto. Os trabalhos de transição entre os governos Temer e Bolsonaro ocuparão a ala norte do CCBB, uma área de 1.950 metros quadrados. Lá estarão os gabinetes dos futuros presidente e vice-presidente, além de mais 20. No total, serão 78 posições de trabalho. Segundo Padilha, tudo está pronto, esperando apenas a movimentação da equipe do governo eleito.

Padilha reforçou as falas recentes do presidente Temer a respeito de trabalhar por uma transição tranquila e transparente. “A intenção do presidente Michel Temer é fazermos uma transição com a maior transparência possível, ofertando todas as informações que estejam disponíveis no governo e sejam solicitadas, para que tenhamos, desde logo, o Brasil andando. Ele [Temer] tem sido o presidente do diálogo, da aproximação, e esse processo de transição servirá para selarmos o compromisso do presidente com os brasileiros”.


Fonte: Com informações da Agência Brasil
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Presidente do PROS no Piauí · 29/10/2018 - 17h20

Major Diego Melo comemora vitória de Bolsonaro em Teresina


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O presidente do Partido Republicano da Ordem Social (PROS), Major Diego Melo esteve presente nesse domingo (28/10), na comemoração pela vitória do agora presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), na Ponte Estaiada de Teresina.

    AsCom

"Precisamos unir cada vez mais os Brasileiros de bem, levar a verdade para os desinformados, ajudarmos Bolsonaro a superar os desafios que virão e trabalharmos para que o Brasil volte a ser um país seguro, que tenha ordem, que combata a impunidade, que valorize quem trabalha e puna os criminosos, resgatando os valores cristãos, resgatando nossas universidades, nossos verdadeiros artistas, nossa cultura, devolvendo ao Brasil seu protagonismo mundial de se tornar a pátria do evangelho", afirmou.

    AsCom

Durante o período das eleições Major Diego Melo seguiu organizando carreatas Pró-Bolsonaro em todo o Piauí. Organizou no sábado (27/10) que antecedeu as eleições o Mitofolia, onde participaram centenas de pessoas reafirmando apoio ao presidente eleito.

    AsCom
    AsCom

 


Fonte: AsCom
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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) terminou nesta segunda-feira (29) a totalização de 100% das seções eleitorais do segundo turno das eleições. A atualização do sistema de apuração ocorreu às 15h27.

Conforme o resultado final, Jair Bolsonaro (PSL) foi eleito presidente da República com 55,13% dos votos válidos, o equivalente a 57,7 milhões de votos. O candidato do PT, Fernando Haddad, ficou em segundo lugar e recebeu 44,87% dos votos, que equivalem a 47 milhões.

A contagem final também mostra que 115,9 milhões (78,70%) de eleitores compareceram para votar.

A abstenção foi de 21,3% (31,3 milhões). Houve 2,4 milhões de votos em branco e 8,6 milhões de nulos.


Fonte: Com informações da Agência Brasil
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O futuro do Brasil · 29/10/2018 - 16h12 | Última atualização em 29/10/2018 - 17h19

Marden Menezes se mostra otimista com governo de Bolsonaro


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O deputado Marden Menezes (PSDB) declarou nesta segunda-feira (29/10) que o resultado de toda eleição deve ser respeitado.

"Houve uma eleição de primeiro turno no Piauí, eu particularmente não votei no atual governador, mas respeito o que a maioria decidiu e é isso que deve acontecer no plano nacional", disse.

Marden afirmou que escolheu o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) para votar após uma análise criteriosa entre os dois candidatos, onde através de vários aspectos, optou pelo candidato do PSL.

"O principal deles foi a defesa da operação Lava jato, a preservação das nossas instituições, da Polícia Federal, do Ministério Público Federal, da Justiça Federal que vem atuando na lava jato e sobretudo também, um caminho que se distanciasse da corrupção que foi instalada nos governos petistas no plano nacional", declarou.

O deputado disse ainda que o que basta agora é torcer, fiscalizar e acompanhar buscando ajudar naquilo que for possível para que tudo dê certo. "É o interesse de todos os brasileiros, é o futuro de toda uma nação que depende obviamente do sucesso e dos acertos que o próximo presidente possa ter, estamos agora com essa expectativa de que dê certo", finalizou.

 

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Em entrevista na Alepi · 29/10/2018 - 15h11 | Última atualização em 29/10/2018 - 16h10

João Mádison parabeniza Bolsonaro e torce para que ele olhe o Nordeste com bons olhos


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O deputado estadual João Mádison (MDB) afirmou em entrevista na manhã desta segunda-feira (29/10) que com a vitória de Jair Bolsonaro (PSL) para a Presidência, a oposição irá atrás de uma reconciliação nacional.

"Eleição acabou, ganhou o Bolsonaro, então vamos agora torcer para que faça um governo realmente voltado para àqueles que precisam, para os menos favorecidos, que possa olhar com bons olhos para o nordeste. Vamos todos agora trabalharmos também aqui no nosso estado do Piauí", afirmou.

O deputado comentou também sobre o desemprenho de Wellington Dias (PT) durante a campanha, afirmando que o mesmo fez a sua parte possibilitando que Haddad (PT) alcançasse uma votação muito boa no Piauí e citou ainda o presidente eleito.

"Vamos agora parabenizar o vencedor e vamos torcer para que o Piauí possa ser lembrado na distribuição do bolo do Governo Federal, ou seja, daquilo que é importante", concluiu.

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Após escolha do presidente · 29/10/2018 - 14h50 | Última atualização em 29/10/2018 - 15h55

Mão Santa comemora vitória de Bolsonaro e afirma: "É o grito da liberdade"


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Após vitória de Jair Bolsonaro (PSL) para Presidência da República, o prefeito de Parnaíba, Mão Santa, apoiador do presidente no município, comemora e defende o então deputado.

"Nazistas, Hitller, esses sim matavam, aleijavam judeus. Seguidos pelo fascismo lá da Itália de Mussolini, tudo apontava que Hitler iria dominar o mundo com esses comunistas que nunca trabalharam, não estudam e não entendem. Só aprenderam a mentir e a roubar e a destruir nosso país", afirmou em defesa do presidente eleito em entrevista à Meio Norte.

Ainda em comemoração, Mão Santa afirmou que a eleição de Bolsonaro soa como liberdade. "É o grito da liberdade, da igualdade e da fraternidade, vamos enterrar o PT, é o mau maior, a desgraça maior que entrou na nossa pátria", concluiu.

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Representante do PSL · 29/10/2018 - 13h53 | Última atualização em 29/10/2018 - 15h56

Fábio Sérvio afirma que Bolsonaro trará desenvolvimento social e econômico ao Piauí


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Presidente do PSL no Piauí e apoiador da campanha de Jair Bolsonaro (PSL), Fábio Sérvio (PSL) afirmou em entrevista na manhã desta segunda-feira (29/10) à TV Cidade Verde que o presidente eleito possui um grande projeto para o Nordeste.

"Esse projeto passa pela libertação do nosso povo, se a gente lembrar, durante a campanha e nesse pronunciamento, ele usou a palavra liberdade e libertar o tempo todo. A gente precisa dar condições de desenvolvimento, não só econômico, mas desenvolvimento pessoal, social, humano, para nossa gente, para o Nordeste. Então acho que é priorizando a população, como ele fala 'menos Brasília e mais Brasil', é menos Brasília e mais Nordeste também", afirmou.

Fábio Sérvio fala também que, em seu governo, Jair Bolsonaro vai ver a questão da seca, do semiárido, assim com dará chances ao Piauí de realizar grandes obras que permitam o desenvolvimento econômico e social do Estado.
 

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Na noite de domingo · 29/10/2018 - 09h57 | Última atualização em 29/10/2018 - 10h28

Com apoiadores, Dr. Pessoa comemorou vitória de Bolsonaro na Ponte Estaiada


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Após vitória de Jair Bolsonaro (PSL) para Presidência da República, o deputado Dr. Pessoa (SD), um dos apoiadores do presidente eleito em Teresina, participou de ato na noite de ontem realizado no estacionamento da Ponte Estaiada.

O evento reuniu mais de três mil pessoas que comemoraram a vitória do presidente eleito, após a apuração das urnas.

 

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A professora piauiense Danny Barradas causou furor nas redes sociais este final de semana ao declarar seu voto para Jair Bolsonaro (PSL), agora presidente eleito.

Transexual, ela se tornou uma referência pelo seu conhecimento literário e é professora nas melhores escolas particulares do estado, mas a opção de publicizar seu voto gerou a revolta em muitos eleitores do candidato derrotado Fernando Haddad (PT).

Confira a seguir o primeiro texto da professora:

Finalmente, amores da titia Danny, após tantas súplicas para que eu expusesse em quem votaria, tomei uma decisão: #bolsonaro2018
Mais tarde eu publico um texto tecendo as devidas explicações acerca de uma deliberação tão estranha: uma trans que vota no titio Bôbô!

Não tenho a mínima pretensão de convencê-los, porquanto o comediógrafo grego Aristófanes, há 2.400 anos, já me adestrara com sua perspicaz obra "Pluto": "MESMO SE ME CONVENCERES, NÃO ME CONVENCERÁS".
Aguardem...

Nos comentários, Danny foi chamada de hipócrita e muitos internautas disseram estar decepcionados com ela, além de ofensas proferidas em outras postagens.

Já neste domingo, ela publicou um novo texto para falar sobre a repercussão do caso:

A DESTRUIÇÃO DA DEMOCRACIA APÓS A CONJURAÇÃO DA AVADA KEDAVRA POR DANNY BARRADAS

Terminei meu curso na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts em 1832. Lá aprendi inúmeros feitiços. Descobri quais aqueles poderia usar em ocasiões especiais; já outros...

Nos livros de feitiçaria, é-nos ensinado que existem três Maldições Imperdoáveis: IMPÉRIO, CRUCIATUS e AVADA KEDAVRA. Esta é conhecida por matar uma pessoa INSTANTANEAMENTE e sem ferimentos. No mundo mágico, não há contrafeitiço para tão poderosa arma. Tal instrumento, denominado de “Maldição Mortal”, significa EU VOU DESTRUIR ENQUANTO FALO...

Ontem ocorreu algo interessante. Decidi deixar a suposta neutralidade -- que tantos criticavam – de lado, dando azo a que chegassem ao meu assento no Olimpo tantos frutos conspurcados pela decepção. A Literatura outorgou-me um benefício divino: conhecer a natureza humana. Perguntaram-me: “Tia Danny, a senhora viu como estão execrando sua figura nas redes sociais? Cabe até processo...” Imaginem... Eu despender o meu precioso tempo – outorgado pelos meus pares com o fito de realizar o tão sonhado PhD aqui no Orbe Azul – em litígios (judiciais) com humanos. Quando compreendemos os limites de outrem, não conseguimos desenvolver nenhuma espécie de rancor ou de vingança – aqui homenageio um dos textos mais importantes que já li em minha vida: “ideias de canário”, do Mestre Machado de Assis; LEIAM! Vale muito para nossa alma. Minha natureza só admite que eu sinta compaixão. Nada do que presenciara nos comentários me assustou. Faz parte da essência dos terráqueos buscar outros espelhos. Oscar Wilde, num livrinho curtinho chamado “A alma do homem sob o socialismo”, trouxe-nos uma da mais avantajadas definições sobre o egoísmo. Ensina-nos: "Uma rosa vermelha não é egoísta por querer ser uma rosa vermelha. Mas seria terrivelmente egoísta se quisesse que as demais flores do jardim fossem tanto rosas quanto vermelhas." Não interessa se a liberdade de expressão de alguém é utilizada para albergar o direito de ofensa: você gostando ou não, defendendo ou não, se ela acredita (de fato) naquilo, ela vai proferir impropérios contra aquilo que ela não gosta, assumindo sempre o risco de ser alvejada pelas normas do Código Penal – porquanto nosso texto maior prega, no art. V, inc. IV : “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato”. O primeiro controle feito pelo STF (que conheço) acerca de tema tão básico de uma democracia ocorreu em 2003, quando julgou (em 17/09) o HC 82.424 de Siegfried Ellwanger. Porém, tal princípio continua intacto na Lei Maior, podendo ser mitigado ou ampliado dependendo da condição solipsista – o célebre “decido conforme minha consciência” proposto pelo constitucionalista Lenio Streck -- do julgador de determinado processo. Quando incito os alunos a discutirem sobre liberdade de expressão, tento mostrar-lhes aquilo que o jusfilósofo norte-americano Ronald Dworkin escreveu em 2006: “ninguém tem o direito de NÃO ser ridicularizado”. Uma saída adequada? Controlar as opiniões do povo. Assim a balança começa a tender para...

Voltando ao mundo fantástico... Neste momento, a diferença entre Gugu Dadá e titio Bôbô é de 10.764.740 votos. O argumento básico utilizado pelos que discordam de mim é que, por eu ser “influente” no meio dos alunos e na cidade em que vivo, além de ser uma pertencente ao grupo LGBT, eu não poderia ajudar a eleger um fascita que, provavelmente, irá me transformar em pó. Vamos lá processar tal informação. Vocês acham mesmo, sinceramente, que eu, uma simples ameba teresinense, um dia antes da escolha do novo presidente do Brasil, teria força para, expondo um apoio ao Haddad, tirar mais de dez milhões setecentos e sessenta e quatro mil e setecentos e quarenta votos do Bolsonaro? Pelo que pude analisar em meu Instagram, a publicação de ontem alcançou míseras 10.389 contas, sendo que 43% é composto por pessoas que não me seguem; vale dizer: 4.467 pessoas que não me seguiam tiveram a curiosidade de perderem o seu tempo olhando algo de minha conta. Somado aos 7.395 seguidores, dá um total de 11.862 pessoas. Vamos levar em consideração só este número. Caso eu fosse uma Deusa, aliás, uma exímia Bruxa de Hogwarts, desejosa por dilapidar o regime democrático – que já acabou, viu? Mas até ontem ninguém sabia do resultado – eu teria que manejar o conhecido feitiço AVADA KEDAVRA para destruir a democracia. Para muitos, expor que eu voto no Bolsonaro ostenta o condão de concretizar qualquer coisa que eu anele – no caso, destruir a democracia e alçá-lo ao maior cargo do Executivo. O post de ontem é como se eu estivesse proferindo “EU VOU DESTRUIR ENQUANTO FALO” – Avada Kedavra, em aramaico –, porquanto basta um infantil “abracadabra” para surgir algo que eu deseje. Apenas os bruxos do Mal são capazes de proferir tais palavras, já que é proibido, tendo por pena prisão perpétua em Azkaban.

Lancei uma Maldição Imperdoável. Imperdoável é minha conduta perante os meus juízes. E se eu não estivesse testando os meus algozes? “PERDOAI-OS, PAI, PORQUE ELES NÃO SABEM O QUE FAZEM”.

Boa noite, meus amores. Independente do teor dos comentários, continuo a nutrir o mesmo sentimento de carinho por aqueles – sobretudo alunos e ex-alunos – que se decepcionaram com minha decisão. Fiquem bem!

 

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Percepções do eleitorado · 29/10/2018 - 07h40 | Última atualização em 29/10/2018 - 07h44

Estudo indica reposicionamento do voto do eleitor conservador


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Dados preliminares do Estudo Painel do Eleitor Brasileiro, elaborado para o Instituto da Democracia e da Democratização da Comunicação, apontam para mudança no comportamento de parte do eleitorado brasileiro e a adesão a valores considerados conservadores.

O estudo mediu predisposições e percepções do eleitorado sobre diversos temas, inclusive questões morais como diversidade, aborto, LGBTI, ensino de religião nas escolas e combate ao crime. “O que os dados sobre esses temas, em geral, favorecem a candidatura de Jair Bolsonaro”, assinalava Lucio Remuzat Rennó Junior, professor do Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasília (UnB), antes da vitória do candidato do PSL.

O painel, ao qual a Agência Brasil teve acesso parcial em apresentação durante a 42ª Reunião Anual da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Ciências Sociais (Anpocs), em Caxambu (MG), foi elaborado com informações colhidas durante três momentos junto aos mesmos eleitores.

Em março, antes da campanha eleitoral e da descompatibilização de cargos, com dados da pesquisa A Cara da Democracia no Brasil. Na primeira quinzena de agosto, antes do registro dos candidatos nas eleições. Em outubro, após a votação de primeiro turno.

Segundo Rennó, que também preside em Brasília a Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan), ligada ao governo local, “percebe-se claramente e é consistente de março para cá uma predominância de visões conservadoras”. Para o acadêmico, “há um florescimento de um pensamento conservador”.

“O que me parece que está havendo é uma depuração do voto da direita”, diagnostica o cientista político assinalando o enxugamento da votação do PSDB. “O eleitor que ficou com o [Geraldo] Alckmin é um eleitor mais claramente social-democrata e liberal nos costumes”. Segundo análise inicial, o comportamento do eleitor Bolsonaro se diferencia mais do votante tucano do que dos eleitores de Ciro Gomes (PDT) e até de Fernando Haddad (PT).

O Estudo Painel do Eleitor Brasileiro, que está em sua terceira edição sobre eleição nacional (as primeiras pesquisas ocorreram em 2010 e 2014), teve a participação de pesquisadores da UnB, UFMG, Uerj, Unicamp, e a colaboração de especialistas da UFSC e da Universidade Estadual de Londrina na elaboração do questionário.

Os dados ainda não tiveram a publicação definitiva. A publicação final é prevista para o mês de novembro. A equipe trabalha na especificação do modelo estatístico utilizado e na realização dos testes de consistência interna para demonstrar o grau de confiabilidade dos dados apresentados.

Além do comportamento de eleitores de Bolsonaro sobre questões morais, a versão final do estudo permitirá perceber o efeito das novas mídias sobre os eleitores; a influência das entrevistas e debate de TV; e se e como se deu a transferência de votos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para Haddad.


Fonte: Com informações da Agência Brasil
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Governador cita hino do Piauí · 28/10/2018 - 21h55

W.Dias após derrota de Haddad: "Seguimos na resistência"


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O governador Wellington Dias (PT) usou as redes sociais para comentar o resultado das eleições deste domingo (28). O petista disse que é preciso respeitar a escolha democrática das urnas, mas comemorou o bom desempenho de Fernando Haddad (PT) no Piauí, repetindo o feito do primeiro turno, dando ao candidato o seu melhor resultado proporcional nos estados.

"Lutamos pela democracia e seguimos na resistência. Não vamos desistir do nosso país, publicou.

Dias ainda reproduziu um trecho do hino do Piauí. "'Vendo a pátria pedir liberdade, o primeiro que luta é o Piauí'. Orgulho da minha gente", completa.

 

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Derrotado nas urnas para Jair Bolsonaro, o candidato Fernando Haddad se pronuncia em coletiva ao lado dos aliados sobre o resultado da eleição deste domingo (28).

Ao abrir seu discurso, disse que antes de tudo é preciso respeitar a parcela do país que tem outro projeto de país.

Acompanhe!

 

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Prepara agora a transição · 28/10/2018 - 20h12

Temer telefona para Bolsonaro e o parabeniza por vitória nas urnas


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O presidente Michel Temer telefonou há pouco para o presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), para parabenizá-lo pela vitória obtida nas urnas neste domingo (28).

Em sua conta no Twitter, Temer disse que já conversou com seu sucessor. "Acabei de parabenizar o presidente eleito Jair Bolsonaro pela vitória histórica conquistada hoje. Terminada a eleição, é hora de todos, unidos, continuarmos a trabalhar pelo Brasil".

Temer fará um pronunciamento ainda hoje no Palácio da Alvorada.


Fonte: Com informações da Agência Brasil
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Mas petista acabou derrotado · 28/10/2018 - 20h05 | Última atualização em 28/10/2018 - 20h19

Com 77%, Haddad tem mais uma vez no Piauí a sua maior vitória nos estados


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Fernando Haddad (PT) foi o candidato mais votado para presidente da República no Piauí. Com 99% dos votos apurados, o petista aparece com 77,03% dos votos válidos dos piauienses, contra 22,97% para Jair Bolsonaro (PSL), que foi de fato eleito para presidir o país a partir de 2019.

Até agora, o índice de abstenção no estado é de 17,86%.

O desempenho do petista no estado é melhor que o obtido no primeiro turno, quando somou 63,40%, e segue como a unidade da federação que deu a melhor vitória proporcional ao petista. 

Haddad venceu ainda em Alagoas, na Bahia, no Ceará, no Maranhão, na Paraíba, em Pernambuco, no Rio Grande do Norte, no Sergipe, no Pará e no Tocantins.

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Campanha eleitoral tensa · 28/10/2018 - 20h04

Bolsonaro vence em 16 unidades da Federação, Haddad em 11


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Matematicamente eleito presidente da República com 98,38% das urnas apuradas, o candidato Jair Bolsonaro (PSL), que tem 55,34% dos votos, ganhou em 15 estados e no Distrito Federal. O oponente, o candidato do PT, Fernando Haddad, liderou em 11 estados.

Por ordem alfabética, Bolsonaro venceu no Acre, no Amapá, no Amazonas, no Distrito Federal, no Espírito Santo, em Goiás, no Mato Grosso, no Mato Grosso do Sul, em Minas Gerais, no Paraná, no Rio Grande do Sul, no Rio de Janeiro, em Rondônia, em Roraima, em Santa Catarina e em São Paulo.

As unidades da Federação onde Bolsonaro obteve os melhores resultados foram Santa Catarina (75,92%), no Acre (73,74%), em Rondônia (72,04%), em Roraima (71,29%) e no Distrito Federal (69,99%). Por causa do fuso horário, o Acre está com a apuração atrasada em relação ao resto do país.

Haddad venceu em Alagoas, na Bahia, no Ceará, no Maranhão, na Paraíba, em Pernambuco, no Piauí, no Rio Grande do Norte, no Sergipe, no Pará e no Tocantins. As maiores vantagens foram registradas no Piauí (76,93%), no Maranhão (72,66%), na Bahia (72,56%) e no Sergipe (67,55%).

Bolsonaro venceu em quatro das cinco regiões: Norte (51,14%), Centro-Oeste (66,6%), Sul (68,27%) e Sudeste (65,48%). Haddad venceu somente no Nordeste, com 69,47% dos votos válidos. No exterior, onde 87,88% das urnas estão totalizadas, Bolsonaro obteve 70,62%, contra 29,38% de Haddad.


Fonte: Com informações da Agência Brasil
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