Acordo da empresa com a Chubb · 11/08/2022 - 23h49

Nubank expande número de apólices ativas no semestre


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O Nubank encerrou o primeiro semestre deste ano com mais de 700 mil apólices ativas nos dois produtos de seguro que oferece atualmente, o de vida e o de celular.

O semestre também fechou com um novo acordo da empresa com a Chubb para o desenvolvimento de novas categorias de seguros e possibilidade de expansão dessa unidade de negócios para suas operações no México e na Colômbia.

Com o resultado, atingido após quase dois anos do lançamento de seu primeiro produto no mercado de seguros, o Nubank afirma que lidera o ranking de relacionamento com clientes neste setor no Brasil, o chamado NPS (net promoter score).

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Bolsa cai 0,47% · 11/08/2022 - 19h43

Dólar sobe para R$ 5,15, influenciado por exterior


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Um dia depois de atingir o menor nível em oito semanas, o dólar subiu, influenciado pelo mercado internacional. A bolsa de valores caiu após sete altas seguidas, puxada pela realização de lucros, quando investidores vendem ações para embolsar ganhos recentes.

O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (11) vendido a R$ 5,158, com alta de R$ 0,073 (+1,44%). A cotação chegou a operar próxima da estabilidade durante a manhã, mas passou a disparar após declarações de dirigentes do Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) de que o órgão continuará a ser rígido no combate à inflação nos Estados Unidos.

Com o desempenho de hoje, o dólar acumula queda de 0,31% em agosto. Em 2022, o recuo chega a 7,5%.

No mercado de ações, o dia foi marcado por ajustes. Após a euforia de ontem, quando fechou no nível mais alto em mais de dois meses, o índice Ibovespa, da B3, fechou aos 109.718 pontos, com queda de 0,47%. Os investidores aproveitaram os preços altos das ações, depois de sete pregões seguidos de ganhos, para vender os papéis.

Ontem (10), o mercado financeiro global teve um dia de alívio após a divulgação da inflação ao consumidor nos Estados Unidos, que desacelerou pela primeira vez desde que o Fed começou a elevar os juros no país. Hoje, números confirmaram a desaceleração da inflação ao produtor, mas a afirmação de diretores do Fed de que o aperto monetário continuará afetou o mercado.

Os novos dados tinham aumentado as expectativas de que o Fed eleve os juros básicos norte-americanos em 0,5 ponto percentual na próxima reunião. No entanto, declarações dos dirigentes indicaram que parte deles votará para um reajuste de 0,75 ponto, como ocorreu nas duas últimas reuniões. Juros mais altos em economias avançadas estimulam a fuga de capitais de países emergentes, como o Brasil.


Fonte: Agência Brasil
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Auxilio Brasil · 11/08/2022 - 09h30 | Última atualização em 11/08/2022 - 11h57

Beneficiários com NIS final 3 recebem Auxílio Brasil nesta quinta-feira (11)


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A Caixa Econômica Federal paga hoje (11/08) a parcela de agosto do Auxílio Brasil aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) final 3. É a primeira parcela com o valor mínimo de R$ 600, que vigorará até dezembro, conforme emenda constitucional promulgada em julho pelo Congresso Nacional. As informações são da Agência Brasil

A emenda constitucional também liberou a inclusão de 2,2 milhões de famílias no Auxílio Brasil. Com isso, o total de beneficiários atendidos pelo programa sobe para 20,2 milhões a partir deste mês.

O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas em dois aplicativos: Auxílio Brasil, desenvolvido para o programa social, e Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

Em janeiro, o valor mínimo do Auxílio Brasil voltará a R$ 400, a menos que nova proposta de emenda à Constituição seja aprovada. Tradicionalmente, as datas do Auxílio Brasil seguem o modelo do Bolsa Família, que pagava nos dez últimos dias úteis do mês. No entanto, portaria editada no início de agosto antecipou o pagamento da parcela deste mês para o período de 9 a 22.

Auxílio Gás

O Auxílio Gás também será pago hoje às famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), com NIS final 3. Com valor de R$ 110 neste mês, o benefício segue o calendário do Auxílio Brasil.

Com duração prevista de cinco anos, o programa beneficiará 5,5 milhões de famílias até o fim de 2026. O benefício, que equivalia a 50% do preço médio do botijão de 13 quilos nos últimos seis meses, é retomado em agosto com o valor de 100% do preço médio, o que equivale a R$ 110. Esse aumento vigorará até dezembro, conforme emenda constitucional promulgada pelo Congresso.

Pago a cada dois meses, o Auxílio Gás originalmente tinha orçamento de R$ 1,9 bilhão para este ano, mas a verba subiu para R$ 2,95 bilhões após a promulgação da emenda.

Só pode fazer parte do programa quem está incluído no CadÚnico e tenha pelo menos um membro da família que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC). A lei que criou o programa definiu que a mulher responsável pela família terá preferência, assim como mulheres vítimas de violência doméstica.

Benefícios básicos

O Auxílio Brasil tem três benefícios básicos e seis suplementares, que podem ser adicionados caso o beneficiário consiga um emprego ou tenha filho que se destaque em competições esportivas, científicas ou acadêmicas.

Podem receber os benefícios extras as famílias com renda per capita de até R$ 100, consideradas em situação de extrema pobreza, e até R$ 200, em condição de pobreza.

A Agência Brasil elaborou um guia de perguntas e respostas sobre o Auxílio Brasil. Entre as dúvidas que o beneficiário pode tirar estão os critérios para integrar o programa social, os nove tipos diferentes de benefícios e o que aconteceu com o Bolsa Família e o auxílio emergencial, que vigoraram até outubro do ano passado.


Fonte: Agência Brasil
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Movimentado 1,6 trilhão · 10/08/2022 - 18h55

Pagamentos com cartões crescem 36,5% no primeiro semestre


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Os pagamentos com cartões de crédito e débito cresceram 36,5% no primeiro semestre deste ano em comparação com o mesmo período de 2021, segundo balanço divulgado hoje (10/08) pela Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs). Foi movimentado R$ 1,6 trilhão com cartões nos primeiros seis meses de 2022.

Crédito

O cartão de crédito teve o maior crescimento e também a maior movimentação no período. De acordo com a Abecs, foram feitos R$ 1 trilhão em pagamentos com esse meio no primeiro semestre, uma expansão de 42,2% em relação ao ano passado.

Débito

Os cartões de débito foram responsáveis por R$ 488 bilhões em pagamentos, um aumento de 16,6% na comparação com os primeiros seis meses de 2021. Enquanto os cartões pré-pagos tiveram R$ 99,4 bilhões em movimentações .

Também tiveram crescimento no primeiro semestre as compras remotas que, com alta de 32,7%, somaram R$ 338,5 bilhões no período.

Os pagamentos por aproximação com cartões de crédito e débito tiveram um aumento de 344,5%, somando R$ 235,5 bilhões nos primeiros seis meses do ano.

Pandemia

Segundo a associação, o alto crescimento está relacionado à base de comparação ruim do ano passado, momento crítico da pandemia de covid-19. Sendo assim, a expansão também reflete o fim das restrições às movimentações e às atividades econômicas neste ano.


Fonte: Agência Brasil
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FÁBIO ZANINI
SÃO PAULO, SP
(FOLHAPRESS)

Uma pesquisa inédita da CNI (Confederação Nacional da Indústria) revela que 10% de quem ganhava até um salário mínimo perdeu toda a renda nos últimos seis meses. Considerada toda a população brasileira, 4% ficaram sem renda nenhuma no mesmo período.

Outros 26% declararam ter tido alguma perda no último semestre. O percentual é maior, de novo, entre quem ganha apenas um salário mínimo (35%) e entre os analfabetos (33%) e quem cursou até o ensino fundamental (33%).

De acordo com o gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, a queda na renda ainda é reflexo dos efeitos da pandemia de coronavírus, cuja recuperação foi impactada pela eclosão da guerra na Ucrânia.

O percentual cai para 19% entre quem mora na região Sul, quem cursou o ensino superior e para 12% entre aqueles que ganham mais de cinco salários mínimos.

No outro extremo, 17% afirmaram ter tido incremento na renda, com destaque para quem mora na região Centro-Oeste (24%) e entre quem tem ensino superior.
A pesquisa da CNI, encomendada ao Instituto FSB, entrevistou 2.008 brasileiros entre os dias 23 e 26 de julho. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%.

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CLAYTON CASTELANI
SÃO PAULO, SP
(FOLHAPRESS)

A taxa de câmbio no Brasil recuou e o mercado de ações tomou fôlego nesta quarta-feira (10), dia em que a divulgação de um índice de preços ao consumidor dos Estados Unidos menor do que o esperado impulsionou investimentos considerados mais arriscados.
O dólar comercial à vista fechou em queda de 0,79%, cotado a R$ 5,0880 na venda, menor valor para um encerramento de pregão desde meados de junho. Na cotação mínima desta quarta, a moeda americana chegou a ser negociada a R$ 5,0360, quando recuou quase 2%.
O índice de preços ao consumidor americano permaneceu inalterado em julho, após avançar 1,3% em junho, segundo o Departamento do Trabalho dos Estados Unidos. Projeções da agência Reuters indicavam alta de 0,2% do índice no mês passado. O índice acumulado em 12 meses caiu de 9,1%, em junho, para 8,5%, no mês passado.
A desaceleração da inflação levou investidores a apostarem na diminuição no ritmo do aumento dos juros do Fed (Federal Reserve, o banco central americano) e, consequentemente, na desvalorização do dólar.
O novo dado, que confirma a desaceleração da inflação, fez o mercado voltar a esperar que o Fed desaperte o passo na sua política de elevação de juros. Analistas já falam em uma alta de 0,50 ponto percentual no próximo mês.
Antes, parte do mercado considerava que o Fed poderia repetir em setembro o agressivo aumento de 0,75 ponto percentual da sua taxa de juros, assim como fez nas duas últimas reuniões de política monetária.
O temor de uma elevação novamente muito forte dos juros tinha ganhado espaço na semana passada, quando a criação de vagas de trabalho nos Estados Unidos acima das expectativas para julho surpreendeu o mercado.
Isso indicou que a economia americana não estava em recessão, apesar de duas quedas trimestrais consecutivas do PIB (Produto Interno Bruto).
Sobre os efeitos das novas perspectivas no câmbio do Brasil, a economista-chefe do Banco Ourinvest, Fernanda Consorte, diz que há uma combinação dos contextos internacional e doméstico para favorecer a queda do dólar.
É que sem o aperto mais forte na taxa do Fed, o prêmio oferecido pelo juro real brasileiro -diferença entre inflação e a taxa de crédito- tende a aumentar a disposição de investidores para abandonarem a segurança da renda fixa americana em direção a uma economia menos estável.
Na terça-feira (9), a ata do Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central apontou para a estabilização da taxa de juros, enquanto a deflação mensal registrada pelo IPCA de julho confirmou a expectativa de desaceleração dos preços.
"A combinação gera um movimento de apetite para o risco, trazendo o câmbio para baixo", comentou Consorte.
BOLSA AVANÇA ACIMA DOS 110 MIL PONTOS
Na Bolsa de Valores brasileira, o indicador de referência Ibovespa subiu 1,46% nesta quarta, a 110.235 pontos. É o melhor resultado desde 3 de junho.
O desempenho das ações locais esteve alinhado nesta sessão à força global dos mercados de ações.
Nos Estados Unidos, o índice de referência da Bolsa de Nova York, o S&P 500, saltou 2,13%.
Marcelo Oliveira, especialista em renda variável e fundador da Quantzed, ressalta que investidores tomam o mercado de ações americano como parâmetro para a Bolsa brasileira. O humor positivo por lá foi determinante para o resultado doméstico, segundo ele.
"Tivemos um número muito positivo de CPI [sigla em inglês para índice de preços ao consumidor] americano, que veio zerado para mês de julho, e o núcleo [que desconta a variação de alimentos e energia, que são mais voláteis] também veio abaixo do esperado", comentou
Os principais mercados europeus também subiram. A Bolsa de Londres ganhou 0,25%. Paris e Frankfurt fecharam com altas 0,52% e 1,23%, nessa ordem.
Na terça, ganhos das ações do setor bancário somados ao desempenho positivo do ramo das matérias-primas impulsionaram a alta da Bolsa, que resistiu a um dia de valorização do dólar e de elevação dos juros.
O Ibovespa, índice parâmetro da Bolsa, subiu 0,23%, a 108.651 pontos. Essa foi a sexta elevação consecutiva do indicador, que avançou na contramão dos principais mercados mundiais.
Entre os papéis que tiveram maior peso nesse resultado, o Itaú Unibanco subiu 2,61% e a Vale avançou 2,07%.
O lucro líquido de R$ 7,7 bilhões do Itaú no segundo trimestre de 2022 deu fôlego ao setor bancário nesta sessão.
A empresa de viagens CVC desabou 10,96%. Investidores apostaram na desvalorização da companhia após o J.P. Morgan ter rebaixado os preços dos papéis da companhia.

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A Caixa Econômica Federal paga hoje (10/08) a parcela de agosto do Auxílio Brasil aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 2. É a primeira parcela com o valor mínimo de R$ 600, que vigorará até dezembro, conforme emenda constitucional promulgada em julho pelo Congresso Nacional. As informações são da Agência Brasil

A emenda constitucional também liberou a inclusão de 2,2 milhões de famílias no Auxílio Brasil. Com isso, o total de beneficiários atendidos pelo programa sobe para 20,2 milhões a partir deste mês.

O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas em dois aplicativos: Auxílio Brasil, desenvolvido para o programa social, e Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

Em janeiro, o valor mínimo do Auxílio Brasil voltará a R$ 400, a menos que uma nova proposta de emenda à Constituição seja aprovada. Tradicionalmente, as datas do Auxílio Brasil seguem o modelo do Bolsa Família, que pagava nos dez últimos dias úteis do mês. No entanto, portaria editada no início de agosto antecipou o pagamento da parcela deste mês para o período de 9 a 22.

Calendário de pagamentos do Auxílio Brasil de R$ 600 - Diário Oficial da União

Auxílio Gás

O Auxílio Gás também será pago hoje às famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), com NIS final 2. Com valor de R$ 110 neste mês, o benefício segue o calendário do Auxílio Brasil.

Com duração prevista de cinco anos, o programa beneficiará 5,5 milhões de famílias até o fim de 2026. O benefício, que equivalia a 50% do preço médio do botijão de 13 quilos nos últimos seis meses, é retomado em agosto com o valor de 100% do preço médio, o que equivale a R$ 110. Esse aumento vigorará até dezembro, conforme emenda constitucional promulgada pelo Congresso.

Pago a cada dois meses, o Auxílio Gás originalmente tinha orçamento de R$ 1,9 bilhão para este ano, mas a verba subiu para R$ 2,95 bilhões após a promulgação da emenda.

Só pode fazer parte do programa quem está incluído no CadÚnico e tenha pelo menos um membro da família que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC). A lei que criou o programa definiu que a mulher responsável pela família terá preferência, assim como mulheres vítimas de violência doméstica.

Benefícios básicos

O Auxílio Brasil tem três benefícios básicos e seis suplementares, que podem ser adicionados caso o beneficiário consiga um emprego ou tenha filho que se destaque em competições esportivas, científicas ou acadêmicas.

Podem receber os benefícios extras as famílias com renda per capita até R$ 100, consideradas em situação de extrema pobreza, e até R$ 200, em condição de pobreza.

A Agência Brasil elaborou guia de perguntas e respostas sobre o Auxílio Brasil. Entre as dúvidas que o beneficiário pode tirar estão os critérios para integrar o programa social, os nove tipos diferentes de benefícios e o que aconteceu com o Bolsa Família e o auxílio emergencial, que vigoraram até outubro do ano passado.

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Fonte: Metrópoles
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Acordo de cooperação técnica · 09/08/2022 - 21h37

BNDES e BID vão avaliar projetos viáveis na área de saneamento


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    Agência Brasil

Acordo de cooperação técnica firmado entre o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) vai permitir a avaliação prévia da viabilidade de projetos de parceria público-privada (PPP) e de concessão de serviços de água e saneamento, com foco em favelas e áreas rurais do país.

Com recursos doados pelo BID no montante de US$ 350 mil, serão desenvolvidas ferramentas paramétricas que auxiliarão o BNDES no processo de estruturação, especialmente em regiões remotas e de menor viabilidade financeira. A ideia é direcionar e ampliar investimentos para essas localidades, reduzindo os riscos associados e elevando a probabilidade de sucesso para todos os envolvidos.

De acordo com o BNDES, uma das ferramentas estabelecerá parâmetros para avaliar previamente a viabilidade técnica, financeira e econômica de projetos de universalização de água e saneamento de um município, um grupo de municípios ou uma região. “Essa avaliação prévia dará celeridade e permitirá um uso mais eficiente dos recursos empregados na estruturação dos projetos, uma vez que o BNDES terá em mãos, rapidamente, a informação necessária para fazer a modelagem com mais segurança”, disse o banco, por meio de sua assessoria de imprensa.

O BNDES informou que os trabalhos já foram iniciados. "No momento, estamos em fase final de contratação dos consultores externos. A previsão é concluir todos os estudos até o fim de 2022".

Especialistas das duas instituições vão trabalhar em conjunto com equipes de consultores na criação de uma ferramenta para calcular os custos operacionais (Opex) e de investimentos de capital (Capex) dos serviços de água e saneamento em favelas e áreas rurais. Esses dados serão incluídos nos modelos financeiros dos contratos de PPP e concessões, de modo a viabilizar a definição de ações para atendimento a essas áreas. O modelo a ser desenvolvido será importante para cumprimento da meta de universalização do serviço de saneamento no país, completou o BNDES.


Fonte: Agência Brasil
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Como sacar o PIS · 09/08/2022 - 11h13 | Última atualização em 09/08/2022 - 11h27

Trabalhadores ‘esquecem’ R$ 562,9 milhões em abonos salariais


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Em tempos de crise econômica, aprofundada pela inflação, com impactos diretos na renda dos brasileiros, causa espanto saber que há “dinheiro esquecido” em contas e sistemas governamentais. As informações são do Infomoney 

O montante esquecido da vez atinge R$ 562,9 milhões e é oriundo do PIS/Pasep. Os valores não foram sacados por trabalhadores, segundo o Ministério do Trabalho e Previdência.

O PIS (Programa de Integração Social) é destinado ao trabalhador da iniciativa privada e distribuído pela Caixa. Enquanto o PASEP (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público) é usado pelos profissionais de empresas públicas e pago pelo Banco do Brasil.

Quem trabalha nos setores público e privado tem direito a receber abono salarial do PIS/Pasep de até R$ 1.212.

Leia também:
PIS/PASEP: quem tem direito, como solicitar e outras dúvidas sobre o abono salarial

Segundo os dados do ministério, são R$ 248 milhões não sacados por 252.699 profissionais referentes ao PIS, e R$ 314,8 milhões esquecidos por trabalhadores referentes ao PASEP, o que totalizam 596.917 pessoas que não fizeram o saque dos valores. Apesar disso, a pasta federal informou à reportagem, por nota, que 97,5% dos abonos já foram pagos.

Os valores que os profissionais recebem variam conforme a quantidade de meses trabalhados cujo o ano-base é 2020. O valor do Abono Salarial corresponde ao valor do salário-mínimo dividido por 12 e multiplicado pela quantidade de meses trabalhados, segundo explica o ministério em seu site.

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Fonte: Área Vip
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    Agência Brasil

A União pagou, em julho, R$ 400,56 milhões em dívidas atrasadas de estados, segundo o Relatório de Garantias Honradas pela União em Operações de Crédito e Recuperação de Contragarantias, divulgado hoje (08/08) pelo Tesouro Nacional. Do total, R$ 162,95 milhões são débitos não quitados pelos estados de Minas Gerais; R$ 106,67 milhões do Rio de Janeiro; R$ 77,46 milhões de Goiás, e R$ 53,47 milhões do Rio Grande do Sul.

Este ano, já são R$ 5,02 bilhões de dívidas de entes subnacionais honradas pela União. Os que tiveram os maiores valores honrados foram os estados de Minas Gerais (R$ 1,97 bilhão), Rio de Janeiro (R$ 1,9 bilhão) e Goiás (R$ 723,04 milhões). Rio Grande do Sul (R$ 399,23 milhões) e Rio Grande do Norte (R$ 15,50 milhões) também aparecem na lista de entes que tiveram as garantias honradas em 2022.

Desde 2016, a União realizou o pagamento de R$ 46,93 bilhões em dívidas garantidas. Além do relatório mensal, o Tesouro Nacional também disponibiliza os dados no Painel de Garantias Honradas.

As garantias representam os ativos oferecidos pela União – representada pelo Tesouro Nacional - para cobrir eventuais calotes em empréstimos e financiamentos dos estados, municípios e outras entidades com bancos nacionais ou instituições estrangeiras, como o Banco Mundial e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Como garantidor das operações, ele é comunicado pelos credores de que não houve a quitação de determinada parcela do contrato.

Caso o ente não cumpra suas obrigações no prazo estipulado, o Tesouro compensa os calotes, mas desconta o valor coberto com bloqueios de repasses federais ordinários, além de impedir novos financiamentos. Há casos, entretanto, de bloqueio na execução das contragarantias, a partir da adoção de regime de recuperação fiscal ou por meio de decisões judiciais que suspenderam a execução.

Em 2022, a União recuperou R$ 29,35 milhões em contragarantias. Todo o valor é referente a dívidas pagas do estado do Rio Grande do Norte.


Fonte: Agência Brasil
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Mudanças na economia · 08/08/2022 - 09h02

Inflação muda comportamento dos brasileiros, mostra pesquisa


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Com o orçamento apertado, um em cada quatro habitantes no país não consegue pagar todas as contas no fim do mês. A constatação é de pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) em parceria com o Instituto FSB Pesquisa, que aponta redução nos gastos com lazer, roupas e viagens. As informações são do Agência Brasil

De acordo com a pesquisa, sair do vermelho está cada vez mais difícil. Isso porque apenas 29% dos brasileiros poupam, enquanto 68% não conseguem guardar dinheiro. Apesar disso, 56% dos entrevistados acreditam que a situação econômica pessoal estará um pouco ou muito melhor até dezembro.

O levantamento também mostrou que 64% dos brasileiros cortaram gastos desde o início do ano e 20% pegaram algum empréstimo ou contraíram dívidas nos últimos 12 meses. Em relação a situações específicas, 34% dos entrevistados atrasaram contas de luz ou água, 19% deixaram de pagar o plano de saúde e 16% tiveram de vender algum bem para quitar dívidas.

Outros hábitos foram afetados pela inflação. Segundo a pesquisa, 45% dos brasileiros pararam de comer fora de casa, 43% diminuíram gastos com transporte público e 40% deixaram de comprar alguns alimentos.

Entre os que reduziram o consumo, 61% acreditam na melhora das finanças pessoais nos próximos meses. O otimismo, no entanto, não se refletirá em consumo maior. Apenas 14% da população pretendem aumentar os gastos até o fim do ano.

Pechincha

Entre os itens que mais pesaram no bolso dos entrevistados nos últimos seis meses, o gás de cozinha lidera, com 68% de citações. Em seguida, vêm arroz e feijão (64%), conta de luz (62%), carne vermelha (61%) e frutas, verduras e legumes (59%). Os combustíveis aparecem em sexto lugar, com 57%. No caso dos alimentos, a percepção de alta nos preços de itens como arroz, feijão e carne vermelha aumentou mais de 10 pontos percentuais em relação à pesquisa anterior, em abril.

Com a alta dos preços, a população está recorrendo a um hábito antigo: pechinchar. Segundo a pesquisa, 68% dos entrevistados admitiram ter tentado negociar um preço menor antes de fazer alguma compra neste ano. Um total de 51% parcelou a compra no cartão de crédito, e 31% admitiram “comprar fiado”. Os juros altos estão tornando o crédito menos atrativo. Menos de 15% dos brasileiros recorreram ao cheque especial, crédito consignado ou empréstimos com outras pessoas.

De acordo com o presidente da CNI, Robson Andrade, os rescaldos da pandemia de covid-19 e a guerra na Ucrânia comprometeram a recuperação econômica do país. A aceleração da inflação levou à alta dos juros, o que tem desestimulado o consumo e os investimentos. Em contrapartida, afirma Andrade, o desemprego está caindo, e o rendimento médio da população está se recuperando gradualmente, o que dá um alento para os próximos meses.

O levantamento, encomendado pela CNI ao Instituto FSB Pesquisa, é o segundo realizado no ano com foco na situação econômica e nos hábitos de consumo. Foram entrevistados presencialmente 2.008 cidadãos, em todas as unidades da Federação, de 23 a 26 de julho.

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Fonte: Metrópoles
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ANA PAULA BRANCO E FERNANDA BRIGATTI
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS)

Aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) poderão comprometer até 45% da renda previdenciária para pagar empréstimos consignados. A sanção do presidente Jair Bolsonaro (PL) à lei que autoriza a ampliação da margem foi publicada no Diário Oficial da União de quinta-feira (04/08).

O aumento no percentual de margem diz respeito exclusivamente ao uso do cartão de crédito consignado (5%) e do cartão de crédito consignado benefício (5%). Os bancos que oferecem esses produtos deverão se adaptar aos novos parâmetros.

O Idec vê essa aprovação como um retrocesso na luta contra o superendividamento da população, principalmente entre os mais pobres.
Segundo o instituto de defesa do consumidor, a população endividada no Brasil chega a 77% das famílias e parte significativa delas está devendo porque recorreu ao crédito para pagar despesas básicas e garantir sua sobrevivência.

Nesses casos, o pagamento de parcelas futuras acrescidas de juros comprometem ainda mais a renda e alimenta um ciclo contínuo de uso de crédito, de acordo com a coordenadora do Programa de Serviços Financeiros do Idec, Ione Amorim.

O especialista em educação financeira Otavio Machado diz que é preciso definir um objetivo específico para a tomada de crédito e confirmar que as prestações do empréstimo irão caber no orçamento familiar mensal.

"É preciso ter consciência de que o custo de vida deverá ser reduzido em até 45% do ganho mensal para quem comprometer toda a margem de empréstimo", afirma Reinaldo Domingos, presidente da Abefin (Associação Brasileira de Educadores Financeiros).

Para conferir até quanto pode comprometer o benefício com empréstimos, o segurado pode acessar o Meu INSS, site ou aplicativo, ir na opção "Serviços em Destaque", e clicar em "Extrato de Empréstimo".

Os especialistas recomendam ainda ficar atentos ao extrato do benefício. Além de aposentados e pensionistas, quadrilhas também comemoram quando a margem consignável é ampliada e renovam seus golpes. Parte deles por causa do vazamento de dados, publicamente já reconhecido pelo INSS.

Se não tiver interesse em adquirir um empréstimo consignado, a recomendação da advogada Adriane Bramante, presidente do IBDP (Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário) é bloquear a oferta pelo Meu INSS, na opção "Empréstimo (bloqueio/desbloqueio)".

Em todos os casos, é preciso ficar atento ao extrato do benefício pelo Meu INSS para conferir se nenhum empréstimo foi feito sem autorização. Se for vítima de fraude, procure a polícia e o banco onde recebe o benefício.

QUANDO A NOVA MARGEM SERÁ LIBERADA

O Banco do Brasil afirma que segue operando com margem ampliada de 35% para empréstimos consignados a beneficiários do INSS.

Sobre o aumento no percentual de margem por cartão de crédito consignado e cartão de crédito consignado benefício, o BB diz que analisa a possibilidade de atuar com esses produtos.

A Caixa afirma que a viabilidade financeira e operacional para o acréscimo de 5% no Cartão Benefício está em avaliação.

"Os clientes com os 35% de margem consignável comprometidos em períodos de liberação anterior podem realizar a renovação de seus contratos com ampliação do prazo, sendo que a limitação da margem se aplica à soma de todas as prestações mensais de crédito consignado já pactuadas e que possam ser futuramente contratadas", afirma o banco, em nota.

A Caixa diz que orienta seus clientes sobre a importância de se utilizar o crédito de forma consciente, adequando o valor das parcelas ao seu orçamento e planejamento financeiro familiar.

Os demais bancos não responderam.

Como será aplicada a nova margem do empréstimo consignado 35% do valor do benefício para o pagamento de empréstimos pessoais

+ 5% para débitos relativos a despesas ou saques com cartão de crédito consignado
+ 5% para débitos relativos a despesas ou saques com cartão consignado de benefício

Para saber quanto pode emprestar​

1 - Acesse o Meu INSS
2 - Informe CPF e senha; se for necessário, informe email para receber um código de validação
3 - Em "Serviços em Destaque", clique em "Extrato de Empréstimo"
4 - Se recebe mais de um benefício previdenciário, consulte um por vez
5 - A tela vai mostrar as informações do benefício e a margem consignável
6 - Se preferir imprimir, clique em "Baixar PDF"

Quantos empréstimos é possível fazer?

Segundo o INSS, o segurado pode fazer até nove contratos de empréstimo pessoal

No caso do cartão de crédito, é permitida apenas uma contratação
As taxas de juros são mais baixas do mercado, com média de 2% ao mês, e o prazo de quitação pode chegar a 84 meses

Atenção!

As taxas de juros oferecidas pelos bancos variam conforme o perfil do cliente
O ideal é pesquisar para obter o melhor negócio

Proteja seu benefício

Não informe dados pessoais por telefone. O INSS não pede nenhum dado pessoal ou o número do benefício;

Se optar por contratar um consignado, procure a instituição financeira por meio de seus canais oficiais de atendimento ou vá a uma agência;

Evite emprestar seu nome. Se a pessoa não conseguir pagar, é o aposentado que terá que arcar com a dívida e ficar com o nome sujo;

Acompanhe o extrato do benefício mensalmente para verificar que nenhum contrato foi feito de forma irregular;

Não clique em nenhum link que receber por email;

Se estiver em dúvida sobre a veracidade da mensagem, ligue para o telefone 135, do INSS, ou entre no Meu INSS.

Principais golpes das quadrilhas

Criminoso obtém dados pessoais e faz consignado em nome do aposentado, que fica com as parcelas mensais para pagar;

Depósito de dinheiro não solicitado na "conta" com pedido de devolução dos valores para quitação de empréstimos antigos ou refinanciamento do empréstimo;

Oferta de consignado com liberação mediante depósito;

Golpe do "avalista" ou "fiador". O golpista que oferece o consignado e a "contratação" de um fiador próprio da "empresa" por um valor, em média, de R$ 400.

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A Mega-Sena sorteia nesta terça-feira (02/08) um prêmio estimado em R$ 3 milhões. As seis dezenas do concurso 2.506 serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, na cidade de São Paulo. As informações são da Agência Brasil

Como parte da Mega Semana da Sorte, serão realizados três sorteios: hoje, na quinta-feira (4) e no próximo sábado (6).

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.

A aposta simples, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50.

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Fonte: Agência Brasil
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A dois meses das eleições, o governo federal começa a pagar no próximo dia 9 os auxílios turbinados a milhões de brasileiros, que incluem o Auxílio Brasil de R$ 600, o Auxílio Gás de até R$ 120, o Auxílio Caminhoneiro e o Auxílio Taxista. As informações são do Metrópoles 

Os três primeiros serão liberados na semana que vem, enquanto o benefício voltado a taxistas deve começar a ser pago em 16 de agosto.

O calendário de pagamentos segue o final do Número de Identificação Social (NIS).

Os benefícios foram aprovados pelo Congresso dentro da PEC dos Auxílios. Com a emenda constitucional, o governo vai injetar R$ 41,25 bilhões em programas sociais vigentes e na criação de novos benefícios a serem pagos este ano, em razão de um estado de excepcionalidade provocado pela escalada da inflação e pela crise nos preços de combustíveis.

Todos os benefícios serão pagos de forma temporária até dezembro, contemplando cerca de 22 milhões de brasileiros.

No caso do Auxílio Brasil (antigo Bolsa Família), haverá um bônus de R$ 200 aos R$ 400 pagos atualmente. Os beneficiários receberão o recurso pelos mesmos meios já utilizados em pagamentos anteriores: saque por meio do cartão Auxílio Brasil, em lotéricas, ou por transferência no aplicativo Caixa Tem.

Junto com o pagamento do Auxílio Brasil, será feito o depósito do Auxílio Gás. O valor médio do auxílio, que antes era de 50% do botijão, passará a ser integral sobre a unidade.

O auxílio turbinado será pago nos meses de agosto, outubro e dezembro. O benefício é bimestral. Em 2023, as famílias voltarão a receber o valor médio de 50% do botijão de gás de 13 kg.

Têm direito ao vale-gás:

famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) com renda familiar mensal per capita menor ou igual a meio salário mínimo (R$ 606);

famílias com integrante que tenha 65 anos ou mais ou seja portador de deficiência inscrito no Benefício de Prestação Continuada (BPC).

Caminhoneiros e taxistas

O auxílio voltado aos caminhoneiros, o Benefício Emergencial aos Transportadores Autônomos de Carga (BEm-Caminhoneiro), será pago em duas parcelas de R$ 1 mil – os montantes referem-se aos meses de julho e agosto.

Terão direito ao BEm-Caminhoneiro os transportadores de carga autônomos devidamente cadastrados no Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTR-C) até 31 de maio de 2022. Entre outras exigências, os profissionais deverão estar com a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e o CPF válidos. O benefício será pago para cada transportador autônomo independentemente da quantidade de veículos que possuir, segundo o Ministério do Trabalho.

Já o Benefício Emergencial aos Motoristas de Táxis (BEm-Taxista) começará a ser pago no próximo dia 16 de agosto. A previsão é pagar até seis parcelas de R$ 1 mil cada, observado o limite global disponível para o pagamento do auxílio. Assim como o BEm-caminhoneiro, o primeiro pagamento deverá contemplar duas parcelas, referentes aos meses de julho e agosto.

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Fonte: Metrópoles
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Em cinco anos, a nota de R$ 10 perdeu um quarto do seu valor. Hoje, o que é possível comprar com essa cédula poderia ser adquirido por R$ 7,50 em 2017. A perda do valor da moeda pode ser diretamente sentida dentro dos supermercados. No período, a cesta básica teve uma variação de 74,28%, percentual superior ao registrado pelo IPCA (Índice de Preços Amplo ao Consumidor) de 33,60%. As informações são do R7.

    Edu Garcia/R7

Os cálculos feitos pelo matemático financeiro José Dutra Vieira Sobrinho mostram uma aceleração da inflação nos últimos cinco anos. “O aumento foi desproporcional. Nesse tempo, os preços dos itens de alimentação subiram em proporção muito maior”, analisa.

“Os alimentos têm um peso grande na inflação, outros produtos também pesam, mas a cesta básica aumentou bastante, o que mostra como a inflação afetou a população de baixa renda. O detalhe importante a ser observado é que os produtos de alimentação subiram numa proporção muito maior que a inflação”, completa Dutra.

Já a queda do poder aquisitivo da cédula de R$ 10 em relação a julho de 1994 é de 86,70%. Isso significa que o que essa nota compra poderia ser adquirido por somente R$ 1,33 há 28 anos. Mas no período o IPCA acumula alta de 653,07%, percentual inferior à variação da cesta básica registrada desde 1994, 1.053%

Os preços antes e depois

Dados históricos do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), na cidade de São Paulo, em comparação com preços apurados pelo R7 no supermercado, mostram a disparada nos valores dos produtos nos últimos anos. 

O feijão carioquinha (1 kg), tipo mais barato, custa hoje no supermercado R$ 7,99. No mesmo mês em 1994 ele custava R$ 1,11 e, em 2017, R$ 6,17.

O preço do leite saltou para R$ 6,79 em 2022. Há cinco anos, esse produto podia ser levado pelo consumidor por R$ 3,82. Já há 28 anos, custava R$ 0,53.

A farinha de trigo, que hoje custa R$ 5,99, era comprada por R$ 3,13, em 2017, e por R$ 0,55, em 1994.

O pão francês é outro produto que subiu bastante desde o Plano Real. A unidade sai por cerca de R$ 1 em 2022, e cinco anos atrás, o preço era R$ 0,56. Já há 28 anos custava menos de 10 centavos.

O café (250g), que era comprado por R$ 1,88 em 1994, subiu para R$ 5,60 em 2017. Cinco anos depois, o valor do produto passou para R$ 10,49.

O preço do óleo de soja hoje é de R$ 9,99, mas o produto já pôde ser comprado por R$ 0,94 há 28 anos. Enquanto, cinco anos atrás, ele era adquirido nos supermercados por R$ 3,47.

O açúcar custava apenas R$ 0,74 em 1994 e R$ 2,87 em 2017. Hoje, o mesmo produto é vendido por R$ 4,19.

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O pagamento do vale-gás — benefício que ajuda famílias de baixa renda a comprar o botijão de gás de 13 kg — será retomado no dia 9 de agosto. O valor médio do auxílio, que antes era de 50% do botijão, passará a ser integral sobre a unidade. Com informações do Metrópoles.

    Reprodução

O aumento do vale-gás foi possível por meio da PEC dos Auxílios, aprovada pelo Congresso Nacional. A medida que turbina o benefício custará R$ 1 bilhão e fará com que as famílias recebam o pagamento de 100% do preço médio nacional do botijão de 13 kg de gás.

O auxílio turbinado será pago nos meses de agosto, outubro e dezembro. O benefício é bimestral. Em 2023, as famílias voltarão a receber o valor médio de 50% do botijão de gás de 13 kg.

Leia a matéria completa no Metrópoles.

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Os ministérios da Saúde e da Educação são os maiores afetados pelo bloqueio de recursos no Orçamento neste ano. O contingenciamento foi feito para não desrespeitar a regra do teto de gastos, que impede o crescimento das despesas federais para além da inflação.

Neste mês, o governo concluiu haver necessidade de um novo contingenciamento após a publicação do relatório bimestral de receitas e despesas, que apontou crescimento de despesas obrigatórias -o que, por causa do teto, exige redução nas discricionárias (aquelas sobre as quais o governo tem liberdade de decisão e pode deixar de executar).

O novo bloqueio é feito a pouco mais de dois meses das eleições e aumenta a limitação da máquina pública em meio à corrida pelo Palácio do Planalto. Por outro lado, o governo já conseguiu autorização do Congresso para liberar R$ 41,2 bilhões fora das regras fiscais (inclusive fora do teto) com objetivo de turbinar benefícios sociais às vésperas da campanha.

De acordo com o Ministério da Economia, a necessidade total de bloqueio em 2022 subiu R$ 2,7 bilhões a avaliação de dois meses atrás e a atual (para R$ 12,7 bilhões). Com isso, na pasta da Saúde, estão bloqueados R$ 2,7 bilhões, e, na Educação, R$ 1,6 bilhão (os demais ministérios têm bloqueios abaixo de R$ 382 milhões).

O presidente Jair Bolsonaro (PL) reclamou neste mês da necessidade de bloqueio. "É duro trabalhar com um Orçamento desse, engessado", disse.

"Quando chega algo que extrapolou o previsto, tenho que cortar. Vai cortar onde? Se corta na educação, reclama. Se corta na saúde, reclama", afirmou o presidente. "Todo mundo vai ter reclamação, é natural. Sou obrigado a cumprir a legislação".

A necessidade de bloqueio indicada no relatório bimestral de receitas e despesas é uma exigência da legislação. A Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) determina que, se verificado, ao fim de um bimestre, que a receita poderá não comportar o cumprimento das metas de resultado das contas públicas do ano, o governo deve limitar o empenho e a movimentação financeira.

No entanto, os bloqueios deste ano não estão sendo feitos para se cumprir a meta fiscal, mas sim o limite previsto após a criação da norma constitucional do teto de gastos.

A folga na meta fiscal é sentida neste ano porque as receitas estão em expansão, dando ao governo tranquilidade com o resultado estipulado na Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2022 (déficit primário de até R$ 170,4 bilhões). Enquanto isso, o teto permanece fixo e limitando as despesas.

Receitas atípicas, como as oriundas da privatização da Eletrobras e de dividendos turbinados após pedido do governo, além da manobra dos precatórios (que diminuiu a necessidade de pagamentos neste ano), também ajudam na conta de 2022.

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Ocupados maior desde 2012 · 29/07/2022 - 11h06

Taxa de desemprego cai para 9,3% no segundo trimestre


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A taxa de desemprego alcançou 9,3% no trimestre encerrado em junho, o que representa queda de 1,8 ponto percentual em relação ao trimestre anterior. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é o menor patamar para o período desde 2015, quando ficou em 8,4%.

O número de desempregados caiu 15,6% no trimestre e atingiu 10,1 milhões de pessoas, 1,9 milhão a menos que no trimestre anterior. Os números estão na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada hoje (29) pelo IBGE.

Para a coordenadora de Pesquisas por Amostra de Domicílios do IBGE, Adriana Beringuy, o movimento de retração da taxa de desocupação no segundo trimestre é semelhante ao observado em outros anos. “Em 2022, contudo, a queda mais acentuada dessa taxa foi provocada pelo avanço significativo da população ocupada em relação ao primeiro trimestre”, apontou.

População ocupada

Os dados da pesquisa revelam que a população ocupada é a maior desde o início da série histórica da pesquisa, em 2012. O contingente foi estimado em 98,3 milhões, o que equivale a alta de 3,1% se comparado ao trimestre anterior.

Ao todo, representa 3 milhões de pessoas a mais no mercado de trabalho. Entre eles 1,1 milhão estão na informalidade. “Na comparação com o mesmo período do ano passado, o aumento é de 8,9 milhões de trabalhadores. Com o crescimento, o nível da ocupação - percentual de ocupados na população em idade para trabalhar -, foi estimado em 56,8%, avançando 1,6 ponto percentual. frente ao trimestre anterior”, completou o IBGE.

O número de trabalhadores informais foi estimado em 39,3 milhões e também é o maior da série histórica do indicador, que começou em 2016. Em relação ao trimestre anterior, significa avanço de 2,8% (1,1 milhão de pessoas). Fazem parte dessa população os trabalhadores sem carteira assinada, empregadores e conta própria sem CNPJ, além de trabalhadores familiares auxiliares.

A taxa de informalidade ficou em 40% no trimestre encerrado em junho. Segundo Adriana Beringuy, entre outros fatores, os números sofreram influência, nesse segundo trimestre, da retomada do crescimento do número de trabalhadores por conta própria sem CNPJ, que havia caído no primeiro trimestre.

“Além disso, outras categorias principais da informalidade, que são os empregados sem carteira no setor privado e os trabalhadores domésticos sem carteira, continuaram aumentando”, informou.

Conta própria

O número de trabalhadores por conta própria, somados os formais e os informais, foi estimado em 25,7 milhões. Esse é o maior contingente para um trimestre encerrado em junho desde 2012. Frente ao trimestre anterior houve alta de 1,7% (431 mil pessoas) e de 4,3% (1,1 milhão de pessoas) em relação ao mesmo período do ano passado.

Entre os empregados sem carteira assinada no setor privado houve crescimento de 6,8% ou mais 827 mil pessoas, se comparado ao último trimestre. “Com isso, o contingente também foi o maior da série, ao ser estimado em 13 milhões de pessoas", informou o IBGE.

O número de trabalhadores domésticos sem carteira cresceu 4,3% no período, o equivalente a 180 mil pessoas. Com a alta, essa categoria passou a ser formada por 4,4 milhões de trabalhadores”.

A pesquisa mostrou ainda que o crescimento no número de informais está relacionado a algumas atividades do setor de serviços, impactadas pelas medidas de isolamento social durante a pandemia.

De acordo com a coordenadora, é possível observar que parte importante dos serviços, como os prestados às famílias, tem grande participação de trabalhadores informais e está influenciando essa reação da ocupação. “Isso também tem ocorrido na construção, setor com parcela significativa de informais. Então, a informalidade tem um papel importante no crescimento da ocupação”, completou.

No mercado de trabalho formal, a maior elevação em termos absolutos ocorre nos empregados com carteira assinada no setor privado. A categoria cresceu 2,6% no trimestre, um acréscimo de 908 mil pessoas. No ano, o aumento é de 3,7 milhões de trabalhadores ou 11,5%.

Já o número de empregadores com CNPJ ficou estável se comparado ao último trimestre. Na comparação anual, subiu 12,7%. Dos 4,2 milhões de empregadores, 3,4 milhões ou 81% são formais.

Rendimento

O IBGE estimou o rendimento médio real habitual em R$ 2.652. O valor representa estabilidade na comparação com o primeiro trimestre. No ano, apresentou queda de 5,1%.

Em movimento contrário, a massa de rendimento, que é a soma dos rendimentos pagos a pessoas ocupadas, atingiu R$ 255,7 bilhões, um aumento de 4,4%, na comparação com o trimestre anterior e de 4,8% em relação ao mesmo período do ano passado.

Na visão da coordenadora, os resultados refletem a expansão da ocupação no trimestre. “Embora não haja aumento no rendimento médio dos trabalhadores, houve crescimento da massa de rendimento porque o número de pessoas trabalhando é bastante elevado”, relatou.


Fonte: Agência Brasil
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Impacto dos mega-aumentos · 29/07/2022 - 08h08

Petrobras tem lucro de R$ 54,3 bilhões no segundo trimestre


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A Petrobras registrou lucro de R$ 54,3 bilhões no segundo trimestre de 2022, em resultado com forte impacto dos mega-aumentos nos preços dos combustíveis em março. A empresa também anunciou a distribuição recorde de R$ 87,8 bilhões em dividendos.

O lucro da estatal foi o segundo maior já registrado por uma companhia brasileira, abaixo apenas do resultado anunciado pela própria Petrobras no quarto trimestre de 2020 (R$ 70,6 bilhões, em valores corrigidos pela inflação).

No primeiro trimestre de 2022, a empresa já havia anunciado lucro de R$ 44,5 bilhões, que motivou a distribuição de R$ 48,5 bilhões em dividendos. Assim, a empresa distribuirá R$ 136,3 bilhões pelo lucro acumulado de R$ 98,9 bilhões no primeiro semestre.

A remuneração aos acionistas beneficia o governo federal, que pediu antecipação de dividendos a estatais com o objetivo de bancar auxílios emergenciais e desonerações tributárias que ajudaram a baixar os preços dos combustíveis nas bombas às vésperas das eleições.

Com 28,67% das ações da empresa, a União terá direito a cerca de R$ 25 bilhões dos dividendos anunciados nesta quinta-feira (28). No ano, os repasses da estatal ao governo a título de remuneração aos acionistas somam R$ 39 bilhões.

Em nota, a Petrobras disse que o valor anunciado "é compatível com a sustentabilidade financeira da companhia no curto, médio e longo prazo e está alinhada ao compromisso de geração de valor para a sociedade e para os acionistas".

Segundo a companhia, o lucro do segundo trimestre reflete a alta das cotações internacionais do petróleo e melhores margens na venda de combustíveis e de gás natural. Foi impactado também por acordo com sócios em campos do pré-sal, que rendeu R$ 14,2 bilhões.

No trimestre, a empresa vendeu combustíveis por um preço médio de R$ 665,50 por barril, alta de 22,3% em relação ao trimestre anterior e de 65,9% em relação ao segundo trimestre de 2021.

A área de refino da companhia, responsável pela venda de combustíveis, teve lucro de R$ 13,6 bilhões, alta de 53,2% em relação ao mesmo período de 2021. Já o lucro da área de exploração e produção cresceu 103,8%, para R$ 53,3 bilhões.

"Os resultados do segundo trimestre de 2022 mostram a resiliência e a solidez da companhia, que é capaz de gerar resultados sustentáveis, seguindo com sua trajetória de criação de valor", escreveu, no balanço entregue à CVM (Comissão de Valores Mobiliários), o diretor de Finanças da estatal, Rodrigo Araújo.

Além dos mega-aumentos dos preços dos combustíveis em março, que influenciaram as contas do segundo trimestre, a Petrobras subiu o preço do óleo diesel novamente no início de maio, movimento que levou à demissão do ex-presidente da estatal José Mauro Coelho.

Coelho foi substituído por Caio Paes de Andrade, que tomou posse no fim de junho com a missão de segurar os preços dos combustíveis e já anunciou dois cortes no preço da gasolina este mês, alegando acompanhar a queda das cotações do petróleo.

A Petrobras fechou o segundo trimestre com receita de R$ 170,9 bilhões, alta de 54,4% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. O Ebitda, indicador que mede a geração de caixa de uma companhia, subiu 58,6%, para R$ 90,2 bilhões.

A dívida bruta da companhia ficou em US$ 53,6 bilhões (R$ 277,6 bilhões, ao câmbio atual), abaixo dos US$ 65 bilhões estipulados como meta pela gestão da empresa.

"A redução do endividamento bruto, o elevado nível de geração de caixa e a sólida liquidez permitiram à companhia aprovar um pagamento de remuneração ao acionista no montante de R$ 6,73 por ação ordinária e preferencial", justificou a estatal.

Os elevados dividendos foram aprovados pelo conselho em reunião nesta quinta e são alvos de críticas de opositores à gestão atual. Para o Ineep (Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), a decisão atende ao calendário eleitoral.

"As altas nos preços dos derivados turbinam os dividendos que serão repassados ao governo federal, mas reduzem os investimentos de longo prazo da companhia e impulsionam a inflação", comentou o pesquisador do instituto Mahatma dos Santos.

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Prejuízos com repasses · 28/07/2022 - 19h42 | Última atualização em 28/07/2022 - 23h23

CGU: governo pagou R$ 336 mi em auxílio emergencial a 135,7 mil mortos


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Uma auditoria da Controladoria-Geral da União (CGU) aponta que o governo federal pagou auxílio emergencial a 135,7 mil pessoas mortas, entre 2020 e 2021 – durante o auge da pandemia de Covid-19. O prejuízo aos cofres públicos alcançou R$ 336,1 milhões. As informações são do Metrópoles.

Controladoria-Geral da União (CGU)
Controladoria-Geral da União (CGU)    Reprodução

O procedimento rotineiro da CGU visa averiguar eventuais falhas relacionadas a fraudes nos benefícios concedidos aos cidadãos brasileiros.

Dentre todos os pagamentos que não se enquadravam nos requisitos exigidos para o recebimento do auxílio, o governo desembolsou R$ 9,4 bilhões.

Veja, abaixo, os casos de beneficiário irregular:

  • com indicativo de óbito anterior ao recebimento de parcela do subsídio – 135,7 mil casos;
  • com renda familiar mensal em desacordo com os critérios de elegibilidade – 1,1 milhão;
  • com vínculo empregatício formal ativo registrado na GFIP – 1,9 milhão de casos;
  • com vínculo registrado no Siape – 8,8 mil casos;
  • com vínculos ativos com as Forças Armadas – 58,9 mil casos;cidadão que recebe subsídio previdenciário ou assistencial do INSS – 867,9 mil casos;
  • cidadão que recebe Benefício de Preservação do Emprego e da Renda – 299 mil casos;
  • cidadão que recebe seguro-desemprego – 214 mil casos;
  • cidadão que recebe seguro-defeso – 197 mil casos; e
  • cidadão que atua como agente público estadual, distrital ou municipal ou que possui outro tipo de vínculo com entidade pública dessas esferas – 675 mil casos.

Instituído em 2020 para ajudar os brasileiros mais afetados pelas consequências econômicas da pandemia de coronavírus, o auxílio emergencial foi retomado em 2021, quando custou R$ 59,5 bilhões aos cofres públicos.

Por ocasião da retomada dos pagamentos, a própria CGU fez uma série de recomendações ao Ministério da Cidadania e à Caixa Econômica Federal para minimizar fraudes que já haviam sido observadas em 2020.

Pensando nisso, o governo federal criou mecanismos para a devolução do auxílio recebido irregularmente.

Os cidadãos têm até seis meses, após o recebimento, para fazer a devolução voluntária e, se não o fizerem e forem identificados, receberão multas que podem chegar a 20% do valor devido e podem ter o nome publicado na Dívida Ativa da União.

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS)

Diante das oscilações de preços do álcool e da gasolina, o motorista pode adotar uma conta rápida antes de decidir qual dos dois combustíveis compensa mais a cada visita ao posto.

    Rubens Cavallari/Folhapress

Para saber se compensa trocar a gasolina pelo álcool, é necessário fazer um cálculo que leva em consideração o rendimento de cada combustível. O consumidor deve dividir o valor do litro de etanol pelo valor do litro da gasolina. Se der até 0,70, o álcool compensa mais.

Segundo o engenheiro Gabriel Branco, especialista em motores, um veículo abastecido com etanol rende, em média, 30% a menos do que se estivesse com gasolina. Por isso, para valer a pena, o litro do etanol deve custar até 70% do litro da gasolina.

O cálculo do rendimento do álcool em relação à gasolina, no entanto, é uma aproximação. O valor de base (70%) pode ser maior ou menor, a depender do desempenho do motor. É preciso que o próprio motorista acompanhe o gasto do seu veículo e decida qual é o melhor combustível no seu caso.

O consumidor precisa ficar atento aos valores, uma vez que diferenças nos impostos e outras questões locais fazem com que haja muita oscilação de preços de um lugar para o outro. Em alguns estados, o etanol compensa mais. Em outros, a gasolina.

De acordo com Branco, a melhor forma de verificar essa relação para cada veículo é por meio da etiqueta PBEV (Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular). Este é um selo verificado pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia) e traz detalhes do rendimento dos modelos flex, com álcool e gasolina, na cidade e na estrada.

Na avaliação do Inmetro de julho de 2022, um Chevrolet Onyx motor 1.0, ano 2022, por exemplo, rende 9,5 quilômetros por litro com álcool na cidade, e 12 km/l com gasolina. Já o compacto Hyundai HB20 motor 1.0 rende 9,8 km/l na cidade com etanol e 10,7 km/l com gasolina.

O Inmetro informou, em ocasião anterior, que não há uma padronização para a divulgação deste selo nos veículos. Fontes envolvidas no processo de certificação afirmaram que montadoras que produzem carros pouco econômicos resistem a dar publicidade dos dados ao consumidor.

As tabelas de avaliações de rendimento feitas pelo Inmetro podem ser consultadas neste link, pelo ano de fabricação e categoria do veículo.

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Diferença de R$ 0,11 por litro · 28/07/2022 - 14h07 | Última atualização em 28/07/2022 - 15h15

Petrobras reduz ainda mais o preço da gasolina; segunda redução da gestão nova


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A Petrobras anunciou nesta quinta-feira (28) novo corte no preço da gasolina, desta vez de 3,9%. É a segunda redução de preços na gestão Caio Paes de Andrade, que assumiu a empresa no fim de junho.

A partir desta sexta (29), o litro de gasolina vendido pelas refinarias da estatal custará, em média, R$ 3,71 por litro, uma redução de R$ 0,15 por litro. A redução anterior, anunciada no dia 19, havia sido de 4,9%.

A Petrobras estima que o repasse do novo corte às bombas seja de R$ 0,11 por litro, já que o produto final recebe 73% de gasolina e 23% de etanol.

"Essa redução acompanha a evolução dos preços de referência, que se estabilizaram em patamar inferior para a gasolina", disse a empresa, em comunicado.

"E é coerente com a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado global, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio", completou.

Com os dois cortes, o preço da gasolina nas refinarias da estatal acumula queda de 8,6% desde o início da gestão de Paes de Andrade, que assumiu a empresa com a missão de evitar novos aumentos durante o período eleitoral.

Seu trabalho tem sido facilitado pela queda nas cotações internacionais do petróleo, diante de temores de recessão mundial.

Segundo estimativa da Abicom (Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis), o preço médio da gasolina nas refinarias brasileiras estava R$ 0,07 por litro acima das cotações internacionais na abertura do mercado desta quinta.

O mercado, porém, tem apresentando grande volatilidade: na terça (26), as refinarias brasileiras vendiam o produto com defasagem de R$ 0,07 por litro em relação à paridade de importação.

O consumidor já vem sendo beneficiado pelos cortes nos impostos federais e estaduais sobre o combustível, aprovados em lei sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) no fim de junho.

Desde então, o preço médio da gasolina nos postos brasileiros caiu 20,3%, para R$ 5,89 por litro, o menor patamar desde abril de 2021, em valores corrigidos pela inflação.

Já o preço do diesel, que já não tinha incidência de impostos federais e tinha alíquotas menores de ICMS, foi menos afetado pelas medidas aprovadas pelo Congresso, com queda de apenas 1,2% nas bombas após os cortes de impostos estaduais.

O produto não terá seu preço alterado nas refinarias e está R$ 0,10 por litro mais caro nas refinarias brasileiras, segundo os dados da Abicom.

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Valor mínimo de R$ 400 · 28/07/2022 - 06h56

Beneficiários com NIS final 9 recebem hoje Auxílio Brasil


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A Caixa Econômica Federal paga nesta quinta-feira (28/07) a parcela de julho do Auxílio Brasil aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) com final 9. O valor mínimo do benefício é de R$ 400. As datas seguem o modelo do Bolsa Família, que pagava os beneficiários nos dez últimos dias úteis do mês.

O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas em dois aplicativos: Auxílio Brasil, desenvolvido para o programa social, e o aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

Atualmente, 17,5 milhões de famílias são atendidas pelo programa. No início do ano, três milhões de famílias foram incluídas no Auxílio Brasil. Neste mês, as parcelas mínimas ainda equivalem a R$ 400. De agosto a dezembro, o programa pagará benefício mínimo de R$ 600, conforme emenda constitucional promulgada no último dia 14 pelo Congresso Nacional.

Benefícios básicos

O Auxílio Brasil tem três benefícios básicos e seis suplementares, que podem ser adicionados caso o beneficiário consiga um emprego ou tenha um filho que se destaque em competições esportivas ou em competições científicas e acadêmicas.

Podem receber o benefício as famílias com renda per capita [por cabeça] de até R$ 100, consideradas em situação de extrema pobreza, e aquelas com renda per capita de até R$ 200, consideradas em condição de pobreza.

A Agência Brasil elaborou um guia de perguntas e respostas sobre o Auxílio Brasil. Entre as dúvidas que o beneficiário pode tirar estão os critérios para integrar o programa social, os nove tipos diferentes de benefícios e o que aconteceu com o Bolsa Família e o auxílio emergencial, que vigoraram até outubro do ano passado.

Neste mês, não haverá o pagamento do Auxílio Gás, que beneficia 5,5 milhões de famílias até o fim de 2026. O benefício, que equivalia a 50% do preço médio do botijão de 13 quilos, será retomado em agosto com o valor de 100% do preço médio. Esse aumento vigorará até dezembro, conforme emenda constitucional promulgada pelo Congresso.

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O resultado preliminar das negociações salariais coletivas em julho mostra que 70,3% dos reajustes estão abaixo do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulado, indicou o boletim mensal Salariômetro - Mercado de Trabalho e Negociações Coletivas da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

Segundo os dados preliminares, a proporção de reajustes iguais ao INPC foi de 4,4% e a de reajustes acima do INCP foi de 25,3%. O piso salarial mediano foi de R$ 1.441 e o piso médio foi de R$ 1.476. De acordo com o boletim, em julho houve 70 acordos e 21 convenções.

O informativo diz ainda que em junho 41,3% dos reajustes ficaram acima do INPC, sendo a maior proporção dos últimos 12 meses, e o reajuste mediano ficou igual ao INPC acumulado.

 


Fonte: Agência Brasil
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Lançamento comemorativo · 27/07/2022 - 11h09 | Última atualização em 27/07/2022 - 11h20

BC lança moedas comemorativas dos 200 anos da Independência de R$ 2 e R$ 5


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O Banco Central (BC) lançou, nesta terça-feira (26/07), duas moedas comemorativas, uma em prata e outra em cuproníquel — ambas são alusivas aos 200 anos da Independência do Brasil. A cerimônia on-line foi transmitida ao vivo, no canal do BC no YouTube. O lançamento das moedas marca a contribuição do BC para a celebração e registro do momento histórico que instituiu o Brasil como nação.

Segundo o BC, as moedas retratam, no anverso (um dos "versos" da moeda), dois momentos históricos ligados à Independência do Brasil: a de prata apresenta a sessão do Conselho de Estado, presidida pela princesa D. Leopoldina e com a participação de José Bonifácio, na qual foi tomada a decisão de enviar cartas a D. Pedro aconselhando-o a romper com a Coroa portuguesa; a de cuproníquel mostra o Grito da Independência, em que D. Pedro, ao receber as cartas da princesa e do ministro José Bonifácio, proclama a Independência do Brasil, às margens do Rio Ipiranga. As informações são do Correio Braziliense
 


No reverso, a primeira estrofe do Hino da Independência, escrito por Evaristo da Veiga e com música composta pelo próprio D. Pedro I, aparece como elemento comum às duas moedas. Na moeda de prata, aparece também a Bandeira Nacional. Já o reverso da moeda de cuproníquel traz uma novidade: pela primeira vez em uma moeda brasileira será usado o recurso da cor. Nesse caso, as cores verde e amarela, escolhidas por D. Pedro I logo após a Independência, aparecem em uma faixa em movimento. Essas cores são provenientes das casas de Bragança e Habsburgo e foram usadas na Bandeira do Brasil desde o Primeiro Império, tornando-se um símbolo nacional.

Inicialmente serão cunhadas 5 mil moedas de prata e 10 mil de cuproníquel, podendo-se atingir as tiragens máximas de 20 mil unidades de prata e 40 mil de cuproníquel.

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Fonte: Correio Braziliense
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