Cinco setores com queda · 13/12/2017 - 08h48 | Última atualização em 13/12/2017 - 08h53

Comércio varejista tem queda de 0,9% em outubro


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O volume de vendas do comércio varejista teve queda de 0,9% de setembro para outubro deste ano, segundo dados da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada nesta quarta-feira (13/12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O recuo ocorreu depois de uma alta de 0,3% observada em setembro, na comparação com o mês anterior.

Na média móvel trimestral, o comércio teve queda de 0,4%. Nos outros tipos de comparação temporal, no entanto, o comércio teve as seguintes altas: na comparação com outubro de 2016 (2,5%), no acumulado do ano (1,4%) e no acumulado de 12 meses (0,3%).

Dos oito setores pesquisados, cinco tiveram queda no volume de vendas de setembro para outubro, com destaque para outros artigos de uso pessoal e doméstico (-3,5%). Os demais setores em queda foram tecidos, vestuário e calçados (-2,7%), móveis e eletrodomésticos (-2,3%), artigos farmacêuticos, médicos e de perfumaria (-0,7%) e supermercados, alimentos, bebidas e fumo (-0,3%).

Três atividades tiveram alta: combustíveis e lubrificantes (2,4%), livros, revista e papelaria (2,4%) e equipamentos e material de informática, escritório e comunicação (3,4%).

O comércio varejista ampliado, que também inclui os resultados dos setores de veículos e materiais de construção, teve queda de 1,4% de setembro para outubro. Os veículos, motos, partes e peças recuaram 1,9% e os materiais de construção, 1%.

Nos outros tipos de comparação temporal, o varejo ampliado teve os seguintes resultados: média móvel trimestral (-0,2%), comparação com outubro de 2016 (7,5%), acumulado do ano (3,2%) e acumulado de 12 meses (1,4%).

Receita nominal

A receita nominal do comércio varejista apresentou queda de 0,5% de setembro para outubro e altas de 0,1% na média móvel trimestral, 1% na comparação com outubro do ano passado, 1,9% no acumulado do ano e 2,1% no acumulado de 12 meses.

Já a receita do varejo ampliado caiu 1,4% de setembro para outubro e avançou 0,1% na média móvel trimestral, 5,4% na comparação com outubro de 2016, 3,1% no acumulado do ano e 2,5% no acumulado de 12 meses.


Fonte: Agência Brasil
Tem até promoção · 12/12/2017 - 15h16 | Última atualização em 12/12/2017 - 18h46

Supermercados apostam em campanhas de Natal com ofertas promocionais


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O Natal chega ao Extra repleto de toda a magia que o período inspira, além das ótimas ofertas que já fazem parte do DNA da rede. Este ano, a bandeira lança a campanha “Vai celebrar, vai no Extra” repleta de produtos indispensáveis para as festas de Fim do Ano com condições especiais de pagamento. A rede também realiza uma promoção que premiará seis clientes e estreia filmes para a televisão sobre a campanha, produzidos pela agência de publicidade Leo Burnett Tailor Made.

“Buscamos trazer, todos os anos, um ótimo Natal para nossos clientes. Assim, nos dedicamos em conseguir boas negociações comerciais com o objetivo de oferecer preços competitivos para que eles realizem suas compras para uma ceia farta e completa, além de garantir ótimas opções de presentes para familiares e amigos em diversas categorias”, conta Jorge Pretz, diretor de marketing da rede.

Além de promover ofertas em todos os itens sazonais de Fim de Ano, também foi lançada a promoção “Bolso Cheio”. Para concorrer, o cliente deve comprar no mínimo cinco produtos participantes (confira as marcas parceiras no site da promoção) para ganhar um número da sorte e cadastra-lo no site www.extra.com.br/promocaobolsocheio. Seis ganhadores em todo o País serão sorteados para ganhar R$ 10 mil em dinheiro.

Criada pela Leo Burnett Tailor Made, a campanha traz o clima natalino para dentro do Extra. O filme, embalado pelo conceito “Vai que você pode”, reforça o convite aos consumidores para fazerem lá as suas compras para as festas de fim de ano, incluindo enfeites, presentes, e claro, a ceia. No filme, um velhinho barbudo e de cabelos brancos surpreende os consumidores aproveitando as ofertas do Extra. “Com apenas uma palavrinha afirmativa - “Vai” – conseguimos passar a segurança e a confiança do consumidor que sabe que no Extra os preços que cabem no bolso. Até o Papai Noel vai economizar no Extra!”, comenta Augusto Coelho, Diretor de Criação. Além de filme, a campanha conta com spots de rádio, material de ponto de venda, impresso e estratégia digital.


Fonte: Com informações da assessoria
Exportações valor US$ 4,779 bi · 12/12/2017 - 14h00

Superávit comercial chega a US$ 1,038 bilhão em dezembro


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Nas duas primeiras semanas de dezembro, a balança comercial brasileira teve superávit de US$ 1,038 bilhão, com exportações no valor de US$ 4,779 bilhões e importações de US$ 3,741 bilhões. Os números foram publicados, nesta segunda-feira (11/12), pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.

No ano, as exportações já chegam a US$ 204,929 bilhões e as importações somam US$ 141,888 bilhões, com saldo positivo de US$ 63,041 bilhões. 

Nas exportações, comparadas as médias até a segunda semana deste mês (US$ 796,4 milhões) com a de dezembro de 2016 (US$ 724,6 milhões), houve crescimento de 9,9%. A razão foi o aumento nas vendas de produtos semimanufaturados (14,9%, devido a derivados de ferro e aço; madeira em estilhas ou em partículas; ferro-ligas; catodos de cobre; madeira serrada ou fendida; ouro em formas semimanufaturadas), básicos (9,2%, por conta de soja e milho em grãos; minério de cobre; algodão em bruto; carne bovina; fumo em folhas) e manufaturados (8,4%, em função de óxidos e hidróxidos de alumínio; automóveis de passageiros; máquinas para terraplanagem; gasolina; polímeros plásticos e etanol).

Em relação a novembro de 2017, também pela média diária, houve retração de 4,5%, em virtude da queda nas vendas de produtos básicos (-16,4%), enquanto que cresceram as vendas de produtos semimanufaturados (10%) e manufaturados (1,6%). Nas importações, a média diária até a segunda semana deste mês (US$ 623,5 milhões) ficou 19% acima da média de dezembro do ano passado (US$ 523,9 milhões).

Nesse comparativo, aumentaram os gastos, principalmente, com químicos orgânicos e inorgânicos (35,4%), instrumentos de ótica e precisão (34,8%), plásticos e obras (31,8%), veículos automóveis e partes (31,6%) e equipamentos eletroeletrônicos (27,7%). Na comparação com novembro de  2017, houve queda de 5,1%, pela diminuição nas compras de combustíveis e lubrificantes (-40,5%), cobre e obras (-25,2%), equipamentos eletroeletrônicos (-8,5%), químicos orgânicos e inorgânicos (-8,5%) e veículos automóveis e partes (-7,1%). 


Fonte: Portal Brasil

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A menor inflação acumulada desde 1998 e a menor taxa básica de juros (Selic) desde o início da série histórica, em 1986, foram alguns dos destaques econômicos da última semana. Segundo economistas entrevistados pela Agência Brasil, os números mostram que o país está começando a sair da crise. Eles alertam, que a recuperação ainda é lenta e que é preciso ter cautela e adotar medidas para que essa janela de oportunidade não se feche.“A gente pode ser otimista ou pessimista. Se somos pessimistas, dizemos que está tão ruim que qualquer pequena melhora é muito boa e, se somos otimistas, dizemos que o país está crescendo e temos sinais que dão suporte, são pontos de vista. Para mim, está crescendo, sim, devagar, porque partimos de uma base muito baixa”, diz o professor Marcos Melo, que leciona finanças na Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas Ibmec-DF.

A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgada na sexta-feira (8), registrou acumulado de 2,5% de  janeiro a novembro, o menor resultado para ese período desde 1998, quando a taxa ficou em 1,32%. Na quarta-feira (6), o Banco Central anunciou a redução da Selic de 7,5% ao ano para 7% ao ano. Com a redução, a taxa atinge o menor nível desde o início da série histórica do Banco Central.

“Acho que sim, há recuperação. O Brasil chegou ao fundo do poço, na maior recessão da história, que começou no segundo semestre de 2014 [e foi] até o final de 2016. Agora há uma recuperação, lenta, mas recuperação”, concorda o pesquisador Marcel Balassiano, do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV). Balassiano ressalta que parte da redução da inflação deve-se à crise. “Em um período de crise, as pessoas ficam com menos dinheiro, há mais pessoas desempregadas, compra-se menos, e o preço não sobe tanto.”

Mesmo que a causa seja, em parte, a recessão, Melo afirma que o país tem de aproveitar esse momento. “Com a inflação controlada, abre-se a possibilidade para o Banco Central diminuir a taxa de juros. Isso permitirá um aumento da atividade econômica. Empresas têm maiores possibilidades de fazer investimentos, e isso significa abertura de vagas de trabalho, que aumentam o consumo e fazem a roda girar”, diz Melo.

Percepção da população
Os especialistas concordam que os indicadores apontam melhoras. No entanto, são mudanças graduais, ainda são sentidas pela população, em geral. “Uma coisa é a percepção da população, e outra é a realidade. A realidade mostra que, aos poucos, [a recuperação] está chegando para as famílias, para as pessoas em geral. Mas não significa que cada um dos brasileiros tenha melhora na qualidade de vida”, ressalta Melo. “É um processo lento e discrepante entre setores e até mesmo entre as regiões do país. Algumas estão se recuperando mais rapidamente e outras, encolhendo.”

Para Balassiano, a taxa de desemprego, que afeta diretamente a população, está em um nível muito alto, o que faz com que os indicadores ainda não sejam amplamente percebidos. O desemprego é sempre o último a “sair da crise”,, explica.“O desemprego está diminuindo lentamente, ainda vai ser demorado. Fica difícil falar que está diminuindo, quando temos milhões de desempregados [12,7 milhões]. A taxa de emprego informal está crescendo mais que o formal, o que é normal em períodos de crise”, diz. “Para a população, o emprego é a variável mais importante”. Essa situação ainda deve se manter. Conforme projeções do Ibre/FGV, o ano de 2017 deve fechar com 12,1% de desempregados. A média, ao longo do ano, deve ficar em 12,8%. No ano que vem, a média deverá ser de 12,4%, levemente inferior, e o ano deve fechar com taxa de desemprego de 11,5%.

Medidas são necessárias
Apesar de apontarem para melhorias, os números também mostram que é preciso cautela, observa o economista Fábio Bentes, chefe da Divisão Econômica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Preços de produtos e serviços como energia e gáscontinuam subindo, e isso pode voltar a impactar nos demais produtos, aumentando os custos. 

“Sempre que energia, butijão de gás, combustível aumentam, isso acaba se espalhando para outros preços”, afirma. Segundo o economista, nos últimos 12 meses, esses itens, chamados de preço administrado, tiveram aumento de 7,8%, enquanto os demais de preços livres, como roupas e alimentos, registraram alta de 1,2%.

“É preciso que o governo consiga calibrar melhor para o ano que vem esses reajustes, que consiga equilibrar suas contas para não precisar de taxas de juro reais tão elevadas. A inflação está em 2,5% e a taxa de juro real, em 4,5%. É muito alto. E sabemos que o calcanhar de Aquiles é a Previdência”, acrescenta Bentes. “Temos uma janela de oportunidade, é preciso preservar esse cenário para o ano que vem, dar sustentabilidade para não chegar à inflação absurda de 2015 [que foi de 10,67%].”


Fonte: Agência Brasil
Na hora de lidar com crianças · 07/12/2017 - 14h24 | Última atualização em 07/12/2017 - 14h27

11 orientações para comprar presentes neste fim de ano


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Chegou o fim de ano, data que cresce o consumo de produtos infantis e, consequentemente, a necessidade de um dinheiro extra para esses gastos. Mas o que fazer quando não se tem uma reserva de capital para essa data? Para o educador financeiro Reinaldo Domingos, autor do best seller “Terapia Financeira – quebre o ciclo das gerações endividadas e construa sua independência financeira”, Editora DSOP, entre outros, mesmo sem um planejamento prévio, ainda é possível comprar presentes para os filhos. 

“Se a condição financeira da família estiver muito apertada, o ideal é ter uma conversa franca com as crianças, buscando mostrar a importância delas para a família e encontrando algo que ela deseja dentro da realidade financeira no momento. A conversa chamará a atenção para que percebam que aquilo que viram em uma propaganda não é o que elas necessitam no momento”, explica Domingos.

Se a situação financeira não está tão complicada, ainda é tempo de comprar um bom presente; contudo, antes da aquisição do produto, é necessária a realização de pesquisas de preços e uma análise das melhores formas de pagamento.

“A maioria das pessoas ainda não se atentaram para a importância de saber negociar em nosso cotidiano”, explica Domingos, que acrescenta que vários cuidados devem ser tomados para evitar os juros dos parcelamentos, ou mesmo o endividamento no cartão de crédito e no cheque especial.

    Foto: Pixabay

Veja mais algumas orientações do educador financeiro DSOP, Reinaldo Domingos:

1) Por maiores que sejam as facilidades de compra nesse momento, o consumidor deve observar a sua real situação financeira e projetá-la pelos próximos 12 meses, no mínimo, para ter certeza de que o que foi gasto não fará falta;

2) Faça uma análise aprofundada de qual é a sua real disponibilidade financeira e quanto dinheiro pretende gastar nesse momento;

3) Você deve relacionar seus gastos normais e os típicos de fim e início de ano, como despesas com viagens, ceias (natal e virada de ano), IPVA, IPTU, matrícula, material escolar, etc. A partir desse registro, você saberá quanto dinheiro terá para as suas compras de final de ano;

4) É importante observar que, antes de ir às compras, você deve guardar parte desse dinheiro para outros sonhos (objetivos e metas), como dinheiro para cursos de especializações, aposentadoria e independência financeira.

5) Antes de sair às compras, liste as pessoas que irá presentear, o quanto pretende gastar com cada uma e o que esse presente irá agregar para o presenteado;

6) Presenteie-se! Você também merece recompensas por tudo que trabalhou durante o ano; portanto, procure algo que agregará valor ao seu futuro. Uma boa dica é um livro;

7) Antecipe suas compras, evitando, assim, filas. Você também vai encontrar preços melhores e terá maior prazo para negociação. Mas avalie! Caso essa compra possa ser prorrogada, aguarde o início do ano, que as promoções certamente chegarão;

8) Pesquise os preços dos produtos em, pelo menos, cinco lugares, não se esquecendo da internet, que, algumas vezes, pode ter ofertas interessantes;

9) Busque o menor preço à vista, negocie e lembre-se de que as lojas quase sempre têm margens para negociar. Caso não consiga com o vendedor, chame o gerente da loja;

10) Evite parcelamentos, principalmente os longos. Em caso de impossibilidade de pagamento à vista, faça parcelas curtas e negocie os juros. Não se esqueça de que essas parcelas serão somadas com outras já possam existir em seu orçamento;

11) Lembre-se! As festas de fim de ano são momentos para estar próximo à família e aos amigos. A troca de presentes é importante, porém, mais importante é ter nossa saúde física, mental e espiritual e, para conquistá-las, é fundamental você alcançar a saúde financeira.


Fonte: AsCom
Correria deste fim de ano · 05/12/2017 - 13h12

14 dicas para fugir das dívidas e dos golpes nas compras de Natal


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Chegando o Natal as pessoas estão na correria para comprar presentes e encontrar os melhores preços. Para aproveitar sem comprometer as finanças e não se sentir lesado posteriormente, é preciso focar em ações prévias antes de partir para compra.

Pensando nisso, são necessárias ações para economia e para evitar golpes.

Melhores preços

Para o educador financeiro, Reinaldo Domingos, presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin), algumas ações simples podem evitar grandes prejuízos. "è preciso focar nos melhores preços daquilo que realmente precisa, pesquisando em sites e lojas para ter certeza de que está fazendo um bom negócio. Agir por impulso, nesse momento, pode prejudicar o bolso", explica.

"Fazer compras de forma planejada e consciente é um dos principais segredos da educação financeira e da arte de poupar. Assim, será mais difícil se deixar levar por impulsos consumistas ou por apelos publicitários. Havendo dificuldades com isso, é válido procurar cursos, palestras e livros sobre educação financeira, que ajudam a mudar o comportamento com relação ao uso do dinheiro", complementa Domingos.

Para quem já se planejou e quer encarar uma maratona de compras é importante considerar algumas orientações. A principal é que uma dose extra de paciência é fundamental, pois estresse e a pressa levam ao impulso de adquirir produtos sem pesquisar e pagar mais caro.

Veja cuidados detalhados pelo presidente da Abefin que devem ser tomados para economizar ao comprar:

  1. Faça uma lista detalhada de tudo daquilo que pretende comprar e de quem deseja presentear, considerando principalmente o quanto pretende gastar com cada item. Esse levantamento ajudará a evitar compras por impulso.
  2. Não compre se para isso precisar se endividar. Parcelamento também é uma forma de dívida. Se for inevitável, tenha certeza de que caberá no orçamento dos próximos meses e procure fazer um número pequeno de parcelas.
  3. Pesquise entre várias lojas e sites para ter certeza que conseguirá descontos realmente interessantes.
  4. Observe se a compra não trará custos extras para a família ou para a pessoa no futuro. Por exemplo, para aproveitar um vídeo game é preciso comprar jogos e acessórios.
  5. Aproveite a internet como um importante meio de pesquisa, mas cuidado, só acesse e compre em sites confiáveis, crimes digitais são cada vez mais comuns.
  6. Se for às compras, use roupas confortáveis, se alimente bem e tenha paciência. Isso evitará que deseje comprar rapidamente apenas para acabar com o “martírio”, perdendo assim oportunidades de encontrar o menor preço.
  7. Se estiver em situação financeira problemática, uma dica é priorizar as crianças. Será mais fácil explicar para os adultos e jovens o motivo de não receberem presentes.
  8. Procure, por meio de conversas, saber quais são os reais desejos das pessoas. Muitas vezes se compra coisas caras, sendo que presentes baratos seriam muito mais bem-vindos.

Para fugir dos golpes 

O outro lado do período de promoções, infelizmente, são os golpes aos consumidores. "Hoje se observa um crescente número de reclamações dos consumidores, que são enganados por falsas promoções, produtos com problemas e, até mesmo sites que não existe, por isso, todo cuidado é pouco", alerta o advogado especialista em direito do consumidor Gilberto Bento Jr., da Bento Jr. Advogados.

O especialista alerta que é importante que o consumidor se previna, se atentando aos seus direitos. Lembrando que nas relações de consumo existe uma série de obrigações do fornecedor para com o consumidor, que devem ser cumpridas rigorosamente, evitando prejuízos à população, e caso isso ocorra é passível entrar em contato com órgão de proteção de consumidor ou até entrar com processos por danos morais.

Essas obrigações, estão no Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90), e engloba vários pontos como a previa advertência sobre todas as condições que envolvem a aquisição de determinado produto ou serviço, como, o preço, composição, quantidade, a validade e os riscos que o produto ou serviço apresenta, entre outras.

"Um ponto muito importante é que é expressamente proibida a publicidade enganosa ou abusiva por parte dos fornecedores, assim, se observar o famoso: “tudo pela metade do dobro do preço”, o consumidor pode e deve reclamar, impedindo a adoção de métodos comerciais desleais, que possam confundir o consumidor", explica Bento Jr.

Veja orientações para evitar golpes:

  1. Faça pesquisa previa dos preços , estabelecendo os produtos que pretende comprar e marcando os preços para não correr o risco de ser pego de surpresa por descontos enganadores. Caso isso ocorra, cabe denunciar as empresas praticantes e, até mesmo, boicotar no futuro.
  2. Não é por que comprou algo mais barato que esse pode estar defeituoso, assim é interessante se atentar às obrigações relativas à substituição ou reparação do produto ou serviço defeituoso, sendo que, caso isso ocorra se deve exigir a reparação dos danos de qualquer natureza, é necessário que sempre sejam observados atentamente os prazos decadenciais e prescricionais previstos no Código de Defesa do Consumidor.
  3. O prazo para reclamar e exigir a reparação dos defeitos aparentes e de fácil constatação é de trinta dias, caso o produto ou serviço adquirido seja tido como não durável, ou de noventa dias no caso de durável. Os prazos têm início a partir da efetiva entrega do produto ou da execução do serviço. Já quanto aos vícios ocultos, os prazos são os mesmos e têm início a partir do momento que ficar evidenciado o defeito do produto ou serviço.
  4. Importante é que a reclamação formal deve ser exercida impreterivelmente nos prazos indicados, sendo que o direito perde valor fora desses. Já no caso de ação judicial, na busca de reparação dos danos impostos, o prazo prescricional é de cinco anos, a partir do conhecimento do dano e de sua autoria.
  5. O código de defesa do consumidor permite, em seu artigo 49, que o consumidor se arrependa da compra que fez em até sete dias corridos. Assim, sempre que você perceber que fez uma compra que não deveria ter feito, por qualquer motivo (não é necessário justificar), pode pedir o cancelamento sem qualquer custo.
  6. Documente, pode ser por e-mail, esse pedido de desistência. Se ocorrer a cobrança, o consumidor tem direito à devolução do valor em dobro e uma indenização compensatória. Então consumidor, fique atento, devemos reivindicar mais qualidade, mais respeito, ou ao menos a reparação e responsabilidade contra os abusos que sofremos.

Fonte: AsCom
Fazer compras ou investir? · 01/12/2017 - 08h55

Mais rico com o 13º? Veja três boas opções para usar o dinheiro


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A chegada do 13º salário coincide com o aumento de gastos típicos de final de ano, como troca de presentes, ceia de Natal e viagens. Mas é preciso considerar as despesas previstas para o início de 2018, além de olhar para a vida financeira e usar essa renda extra de forma consciente, respeitando o padrão de vida da família.

É importante entender que o 13º salário foi criado para ser uma gratificação de fim de ano, algo a ser recebido pela população como um presente. Hoje, muitos contam com ele para pagar as dívidas que já têm ou para começar novas, uma evidência de que gastam mais do que a sua renda permite.

Dinheiro extra não deveria ser utilizado para quitar dívidas, afinal de contas, o correto é planejar e ter compromissos financeiros que caibam no orçamento mensal. O 13º, então, pode ser poupado, investido (para render) e destinado para a realização de sonhos de curto prazo (a serem realizados em até um ano), médio prazo (de um a dez anos) e longo prazo (acima de dez anos).

 - Fazer as compras de final de ano

Muitas pessoas vão utilizar o 13º salário para fazer as compras de final de ano, o que não é errado, desde que isso já tenha sido programado. Uma maneira de fazer isso é escolher uma época do ano (geralmente o início). Se puder inserir as despesas com a ceia de Natal e os presentes já no orçamento financeiro mensal e poupar o 13º inteiramente para os sonhos, melhor ainda.

 - Quitar as dívidas

Para aqueles que estão endividados e veem esse dinheiro extra como a solução dos problemas, saiba que ele não é. O ideal é que os compromissos financeiros caibam no orçamento financeiro mensal.

Antes de sair pagando as dívidas, analise todas elas, saiba o total, os juros, os prazos, enfim, reúna todas as informações possíveis. A partir daí, tente renegociar esses valores com o credor e então veja a possibilidade de usar o 13º para quitar uma dívida e resolver o problema.

 - Poupar e investir

Há pessoas que estão em uma “zona de conforto”, ou seja, não devem, mas também não poupam. A esses, faço um alerta para que ajam com consciência, pois um passo em falso pode levá-los ao endividamento e até à inadimplência, uma vez que não possuem reserva financeira para se apoiar.

É claro que cada pessoa usa o 13º salário como bem entender e julgar coerente, no entanto, já que não possui dívidas, é importante que se guarde boa parte dele, para começar a formar essa reserva e também para realizar mais sonhos, de agora em diante.

Para os investidores, mesmo que iniciantes, a melhor opção para utilizar o 13º é continuar investindo, tendo sempre um objetivo, seja ele qual for. A conclusão que podemos tirar é que dinheiro extra é muito positivo quando utilizado com educação financeira.


Fonte: AsCom
Queda de 20% nos desembolsos · 30/11/2017 - 16h11 | Última atualização em 30/11/2017 - 16h22

Desembolsos do BNDES podem alcançar R$ 72 bi este ano, diz presidente do banco


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O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Paulo Rabello de Castro, disse nesta quinta-feira (30/11) que os desembolsos de recursos da instituição devem chegar a R$ 72 bilhões este ano, abaixo da meta de R$ 77 bilhões.

Na semana passada, o banco divulgou que houve queda de 20% nos desembolsos entre janeiro e outubro de 2017, se comparado ao mesmo período do ano anterior. 

“Este ano, acho que os desembolsos podem ficar em R$ 72 bilhões. É até forte. Estamos tentando fazer. Se não der para fazer em dezembro, porque muita coisa acaba não podendo ser submetida para a reunião da diretoria em dezembro, vai ser em janeiro”, disse Castro após participar de um almoço do Instituto Aço Brasil, no Rio de Janeiro.

O executivo acrescentou que a perspectiva para o desempenho do BNDES em 2018 é positiva, apesar de ser um ano eleitoral. “Não estamos sentindo incerteza política associada aos investimentos. O que há é incerteza quanto ao panorama econômico mesmo. Há vários segmentos, como, por exemplo, o siderúrgico, que não tem uma demanda vigorosa”, destacou.


Fonte: Com informações da Agência Brasil
Média nacional registra alta · 28/11/2017 - 14h05 | Última atualização em 28/11/2017 - 14h12

Nordeste reduz valor da cesta básica em 0,7% em outubro; banana e leite puxam queda


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O mês de outubro apresentou redução no valor da cesta básica no Nordeste de 0,7% em relação a setembro. A Região fica atrás apenas do Norte, que teve diminuição de 1,4% no valor dos alimentos essenciais. A média nacional seguiu a contramão da diminuição do Norte e Nordeste (+0,9%), com registro de aumento nos custos no Sul (+2,3%), Sudeste (+1,9%) e Centro-Oeste (+0,8%).

Nos últimos 12 meses, o Nordeste contou com aumento de 0,9% sendo a única com variação positiva no preço dos alimentos. O valor monetário da cesta nordestina está em torno de R$ 337,28, seguida por Norte (R$ 356,48), Centro-Oeste (R$ 378,49), Sul (R$ 414,18) e Sudeste (R$ 424,24). Os produtos que puxaram os números para baixo no Nordeste foram banana (-3,0%), leite (-2,5%), açúcar, café e óleo (-4,4%).

    Foto: Pixabay

Maceió é a capital que aparece com maior redução, de 2,5%, acompanhada por João Pessoa (-1,3%) e Aracaju (-1,1%). Fortaleza fica na quarta colocação, com queda nos alimentos de 0,8%. A capital cearense teve a maior variação na cesta regional, de 1,3%, no ano de 2017. O destaque fica com a banana, que apresentou de 15,1% de mudança no preço.

O levantamento é do Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene), órgão de pesquisas do Banco do Nordeste, com base em números divulgados pela Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).


Fonte: AsCom/BNB

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A Comissão de Finanças e Tributação aprovou a criação de linha de crédito especial, com taxas de juros subsidiadas pelo governo, para estimular a atividade do Microempreendedor Individual (MEI). Foi aprovado o Projeto de Lei 940/15, do deputado Otavio Leite (PSDB-RJ).

O texto obriga o Poder Executivo a regulamentar o crédito especial estabelecendo requisitos para que o MEI tenha acesso ao crédito e definindo taxas de juros máximas, valor máximo por cliente, prazo mínimo das operações entre outras exigências.

Pela proposta, os operadores de crédito especial para o MEI serão a Caixa Econômica Federal, o Banco do Brasil ou instituições financeiras privadas que operem microcrédito. Pelo texto, o apoio financeiro da União fica limitado à respectiva dotação orçamentária fixada do exercício.

O deputado Covatti Filho (PP-RS), que relatou a matéria na comissão, apresentou parecer pela adequação financeira e, no mérito, pela aprovação.

Segundo ele, o projeto cria, de maneira engenhosa, uma solução para algo que tem se revelado especialmente crítico para os microempreendedores no Brasil: a dificuldade de acesso a linhas de crédito para o financiamento de suas atividades, sobretudo no estágio inicial. “Ao instituir regras creditícias específicas para a figura do MEI, a proposição contribui de forma consistente para a superação desse importante obstáculo”, avaliou Covatti Filho. 

Requisitos e benefíciosEntre os requisitos já previsto no texto para que o MEI tenha acesso ao benefício estão: a capacitação em gestão financeira e planejamento de empresas em cursos oferecidos pelo Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico (Pronatec), pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) ou similar; a situação de adimplência em todas as obrigações fiscais e creditícias; e a regularidade e situação ativa do registro do MEI junto aos órgãos pertinentes.

Atualmente, entre os benefícios que o MEI tem direito estão: cobertura previdenciária para o empreendedor e sua família, com contribuição mensal reduzida (11% do salário mínimo); isenção de taxa do registro da empresa e concessão de alvará para funcionamento; e redução da carga tributária com baixo custo para se formalizar; entre outros.


Fonte: Com informações da Câmara dos Deputados

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Cinco em cada dez brasileiros pretendem usar o 13º salário nas compras de Natal, segundo pesquisa do SPC Brasil e CNDL. Muitos pretendem adiantar essas compras na Black Friday, portanto é válido planejar as despesas e considerar sua situação financeira atual.

A chegada do 13º salário coincide com o aumento de gastos típicos de final de ano, como troca de presentes, ceia de Natal e férias. Por ser uma ocasião que se repete, é válido se planejar com antecedência.

Antes de comprar, é importante traçar um planejamento de gastos e considerar o quanto pode pagar sem se endividar, considerando o 13º salário. Caso as compras caibam no orçamento financeiro e as promoções forem boas, é válido aproveitar.

O risco de cair no desequilíbrio financeiro está especialmente em fazer compras por impulso e acabar se endividando, comprometendo o orçamento mensal dos próximos meses de forma desordenada.

Para os que tem contas em atraso, ou seja, estão inadimplentes, é válido usar o 13º salário para sair da inadimplência de forma definitiva. A quantia extra não é a solução para os problemas, mas pode ser o primeiro passo junto à mudança comportamental.

É preciso considerar também as despesas já previstas para o início do próximo ano, como IPTU, IPVA, matrícula e material escolar. Se poupado, o 13º pode aliviar o bolso nos primeiros meses de 2018.

É claro que cada pessoa usa a quantia como preferir, contudo oriento que o 13º salário seja encarado como uma possibilidade para realizar sonhos, sejam eles de curto, médio ou longo prazo.

É válido estabelecer os sonhos e poupar para eles, além de criar e manter uma reserva financeira para imprevistos. Ao poupar, é importante investir no fundo mais adequado ao prazo de realização dos sonhos.

Orientações para as compras
Ao ir às compras, é preciso ter paciência para pesquisar o mesmo produto em diversas lojas, físicas e online, para garantir o melhor preço. No online, faça suas compras apenas em sites confiáveis. Se for antecipar as compras de Natal, faça uma lista das pessoas que pretende presentear, o valor que pode gastar com cada uma delas e as formas de pagamento.


Fonte: AsCom
560 empregos diretos · 22/11/2017 - 11h20 | Última atualização em 22/11/2017 - 11h44

Assaí Atacadista inaugura unidade em Teresina com investimento de R$ 40 milhões


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O Assaí Atacadista inaugura nesta quinta-feira (23/11), sua primeira unidade no estado do Piauí, que ficará no bairro Dirceu Arcoverde, zona Sudeste de Teresina. Com a abertura dessa loja, que demandou R$ 40 milhões em investimentos, a rede chega ao 18º Estado brasileiro e a sua 124ª unidade no País, sendo nove lojas abertas nos últimos 45 dias. Com 5,3 mil m² de salão de vendas, mais de 350 vagas de estacionamento e 30 check-outs, a operação da loja gerou mais de 560 empregos diretos e indiretos na região.

Teresina tem como seu maior potencial econômico a localização geográfica, que propicia o escoamento de produção e o abastecimento de outras cidades, tornando-se um ponto estratégico de comércio e serviços. "Teresina é uma capital importante no Nordeste e faz parte da estratégia de expansão do Assaí investir em localidades que possuem perfis de possíveis clientes favoráveis ao negócio. A inauguração desta loja marca a chegada do Assaí ao Piauí e demonstra que ainda temos um grande potencial para crescer no Estado e na cidade", explica Belmiro Gomes, presidente do Assaí Atacadista.

A loja atenderá pequenos e médios comerciantes, transformadores (donos de lanchonetes, restaurantes, pizzarias), além dos consumidores finais, atraídos pelo preço baixo e economia característicos do setor. De acordo com dados da Nielsen, uma compra realizada em uma rede de atacado pode ser de 15% a 20% mais econômica do que a realizada em um canal de varejo tradicional. Um dos principais atrativos das lojas do Assaí é a política de dois preços. Isso quer dizer que a partir de uma pequena quantidade de um determinado produto do mesmo sabor, fragrância ou tipo, já é possível pagar o valor de atacado e economizar. O cliente não precisa comprar uma caixa de um produto para conseguir valores mais competitivos. A partir de pequenas quantidades isso já é possível.

Além disso, desde 2012 o Assaí vem realizando uma reestruturação cujo foco foi desenvolver um modelo de negócio ainda mais voltado aos seus públicos-alvo. A estratégia tem como principal objetivo oferecer condições de maior rentabilidade, otimização do capital de giro e o melhor mix de produtos. Uma das mudanças mais percebidas é no formato de loja, que compreende o aumento da área de estocagem, com a elevação do pé direito e metragem das unidades fazendo com que os produtos possam ser armazenados no próprio ponto de venda ao mesmo tempo em que facilita a operação de reposição e giro dos estoques. A estrutura física das lojas ficou mais clara (as fachadas das novas lojas são de vidro e permitem a entrada de luz natural), ampla e confortável, com ar-condicionado e estacionamento coberto, para atender os clientes em seus diversos momentos de compra.  “A condição de oferecer preço baixo é inerente ao formato de atacado e está no DNA da marca Assaí. Conseguimos isso simplificando serviços e a estrutura das lojas, oferecendo ao nosso cliente facilidade e comodidade em um modelo de atacado. O modelo de loja permite que a própria área de vendas funcione como estoque, graças à elevação do pé direito. Com isso, o abastecimento das lojas pode ser realizado diretamente pelos fornecedores da indústria, sem a necessidade de passar por um centro de distribuição, cortando uma etapa da logística e diminuindo o custo dessa operação”, explica o presidente da rede.

Crescimento
O Assaí tem apresentando números significativos de crescimento: no primeiro semestre deste ano, por exemplo, a rede cresceu 28,8% na comparação com o mesmo período do ano passado.

O avanço do Assaí pode ser explicado a partir de alguns fatores. Um deles é a assertividade do negócio e a adequação aos diversos públicos que frequentam as lojas, sejam eles consumidores finais em busca de economia, sejam empreendedores que buscam preço baixo para fazer girar o seu negócio de forma viável. Além disso, o momento econômico mais desafiador dos últimos dois anos também colaborou para que as pessoas buscassem formas alternativas para economizar e encontraram no atacado uma opção que vale a pena. De acordo com dados da Nielsen, aproximadamente 10 milhões de famílias migraram dos supermercados e hipermercados para fazer suas compras de abastecimento nas lojas de "atacarejo" atraídos principalmente pelo preço. "Soma-se a esse cenário a aceleração da expansão do segmento, bem como do Assaí propriamente dito. Com o crescimento e a abertura de novas lojas do segmento, regiões e cidades que antes não tinham lojas de atacado nos arredores passam a conhecer o segmento e optar por realizar suas compras nesse canal. Desta forma, o atacado chega a novos lugares, atraindo novos públicos e se popularizando", analisa Belmiro Gomes.

O segmento
Uma pesquisa inédita realizada pelo Data Popular em parceria com o Assaí Atacadista em outubro de 2016 constatou que os consumidores finais estão optando, cada vez mais, pelo atacarejo. Dentre os entrevistados, 56% afirmam ter passado a fazer compras no segmento por conta da crise e, destes, 98% dizem que pretendem continuar comprando quando a situação melhorar. Esses clientes vão às lojas com duas finalidades: compra abastecedora e de reposição. Na primeira, 58% dos clientes dizem ir apenas uma vez por mês às lojas, enquanto 15% vão a cada 15 dias. Para reposição, 39% vão de uma a duas vezes por semana e 28% a cada 15 dias. A pesquisa do Data Popular confirmou que o preço é o que mais atrai o cliente das lojas de "atacarejo" a continuar comprando no segmento. Quando se pergunta ao cliente o motivo pelo qual ele decidiu realizar suas compras no Assaí, o preço realmente aparece com destaque, com 83% das citações, seguido por variedade de produtos (36%), localização da loja (35%) e promoções (34%).

Sobre o Assaí Atacadista
O Assaí Atacadista possui 124 unidades em 18 estados (AL, AM, BA, CE, DF, GO, MG, MS, MT, PA, PB, PE, PI, PR, RJ, RN, SE, SP). Negócio de atacado do GPA, a rede opera com o formato Cash&Carry, conhecido como atacado de autosserviço, e está em plena expansão. Em 2016, a rede inaugurou 13 novas unidades no Brasil e fechou o ano com vendas brutas de R$ 15,7 bilhões, expansão de 39,2% em relação ao ano anterior.

Diminuição no preço · 18/11/2017 - 15h37 | Última atualização em 18/11/2017 - 15h43

Preço do diesel e da gasolina tem nova redução neste sábado


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Um dia depois de o preço da gasolina ter sido reduzido em 3,8% e o do diesel em 1,3% nas refinarias, nova diminuição no preço dos dois combustíveis entrou em vigor neste sábdo (18).De acordo com a Petrobras, o diesel caiu 0,3% e a gasolina 1,4%, neste sábado.

A redução de 3,8% da gasolina na sexta-feira (17) nas refinarias foi a maior para um único dia desde que a Petrobras passou a adotar, este ano, a metodologia de ajustes quase diários dos valores do diesel e da gasolina.

 


Fonte: Agência Brasil

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O Procon do Ministério Público do Piauí divulgou a “lista suja” com 518 lojas online que devem ser evitadas pelo consumidor. A publicação foi feita às vésperas da Black Friday, que acontece no dia 24 de novembro e deve movimentar R$ 2,5 bilhões em 2017, segundo projeções da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm).

A maioria das reclamações em relação a essas empresas é de que venderam produtos e não entregaram ou não devolveram o dinheiro do consumidor. São empresas impossíveis de ser contatadas. Não tendo a identificação do fornecedor, como o CNPJ e o endereço, nem mesmo o Procon consegue resolver os casos que chegam ao seu conhecimento. Confira as dicas:

  1. Para garantir uma compra segura, o consumidor deve evitar clicar em links que têm acesso por meio das redes sociais.
  2. Quando receber uma oferta, é importante que o consumidor não clique direto no link, vá ao site e confira.
  3. Manter um antivírus atualizado, acompanhar produtos e preços e guardar as informações da pesquisa também são dicas fundamentais.

Entre os sites na lista do Procon, alguns usam nomes parecidos com os de produtos ou lojas reais.

O Procon/MPPI realizará fiscalizações durante a Black Friday com o objetivo de coibir a maquiagem de preços nas principais redes de supermercados e lojas de departamentos da Capital, devendo estender a orientação a todos os órgãos de defesa do consumidor do Piauí, integrados à rede.

VEJA AQUI A 'LISTA SUJA' DE SITES


Fonte: MP-PI

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Com o compromisso de oferecer aos consumidores os melhores produtos da gastronomia mundial, a marca Casino inicia a comercialização de sua primeira linha de cafés em cápsulas feita no Brasil, produzida com os grãos de origem 100% arábica. O produto é encontrado em todas as lojas Extra e Pão de Açúcar do país em dois tipos: Suave e Intenso.

O Suave apresenta notas achocolatas e cítrica. Seu cheiro e sabor são mais sutis. Já oIntenso tem notas de tostado. Ele é mais parecido com o café tradicional, deixando um residual mais prolongado para quem gosta de ficar com o sabor na boca após o consumo. Os dois novos tipos de café Casino têm seus grãos vindos de fazendas do Sul de Minas Gerais, certificadas pela UTZ (uma das principais certificadoras internacionais de café) e pelo Centro de Café e Comércio de Minas Gerais.

“Para que o produto refletisse a qualidade do portfólio Casino, buscamos dentre várias fazendas brasileiras aquela com a melhor safra e os grãos que atendessem aos rígidos controles de qualidade da marca, de maneira a apresentar ao consumidor um produto arrojado e agradável a diferentes paladares para cafés”, explica a barista Eliana Relvas, responsável pela curadoria dos produtos. A especialista conta ainda que o fato das cápsulas do café Casino serem embaladas individualmente, ajuda a garantir o frescor do produto.

O café de origem 100% arábica só pode ser produzido acima de 800metros do nível do mar. Graças à sua colheita mais seletiva, ele apresenta uma delicadeza no paladar, tendo uma riqueza em óleos aromáticos, com notas delicadas, doces e suaves. Tais características, somadas ao seu bom tratamento pós-colheita, garantem um café de qualidade para os apreciadores da bebida.

Média de 1,1% · 07/11/2017 - 13h56 | Última atualização em 07/11/2017 - 14h23

Preços do varejo para o Natal devem cair pela primeira vez desde 2009


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Os preços do varejo para o Natal devem cair 1,1%, em média, em relação ao ano passado. É a primeira vez que a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) prevê deflação para o período desde o início do levantamento feito pela entidade, em 2009.

No ano passado, os preços para a data comemorativa subiram, em média, 9,8%, e em 2015, a variação média foi de 10,9%.

Segundo a entidade, a queda nos preços deve acompanhar a tendência que vem sendo constatada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de queda da taxa de inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que deverá fechar o ano em torno de 3%.

No levantamento sobre as expectativas do setor para o Natal divulgado hoje (7), a CNC elevou suas estimativas de crescimento das vendas para o Natal e de contratação de trabalhadores formais no período.

A expectativa de crescimento das vendas subiu de 4,3 % para 4,8%, enquanto as estimativas para a contratação de trabalhadores formais passou de 73,1 mil para 73,8 mil vagas.

Com a revisão para cima da expectativa de vendas durante o período natalino, a CNC reviu também a projeção de arrecadação do setor, que deverá movimentar R$ 34,7 bilhões – crescimento de 4,8% na comparação com o Natal do ano passado.

Para o chefe da Divisão Econômica da CNC, Fabio Bentes, “a inflação baixa, a redução na taxa de juros e a contínua melhora do mercado de trabalho” contribuíram para uma percepção mais positiva sobre as vendas deste final de ano.

A publicação da CNC indica que o aumento nas vendas deverá ocorrer principalmente nas lojas de móveis e eletrodomésticos, que esperam movimentar R$ 3,1 bilhões (+17,4% a mais que no Natal de 2016). Destacam-se também os segmentos de hiper e supermercados (R$ 11,6 bilhões), lojas de vestuário (R$ 9 bilhões) e de artigos de uso pessoal e doméstico (R$ 5 bilhões). “Juntos estes segmentos deverão responder por dois terços das vendas natalinas deste ano”, estima Bentes.

Contratações e salários

Segundo a CNC, a expectativa positiva em relação ao volume das vendas durante o Natal também deverá se refletir em mais demanda por trabalhadores temporários. Ao revisar de 73,1 mil para 73,8 mil a previsão de contratação de trabalhadores formais para o Natal deste ano, a entidade destacou o aumento da oferta de vagas nos segmentos de vestuário e calçados (48,4 mil vagas), seguidos por hiper e supermercados (10,3 mil) e pelas lojas de artigos de uso pessoal e doméstico (8 mil).

A expectativa da CNC é de que 30% dos trabalhadores contratados de forma temporária para o Natal sejam efetivados após o período de festas. “Diante da perspectiva de retomada lenta e gradual da atividade econômica e do consumo no início de 2018, bem como dos impactos positivos sobre o emprego, decorrentes da reforma trabalhista, a taxa de absorção dos trabalhadores temporários deverá crescer”, analisou Bentes. De acordo com o economista da CNC, nos últimos dois anos, esse percentual não passou dos 15%.

A confederação também prevê o aumento de 7% (em valores nominais, sem considerar a inflação) no salário de admissão pago pelo comércio, que deverá ser de R$ 1.188.

Para a entidade, o maior salário de admissão deverá ocorrer no ramo de artigos farmacêuticos, perfumarias e cosméticos (R$ 1.443), seguido pelas lojas especializadas na venda de produtos de informática e comunicação (R$ 1.389).


Fonte: Agência Brasil

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Foi publicada na edição desta segunda-feira (06/11) do Diário Oficial da União uma resolução do Conselho Nacional de Previdência que recomenda ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) a redução de 2,14% para 2,08% do teto máximo de juros cobrados ao mês nas operações de empréstimo consignado para aposentados e pensionistas do INSS . A mesma resolução reduz de 3,06% para 3% ao mês a taxa de juro cobrado nos casos de consignados para operações que visam o pagamento de dívidas com cartão de crédito.

A redução dessas taxas foi aprovada em setembro pelo conselho e dependia de sua publicação para entrar em vigor. Na época, a Previdência Social havia informado que as mudanças foram possíveis graças às quedas observadas na taxa básica de juros (Selic). De acordo com a Previdência, os novos tetos permitem condições mais vantajosas para o acesso ao crédito, possibilitando inclusive a migração de dívidas mais caras, como as de cartão de crédito, para uma modalidade mais barata.

A resolução reduz também o limite da margem consignável para o pagamento de amortização de despesas contraídas por meio de cartão de crédito, de 2 para 1,4 vezes o valor do benefício mensal, o que, segundo a Previdência, permitirá a liquidação do empréstimo em até 72 meses. Com essa medida, o governo pretende impedir um endividamento muito alto, além de diminuir o risco de inadimplência.

O crédito obtido por meio de empréstimos consignados é o de menor custo no mercado. A partir da resolução publicada hoje, o INSS deverá adequar seus sistemas para que se adote as recomendações apresentadas pelo conselho.


Fonte: Agência Brasil
Moeda norte-americana · 04/11/2017 - 08h20 | Última atualização em 04/11/2017 - 08h47

Dólar sobe mais de 1% e fecha acima de R$ 3,30 pela primeira vez em quatro meses


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Depois de duas baixas seguidas, a moeda norte-americana teve forte alta nesta sexta-feira (03/111) e fechou acima de R$ 3,30 pela primeira vez em quatro meses. O dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 3,307, com alta de R$ 0,043 (1,32%), na maior cotação desde 4 de julho (R$ 3,31).

A divisa iniciou o dia próxima da estabilidade. Durante a manhã chegou a operar em baixa, mas reverteu a tendência no início da tarde, após a divulgação de resultados do emprego norte-americano.

Hoje, o Departamento de Trabalho norte-americano anunciou que a taxa de desemprego nos Estados Unidos caiu 0,1 ponto percentual e fechou outubro em 4,1%, no resultado mais baixo em 17 anos. No mês passado, foram criados 261 mil postos de trabalho.

O mercado ainda repercute a nomeação de Jerome Powell para comandar o Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) a partir de fevereiro. Responsável pela nomeação, o presidente Donald Trump quebrou uma tradição, ao não reconduzir a atual comandante do Fed, Janet Yellen, para um segundo mandato.

Menos desemprego nos Estados Unidos reforçam a aposta de que o Fed aumentará os juros da maior economia do planeta na próxima reunião. Taxas mais altas nos países desenvolvidos estimulam a fuga de capitais de países emergentes, como o Brasil, o que pressiona o câmbio para cima.


Fonte: Agência Brasil

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O mercado financeiro aumentou nesta segunda-feira (30/10) pela quarta semana seguida a projeção para a inflação este ano. Desta vez, o cálculo para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu de 3,06% para 3,08%. A estimativa consta do boletim Focus, uma publicação divulgada no site do Banco Central (BC) todas as semanas, com projeções para os principais indicadores econômicos.

Para 2018, a estimativa para o IPCA foi mantida em 4,02% há três semanas consecutivas. As projeções para 2017 e 2018 permanecem abaixo do centro da meta de 4,50%, que deve ser perseguida pelo BC. Essa meta tem ainda um intervalo de tolerância entre 3% e 6%.

Para alcançar a meta, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 7,5% ao ano. A expectativa do mercado financeiro para a Selic ao final de 2017 e de 2018 segue em 7% ao ano.

A estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, foi mantida em 0,73% este ano, e em 2,5% para 2018.

 


Fonte: Com informações da Agência Brasil

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O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse nesta segunda-feira (30/10) que aprovar a reforma da Previdência em 2018, ano eleitoral, seria difícil. Ele defendeu a aprovação da proposta ainda em 2017 durante entrevista ao programa Por Dentro do Governo, da TV NBR, produzido pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, com a participação de emissoras de rádio de todo o país e com perguntas enviadas pelas redes sociais.

“O próximo ano é eleitoral. É difícil a aprovação de medidas desse porte no próximo ano. É muito importante que seja feita [a aprovação] neste governo. Teremos eleição ano que vem. Haverá um novo governo tomando posse. Qualquer governo terá que fazer [a reforma]. Se não for feita agora, será o primeiro desafio do próximo governo”, disse, acrescentando que a reforma é importante para manter as condições de crescimento econômico.

Para Meirelles, o governo tem condições de conseguir a aprovação da reforma da Previdência, mesmo depois do placar de votação na Câmara dos Deputados sobre a denúncia contra o presidente Michel Temer. Meirelles defendeu que são questões diferentes. “Existem muitos parlamentares que votam de uma maneira e agora poderão votar de outra. São duas coisas completamente diferentes”, disse em entrevista a jornalistas, após participar do programa.

Durante o programa na TV NBR, o ministro disse ainda que a projeção oficial atual de crescimento da economia no próximo ano é de 2%, mas deverá ser revisada. “Vamos fazer uma revisão proximamente, mas não me supreenderia se estiver acima de 3% de crescimento para o ano de 2018”, explicou.

“Voltamos a crescer e agora de uma maneira forte e consistente. Atravessamos a maior recessão da nossa história e uma crise dessa profundidade tem os seus efeitos que se prolongam por algum tempo”, disse o ministro. Acrescentou que a população pode ainda não perceber, por ainda haver “grande número de desempregados”. Entretanto, o desemprego está diminuindo, assegurou.

Inflação

Questionado sobre o aumento do preço da gasolina, o ministro da Fazenda disse que o reajuste é influenciado pelo mercado internacional de petróleo e pelos custos da Petrobras para extração e distribuição.

Durante a entrevista, Henrique Meirelles destacou ainda que o “custo de vida está subindo menos que os salários em média”. “Há um ganho no poder de compra dos trabalhadores. A inflação nos últimos meses subiu 2,5%. É uma das mais baixas da história do Brasil. E os salários têm subindo acima disso”, disse.

Reforma Tributária

Ao ser questionado sobre a ausência de tributação sobre grandes fortunas, Meirelles afirmou que na Reforma Tributária haverá debate envolvendo o imposto sobre patrimônio. Além disso, segundo ministro, a ideia é simplificar a tributação para que o “cidadão possa pagar de maneira mais simples e em menos tempo”. “E as empresas terão um sistema mais eficiente de pagamento, menos caro”, disse.


Fonte: Com informações da Agência Brasil

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O Índice de Confiança do Comércio, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), cresceu 3,3 pontos na passagem de setembro para outubro deste ano e atingiu 92,5 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos. Com essa, que é a segunda alta consecutiva, o indicador registra o maior nível desde agosto de 2014 (quando alcançou 92,7 pontos).

Segundo a FGV, o empresário do comércio está mais confiante tanto em relação ao momento atual quanto em relação ao futuro. O Índice de Expectativas, que avalia as opiniões sobre os meses seguintes, teve uma alta de 4,1 pontos e atingiu 99,2 pontos.

Já o Índice da Situação Atual, que avalia as opiniões dos empresários sobre o momento presente, subiu 2,3 pontos e alcançou 86,2.

De acordo com o coordenador da pesquisa, Rodolpho Tobler, a alta do índice nos últimos dois meses “reforça a percepção de que o efeito da crise política de maio passou completamente e de que os indicadores de confiança do setor retomam a tendência de alta do início do ano", afirmou, em referência às denúncias dos executivos do grupo J&F, Wesley e Joesley Batista, que gravaram o presidente Michel Temer e outras autoridades, o que deu início a investigação por suspeita de corrupção passiva e impactou o mercado.

"O movimento sugere que o segmento segue em recuperação lenta, sob influência da inflação baixa e do ciclo de redução das taxas de juros”, completou Tobler.


Fonte: Com informações da Agencia Brasil
R$ 16,8 bilhões financiados · 26/10/2017 - 16h12 | Última atualização em 26/10/2017 - 16h14

Mercado Imobiliário está favorável para compra de apartamentos no fim do ano


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Apesar da recessão econômica que o país vive, o mercado imobiliário permanece aquecido. De acordo com a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), nos primeiros cinco meses de 2017, foram financiados R$ 16,8 bilhões em imóveis, demonstrando que o brasileiro está driblando a crise aproveitando oportunidades devido à queda dos preços.

 

Quem atua nesta área precisa estar preparado para não deixar passar as oportunidades que devem surgir com o aquecimento do mercado. Pensando nisso, incorporadoras, imobiliárias e construtoras realizam eventos para vender apartamentos com boas oportunidades aos interessados em ter a tão sonhada casa própria.

 

 

A nutricionista Valéria Fontenelle aproveita o momento para procurar as melhores ofertas e assim adquirir o tão sonhado apartamento próprio. Após realizar várias pesquisas e esperar condições favoráveis na compra de imóveis, ela avalia que valeu a pena esperar. “Cheguei à conclusão de que a hora de comprar é essa, pois as condições estão favoráveis e as propostas cabem no meu orçamento”, disse.

 

Valéria estava em busca de um empreendimento com características que as famílias buscam na hora de comprar um imóvel familiar e decidiu investir no mercado imobiliário ainda em 2017 para tornar concreto o projeto de uma moradia com qualidade de vida, tranquilidade e praticidade, aliado à relação de custo-benefício e começar o ano novo de casa nova.

 

Em Teresina, o diretor de incorporações Tellio Totaro, avalia o momento atual como ideal para conseguir um bom negócio. A incorporadora em que ele atua realiza, nesta sexta (27) e sábado (28), um feirão onde os clientes terão oportunidades de fechar negócio diretamente com a diretoria. O feirão acontece no showroom da incorporadora, na avenida Jóquei Clube, número 670.

 

 

"A incorporadora vem desenvolvendo projetos diferenciados, que priorizam o conforto e bem estar de seus moradores. Vamos oferecer as melhores localizações, descontos imperdíveis e condições únicas para quem participar do evento", afirma Tellio.

 

Ainda segundo o diretor de incorporações, as facilidades em comprar apartamento ocorrem porque os preços estão condizentes com o momento de mercado, sendo alguns até mesmo abaixo do que valem, fazendo desse momento uma excelente oportunidade para comprar.

Inconsistências na declaração · 25/10/2017 - 09h47

Receita envia cartas para contribuintes se autorregularizarem


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A Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) enviará cartas a cerca de 340 mil contribuintes que estão com indício de inconsistências na Declaração de Ajuste Anual do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (DIRPF) exercício 2017, ano-calendário 2016. Segundo a Receita, as inconsistências podem levar a atuações futuras. O envio das cartas começou esta semana e vai até o final do mês.

“O Projeto Cartas 2017 é uma iniciativa da Receita Federal destinado a estimular os contribuintes a verificarem o processamento de suas DIRPF e providenciarem correção, caso constatem erro nas informações declaradas ao Fisco”, explicou em nota a Receita.

O órgão esclarece que as cartas somente são enviadas aos contribuintes que podem se autorregularizar, isto é, contribuintes não intimados nem notificados. Não é necessário comparecer à Receita Federal.

Para saber a situação da declaração apresentada, basta consultar as informações disponíveis no site da Receita Federal, serviço Extrato da DIRPF, utilizando código de acesso ou certificado digital. A Declaração retida em alguma malha da RFB apresenta sempre a mensagem pendência. Junto com a pendência, são fornecidas orientações de como proceder no caso de erro na Declaração apresentada.

A sugestão para quem retificar a Declaração apresentada é acompanhar o seu processamento por meio do serviço disponível na internet: Extrato da DIRPF. Esta é a maneira mais rápida de saber o que ocorreu no processamento da Declaração e se há pendências que podem ser resolvidas pelo próprio contribuinte.

A Receita adverte que, caso o contribuinte não aproveite a oportunidade de se autorregularizar, poderá ser intimado formalmente para comprovação das divergências.

Após receber intimação, não será mais possível fazer qualquer correção na Declaração e qualquer exigência de imposto pelo Fisco será acrescido de multa de ofício de, no mínimo, 75% do imposto que não foi pago pelo contribuinte, ou que foi pago em valor menor do que o devido.


Fonte: Agência Brasil

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Aquele aroma típico das festas de fim de ano já toma conta das lojas Extra e Pão de Açúcar de todo o país. O motivo? Os primeiros panettones de fabricação própria – produzidos pelas padarias das duas redes, já começam a chegar às gôndolas, diariamente. Para este ano, novos sabores prometem conquistar os clientes das duas bandeiras.

A expectativa deste ano para os supermercados é crescer 10% em vendas da categoria de panettones fabricação própria, se comparado ao mesmo período do ano passado.

No Pão de Açúcar, os clientes poderão saborear o Panettone de Cocada (700g). Outra delícia da temporada de fim de ano é o Panettone de Limão com Merengue (600g). Nas lojas Extra, dois sabores chegam para deixar as ceias de fim de ano ainda mais gostosas: Panettone Mousse de Avelã (600g) e Panettone Crocante com canela e Doce de Leite (600g).

As delícias não param por aí. Os clientes também encontrarão sobremesas de dar água na boca, como bolos e tortas. O Pão de Açúcar traz receitas deliciosas como os bolos de brigadeiro de ameixa; abacaxi e coco, e o bolo dos alpes. Ainda na carta de sobremesas a rede oferece a Carot cake de frutas, a torta de mousse de chocolate com nozes, além da sobremesa de frutas vermelhas. 

No Extra, a variedade de bolos também faz os clientes sentirem o cheirinho bom que vem do forno. Bolos fresquinhos de frutas vermelhas, de doce de leite com coco, bolo de mousse de chocolate, e os indianos com nozes e banana e com frutas e nozes são uma ótima pedida para o café da manhã e para um lanche saboroso. Outra opção de sobremesa é a Torta de dois chocolates com nozes. 

Devido aos gastos com juros · 23/10/2017 - 11h31 | Última atualização em 23/10/2017 - 11h43

Dívida pública sobe para R$ 3,4 trilhões em setembro, informa Tesouro


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A Dívida Pública Federal – que inclui o endividamento interno e externo do Brasil – registrou aumento em setembro. O estoque da dívida subiu 0,79%, passando de R$ 3,404 trilhões, em agosto, para R$ 3,430 trilhões em setembro, informou nesta segunda-feira (23/10) a Secretaria do Tesouro Nacional do Ministério da Fazenda.

Esse crescimento da dívida ocorreu devido aos gastos com juros no valor de R$ 27,15 bilhões. Por outro lado, em setembro, os resgates de títulos pelos investidores foram superiores às emissões de títulos, em R$ 320 milhões. Esse resultado foi impactado pela devolução de R$ 15 bilhões em títulos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ao Tesouro Nacional, no final do mês passado. Outros R$ 18 bilhões foram devolvidos em dinheiro em espécie. Por isso, não impactou a divida mobiliária, mas apenas a dívida bruta do setor público. De acordo com o Tesouro, esses recursos são usados exclusivamente para pagamento da dívida pública.

A Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi), que é a parte da dívida pública que pode ser paga em reais, teve seu estoque ampliado em 0,78%, ao passar de R$ 3,286 trilhões para R$ 3,311 trilhões. Segundo o Tesouro, esse aumento é devido ao pagamento de juros de R$ 25,98 bilhões, compensado em parte pelo resgate líquido, ou seja, mais resgates do que emissões de títulos públicos, no valor total de R$ 46 milhões.

O estoque da Dívida Pública Federal Externa, captada do mercado internacional, teve aumento de 1,22%, encerrando o mês passado em R$ 118,88 bilhões (US$ 37,53 bilhões).

A variação do endividamento do Tesouro pode ocorrer por meio da oferta de títulos públicos em leilões pela internet (Tesouro Direto) ou pela emissão direta. Além disso, pode ocorrer assinatura de contratos de empréstimo.

Neste caso, o Tesouro toma empréstimo de uma instituição ou de um banco de fomento, destinado a financiar o desenvolvimento de uma determinada região. Já a redução do endividamento se dá, por exemplo, pelo resgate de títulos.

De acordo com o Plano Anual de Financiamento (PAF), a dívida pública poderá fechar este ano entre R$ 3,45 trilhões e R$ 3,65 trilhões.

 


Fonte: Com informações da Agência Brasil