Compartilhar Tweet 1



De imediato, já estão liberadas 14 mil vagas; Iniciativa faz parte do programa Novos Caminhos, lançado no ano passado

Estudar sem sair de casa. Com essa proposta, o Ministério da Educação (MEC) oferta gratuitamente, em conjunto com instituições públicas de ensino do país, 31,7 mil vagas em cursos de ensino a distância (EaD) de qualificação profissional e técnicos. De forma imediata, são 14 mil vagas. O restante poderá ser acessado nas próximas semanas.

A iniciativa faz parte do programa Novas Caminhos, que estimula o empreendedorismo e o ensino profissional e tecnológico no país. Até 2021, serão, ao todo, 78 mil vagas de diferentes cursos, nas modalidades presencial e a distância.

O MEC reuniu em no portal do programa todas as oportunidades.A busca é simples, basta acessar portal.mec.gov.br/novoscaminhos, indicar estado, município, modalidade EaD e nível de escolaridade. As instituições cadastradas e com cursos já disponíveis vão aparecer na sua tela. 14 mil vagas já disponíveis na plataforma.

Esse tipo de ensino remoto é fundamental em meio à pandemia do coronavírus, em que o participante pode optar pelo estudo em casa e obter um certificado para a carreira. A plataforma reúne cursos técnicos em Administração, Logística, Meio Ambiente e por exemplo.

Em média, a carga horária é de 800 horas. Já para os cursos de qualificação, como Programação e Ferramentas de Gestão, a duração é de 160 horas. O sistema também apresenta os sites das instituições que vão ofertar os cursos, além de informações como período de matrículas, cronograma, entre outros.


Fonte: Ministério da Educação
Comentar

Compartilhar Tweet 1



O Ministério da Educação (MEC) alterou os prazos do calendário para ingresso de processos regulatórios no sistema eletrônico e-MEC por conta da pandemia do novo coronavírus. A plataforma é importante para manter o funcionamento regular das instituições privadas de educação superior, que devem acessá-la e ficar em dia.

De acordo com a Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres) do MEC, a alteração possui como objetivo atender as necessidades coletivas, observando, assim, o princípio da razoabilidade.

O prazo para reconhecimento de cursos presenciais e a distância deverá ser protocolado no e-MEC até 30 de abril para o primeiro semestre e de 1º a 30 de agosto para reconhecimentos do segundo semestre. As datas são as mesmas para os processos de recredenciamento.

Autorizações de cursos em processo não vinculado ao credenciamento das instituições de ensino superior devem ser feitos de 1º a 30 de maio para o primeiro semestre e de 1º a 30 de setembro para o segundo semestre de 2020.

Confira as demais datas na portaria publicada pela Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres) no DOU.

e-MEC - O e-MEC foi criado para fazer a tramitação eletrônica dos processos de regulamentação. Pela internet, as instituições de educação superior fazem o credenciamento e o recredenciamento, buscam autorização, reconhecimento e renovação de reconhecimento de cursos. 

Em funcionamento desde janeiro de 2007, o sistema permite a abertura e o acompanhamento dos processos pelas instituições de forma simplificada e transparente.


Fonte: Ministério da Educação
Comentar
Mudanças bruscas nas rotinas · 29/03/2020 - 12h16 | Última atualização em 29/03/2020 - 12h24

Em país desigual, aulas suspensas têm impactos diferentes nas famílias


Compartilhar Tweet 1



As medidas de isolamento social impostas em todo o Brasil obrigaram mudanças bruscas nas rotinas das famílias, especialmente daquelas com filhos em idade escolar. Em alguns estados, as férias de julho foram adiantadas. Em outros, as aulas presenciais foram suspensas, mas as escolas podem oferecer aulas online. Só que a situação incomum exacerba ainda mais as desigualdades brasileiras.

Enquanto algumas famílias se surpreendem com todos os recursos que o ambiente virtual oferece, outras não têm sequer computador em casa e se preocupam com a alimentação dos filhos, agora que muitos não contam com a merenda escolar.

É o caso da diarista Alessandra Santos, mãe de uma criança de oito anos que estuda no colégio federal Pedro II, no Rio de Janeiro e, de um adolescente de 15, aluno da escola estadual Amaro Cavalcanti. Os dois estão de férias, e passam os dias dentro de casa com o pai desempregado e a mãe sem renda, já que não está sendo chamada para fazer faxinas. De acordo com Alessandra, a família está contando com ajuda de familiares e aguarda o auxílio de até R$ 1,2 mil aprovado pela Câmara.

“A gente vai revezando. Um dia a gente come um frango, outro dia eu faço um ovo mexido, cozinho um ovo com legumes. Para as coisas durarem, porque eu não sei o que eu vou fazer com todo mundo em casa e tendo que ter todas as refeições, café da manhã, almoço, lanche e janta. Eu estou me virando aqui para não acabar as coisas rápido”.

Ela diz que seria difícil e caro para os filhos saírem de Ramos, bairro da zona norte do Rio de Janeiro, e irem até São Cristóvão, onde fica o colégio Pedro II, ou ao Largo do Machado,  onde está o Amaro Cavalcante, apenas para comer a merenda escolar, que continua sendo oferecida.

Sem computador em casa e dividindo internet com uma vizinha, Alessandra não sabe como vai fazer para o filho mais velho frequentar as aulas online, que devem começar em toda a rede estadual do Rio na semana que vem.

“Nada melhor do que aula presencial. As crianças vão estar interagindo com outros amigos, tirando dúvida diretamente com o professor. Na minha humilde opinião, eu acho que esse negócio de aula online não vai fazer 100% legal, mas se for o caso de ficar 3 meses sem aula, vai fazer o quê? Melhor ter essa aula”.

A situação é bem diferente na casa da juíza federal Kátia Balbino, residente em Brasília. A filha, de 11 anos, estuda em uma escola particular que já utilizava o ambiente virtual para realizar tarefas com os alunos, e conseguiu adaptar o sistema para oferecer todas as aulas apenas um dia depois que o fechamento das escolas foi decretado.

“As crianças estavam totalmente preparadas para esse mundo digital. Eles tinham as plataformas nas quais eles já trabalhavam com os professores. As crianças todas já tinham seus equipamentos adaptados com as plataformas, e as crianças estavam acostumadas a fazer deveres online e submeter os deveres nos programas que eles têm. No dia seguinte, às 7h45, as crianças já estavam online com o professor dando aula. E eles ficam ocupados mesmo, três aulas por dia, que seria o horário que eles estariam na escola”.

Mas, mesmo entre as famílias com renda mais alta, não há consenso. A advogada e professora universitária Susana Spencer, que tem dois filhos matriculados em outra escola particular da capital federal, conta que o colégio está mantendo atividades online, mas ainda com algumas dificuldades.  Para que eles não fiquem sem rotina, ela elaborou um quadro de atividades com tempo de estudos, lazer e tarefas domésticas. Mesmo assim, ela prefere não os preocupar demais com o futuro escolar, já que ainda há muita incerteza sobre o que vai acontecer em meio a pandemia.

“Na escola dos meus filhos e nas instituições de ensino que eu tenho observado, as diretrizes passadas pelas coordenações acabam se atropelando ou sendo contraditórias, pois não temos perspectiva de quanto tempo vamos ficar nesse confinamento dentro de casa. Então tem hora que fala o seguinte: vamos passar atividades acadêmicas para os alunos realizarem em casa. Depois fala que vai ter videoaula. Como não temos diretriz para essa situação de calamidade, está havendo desencontro”.

No Brasil, há suspensão de aulas em todos os estados. Em todo o mundo, de acordo com a Unesco, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, 156 países fecharam escolas e universidades. 1,4 bilhão de crianças e jovens, o que corresponde a 82,5% de todos os estudantes no mundo, foram afetados.


Fonte: Radioagência Nacional
Comentar
Das atividades laborais · 25/03/2020 - 11h52

Solicitação para afastamento de pós vai até dia 31 de março


Compartilhar Tweet 1



O processo de solicitação de liberação para afastamento das atividades laborais, para participação em cursos de pós-graduação stricto sensu, se encerra dia 31 março. O benefício é concedido aos profissionais da educação básica integrantes do quadro efetivo da Rede Pública Estadual de Ensino.

A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) informa que, para solicitar o afastamento, os servidores devem ser titulares de cargo efetivo da rede, sendo vedada a participação aos servidores que estejam em exercício de função gratificada, à disposição, cedidos ou permutados para outros órgãos.

Servidor em estágio probatório também poderá solicitar o afastamento, porém sem direito à remuneração de seu cargo. Durante o período do afastamento, ficará suspensa a contagem do tempo do estágio probatório, voltando a ser contabilizado quando do retorno do servidor ao exercício de suas atividades laborais.

Para requerer o afastamento referente ao ano de 2020, o requerente deve acessar o site www.seduc.pi.gov.br/concursos/, preencher a ficha de inscrição on-line e enviar a documentação listada no item 4 de acordo com o cronograma para o 1º semestre: 02 a 31 de março de 2020. Documentos tais como: comprovante de matrícula, histórico, outros informes, encaminhar ao email: afastamentosieaf@gmail.com 

Serão ofertadas 100 (cem) licenças para estudos de pós-graduação stricto sensu para o ano de 2020 aos servidores efetivos da rede pública estadual da educação básica do Piauí, lotados em setores ligados à Seduc, nas Gerências Regionais de Educação (GREs) e nas Unidades Escolares, a critério da administração.


Fonte: Seduc
Comentar

Compartilhar Tweet 1



A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) recebeu 564 projetos, de 302 instituições de ensino superior, na primeira etapa da seleção para os programas Residência Pedagógica e Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid). Com mais de 60 mil vagas para a formação de professores da educação básica, o processo seletivo entra na segunda fase.

Os programas oferecem 30.096 bolsas cada. Na etapa atual, técnicos da Capes e consultores temporários analisarão as propostas recebidas para selecionar 250 de cada programa. Os 500 projetos escolhidos devem ser divulgados a partir de 16 de abril e as atividades estão previstas para começar em junho deste ano. A duração será de até 18 meses.

Carlos Lenuzza, diretor de Educação Básica da Capes, destacou a relevância desses números. “É importante ressaltar a enorme participação nos editais, com instituições de todas as regiões do país. Esse número ecoa com o compromisso da Capes em apoiar a educação básica, em especial na formação de professores”, disse.

Confira a relação das instituições participantes nos links: Residência Pedagógica e PIBID.

Programa - O Residência Pedagógica é uma das ações da Capes que integra a Política Nacional de Formação de Professores, por meio da vivência prática dos formandos dentro da sala de aula, na segunda metade do curso de Licenciatura. Já o Pibid permite experiência semelhante aos alunos, mas, na primeira parte do curso.


Fonte: Ministério da Educação
Comentar
Serão selecionados · 23/03/2020 - 13h04 | Última atualização em 23/03/2020 - 13h09

MEC autoriza universitários da área de saúde a atuarem no enfrentamento ao coronavírus


Compartilhar Tweet 1



Estudantes universitários dos cursos de saúde estão autorizados pelo Ministério da Educação (MEC) a fazerem estágio em unidades de saúde. A iniciativa tem o objetivo de auxiliar no combate ao novo coronavírus. A medida foi publicada em portaria na edição extra do Diário Oficial da União (DOU) nesta sexta-feira, 20 de março.

Ao serem alocados em unidades básicas de saúde, unidades de pronto atendimento, rede hospitalar e comunidades, os estudantes passarão a integrar de forma auxiliar no enfrentamento da pandemia.

Dessa forma, os universitários que participarem desse esforço conjunto de contenção da Covid-19, deverão atuar exclusivamente nas áreas de clínica médica, pediatria, saúde coletiva e apoio às famílias, de acordo com as especificidades de cada curso.

A decisão vale para alunos de medicina que cursam os últimos dois anos da graduação e para alunos de enfermagem, farmácia e fisioterapia que estão no último ano do curso. A permissão é temporária enquanto durar a emergência em saúde pública.

A atuação dos alunos será supervisionada por profissionais registrados em seus conselhos e pela orientação docente realizada pela Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS). As instituições de ensino deverão usar a carga horária dedicada pelos alunos nas ações de enfrentamento como horas de estágio curricular obrigatório.

Essa atuação dos alunos será considerada de caráter relevante para o país e será considerada na pontuação para ingresso nos cursos de residência.Caberá ao Ministério da Saúde a seleção, a capacitação e a alocação dos alunos após articulação com os órgãos de saúde estadual, distrital e municipal.


Fonte: Ministério da Educação
Comentar
Nova portaria · 22/03/2020 - 16h07 | Última atualização em 22/03/2020 - 17h53

PMT suspende atividades administrativas nas escolas e restringe funcionamento da Semec


Compartilhar Tweet 1



Em razão dos riscos de transmissão do coronavírus e acompanhando as medidas emergenciais adotadas pela Prefeitura de Teresina em todas as áreas, a Secretaria Municipal de Educação (Semec) baixou uma nova portaria sobre o funcionamento das unidades de ensino da Rede Municipal e também da sede da Secretaria.

A partir desta segunda-feira (23), está suspenso o funcionamento administrativo nos Centros Municipais de Educação Infantil e nas escolas municipais de Ensino Fundamental, permanecendo no prédio somente o agente de portaria. Nas unidades de ensino que receberão a campanha de vacinação contra a influenza, a equipe gestora estará na escola em sistema de revezamento, garantindo o funcionamento durante a campanha.

Já nos prédios da Semec, está suspenso o atendimento ao público externo, com exceção dos agendamentos realizados pelo gabinete do secretário. As equipes administrativas cumprirão suas atividades também em sistema de revezamento, evitando aglomerações e circulação de pessoas nos prédios. Os prazos de processos também estão suspensos temporariamente.

De acordo com o secretário municipal de Educação Kleber Montezuma, as medidas são essenciais para o enfrentamento da emergência de saúde pública. “Precisamos reduzir as possibilidades de contágio do coronavírus e também manter, na medida do possível, as prestações de serviços públicos educacionais. Vamos continuar seguindo todas as orientações dos órgãos de saúde”, disse.


Fonte: Com informações da Semcom
Comentar
Serão 372 unidades escolares · 22/03/2020 - 10h12 | Última atualização em 22/03/2020 - 10h28

Piauí tem 100% das escolas estaduais inscritas na 16ª OBMEP


Compartilhar Tweet 1



O Piauí alcançou 100% de escolas da rede pública estadual de ensino inscritas na 16ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP). Na edição 2020, que tem como tema: música e matemática, serão 372 unidades escolares com alunos representantes na primeira fase da olimpíada.

Este ano, 350 mil estudantes da rede municipal e estadual de ensino foram inscritos representando um acréscimo de 15 mil participantes em relação à edição da OBMEP 2019, que contabilizou a participação de 335 mil estudantes. O número de alunos da rede privada será contabilizado na olimpíada somente no dia 26 de março.

Na média nacional, o Piauí está na primeira colocação com 90% das escolas inscritas, contabilizando a rede pública e privada. Já na média de alunos inscritos, o estado alcançou a terceira posição com 82% de participação em todas as redes de ensino.

A prova da 1ª fase ocorrerá em 26 de maio e podem participar escolas municipais, estaduais, federais e privadas, que atuem nos segmentos do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental e todo o Ensino Médio.

A Supervisora da OBMEP na Secretaria de Estado da Educação (Seduc), Lafayette Carvalho, explica como ocorreu o trabalho de sensibilização para participação na olimpíada.

“Este trabalho foi realizado por meio de ligações telefônicas e grupos de WhatAapp, mas houve mais intensidade no contato individualizado. Nosso foco maior é que todos os estudantes piauienses do Ensino Fundamental (anos finais) e Médio, independentemente da esfera, tenham a oportunidade de participar da OBMEP”, ressaltou Lafayette Carvalho.

O trabalho da coordenação da OBMEP no Piauí para garantir a participação de todos os municípios iniciou ainda em fevereiro, com a integração da Coordenação Regional da OBMEP do Piauí, gerentes do Ensino Fundamental, Médio e Tempo Integral e Unidade de Ensino e Aprendizagem da Seduc.

“Diariamente, os coordenadores me enviavam relatórios com as escolas ausentes de todo o Piauí, então partimos para um trabalho de escola a escola, tendo como parceria gerentes, coordenadores de ensino e técnicos de algumas regionais para ajudar na inscrição das escolas”, disse a supervisora da Seduc.


Fonte: Com informações da CCOM
Comentar

Compartilhar Tweet 1



Escolas públicas e privadas têm até esta sexta-feira, 20 de março, para informar dados dos alunos para o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O levantamento é fundamental para a consolidação do Censo Escolar 2019, coordenado pela autarquia vinculada ao Ministério da Educação (MEC).

As instituições, que já participaram da primeira etapa de coleta de dados, devem repassar ao Inep informações como a aprovação ou reprovação e abandono escolar dos estudantes, bem como a movimentação dos alunos, isto é, se foram transferidos, deixaram de frequentar a escola ou faleceram, por exemplo. Essa etapa da coleta de dados é chamada “Situação do Aluno”.

O envio das informações é importante para o cálculo das taxas de rendimento dos alunos e do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), um dos instrumentos utilizados para acompanhar o cumprimento das metas do Plano Nacional de Educação (PNE). Os dados, portanto, subsidiam a formulação de políticas públicas educacionais.

Para encaminhar as informações, o gestor responsável por cada escola deve acessar o Sistema Educacenso com a mesma senha utilizada na primeira fase do levantamento. Os dados devem considerar o relatado na primeira etapa da coleta do Censo Escolar em relação ao final do ano letivo de 2019.

A primeira etapa da coleta de dados é denominada “Matrícula Inicial”, em que são declaradas informações sobre escolas, gestores, turmas, alunos e profissionais escolares em sala de aula com base na realidade escolar do dia 29 de maio de 2019 (data de referência do Censo Escolar).

O Censo Escolar é o principal instrumento de coleta de informações da educação básica e o mais importante levantamento estatístico educacional brasileiro na área. O estudo é realizado em parceria com as secretarias estaduais e municipais de educação e com a participação de todas as escolas públicas e privadas do país. A pesquisa é indispensável para o acompanhamento da efetividade das políticas públicas.

Mapa da Coleta – Gestores e cidadãos que queiram acompanhar a coleta de dados para o Censo Escolar podem acessar o Mapa da Coleta. A ferramenta apresenta a quantidade de escolas e matrículas por estado, município e dependência administrativa. Os dados são atualizados diariamente em três painéis:

• Mapa das escolas: apresenta o número de escolas que realizaram o encerramento do Censo Escolar no Sistema Educacenso (escolas fechadas) e o total de escolas que realizaram o encerramento do ano escolar e reabriram o sistema para retificação das informações declaradas (escolas retificando).• Matrículas: apresenta o total e o percentual de matrículas com informação de rendimento ou movimento declarado por dependência administrativa, de acordo com o formato de declaração (migração e on-line).• Escolas: apresenta o número e o percentual de escolas que realizaram “admissão após” no Sistema Educacenso e de escolas que ainda não iniciaram o preenchimento da Situação do Aluno no Censo Escolar 2019.


Fonte: Ministério da Educação, com informações do Inep
Comentar

Compartilhar Tweet 1



A Fundação Getúlio Vargas (FGV) oferta mais de 50 cursos totalmente gratuitos na plataforma online para quem quiser acessar. A iniciativa é ajudar as pessoas que estão em casa de quarentena por conta da pandemia do coronavírus. As informações são do DOL.

Todos os cursos têm certificação ao final e, após ser aprovado, o próprio estudante emite o documento via web. Com a pandemia do COVID-19, a metodologia de ensino a distância se torna a única forma segura de continuar estudando, além de contar com toda a flexibilidade em relação ao tempo diário de estudo.

Abaixo estão listados os cursos, para acessar é só clicar no site:

1- Análise introdutória de crédito e risco de crédito

2- Apresentação do sistema tributário nacional

3- Aspectos mercadológicos na gestão de Preços: conceitos fundamentais

4- Bases conceituais dos modelos de gestão

5- BSC: introdução à criação e execução da estratégia

6- Cálculo financeiro básico para administração financeira

7- Como fazer investimentos 1

8- Como fazer investimentos 2

9- Como Gastar Conscientemente

10- Como organizar o orçamento familiar

11- Como planejar a aposentadoria

12- Conceitos básicos de matemática financeira

13- Contexto e Importância dos Recursos Humanos

14- Contratos: negociações preliminares

15- Definições e objetivos da gestão de projetos

16- Direito de Família

17- Direito e Esporte

18- Ética Empresarial

19- Ética Empresarial (espanhol)

20- Formação Docente para Professores de Direito

2- Fundamentos da Gestão de Custos

22- Fundamentos da Gestão de TI

23- Fundamentos das Relações Internacionais

24- Fundamentos de Administração Financeira

25- Fundamentos de Finanças

26- Fundamentos de Marketing

27- Gestão de vendas: noções básica de criação de estratégia

28- Gestão e liderança: conceitos básicos da função gerencial

29- Imagem e Direitos na Web

30- Impacto da TI nos negócios

31- Introdução à Administração Estratégica

32- Introdução à comunicação institucional

33- Introdução à comunicação na era digital

34- Introdução à controladoria

35- Introdução a finanças: sistema financeiro e geração de valor

36- Introdução à gestão de recursos humanos

37- Introdução à Gestão de Serviços com Foco no Envelhecimento

38- Introdução à Gestão Financeira Internacional 

39- Introdução à negociação

40- Introdução a Precificação e Comportamento da Demanda 

41- Introdução ao Direito Imobiliário

42- Introdução ao estudo de mercado e produtos

43- Introdução ao tema da liderança

44- Introdução aos sistemas de informação em marketing

45- Introdução às relações de consumo e aos direitos básicos

46- Introducción a la Administración Estratégica (espanhol)

47- Liderança e Gestão Participativa na Escola

48- Marketing de serviços: economia, características e classificação

49- Motivação nas Organizações

50- Motivación en las Organizaciones (espanhol)

51- Normas anticorrupção, antissuborno e compliance público

52- Participação e concentração de mercado: aspectos introdutórios

53- Planejamento do gerenciamento e identificação de riscos em projetos

54- Planejamento e Estratégia para Gestão Escolar

55- Produto e mercado: Conceitos e Pilares do Marketing

Comentar
Série de alternativas · 19/03/2020 - 11h39

Para entreter estudantes em casa, escolas adotam estratégias


Compartilhar Tweet 1



Aulas suspensas, pais trabalhando de casa. Como conciliar essa equação em um ambiente tranquilo para as crianças, jovens e para os adultos? A Rede Estadual da Educação vem adotando uma série de alternativas, dentre elas, o incentivo a aproveitar esse tempo para ler mais.

Com a divulgação da portaria que estabelece a suspensão das aulas presenciais nas unidades de ensino da Rede Pública por um período de 15 dias, como medida de conter a disseminação do novo coronavírus (Covid-19) no Piauí, o Centro de Ensino Fundamental de Tempo Integral (CEFTI) Duque de Caxias, localizado no Cristo Rei, foi uma das escolas que adotou medidas que têm contribuído bastante para transformar esse período desafiador em uma oportunidade de vínculo entre pais e filhos.

De acordo com a coordenadora Pedagógica, Maria da Cruz, o primeiro passo é entender que, sim, as telas (de televisão, celular, computador...) provavelmente estarão em mais horas do dia que o habitual. "Isso é natural. É importante não se culpar e nem crucificar os pais por conta disso. Mas claro que é possível fazer coisas para se organizar e recorrer o mínimo possível a esse recurso. Pensando nisso, resolvemos deixar aberta a nossa biblioteca", disse Maria da Cruz. 

A unidade está com a biblioteca disponível para alunos, pais e comunidade. No acervo estão diversas obras relacionadas com a história da música, compositores, estilos musicais, além de biografias, história geral, literatura brasileira, linguística, educação, folclore, enciclopédias, periódicos, dicionários de música, entre outros.

"A parte administrativa da escola está funcionando. Já realizamos esse incentivo à leitura durante todo o ano, mas com esse período determinado pelo Governo resolvemos intensificar a leitura do nosso alunado. Queremos que eles cresçam vendo nos livros uma forma de prazer e desenvolvimento, para que, no futuro, leiam mais. A criança que lê, escreve melhor e amplia seu mundo. Há uma diferença significativa", diz a coordenadora, Maria da Cruz.

Para Maria de Jesus, avó do aluno Victor Gustavo, a iniciativa da escola vai ajudar significativamente nesse período. "Essa paralisação é muito importante, temos que nos resguardar, eu estou na faixa etária de risco, com meu neto indo à escola diariamente estava correndo um risco muito grande. Só tenho a parabenizar a Seduc por essa iniciativa, que nos aproxima ainda mais através da leitura que estamos fazendo juntos", afirma a avó.

Victor, estudante do 8º Ano, é um dos alunos que comemora a realização da iniciativa da escola. "Gosto da escola pois tem bastante livros para escolher. Estava com bastante medo desse vírus, com a leitura a gente esquece um pouco", finaliza o aluno.


Fonte: Seduc
Comentar
Cronograma é alterado · 18/03/2020 - 14h46

MEC prorroga período das listas de espera do Prouni e do Fies


Compartilhar Tweet 1



Como medida para minimizar os prejuízos da pandemia do coronavírus, o Ministério da Educação (MEC) prorrogou por tempo indeterminado o período das listas de espera do Programa Universidade para Todos (ProUni) e do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). As mudanças foram publicadas na edição desta quarta-feira, 18, do Diário Oficial da União (DOU).

“O ministério está tomando uma série de medidas e uma delas é a flexibilização dos calendários dos nossos programas. Para não permitir que qualquer estudante seja prejudicado, dado que muitas instituições de ensino estão fechadas, o MEC prorrogou os prazos da lista de espera do Prouni e do Fies”, explicou o coordenador-geral de Programas de Ensino Superior do MEC, Thiago Leitão.

ProUni
A lista de espera é mais uma oportunidade para candidatos que não foram pré-selecionados na primeira e segunda chamadas conseguirem uma bolsa pelo programa. Os estudantes são classificados por curso e turno, seguindo as notas obtidas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2019.

O ProUni é o programa que oferece bolsas integrais e parciais em instituições particulares de educação superior. A oferta de 252.534 bolsas neste ano é recorde para um primeiro semestre. O sistema registrou mais de 1,5 milhão de inscrições.

De acordo com o edital publicado hoje, “os estudantes que manifestaram interesse em participar da lista de espera não têm prazo final para entregar a documentação na instituição. Haverá tempo para que eles estreguem a documentação assim que as atividades acadêmicas retornarem à normalidade”, informou Leitão.

Aqueles que manifestaram interesse em instituição que estiver funcionamento podem entregar a documentação normalmente.

O edital também estabelece prazo indeterminado para que as instituições lancem os resultados de aprovação ou reprovação no sistema do ProUni.

Fies
Também foi publicado hoje edital que prorroga a convocação da lista de espera por tempo indeterminado. “Com isso, os estudantes terão prorrogados os prazos de cada etapa para a concretização do financiamento”, afirmou o coordenador-geral.

Os estudantes pré-selecionados na lista de espera do Fies devem complementar seus dados na página do programa na internet. Os candidatos precisam informar dados bancários, do fiador e do seguro para pagamento da dívida em caso de morte.

As informações prestadas no portal devem ser validadas junto à Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA) da instituição de ensino na qual o candidato fará o curso. Podem ser solicitados mais documentos ou, em caso de tudo estar correto, o candidato recebe o Documento de Regularidade de Inscrição (DRI), que serve para formalizar a contratação do financiamento.

Assim que o DRI for emitido, o candidato tem de ir à agência da Caixa Econômica Federal escolhida na hora da inscrição para formalização do contrato de financiamento.

Para que nenhum estudante seja prejudicado por eventual fechamento da instituição de ensino, ou da agência bancária, o período dessas etapas será prorrogado por tempo indeterminado.


Fonte: AsCom
Comentar

Compartilhar Tweet 1



O Comitê Operativo de Emergência (COE) do Ministério da Educação (MEC) reuniu-se pela primeira vez nesta segunda-feira, 16 de março. No encontro, o grupo apresentou uma plataforma de monitoramento do coronavírus nas instituições de ensino, que está em desenvolvimento. Também foram deliberados o repasse de recursos para as escolas de educação básica reforçarem medidas de prevenção e a flexibilização da oferta de aulas na modalidade a distância no sistema federal de ensino.

Para acompanhar a situação nas unidades de educação básica, profissional e tecnológica e superior, o MEC criou um sistema online que permite a integração de dados sobre o coronavírus. A ferramenta reunirá informações dos Censos Escolar (educação básica) e da Educação Superior, além do número de pessoas infectadas e as instituições com aulas suspensas.

O objetivo é monitorar em tempo real as redes federal, estaduais, municipais e do Distrito Federal para saber onde e como o governo — em conjunto com os outros entes federativos, entidades representativas e as próprias instituições — deve agir.

Nos próximos dias, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) vai liberar R$ 450 milhões a escolas públicas. Trata-se de antecipação do repasse das duas parcelas do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) Básico, com previsão inicial para abril e setembro. A medida é importante para auxiliar as instituições na compra de álcool em gel, sabonete líquido, toalhas de papel e outros produtos de higiene, por exemplo.

O dinheiro será repassado para as escolas que já atualizaram os dados cadastrais no sistema PDDEweb e não possuem pendências sobre a prestação de contas de anos anteriores — até o momento, são 64 mil. Quando as demais unidades atualizarem os cadastros, também ficarão aptas a obter recursos — o número pode chegar a 138 mil escolas e o valor dos recursos, a R$ 900 milhões.

Ainda nesta semana, será publicada uma portaria em que o MEC autoriza a substituição por 30 dias, prorrogáveis, de aulas presenciais pela modalidade a distância. A ação tem caráter excepcional e valerá enquanto durar a situação de emergência de saúde pública por conta do coronavírus. A adesão por parte das instituições é voluntária.

Criado na semana passada, o Comitê Operativo de Emergência do MEC tem a finalidade de debater e definir medidas de combate à disseminação do novo coronavírus em instituições de ensino, seguindo as diretrizes do Ministério da Saúde. Compõem o grupo:

  • secretarias do MEC;
  • FNDE;
  • Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh);
  • Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep);
  • Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed);
  • União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime);
  • Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica (Conif);
  • Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes).

O trabalho do COE é integrado, portanto, entre o MEC e entidades. As decisões tomadas no âmbito do comitê têm a finalidade de orientar ações de estados, municípios e das instituições de ensino, observada a autonomia de todos os envolvidos.

Outras orientações serão deliberadas nas próximas reuniões do COE. O próximo encontro está previsto ainda para esta semana.


Fonte: Ministério da Educação
Comentar
Novo Currículo Piauí · 16/03/2020 - 11h18

Novo currículo de Matemática estimula para além dos cálculos


Compartilhar Tweet 1



O novo Currículo Piauí para o Ensino Fundamental encontra-se em fase final de implantação nas escolas e tem como pressuposto pedagógico a ideia de que todos podem aprender Matemática como forma de compreensão e a atuação no mundo. O currículo segue as diretrizes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e está sendo disseminado por meio de formações por todo o Piauí. 

Por muito tempo, o ensino de Matemática, principalmente nas escolas públicas, foi visto como complicado, digno de "decoreba" e coisa de "nerd?, um verdadeiro "bicho-papão" dos estudantes. Como consequência disso, o Brasil amarga as últimas posições do mundo quando o assunto é aprendizagem da disciplina.

A Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) e o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) ajudaram a apresentar não só a Matemática, mas a Física, a Química e outros componentes curriculares de todas as áreas de conhecimento de uma forma diferente, mais reflexiva e interessante, com uma abordagem mais ligada a pratica, ao cotidiano. 

Marcelli Cardoso, professora das escolas Lima Rebelo, da rede estadual, e Professor José Carlos Pitombeira de Sousa, da rede municipal de São Miguel do Tapuio, revela que a Matemática na BNCC traz competências e habilidades ligadas a raciocinar, representar, comunicar e argumentar matematicamente, para a compreensão e a atuação no mundo.

"Já começamos a trabalhar com o novo currículo que apresenta a Matemática por meio de metodologias ativas, promovendo o engajamento do aluno, que se torna mais crítico. Estamos apresentando novas ferramentas como a Sala de Aula do Google, ensino híbrido, aplicativos de realidade aumentada, Ambiente Make: faça você mesmo, diversos jogos, promovendo um trabalho colaborativo para melhorar a empatia dos estudantes, que com isso se tornam mais autônomos, desenvolvem o pensamento crítico com mais segurança. A velha aula expositiva dá lugar a novas formas de desenvolver o conhecimento, com isso, estamos visualizando a melhoria na aprendizagem", comemora a professora. 

A BNCC, assim como o Currículo, propõe um ensino de Matemática que, por meio da resolução de problemas, leve o aluno do Ensino Fundamental a articular os diversos campos da Matemática, Aritmética, Álgebra, Geometria, Grandezas e Medidas, Estatística e Probabilidade e, ainda, a desenvolver a capacidade de agir matematicamente nas mais diversas situações, dentro e fora da escola. O objetivo é ter cada vez mais autonomia para tomar decisões.

Os anos iniciais do Ensino Fundamental agora contarão com a presença da Álgebra e da Estatística, o que pretende contribuir para o letramento matemático. Já os anos finais também contarão com a Estatística e a Geometria das Transformações, que visa desenvolver o pensamento geométrico, que é necessário para investigar propriedades, fazer conjecturas e produzir argumentos geométricos convincentes.

A coordenadora de Etapa da BNCC pela Secretaria de Estado da Educação (Seduc), Marília Aragão, esclarece que a implementação do Currículo do Piauí, construído a luz da BNCC, conta também com a formação continuada em regime de colaboração entre a Seduc e a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), para ser implantado nas salas de aula em 2020.

"Após a pactuação entre Estado e municípios para o processo de implementação, as formações visam aprofundar e desenvolver os conhecimentos do Currículo do Piauí, que tem como foco a aprendizagem ativa e autonomia dos estudantes na atualidade, reconhecer-se em seu contexto, comunicar-se, ser criativo, analítico, aberto para o novo, colaborativo, resiliente, entre outros. Requer muito mais do que acúmulos de conceitos.  A formação também visa a reelaboração dos projetos políticos pedagógicos das escolas, tanto das redes municipais quanto da rede estadual de ensino. O novo currículo já é uma realidade e em breve poderemos analisar suas primeiras impressões", relata a coordenadora. 

O secretário estadual de Educação, Ellen Gera, ressaltou que o novo currículo se alinha à BNCC, trazendo o foco para o ensino de competências e habilidades essenciais ao aprendizado dos estudantes.

"O currículo do Piauí foi construído em regime de colaboração por todas as redes que compõem a educação do nosso Estado, foi homologado pelo CEE e agora estamos na fase de formação. Este documento visa entregar para a comunidade escolar uma atualização à luz da BNCC para que possamos buscar as competências e habilidades que os estudantes têm direito. Estamos finalizando a formação do currículo do Piauí para as redes municipais e rede estadual e esperamos que a rede particular participe deste processo", finaliza Ellen Gera.


Fonte: Seduc
Comentar
Para ampliar parcerias · 07/03/2020 - 12h14

MEC faz acordo com faculdade de coaching religioso dos EUA


Compartilhar Tweet 1



O governo Jair Bolsonaro assinou um protocolo de intenções para ampliar parcerias de universidades brasileiras com uma instituição americana especializada em coaching religioso. A Florida Christian University já foi alvo de sentença por oferta irregular de mestrados no Brasil.

O MEC (Ministério da Educação) e a Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) firmaram parceria com a universidade dos EUA, apesar de a instituição não ter passado pelos processos de cooperação internacional da agência.

Uma universidade que atua com a Florida Christian no Brasil, a Unifuturo, da Paraíba, não tem autorização para oferecer mestrados e doutorados, foco da atuação da Capes.

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, tem um discurso crítico à qualidade das universidades federais.

A Florida Christian University, no entanto, não tem nenhuma acreditação relevante de qualidade no sistema americano.

Entre seus principais cursos, apontados assim pela própria instituição, estão um mestrado de artes do coaching e um bacharelado em aconselhamento cristão.

Um dos objetivos dessa formação é tornar o aluno "hábil a integrar conhecimento filosófico, literário e histórico dentro da visão bíblica".

A Florida Christian afirma em suas páginas que busca preparar "profissionais, leigos e pastores para cumprir suas vocações com valores cristãos".

A instituição diz oferecer aulas para os níveis de tecnologia, bacharelado, mestrado, doutorado e pós-doutorado em quatro áreas: negócios, educação, comportamento -o que inclui aconselhamento e terapia de casal- e teologia.

No detalhamento dos programas, a universidade apresenta cursos como A Vida de Cristo e Reconciliação de Casamentos Rompidos.

Bolsonaro já disse que, apesar de o Estado ser laico, ele é "terrivelmente cristão".

O atual presidente da Capes, Benedito Aguiar Neto, defende a abordagem educacional do criacionismo em "contraponto à teoria da evolução".

O protocolo foi assinado no ano passado com a Secretaria de Educação Superior do MEC e a Capes, órgão que regula e avalia a pós-graduação. Questionados pela reportagem, MEC e Capes não responderam.

Universidades federais receberam na segunda (2) mensagem do MEC em que é comunicado o acordo para "intensificar e ampliar a cooperação".

A pasta estimula as federais a participarem do 5º Congresso Mundial sobre Educação Global, Desenvolvimento Humano e Gestão da Inovação, organizado pela Florida Christian e a Unifuturo, em maio, na Paraíba. Um dos principais palestrantes é o psiquiatra Augusto Cury, autor best-seller de livros de autoajuda.

A Capes aparece como parceira na divulgação do evento e um servidor do órgão, Ricardo da Costa (ligado à ala ideológica do MEC), comporá uma mesa.
Com base no acordo, a Capes agendou encontros da Florida Christian e da Unifuturo com federais.

Em janeiro, Marcos Vinicius Coelho, da Diretoria de Relações Internacionais da Capes, acompanhou o reitor da Florida Christian, Bruno Portigliatti, em visitas a UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte), UFCG (de Campina Grande), UFPB e IFPB (Universidade e Instituto Federal da Paraíba, respectivamente).

A atuação conjunta da Florida Christian e da Unifuturo já foi alvo de investigações no Brasil. Em 2016, a Justiça Federal do Rio Grande do Norte decidiu que a Florida Christian University ofertou de maneira irregular cursos de mestrado e doutorado em educação, por meio de articulação com instituições privadas brasileiras, entre elas a Unifuturo.

Na ocasião, decisão liminar (provisória) da 4ª Vara Federal determinou que a Florida Christian e parceiras interrompessem cursos e emissão de diplomas.

A decisão partiu de ação civil do MPF (Ministério Público Federal). Estudantes haviam se matriculado para cursos de mestrado e, ao longo das aulas, descobriram que faziam especializações.

A reportagem conversou com duas ex-alunas, de Natal, que perderam entre R$ 6.000 e R$ 8.000 e pediram anonimato. Segundo elas, as aulas mudavam constantemente de lugar, entre diversas parceiras brasileiras.

As Procuradorias federais no Pará e em Pernambuco já haviam ingressado com ações em anos anteriores. No Pará, por exemplo, uma ação de 2013 deu origem a um processo e inquérito policial, ainda em andamento.

Ricardo Monteiro, que é português, é dono da Unifuturo e embaixador da Florida Christian no Brasil. Ele esteve nas visitas organizadas pela Capes.

"Nego qualquer irregularidade e não respondo pela Florida Christian", disse.

"Muitos alunos nossos começam sua graduação no Brasil e terminam nos Estados Unidos."

Nascido no Brasil, Bruno Portigliatti aparece como reitor da Florida Christian e outras duas pessoas da mesma família constam da diretoria.

Procurado, Bruno disse que o acordo com o MEC tem o objetivo de criar "oportunidades de aprendizagem em diferentes modalidades de ensino". Ele ressaltou que, a partir do protocolo, ações serão tratadas "em instrumento futuro".

O reitor afirmou que a Florida Christian tem aulas presenciais em Orlando (EUA) e cursos a distância são oferecidos a "vários países do mundo".

Sobre a decisão liminar da Justiça do Rio Grande do Norte, Bruno afirma que o mérito ainda não foi julgado e a medida pode ser revertida. "Após quase cinco anos, nem sequer houve uma única audiência."

A Florida Christian tem um registro de funcionamento concedido pelas autoridades da Flórida. Nos EUA, a qualidade e a reputação dos cursos são atestados de forma descentralizada, por meio de associações regionais reconhecidas pelo Departamento de Educação. A Florida Christian não possui uma acreditação regional desse tipo.

A universidade cita em seu site ser filiada a outras organizações, como a Association for Biblical Higher Education (Associação para Educação Bíblica Superior, em inglês).

Essa entidade, por sua vez, afirma que a mera filiação de uma instituição não significa que ela teve a sua qualidade certificada pelo órgão. É o caso da Florida Christian.

Comentar
Sucesso vem de família · 06/03/2020 - 17h06 | Última atualização em 06/03/2020 - 17h19

Família de Cocal dos Alves coleciona medalhas olímpicas


Compartilhar Tweet 1



Ainda na época da escola, Kuerly Vieira elegia a matemática e o português como matérias favoritas. “Tinha bastante facilidade nas duas disciplinas. Hoje, sou professora de língua portuguesa, no Centro de Ensino em Tempo Integral (Ceti) Augustinho Brandão, e mãe de dois medalhistas da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas. Realmente não poderia imaginar!” 

Depois de ver o filho mais velho, Wesley, garantir seis medalhas na competição e se tornar professor de matemática, foi a vez de Iago, filho do meio e atualmente aluno do 8º ano, levar a primeira medalha de ouro em 2019. “Wesley e Iago ganharam a principal da medalha quando cursavam a mesma série. Quase não acreditei. Do 7º do Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio, Wesley foi medalhista em todos os anos. Com Iago, o caminho está sendo parecido.”

Motivo para a família de Cocal dos Alves, município localizado no norte do Estado, vibrar com cada uma das conquistas, que, apesar de acontecerem com frequência, são tidas como únicas. “Como mãe, cada resultado é uma emoção incomparável, não tem como explicar”, tenta definir Kuerly. “O amor dos meninos pela matemática começou com o envolvimento do professor  Antônio Cardoso do Amaral, durante a preparação para olimpíada e nas próprias aulas da escola. É inquestionável o quanto eles evoluíram.”

Amaral foi quem deu o pontapé inicial para a cidade de 6,1 mil habitantes participar da OBMEP, em 2005. Desde então, Cocal dos Alves passou a ser considerado um “celeiro de medalhistas”, com a maior proporção de medalhas nas olimpíadas. Ao todo, já são 424 premiações, entre medalhas, menções honrosas, secretaria e escolas premiadas. 

 

Nas duas vezes em que foi medalhista, Iago mal conteve a alegria. “Fiquei muito feliz, tanto com a de ouro quanto com a de prata. Mas acho que preferi receber a de ouro, mesmo”, diverte-se. “Na primeira vez que fiz a prova, estava muito animado para participar porque era algo novo para mim. Mas desde então não penso mais em parar de competir. Quero continuar me superando!”

Para o estudante, que pensa em ser engenheiro militar, há um “empate” entre as matérias favoritas na escola: ciências e matemática, o que se reflete no destaque que tem nas aulas. “Vejo que ele tem muita curiosidade sobre questões ligadas ao universo e aos seres vivos”, observa o professor Amaral. “Ele é muito curioso a respeito do que acontece no mundo, de maneira geral. Quer sempre saber mais sobre o universo e seres vivos.”

Durante sete anos, Amaral foi professor de Wesley e se diz satisfeito em dividir com o ex-aluno o ambiente de trabalho, sob uma nova perspectiva. “Wesley foi um estudante nota 10, com potencial de excelência. Agora, ele vem fazendo um grande trabalho, inclusive como preparador de alunos para olimpíadas matemáticas.” 

Trabalho que se estende de dentro para fora de casa. Wesley acredita ser uma das inspirações do irmão, já que Iago cresceu vendo “as portas” que a participação na OBMEP pode abrir. “Ele me via sendo premiado, chamado para eventos, viajando pelo país para me apresentar em eventos acadêmicos e recebendo a bolsa de estudos. Iago viu os pontos positivos e sabia que, ao chegar no 6º ano do Ensino Fundamental, ele poderia ter acesso à mesma vida.” 

Para o preparador da OBMEP, o grande diferencial das olimpíadas é a didática utilizada para elaboração das questões. O que contribui para tornar o ensino menos “chato e direto”. Wesley acredita que os livros utilizados durante o Ensino Fundamental, de maneira generalizada, tentam “disfarçar as contas”, ao usar textos ou figuras nos problemas, o que nem sempre atrai, de fato, os alunos. “Já a OBMEP traz questões que fazem você pensar mais do que fazer conta. Tem o papel chave de cativar o estudante, mostrando que uma matemática que não é só fazer ‘a+b’.”  

E o sucesso matemático da família ainda pode ganhar mais um reforço. Para Amaral, “eles são uma espécie de Família Bernoulli”, fazendo referência à família que, durante os séculos 17 e 18, teve oito notáveis cientistas das áreas de matemática e física. “No ano que vem, o irmão mais novo de Iago e Wesley, Yuri, vai começar a estudar na escola. Já sabemos que ele é detentor de um talento especial em matemática”, completa. 


Fonte: SITE OBMEP 2020
Comentar

Compartilhar Tweet 1



Sabe qual tipo de livro é ideal para a idade do seu filho? Vai aí uma dica! Serão publicados vídeos nas páginas oficiais do Ministério da Educação (MEC) - um por semana - com dicas para selecionar livros de acordo com a faixa etária dos pequenos. Nas animações, há sugestões de ilustrações, cores, durabilidade, rimas, frases e outros itens para facilitar manuseio e a leitura no ambiente familiar.

O primeiro vídeo da série foi publicado nesta quarta-feira, 4 de março, e destina-se a crianças de 0 a 3 anos. Confira as sugestões para que a leitura para crianças nessa faixa etária seja bem aproveitada:

  • Livros resistentes e duráveis: de papel grosso, de plástico e de pano;
  • Livros com ilustrações em cores fortes e contrastantes;
  • Livros com ilustrações ou fotografias de pessoas, bebês, animais e objetos;
  • Livros com rimas e letras de canções;
  • Livros com uma frase curta ou uma palavra por página e com predomínio de ilustrações.

Confira o vídeo aqui

Série - Os vídeos, que irão ajudar pais e responsáveis a escolherem livros para os filhos, são mais uma ação do programa Conta pra Mim, da Secretaria de Alfabetização do MEC. O programa foi lançado em dezembro de 2019 para incentivar uma cultura de leitura no ambiente familiar.

As sugestões apresentadas na série também estão no Guia de Literacia Familiar do programa, que possui orientações e dicas simples e diretas para que as famílias comecem o quanto antes a colocar em prática estratégias de leitura em casa antes de os pequenos iniciarem a alfabetização na escola.

A série abrange as seguintes faixas etárias:

  • 0 a 3 anos;
  • 3 a 5 anos;
  • 5 a 7 anos;
  • 7 a 9 anos;
  • 9 anos ou mais.

Fonte: Ministério da Educação
Comentar
Visando o fim da greve · 04/03/2020 - 11h20

Governo recebe professores e apresenta proposta


Compartilhar Tweet 1



Visando o fim do movimento grevista, que paralisa uma parte das escolas públicas estaduais, o Governo do Piauí, por meio dos representantes da Secretaria de Governo, Secretaria de Educação e do Poder Legislativo, recebeu na tarde testa terça-feira (03) a diretoria do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (SINTE-PI). No encontro foi apresentada a proposta de reajuste da categoria, que encontra-se para ser aprovada na Assembleia Legislativa.

O projeto de lei para o reajuste dos salários dos professores da rede estadual de ensino traz um aumento de 4,17%, mais auxílio alimentação de 4,31%. Com a medida, o menor valor a ser percebido pelo professor 40 horas ativo ficará em R$ 3.303,68, bem acima do Piso Nacional do Magistério que é de R$ 2.886,00. Cabe destacar ainda que esse será o piso do professor Classe A, como 95% dos professores piauienses estão em classes superiores a essa (SL, SE, SM, SD) a maioria esmagadora deles receberão entre R$ 3.750,07 e R$ 7.082,52.

O secretário de estado da Educação, Ellen Gera, pediu bom senso de todos para os prejuízos que uma paralisação como essa pode causar à educação como um todo, principalmente ao aluno mais vulnerável.

"Nossa experiência nos mostra que um movimento como esse nos traz inúmeros prejuízos, como por exemplo a evasão escola, que foi latente em greves anteriores, onde perdemos muitos alunos. Mesmo as aulas sendo repostas posteriormente o aluno pode ficar desestimulado e o Estado se preocupa com isso. O Piauí tem conseguido evoluir bem na área, obtendo bons índices, por esses e outros motivos podemos negociar com o professor dentro da sala de aula. Assim, o Governo está sempre aberto ao diálogo", afirma o secretário.

Segundo o secretário de Administração, Merlong Solano, quando aprovado pelo Assembleia Legislativa, o novo piso estadual deve entrar em vigor a partir do mês de maio, prazo necessário para que o valor se adeque à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que limita gastos do executivo com folha de pessoal estabelece um limite prudencial de 46,55% do Orçamento do Estado. "Acreditamos que, a partir do mês de maio, depois de uma política fiscal muito bem implementada pelo Estado, esteja fora do limite estabelecido pela LRF", declara.

Concomitante à valorização dos profissionais da educação, outros fatores como a melhoria das condições de trabalho e o acesso à escola são importantes para a elevação dos índices educacionais. O governo então elaborou o Plano "Educar Piauí" com investimento de R$ 1,6 bilhões. O plano está em execução por meio da construção de novas escolas, da reforma e ampliação de escolas, aquisição de equipamentos e programas voltados para o combate do analfabetismo, elevação da proficiência dos estudantes, combate à evasão, fortalecimento da gestão escolar e ampliação da oferta de educação profissional.

Em relação ao transporte escolar, o Governo Piauí adotou medidas para mudar o sistema de transporte e realizou licitação que adota o conceito de alunos transportados em lugar da linha ou rota. Além disto, todos os veículos terão sistema de rastreamento e localização, o que dará à Seduc condições de controlar de modo mais eficiente o cumprimento dos contratos.

Essas e outras medidas fazem da educação pública do Piauí uma das que mais avançam no Brasil. Prova disso são os índices e resultados conquistados por nossas escolas e estudantes servindo de modelo para outros estados com destaque, inclusive, internacionalmente.

O líder do Governo na Assembleia, deputado Francisco Costa, também esteve presente na reunião demonstrando apoio daquela casa a resolução do impasse.  

Comentar
Presente nos 224 municípios · 29/02/2020 - 10h50

Canal Educação apresenta cursos para ano de 2020


Compartilhar Tweet 1



O Canal Educação, programa de mediação tecnológica presente nos 224 municípios piauienses, recebeu na manhã desta sexta-feira (28/02), uma equipe técnica da Unidade de Educação Técnica e Profissional (Uetep) da Secretaria de Estado da Educação (Seduc). Os coordenadores participaram da 3ª reunião de alinhamento para o início dos novos cursos técnicos concomitantes ao Ensino Médio. As informações são do Governo do Estado do Piauí. 

De acordo com a diretora do Canal Educação, Viviane Holanda, a visita teve como objetivo mostrar a equipe as potencialidades técnicas do Canal. “Ao longo do ano, pretendemos sistematizar reuniões operacionais para intensificar os trabalhos, tanto de visitas técnicas como alinhamento. Dessa forma, será muito mais seguro alinhar a unidade profissional e mediação tecnológica”, explica.

Ao todo, o Canal Educação vai ofertar seis cursos para alunos matriculados na 1ª e 2ª séries do Ensino Médio, além da VI etapa da Educação de Jovens e Adultos (EJA). Para participar é necessário que a escola esteja equipada com kit tecnológico da mediação. “Serão três cursos no turno da manhã e três à tarde, além do IV módulo do curso técnico em Administração, que será finalizado pela mediação tecnológica ainda neste ano”, pontua.

Para Monique Barros, coordenadora dos cursos concomitantes da Seduc, a interação entre alunos e professores motiva toda a equipe a trabalhar cada vez melhor com os novos cursos. “Eu encontrei na educação profissional uma paixão. E essa paixão motiva nossa equipe a transmitir conhecimento para as pessoas estão desde a gestão até a ponta”, finaliza.

As aulas estão previstas para iniciar dia 2 de março de 2020. Cada curso tem duração de dois anos.

 

Comentar
Obrigação ao Poder Público · 28/02/2020 - 09h26

Comissão de Educação analisa medidas para combater evasão escolar


Compartilhar Tweet 1



Está na pauta da Comissão de Educação (CE) do Senado Federal o Projeto de Lei (PL) 871/2019, que estimula a prevenção à evasão e ao abandono escolar. Segundo o autor da proposta, senador Marcos do Val (Cidadania-ES), esses problemas representam um “drama persistente” no país. A reunião da CE está agendada para esta terça-feira (3), às 11h. 

O projeto insere no Estatuto da Criança e do Adolescente  (ECA - Lei 8.069, de 1990) a exigência de recenseamento anual de crianças e adolescentes em idade escolar. Além disso, atribui ao poder público as responsabilidades de fazer a chamada pública dos estudantes e de zelar, junto aos pais e responsáveis, pela frequência à escola. Essas ações já estão previstas na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei 9.394, de 1996). A novidade é a obrigação de o poder público adotar estratégias para prevenir a evasão e o abandono escolar, inclusive por meio de visitas domiciliares, busca ativa e ações de caráter intersetorial.

“Além da referida adequação legal, nossa proposição acrescenta dispositivo ao referido artigo do ECA para incumbir ao poder público a obrigação de adotar uma postura ativa no que diz respeito à evasão escolar. Nesse sentido, não basta recensear, é preciso, literalmente, ir à busca das crianças fora da escola”, argumenta Marcos do Val.

O senador Rodrigo Cunha (PSDB-AL), relator do projeto na CE, recomenda a aprovação. Segundo ele, mesmo que as escolas não consigam responder à demanda atual de formação, as perspectivas de inserção do cidadão na sociedade são muito piores para quem se afastou das escolas. “Essa percepção quanto ao outro lado do abandono parece ser a tônica adequada para tratar dessas questões, dado que, em boa parte das vezes e ao cabo, é a sociedade, por meio da escola, que desiste dessas crianças e adolescentes”. Rodrigo Cunha ofereceu duas emendas destinadas a aprimorar a técnica legislativa do projeto, reforçando a distinção entre o abandono e a evasão escolar.

A decisão da CE é terminativa: se o projeto for aprovado e não houver recurso de Plenário, o texto segue para análise da Câmara dos Deputados.

Projeto Rondon

A CE também analisa, em caráter terminativo, proposta que transforma o Projeto Rondon em Patrimônio Imaterial da Educação Superior Brasileira (PL 4.613/2019). O programa, coordenado pelo Ministério da Defesa, estimula estudantes universitários a participarem de ações em municípios previamente selecionados, inclusive incentivando-os a conceber soluções para problemas das comunidades carentes. As estratégias são orientadas por professores de diferentes áreas de conhecimento.

“O Projeto Rondon prioriza desenvolver ações que tragam benefícios permanentes para as comunidades, principalmente as [ações] relacionadas com a melhoria do bem-estar social e a capacitação da gestão pública. Busca, ainda, consolidar no universitário brasileiro o sentido de responsabilidade social, coletiva, em prol da cidadania, do desenvolvimento e da defesa dos interesses nacionais, contribuindo para a sua formação acadêmica e proporcionando-lhe o conhecimento da realidade brasileira”, justifica o senador Flávio Arns (Rede-PR), autor do projeto de lei.

A proposta estabelece que o poder público deve zelar pela preservação da memória e do acervo histórico do Projeto Rondon, além de dar consecução às ações do programa.

Flávio Arns destaca também que a iniciativa abrange as áreas de cultura, direitos humanos e justiça, educação, saúde, esporte, meio ambiente, tecnologia, agricultura, turismo e comunicação, e, por isso, deve ser valorizada, pois trata-se de um importante instrumento para diminuir as desigualdades regionais apresentadas no país.

O senador Confúcio Moura (MDB-RO), em seu relatório favorável ao projeto, ofereceu emenda substituindo a expressão “Patrimônio Imaterial da Educação Superior Brasileira” por “bem imaterial do patrimônio cultural brasileiro”. Citando a Constituição, o senador argumenta que “não há de se falar de um patrimônio da educação superior brasileira apartado do patrimônio cultural brasileiro”.


Fonte: Agência Senado
Comentar
Informações no FiesSeleção · 26/02/2020 - 11h13

Resultado da inscrição para Fies e P-Fies sai nesta quarta


Compartilhar Tweet 1



Os estudantes que desejam cursar uma graduação, mas não têm condições de arcar com as mensalidades das faculdades saberão nesta quarta (26/02) se foram pré-selecionados para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e para o Programa de Financiamento Estudantil (P-Fies). O Ministério da Educação (MEC) divulgará o resultado no endereço eletrônico ou nas instituições para as quais se inscreveu.

As inscrições para as duas modalidades começaram em 5 de fevereiro e terminaram no dia 14. De quinta-feira (27/02) até segunda-feira (02/03), os alunos pré-selecionados em chamada única deverão complementar as informações da inscrição no FiesSeleção, no endereço eletrônico , para contratação do financiamento. Quem ficou na lista de espera deve enviar informações até três úteis depois da divulgação da pré-seleção.

Na primeira modalidade, o novo Fies oferta vagas com juros zero para estudantes de renda per capita mensal familiar de até três salários mínimos. Nessa modalidade, o aluno começará a pagar as prestações respeitando o seu limite de renda, fazendo com que os encargos a serem pagos pelos estudantes diminuam consideravelmente.

Destinado aos estudantes com renda per capita mensal familiar de até cinco salários mínimos, o P-Fies tem juros que variam de acordo com o banco e a instituição de ensino superior. Essa modalidade funciona com recursos dos Fundos Constitucionais e de Desenvolvimento e com os recursos dos bancos privados participantes.

As inscrições para o Fies têm chamada única e lista de espera, na qual os estudantes assumem o lugar de candidatos pré-selecionados desistentes. Já o resultado do P-Fies é apenas divulgado em chamada única. Segundo o MEC, cabe ao estudante consultar o resultado da seleção.


Fonte: Agência Brasil
Comentar
Divulgação será feita em março · 26/02/2020 - 10h39

ProUni: selecionados na 2ª chamada podem comprovar dados até sexta


Compartilhar Tweet 1



Os estudantes selecionados em segunda chamada para o Programa Universidade para Todos (ProUni) têm até sexta-feira (28/02) para comprovar as informações fornecidas no ato da inscrição. A documentação deve ser apresentada diretamente às instituições de ensino.

As bolsas de estudo não solicitadas serão destinadas aos participantes da lista de espera. O prazo para se inscrever na lista de espera é de 6 a 9 de março e a divulgação será feita no dia 12 de março.

Neste semestre, o ProUni está oferecendo 252.534 bolsas. O sistema registrou mais de 1,5 milhão de inscrições, feitas por 782.497 estudantes. O número de inscrições é maior que o de inscritos porque cada participante pode escolher até duas opções de instituição, curso e turno.


Fonte: Agência Brasil
Comentar
Trabalhos sobre água potável · 24/02/2020 - 12h05 | Última atualização em 24/02/2020 - 12h40

ONU destaca brasileira em lista de cientistas que moldaram o mundo


Compartilhar Tweet 1



A física brasileira Márcia Barbosa está na lista da ONU Mulheres (Organização das Nações Unidas) por sua contribuição à ciência. As informações são do R7.

Márcia pesquisa estruturas complexas da molécula de água. Ela acredita que as anomalias da molécula podem ajudar a resolver os problemas de escassez de água doce.

A brasileira desenvolveu uma série de modelos de propriedades da água que podem melhorar a compreensão sobre uma ampla variedade de tópicos. Entre eles, como ocorrem terremotos, como a energia mais limpa é gerada e a forma de tratar as doenças. Em 2013, ela recebeu o Prêmio L'Oréal-Unesco para Mulheres na Ciência.

A física está empenhada em buscar uma igualdade maior para mulheres e meninas nas áreas de Stem. Ela organizou uma série de conferências sobre mulheres na física, escreveu artigos sobre diversidade geográfica e de gênero na ciência e ministrou seminários que examinaram a falta de mulheres no campo.

Entre as homenageadas, Marie Curie era física e química. Sua pesquisa em radioatividade estabeleceu a base para a ciência nuclear moderna, dos raios X à radioterapia para o tratamento do câncer. Ela foi a primeira mulher a ganhar o Prêmio Nobel e a primeira pessoa a ganhar dois prêmios Nobel em duas categorias diferentes: Física e Química.

Comentar
Redistribuição de bolsas · 23/02/2020 - 11h18

Capes divulga na próxima semana bolsas para mestrado e doutorado


Compartilhar Tweet 1



A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) divulga, na próxima semana, no site da autarquia, a relação das bolsas a que terão direito os cursos de mestrado e doutorado em todo o país. De acordo com o coordenador geral de Desenvolvimento Setorial e Institucional da Diretora de Programas e Bolsas no País da Capes, Lucas Salviano, ao todo 4,5 mil bolsas devem ser redistribuídas este ano.

Não se tratam de novas bolsas, mas de bolsas existentes que serão redistribuídas de acordo com critérios estabelecidos pela Capes. Para determinar quantas bolsas serão concedidas a estudantes de cada programa de mestrado ou de doutorado, serão levados em consideração critérios como a nota obtida pelo curso em avaliações conduzidas pela Capes, o número de estudantes que concluíram o curso e o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) da cidade onde o curso é ofertado.

Atualmente, as universidades e os programas de pós-graduação têm uma determinada quantidade de bolsas de estudos. Se um bolsista conclui a pesquisa, a bolsa é repassada para um novo bolsista do mesmo programa.

Agora, as bolsas não permanecerão, necessariamente, no mesmo programa. Essa é a primeira vez que a autarquia define regras unificadas para a concessão de bolsas. Um curso de mestrado ou doutorado poderá perder ou ganhar bolsas de acordo com os critérios estabelecidos pela Capes. As bolsas estarão disponíveis para serem distribuídas pelos cursos aos estudantes em março.

“A grande vantagem do modelo é ter critérios objetivos, claros. A concessão será publicada no site da Capes, qualquer pessoa terá acesso à quantidade de bolsas de cada programa apoiado. Até então, apenas a instituição era comunicada da concessão, agora todos serão”, disse coordenador.


Fonte: Agência Brasil
Comentar

Compartilhar Tweet 1



Cursos de mestrado e doutorado poderão perder até 10% ou ganhar mais 30% do número de vagas de bolsas de estudo com o modelo unificado de distribuição anunciado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

O novo modelo leva em consideração fatores como o desempenho acadêmico e o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) do local onde o curso é oferecido. 

Os estudantes que já têm bolsas de estudo não serão atingidos. As regras valem apenas para as vagas que não estiverem em uso. As bolsas cuja conclusão da pesquisa está prevista para este ano estarão sujeitas às novas regras.  

Atualmente, as universidades e os programas de pós-graduação podem remanejar a quantidade de bolsas que têm à disposição. Se um bolsista conclui a pesquisa, o valor que ele recebia (bolsa) é repassado para um novo estudante do mesmo programa. Agora, as bolsas serão redistribuídas e aquelas que forem desocupadas serão remanejadas entre as instituições e os programas de acordo com os novos critérios estabelecidos pela Capes. Não irão permanecer necessariamente no mesmo programa.   

Novos critérios

A Capes separou os programas de pós-graduação em três classificações, chamadas de colégios: Ciências da Vida, Humanidades e Ciências Exatas, Tecnológicas e Multidisciplinar. 

Para a distribuição, será considerada a nota obtida pelo curso em avaliações conduzidas pela Capes, de modo que, quanto mais elevada for a nota obtida pelo curso maior será o número de bolsas a que ele terá direito, valorizando o mérito acadêmico.

Será também considerado o número de estudantes concluintes ou titulados por curso, comparando o número médio de titulados, no período de 2015 a 2018, com a média de titulados do colégio ao qual pertence. 

Outro critério a ser levado em consideração será o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM). No cálculo para a concessão, cursos localizados em cidades com IDHM mais baixo, pontuarão mais do que cursos localizados em cidade com maiores IDHM, o que dará certa vantagem aos municípios com menor IDHM na distribuição das bolsas.  

Comentar