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Pelo menos 42 mulheres que fizeram aborto no estado do Rio de Janeiro entre 2005 e 2017 foram processadas e respondem a processo criminal pela prática, segundo levantamento da Defensoria Pública do estado divulgado em meio à campanha dos 16 Dias de Ativismo Contra a Violência de Gênero.

De acordo com o Código Penal, o aborto é crime no Brasil, com pena de um a três anos, salvo em situações em que há risco de vida para a mulher ou para o feto e em casos de estupro.

O estudo definiu o perfil das mulheres que respondem à ação por terem recorrido ao aborto para interromper uma gravidez indesejada: a maioria é negra ou parda, têm entre 22 e 25 anos, já são mães, vivem na capital ou na Baixada Fluminense e não têm antecedentes criminais.

“É preciso evidenciar que a criminalização incide sobre um grupo bem específico de mulheres, a quem os mais diversos direitos são negados, provocando discriminação”, disse a coordenadora de Defesa dos Direitos da Mulher da defensoria, Arlanza Rebello.

Além do processo na Justiça, essas mulheres, em geral, tiveram que enfrentar agressões físicas e psicológicas por causa do aborto, inclusive no serviço de saúde, segundo a Defensoria Pública.

De acordo com a coordenadora da pesquisa, Carolina Haber, os processos mostram que a maioria recorreu ao aborto por desespero. “Muitas delas já têm filhos. Então, [fazem] porque não têm a menor condição de cuidar [de outro filho], porque estão em um relacionamento que está acabando e o pai também não tem condições, ou ainda porque a situação financeira é precária”.

Em todo o Brasil,  segundo o Instituto Anis de Bioética, cerca de 500 mil mulheres fazem o aborto clandestino por ano.

Abordagem policial
Entre os casos analisados pela Defensoria Pública do Rio de Janeiro para a pesquisa, boa parte é de mulheres que abortaram sozinhas, no banheiro de casa, com o uso de chás e medicamentos. Essas condições acabam levando a complicações que as obrigam a procurar os serviços de saúde. “A mulher que toma o remédio, ela não teve dinheiro para pagar uma clínica, ela demora para tomar uma decisão, tem dificuldade de comprar o remédio. Aí ela já está em estado avançado de gravidez e acaba indo para o hospital no momento que teve uma complicação. Lá, ainda é hostilizada”, destacou Carolina Haber.

Um dos processos trata de um caso ocorrido em 2008 no Hospital Municipal Souza Aguiar, no centro do Rio, em que um policial militar se passou por assistente social para obter uma confissão de uma mulher que fez aborto e depois deu voz de prisão a ela. Procurada, a Polícia Militar não comentou o caso.

Em outro episódio, no Hospital Municipal Miguel Couto, em 2010, uma mulher também recebeu voz de prisão de um PM que atuava na unidade após atendimento médico por aborto. E situação semelhante ocorreu no Hospital das Clínicas de Jacarepaguá, unidade privada, em 2011. Atualmente sob nova direção, o hospital respondeu que dados clínicos são preservados pelo sigilo médico.

O sigilo entre profissionais de saúde e pacientes é uma recomendação dos órgãos de classe e da Secretaria Municipal de Saúde. Em nota, a pasta disse que orienta as unidades a atender  “em situação de abortamento indiscriminadamente”, independentemente de o aborto ter sido espontâneo ou provocado e a informar a paciente sobre planejamento familiar.

Clínicas clandestinas
Entre as 42 mulheres que respondem a processo, algumas delas fizeram o aborto em clínicas clandestinas. Nesses locais, em geral, as mulheres têm condições menos críticas de atendimento e assistência dos que as que optam por procedimentos caseiros para interromper a gravidez.

De acordo com o levantamento, as mulheres que procuram as clínicas abortam com menos de 12 semanas de gravidez, o que, segundo a Defensoria Pública, indica que aquelas em condições de pagar pelo procedimento tomam a decisão com mais rapidez, submetendo-se a menos riscos que as mulheres mais pobres, que costumam abortar em casa.

Famílias criminalizadas
Além das mulheres que fazem aborto, muitas vezes o processo judicial recai sobre parentes e pessoas próximas. Um dos casos citados pela Defensoria Pública no levantamento envolve a mãe de uma adolescente que comprou remédio para que a garota pudesse abortar. A pena para essa mãe neste caso pode ser a mesma para a aplicada a exploradores que obrigaram gestantes a tomar abortivos, a introduzir objetos no corpo ou que agrediram a mulher com socos, chutes e pontapés para forçar a expulsão do feto do corpo e interromper a gestação.

Em outro caso citado no estudo, um homem não aceitou a gravidez de sua parceira e a sufocou até que ela abrisse a boca para ingerir comprimidos de Citotec, um abortivo conhecido, contra sua vontade. “Esse é o nível da violência física e psicológica da mulher que aborta”, destaca Carolina Haber, coordenadora da pesquisa.

Medo do processo
Por não terem antecedentes criminais, as rés processadas no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro conseguem responder as acusações em liberdade. Mais da metade delas não tem advogados particulares e são assistidas pela própria Defensoria Pública.

O número de processos deste tipo preocupa profissionais especializados em saúde da mulher. A médica sanitarista e ex-presidenta do Comitê de Mortalidade Materna do Estado do Rio de Janeiro Tizuko Shiraiwa diz que o dado é um alerta e destaca que o aborto clandestino é uma das cinco principais causas de morte materna.

Um dado que preocupa os especialistas é o fato de, em alguns casos, a investigação contra as mulheres que fizeram aborto ter partido da rede de saúde ou de familiares que pediram ajuda para socorrer a mulher em casa. “Quando vemos que a mulher procura o hospital e do hospital ela pode sair presa, ela pode não buscar socorro, ou não buscar a tempo, aumento o risco dela morrer”, destacou Tizuko Shiraiwa. Segundo ela, as denúncias dentro da rede criam uma situação de medo e maior risco para mulher.

Alternativas 
Para impedir a condenação das mulheres que respondem a processo no Rio por aborto, a Defensoria Pública tem proposto acordos para suspender as ações, mediante o cumprimento de condições como a notificação de mudança de endereço e impossibilidade de a ré mudar de estado.

No Rio de Janeiro, os abortos autorizados pela lei – em casos de risco de vida para a mulher ou para o feto ou por estupro – são realizados em todas as maternidades da Secretaria de Saúde, de acordo com o órgão. A unidade de referência no estado para esses casos é o Instituto Municipal da Mulher Fernando Magalhães, em São Cristóvão, na zona norte da capital fluminense.


Fonte: Agência Brasil

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Apesar de terem conquistado mais espaço no mercado de trabalho, as mulheres ainda são as grandes responsáveis por executar tarefas domésticas no Brasil. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e foram divulgados nesta quinta-feira (7).

De acordo com o levantamento, somente no ano passado, as mulheres dedicaram mais de 54 horas semanais realizando tarefas domésticas e ocupacionais. Enquanto isso, os homens trabalharam menos, 51,5 horas semanais.

O IBGE considerou, além da profissão, tarefas como produção de bens para consumo próprio, afazeres domésticos, cuidado a parentes e trabalho voluntário.

Mesmo dividindo a residência com o companheiro, o percentual de mulheres que realizam tarefas domésticas foi de 95,6%. No caso dos homens, essa mesma taxa foi de 76,4% no período.

Responsável pelo estudo, a analista do IBGE Alessandra Brito atesta para o valor humano do trabalho desempenhado, em maioria, pelas mulheres. “Quando uma pessoa realiza um serviço doméstico, aquele trabalho tem valor porque poderia ter sido feito por uma pessoa contratada”, afirma.


Fonte: Governo do Brasil, com informações do IBGE
1 em cada 3 mulheres foi alvo · 07/12/2017 - 14h16 | Última atualização em 07/12/2017 - 14h31

ONU Mulheres usa internet para combater feminicídio na América Latina e Caribe


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Em todo o mundo, ao menos uma em cada três mulheres com mais de 15 anos já foi alvo de violência sexual, segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), de 2013. A situação é ainda mais preocupante na América Latina e Caribe, onde, de acordo com o secretariado da Organização das Nações Unidas (ONU) dedicado a promover a igualdade de gênero e o empoderamento feminino, a ONU Mulheres, estão 14 dos 25 países com as maiores taxas de assassinatos de mulheres por razões de gênero. No Brasil, segundo o Mapa da Violência Sobre Homicídios de Mulheres, divulgado em 2015, mais de 106 mil mulheres foram assassinadas em todo o país.

Para chamar a atenção para o tema, a ONU Mulheres desenvolve, durante todo o dia de hoje (7), ações nas redes sociais, a partir do Brasil e demais países da América Latina e Caribe. A iniciativa faz parte dos chamados Dezesseis Dias de Ativismo Pelo Fim da Violência Contra as Mulheres, campanha mundial que o órgão faz anualmente para conscientizar a população sobre os diferentes tipos de agressão contra meninas e mulheres em todo o mundo.

“Estamos fazendo um chamado de urgência aos Estados, às instituições públicas e privadas e à sociedade em geral para nos unirmos e acabar com o assassinato de mulheres em função de gênero na América Latina e Caribe. É um chamamento em prol da mudança de práticas pessoais, institucionais e de Estado”, disse à Agência Brasil a representante do escritório da ONU Mulher no Brasil, Nadine Gasman.

De acordo com a representante, a violência contra as mulheres reflete uma cultura machista que desvaloriza a população feminina e está entre as mais frequentes violações aos direitos humanos, associando-se à falta de segurança pública e ao sentimento de impunidade. Para Nadine, as várias instâncias da sociedade podem contribuir efetivamente para a superação do quadro atual.

“As pessoas, principalmente aqueles homens envolvidos em um relacionamento abusivo, precisam compreender que há muitas formas de resolver problemas e que a violência não é uma delas. E todos devemos refletir sobre como agimos em relação a outras pessoas, em particular em relação às mulheres”, disse Nadine.

Para a representante, o Estado e as instituições públicas devem se empenhar em mudar a cultura machista e violenta e criar mecanismos para, além de proteger os direitos de meninas e mulheres latino-americanas e caribenhas, garantir a punição dos criminosos. Nadine também destacou a importância de leis como a brasileira Lei Maria da Penha, sancionada em 2006 para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher e modificada recentemente.

“É importantíssimo por fim à impunidade. Principalmente porque, na maioria dos casos de feminicídio, o autor do crime é alguém próximo da vítima. Punir os criminosos é uma forma de o Estado dar a mensagem clara e inequívoca de que a violência contra as mulheres não é aceitável. Isso acaba tendo um caráter preventivo”, ponderou Nadine, pontuando que a iniciativa privada também pode colaborar. “As empresas podem contribuir instituindo mecanismos que coíbam o assédio e a violência contra as mulheres. É importante as funcionárias receberem apoio e terem onde pedir ajuda, mesmo quando violentadas fora do ambiente de trabalho.”


Fonte: Agência Brasil

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Na última sexta-feira (24/11),  em alusão ao "Dia do Doador de Sangue" o HEMOPI reuniu várias entidades e órgãos para agradecer as parcerias nas campanhas pela doação.

Dentre elas a OAB Piaui, através da Comissão de Promoção da Cidadania recebeu um certificado pela excelente atuação em campanha recente na sede da Ordem onde obteve o maior número de doadores de bolsas e de Medula Óssea dos últimos anos.

A presidente da Comissão Nailma Freitas e as advogadas Thamyres Bona e Rafaella Luchessi estiveram presentes junto com  Diretora de Coleta externa. do órgão Hortência Rocha. O objetivo é incentivar a doação regular e costumaz entre a classe dos advocatícia e assim salvar ainda mais vidas!

 

Saindo da Ponte Estaiada · 16/11/2017 - 15h06 | Última atualização em 16/11/2017 - 15h08

Marcha que chama atenção para a humanização do parto acontece sábado (18)


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Com foco no alerta aos casos de violência obstétrica e aos altos índices de partos do tipo cesariana, o Conselho Regional de Enfermagem do Piauí (Coren-PI), com apoio da Comissão de Apoio à Vítima de Violência da OAB-PI e outras entidades, realizará, no próximo sábado (18), a V Marcha Pela Humanização do Parto. O evento começa às 16 horas, saindo da Ponte Estaiada até o Parque Potycabana.

    Foto: Pixabay

Nesta edição, o evento terá como tema “Mulheres, exerçam seus direitos” e tem como objetivo chamar a atenção para a importância do parto natural, reduzir a violência obstétrica e colocar a mulher como protagonista e condutora do processo do parto.

Pela quinta vez sendo realizada em Teresina-PI, a marcha se tornou referência na defesa dos direitos da saúde da mulher no Estado do Piauí. A expectativa é de reunir mulheres, profissionais e gestores da saúde, representantes de associações de classe, acadêmicos de cursos da área de saúde, movimentos sociais, políticos e qualquer cidadão envolvido com a defesa do parto humanizado e com o SUS (Sistema Único de Saúde).

Por ano, no Brasil, a Organização Mundial da Saúde (OMS) registra o índice de 55% de cesarianas entre os partos realizados. O número alto, frente aos 15% recomendados pela Organização, acompanham também os casos de violência obstétrica relatados por mulheres que tem o direito ao atendimento humano, integral e de qualidade, desrespeitado. “O convite da organização da V Marcha de Humanização do Parto é para que toda a sociedade esteja engajada na defesa dos direitos da gestante”, convida a presidente da Comissão de Apoio à Vítima de Violência da OAB-PI, Alba Valéria Vilanova . 

Além da OAB-PI, o evento tem apoio do Senatepi, Sesapi, Abenfo, Conselho Regional de Fisioterapia, ABEN, representantes das maternidades particulares e públicas, assistentes sociais e enfermeiros obstetras que se mobilizam e dividem as responsabilidades para a realização do ato.

Evento abordará o combate à Violência Obstétrica

Ainda sobre o tema, as Comissões de Apoio à Vítima de Violência e da Mulher Advogada da OAB-PI promoverão o Atelier Saúde da Mulher no próximo dia 21 (terça-feira). O evento começará às 14h30, no auditório da Escola Superior de Advocacia (ESA-Piauí). Na oportunidade, será lançado o Manual de Apoio à Vítima de Violência Obstétrica.

A violência obstétrica contribui para a manutenção dos altos índices de mortalidade materna e neonatal no Piauí́ e no Brasil. Segundo a presidente da Comissão de Apoio à Vítima de Violência, Alba Vilanova, o termo “violência obstétrica” é pouco conhecido no nordeste. “Por este motivo, o manual tem como objetivo colaborar na divulgação da Política Nacional de Atenção Obstétrica e Neonatal, determinações da Organização Mundial da Saúde, bem como informar e esclarecer a população do Estado do Piauí́ sobre as diversas formas de violência obstétrica e os caminhos que as mulheres podem trilhar na garantia de seus direitos”, esclareceu.

A advogada Alba Vilanova diz que nenhuma gestante pode ser forçada a fazer uma cesariana ou ter direitos básicos negados durante a gestação, parto, pós-parto e abortamento. “Muitas gestantes e parturientes relatam que foram proibidas de gritar ou falar no trabalho de parto, foram submetidas a episiotomias desnecessárias (é o corte indiscriminado do períneo, região muscular entre o ânus e a vagina), sofreram formas de tratamento discriminatórias ou foram impedidas de ter um acompanhante ou Doula. São abusos que a sociedade desconhece e as autoridades não podem permitir”, afirmou.

Negar o direito ao acompanhante, não dar informações claras sobre o estado de saúde da mulher para a família, deixar a mulher sozinha, não oferecer opções para o alívio da dor, realizar exames de toque repetidamente, fazer piadas com paciente são manifestações da violência obstétrica. Ela pode ocorrer de forma verbal, física, psicológica e sexual.

A Comissão de Apoio à Vítima de Violência da OAB-PI procurou abordar de forma simplificada as hipóteses de violência obstétrica, caracterizada pela apropriação do corpo e processos reprodutivos das mulheres pelos profissionais de saúde e gestores hospitalares, através do tratamento desumanizado, abuso da medicalização e patologização dos processos naturais, visando à erradicação da violência obstétrica no Estado do Piauí́.


Fonte: AsCom
Projeto recentemente aprovado · 03/11/2017 - 13h23 | Última atualização em 03/11/2017 - 17h50

Defensora Pública acredita que alterações na Lei Maria da Penha não protegem a mulher


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A Defensoria Pública do Estado do Piauí, por meio do Núcleo Especializado de Defesa da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar, acompanha com cautela a tramitação do projeto recentemente aprovado pelo Senado Federal alterando a Lei Maria da Penha e que aguarda sanção presidencial. A alteração vem causando polêmica e dividindo opiniões.

“Nós, do Núcleo de Defesa da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar da Defensoria Pública, já havíamos nos manifestado pela não aprovação do projeto, por meio da Comissão dos Direitos da Mulher do Colégio Nacional de Defensores Públicos Gerais (Condege), nos posicionamos agora a favor do veto presidencial”, destaca a coordenadora do Núcleo da Mulher da DPE-PI, defensora pública Lia Medeiros do Carmo Ivo.

“Entendemos que as modificações aprovadas, que inserem no âmbito da LMP os arts. 12-A e 12-B, ao contrário de trazerem os benefícios esperados, poderão, ao revés, acarretar maiores prejuízos e obstáculos ao acesso da mulher aos mecanismos de proteção. O principal fator de insucesso da legislação proposta consistiu na total falta de participação dos movimentos de mulheres e profissionais ligados à rede de proteção nos debates e proposições. Tal situação desencadeou, por exemplo, a utilização de termos inadequados como “mulher vítima”, afastado do texto original e substituído por “mulher em situação de violência”, complementa a defensora.

Lia Medeiros afirma que a maior preocupação em relação à alteração diz respeito à contida no art. 12-B, possibilitando a concessão de medidas protetivas pela autoridade policial. Segundo a defensora, inserida com o objetivo de imprimir maior celeridade para aplicação das medidas protetivas, a medida esbarra, na verdade, em inúmeros óbices de ordem prática e técnica.

“Infelizmente ainda não contamos com delegacias especializadas em todas as cidades e mesmo as que já existem não apresentam estrutura física e humana adequada. Em algumas capitais e grandes cidades podemos encontrar delegacias comandadas por profissionais comprometidas e sensibilizadas com a temática, mas a realidade da grande maioria das delegacias brasileiras é diferente, as mulheres em situação de vulnerabilidade não encontram qualquer tipo de acolhimento, sendo revitimizadas pelo serviço. Por outro lado, a previsão está ainda, em nosso entendimento, eivada de inconstitucionalidade, já que apresenta afronta aos princípios da reserva de jurisdição e separação dos poderes. Assim, mesmo que sancionada, tal legislação será certamente objeto de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade”, afirma a defensora.

Para Lia Medeiros, se podem ser destacados pontos positivos em relação à alteração da Lei Maria da Penha são os que estão relacionados à previsão de diretrizes para atendimento em sede policial, de não revitimização da mulher durante esse atendimento, incluindo ai as  investigações, além do funcionamento ininterrupto das delegacias especializadas e a vedação de colocação da vítima e seus familiares e testemunhas em contato direto com agressor. “Mas mesmo essas melhorias dependem muito mais da existência de orçamento compatível para realização e implemento do que de previsão legislativa. De nada adianta prever uma série de melhoramentos no serviço sem que seja igualmente determinado como serão garantidas as verbas necessárias para realizá-los”, afirma a defensora.


Fonte: Portal do Governo do Piauí
Principais dúvidas · 02/11/2017 - 06h28

Mitos e verdades sobre suspender a menstruação


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Cólicas, irritação, inchaço e TPM são alguns dos sintomas do período menstrual. Por esses motivos, interromper ou suspender a menstruação permanentemente tem sido uma ideia atrativa para muitas mulheres. “Foi-se o tempo em que o período menstrual era o melhor termômetro do bom funcionamento do organismo e um sinal de que não ocorreu gravidez. Agora, desde o momento que ocorreu uma mudança no papel da mulher na sociedade, aumenta-se o número de pacientes que desejam suspender a menstruação”, comenta Renato de Oliveira, ginecologista responsável pela área de reprodução humana da Criogênesis.

 

Apesar do assunto estar em alta, existem ainda muitas dúvidas e receios em relação a parar de menstruar. Abaixo, o especialista desvenda os principais mitos e verdades sobre o tema. 

 

Algumas mulheres não podem suspender a menstruação

VERDADE. Alguns cânceres de mama que são sensíveis ao estrogênio e a progesterona contraindicam o uso destes hormônios e, consequentemente, dos métodos contraceptivos hormonais. “Qualquer método que possua estrogênio não deve ser utilizado por mulheres com hipertensão não controlada, que tenham passado por cirurgia de grande porte com imobilização prolongada, que tenham antecedente de acidente vascular cerebral, doenças cardíacas isquêmicas, enxaquecas severas, tumores hepáticos ou hepatites agudas”, alerta Renato. Por isso, sempre consulte um ginecologista antes de iniciar um método contraceptivo, trocá-lo ou optar pelos regimes estendidos.

 

Suspender a menstruação causa infertilidade

MITO. É muito importante frisar que os métodos hormonais não causam infertilidade permanente. “A interrupção do método e o retorno dos ciclos menstruais sugere o retorno à fertilidade. No entanto, há outros fatores que podem associar-se à dificuldade de engravidar, como a idade. Dessa forma, não é o fato de ter usado 10 a 15 anos de anticoncepcional, por exemplo, que dificulta a gravidez, mas sim o fato de ter esse tempo a mais para despertar o real desejo reprodutivo”, esclarece o especialista.

 

A suspensão é feita apenas por pílula anticoncepcional

MITO. O mais comum é o uso contínuo da pílula anticoncepcional. Neste caso, a paciente toma o medicamento, que pode ser uma combinação dos hormônios estrogênio e progesterona, ou somente a progesterona, sem interrupções. Dentre os outros métodos estão o DIU liberador de levonorgestrel, opção que pode evitar a menstruação e a gravidez e aconselhado mantê-lo por até cinco anos; o implante subcutâneo, um pequeno bastão flexível, mais fino que um palito de dente, é fabricado à base de progesterona e deve ser colocado sob a pele no antebraço, e por fim outra opção é a injeção trimestral de acetato de medroxiprogesterona.

 

Quem tem mioma e endometriose pode se beneficiar com a suspensão?

VERDADE. Suspender a menstruação também pode ser tratamento para algumas doenças como mioma e endometriose. Para o mioma, por exemplo, o possível sangramento intenso pode ser controlado pela suspensão da menstruação. No caso da endometriose, a qual se caracteriza pela presença de tecido de dentro do útero, denominado endométrio, implantado fora da cavidade, pode cursar para algumas pacientes durante sua menstruação com intensas dores, diarreia e até mesmo sangue na urina. Nesta situação, a suspensão seria uma excelente alternativa para aquelas pacientes que não desejam gravidez.

 

Antes de escolher o método é necessário uma consulta ginecológica

VERDADE. Sem dúvida, procure um especialista. “A prescrição de qualquer método deve considerar a segurança para cada paciente conforme os critérios de elegibilidade da Organização Mundial de Saúde (OMS). Assim, a consulta médica é fundamental para evitar os riscos da automedicação”, finaliza.

 

Sobre a Criogênesis

A Criogênesis, que nasceu em São Paulo e possui mais de 14 anos de experiência com células-tronco, é acreditada pela AABB (Associação Norte Americana de Bancos de Sangue) e certificada pela IQNet NBR ISO 9001:2015. A clínica é referência em serviços de coleta e criopreservação de células-tronco, medicina reprodutiva, gel de plaquetas e aférese, incluindo a diferenciada técnica de fotoférese extracorpórea. Sua missão é estimular o desenvolvimento da biotecnologia através de pesquisas, assegurando uma reserva celular para tratamento genético futuro. www.criogenesis.com.br.   


Fonte: Com informações da assessoria

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A médica brasileira Mariângela Simão tomou posse nesta quarta-feira (01/11), em Genebra (Suíça), como a primeira diretora-geral-assistente para Medicamentos, Vacinas e Produtos Farmacêuticos da Organização Mundial da Saúde (OMS). Ela chega à OMS após vários anos de experiência no Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (Unaids), em Genebra, e no Ministério da Saúde do Brasil. A informação é da ONU News.

A nova diretora afirma que o acesso universal à saúde criado pelo Brasil e outras nações serve como inspiração para novas políticas de acesso a medicamentos contra doenças. Segundo ela, a OMS, aprendeu várias lições positivas com os programas de acesso a tratamento antirretrovirais contra HIV/Aids.

Para Mariângela Simão, que tem 30 anos de experiência na área de saúde e políticas públicas, o sucesso de programas contra o HIV/Aids devem ser uma fonte de inspiração para tornar medicamentos contra outras doenças também acessíveis a quem precisa.

"Eu diria que a gente aprendeu muitas lições, como o acesso como direito, uma maior transparência nos preços, em ter ajuda internacional para compra de medicamentos. Apesar de o problema da Aids não ter sido resolvido na sua totalidade, ele está caminhando na direção certa. Isto a gente não vê, por exemplo, com as doenças que a gente chama de crônico-degenerativas. A gente não vê o mesmo acontecendo com medicamentos essenciais, como por exemplo, para pressão alta e para outra grande causa da mortalidade, que são os diferentes tipos de câncer."

Mariângela Simão defende também o aumento de mais medicamentos genéricos no mercado. Segundo ela, a competição é útil. A nova diretora-geral-assistente afirmou que trabalhará de perto com os governos e parceiros dos países de língua portuguesa, especialmente na relação de qualidade dos medicamentos.

Paridade de gênero

A médica brasileira integrará uma equipe de liderança da Organização Mundial da Saúde que tem 60% de mulheres, uma taxa que ultrapassa as metas de paridade de gênero promovidas pela própria organização. Ela elogiou a decisão do diretor-geral da OMS, Tedros Ghebreyesus, de nomear mais mulheres para os postos de liderança, e disse que a medida é justa e acertada.

"É um avanço. E o secretário-geral, António Guterres, um companheiro dos países de língua portuguesa, tem colocado isso como uma prioridade para o sistema ONU. Você não pode só pregar a paridade para os outros. Você também tem que aplicar internamente. Porque você tem uma força de trabalho grandemente feminina. Então, nós esperamos fazer a diferença," disse.

A paridade de gêneros para cargos de liderança nas Nações Unidas é uma das prioridades do secretário-geral, António Guterres, anunciada antes mesmo de ele assumir o posto em 1º de janeiro este ano. O plano de Guterres é implementar a paridade em todos os postos-chave até 2021 e expandir a medida para toda a organização até 2028.


Fonte: Informações da Onu News

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Nas últimas semanas, duas formas bem diferentes de arrumar a sobrancelha têm feito sucesso nas redes sociais. Em uma delas, os pelos são cortados e maquiados para formar o desenho de um raio. Em outra, o famoso símbolo de uma marca de artigos esportivos é a inspiração. Estranho? Diferente demais? Pois saiba que essas nem foram são as primeiras tendências para modelar as sobrancelhas que viralizaram na internet em 2017 e, com certeza, não serão as últimas.

Geralmente, esses modelos mais ousados de sobrancelhas são tendências lançadas por blogueiras e influenciadoras digitais e chamam atenção pela criatividade. Essas modas dividem as opiniões quanto ao estilo, mas não deixam de ter destaque. Confira abaixo algumas dessas tendências peculiares mais recentes:

1. Raio

O modelo de raio foi lançado pela maquiadora Zakia Wahb em sua página no Instagram. A influenciadora é conhecida por fazer maquiagens "diferentonas".

2. Logomarcas

Além do modelo em formato de raio, também é possível inovar com a logo de uma marca de produtos esportivos. 

3. Pena

A maquiadora Stella Sironen também estava só brincando quando publicou uma foto com a sobrancelha em formato de pena com a legenda "Então, eu estou começando esta nova tendência de sobrancelha, recrie e use todos os dias e não esqueça de me marcar, curtir e se inscrever (...)" A partir de então, as pessoas seguiram seus conselhos e os desenhos de pena foram replicados diveras vezes nas  redes sociais . 

Em uma segunda foto, ela brincou sobre o fato de ter iniciado a moda : "Nota para si mesma: quando você faz uma piada sobre começar uma tendência de sobrancelha engraçada, as pessoas vão levá-lo a sério e ... bem, criar a tendência". 

4. Onda 

Promisse Tamang é bastante conhecida online por conseguir se transformar em personagens e celebridades com maquiagem . Ela também lançou tendência, criando um formato ondulado para os fios. 

5. Trança 

Eros Gomes foi mais uma que quis lançar sua própria tendência online e apostou na sobrancelha trançada. A legenda ainda debocha de outro estilo : "O que são as sobrancelhas onduladas? Só conheço as trançadas (...)", escreveu o influenciador em sua postagem no Instagram.

 


Fonte: Com informações do IG / Delas

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Várias famosas resolveram engravidar neste ano. Mas o que vem chamando bastante a atenção é a revelação de que algumas atrizes tem faturado um alto valor para divulgar que estão grávidas nas redes sociais. O ponto alto é quando elas divulgam uma famosa marca de exames de gravidez.

De acordo com informações do jornalista Fernando Oliveira, a marca costuma pagar R$ 60 mil para cada atriz que expor a marca. Dependendo do grau de importância da artista, o valor pode aumentar um pouco e até dobrar, saltando para R$ 120 mil.

A atriz Juliana Didone, atualmente na Record, foi uma das últimas a publicar nas redes sociais que estava grávida. Apareceu na piscina com um teste de gravidez na mão. Bebê na barriga agora virou sinônimo de cofrinho cheio.

Juliana Didone anuncia gravidez e enche o cofrinho; ela é só uma das atrizes que faturou com o anúncio
Juliana Didone anuncia gravidez e enche o cofrinho; ela é só uma das atrizes que faturou com o anúncio    Foto: Reprodução / Instagram

A atriz Juliana Didone não faz mais parte do elenco de atores da Globo há bastante tempo. No ar em “Belaventura”, trama das sete da Record, Juliana contou que ainda é lembrada por sua personagem em “Malhação”.

“O público adorou, a novela fez muito sucesso. Adoro quando lembram, não tem como achar ruim. A personagem era uma mocinha filantrópica, passava uma mensagem de humanidade. Marcou mesmo a galera que assistia”, contou ela para a jornalista Carla Bittencourt.

Juliana ainda contou que tem aproveitado e muito as aulas de arco e flecha que precisou fazer para a sua personagem Bione na novela da Record.

“Foi muito legal. Para acertar o alvo, precisa de equilíbrio, firmeza e concentração. Isso foi bom até para usar na vida!“, contou.


Fonte: Com informações do TV o Foco

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Para conscientizar e incentivar que mulheres façam o exame preventivo ao câncer de mama, e em apoio à campanha Outubro Rosa, o Aeroporto de Teresina/Senador Petrônio Portella (PI) realiza seu “Dia D” nesta sexta-feira (20/10).

O evento, uma manhã dedicada aos cuidados e autoestima feminina, é fruto de parceria da Infraero com a Azul Linhas Aéreas e com a perfumaria O Boticário. Quem passar pelo terminal nesse dia poderá participar de um workshop de maquiagem, que acontece no auditório entre 8h30 e 10h. Na sequência, a partir das 10h, usuários do aeroporto também poderão conferir, no saguão do terminal de passageiros, uma apresentação do tradicional Balé de Teresina. Todas as ações serão realizadas como forma de alerta e conscientização na prevenção ao câncer de mama.

Além disso, no dia 25, passageiros e usuários do terminal poderão conferir a palestra com a enfermeira Thais Portella, que fará demonstrações práticas de como fazer o autoexame para detecção do câncer de mama, identificando os primeiros sintomas e abordando as providências que devem ser tomadas para iniciar o tratamento. A iniciativa acontece às 10h30, no auditório do aeroporto.

E as ações não param por aí. A torre de controle do terminal recebeu iluminação rosa e a recepção da administração do aeroporto está decorada com motivos cor de rosa durante todo o mês. E todas as sextas-feiras de outubro, os funcionários do aeroporto vestem-se de rosa para ajudar a divulgação da ação. Segundo o superintendente Marco Aurélio Zenni, o intuito é alertar todos os que passarem pelo terminal durante este mês. “Vamos participar e apoiar atividades de conscientização e prevenção do câncer de mama. É fundamental levar a conscientização sobre os fatores de risco deste câncer”

Sobre o Outubro Rosa
O Outubro Rosa, criado nos Estados Unidos em 1997, busca divulgar a importância da prevenção do câncer de mama e atualmente conta com a participação da população, empresas e entidades de diversos países. Um dos símbolos da campanha é a iluminação, na cor rosa, de monumentos e edifícios.


Fonte: Com informações da assessoria
Aos 43 anos de idade · 28/09/2017 - 17h41 | Última atualização em 28/09/2017 - 17h45

Advogada é estuprada após marcar encontro no Tinder


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A advogada de direitos sexuais e reprodutivos da mulheres, Ana Lucia Keunecke, 43 anos, foi vítima de estupro após marcar encontro pelo Tinder, que é um aplicativo de relacionamentos usado para conhecer novas pessoas.

A vítima deu o depoimento do caso para a Revista Marie Claire e conta que esta é a terceira vez que ela é estuprada: a primeira na infância aos 8 anos, aos 23 anos e com 43 anos. Em seu depoimento Ana conta que a última vez foi a pior, pois como advogada sabe os seus direitos.

A advogada começou a usar o aplicativo após separação do ex-marido com quem esteve casada por 19 anos. Após várias semanas utilizando o Tinder conheceu um homem no qual se identificou e resolveu marcar um encontro em sua casa. Apesar de ter tido cautela com a identificação do homem e pedir números dos seus documentos pessoais, Ana não atentou-se em verifica-los. Os documentos enviados eram falsos.

No dia do encontro o casal conversou, fez sexo e tudo parecia correr bem. No meio da noite, com postura totalmente diferente, o agressor com violência a forçou a fazer sexo anal e vaginal sem preservativo. Ao final foi embora e deletou seu perfil do aplicativo. Machucada e sangrando a advogada foi até o hospital e fez todo o procedimento para vítimas de violência sexual.

A vítima decidiu não registrar o B.O. devido o agressor a conhecer e saber o seu endereço residencial. Além disso já sabe como funciona todo o procedimento jurídico e relata que a justiça no país é patriarcal.

Confira o depoimento da advogada Ana Lucia Keunecke à Revista Marie Claire AQUI.


Fonte: Com informações da Revista Marie Claire
Projeto de Lei de Regina · 06/09/2017 - 00h07

MP que muda regras para certidão de nascimento vai à sanção


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  Foto: Gil Ferreira/Agência CNJ

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou a Medida Provisória 776/2017, que muda a Lei de Registros Públicos (6.015/1973) para permitir que a certidão de nascimento indique como naturalidade do filho o município de residência da mãe na data do nascimento, se localizado no País. Atualmente, a lei prevê apenas o registro de onde ocorreu o parto como naturalidade da criança.

O texto aprovado, que segue para a sanção presidencial, é um projeto de lei de conversão, da senadora Regina Souza (PT-PI), e inclui duas emendas apresentadas pelos senadores. A proposta foi aprovada no Senado no dia 23 de agosto e retornou à análise dos deputados.

Uma das emendas prevê que os cartórios poderão prestar, mediante convênio, outros serviços remunerados à população em credenciamento ou em matrícula com órgãos públicos e entidades interessadas. A outra mantém no atual texto da Lei de Registros Públicos dispositivo que torna obrigatório o registro de nascimento de criança de menos de 1 ano mesmo diante de óbito.


Fonte: Agência Senado

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Acontece no dia 5 de setembro, no espaço Celebração Eventos, o evento Viva Mulher.

Uma noite de palestras voltada para a mulher moderna, que vai discutir sobre bem estar, autoestima e empoderamento.

Irão palestrar a jornalista Vivi Oliveira, com o tema "Ser Feliz: a missão da mulher do futuro"; Izabel Lins, com "A volta por cima"; e Márcia Leal, falando sobre "Mulher Salto 15: Faça ele correr atrás de você".

Os ingressos podem ser comprados, pelo valor de R$ 50, na Ferni do Teresina Shopping e no salão Fran Cabelos, na Avenida Higino Cunha.

Taxa de assassinatos subiu · 16/07/2017 - 12h15 | Última atualização em 16/07/2017 - 12h24

'Piores estados' para ser mulher no Brasil: Piauí está em 23º no ranking


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O site de Exame divulgou neste domingo (16/07) dados de 2015, de levantamento pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), sobre a violência contra as mulheres.

No ranking dos estados mais violentos, o Piauí aparece em 23º lugar, com taxa de morte de 4,1 para cada grupo de 100 mil mulheres.

Aparece à frente de Minas Gerais, Distrito Federal, Santa Catarina e São Paulo. Mas registrou aumento de 62% na variação da taxa de assassinato de mulheres.

"No geral, a proporção de mulheres assassinadas tem crescido nos últimos anos. Segundo o estudo, a taxa de homicídios entre mulheres saltou 7,5% entre 2005 e 2015. Por outro lado, em alguns estados, houve melhora na variação da taxa de violência: São Paulo teve uma redução de 35% nesse período", traz Exame.


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No entanto, a presença de mulheres em cargos de liderança ainda é baixa: 79% dos principais líderes empresariais do mundo todo são homens

De acordo com o Relatório Global Gender Diversity 2016, elaborado pela Hays, as empresas com maior diversidade de gênero não apenas são mais rentáveis como contratam e retêm mais os melhores profissionais. No entanto, as mulheres ainda têm menor presença no local de trabalho, recebem salários mais baixos e ocupam menos cargos de responsabilidade que os homens.

O estudo revela que, embora a maioria das mulheres seja ambiciosa para progredir na carreira, 47% delas sentem que não têm a oportunidade de fazê-lo. Entretanto, foi revelado que a presença de mulheres em cargos altos, além de ajudar a aumentar a percepção feminina de sobre oportunidades de carreira, também aumenta a percepção delas sobre igualdade salarial.

Igualdade salarial para quem?

Em termos de salário, falamos há pouco tempo sobre as grandes diferenças, mas parece que os números não são o suficiente para tornar o mundo consciente dessa discriminação. Tanto é assim que, como mostrado na pesquisa, na Espanha, 72% dos homens acham que existe igualdade salarial entre os sexos, em comparação com 42% das mulheres que pensam o mesmo.

Que a existência de políticas de igualdade de gênero tem um impacto positivo sobre homens e mulheres, é um fato. Elas ajudam a aumentar a positividade em três aspectos fundamentais: a autopromoção de funcionários, percepção da igualdade salarial e oportunidades de carreira. Portanto, é necessário que as entidades se mobilizem em busca de uma política de empresa mais igualitária.

Um problema global · 14/07/2017 - 09h55 | Última atualização em 15/07/2017 - 11h30

Diferenças entre homens e mulheres no trabalho: por que elas ainda existem?


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Entre 142 países no ranking de igualdade de salários por gênero, o Brasil ocupa a posição 124

A desigualdade entre homens e mulheres no trabalho é um problema global, e, apesar de sua diminuição ter de fato ocorrido na última década, a progressão é lenta e irregular. Um estudo feito pelo Fórum Econômico Mundial mostrou que essa questão provavelmente só será resolvida no ano de 2095.

Entre 142 países no ranking de igualdade de salários por gênero, o Brasil ocupa a posição 124. Já entre os 22 países das Américas, nosso país aparece em 21º lugar, à frente apenas do Chile, e atrás de países como Bolívia, Honduras e Panamá.

A jornalista Mariana* foi contratada juntamente a outros colegas, todos homens, para exercer a mesma função que os demais – no mesmo departamento e com o mesmo cargo. Ainda assim, seu salário é inferior. “No papel, eu tenho outra função e recebo bem menos do que os outros colegas, homens, que estão no cargo correto e têm um salário maior”, diz.

Além disso, é constantemente cobrada sobre sua aparência. “Os superiores já reclamaram do meu cabelo, da minha maquiagem, das minhas roupas. Sugeriram até que eu usasse lentes de contato no lugar dos óculos. Nunca vi homens recebendo o mesmo tipo de cobrança”, conta ela.

Como o ranking do Fórum Econômico Mundial mostrou, situações como a de Mariana* são comuns nas empresas do mundo todo. A questão é...

Por que os homens ainda recebem mais do que as mulheres, mesmo quando exercem os mesmos cargos?

Para Allan Lopes, responsável pela área de Recursos Humanos da Soar Desenvolvimento Humano, isso ainda ocorre por conta de três possíveis cenários. O primeiro é o de que a empresa não possui um processo de cargos e salários definido, ou tem uma gestão imatura. Desta forma, o salário de cada colaborador é decidido no momento da contratação, e não há regra coerente que garanta a equiparação dos salários de profissionais que exerçam o mesmo cargo.

A segunda hipótese é devida ao contexto histórico de o homem possuir o papel de provedor. Apesar de nossa sociedade ter evoluído sobre o conceito de que o homem saía de casa para buscar o sustento para sua família enquanto a mulher cuidava da moradia e dos filhos, é comum pessoas e empresas ficarem presas a antigos conceitos.

Por fim, quando as mulheres se tornam mães, é comum que, além da licença maternidade, muitas optem por se dedicar ao filhos por um tempo. E, ao avaliar um currículo, o recrutador às vezes não entende que esse afastamento aconteceu por conta da maternidade. Os avaliadores tendem a pensar que, se um candidato ficou fora do mercado de trabalho por um longo período, isso significa que se desatualizou, e, portanto, seu salário pode ser menor.

Já Eline Kullock, especialista em Recursos Humanos e sócia da Stanton Chase International, empresa especializada em executive search, afirma que o motivo é pura e simplesmente o machismo enraizado na sociedade. “Não há outro motivo. Já houve muitas mudanças, mas elas ocorrem aos poucos. Não se muda uma cultura arraigada em um estalar de dedos. É necessário fazer este movimento (de igualdade dentro das empresas) sempre, para que a cultura de que os gêneros devem ser considerados da mesma forma se torne vigente e normal”, afirma.

Cargos de liderança

Apesar de os cargos de liderança ocupados por mulheres terem aumentado neste ano, uma média geral aponta que apenas 19% são preenchidos por elas. A questão cultural ainda prevalece, principalmente quando falamos de empresas imaturas, que possuem gestão fraca e cultura de diversidade inexistente.

Muitas empresas ainda precisam entender corretamente o conceito de liderança e perceber que apenas as competências definem o potencial de um profissional para os cargos estratégicos, independente de gêneros. Segundo Allan, as mulheres que buscam cargos de liderança também devem se preparar para essas posições, obtendo uma formação acadêmica interdisciplinar e alcançando altos níveis de excelência nas funções que executam – o que, aparentemente, já acontece. Segundo dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o número de mulheres que ingressam no ensino superior é maior do que o de homens. Em 2013, aproximadamente 6 milhões de matrículas foram feitas. Destas, 3,4 milhões foram de mulheres, contra 2,7 milhões de homens. Na hora de concluir os estudos, 491 mil alunas formaram-se, frente aos 338 mil homens que terminaram seus cursos.

Como as empresas estão agindo

Atualmente, há empresas com metas de número de mulheres em cargo de chefia ou no comitê de diretores, o que se denominou “diversidade”, e abrange também os gays. Grandes organizações já perceberam o poder de adotar programas de diversidade para minimizar os impactos culturais e favorecer um ambiente onde todos possam desenvolver seu trabalho da mesma forma.

A empresa multinacional de tecnologia Oracle, por exemplo, possui um programa de desenvolvimento chamado Oracle Women's Leadership (Liderança de Mulheres da Oracle, em tradução livre), que suporta e incentiva o crescimento das lideranças femininas dentro da empresa. A Accenture, empresa global de consultoria de gestão, tecnologia da informação e outsourcing, lançou neste ano uma iniciativa chamada AWAKE, que visa promover oportunidades iguais e debater opções para uma sociedade mais justa, principalmente destacando o protagonismo da mulher.

“Podemos perceber que muitas empresas já estão no caminho certo para essa mudança positiva. Porém, acredito que as empresas pequenas precisam migrar suas culturas rapidamente para conseguirem sobreviver”, diz Allan. Segundo ele, desenvolver um ambiente e que a diversidade é respeitada é o primeiro passo para um crescimento sustentável. E algumas soluções mais simples para estas empresas podem estar em palestras de conscientização, treinamentos sobre o tema e adequação em sua estrutura e gestão para igualar as relações de trabalho com urgência.

Homens x Mulheres: as diferenças realmente existem?

Desde crianças, ouvimos que homens e mulheres são diferentes. Hoje, boa parte do mito já se desfez, mas não completamente. Eline, por exemplo, afirma que, pelas próprias características masculinas e femininas há, sim, diferenças na forma de agir. Segundo ela, a mulher foi mais acostumada, nas épocas passadas, a permanecer na tribo e interagir – enquanto o homem saía para caçar.

Nosso cérebro é mais preparado para conversar com outras pessoas, perceber emoções, lidar com o grupo, ter a atenção distribuída, enquanto o homem foi treinado por séculos para ter uma visão espacial aprimorada (precisava se mexer na selva, jogar sua arma enquanto a presa se movia), a ter sua atenção focada, a decidir. “Logo, suas habilidades serão diferentes na hora do trabalho. Claro que nem todos são assim, mas há uma tendência a que sejam mais dessa forma”, diz.

Já Allan não acredita nessa teoria. Para ele, cada pessoa cria afinidades com determinadas habilidades ou competências ao longo da vida, porém, nada impede que novas aptidões sejam desenvolvidas no curso de sua jornada profissional. Ele conta que já atendeu e viu inúmeros casos de pessoas que, em busca de um objetivo, aprenderam novas formas de trabalhar, se capacitaram e hoje executam suas novas funções com maestria.

Por isso, é importante que as empresas tenham uma cultura de diversidade que ofereça condições iguais a todos. Desta forma, garantem que terão sempre os melhores talentos se desenvolvendo, no melhor ambiente possível.


Fonte: Com informações do Tão Feminino
Pesquisa realizada nos EUA · 13/07/2017 - 17h38

Você não está estragando seu filho: ciência desmente mito antigo


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De acordo um estudo do Departamento de Psicologia da Universidade de Notre Dame, quanto mais cedo as crianças recebem conforto e carinho, melhor. Tudo o que os pais fazem nos primeiros meses e anos afeta realmente a forma como o cérebro do bebê vai crescer o resto das suas vidas. Por isso, muito colo, toque e embalo, é tudo que as crianças pequenas precisam.

Mito: colo pode deixar filho mal-acostumado?

Quando seus filhos são pequenos, os pais são obrigados a ouvir todo tipo de recomendação. É que todo mundo tem uma opinião ou conselho para dar na educação dos pequenos e é comum que digam que vocês estão estragando a criança oferecendo muito afago, colo ou carinho.

Porém, a pesquisa comprovou exatamente o que muitos pais erroneamente temiam: que é impossível "estragar" seus filhos com afagos. Deixá-los chorar pode, na verdade, piorar o seu desenvolvimento. As crianças que são embaladas no colo durante a primeira infância se tornam adultas mais empáticas, saudáveis, produtivas e gentis, além de menos deprimidas.

Segundo a pesquisadora Darcia Narvaez, as crianças crescem melhor assim. E, se você as mantêm calmas - porque todos os tipos de sistemas cognitivos estão se estabelecendo - tudo vai se desenvolver da maneira que tem que ser. Porém, se os pais as deixam chorar muito, esses sistemas vão ser facilmente desencadeados em estresse.


Fonte: Com informações da Vix

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A CLT garante a segurança da funcionária grávida por afirmar que é fundamental assegurar o conforto do bebê e permitir condições dignas de cuidados e saúde da criança. Além de uma série de direitos assegurados por lei, as mães gestantes têm estabilidade de emprego durante toda gravidez e de até cinco meses após o parto. Ou seja, não é permitido realizar demissão sem justa causa, no período da gestação e até cinco meses após o parto.

Período de estabilidade e demissão por justa causa
Na prática, a mulher não pode ser demitida por deliberação da empresa a partir do momento de sua gravidez, o que se chama período de estabilidade. A Consolidação das Leis Trabalhistas do Brasil, a CLT, define que a mulher grávida obtém a chamada estabilidade a partir do momento em que fica grávida, durando até cinco meses após o parto.

Essa previsão de tempo serve como uma medida protetiva para a criança, garantindo que ela não seja prejudicada (através da demissão da mãe) já no momento em que nasce, tornando suas condições de vida e oportunidades mais restritas.

Também é importante esclarecer que período de estabilidade começa a valer a partir do momento da gravidez, e não a partir do momento da descoberta e anúncio da gravidez ou do diagnóstico médico. Este é um fator importante, pois há decisões que obrigam que as demissões sejam canceladas, em casos em que se descobre que a mulher já estava grávida antes do momento da demissão.

Mesmo tendo segurança, mulheres grávidas podem ser demitidas por justa causa. O caso mais frequente de infração ao artigo 482 da Consolidação das Leis Trabalhistas é a falta injustificada, com a alegação de que por estar grávida não pode comparecer ao trabalho. Toda vez que necessária a ausência, a gestante deverá comprovar por meio de atestado médico tal impossibilidade.

Pesquisa feita na Bélgica · 11/07/2017 - 11h20

Ciência prova que cuidar dos filhos cansa mais do que trabalhar


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Ajudar na lição de casa, administrar as atividades extracurriculares, preparar a lancheira... criar um filho não é uma tarefa fácil mas, por amor aos pequenos, muitos pais acabam descobrindo habilidades que nem imaginavam que possuíam.

Entretanto, de um modo geral, ser mamãe ou papai em tempo integral ainda não é reconhecido pela sociedade como uma atividade complexa que, assim como outros trabalhos exercidos fora de casa, exige muita dedicação. Quem assume esta responsabilidade ainda ouve questionamentos do tipo: “Por que está cansado? Você não trabalha, só cuida das crianças!”.

Cuidar dos filhos cansa mais do que trabalhar:

Rebatendo esse questionamento, um estudo da Universidade Católica de Lovaina, na Bélgica, apontou que cuidar dos filhos cansa mais do que trabalhar. Nesta pesquisa, 2.000 pais foram ouvidos, e 1 a cada 10 deles afirmaram que cuidar dos filhos compromete a saúde emocional e física.

Os resultados apontaram que 13% dos participantes possuíam altos níveis de exaustão, abatimento e sentimento de incompetência, alguns dos sintomas que caracterizam burnout parental. Os índices variam de 11,6% para os papais e de 12,9% para as mamães.

O que é burnout parental
Burnout parental é uma ramificação da síndrome de burnout, distúrbio psíquico causado pela sobrecarga e estresse extremo, geralmente no trabalho, e neste caso, o de cuidar das crianças. As causas exatas do problema ainda não são conhecidas, mas sabe-se que ele está ligado à sobrecarga cognitiva.

“Se você trabalhar além do limite da sua capacidade por muito tempo, há esgotamento nervoso e, consequentemente, burnout”, afirma o psiquiatra Fernando Portel, da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP).

A cantora Wanessa revelou ter síndrome do burnout. Mãe de José Marcus e João Francisco e com uma intensa agenda de shows por todo o país, ela contou que a síndrome apareceu depois do nascimento do seu segundo filho.

"Tenho bastante esgotamento físico. Isso aconteceu muito quando virei mãe de dois. Tenho que conciliar o trabalho com a vida de casa e a social de alguma forma. Sou aquela que, quando tem esgotamento, chora", disse no programa.


Fonte: Com informações da Vix
Adotar atitudes na rotina · 10/07/2017 - 15h15

Seis maneiras de melhorar a aparência da pele sem usar maquiagem


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Por mais improvável que possa parecer - e muitas blogueiras hão de negar até morrer - é possível melhorar sua aparência e visual sem recorrer ao uso de maquiagem. Principalmente, se você adotar algumas atitudes como parte da sua rotina habitual de beleza, sua fisionomia vai estar sempre fresca e bela, pronta para qualquer ocasião.

Hábitos para ter a pele linda sem maquiagem:

1. Remover as células mortas para revelar uma pele mais suave e luminosa. Mesmo que você já use um esfoliante físico (uma fórmula com grânulos que causam abrasão), adicionar um esfoliante químico à sua rotina vai fazer uma grande diferença na aparência da sua pele. Uma vez por semana (ou duas vezes, dependendo do quão sensível sua pele é), pule a aplicação do seu sérum ou hidratante de costume, e o substitua por um esfoliante químico ‘leave-on’.

Dê preferência aos que usam ingredientes como: o ácido glicólico, que esfolia a pele profundamente, livrando os poros da sujeira, oleosidade, bactérias e detritos que possam causar erupções; e a água de rosas, que ajuda a acalmar a pele enquanto o esfoliante faz o seu trabalho. Apenas lembre-se de aplicar protetor solar imediatamente após, uma vez que vai deixar sua pele mais sensível aos raios de sol.

2. Usar produtos com FPS diariamente. O sol provoca uma série de problemas como a ruptura de vasos sanguíneos que causam manchas marrons, de modo que sua pele precisa de protetor solar, mesmo que você não esteja indo para à praia. Na verdade, é essencial usar, pelo menos, uma fórmula com filtro de proteção solar FPS 50.

3. Passar mais tempo a dois. Ter mais sexo com seu parceiro aumenta os hormônios do crescimento, que reforçam a infraestrutura da sua pele e ajudam a fortalecê-la, minimizando linhas finas e rugas, e deixando-a com um frescor invejável. Durante o sexo, a oxitocina também é liberada, que contraria o hormônio do estresse cortisol, que degrada o colágeno e resseca a pele, fazendo as linhas finas e rugas mais proeminentes.

4. Se manter ativa. Trabalhar fora ajuda a manter a calma e equilibra os efeitos do envelhecimento do cortisol. O hábito também também combate o aparecimento de doenças relacionadas com a idade, aumenta a sua capacidade pulmonar, aumenta a circulação para fornecer nutrientes para a pele, e diminui a inflamação graças às betaendorfinas, que o seu corpo produz quando você trabalha fora.

5. Comer bem para ter uma pele melhor. Isso não quer dizer que precisa desistir de sua comida favorita, mas uma dieta bem equilibrada e preenchida com proteína magra (por exemplo, produtos de baixo teor de gordura, como produtos lácteos, carne branca, ovos, e carne magra) deve manter o seu humor estável, e atenuar os níveis de estresse, levando o benefício para sua pele estar melhor do que nunca. A proteína é como o tijolo de construção para determinadas enzimas e hormônios, incluindo aqueles que ajudam a pele a brilhar.

6. Praticar a respiração profunda. A respiração profunda (inalar pelo nariz, permitindo que a sua barriga encha completamente, e expirar pela boca lentamente), mesmo por apenas alguns minutos, pode reduzir os níveis de estresse e combater o envelhecimento. Se a respiração profunda não é para você, ver o seu melhor amigo pessoalmente, em vez de enviar mensagens de texto, ou até mesmo acariciar o seu amigo de quatro pet pode ter o mesmo efeito calmante.


Fonte: Com informações da Vix

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Qual é seu tipo de TPM? Se você não sabe responder à pergunta ou mesmo acha o questionamento estranho, saiba que não está só. Poucas mulheres estão cientes de que a tensão pré-menstrual possui 5 diferentes categorias.

Estima-se que mais de 200 sintomas diferentes podem estar relacionados à TPM e, justamente por causa de tamanha complexidade, a condição foi separada por tipos, sendo cada um deles caracterizado por determinados grupos de sintomas.

Como identificar tipo de TPM

A TPM tipo A tem a ansiedade como o seu principal sintoma. A do tipo C, por provocar compulsão no período por alimentos doces, calóricos e gordurosos, é a considerada a tensão pré-menstrual inimiga da dieta.

Mulheres que ficam deprimidas durante a TPM provavelmente são as vítimas do tipo D, mas a mais comum costuma ser a TPM tipo H, que tem como característica principal a retenção de líquido e inchaço em determinadas partes do corpo.

A TPM tipo H se diferencia das demais, portanto, por apresentar apenas sintomas físicos, sem afetar diretamente o humor e as emoções. A mais grave, porém, é a do tipo O, que, além de acumular todos os outros sintomas do período, ainda é acompanhada por manifestações atípicas, como cólicas e enjoos.


Fonte: Com informações da Vix

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Você já se sentiu mais atraente e desejado ao vestir uma roupa vermelha? Você não é o único, a ciência está comprovando essa sensação: um estudo divulgado pelo Jornal Europeu de Psicologia Social lança uma luz sobre o chamado "efeito vermelho".

Cor vermelha deixa pessoas mais autoconfiantes

Chefiada por Anne Berthold, do departamento de psicologia social da Universidade de Zurique, na Suíça, a pesquisa teve como objetivo estudar o efeito da cor vermelha na percepção da autoestima sexual - aquela sensação gostosa quando você se sente especialmente sedutor.

Eles testaram essa hipótese dividindo pessoas em grupos que usavam azul e outro com a cor vermelha e descobriram que os indivíduos do segundo grupo comparativamente se sentiram mais desejados.

"Os resultados mostraram que o 'efeito vermelho' foi mediado pela receptividade sexual e estado de autopercepção que os indivíduos", concluiu o estudo. Trocando em miúdos, isso significa que, de fato, as pessoas se sentes mais sexy vestidos com essa cor atraente.

Não é à toa, afinal, o tom remete remete especialmente à paixão, ao amor e até ao sexo


Fonte: Com informações do Vix
1 em 4 gestações viram aborto · 04/07/2017 - 12h43

Aborto espontâneo: repouso remunerado é um direito necessário a mulher


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Estima-se que 1 em 4 gestações acabem em aborto espontâneo. Na interrupção involuntária da gravidez antes da 20º semana de gestação, o chamado aborto espontâneo, o sangramento vaginal é o sintoma mais comum de ameaça. Mesmo que nem todo sangramento seja sua causa, a maioria dos abortos espontâneos (75% a 80%) ocorre nas primeiras 12 semanas de gravidez. Porém, muitos casos não são notificados, nem mesmo percebidos, pois ocorrem bem no comecinho.

Aborto espontâneo: respeito pelo afastamento e luto
O que mais se ouve quando alguém perde a gestação ainda muito no comecinho é: “mas ainda nem era um bebê formado”. Em um desabafo emocionante de uma mãe que perdeu a gravidez publicado no site do The Huffington Post Brasil, ela escreveu: “As pessoas fingem que se importam com fetos. Quando temos aborto espontâneo vemos que não”.

No entanto, o direito à mulher que sofreu aborto é garantido. Quando comprovado o aborto espontâneo (não intencional), a mulher ganha repouso remunerado de duas semanas. Não importa o tempo de gestação.

Caso não haja nenhum complicação, o processo de abortamento pode levar de uma a quatro semanas para se completar naturalmente. Contudo, ele acaba afetando muito o emocional da mulher e, novamente, em qualquer estágio da gestação - mesmo que muito no início. Geralmente, a recuperação leva de horas a alguns dias e a menstruação deve voltar em quatro ou seis semanas.

De toda forma, o aborto espontâneo é uma experiência muito emotiva e traumática tanto para mãe quanto para família. É normal que tenham um sentimento de perda. Portanto, permita-se ficar de luto pelo bebê. As emoções sentidas após o aborto são normais e podem ser muito intensas.

Muitas mulheres sentem tristeza ou até mesmo raiva. Várias, inclusive, equivocadamente, colocam uma culpa em si mesmas ou nas pessoas e situações ao redor delas. A oscilação hormonal também é responsável por aumentar a intensidade das emoções, causando choro, falta de apetite e insônia. Por isso, é tão importante se afastar do trabalho por um tempo. Mais do que isso, é um direito.


Fonte: Com informações do blog Bolsa de Mulher

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As mães de crianças pequenas enfrentam numerosas decisões parentais difíceis, a começar pelas escolhas sobre os hábitos de alimentação e sono, disciplina, saúde e segurança. Algumas mães conseguem estabelecer alguma rede de suporte que oferece encorajamento durante os desafios de criar um bebê. Outras mães enfrentam a negatividade e precisam adivinhar sobre as melhores decisões a serem tomadas.

Familiares próximos são principais críticos
Uma pesquisa nacional realizada pelo C.S. Mott Children’s Hospital sobre a saúde da criança conseguiu estabelecer uma amostra norte-americana de mães de crianças de 0 a 5 anos sobre suas percepções sobre as críticas a respeito do sua postura frente à maternidade.

A maioria das mães diz ser criticada por suas escolhas mais frequentemente por sua própria família, seus sogros (31%) ou seus próprios pais (37%). Por outro lado, essas mesmas mães relatam serem menos criticadas por colegas e amigos (14%), outras mães que se encontram em público (12%), comentaristas em redes sociais (7%), provedor de cuidados de saúde de seus filhos (8%) ou babás (6%).

Cerca de 1 em cada 4 mães (23%) foram criticadas por três ou mais grupos.

No geral, 62% acreditam que as mães recebem muitos conselhos inúteis de outras pessoas, enquanto 56% acreditam que as mães são muito culpadas e quase não recebem crédito pelo comportamento de seus filhos.