Já foram resgatados R$ 4,7 bilhões -

Dinheiro esquecido: brasileiros têm R$ 7,3 bi disponíveis para resgate

Conforme informações divulgadas pelo Banco Central (BC) em 11 de setembro, ainda está à disposição para resgate uma quantia próxima a R$ 7,3 bilhões por meio do Sistema de Valores a Receber (SVR), referente a julho deste ano. Com informações do Metrópoles.

Foto: Reprodução

Por meio desse serviço, é possível verificar se indivíduos ou empresas têm algum montante "esquecido" em bancos, consórcios ou outras instituições financeiras.

O BC reporta que R$ 5,85 bilhões estão disponíveis para quase 37,5 milhões de pessoas, enquanto R$ 1,44 bilhão pode ser resgatado por 2,9 milhões de empresas.

Conforme a autoridade monetária, cerca de 63% dos resgates devem ser de até R$ 10. Apenas 1,77% dos beneficiários têm direito a resgatar mais de R$ 1 mil.

Até o momento, já foram resgatados R$ 4,707 bilhões, sendo R$ 3,499 bilhões destinados a pessoas físicas e R$ 1,208 bilhão a pessoas jurídicas.

Para solicitar o resgate, siga os passos a seguir:

Acesse o site do Sistema de Valores a Receber (SRV) durante o período de saque indicado na primeira consulta. Caso tenha esquecido as datas, é possível retornar ao sistema durante o período de repescagem.

Faça login na sua conta Gov.br (nível prata ou ouro). Se não tiver uma conta em um desses dois níveis, realize o cadastro ou eleve o nível de segurança (para contas tipo bronze) no site ou no aplicativo Gov.br.

Leia e aceite o termo de responsabilidade.

Verifique o valor a ser recebido, a instituição responsável pelo ressarcimento e a origem (tipo) do montante a ser recebido.

Escolha a opção adequada, conforme indicado pelo sistema: "Solicitar por aqui," para receber o valor via Pix, em até 12 dias úteis; ou "Solicitar via instituição," destinado a usuários sem a opção Pix.

O BC esclarece que os valores esquecidos podem se referir a:

Conta-corrente ou poupança encerrada com saldo disponível;

Cotas de capital e rateio de sobras líquidas de ex-participantes de cooperativas de crédito;

Recursos não procurados de grupos de consórcio encerrados;

Tarifas cobradas indevidamente;

Parcelas ou despesas de operações de crédito cobradas;

Contas de pagamento pré ou pós-pagas encerradas com saldo disponível;

Contas de registro mantidas por corretoras e distribuidoras encerradas com saldo disponível;

Outros recursos disponíveis nas instituições para devolução.

Fonte: Metrópoles

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