Mensagem foi logo apagada · 18/01/2020 - 10h36 | Última atualização em 18/01/2020 - 11h49

Inep comete erro de português ao divulgar Enem no Twitter


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O perfil oficial do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) no Twitter cometeu um erro de português, na noite dessa sexta-feira (17/01), ao informar que o número de “vizualizações” das notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) havia ultrapassado a marca de 2,5 milhões.

Minutos depois, a mensagem foi apagada. Em seguida, nova postagem feita trouxe a palavra escrita da maneira correta: visualizações.

 

Vinculado ao Ministério da Educação, o Inep é o responsável pelo Enem. O órgão não comentou o caso.

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Ele foi um dos 53 com nota mil · 17/01/2020 - 21h15

Aluno nota mil na redação do Enem defende democratização do cinema


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    Reprodução

Hoje (17), ao acessar o resultado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019, o paraense Vinícius Adriano Amaral surpreendeu-se com o resultado. Ele é um dos 53 participantes que obtiveram nota mil na redação, a nota máxima, em todo o país. “Bateu uma  ansiedade nos últimos dias. Antes de sair a nota, a gente sempre sofre. Pelas estatísticas, a gente vê que é muito difícil conseguir. Fiquei muito feliz”, diz.

Na prova, que tinha como tema Democratização do Acesso ao Cinema no Brasil, Amaral defendeu ingressos mais baratos e maior incentivo por parte do poder público para que mais pessoas possam frequentar salas de cinema. “Aqui em Belém, eu frequento o Cine Líbero Luxardo. Eu usei esse projeto do governo do Pará como exemplo do que o governo está fazendo para mudar a realidade da falta de democratização”, conta.

Vinculado à Fundação Cultural do Estado do Pará e fundado em 1986 para valorizar o cinema de arte e de rua em Belém, o Cine Líbero Luxardo tem ingressos a R$ 12 a inteira. O nome é uma homenagem a um dos pioneiros do cinema na Amazônia. “Ainda tem muito a ser desenvolvido no país [para a democratização do cinema]”, defende Vinícius.

O estudante citou também o livro Ensaio sobre a Cegueira, de José Saramago, que trata de uma epidemia que deixa cegos os habitantes de uma cidade, e comparou a cegueira retratada no livro à falta de sensibilidade sobre as dificuldades no acesso à cultura no país. “Há uma falta de mobilização da população em relação à democratização”, diz. 

Outra obra citada por Vinícius foi A Invenção de Hugo Cabret, de Martin Scorsese, que mostra um garoto pobre, que vive em uma estação de trem em Paris e acaba tendo acesso ao cinema de forma inusitada. 

Vinícius Amaral acredita que todo esse repertório ajudou na hora da nota. “Eu acho que o principal ponto é, após conhecer a estrutura de uma redação do Enem, focar em repertórios muito bons. Assistir a filmes, séries. Muita gente acha que tem que usar um repertório de filosofia e outros eruditos. Às vezes, o diferencial é trazer um filme, um projeto local ou uma citação literária. Isso ajuda a mostrar que se tem conhecimento em várias áreas.”

Preparo 

Para se preparar para o exame, além de frequentar a escola, Vinícius Amaral foi aluno no Curso de Redação Professora Nicinha Câmara. Ele chegou a escrever dois textos por semana durante o ano.  

“Sempre instigamos [os alunos] a fazerem, refazerem os textos, sempre buscando o melhor”, diz a dona do cursinho e professora, Nicinha Câmara. “Para o Enem, tem que treinar arduamente, semanalmente. Sempre buscar reconstruir esse texto se não estiver a contento. Se não conseguem nota, tem que refazer, porque isso vai levar à melhora”, diz.   

O estudante terminou o ensino médio no ano passado. Agora, ele quer cursar medicina. Apesar de tirar a nota máxima na redação, ele acredita que não obteve pontuação suficiente nas demais provas, mas diz que seguirá tentando. “Tirar essa nota na redação ajuda muito para tentar novamente este ano. Isso acaba proporcionando uma visibilidade e uma possibilidade de desconto em cursinhos”, acredita. 

Resultados

Os resultados do Enem foram divulgados hoje e podem ser acessados no aplicativo do exame e na Página do Participante.

De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), dos quase 4 milhões de participantes do Enem 2019, 53 obtiveram a nota máxima, mil, e 143.736 zeraram a redação. Os principais motivos para nota zero foram: redações em branco (56.945 casos); fuga ao tema (40.624) e cópia do texto motivador (23.265). A média da nota da redação foi 592,9.

Em março, os estudantes terão acesso ao chamado espelho da prova, que contém detalhes da correção dos textos e as notas em cada uma das competências avaliadas na redação.


Fonte: Agência Brasil
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Alcançou 980 pontos · 17/01/2020 - 12h02 | Última atualização em 17/01/2020 - 12h33

Aluno de Teresina destaque no Enem sonha fazer Medicina para ajudar pessoas com câncer


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O estudante Isac Marques, do Centro de Ensino de Tempo Integral Professor Antônio Tarciso, da rede pública estadual, localizada no bairro Vale Quem Tem, Zona Leste de Teresina, fez 980 pontos na Redação do Enem e é os dos destaques no exame, que teve o resultado divulgado nesta sexta-feira (17/01). Ao 180, ele disse que pretende fazer Medicina e se especializar em Oncologia, para ajudar pessoas com câncer.

Isac Marques
Isac Marques 

"Eu já perdi membros da família por causa do câncer,e meu desejo é poder ajudar pessoas que sofrem com esse mal", informou o jovem.

Isac disse que desde que fazia o 9º ano do Ensino Fundamental pensa em fazer Medicina e que ficou motivado a estudar cada vez mais por ser um curso muito concorrido.

Rotina de dedicação
Isac tem 18 anos e participou das revisões realizadas pela Secretaria Estadual de Educação em Teresina, além de acompanhar as aulas pelo Canal Educação.

A professora de Redação Patrícia Lima, não escondeu em conversa com o 180 a felicidade com o resultado do aluno. Segundo ela, o estudante era atuante nas ações do Pré-Enem Seduc e não faltou a nenhuma das revisões que foram realizadas em Teresina.

Isac e a professora Patrícia
Isac e a professora Patrícia 

"Sinto-me muito feliz, pois é um resultado significativo para o trabalho realizado pela Secretaria de Educação, pelo pré-Enem Seduc e pelo canal educação. Essa nota comprova o trabalho de excelência desenvolvido pelos professores da escola Antônio Tarcísio. Parabéns, mais uma vez para o ensino de excelência do Piauí", disse a professora.

Isac já havia feito o Enem como treineiro e em 2019 foi a primeira vez que fez já como participante. Ele pretende fazer Medicina e se especializar em Oncologia, que para ele seria um sonho.

"Primeiro lugar é uma grande alegria tirar essa nota, vejo que foi o fruto do trabalho de um ano todo. Atingir essa nota é difícil, mas não é impossível", disse ele ao 180.

"Eu fazia duas redações por semana, levava para ser corrigida, via onde tinha errado e podia melhorar, e reescrevia, isso me ajudou muito. As revisões da Seduc me ajudaram muito, lá tem os melhores professores, que dão dicas muito importantes", concluiu o estudante.

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Professora comemora · 17/01/2020 - 11h28 | Última atualização em 17/01/2020 - 12h33

Estudante de escola pública de Teresina faz 980 pontos na redação do Enem


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O estudante Isac Marques, do Centro de Ensino de Tempo Integral Professor Antônio Tarciso, da rede pública estadual e que fica localizada no bairro Vale Quem Tem, Zona Leste de Teresina, fez 980 pontos na Redação do Enem e é os dos destaques no exame que teve o resultado divulgado nesta sexta-feira (17/01).

Isac tem 18 anos e participou das revisões realizadas pela Secretaria Estadual de Educação em Teresina, além de acompanhar as aulas pelo Canal Educação.

A professora de Redação Patrícia Lima, não escondeu em conversa com o 180 a felicidade com o resultado do aluno. Segundo ela, o estudante era atuante nas ações do Pré-Enem Seduc e não faltou a nenhuma das revisões que foram realizadas em Teresina.

Isac e a professora Patrícia
Isac e a professora Patrícia 

"Sinto-me muito feliz, pois é um resultado significativo para o trabalho realizado pela Secretaria de Educação, pelo pré-Enem Seduc e pelo canal educação. Essa nota comprova o trabalho de excelência desenvolvido pelos professores da escola Antônio Tarcísio. Parabéns, mais uma vez para o ensino de excelência do Piauí", disse a professora.

Isac já havia feito o Enem como treineiro e em 2019 foi a primeira vez que fez já como participante. Ele pretende fazer Medicina e se especializar em Oncologia, que para ele seria um sonho.

"Primeiro lugar é uma grande alegria tirar essa nota, vejo que foi o fruto do trabalho de um ano todo. Atingir essa nota é difícil, mas não é impossível", disse ele ao 180.

"Eu fazia duas redações por semana, levava para ser corrigida, via onde tinha errado e podia melhorar, e reescrevia, isso me ajudou muito. As revisões da Seduc me ajudaram muito, lá tem os melhores professores, que dão dicas muito importantes", concluiu o estudante.

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Saiba como consultar a nota · 17/01/2020 - 06h50

Inep divulga as notas do Enem nesta sexta-feira (17)


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Hoje (17), os quase 4 milhões de participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 poderão consultar os resultados das provas. Os estudantes terão acesso à nota da redação e à pontuação de cada uma das quatro áreas de conhecimento: linguagens, ciências humanas, ciências da natureza e matemática.

As notas estarão disponíveis na Página do Participante e no aplicativo do Enem. É preciso fazer o login com o CPF e a senha cadastrada. Quem esqueceu a senha, pode recuperá-la pelo próprio sistema. Saiba como recuperar a senha.

Agora os estudantes terão acesso apenas à nota que obtiveram na redação. O espelho da prova, que contém detalhes da correção dos textos, será divulgado em março, 60 dias após a divulgação do resultado individual. As notam não cabem recurso.

Os chamados treineiros, aqueles que fizeram o exame apenas para testar os conhecimentos, terão que esperar mais um pouco, as notas desses participantes serão divulgadas também em março. Esses candidatos não poderão usar o Enem para concorrer a vagas no ensino superior pelos programas federais.

Correção das provas

O exame é composto por quatro provas objetivas, totalizando 180 questões, e uma redação. As questões objetivas são corrigidas pela chamada Teoria de Resposta ao Item (TRI).

Pela TRI, não há um valor fixo para cada questão. A pontuação varia conforme o percentual de acertos e erros naquele item entre os participantes e também de acordo com o desempenho de cada estudante na prova.

Já a nota da redação varia de 0 a 1 mil. Cada redação é corrigida por duas pessoas, que dão notas de 0 a 200 para cada uma das cinco competências avaliadas no Enem. A nota final será a média aritmética das duas notas.

Caso haja uma diferença entre as notas de mais de 100 pontos na nota final ou de mais de 80 pontos em qualquer uma das competências, a redação passa por um terceiro avaliador.

Se a diferença entre as notas dadas se mantiver, a redação é avaliada por uma banca presencial composta por três professores, que definirá a nota final do participante.

As cinco competências avaliadas na redação do Enem são: 

1: Demonstrar domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa.

2: Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo em prosa. 

3: Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista. 

4: Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação. 

5: Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Ensino superior

Com os resultados, os estudantes poderão concorrer a vagas no ensino superior público pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), a bolsas em instituições privadas, pelo Programa Universidade para Todos (ProUni), e participar do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

O primeiro processo que terá as inscrições abertas é o Sisu. Para participar é preciso fazer a inscrição online no período de 21 a 24 de janeiro. As inscrições para o ProUni poderão ser feitas de 28 a 31 de janeiro e, para o Fies, de 5 a 12 de fevereiro.

Além dos programas nacionais, os estudantes podem usar as notas para cursar o ensino superior em Portugal. O Inep tem convênio com mais de 40 instituições portuguesas.


Fonte: Agência Brasil
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Nem todos sabem · 16/01/2020 - 16h57

Os 5 programas que usam a nota do ENEM como inscrição


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O Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) divulgará os resultados nesta sexta-feira, (17/01). Maior oportunidade para entrar em universidades públicas, privadas e até faculdades internacionais, muitos candidatos não sabem quais oportunidades podem conquistar com a nota. As informações são do Metro.

1) Sistema de Seleção Unificada (SISU)

Voltado para quem deseja entrar em universidades federais, o SISU exige que o candidato tenha atingido uma nota acima de zero na redação do ENEM.

O estudante pode escolher até duas opções de cursos em universidades participantes e o sistema selecionará os candidatos com melhor pontuação. As inscrições para participar do SISU estarão abertas de 21 a 24 de janeiro de 2020. O anunciado será divulgado no dia 28.

2) Programa Universidade para Todos (ProUni)

Voltado para quem deseja estudar com bolsa de estudo integral (100%) ou parcial (50%) em instituições privadas, o Prouni abrirá suas inscrições no dia 28 e seguirá até 31 de janeiro.

Para participar do programa, o candidato teve ter participado de alguma edição do ENEM desde 2010, ter obtido o mínimo 450 pontos na prova e ter atingido nota acima de zero na redação. Para bolsas integrais, a renda familiar mensal do candidato deve ser de até um salário mínimo e meio por pessoa.

3) Fundo de Financiamento Estudantil (FIES) e Programa de Financiamento Estudantil (P-Fies)

Com o Fies, é possível estudar com financiamento do governo. A cobrança é feita após a formação do aluno e o pagamento é realizado de forma gradual ao longo dos anos. Para se inscrever, é necessário obter o mínimo de 450 pontos na prova múltipla escolha e não ter zerado a redação.

Já o P-Fies, inclui bancos privados e fintechs — como o PRAVALER — como agentes financeiros do empréstimo, com limite de renda familiar mensal de até cinco salários mínimos por pessoa, também oferece financiamento.

O programa passará por mudanças no segundo semestre, sem mais a exigência do Enem ou limite de renda. A janela para candidatura ao programa será entre 5 e 12 de fevereiro de 2020, com os resultados previstos para dia 26 do mesmo mês.  A inscrição na lista de espera poderá ser feita entre 28 de fevereiro e 31 de março de 2020.

4) Ingresso direto em universidades

Poucos candidatos sabem, mas a nota do ENEM também pode ser usada para entrar em uma instituição de ensino superior particular (como um vestibular). O único pré-requisito para a modalidade é que o candidato tenha participado de alguma edição do ENEM desde 2010.

Para participar, os candidatos devem realizar a inscrição no site ou diretamente na faculdade de interesse e aguardar o resultado da seleção.

5) Universidades portuguesas

Pensando em estudar no exterior? A nota do ENEM também pode ser utilizada para processos seletivos em mais de 40 instituições de ensino superior portuguesas, que utilizam seus próprios sistemas de regras e pesos de notas para a seleção no chamado ENEM Portugal. As inscrições, resultados do processo seletivo e lista de espera seguem as regras e calendário de cada instituição.

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Quase 4 mi de participantes · 16/01/2020 - 07h20 | Última atualização em 16/01/2020 - 07h34

Enem libera notas nesta sexta-feira; veja como recuperar senha


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Amanhã (17), os quase 4 milhões de participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 terão acesso às notas que obtiveram na avaliação. Para acessar os resultados é preciso informar, na Página do Participante o CPF e a senha cadastrados na hora da inscrição no exame. 

Desde já, os estudantes podem se preparar para conferir as notas. Aqueles que não lembram a senha, podem recuperá-la no próprio sistema. É possível acessar o resultado também pelo aplicativo do Enem. 

Para acessar as notas na Página do Participante, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pela aplicação do exame, divulgou um passo a passo:  

Ao entrar na página, logo aparece a Nanda, uma personagem digital com uma pergunta. Para avançar, é preciso responder ao desafio. Isso é feito para evitar o acesso de robôs.

Em seguida, os estudantes devem informar o CPF e inserir a senha. Caso não se lembrem da senha, basta clicar no link “Esqueci minha senha”, que está logo abaixo do campo de preenchimento.

O sistema vai, então, pedir para o usuário escolher se a senha cadastrada será enviada para o e-mail registrado durante a inscrição ou se quer alterar o e-mail. O sistema dá uma pista para que o participante se lembre de qual e-mail foi cadastrado durante a inscrição.

Caso a opção seja por receber a senha no e-mail cadastrado, basta procurar na caixa de entrada. Se não encontrar, o Inep orienta a verificar a caixa de spam. 

Quem não tem mais acesso ao e-mail informado na inscrição ou quiser trocar o endereço do correio eletrônico deverá responder às perguntas solicitadas a respeito dos dados informados na inscrição. Acertando todas as respostas, é só informar o novo e-mail.

O Inep irá, então, enviar a senha para o novo e-mail, e o participante poderá acessar as notas no exame. É possível, inclusive, consultar os resultados de edições passadas, caso o usuário tenha feito o Enem em outros anos. 

A senha deve ser guardada em local seguro e de fácil acesso. Ela ainda será usada para a inscrição nos programas federais de acesso ao ensino superior. Na Página do Participante, os candidatos têm acesso ao número de inscrição, também usado para concorrer a vagas no ensino superior. 

Nesta sexta-feira (17), os estudantes terão acesso à nota da redação e à pontuação de cada uma das quatro áreas de conhecimento: linguagens, ciências humanas, ciências da natureza e matemática.

Ensino superior

Com os resultados, os estudantes poderão concorrer a vagas no ensino superior público pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), a bolsas em instituições privadas, pelo Programa Universidade para Todos (ProUni), e participar do Fundo de Financiapróximo ›mento Estudantil (Fies).

O primeiro processo que terá as inscrições abertas é o Sisu. Para participar é preciso fazer a inscrição online no período de 21 a 24 de janeiro. As inscrições para o ProUni poderão ser feitas de 28 a 31 de janeiro e, para o Fies, de 5 a 12 de fevereiro.

Além dos programas nacionais, os estudantes podem usar as notas para cursar o ensino superior em Portugal. O Inep tem convênio com mais de 40 instituições portuguesas. 


Fonte: Agência Brasil
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Lista de materiais escolares · 15/01/2020 - 09h58 | Última atualização em 15/01/2020 - 10h29

'Dom Barreto' polemiza ao exigir 'kit médico' para meninos e 'kit cozinha' para meninas


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O Instituto Dom Barreto é considerado uma das melhores escolas do Brasil, em especial pelas inúmeras vezes em que se destacou com os resultados do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), mas desde dezembro de 2019 se vê no meio de uma polêmica.

O tio de uma estudante da escola divulgou uma lista de materiais escolares em que a escola exige, entre outras coisas, 'kit profissão' para as crianças. Para os meninos o kit deveria ser de médico, mecânico ou bombeiro. Para as meninas salão ou cozinha.

O caso gerou uma grande repercussão nas redes sociais e a escola acabou que mudou a lista de materiais escolares.

"O futuro dessas crianças dependem de vocês, nós... Não adoeçam as crianças, não alienem as crianças, ensinem a elas sobre o mal do machismo, preconceito e homofobia, quando for o momento mais adequado", disse o autor da postagem.

O Instituto Dom Barreto divulgou nota de esclarecimento sobre o caso, confira:

Cientes da importância de esclarecimentos sobre nossa lista de materiais, vimos explicar que a divisão por sexo de alguns itens, exclusivamente da série do Infantário, dá-se apenas a título de garantir a diversidade de itens em cada sala, visto que, como especificado (MATERIAL LÚDICO – BRINCAR DE FAZ DE CONTA), as atividades desenvolvidas com esses materiais solicitados são feitas por todos os alunos ao mesmo tempo (material de uso coletivo) ou dentro do contexto pedagógico de experiências plurais.

O objetivo não é estimular ou segregar uma profissão em detrimento de outra, tampouco reproduzir uma percepção caduca de atividades específicas e distintas para meninas e meninos. Nosso compromisso, sobretudo na Educação Infantil, é com o faz de conta, com a criatividade, com cooperação, com a socialização e a comunicação, com o desenvolvimento da oralidade, da motricidade, ou seja, tudo o que permita a nossas crianças conhecerem-se a si mesmas, aos outros e ao mundo.

Acreditamos que informações desvinculadas de qualquer fundamentação didático-pedagógica podem afastar o real sentido das práticas do ensinar e aprender e reduz o trabalho desenvolvido por profissionais capacitados, e mais que isso, comprometidos com a infância e, sobretudo, com a formação de cidadãos e cidadãs que, historicamente, orgulham nosso Estado e nosso país.

Avaliar uma escola, qualquer escola que seja, por um item da sua lista de materiais escolares é postura temerária, decorrente, muito provavelmente, do desconhecimento do histórico da instituição, que ao longo de sua existência tem primado por uma educação libertadora de quaisquer amarras derivadas de preconceitos e discriminações, e que se orgulha, ainda, de contribuir para a formação educacional de mulheres e de homens conscientes do protagonismo feminino em qualquer profissão que decidam seguir. Felizmente, a Escola tem colhido, nos mais diversos ramos profissionais, os resultados desse atuar.

Assim, a lista de materiais divulgada para essa etapa não tem o propósito de impor, limitar ou distinguir seus usos. Entretanto, como somos conscientemente aprendizes, encontraremos outros modos de dizer nos próximos anos.

Certos da confiança de nossa comunidade, desejamos um 2020 de Paz e Bem a todos.

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O Projeto de Lei 5827/19 permite que instituições federais de ensino superior utilizem recursos arrecadados por meio de convênios e contratos firmados com fundações para apoiar atividades de prática de campo e para custear atividades administrativas de rotina.

Atualmente, a Lei 8958/94 proíbe o uso desses recursos em atividades como manutenção predial ou de infraestrutura, conservação, limpeza, vigilância, reparos, recepção, secretariado, serviços administrativos e demais atividades de rotina que não estejam objetivamente definidas no plano de desenvolvimento institucional.

Projetos de ensino
De acordo com a lei, os valores arrecadados por meio de convênios e contratos com fundações só podem ser aplicados em projetos de ensino, pesquisa, extensão e desenvolvimento institucional, científico e tecnológico, incluindo a gestão administrativa e financeira necessária à execução desses projetos.

“É fácil perceber, pela experiência acumulada ao longo do tempo, que tais restrições simplesmente inviabilizam o efetivo alcance dos objetivos estabelecidos pelos projetos”, avalia o autor do projeto, deputado Sanderson (PSL-RS).

Ao eliminar essas restrições, o projeto define que os recursos recebidos via convênio poderão ser utilizados em atividades de prática de campo e em todas as demais ações julgadas necessárias para a correta realização do projeto de desenvolvimento institucional.

Proposta idêntica – Projeto de Lei 9640/18 – foi apresentada em 2018 pelo ex-deputado Veneziano Vital do Rêgo, mas acabou arquivada ao fim da legislatura.

Tramitação
O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; de Educação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.


Fonte: Agência Câmara
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Comprado em outras gestões · 11/01/2020 - 16h18

MEC avalia descartar 2,9 milhões de livros didáticos nunca utilizados


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Do Poder 360

O MEC (Ministério da Educação) quer descartar ao menos 2,9 milhões de livros didáticos que nunca foram entregues a alunos de escolas públicas. Os exemplares, comprados em gestões anteriores, são considerados sem utilidade.

Tratam-se obras de todas as disciplinas e de todas as séries – do ensino fundamental ao médio e fazem parte de uma reserva técnica feita para evitar que os alunos fiquem sem livros caso novas turmas ou colégios sejam inaugurados. As informações foram divulgadas neste sábado (11.jan.2020) pelo jornal o Estado de S.Paulo.

De acordo com a reportagem, o gasto estimado com os 2,9 milhões de livros é de mais de R$ 20,3 milhões, uma vez que a média do valor por unidade é de R$ 7. O estoque, porém, pode ser até 3 vezes maior.

O processo para se livrar do material começou no fim do ano passado quando a área de logística e distribuição do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) emitiu 1 documento alertando para a necessidade de reduzir o estoque armazenado em 1 depósito. O imóvel onde estão os livros é alugado dos Correios e fica localizado em Cajamar, na Grande São Paulo.

O FNDE é 1 órgão subordinado ao MEC e, segundo a reportagem, não tem conhecimento do total exato de exemplares armazenados no local. Por esse motivo, seria necessário montar uma comissão para levantar quantos livros existem e se eles ainda estariam dentro da “validade”, ou seja, aptos a serem usados pelos alunos.

Um levantamento preliminar feito em dezembro mostrou que a reserva contava com 4,2 milhões de exemplares, sendo que desses, 2,9 milhões “venceram” de 2005 até 2019. Ou seja, estão desatualizados, o que dificulta a destinação do material de acordo com especialistas consultados pela reportagem.

Os livros foram comprados pelo MEC no PNLD (Programa nacional do Livro e do Material Didático), que distribui exemplares em escolas municipais e estaduais. A reserva técnica, que vai para o depósito, é

Em nota, o FNDE disse que “não há efetivamente nenhum prejuízo” com a reserva. Disse ainda haver necessidade para atender “as escolas novas criadas a cada ano, os alunos que ingressam no sistema de ensino e a eventual falta de livros em determinada unidade”. O órgão afirmou ainda ter conhecimento “quais e quantos exemplares estão armazenados e disponibilizados para solicitações das escolas” embora não tenha comentado o estudo sobre descarte.


Conteúdo produzido pelo Portal Poder360 – www.poder360.com.br. Todos os direitos reservados. Reprodução permitida mediante autorização expressa.

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EUA, Iglaterra e outros · 07/01/2020 - 16h29

Universidades abrem inscrições para bolsas de estudo no exterior


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Anualmente, diversas universidades, localizadas no exterior, abrem seus programas de bolsas para estrangeiros. São oportunidades únicas de estudar fora do país, aprender outro idioma, conhecer outra cultura e ainda se aperfeiçoar profissionalmente. Confira abaixo alguns programas que estão com inscrições abertas. As informações são do Metro.

Estados Unidos

Até dia 1 de fevereiro, o Milepost One recebe as inscrições de estrangeiros interessados em estudar em alguma universidade dos Estados Unidos. O programa oferece bolsa integral em faculdade nos EUA e é voltado para estudantes com dificuldades financeiras. No total, são 25 bolsas com isenção total da matrícula e com cobertura de todos os custos.

Os cursos contemplados pelo Milepost One são em diversas áreas, como artes, humanidades, ciências naturais, ciências sociais e outras. Para participar do processo, o interessado deve comprovar renda familiar igual ou inferior a 125 mil dólares por ano. Também é necessário ser aprovado na Warren Wilson como estudante de graduação em tempo integral. Em seguida, será necessário preencher o formulário de candidatura especial para alunos estrangeiros.

Espanha

A Universidade de Jaén, na Espanha, recebe inscrições até 9 de abril para o seu programa de bolsa para graduação. O programa é direcionado aos estudantes estrangeiros que tenham o ensino médio completo e que tenham obtido uma média mínima de 7.

Além disso, é necessário ter proficiência em espanhol. A Universidade de Jaén oferece bolsas em diversos cursos e para participar é necessário realizar inscrição no site da instituição.

Itália

A Universidade de Bolonha, na Itália, está com inscrições abertas até 30 de abril para estudantes que desejam realizar um curso de graduação no país. O programa oferece dois tipos de bolsas. O primeiro é no valor 11 mil euros por ano e o segundo oferece a isenção das taxas acadêmicas.

As bolsas têm validade de um ano, mas podem ser renovadas. Para participar, o interessado deve realizar sua inscrição na plataforma Studenti Online.

Inglaterra

A Universidade de Westminster, em Londres, abrirá em fevereiro inscrições para bolsas que oferecem cobertura de todos os gastos. Para participar é necessário ter oferta de uma vaga de graduação em tempo integral da Universidade de Westminster.

O processo pode demorar. Dessa forma, é interessante que o estudante já faça a procura. Outro critério para participar do processo é ter um currículo do ensino médio com nota acima de 8.5. Os interessados devem realizar sua inscrição via correio (clique aqui e saiba mais)

Holanda

Até o dia 21 de abril, o programa Orange Tulip Scholarship receberá inscrições para 80 bolsas para brasileiros em 20 universidades da Holanda. As bolsas são tanto integrais quanto de ajuda custo em dinheiro, o valor pode chegar até 50 mil euros. Para participar, o estudante deve ter obtido notas excelentes no ensino médio e proficiência em inglês.

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Criado em 2001, o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) é um programa do Ministério da Educação que tem como objetivo financiar, com juro real zero, no mínimo 50% da mensalidade em cursos de universidades particulares para estudantes de baixa renda. Em 2020, a oferta do programa é de 100 mil vagas.

Assim como no ano passado, neste ano o Fies terá uma edição em cada semestre. No primeiro semestre de 2020, as inscrições, que são gratuitas, ficarão abertas de 5 de fevereiro até as 23h59 de 12 de fevereiro. Os interessados devem acessar o site do programa e fazer um cadastro vinculado ao seu CPF.

Pode se candidatar o estudante de família com renda familiar bruta mensal de até três salários mínimos e que tenha realizado qualquer edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) desde 2010, desde que tenha obtido ao menos 450 pontos de nota média. O candidato também não pode ter zerado a redação.

Os bolsistas parciais do Programa Universidade para Todos (ProUni), ou seja, aqueles que têm bolsa de 50% da mensalidade, também podem participar do processo seletivo do Fies e financiar a parte da mensalidade não coberta pela bolsa. 

Pelo calendário do MEC, o resultado da primeira pré-seleção do Fies será divulgado em 26 de fevereiro. Quem não for pré-selecionado ainda pode ter uma segunda chance, ficando em uma lista de espera para o caso de algum pré-selecionado não confirmar sua inscrição.

A classificação é feita com base na nota do Enem, sendo dada preferência a quem nunca cursou nenhum curso superior. O candidato pode selecionar até três cursos de seu interesse que tenham vagas no Fies.

P-Fies

Numa outra modalidade, chamada de P-Fies, pode se inscrever o estudante que tenha renda familiar bruta mensal um pouco maior, de até cinco salários mínimos.

Nesse caso, as condições do financiamento, a juros mais baixos, são negociadas com algum agente financeiro que fica responsável pelo contrato.

Para se inscrever no P-Fies no primeiro semestre de 2020, o estudante ainda precisa atender aos mesmos critérios do Fies juro zero: nota mínima de 450 pontos nas provas do Enem e não ter zerado a redação.

A partir do segundo semestre de 2020, porém, poderão se inscrever no P-Fies qualquer estudante, sem a exigência de realização do Enem ou limite de renda familiar. As mudanças no programa foram anunciadas em dezembro pelo MEC.

Vagas

São contemplados no Fies somente cursos no formato presencial. O programa não financia cursos no formado ensino à distância (EaD).

Mesmo no formato presencial, a oferta de vagas obedece a critérios estabelecidos pelo MEC, sendo priorizados, com 60% das oportunidades, cursos nas áreas de saúde, engenharia, computação e pedagogia.

Há também uma priorização de mesorregiões com Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) mais baixo, como Nordeste e Norte.

É previsto também um número maior de vagas no Fies para cursos com melhor avaliação segundo o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes): 35% para cursos com conceito 5; 30% para os com conceito 4; 25% com conceito 3; e 10% para cursos recém-autorizados.

Pagamento

Tanto no Fies Juro Zero como no P-Fies, o estudante só começa a pagar a dívida contraída depois que se formar, na forma do contrato. A parcela devida é descontada na fonte.

Caso ainda não tenha emprego e renda formal, o financiamento será quitado em prestações mensais equivalentes ao pagamento mínimo, na forma do regulamento do CG-Fies.

Durante o curso, o estudante deve pagar apenas a parcela da mensalidade não incluída no financiamento e encargos operacionais ligados ao contrato, bem como um seguro de vida.


Fonte: Agência Brasil
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Começa neste domingo (05/01) a segunda fase do vestibular da Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest), para preencher as 8.317 vagas para a Universidade de São Paulo (USP). Hoje serão realizadas as provas de português e redação.

A prova começa as 13h e terá quatro horas de duração. Amanhã, os cerca de 35 mil candidatos aprovados para a segunda fase, entre eles, três mil treineiros, farão as provas específicas, de acordo com a carreira escolhida. Nos dois dias, os portões serão abertos as 12h30 e fechados as 13h. A lista de aprovados para o vestibular da USP será divulgada no dia 24 de janeiro.

As provas da segunda fase têm caráter discursivo, com perguntas e respostas escritas.

Para o exame, o candidato deve levar documento de identidade original com foto e caneta esferográfica azul.


Fonte: Agência Brasil
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O Dia Mundial do Braile é comemorado neste sábado, 4 de janeiro, data de nascimento do criador do sistema de leitura e escrita, usada mundialmente pelas pessoas com deficiência visual.

O francês Louis Braille ficou cego aos 3 anos de idade e, aos 20 anos, conseguiu formar um alfabeto com diferentes combinações de 1 a 6 pontos, que se espalhou pelo mundo.

Seis pontos em relevo, distribuídos em duas colunas, o braile possibilita a escrita de alfabetos, números, pontuação, cálculos matemáticos, de química e física, fonética e partituras musicais. A data marca a importância do sistema braile, como meio de comunicação e informação, para promover o desenvolvimento de pessoas com deficiência visual.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) está entre os órgãos públicos e entidades no Brasil que trabalham para ampliar a disponibilização de recursos de acessibilidade para pessoas cegas.

Desde 2015, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) aplicou 2.065 provas em braile. Elas têm a impressão verificada e validada pela equipe da Fundação Dorina Nowill para Cegos diretamente na gráfica.

“O Inep tem avançado bastante nessas questões de acessibilidade, por exemplo, a prova do Enem em braile e agora a correção das redações que também será feita em braile”, disse a pesquisadora do Inep e professora Candice Aparecida Rodrigues Assunção. Ela é deficiente visual e acumula no currículo uma vasta experiência no debate de inclusão educacional do deficiente visual.

Além disso, o Inep disponibiliza ao participante deficiente visual do Enem quatro recursos de acessibilidade: ledor, transcritor, hora adicional e sala de fácil acesso. Assim como os candidatos com baixa visão, o cego também pode utilizar materiais próprios, se preferir, como: máquina Perkins, punção, reglete, assinador, tábuas de apoio, sorobã e cubaritmo – instrumentos que auxiliam na escrita e em cálculos para pessoas cegas.


Fonte: Agência Brasil
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O Ministério da Educação (MEC) abriu nessa sexta-feira (03/01) nova consulta pública sobre o Programa Universidades e Institutos Empreendedores e Inovadores - o chamado Future-se, proposta do governo que, entre outros pontos, cria um fundo de natureza privada para financiar as universidades e institutos federais. A consulta ficará aberta até o dia 24 de janeiro de 2020, por e-mail futureseconsulta@mec.gov.br e pela página do programa na internet.

Esse fundo contará, inicialmente, com R$ 102,6 bilhões. A intenção é que esses recursos financiem pesquisa, inovação, empreendedorismo e internacionalização das instituições de ensino. Para participar, as universidades institutos federais têm que manifestar interesse em aderir ao programa.

A operacionalização do Future-se ocorrerá por meio de contratos de gestão firmados pela União e pela instituição de ensino com Organizações Sociais (OSs). As OSs são entidades de caráter privado que recebem o status "social" ao comprovar eficácia e fins sociais, entre outros requisitos.

Lançado em julho do ano passado, o Future-se já havia passado por uma pré-consulta pública. Na ocasião, a proposta recebeu mais de 50 mil contribuições. De acordo com o ministério, o objetivo do Future-se é “aumentar a autonomia financeira, administrativa e de gestão das universidades e dos institutos federais por meio do fomento ao empreendedorismo, à captação de recursos próprios, à exploração de patentes e à geração de startups.”

Entre as alterações na nova minuta do anteprojeto de Lei do Future-se é a de que os participantes do Future-se terão preferência na concessão de bolsas da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

A proposta diz ainda que as receitas provenientes de fontes privadas não vão substituir as dotações orçamentárias regulares enviadas pelo governo para as universidades e institutos federais. O texto reformulado inclui as fundações de apoio às universidades no processo, visando dar maior segurança jurídica nas relações entre os entes, fomentando a captação de recursos próprios.

De acordo com o MEC, a nova consulta é mais uma "possibilidade de ouvir a população — e especialistas em educação — antes do envio do projeto de lei ao Congresso Nacional, onde haverá mais uma ampla rodada de debates."


Fonte: Agência Brasil
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A Pró-Reitoria de Extensão, Assuntos Estudantis e Comunitários (Prex) da Universidade Estadual do Piauí (Uespi) divulga editais de estágio não obrigatório para cinco cursos nos campi de Teresina, Floriano e Corrente. As seleções visam o preenchimento de vagas em programas de extensão e laboratórios de pesquisa.

Os cursos em que os editais são destinados são Ciências Biológicas, Computação, Ciências Sociais, Educação Física e Agronomia. Os interessados em participar devem se inscrever no período de 3 a 10 de janeiro, no local e horário descrito no edital de interesse.

Ao todo, estão sendo ofertadas sete vagas, além de cadastro reserva. O valor da remuneração é de R$ 849,60.

Os processos seletivos terão validade de um ano, a contar da data de homologação do resultado final.

Confira os editais:

EDITAL PREXDAEC Nº 012020 LABMICRO

EDITAL PREXDAEC Nº 022020Computação Floriano

EDITAL PREXDAEC Nº 032020 HUMANISMO CABOCLO

EDITAL PREXDAEC Nº 042020GINASTICA LABORAL

EDITAL PREXDAEC Nº 052020 Agronomia Corrente


Fonte: Com informações da CCOM
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Começa nesta segunda-feira (06/01) o período de matrículas para novos alunos do Ensino Fundamental nas Escolas da Prefeitura de Teresina. São mais de 10 mil vagas disponíveis em 147 unidades de ensino do 1º ao 9º ano.

As novas vagas foram disponibilizadas de acordo com um cronograma montado pela Secretaria Municipal de Educação (Semec). Os alunos veteranos já tiveram suas matrículas renovadas no mês de janeiro. Também já foram efetivadas as matrículas dos novos alunos em turmas do I e II Período da Educação Infantil.

De 06 a 10 de janeiro, as escolas estão com matrículas abertas para os estudantes que vão cursar o Ensino Fundamental, bem como para os interessados na Educação de Jovens e Adultos (EJA). Para confirmação da matrícula nova é necessário apresentação de certidão civil com comprovação da idade do aluno, CPF do estudante ou do responsável (caso seja menor de idade), cópia da fatura de água e comprovante de endereço com CEP da rua onde mora. Para alunos que cursarão 2º ano, 9º ano ou EJA também há necessidade do histórico escolar.


Fonte: Com informações da Semcom
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Melhoria na estrutura escolar · 02/01/2020 - 08h44

Escolas com vulnerabilidade social receberam mais de R$ 300 milhões


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O Ministério da Educação (MEC) investiu mais de R$ 300 milhões ao longo de 2019 para garantir que estudantes do ensino básico de escolas públicas ou mantidas por entidades sem fins lucrativos desfrutassem de uma melhor estrutura escolar.

Segundo a pasta, o montante foi repassado diretamente às escolas urbanas e rurais por meio do Programa Dinheiro Direto na Escola, que atende à demanda de instituições que enfrentam dificuldades com o abastecimento de água e de acessibilidade. Os recursos também podem ser empregados na melhoria da infraestrutura pedagógica, em reforço da autogestão e em iniciativas para melhorar os índices de desempenho escolar.

Administrado pela Secretaria de Modalidades Especializadas de Educação (Semesp) do Ministério da Educação, o programa oferece assistência financeira às escolas da educação básica das redes estaduais, municipais e do Distrito Federal e às escolas privadas de educação especial mantidas por entidades sem fins lucrativos.

De acordo com o MEC, cerca de R$ 32 milhões foram liberados para atender 1.206 escolas com problemas no abastecimento de água. Só com esta modalidade, o programa beneficiou aproximadamente 86 mil alunos de todo o país, afirma a pasta, em nota.

Também foram liberados R$ 203,89 milhões para 19.210 instituições de ensino que funcionam em áreas rurais. Este valor beneficiou cerca de 2 milhões de alunos do campo.

A terceira modalidade do programa visa tornar as escolas mais acessíveis às pessoas com necessidades especiais. Foram investidos R$ 109,2 milhões neste ano para atender 4.252.915 estudantes.

As escolas contempladas foram escolhidas pelo Ministério da Educação a partir de informações fornecidas no Censo Escolar - base de dados oficial da educação coordenada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Para fazer jus aos recursos federais, as instituições de ensino precisam se cadastrar no Sistema do PDDE Interativo. Os estabelecimentos escolhidos precisam apresentar um plano de ação indicando as melhorias, reparos e reformas que julga necessárias. A Semesp analisa a viabilidade de cada pedido e repassa às escolas escolhidas um valor correspondente ao número de alunos matriculados e caráter do serviço a ser realizado.

Para que as necessidades sejam atendidas, a escola precisa estar regularizada e possuir prédio próprio. As instituições contempladas na modalidade PDDE Água na Escola podem usar o dinheiro para adquirir equipamentos, instalações hidráulicas e contratar mão de obra necessária à construção de poços, cisternas ou outras formas e meios de abastecimento capaz de garantir água adequada ao consumo humano.

A modalidade PDDE Campo contempla escolas rurais que precisem contratar mão de obra que realize reparos ou pequenas ampliações físicas com o objetivo de adequar a estrutura física. A escola pode solicitar, por exemplo, consertos no sistema elétrico, paredes, portas, calçamento e telhado. Já a modalidade PDDE Acessibilidade permite o uso do recurso para tornar mais acessíveis a estrutura física e pedagógica da escola, seja construindo rampas, vias de acesso, seja instalando sinalização tátil e sonora, sanitários especiais, corrimãos, entre outras melhorias.

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Só um educador é indígena · 28/12/2019 - 14h26

Apenas 2,1% dos docentes da USP são pretos ou pardos


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Enquanto o perfil do aluno da USP fica mais diverso, sobretudo com as cotas, o dos professores permanece majoritariamente branco na universidade. Apenas 1,8% dos 5.655 docentes se define como pardo, e 0,3% como preto. Só um educador é indígena.

Em 20 unidades, não há um só professor que se declare pertencente a um desses três grupos, que representam 37,5% da população do estado de São Paulo.

Entre elas, a FAU (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo), a Esalq (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz) e o Instituto de Biociências, segundo informa o sistema de Transparência da USP. Não há dados sobre raça/cor de 6,8% dos docentes.

A maior chance de ter aula com um educador preto ou pardo na USP é ir à Faculdade de Educação, onde eles têm a maior representação: 10%.
Para estar em uma aula ministrada por um indígena, a única opção é ir ao Instituto de Psicologia. Lá está Danilo Silva Guimarães, professor da universidade desde 2011.

Foi durante a graduação na própria USP que ele passou a se reconhecer como indígena.

Descendente dos maxakali por parte do pai e de outro povo indígena cuja origem se perdeu ao longo do tempo por parte da mãe, ele nasceu e foi criado na cidade de Itanhém, no extremo sul da Bahia.

Cresceu ouvindo o relato de sua bisavó paterna sobre a ancestral que foi retirada da aldeia maxakali nas proximidades, levada criança para trabalhar na casa de uma família e que perdeu o contato com os parentes indígenas.

A história da infância voltou à mente de Danilo em uma aula da área de psicologia social.

"A professora fez uma dinâmica em que a gente precisava se autodeclarar. Fiquei em dúvida se dizia indígena ou negro", recorda. "Lembrei do que era dito na minha família e me autodeclarei indígena. No intervalo da aula, liguei para os meus pais para me certificar, eles confirmaram."

A informação despertou interesse e curiosidade de colegas de sala, que também a partir daquele momento tomaram contato com essa identidade que até então não se mostrava. "Eles ficaram impressionados com a presença de um indígena na sala de aula. Estávamos no terceiro ano e, até então, eu era o baiano, ou seja, a minha identidade regional era mais marcada."

A circunstância foi determinante para ele escolher seu foco de estudos desde então.

Guimarães procurou saber mais de suas origens e conheceu a aldeia dos maxakali.

Descobriu que eles tinham cantos que evocavam os filhos que se perderam, e que o rapto de crianças na tribo, como o de sua ancestral, era algo comum. "Aquilo mexeu muito comigo", lembra.

Dedicou a pós-graduação a entender mais essas relações e, já professor da USP, decidiu transformar em atividade acadêmica o incômodo que sentia por pensar que o curso de psicologia não preparava os alunos para atender pessoas de outra origem cultural.

"Autores clássicos como Freud e Piaget tomam valores ocidentais como centrais, por exemplo ao dar ênfase ao indivíduo e às relações que ele estabelece com a sociedade urbana. Os indígenas têm uma vivência muito comunitária e uma compreensão da pessoa que não é individualizada da mesma forma", explica.

Já professor da USP, ele visitou uma aldeia guarani em Parelheiros, extremo sul de São Paulo, e percebeu incômodo das lideranças com os pesquisadores, pois os indígenas não se sentiam contemplados nos resultados dos estudos.

Formou uma rede de apoio, e muitos indígenas foram à Cidade Universitária, mas ainda se mostravam pouco à vontade com o ambiente universitário tradicional.

Guimarães então fez com eles o projeto da Casa de Culturas Indígenas da USP, construção guarani que ficou pronta em 2017, onde são realizadas diversas atividades acadêmicas e de extensão.

Hoje, ele luta para que a universidade adote um vestibular específico para povos indígenas, como fazem instituições como a Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), a Ufscar (Universidade Federal de São Carlos) e a UnB (Universidade de Brasília).

Trata-se de um processo seletivo próprio, que leva em conta particularidades como parte dos índios não ter o português como primeira língua.

Para o professor, a USP deixa de produzir conhecimento em todas as áreas ao ter um corpo docente tão pouco diverso, uma vez que o interesse e o olhar dos pesquisadores têm muito a ver com suas histórias pessoais.

"Para entender o aumento da depressão, a psicologia, por exemplo, se beneficiaria muito de aprender com os modos de convivência indígena, os processos comunitários de cuidados com os mais velhos e crianças e a construção de uma coesão social."

Um dos professores negros do quadro da Faculdade de Educação, Rosenilton de Oliveira afirma que vê uma grande responsabilidade ao ocupar o cargo. "Não de provar que somos melhores que ninguém, mas de tensionar para que a gente alargue isso. Estando aqui, vou fazer o possível para que outras pessoas negras possam estar e despertar nas pessoas não negras o pensamento para isso", diz.

Ele ressalta a importância de pessoas brancas serem implicadas na discussão sobre racismo, uma vez que não se trata de um problema das pessoas negras, mas da sociedade.

"É preciso fazer aos brancos uma pergunta que muitas vezes se faz ao negro: como se sente sendo uma pessoa branca? É uma questão que causa estranhamento, porque a pessoa branca se sente universal."

Diretor da faculdade, Marcos Neira afirma que a presença de mais professores pretos e pardos do que a média em sua unidade se deve a uma "feliz coincidência", já que não há direcionamento nesse sentido. Mas que é bem-vinda, por mostrar aos alunos a diversidade que a escola deve ter.

Professor do departamento de Sociologia e pesquisador de desigualdades educacionais, Murillo Marschner Brito avalia que um dos resultados de médio e longo prazo das cotas será ampliar e consolidar uma intelectualidade negra, que pensará as relações raciais, e outros temas, do próprio ponto de vista, e não sob a perspectiva dos brancos.

Pró-reitor de Graduação, Edmund Baracat afirma que a, com um perfil de aluno mais diverso, o mesmo ocorrerá com o corpo docente à medida que esses estudantes avançarem na carreira acadêmica.

Série de reportagens expõe efeito da adoção das cotas na USP
Textos mostram o novo perfil da universidade com reserva de vagas para alunos de escola pública, pretos, pardos e indígenas, além d os desafios e lacunas na inclusão

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Ideia é tornar atrair alunos · 27/12/2019 - 17h28

MEC quer ampliar ensino integral aos anos finais do ensino fundamental


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O Ministério da Educação (MEC) lançará um programa para ampliar o ensino integral. O projeto será levado aos anos finais do ensino fundamental, do 6º ao 9º ano. De acordo com a pasta, um projeto piloto será implementado em 40 escolas que já ofertam ensino integral no ensino médio. O projeto será desenvolvido ao longo de 2020, em conjunto com o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e com a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime). A ideia é que o programa seja lançado oficialmente em 2021.

A intenção, de acordo com a pasta, é tornar a escola mais atrativa para os estudantes. "Se analisarmos o nosso percurso educacional, vamos verificar que, do 5º ano para o 6º ano do ensino fundamental e do 9º ano para a 1º série do ensino médio, perdemos muitos estudantes. Seja por abandono ou repetência", disse o secretário de Educação Básica, Janio Macedo.

Com a educação em tempo integral, os estudantes passam mais tempo na escola, cerca de 7 horas por dia, e participam de atividades como reforço escolar, esportes, danças, aulas de artes, comunicação e uso de mídias, entre outras atividades.

A ampliação do ensino integral é uma das metas do Plano Nacional de Educação (PNE), implementado pela Lei 13.005/2014, que estabelece que, no mínimo, 25% dos estudantes do país sejam atendidos em jornadas diárias de 7 horas ou mais até 2024.

O último Censo Escolar mostrou que o percentual de matrículas em tempo integral diminuiu no ensino fundamental, passando de 16,3% de todas as matrículas nas escolas públicas, em 2017, para 10,9% em 2018. Esse percentual chegou a 19,4% em 2015. Nas escolas privadas, as matrículas tiveram um leve aumento, passando de 2,1% para 2,2% de 2017 para 2018.

No ensino médio, a situação foi oposta. O percentual de matrículas em tempo integral passou de 8,4% em 2017 para 10,3% em 2018, nas escolas públicas. Nas privadas, passou de 3,9% para 4% no mesmo período.

O governo federal incentiva o ensino integral por meio de programas como o Mais Educação, lançado em 2007. Desde então, o programa passou por reformulações e enxugamentos.

Ensino médio

O MEC informou que vai incentivar o ensino integral em escolas de ensino médio. O objetivo é ampliar de 1.027 escolas para 1.527 o número de estabelecimentos em tempo integral. "Com isso, a partir de 2020, serão ofertadas 40 mil novas vagas do Ensino Médio em Tempo Integral e mais 200 mil novas vagas do Novo Ensino Médio, com o objetivo de ofertar pelo menos um itinerário formativo", disse o secretário de Educação Básica, Janio Macedo.

O ensino médio passará, no país, por reformulações. Pelo novo modelo, ainda em fase de implementação, os estudantes têm uma formação comum em todo o país, definida pela Base Nacional Comum Curricular, e, no restante do tempo, podem aprofundar a formação em um itinerário formativo nas áreas de linguagens, ciências da natureza, ciências humanas, matemática ou ensino técnico.

Para isso, as redes de ensino devem aumentar o tempo de aula. Hoje, a maior parte dos estudantes fica 5 horas por dia na escola. Esse tempo deverá chegar a 7 horas.

Educação infantil

Na educação infantil, o MEC vai reestruturar o Programa Nacional de Reestruturação e Aquisição de Equipamentos para a Rede Escolar Pública de Educação Infantil (Proinfância). "Nossa grande aposta é a restruturação e manutenção do Proinfância para que possamos efetivamente ter um programa para atender a necessidade da educação infantil", disse Macedo.

O programa foi instituído em 2007, para oferecer assistência técnica e financeira a municípios e ao Distrito Federal para a construção de creches e pré-escolas, além de ajudar na aquisição de mobiliário e equipamentos adequados ao funcionamento da rede física escolar da educação infantil. Janio Macedo não detalhou quais mudanças serão feitas.

De acordo com o secretário, a educação infantil é uma das prioridades do MEC para 2020. No próximo ano, a pasta também focará na maior participação dos professores para a efetiva implementação da Base Nacional Comum Curricular. A base estabelece o mínimo que todos os estudantes brasileiros têm direito de aprender na escola, desde a educação infantil ao ensino médio. No ensino infantil e fundamental, a Base Nacional deve chegar em 2020.


Fonte: Agência Brasil
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Oportunidade e qualificação · 27/12/2019 - 09h13 | Última atualização em 27/12/2019 - 15h41

Faculdade oferta 3,4 mil vagas em cursos gratuitos em Teresina; saiba como participar


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    Divulgação / Uninassau

O Centro Universitário Maurício de Nassau (Uninassau), por meio do Projeto Capacita 2020, está oferecendo mais de 3,4 mil vagas em cursos gratuitos. No total, já são mais de 84 cursos nas áreas de Saúde e Bem-Estar, Negócios e Empreendedorismo, Carreira e Educação, Tecnologia e Inovação. O projeto será realizado entre os dias 14 a 24 de janeiro, nas unidades Jóquei, João XXIII e Redenção e acontecerá nos períodos manhã, tarde e noite.

A reitora da Uninassau, Roselane Pierot, informa que a ideia é oportunizar profissionais de se atualizarem e enriquecerem seus currículos, bem como facilitar a reinserção, no mercado de trabalho, daqueles que estão em busca de oportunidade. “O Capacita faz parte do nosso calendário social. Todo nosso quadro de docentes, em sua maioria Mestres e Doutores, estão engajados afim de garantir o melhor resultado”, explica a reitora.

O programa é uma oportunidade única não apenas para os trabalhadores, mas para o próprio empresariado que tem, no projeto, a oportunidade de qualificar sua mão de obra e encontrar novos profissionais. As inscrições podem ser feitas no site: https://vestibular.uninassau.edu.br e os participantes deverão doar 1 Kg de alimento no dia do curso que será destinado a instituições de caridade.

A candidatura é formalizada por meio do preenchimento de uma ficha de cadastro online.

Vale lembrar que as inscrições terão início a partir do dia 2 de janeiro.

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Inscrições vão até dia 12! · 26/12/2019 - 10h54 | Última atualização em 26/12/2019 - 11h03

Inscrições para Fies e P-Fies iniciam no dia 5 de fevereiro


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As inscrições para o primeiro semestre de 2020 do processo seletivo do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e do Programa de Financiamento Estudantil (P-Fies) começam no dia 5 de fevereiro e vão até as 23 horas e 59 minutos do dia 12 de fevereiro. As informações são da Agência Brasil.

A informação foi publicada no Diário Oficial da União na última terça-feira, 24 de dezembro. Os interessados devem acessar o portal do programa.

O programa tem o objetivo de conceder financiamento a estudantes em cursos superiores pagos. O Novo Fies tem como pilares a ampliação do acesso ao ensino superior, a maior transparência para os estudantes e para a sociedade, e a melhoria na governança e na sustentabilidade do Fundo.

O programa é dividido em duas modalidades, diferenciadas por renda e pelo agente financiador. Na primeira, o fundo oferta vagas com juros zero para os estudantes que tiverem uma renda per capita mensal familiar de até três salários mínimos. Já a segunda, chamada P-Fies, é direcionada a estudantes com renda per capita mensal familiar de até cinco salários mínimos. Nesse caso, os recursos são de bancos privados ou fundos constitucionais e de desenvolvimento.

Confira abaixo o cronograma completo:

Inscrições: 5 de fevereiro até as 23 horas e 59 minutos do dia 12 de fevereiro.

Divulgação dos resultados: 26 de fevereiro.

Complementação da Inscrição no Fiesseleção pelos candidatos pré-selecionados na modalidade Fies: 27 de fevereiro até as 23 horas e 59 minutos do dia 2 de março.

Pré-seleção em lista de espera: 28 de fevereiro até as 23 horas e 59 minutos do dia 31 de março.

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A Secretaria de Educação Superior (Sesu) é responsável por um dos lançamentos do Ministério da Educação (MEC) que mais repercutiram em 2019: o Future-se. Para o ano que se aproxima, a ideia é avançar no desenvolvimento do projeto, com a tramitação no Congresso Nacional.

“O futuro já chegou e 2020 será o ano de consolidação do Future-se” é a frase que resume a principal perspectiva do titular da secretaria, Arnaldo Lima, para 2020. O Future-se, avalia, vai permitir que o mundo acadêmico mostre suas ações positivas. “Temos certeza que sairemos todos vencedores com uma educação de mais qualidade e que não olhe só para o mundo acadêmico, mas também para as oportunidades de empreendedorismo, pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação”, disse.

O programa busca o fortalecimento da autonomia administrativa, financeira e da gestão das universidades e institutos federais por meio do fomento ao empreendedorismo e à captação de recursos próprios.

Confira essas e outras perspectivas da Sesu para o ano de 2020 nesta entrevista especial com o secretário.

2020 é o ano do Future-se?

O futuro já chegou e 2020 promete. Será um ano de consolidação do Future-se, que a gente lançou em julho. Ele vai ser fortalecido por meio da comunicação. Vamos poder mostrar as várias ações positivas que acontecem nas universidades e institutos federais. O mundo acadêmico se comunica para si só e o objetivo é ter uma comunicação que mostre o quanto de ações positivas as nossas instituições de ensino geram para a sociedade. Como palco de políticas públicas, desenvolvimento social e econômico.

Temos certeza que sairemos todos vencedores com uma educação de mais qualidade e que não olhe só para o mundo acadêmico, mas também para as oportunidades de empreendedorismo, pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação. Para mostrar que a qualidade na nossa educação pode ser tipo exportação.

O que o Future-se vai propor para 2020?

Acima de tudo, reduzir as iniquidades que existem hoje no planejamento orçamentário. Existem universidades nas grandes metrópoles que ganham muito mais que as menores, principalmente as do Norte e Nordeste. Nós já começamos a fazer essa correção com a liberação extra de R$ 125 milhões. Nosso foco será o aumento da eficiência. Já existem recursos, mas a gente precisa melhorar a governança para ter melhores resultados.

Quais os principais obstáculos para a aprovação do Future-se?

Obstáculos sempre são assimetrias de informação. Com uma comunicação mais proativa, mostraremos todos os frutos positivos para as instituições, que são patrimônio da nossa sociedade brasileira. A gente quer focar no futuro, quer focar na qualidade, no resultado. Tenho certeza que, com o tempo, a gente vai mobilizar. O exemplo arrasta. Com a implantação de várias das nossas ideias, o Future-se vai ser um sucesso como a gente sempre acreditou.

O Future-se é o carro-chefe da Sesu?

É o carro chefe da Sesu e acho até que é o carro-chefe do governo. Porque é um programa não só educacional. É um programa de desenvolvimento. Não existe país que se desenvolveu sem uma educação de qualidade. A partir do momento que a gente pode expandir a qualidade, respeitando as restrições orçamentárias, tenho certeza que pode ser um carro-chefe para nossa sociedade.

Acho que já deixamos um legado. Colocamos a educação no centro do debate do desenvolvimento. O que não era feito desde os anos 1960. Mas também acho que vários outros programas poderão surgir em 2020.

E o orçamento para 2020?

2020 será ainda melhor. Um ano de crescimento econômico traduzido em mais receitas. Tendo mais receitas, teremos mais previsibilidade para a execução orçamentária. Em 2019, tivemos 100% do orçamento liberado. E, para 2020, nós garantimos um orçamento tão bom quanto o de 2019.

A ideia é que, com o Future-se, a gente tenha receitas adicionais de caráter privado. Aproximando as instituições federais de ensino superior ao setor produtivo que garante o aumento das nossas taxas de sucesso, de concluintes e, ao mesmo tempo também aumenta a empregabilidade dos nossos alunos.


Fonte: MEC
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Inclusão na educação · 25/12/2019 - 12h20 | Última atualização em 25/12/2019 - 22h58

Unifesp oferta vagas a refugiados e portadores de visto humanitário


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Refugiados, portadores de visto humanitário e apátridas (pessoas que não têm nacionalidade legalmente reconhecida) poderão concorrer a 37 vagas de cursos de graduação da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), para ingresso em 2020. O prazo de inscrições  vai de 2 a 15 de janeiro. 

As vagas são para os seguintes cursos: Bacharelado Interdisciplinar em Tecnologia e Ciências do Mar; Biomedicina; Ciências Ambientais; Ciências Atuariais; Ciências Biológicas; Ciências Contábeis; Ciências Econômicas; Educação Física; Enfermagem; Engenharia Química; Farmácia; Filosofia; Fisioterapia; História; Letras - Português; Letras - Português/Espanhol; Letras - Português/Francês; Letras - Português/Inglês; Licenciatura em Ciências; Nutrição; Pedagogia; Psicologia; Química; Química Industrial; Relações Internacionais; Serviço Social; Superior de Tecnologia em Informática em Saúde; Superior de Tecnologia Oftálmica; e Terapia Ocupacional. Elas estão distribuídas nos campi da Baixada Santista, Diadema, Guarulhos, Osasco e São Paulo.

Os interessados deverão apresentar documentos que atestem que sua condição se encaixa nos critérios do edital de seleção. De refugiados e apátridas é exigida a apresentação de um documento expedido pelo Comitê Nacional para os Refugiados (Conare) ou por órgão competente do governo brasileiro. No caso de visto humanitário, a documentação deve ter sido emitida conforme as hipóteses previstas na legislação vigente ou ser apresentada na forma de autorização de residência/permanência no Brasil, concedida pelo governo brasileiro.

A prova será aplicada aos candidatos no dia 1º de fevereiro. Por meio de 25 questões objetivas, serão avaliados conhecimentos nas áreas de língua portuguesa, matemática, geografia, história, sociologia, filosofia, biologia, química e física. Além da prova de múltipla escolha, haverá uma redação, que deve ter no mínimo 12 linhas.  

A reserva de vagas para esse grupo foi aprovada pelo Conselho Universitário da Unifesp, em 13 de novembro. A instituição informa que oferecerá acompanhamento da Comissão de Apoio ao Ingresso e Permanência de Refugiados, para garantir a inclusão dos novos estudantes na comunidade acadêmica. Em nota, a instituição se compromete a assegurar o acesso a auxílio-permanência e "apoio na questão linguística, por meio de ações de programas de extensão, como o Memorial Digital do Refugiado (MemoRef), e outras da universidade e de entidades parceiras".


Fonte: Agência Brasil
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Confira · 24/12/2019 - 10h41 | Última atualização em 24/12/2019 - 13h42

Ideologia, polêmica e paralisia marcam MEC sob Weintraub


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Protestos, convocações no Congresso, processos judiciais e apuração no Conselho de Ética da Presidência são o principal fruto da gestão do ministro Abraham Weintraub na Educação sob o primeiro ano de Jair Bolsonaro.

Preterida por declarações polêmicas, a gestão da pasta travou a política educacional do país, afirmam especialistas.

Com isso, não se cumpriu, no primeiro ano, a promessa do presidente Jair Bolsonaro de priorizar a educação infantil e os ensinos fundamental e médio –a educação básica.

Em quase 12 meses de governo, a pasta computa uma precária articulação com as secretarias de educação pelo país e a baixa execução orçamentária de recursos federais.

Os resultados esperados de Weintraub, que após disputas internas substituiu em abril Ricardo Vélez Rodríguez (cria do escritor Olavo de Carvalho), ainda não vieram. O que se viu foi a intensificação de discurso ideológico e a beligerância em redes sociais.

Os números oferecem um retrato do MEC (Ministério da Educação) sob Bolsonaro.
A pasta havia empenhado, até a semana passada, 79% do orçamento da educação básica para áreas como transporte escolar, construção de escolas e compra de livros didáticos. A parcela de fato paga foi de 68%, ou R$ 6,5 bilhões de um orçamento de R$ 12,2 bilhões.

Para este ano, estão empenhados R$ 58 milhões para construção de creches pelo programa Proinfância, ou 13% do que foi gasto em 2018. É o menor investimento pelo menos desde 2013.

"Discutir ideologia não garante orçamento nem que a rotina escolar seja mantida de forma a atender todo mundo", diz a pesquisadora em educação da PUC-SP Mônica Gardelli Franco, que lamenta o abandono das metas do Plano Nacional de Educação.

As ações do ministro, contudo, seguem a direção oposta.

Em maio, ele surgiu em vídeo de guarda-chuva em punho, dançando para ironizar notícias de cortes na pasta: "Está chovendo fake news", dizia, sem comentar que seu ministério retivera R$ 926 milhões para arcar com emendas parlamentares negociadas para a aprovação da reforma da Previdência (o MEC insiste que não há mais bloqueios).

O nível de execução orçamentária é baixo, a menos que tudo mude até este dia 31.

O FNDE afirma que a gestão orçamentária não interrompeu os programas para a educação básica, e lembrou que "o exercício financeiro de 2019 ainda está em curso, de tal forma que os programas ainda estão sendo executados pelo MEC e parte das despesas apresentam sazonalidade".

Nada indica, entretanto, que essa guinada ocorra: em ações como o Apoio à Infraestrutura para a Educação Básica gastaram-se efetivamente 2% do orçamento –30 milhões de R$ 1,7 bilhão previsto. No PDDE (Programa Dinheiro Direto na Escola), foi empenhado 52% do orçamento de R$ 2 bilhões (e pagos 49%).

Vêm do PDDE recursos para obras, programas de alfabetização e educação integral. A pasta promete chegar a R$ 1,96 bilhão até o fim deste exercício, mas o dinheiro seria usado apenas em 2020.

"Isso [esse cenário] gerou uma dificuldade muito grande aos municípios, porque os programas foram descontinuados ou desidratados", diz Luiz Garcia, presidente da Undime (entidade que reúne secretários municipais de Educação), para quem falta ao MEC planejamento e clareza.

Ele destaca melhora na interlocução com o secretário de Educação Básica, Janio Macedo, mas mostra preocupação com a ausência de diretrizes para a educação infantil e a paralisia na alfabetização.

Só devem aparecer a partir de 2020 os efeitos de projetos anunciados como a Política Nacional de Alfabetização –ainda sem detalhes de implementação– e o programa para ampliar o ensino técnico –para o qual o MEC promete criar de 1,5 milhão de vagas até 2023, mas delega a execução aos estados sem previsão de orçamento federal.

A ausência de um plano dificulta a execução das políticas públicas, avalia Alexandre Schneider, pesquisador visitante da Universidade Columbia (EUA) e colunista do jornal Folha de S.Paulo. Para ele, que já foi secretário municipal de Educação de São Paulo, sobram ações desordenadas ou pontuais, como a criação de 54 escolas cívico-militares em 2020.

"Há um desejo de romper, mas sem um plano para colocar algo no lugar. O ministério também não se dedicou a questões estruturantes e foi ausente no Fundeb [mecanismo de financiamento da educação básica e cuja renovação não avançou no Congresso]."

O pesquisador vê "um ano perdido na educação".

Entre suas realizações em 2019, o MEC criou uma carteira de estudante digital para esvaziar a UNE (União Nacional dos Estudantes) e enviou carta às escolas com princípios similares aos do movimento Escola Sem Partido.

Muito dos planos e das promessas se dissiparam em meio às turbulências da pasta, na qual nenhuma área relevante passou incólume.

As mudanças de chefia atingiram o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais, responsável pelo Enem), o FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) e a Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior).

Mas foi o ensino superior o principal foco de polêmicas envolvendo Weintraub, cuja estreia foi marcada pela declaração de que cortaria verbas de universidades federais que promovessem "balbúrdia" (bagunça).

Bloqueios de verba provocaram, em maio, a maior mobilização contra o governo Bolsonaro.

Acusações recentes de haver plantações de maconha em universidades renderam ao ministro processo movido pela Andifes (associação de reitores) e uma convocação na Câmara, na qual não abrandou o tom.

Ainda assim, os repasses para o ensino superior superaram os da educação básica, chegando a 97% de empenho e 86% de execução.

Em julho, foi anunciado o Future-se, que prevê fortalecer o financiamento privado nas federais e as parcerias com organizações sociais. Mas o texto ainda não foi enviado ao Congresso nem tem prazo para sê-lo, segundo o MEC, que afirma que o tema está em análise técnica.

A permanência no cargo de Weintraub, que está de férias, tem sido questionada por aliados. Bolsonaro, entretanto, diz que não pretende demiti-lo.

ESTADO DA EDUCAÇÃO

Maioria de medidas anunciadas só terá ações efetivas a partir de 2020

Alfabetização

Dita prioridade da gestão, a implementação da nova política nacional é uma incógnita. Três ações foram tomadas: a publicação de um decreto que prioriza método fônico, o lançamento de caderno com as premissas da política e um projeto para pais lerem para os filhos;

Educação infantil

Não foi apresentado projeto para creche e pré-escola;

Ensino técnico

O projeto Novos Caminhos, promete criar 1,5 milhão de vagas no ensino técnico profissionalizante até 2023, mas depende de ação estados, municípios e escolas privadas;

Escola Cívico-Militar

Plano visa converter 54 unidades para o modelo cívico-militares em 2020 e prevê atuação de oficiais. Sem a adesão de vários estados, mais da metade do orçamento do programa, de R$ 54 milhões, será usado para pagamento de militares;

Ensino em tempo integral

Projeto Educação em Prática, anunciado em novembro, prevê usar espaços ociosos em faculdades privadas para ampliar a carga horária dos estudantes de escolas públicas. A sugestão veio do setor privado, que receberá como contrapartida bônus na avaliação de faculdades;

Enem

O exame ocorreu sem problemas, apesar da convulsão no Inep. O governo promoveu varredura ideológica no banco de questões, mas não divulgou o que descartou. Em 2020, começará o projeto-piloto do Enem digital;

Ensino superior

Alvo de ataques do ministro, as universidades federais sofreram bloqueio de recursos até terem 100% da verba de custeio liberada em outubro. A aposta é o Future-se, que prevê fomentar o financiamento privado e a atuação de organizações sociais, mas o não chegou ao Congresso;

Pesquisa

Governo cortou 8% das bolsas de pesquisa bancadas pela Capes, ou 7.590 benefícios.

 

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