Pede recuperação judicial · 08/08/2020 - 21h27

Ricardo Eletro demite 3.500 funcionários e fecha todas as lojas


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A Máquina de Vendas, controladora das varejistas Ricardo Eletro, Insinuante, City Lar, Salfer e EletroShopping, entrou com pedido de recuperação judicial na última sexta-feira (7), na 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo (SP).

A empresa, que estava em recuperação extrajudicial desde 2019, também decidiu fechar todas as suas lojas físicas e focar o comércio eletrônico.

No processo, cerca de 3.500 funcionários ligados à operação física foram demitidos. Sobram mil, sendo 850 de suporte, ligados à logística e entrega, e 150 no escritório.

    Divulgação

Segundo a varejista, a pandemia de Covid-19 interrompeu o seu processo de retomada com a reestruturação da rede, após troca na administração no segundo semestre de 2019.

"A Ricardo Eletro, assim como grande parte do setor varejista, vem enfrentando os impactos da pandemia de forma avassaladora", diz nota à imprensa, que cita "um estrangulamento de caixa provocado pelas necessárias medidas de distanciamento social".

A companhia também relata dificuldades no recebimento de produtos chineses para renovação de estoque desde janeiro, com a paralisação de fornecedores.

"Nesse contexto, a recuperação judicial mostra-se como o caminho mais viável para que a empresa siga com suas operações e promova a reorganização administrativa e financeira necessária para superar a situação momentânea de crise e ajustar-se estruturalmente para a nova realidade com varejo, no pós-pandemia."

A Máquina de Vendas cita necessidade de adequar o tamanho da companhia e os custos fixos considerando dificuldades a médio prazo.

Com o crescimento do ecommerce na pandemia, o número de visitantes diários no site da Ricardo Eletro foi de 50 mil em março para 350 mil em agosto. A empresa também expandiu seu marketplace e passou a ofertar produtos médicos e alimentícios.

Outra aposta é a implementação de revendedores, semelhante ao modelo da Natura.

"Um ponto forte da marca é o regionalismo, atendendo fora dos grandes centros, algo que vamos expandir com nossos revendedores, que vão poder auxiliar o cliente com a venda assistida", diz Ana Garini, responsável pela transformação digital da Ricardo Eletro.

Os revendedores, que podem ser pessoa física ou jurídica, ganham, em média, 12 e 15% de comissão dos serviços financeiros e produtos vendidos, todos disponíveis no site da varejista.

Já são 1.500 revendedores cadastrados. Destes, 100 são ex-funcionários das lojas físicas da Ricardo Eletro. "Queremos chegar a 15 mil parceiros até o fim de ano", diz Ana.

As 320 lojas físicas da rede estavam temporariamente fechadas ao público devido à pandemia. Destas, 30% chegaram a reabrir, mas tiveram que fechar por determinações de governos estaduais ou municipais.

No momento, 313 já foram fechadas definitivamente e sete encerram as atividades nos próximos dez dias.

A empresa afirma ainda que todas as compras e entregas serão atendidas nos prazos.

FUNDADOR DA RICARDO ELETRO
A Ricardo Eletro foi fundada por Ricardo Nunes no interior de Minas Gerais, em 1989. Ela chegou a ter mais de 1.100 lojas pelo Brasil, com mais de 12 mil colaboradores diretos, sendo a 5ª maior varejista do país em 2011, segundo o ranking elaborado pelo Ibevar (Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado).

Em 2019, ela foi para o 22º lugar no mesmo ranking, com receita anual estimada em R$ 5,5 bilhões.

Hoje, a empresa é controlada pela MV Participações, que teve Nunes como diretor até 9 de outubro de 2019. Na mesma data, Pedro Henrique Torres Bianchi foi escolhido diretor da MV Participações e, em janeiro, o executivo assumiu a presidência da Máquina de Vendas.

Em julho, Nunes foi preso na operação Direto com o Dono, que investiga suposta sonegação fiscal de R$ 387 milhões de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) e lavagem de dinheiro em empresas controladas pelo empresário.

A investigação da força-tarefa composta pela Promotoria de Minas Gerais, Polícia Civil e Secretaria da Fazenda aponta que houve sonegação de impostos ao longo de cinco anos, entre 2014 e 2019.

Para o Ministério Público de Minas, o empresário seguiu à frente da Máquina de Vendas até depois de sua saída como executivo da companhia, o que a defesa de Nunes e a empresa negam.

Nunes ficou detido por um dia, em Contagem, região metropolitana Belo Horizonte, sendo liberado após prestar depoimento.

Pedro Magalhães, diretor financeiro da Máquina de Vendas, também foi ouvido pelo Ministério.

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A Caixa abrirá 770 agências hoje (8), das 8h às 12h, para atendimento aos beneficiários do auxílio emergencial e do saque emergencial do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). As pessoas nascidas de janeiro a abril poderão realizar o saque em espécie do auxílio emergencial. Já os trabalhadores nascidos em janeiro e fevereiro poderão sacar o FGTS Emergencial, conforme calendário criado para evitar aglomerações em agências e unidades lotéricas.

A relação de agências que estarão abertas pode ser conferida no site do banco.

Veja as 12 agências abertas neste sábado (08/08) no Piauí:

    Divulgação / Caixa

Atendimento nas agências

A Caixa garantiu  que todas as pessoas que comparecerem às agências que abrirão neste sábado (8), das 8h às 12h, serão atendidas no mesmo dia. A mesma orientação é válida para o atendimento realizado de segunda a sexta, entre 8h e 14h, em todas as agências do banco.

Pagamento do auxílio emergencial

A partir deste sábado, 3,8 milhões de beneficiários nascidos em abril e mais de 300 mil nascidos de janeiro a abril da nova leva de elegíveis, que tiveram o pedido liberado na segunda-feira (3), poderão sacar o benefício nos caixas eletrônicos, lotéricas e correspondentes Caixa Aqui, além de transferir valores para contas da Caixa ou de outros bancos.

Os ciclos de crédito em conta e saques em espécie seguem até dezembro para o pagamento das cinco parcelas definidas pelo governo federal.

Saque Emergencial do FGTS

Também a partir deste sábado (8), os trabalhadores nascidos em fevereiro que tiverem o crédito do saque emergencial do FGTS e que não movimentaram a conta poupança social digital ou que tenham saldo remanescente já poderão sacar o benefício em dinheiro. Também será possível transferir os valores, via aplicativo Caixa Tem, para outra conta, da Caixa ou de outras instituições financeiras.

Para realizar o saque, é preciso fazer o login no App, selecionar a opção “saque sem cartão” e “gerar código de saque”. Depois, o trabalhador deve inserir a senha para visualizar o código de saque na tela do celular, com validade de uma hora. O código deve ser utilizado nos caixas eletrônicos da Caixa, nas unidades lotéricas ou nos correspondentes Caixa Aqui.

Continua disponível ao trabalhador a opção de utilização dos recursos creditados na poupança social digital para a realização de compras, por meio do cartão de débito virtual e QR Code, pagamento de boletos, contas de água, luz, telefone, entre outros serviços.

Saque do FGTS para nascidos em julho

Na segunda-feira (10), a Caixa credita o saque emergencial FGTS na conta poupança social digital de aproximadamente cinco milhões de trabalhadores nascidos no mês de julho. Nessa etapa, o total de recursos liberados somam cerca de R$ 3,2 bilhões.

O saque tem como objetivo o enfrentamento do estado de calamidade pública reconhecido pelo governo federal em razão da pandemia do novo coronavírus (covid-19) e movimentará durante todo calendário cerca de R$ 37,8 bilhões para aproximadamente 60 milhões de trabalhadores.

O crédito e o saque em espécie do Saque Emergencial do FGTS ocorrem de forma escalonada, conforme mês de nascimento.

Os créditos do saque emergencial do FGTS para os nascidos entre janeiro e junho já foram realizados na poupança social digital. Os trabalhadores podem consultar o valor creditado por meio do aplicativo Caixa Tem. Os aniversariantes dos meses que não tiveram o valor creditado automaticamente em conta no dia previsto pelo calendário devem acessar o App FGTS, complementar seus dados cadastrais, solicitar a abertura da conta digital e assim receber o crédito.

Cancelamento do crédito automático

Se o trabalhador não quiser receber o Saque Emergencial do FGTS e os valores ainda não tenham sido creditados na conta, ele poderá indicar que não deseja receber os recursos até 10 dias antes do início do seu calendário. Nesse caso, se ele decidir receber o recurso, poderá solicitar pelo App FGTS até 31 de dezembro deste ano.

Caso o crédito já tenha sido realizado, o trabalhador poderá solicitar o seu desfazimento, situação em que os valores retornarão, em até 30 dias, à conta de FGTS. Nesse caso, ele não poderá solicitar posteriormente o recebimento do recurso.

Se não houver movimentação dos recursos na conta poupança social digital até 30 de novembro, o valor será devolvido à conta FGTS sem nenhum prejuízo ao trabalhador. Se, após esse prazo, o trabalhador decidir fazer o saque emergencial, poderá solicitar pelo App FGTS até 31 de dezembro 2020.

A Caixa disponibiliza os seguintes canais de atendimento para o Saque Emergencial do FGTS: App FGTS, site fgts.caixa.gov.br, Central de Atendimento Caixa 111, opção 2 e Internet Banking Caixa.

Como movimentar a poupança social digital

A conta poupança social digital é uma poupança simplificada, sem tarifas de manutenção, com limite mensal de movimentação de R$ 5 mil. A movimentação do valor dos benefícios pode, inicialmente, ser realizada por meio digital com o uso do App Caixa Tem.

Pelo aplicativo, é possível realizar compras em supermercados, padarias, farmácias e outros estabelecimentos com o cartão de débito virtual e QR Code, por meio de mais de nove milhões de maquininhas de cartão espalhadas por todo o Brasil. O trabalhador também pode pagar contas de água, luz, telefone, gás e boletos em geral.

A partir da data de disponibilização dos recursos para saque ou transferência, também de acordo com o mês de nascimento, os trabalhadores poderão transferir os recursos para contas em qualquer banco, sem custo, ou realizar o saque em terminais de autoatendimento e casas lotéricas.


Fonte: Agência Brasil
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    No Piauí, a Clara já realizou mais de 458 mil atendimentos

Nunca fez tanto sentido o investimento em canais de atendimento que promovam o conforto de se fazer tudo sem sair de casa. Empresas que já entendiam essa necessidade de inovação no atendimento ao cliente, antes da pandemia, não foram pegas de surpresa e, tem conseguido oferecer ferramentas mais dinâmicas e úteis aos seus clientes que, neste momento, precisam manter o distanciamento social.

 Após seus primeiros 15 meses de lançamento, desde março de 2019, a Clara, assistente virtual de atendimento com inteligência artificial do Grupo Equatorial, já faz parte do dia a dia de quase 1 milhão de clientes e, se aproxima da marca de mais de 3 milhões de atendimentos realizados. A assistente é intuitiva e está ampliando, gradativamente, a quantidade de serviços que oferece, firmando-se como um importante canal de relacionamento com os mais de 7,6 milhões de consumidores de energia elétrica dos quatro estados que atende. Durante o atendimento com a Clara, o cliente deve informar CPF, CNPJ ou o número da unidade consumidora que deseja assistência e seguir respondendo às perguntas que ela faz durante a conversa.

 No Piauí, o gerente de relacionamento da Equatorial, Joaquim Milhomem destaca os números positivos em relação ao atendimento oferecido pela assistente virtual. ‘’Temos acompanhando rotineiramente um aumento exponencial do uso da Clara pelo nosso cliente que cada vez mais explora o ambiente digital de atendimento. A assistente virtual, desde sua implantação no Piauí em outubro de 2019, teve interação com mais de 137 mil clientes, fez mais de 458 mil atendimentos e realizou a troca de mais de 7 milhões de mensagens pelo Whatsapp. Em 2020, houve um aumento durante os meses de janeiro a maio, de acessos dos nossos clientes de mais de 210%.’’ Destaca o gerente.

Um grande avanço precisou ser dado, especialmente neste período de pandemia, para atender aos clientes considerados de baixa renda e que possuíam o direito de ter seu consumo de energia elétrica (de até 220 kWh) pago pelo Governo Federal até 30 de junho. “Em pouco tempo a Clara se adequou às novas necessidades dos nossos clientes e passamos a cadastrar o NIS (Número de Identificação Social) pelo WhatsApp como um novo serviço digital, para garantir o benefício sem que eles precisassem sair do conforto de suas casas, bem rápido, pelo aplicativo de mensagens mais popular do Brasil. Se compararmos os meses de janeiro e maio deste ano, tivemos um crescimento de mais de 270% nos acessos via Clara”, destaca Fernanda Leão, Gerente Corporativa de Gestão do Cliente do Grupo Equatorial Energia.

Atualmente, a Clara no Piauí oferece vários serviços no ambiente digital, como registro sobre falta de energia, código para pagamento. Consulta de débitos, religação e cadastro de tarifa social baixa renda (para clientes com número do NIS atualizado), sendo que este menu de serviços possui uma alteração conforme o Estado em que a Equatorial Energia atua. O atendimento da inteligência artificial ocorre por mensagem de texto via WhatsApp e ainda não reconhece áudio, fotos, vídeos e nem atende a chamadas telefônicas.

 “Estamos avançando em vários projetos de transformação digital para atender de forma integrada os clientes dos 687 municípios somados do Piauí, Alagoas, Maranhão e Pará. Isso requer constante inovação para trazer praticidade aos nossos clientes na nova era digital. A Clara tem, com assertividade e empatia, desde sua implantação, aprendido novos serviços que refletem nas mais de 58 milhões de mensagens trocadas com nossos clientes. Isso nos revela um canal seguro e que, nos últimos meses, tem sido adotado de forma natural e positiva, permitindo uma melhor experiência com os serviços que a Equatorial oferece,” reforça Marcelo Augusto, Gerente Corporativo de Digital e Inovação do Grupo Equatorial Energia.

 A assistente virtual Clara é um projeto de sucesso no Grupo Equatorial Energia e representa uma evidência dos investimentos em tecnologia que a empresa já vinha fazendo antes mesmo do período de pandemia, alinhado a diretriz de inovação do Grupo. Iniciativas como esta buscam oferecer um atendimento simples, cômodo e rápido com a intenção de garantir aos clientes, uma ferramenta com atendimento sem entraves e de fácil acesso para todos.

Clara, assistente virtual da Equatorial Piauí
Clara, assistente virtual da Equatorial Piauí     Divulgação

 Do off-line para o on-line

Além do atendimento automatizado pelo aplicativo de troca de mensagens, a Equatorial também oferece atendimento rápido no site www.equatorialpiaui.com.br, além de central telefônica com ligação gratuita, para solicitação de diversos serviços de forma integrada.

 Atualmente, aproximadamente 70% dos atendimentos das distribuidoras do Grupo Equatorial são realizados pelos canais digitais (WhatsApp, site, aplicativo para smartphone e URA). Por isso, o foco da área de transformação digital e inovação permanece no desenvolvimento de ferramentas e soluções baseadas em automação, omnicanalidade e inteligência artificial para ampliar a capacidade e disponibilidade de seus canais digitais, desenvolvimento de uma nova frente de atendimento e melhoria da experiência dos clientes no relacionamento com as empresas do Grupo.

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Um aumento comparado a 2019 · 07/08/2020 - 14h58

Inflação oficial do Brasil fica em 0,36% em julho, aponta IBGE


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    © Marcelo Camargo/Agência Brasil

A inflação oficial do país, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), ficou em 0,36% em julho deste ano, taxa acima do 0,26% de junho deste ano e do 0,19% de julho do ano passado. Este é o maior índice para um mês de julho desde 2016 (0,52%). As informações são da Agência Brasil.

Com o resultado, o IPCA acumula taxas de inflação de 0,46% no ano e de 2,31% em 12 meses, de acordo com dados divulgados hoje (07/08) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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Devido auxílio emergencial · 06/08/2020 - 22h04

Auxílio e FGTS levam poupança a patamar histórico em julho


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Os depósitos na caderneta de poupança superaram os saques em R$ 27,144 bilhões ao longo do mês de julho, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (06/08), pelo BC (Banco Central). As informações são do R7.

O resultado é fruto de R$ 292,302 bilhões aplicados e 265,158 retirados da caderneta ao longo dos 31 dias do mês passado.

A captação líquida, novamente impulsionada pela liberação do auxílio de R$ 600 e das contas do FGTS emergencial, é a melhor da série histórica da aplicação para o mês, iniciada em 1995.

Até então, o melhor resultado da poupança para meses de julho havia ocorrido em 2012, quando os depósitos na caderneta superaram os saques em R$ 8,252 bilhões. No mesmo período do ano passado, a poupança teve saldo negativo de R$ 1,603 bilhões.

No acumulado de 2020, a poupança acumula saldo positivo de R$ 111,578 bilhões, com o depósito de R$ 1,636 trilhão e o saque de R$ 1,524 trilhão no período. Em 2019, o saldo da caderneta entre janeiro e julho era negativo em mais de R$ 16 bilhões.

Auxílio e FGTS

Os desempenhos positivos seguidos da poupança estão diretamente ligados às liberações do auxílio emergencial de R$ 600 a informais, desempregados e microempreendedores e das contas do FGTS emergencial.

Ambos os recursos são disponibilizados diretamente em uma conta-poupança do beneficiário. A Caixa afirma que abriu mais de 40 milhões de poupanças digitais somente para o pagamento do auxílio emergencial.

Atualmente, com a taxa básica de juros em 2% ao ano, as aplicações na poupança rendem 70% da Selic, o que representa uma rentabilidade de apenas de 1,4% ao ano, percentual bem inferior a outras aplicações de renda fixa e que representa uma perda real aos poupadores.

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O secretário do Tesouro Nacional, Bruno Funchal, admitiu nesta quinta-feira (6) a possibilidade de o governo estender novamente a duração do auxílio emergencial. Segundo ele, essa decisão será política e dependerá da situação da economia.

"Do meio para o fim do agosto, vai ter essa discussão de se prorroga ou não. E, se prorrogar, qual a dimensão", afirmou o secretário em videoconferência promovida pelo site Jota.

Funchal afirmou que a medida depende do estado da economia após o baque sofrido pela pandemia do coronavírus. "Se a economia estiver em situação em que consegue voltar atividades de forma mais normal do que no começo do ano, não tem por que fazer essa renovação", disse.

"Agora, chegando no prazo e vendo necessidade, é uma decisão política de avaliar no tempo exatamente essa necessidade. Se precisa ou não precisa, e além disso qual a dimensão", disse.

O ministro Paulo Guedes (Economia) defende desde o começo do programa que o valor concedido seja de R$ 200, mas a tese foi vencida após pressões do Congresso e quantia subiu para R$ 600. Agora, a equipe econômica sugere novamente cortar o valor do benefício.

"Certamente a necessidade dessa dimensão é muito menor do que em março, no início [da pandemia], quando o Brasil praticamente parou", disse Funchal. "À medida em que a economia está retomando, a necessidade reduz. Então a discussão tem que ser essa. Vamos olhar o que está acontecendo com a economia, se de fato há necessidade, redimensionar e ver como podemos realocar recursos a partir disso", afirmou.

Na quarta (5), Guedes havia dito em comissão no Congresso que o Brasil não aguenta muito tempo de auxílio emergencial. "Se fosse R$ 200, ou R$ 300, dava para segurar por seis meses, um ano. Sendo R$ 600, não conseguimos estender mais do que estamos fazendo até agora", disse o ministro aos parlamentares.

Ele defende um valor de R$ 200 porque esse valor representa aproximadamente a média recebida no Bolsa Família. Portanto, segundo essa visão, o auxílio não poderia ser maior.

Também nesta quarta, o presidente Jair Bolsonaro disse que o auxílio não pode durar muito. "Não dá para continuar muito porque, por mês, custa R$ 50 bi. A economia tem que funcionar. E alguns governadores teimam ainda em manter tudo fechado", disse Bolsonaro na área interna do Palácio da Alvorada.

No domingo (2), Bolsonaro já havia criticado a ideia de tornar a medida permanente. "Por mês, são R$ 50 bilhões. Vão arrebentar com a economia do Brasil", disse o presidente.

O auxílio emergencial já demanda R$ 254,2 bilhões e representa a medida mais cara do pacote anticrise. O programa foi criado para durar apenas três meses, com valores concedidos em abril, maio e junho. Depois, foi prorrogado por dois meses (até agosto).

Técnicos do Ministério da Economia dizem que o programa tem um custo mensal aproximado de R$ 50 bilhões. Por isso, a prorrogação com as mesmas regras até o fim do ano nos mesmos moldes faria o custo total chegar a R$ 450 bilhões (quase cinco vezes o rombo de todo o governo em 2019, de R$ 95 bilhões).

Para tentar evitar mais meses de auxílio emergencial, o Ministério da Economia está revisando programas sociais (como o abono salarial) para cortar despesas e redesenhar o Bolsa Família (quer seria rebatizado como Renda Brasil). O programa, no entanto, ainda está sendo desenhado pela equipe econômica e ainda não tem prazo para sair do papel.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), já cobrou do governo a apresentação da proposta. "O governo precisa parar de fazer discurso sobre o tal Renda Brasil e apresentar o programa ao Congresso. O Congresso tendo espaço, tendo a proposta do governo, vai organizar de forma rápida esse debate e vai, claro, avançar, dentro da realidade fiscal brasileira", afirmou em 9 de julho.

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    Divulgação / Equatorial Pará

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) aprovou, nesta quinta-feira (06/08), o reajuste tarifário da Equatorial Energia Pará. A distribuidora atende 2,7 milhões de unidades consumidoras localizadas em 144 municípios do Pará.

Veja a tabela com os novos índices que entrarão em vigor a partir de amanhã (07/08):

    Reprodução / ANNEL

O reajuste foi impactado, em especial, pelos custos de transmissão e distribuição de energia. Cabe destacar ainda que o empréstimo da Conta-covid proporcionou amortecimento dos índices de reajuste a serem percebidos nas contas dos consumidores Paraenses. A Conta-covid contribuiu para amenizar o impacto do reajuste em -6,03%.

O efeito médio da alta tensão refere-se às classes A1 (>= 230 kV), A2 (de 88 a 138 kV), A3 (69 kV) e A4 (de 2,3 a 25 kV). Para a baixa tensão, a média engloba as classes B1 (Residencial e subclasse residencial baixa renda); B2 (Rural: subclasses, como agropecuária, cooperativa de eletrificação rural, indústria rural, serviço público de irrigação rural); B3 (Industrial, comercial, serviços e outras atividades, poder público, serviço público e consumo próprio); e B4 (Iluminação pública).

Mais informações sobre reajustes tarifários podem ser consultadas no endereço eletrônico www.aneel.gov.br, no link entendendo a tarifa, e no aplicativo ANEEL Consumidor, disponível para dispositivos móveis Android ou IOS.


Fonte: Com informações da ANNEL
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Vai investir no litoral do PI · 05/08/2020 - 19h35

Luciano Hang anuncia loja que irá gerar cerca de 500 empregos em Parnaíba


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    Jornal da Paraíba

O prefeito Francisco de Assis Moraes Souza, Mão Santa, acompanhado de autoridades, recebeu na tarde desta quarta-feira (05/08), a visita de um dos maiores empreendedores do Brasil, Luciano Hang, dono da Havan, que anunciou investimentos que irá gerar cerca de 500 empregos em Parnaíba. As informações são do Jornal da Parnaíba.

Na ocasião, o empresário Luciano Hang disse ter ficado muito otimista com os indicativos econômicos e estudos para a instalação de uma de suas unidades comerciais, elogiou o trabalho e o entusiasmo do Prefeito Mão Santa para desenvolver Parnaíba e comentou, ainda, que o Presidente Jair Bolsonaro tem um olhar especial para o município, pois sempre fala muito bem da cidade.

    Jornal da Paraíba

“Mão Santa é conhecido em todo o Brasil como um prefeito que faz acontecer e que está transformando Parnaíba numa locomotiva no Nordeste. Andei por Parnaíba e vi uma cidade bonita, organizada, limpa, com aspecto urbano elogiável, o que demonstra o zelo do prefeito com sua gente. Deixo aqui a certeza de meu empenho para instalar na cidade uma das megalojas da Havan, com centenas de empregos gerados na região, para ajudar ainda mais Parnaíba a se desenvolver”, disse Hang.

À frente da Prefeitura de Parnaíba, segunda maior cidade piauiense, Mão Santa informou ao empresário que tem feito todos os esforços e diálogos com a inciativa privada para atrair investimentos e empregos para o município, e ressaltou que Parnaíba recebeu recentemente grandes empreendimentos, a exemplo do Grupo Assaí Atacadista e do Grupo Mateus, com o Mix Atacarejo, que já geram centenas de postos de trabalho, dignidade e alegria para o povo parnaibano.

    Jornal da Paraíba

 

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A Caixa Econômica Federal paga nesta quarta-feira (5/8) o auxílio emergencial de R$ 600 para 4,4 milhões de brasileiros. As informações são de Metropoles.

Desse total, 3,9 milhões fazem parte do calendário de ciclos. Recebem os nascidos em maio, independentemente do número da parcela – ou seja, pode ser a primeira, segunda, terceira ou quarta.

Nesta sexta-feira (7/8), recebem 3,8 milhões de trabalhadores nascidos em junho. Veja o calendário:

O governo federal inicia também um calendário paralelo referente ao pagamento do benefício para um novo grupo de aprovados.

Recebem nesta quarta-feira 483 mil cidadãos nascidos entre janeiro e maio. São eles:

Beneficiários que fizeram a contestação por meio do aplicativo ou site da Caixa entre 24 de abril e 19 de julho deste ano e tenham sido considerados elegíveis receberão o crédito da primeira parcela;

Beneficiários que receberam a primeira parcela em abril e tiveram o pagamento reavaliado em julho, decorrente de atualizações de dados governamentais, receberão o crédito da terceira e quarta parcelas.

No total, 1,1 milhão de pessoas foram aprovadas recentemente. O restante desse grupo recebe até 26 de agosto, a depender do mês de nascimento, conforme o seguinte calendário:

Esse “calendário paralelo” vai ser realocado, a partir da parcela subsequente, ao cronograma de ciclos estabelecido pela Caixa Econômica Federal.

Poupança Social

Em ambos os casos, o crédito será depositado na conta Poupança Social digital, onde o dinheiro deverá ser movimentado pelo aplicativo Caixa Tem.

Nesse primeiro momento, o auxílio ficará limitado a pagamentos digitais. Saques e transferências ainda não estão disponíveis.

Em seguida, a Caixa libera as opções de saque e transferências, novamente de acordo com a data de nascimento.

O segundo ciclo de pagamentos tem início no próximo dia 28 de agosto. O crédito vai acontecer da mesma maneira, de acordo com a data de nascimento. Na ocasião, a Caixa inicia o crédito da quinta – e última – parcela.

Não sou do Bolsa Família

Cadastrados no programa Bolsa Família com direito ao auxílio emergencial de R$ 600 recebem a quinta parcela do benefício a partir de 18 de agosto. O pagamento será finalizado no dia 31 do mesmo mês.

Neste caso, o pagamento do auxílio obedece ao calendário habitual do Bolsa Família, que é pago nos últimos dez dias úteis de cada mês.

O dinheiro será depositado da mesma forma que o benefício regular. Logo, é preciso usar o cartão nos canais de autoatendimento, unidades lotéricas e correspondentes Caixa aqui; ou por crédito na conta Caixa fácil.

Dessa maneira, recebem no próximo dia 18 de agosto os beneficiários do Bolsa Família com o Número de Identificação Social (NIS) final igual a 1. No dia seguinte, uma quarta-feira, ganha quem tem NIS final 2. Veja:

Calculadora

Ficou confuso? Muitos calendários, não é?! Por isso, a equipe de tecnologia e arte do Metrópoles elaborou uma “calculadora” para que os beneficiários possam saber a data de todos os próximos pagamentos.

Para isso é necessário informar alguns dados básicos– nada que comprometa o seu benefício. A primeira pergunta a ser respondida, por exemplo, é se você recebe o Bolsa Família. Simule aqui.

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    Reprodução/Twitter

O preço do petróleo no mercado internacional começou a subir após a explosão na zona portuária de Beirute, capital do Líbano. Por volta das 14h, o barril do WTI (referência americana) avançava 1,19% a US$ 41,50. O Brent (referência internacional), por sua vez, subia 0,48%, valendo US$ 44,36. As informações são do Metrópoles. 

As autoridades libanesas ainda não sabem o que causou a explosão, mas foi confirmado que o incidente “deixou um número alto de feridos e causou danos à cidade”.

Pela manhã, a cotação do petróleo operava em queda. Até meio-dia, o Brent caía 1,65% a US$ 43,41. O WTI perdia 1,66%, com o barril negociado a US$ 40,33.

Explosão

Uma forte explosão foi registrada, nesta terça-feira (04/08), em uma região portuária da capital do Líbano. O incidente causou destruição em larga escala e atingiu janelas a quilômetros de distância.

Ainda não há detalhes sobre o número de feridos ou o que teria motivado a explosão.

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Crise de coronavírus · 04/08/2020 - 14h11 | Última atualização em 04/08/2020 - 14h13

Gasto com presente do Dia dos Pais será menor este ano, diz Alshop


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O consumidor deve gastar menos este ano com o presente para o Dia dos Pais. Segundo uma pesquisa feita pela Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop) com 5,2 mil consumidores de todo o país, o gasto com o presente da maioria dos entrevistados (32% do total) deverá ficar entre R$ 51 e R$ 100. No ano passado, o ticket médio pretendido para gasto com o presente do pai era de R$ 160.

A pesquisa foi feita entre os dias 27 de julho e 3 de agosto. De acordo com a pesquisa, 19% dos entrevistados não vão comprar qualquer presente para os pais. Dos que vão comprar, 13% vão gastar mais do que R$ 201; 14% pretendem comprar algo entre R$ 151 e R$ 200; e 14%, algo entre R$ 101 e R$ 150.

A maior parte dos pais desses consumidores deverão ganhar produtos na área de vestuário (44%), perfumes e cosméticos (12%), calçados (10%) e produtos eletrônicos (8%).

Em tempos de pandemia do novo coronavírus, a pesquisa revelou ainda que a maior parte dos consumidores comprará presentes pela internet (46% do total), seguido por 19% que devem ir às lojas de shopping centers e por 12% que devem procurar lojas de rua.

“A pandemia do novo coronavírus acelerou o consumo online, e as marcas que já se consolidaram em formato digital colheram bons frutos durante essa crise e puderam comemorar por ter dado esse passo antes da chegada desta crise. Além disso, 19% pretendem comprar presente dentro do ambiente do shopping, percentual maior do que os que têm intenção de fazê-lo nas lojas de rua”, disse o presidente da Alshop, Nabil Sahyoun.

Recuperação lenta

Mesmo com  aumento de intenção de compras via e-commerce, os lojistas associados da Alshop relatam que o fluxo de pessoas nas lojas de shopping centers está crescendo de forma gradual. Uma pesquisa feita com lojistas de 1,5 mil pontos de venda em todo o país mostrou que a expectativa de aumento no faturamento é de 10% em agosto na comparação com o mês de julho de 2020. “Isso nos indica ,de vista do lojista, a recuperação está acontecendo de forma lenta, até porque cerca de 20% dos shoppings no país estão fechados, e a maioria funciona em horário reduzido, apesar dos rígidos protocolos sanitários adotados nestes empreendimentos”, disse Sahyoun.

Neste momento, cerca de 14% de 577 shopping centers do país estão fechados, a maioria nos estados da Região Sul.


Fonte: Agência Brasil
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Fase final de testes · 04/08/2020 - 10h19

Banco Central escolhe cinza como a cor da nota de R$ 200


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Por orientação do BC (Banco Central), a nota de R$ 200 deverá ser cinza. Com lançamento previsto para o fim de agosto, a nova cédula deverá trazer ainda detalhes amarronzados, caso o modelo em teste seja aprovado pelo BC.

Segundo a assessoria de comunicação da Casa da Moeda -responsável pela emissão do Real- as opções da moeda apresentadas pelo BC estão em fase final de testes.

Nessa primeira etapa, a Casa da Moeda confecciona o fundo das cédula, sem textura. Na segunda e terceira etapas, ocorre a calcografia -que é a gravação de imagens em alto relevo- em cada uma das faces da nota, passando-se para a impressão de itens de segurança para impedir a falsificação do dinheiro.

Escolhido para estampar a nota, o lobo-guará foi eleito em uma consulta realizada pelo Banco Central em 2001.

Antes da emissão do dinheiro, o modelo terá de ser aprovado pelo BC. O governo tem pressa para colocar Real em circulação, já que boa parte dos beneficiários do auxílio-emergencial concedido durante a pandemia preferem receber o dinheiro em espécie.

Presidente do Sindicato Nacional dos Moedeiros, Roni Oliveira lembra que 40% dos brasileiros são "desbancarizados", não têm acesso a nenhum instituição financeira.

Segundo a assessoria de comunicação da Casa da Moeda, dois fatores levaram ao lançamento da nota R$ 200 e aumento da produção de cédulas. "Muitas pessoas por medo e principalmente aquelas debancarizadas começaram a guardar dinheiro e diminuiu a circulação. Por outro lado, o auxílio emergencial injetou muitos recursos para esse mesmo público que guarda o dinheiro e faz seus pagamentos em dinheiro", diz a assessoria da Casa da Moeda.

Em maio, o sindicato e a diretoria da Casa da Moeda selaram um acordo de hora extra para que os funcionários trabalhassem de domingo a domingo, o que elevou em 40% a produção de cédulas.

Originalmente, a previsão era de emissão de 1,8 bilhão de cédulas. O Banco Central encomendou a emissão de mais 400 milhões de cédulas, optando para uma nota de maior valor.

"Hoje, estamos trabalhando com as áreas de produção e suporte em trabalho remoto, teletrabalho e presencial. Com todos os protocolos de saúde e segurança. Cerca de 30% a 45% [dos funcionários] da Casa estão trabalhando presencialmente e o pessoal da produção está fazendo hora extra nos finais de semana. Todos motivados em cumprir um papel importante para o país", informa a assessoria da Casa da Moeda.

A produção de nova remessa de cédulas não é suficiente para sanear as contas da empresa, já que a maior fonte de receita -que é a emissão de passaporte- foi reduzida durante a pandemia.

Embora amargue prejuízo há três anos, a Casa da Moeda foi excluída do projeto de privatização do governo.

Segundo a assessoria da Casa da Moeda, "a área comercial está buscando novos negócios e a diretoria está incentivando iniciativas de inovação e gestão ágil para que a Casa da Moeda do Brasil possa se tornar mais forte nos próximos anos".

Roni Oliveira lembra, porém, que o decreto que determina a privatização da Casa da Moeda ainda não foi revogado.

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Cerca de 5 milhões de trabalhadores nascidos em junho começaram a receber, nessa segunda-feira (03/08), o crédito do saque emergencial do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) de até R$ 1.045. Serão liberados R$ 3,2 bilhões nas contas poupança digitais abertas pela Caixa Econômica Federal em nome dos beneficiários. As informações são da Agência Brasil.

Instituído pela Medida Provisória 946, o saque emergencial do FGTS pretende ajudar os trabalhadores afetados pela pandemia do novo coronavírus. Ao todo, o governo pretende injetar R$ 37,8 bilhões na economia, beneficiando cerca de 60 milhões de trabalhadores.

O valor do saque é de até R$ 1.045, considerando a soma dos valores de todas contas ativas ou inativas com saldo no FGTS. Cada trabalhador tem direito a receber até um salário mínimo (R$ 1.045) de todas as contas ativas e inativas do fundo.

Nesta fase, o dinheiro poderá ser movimentado apenas por meio do aplicativo Caixa Tem. A ferramenta permite o pagamento de boletos (água, luz, telefone), compras com cartão de débito virtual em sites e compras com código QR (versão avançada de código de barras) em maquininhas de cartão de lojas parceiras com débito instantâneo do saldo da poupança digital.

Liberação para saque

O dinheiro só será liberado para saque ou transferência para outra conta bancária a partir de 3 de outubro, para os trabalhadores nascidos em junho. O calendário de crédito na conta poupança digital e de saques foi estabelecido com base no mês de nascimento do trabalhador.

Até agora, a Caixa creditou o saque emergencial do FGTS para os trabalhadores nascidos de janeiro a maio.

O pagamento está sendo realizado conforme calendário a seguir:

    Reprodução/Agência Brasil

Orientações

A Caixa orienta os trabalhadores a verificar o valor do saque e a data do crédito nos canais de atendimento eletrônico do banco: aplicativo FGTS, site e telefone 111 (opção 2). Caso o trabalhador tenha direito ao saque emergencial, mas não teve a conta poupança digital aberta automaticamente, deverá acessar o aplicativo FGTS para complementar os dados e receber o dinheiro.

O banco alerta que não envia mensagens com pedido de senhas, dados ou informações pessoais. Também não envia links nem pede confirmação de dispositivo ou acesso à conta por e-mail, SMS ou WhatsApp.

Cancelamento do crédito automático

O trabalhador poderá indicar que não deseja receber o saque emergencial do FGTS até dez dias antes do início do seu calendário de crédito na conta poupança social digital, para que sua conta do FGTS não seja debitada.

Caso o crédito dos valores tenha sido feito na poupança social digital do trabalhador e essa conta não seja movimentada até 30 de novembro de 2020, os valores corrigidos retornam à conta do FGTS.

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O Ministério da Economia avalia que o auxílio emergencial pode ser estendido até dezembro. Embora membros da pasta mencionem preocupação com o impacto fiscal da medida, há o entendimento que pressões políticas podem levar à prorrogação.

O auxílio emergencial já demanda R$ 254,2 bilhões e representa a medida mais cara do pacote anticrise. O programa foi criado para durar apenas três meses, com valores concedidos em abril, maio e junho. Depois, foi prorrogado por dois meses (até agosto).

A equipe econômica sempre defendeu que a medida fosse temporária e não se prolongasse, mas a partir de maio amenizou o discurso e passou a admitir extensões (embora defendendo valores menores).

O ministro Paulo Guedes (Economia) defende um valor de R$ 200. Ele entende que esse valor representa aproximadamente a média recebida no Bolsa Família, e que portanto o auxílio não poderia ser maior do que isso.

No entanto, Guedes já defendia uma redução para R$ 200 em maio caso a medida fosse prorrogada, e o governo estendeu o auxílio por mais dois meses mantendo a quantia de R$ 600.

A prorrogação do benefício pelo valor de R$ 600 dispensa um novo aval (e possível derrota) no Congresso. Isso porque o texto que o criou permite a extensão por ato do Executivo, mas mantendo os valores previstos na proposta (de R$ 600 ao mês).

Desde que foi desenhado, para durar três meses, o auxílio emergencial é alvo de interesse no mundo político, principalmente em torno dos valores concedidos. O valor de R$ 600 só foi alcançado após embates entre Executivo e Legislativo durante a formatação da proposta.

Guedes propôs inicialmente uma quantia de R$ 200 e o Congresso pressionou por uma elevação para R$ 500. Depois, o governo elevou para R$ 600 para ficar com a paternidade do valor concedido.

Apesar disso, Guedes considera que a disputa prejudicou o formato do auxílio, porque a medida poderia durar mais se tivesse um valor mais baixo.

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Setores econômicos · 31/07/2020 - 14h28 | Última atualização em 31/07/2020 - 14h36

Economista aponta perspectivas negativas para a economia em 2020


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Com a chegada da pandemia do novo coronavírus, diversos setores econômicos foram afetados, entre eles, o da indústria. No Piauí, diante do impacto provocado pelo cenário, as perspectivas de crescimento econômico para 2020 são negativas para o segmento industrial, que estima lentidão na normalidade da produção de algumas atividades afetando diretamente o Produto Interno Bruto (PIB).

O economista do Centro das Indústrias do Estado do Piauí (CIEPI), Márcio Braz, informa que houve mudanças de estimativas no período pré-pandemia em relação ao atual momento. "Mudança total. Fechamos 2019 com um crescimento da economia nacional em 1,1%, bem abaixo do que o necessário, mas com perspectivas de que em 2020 essa taxa se elevasse para pouco mais de 2%. Atualmente as perspectivas são de crescimento negativo entre 5,7 e algo em torno de 8%", e isso fatalmente repercutirá na economia piauiense", explica.

Nesta quinta-feira (30), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou um levantamento sobre os impactos da pandemia na economia do país. Os dados apontam que das 2,8 milhões de empresas em funcionamento na segunda quinzena do mês de junho, 62,4% relataram que foram afetadas negativamente. Entre as empresas pesquisadas, as que relataram ter sentido impactos maiores foram as de serviço (65,5%), seguidas pelo comércio (64,1%); construção (53,6%); e indústria (48,7%).

Com a pandemia, o setor da indústria foi afetado fortemente devido as medidas de isolamento social e fechamento por tempo indeterminado das empresas. "De modo geral no Estado, ao que tudo indica, chegamos ao fundo do poço no que se refere ao desemprego provocado pelo combate à pandemia. Tivemos saldos negativos em março, abril e maio. O acumulado no ano é de menos 8.684 empregos. Em junho, o crescimento dos empregos formais foi puxado pela indústria de transformação e espero, para o próximo mês, um resultado mais significativo da construção, mas esses setores somados representam apenas 12,1 % do PIB", explicou o especialista.

Márcio Braz cita ainda os principais empecilhos para o setor da indústria se desenvolver no Estado. "A inexistência de polos empresariais modernos, a infraestrutura inadequada para o escoamento da produção, a qualidade ainda insatisfatória da energia elétrica, a dificuldade de acesso ao crédito por parte dos pequenos empresários e a concentração espacial da produção são problemas que precisam ser superados a curto prazo. Precisamos definir claramente uma política de desenvolvimento econômico com instrumentos de intervenção claros e acessíveis, partindo da nossa realidade atual e tendo em vista a sociedade que queremos construir", finaliza o economista do Centro das Indústrias.


Fonte: Com informações da assessoria
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    Gabriel Jabur/Agência Brasília

A população desocupada foi estimada em 12,2 milhões de pessoas entre os dias 5 e 11 de julho, ainda marcado com os efeitos da crise do novo coronavírus. Isso significa que 13,1% dos brasileiros estão desempregados. As informações são do Metrópoles. 

Os dados são da edição semanal da Pnad Covid-19, divulgada nesta sexta-feira (31/07) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Veja aqui a íntegra dos dados divulgados.

O número de desempregados teve uma leve alta em comparação com a semana anterior. De 28 de junho a 4 de julho, 11,5 milhões de brasileiros não tinham trabalho.

Já em comparação com o mês anterior, a alta é bem maior. O IBGE estimou que 9,8 milhões de pessoas (10,5% do total) estavam desocupadas entre 3 e 9 de maio.

Queda da flexibilização

Além disso, o número de pessoas ocupadas que trabalhava de forma remota caiu, passando de 8,9 milhões na primeira semana de julho, para 8,2 milhões na segunda semana.

Isso significa que cerca de 700 mil pessoas podem ter retornado ao trabalho presencial com a flexibilização das medidas de distanciamento social.

“Essa é a primeira queda significativa nesse grupo desde o início de maio, quando a pesquisa começou”, disse a coordenadora da pesquisa, Maria Lúcia Vieira.

A redução foi observada tanto em valores absolutos quanto percentuais e reflete, segundo Maria Lúcia, o retorno de parte dessas pessoas aos locais de trabalho antes da pandemia.

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Confira o calendário · 31/07/2020 - 11h23

Mais 5,7 milhões recebem novas parcelas do auxílio nesta sexta


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Mais 5,7 milhões de beneficiários recebem novas parcelas do auxílio emergencial de R$ 600 nesta sexta-feira (31). A Caixa vai creditar na conta poupança digital a primeira, segunda, terceira e quarta parcelas para 3,8 milhões nascidos em abril, que fazem parte do ciclo 1 do novo calendário. As informações são de R7

Outro 1,9 milhão do Bolsa Família, com o NIS final 0, receberá o auxílio, finalizando o pagamento da quarta parcela para esse grupo. Neste sábado, mais de 700 agências da Caixa vão abrir em todo o país, das 8h às 12h, para a liberação do saque em dinheiro a 7,4 milhões nascidos em fevereiro e março. 

O auxílio primeiro é depositado na conta poupança digital, em que o beneficiário pode movimentar para pagamento de boletos, conta de água, luz e telefone, além de fazer compras, por meio do aplicativo Caixa Tem. O resgate em dinheiro e transferência só são liberados no calendário de saque.

Organizado por ciclos, o pagamento das cinco parcelas do auxílio emergencial vai até dezembro. Já para o grupo do Bolsa Família segue o calendário normal do programa, sempre nos útltimos dez dias úteis do mês. 

O auxílio, criado para combater os impactos da pandemia de covid-19 na população de baixa renda e trabalhadores informais, já foi pago para 65,3 milhões de pessoas, num total de R$ 136,3 bilhões. O valor é de R$ 600, mas para mães chefes de família chega a R$ 1.200.

Confira o calendário do auxílio


Para o ciclo 1
Pagamento da 4ª parcela para quem recebeu a 1ª em abril
Pagamento da 3ª parcela para quem recebeu a 1ª em maio
Pagamento da 2ª parcela para quem recebeu a 1ª em junho ou até 4 de julho
Pagamento da 1ª parcela para quem se cadastrou entre 17 de junho e 2 de julho

Crédito em poupança digital

22 de julho - nascidos em janeiro
24 de julho - nascidos em fevereiro
29 de julho - nascidos em março
31 de julho - nascidos em abril
5 de agosto - nascidos em maio
7 de agosto - nascidos em junho
12 de agosto - nascidos em julho
14 de agosto - nascidos em agosto
17 de agosto - nascidos em setembro
19 de agosto - nascidos em outubro
21 de agosto - nascidos em novembro
26 de agosto - nascidos em dezembro

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Saque em dinheiro

25 de julho - nascidos em janeiro
1º de agosto - nascidos em março e fevereiro
8 de agosto - nascidos em abril
13 de agosto - nascidos em maio
22 de agosto - nascidos em junho
27 de agosto - nascidos em julho
1º de setembro - nascidos em agosto
5 de setembro - nascidos em setembro
12 de setembro - nascidos em outubro e novembro
17 de setembro - nascidos em dezembro

Para o ciclo 2
Crédito da 5ª parcela para quem recebeu a 1ª em abril de 2020
Crédito da 4ª parcela para quem recebeu a 1ª em maio de 2020
Crédito da 3ª parcela para quem recebeu a 1ª em junho de 2020
Crédito da 2ª parcela para quem recebeu a 1ª em julho de 2020

Crédito em poupança digital

28 de agosto - nascidos em janeiro
2 de setembro - nascidos em fevereiro
4 de setembro - nascidos em março
9 de setembro -  nascidos em abril
11 de setembro -  nascidos em maio
16 de setembro - nascidos em junho
18 de setembro - nascidos em julho
23 de setembro - nascidos em agosto
25 de setembro - nascidos em setembro
28 de setembro - nascidos em outubro e novembro
30 de setembro - nascidos em dezembro

Saque em dinheiro

19 de setembro - nascidos em janeiro
22 de setembro - nascidos em fevereiro
29 de setembro- nascidos em março
1º de outubro- nascidos em abril
3 de outubro- nascidos em maio
6 de outubro- nascidos em junho
8 de outubro- nascidos em julho
13 de outubro- nascidos em agosto
15 de outubro- nascidos em setembro
20 de outubro- nascidos em outubro
22 de outubro- nascidos em novembro
27 de outubro- nascidos em dezembro

Para o ciclo 3
Pagamento da 5ª parcela para quem recebeu a 1ª parcela em maio
Pagamento da 4ª parcela para quem recebeu a 1ª em junho
Pagamento da 3ª parcela para quem recebeu a 1ª parcela em julho

Crédito em poupança digital

9 de outubro - nascidos em janeiro e fevereiro
16 de outubro - nascidos em março e abril
23 de outubro - nascidos em maio e junho
30 de outubro - nascidos em julho e agosto
6 de novembro -  nascidos em setembro e outubro
13 de novembro - nascidos em novembro e dezembro

Saque em dinheiro

29 de outubro - nascidos em janeiro e fevereiro
3 de novembro -  nascidos em março e abril
10 de novembro -  nascidos em maio e junho
12 de novembro - nascidos em julho e agosto
17 de novembro - nascidos em setembro e outubro
19 de novembro - nascidos em novembro e dezembro

Para o ciclo 4
Pagamento da 5ª parcela para quem recebeu a 1ª em junho
Pagamento da 4ª e da 5ª parcelas para quem recebeu a 1ª em julho

Crédito em poupança digital

16 de novembro - nascidos em janeiro e fevereiro
18 de novembro - nascidos em março e abril
20 de novembro - nascidos em maio e junho
23 de novembro - nascidos em julho e agosto
27 de novembro - nascidos em setembro e outubro
30 de novembro - nascidos em novembro e dezembro

Saque em dinheiro

26 de novembro - nascidos em janeiro e fevereiro
1º de dezembro- nascidos em março e abril
3 de dezembro- nascidos em maio e junho
8 de dezembro- nascidos em julho e agosto
10 de dezembro- nascidos em setembro e outubro
15 de dezembro- nascidos em novembro e dezembro

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Veja as mudanças1 · 30/07/2020 - 15h47

Câmara aprova MP que libera saque de R$ 1.045 do FGTS


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Medida Provisória (MP) que liberou o saque extraordinário de até R$ 1.045 de contas ativas e inativas do FGTS foi aprovada pela Câmara dos Deputados na madrugada desta quinta-feira (30/07). As informações são do Metrópoles.

O texto, criado em meio à pandemia do novo coronavírus, inclui a permissão a trabalhadores que tiverem redução salarial ou suspensão de contrato fazerem um saque adicional em substituição ao último salário. Após ser aprovada pela Câmara, a matéria segue para o Senado Federal.

O texto, apresentado ao Congresso Nacional em abril, por se tratar de MP, está valendo desde o momento que foi publicado. Para virar lei, ele tem que ser aprovado em até 120 dias.

Segundo calendário do governo, o prazo para os saques começou em junho e irá até 31 de dezembro. A medida faz parte das ações do Executivo para tentar conter a crise econômica gerada pela pandemia.

Entre as mudanças feitas pelo relator em relação ao texto original, estão:

Redução salarial: trabalhadores que tiveram redução de jornada e salário ou suspensão do contrato de trabalho poderão sacar mensalmente um valor para recompor o último salário;

Transferência: recursos do saque emergencial poderão ser transferidos para outros bancos e instituições de pagamento, incluindo as fintechs;

Imóveis: os brasileiros poderão utilizar o FGTS para a compra de mais de um imóvel;

Outros saques: o Conselho Curador fica autorizado a disponibilizar aos trabalhadores mais saques extraordinários, quando julgar necessário;

Desastre natural: a Caixa Econômica emitirá critérios para dar prioridade às famílias atingidas por desastres naturais que não tenham tido acesso aos recursos do FGTS;

Débitos do trabalhador: os bancos ficam proibidos de usar o crédito para cobrir eventuais débitos do trabalhador.

A permissão para trabalhadores demitidos sem justa causa fazerem a movimentação integral dos recursos do FGTS durante a pandemia chegou a ser incluída pelo relator, mas o trecho foi retirado durante votação dos destaques.

Além disso, os parlamentares também aprovaram um projeto de lei que cria linha de crédito para profissionais liberais durante a pandemia, com limite de R$ 100 mil por beneficiário. Por se tratar de uma matéria do Senado, o texto vai direto para a sanção presidencial.

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62,4% das empresas brasileiras · 30/07/2020 - 14h39

Seis em cada dez empresas sentem impactos negativos da pandemia


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Seis em cada dez empresas (62,4%) brasileiras sentiram os impactos da pandemia de coronavírus na segunda quinzena de junho, segundo a Pesquisa Pulso Empresa: Impacto da Covid-19 nas empresas, divulgada nesta quinta-feira (30) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). As informações são de R7.

Para 22,5% das empresas, o efeito foi pequeno ou inexistente e para 15,1%, foi positivo. 

O país tinha 2,8 milhões de empresas ativas do período. As firmas de pequeno porte, com até 49 funcionários, foram as mais afetadas pela pandemia (62,7%), enquanto menos da metade (46,3%) das companhias de porte intermediário, com até 499 funcionários, sentiram os impactos.

Setores mais afetados

As empresas do setor de Serviços foram as que mais sentiram impactos negativos (65,5%), com destaque para o segmento de serviços prestados às famílias (86,7%).

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    Divulgação

A campanha de Dia dos Pais com Thammy Miranda e o filho certamente foi um sucesso para a Natura. Na quarta-feira (29/08), dias após o início da campanha, as ações da companhia subiram 6,73%, fazendo com que a Natura encerrasse na liderança do Ibovespa, com a ação cotada a 47,09 reais. As informações são do Exame.

A forte valorização ocorreu pouco após o ator Thammy Miranda publicar um vídeo com seu filho como parte da campanha #meupaipresente da Natura. Mas embora a campanha tenha sofrido ataques de ódio por parte da sociedade, incomodada com a imagem de um pai trans, a reação no mercado financeiro foi outra.

“A campanha dialoga bem com o propósito ESG (ambiental, social e governança, na sigla em inglês) da Natura e com seus clientes. Esse marketing inclusivo é positivo para a marca e abre portas para que ela ganhe ainda mais relevância. Vivemos novos tempos”, afirmou Ilan Abertman, analista da Ativa Investimentos.

 Segundo relatório do consultor de estratégias em mídias sociais Douglas Gomides, após a publicação de Thammy, a Natura chegou a ganhar 21,5 mil novos seguidores no Instagram em apenas um dia ante o aumento média diário de 2 mil seguidores. A base de seguidores do Thammy Miranda cresceu 23,5 mil.

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O Banco do Brasil lançou nesta semana nova linha de crédito para trabalhadores que aderiram à modalidade de saque aniversário do Fundo de Garantia por tempo de Serviço (FGTS), anunciou na noite dessa terça-feira (28) a instituição financeira. Os trabalhadores que aderiram à modalidade de saque passam a ter a possibilidade de antecipar os valores previstos para saque anual no mês de aniversário, utilizando o saldo de sua conta FGTS como garantia.

A autorização prévia é indispensável para contratar a operação. O cliente deve concedê-la pelo App FGTS ou pelo site da Caixa Econômica Federal. Só a partir dessa autorização é que o BB pode consultar o saldo e fazer o bloqueio do valor com vinculação ao empréstimo. O site da Caixa também disponibiliza os limites de valores por faixa de saldo, bem como as regras de adesão ao saque aniversário.

A linha de crédito permite antecipar até três anos dos recursos do saque aniversário do FGTS, tem valor mínimo por operação de R$ 1 mil  e taxas a partir de 0,99% ao mês.

O cliente pode solicitar o empréstimo diretamente no App BB (Empréstimos >> Antecipe seus créditos >> CDC FGTS Saque Aniversário). A contratação pode ser feita também pela Central de Atendimento BB (0800-7294117 ou 4003-4117) e nas agências. A liberação do crédito em conta corrente ocorre após a reserva do saldo na conta do FGTS.

No último dia 23, a Caixa Econômica Federal também anunciou o lançamento da linha de crédito.

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A faixa da população que vive em extrema pobreza foi a menor dos últimos 40 anos no Brasil, na passagem de maio para junho deste ano. É o que revela levantamento feito pelo pesquisador Daniel Duque, do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Covid 19 (Pnad Covid-19) de junho, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e nos parâmetros do Banco Mundial na definição de linha de pobreza.

Duque destacou que os níveis são os menores já registrados por todas pesquisas domiciliares brasileiras, mas disse que a comparação não é perfeita porque a abrangência do modelo dos levantamentos mudou ao longo dos anos.

De acordo com a Pnad Covid 19, a faixa dos que vivem com menos de US$ 1,90 por dia, ou R$ 154 mensais, considerada de extrema pobreza caiu de 4,2% (8,8 milhões de pessoas) para 3,3% (6,9 milhões de pessoas) de maio para junho deste ano. Já a referente à parcela dos que vivem com menos de US$ 5,50 por dia, ou R$ 446 mensais, ou na faixa de pobreza, caiu de 23,8% para 21,7%.

Para o pesquisador, as reduções coincidem com o aumento da cobertura do auxílio emergencial. Duque lembrou que, de maio para junho, o total de contemplados com o benefício passou de 45% para cerca de 50% da população, principalmente, os mais pobres.

Para ele, o aumento da cobertura foi possível com a redução dos problemas de acesso ao benefício ocorridos inicialmente. “Em abril e maio ainda havia pessoas que estavam demorando a ser autorizadas. Isso aconteceu em grande volume. Depois, foi aumentando o número de pessoas com acesso ao auxílio, porque teriam direito mesmo, mas demoraram para conseguir”, disse Duque em entrevista à Agência Brasil.

O pesquisador acrescentou que a Pnad Covid 19 do mês de junho mostrou ainda que, mesmo quem não recebeu o auxílio, teve aumento de renda. “Houve incremento de renda na população entre 20% e 30% mais pobre, que teve aumento, fora o auxílio. No entanto, o auxílio foi mais predominante, gerando aumento de quase R$ 40 por pessoa entre os 10% mais pobres. Entre os 10% e 20% mais pobres, o aumento foi de R$ 20 e, entre os 20% e 30% mais pobres, de pouco mais de R$ 23.” Segundo Duque, o principal responsável foi o auxílio emergencial, que aumentou cerca de R$ 40 para os mais pobres [a faixa mais baixa] e R$ cerca de R$ 20 para os outros.”

Duque observou ainda que, também nesse período, o Congresso Nacional expandiu o universo das pessoas que teriam direito ao auxílio emergencial, e este foi mais um fator de impacto nos números. “Ainda teve uma mudança de ampliação do auxílio no mês de maio, que teve reflexos no mês de junho”, acrescentou.

O pesquisador disse que, em julho, a tendência é de estabilização, porque já estará quase completo o número de pessoas com direito ao auxílio emergencial. “Ainda vai ter parcelas para receber, mas não vai aumentar o número de pessoas. Vai ter ainda alguma inclusão, mas será pequena.”

Para Duque, a expectativa de fim do benefício é uma preocupação porque pode alterar o cenário. Ele mencionou a possibilidade de criação de outro tipo de benefício no lugar do auxílio emergencial. Mesmo que o novo valor fique muito abaixo do auxílio pago atualmente, ainda assim se notará impacto, ressaltou o pesquisador.

“Supondo que o governo lance o Renda Brasil logo após o auxílio emergencial, o volume de transferência para as famílias será muito menor. Não há dúvida de que, se não houver uma forte recuperação do mercado de trabalho, voltaremos a ver novos aumentos da taxa de pobreza nos próximos meses. O maior risco é aumentar tanto a taxa de pobreza e chegarmos a níveis menores do que tínhamos em 2019, 2018. Esse é o principal risco”, afirmou Daniel Duque.

Na opinião do pesquisador, quanto mais demorar a definição de qual será a política social pós-pandemia, mais aumentará o risco de se deixarem muitas famílias vulneráveis à insuficiência de renda.


Fonte: Agência Brasil
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A maioria no cartão de crédito · 28/07/2020 - 13h50

Cresce o endividamento nas famílias mais pobres em julho


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O percentual de famílias com dívidas atingiu 67,4% em julho, o maior nível da série histórica da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgou hoje (28/07) a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).As informações são da Agência Brasil.

O crescimento se deve ao aumento do endividamento das famílias com até 10 salários mínimos de renda, que chegou ao recorde de 69% em julho, acima dos 68,2% de junho e dos 65,4% de julho de 2019. Por outro lado, o grupo de famílias com renda superior a esse patamar teve uma redução do endividamento, chegando a 59,1% em julho, abaixo dos 60,7% em junho. Apesar disso, o percentual ficou acima dos 58,7% de julho de 2019.

"As necessidades de crédito têm aumentado para as famílias com menor renda, seja para pagamento de despesas correntes, seja para manutenção de algum nível de consumo", analisa a CNC em texto de divulgação da pesquisa, que compara: "Por outro lado, para as famílias de maior renda, tem aumentado a propensão a poupar".

A pesquisa é realizada mensalmente com 18 mil consumidores e considera como dívidas as despesas declaradas com cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, crédito consignado, empréstimo pessoal, prestação de carro e de casa, ainda que estejam em dia.

A Peic também questiona os entrevistados sobre dívidas ou contas em atraso, percentual que chegou a 26,3% no geral, o maior valor desde setembro de 2017.

Mais uma vez, o percentual cresceu para as famílias de menor renda e caiu para as mais ricas. Enquanto os lares com até 10 salários mínimos tiveram aumento de 28,6% em junho para 29,7% em julho, para os demais, o percentual caiu de 11,3% para 11,2%.  

Outro percentual calculado pela pesquisa é o das famílias que não terão condições de pagar suas dívidas, que chegou a 12% em julho, acima dos 11,6% de junho e dos 9,6% de julho de 2019. Nesse caso, o percentual cresceu para os dois grupos de renda: de 13,2% em junho para 13,7% em julho no caso das mais pobres; e de 4,7% em junho para 4,9% em julho no caso das mais ricas.

Nível de endividamento

O número de pessoas que se declararam muito endividadas teve, em julho, sua primeira queda desde o início do ano. O percentual caiu de 16,1% em junho para 15,5%. No ano passado, porém, essa fatia dos entrevistados era de 13,3%.

Em média, as famílias declararam que as dívidas consomem 30,3% de sua renda, percentual que caiu em relação a junho, quando era de 30,4%. Já em julho de 2019, eram 29,9%.

Ainda segundo a pesquisa, o tempo médio de comprometimento com dívidas cresceu e chegou a 7,4 meses em julho. Uma parcela de 21,2% das famílias declarou ter dívidas até três meses, enquanto 34,5%, por mais de um ano. Também se elevou o tempo médio para quitação das dívidas das famílias inadimplentes, de 60,7 dias em junho para 61 dias em julho.

Tipo de dívida

A dívida mais comum entre os brasileiros é o cartão de crédito, declarado por três em cada quatro entrevistados, com 76,2%. Carnês foram mencionados em 17,6% das entrevistas; financiamento de carro, em 11,3% e financiamento de casa, em 10,1%.

A CNC avalia que há sinais de alguma recuperação da economia a partir de maio e junho, mas a proporção de consumidores endividados no país é elevada.

"Assim, é importante seguir ampliando o acesso ao crédito com custos mais baixos, como também alongar os prazos de pagamento das dívidas para, com isso, mitigar o risco do crédito no sistema financeiro", afirma o texto, que destaca que benefícios emergenciais têm impactado positivamente o consumo, e as quedas de taxas de juros e inflação podem favorecer o poder de compra dos consumidores.

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7.916.639 demissões no ano · 28/07/2020 - 11h20

Pandemia causa corte de 1,2 milhão de empregos formais em 2020


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O Brasil fechou 1.198.363 postos de trabalho de janeiro a junho deste ano, sofrendo os impactos da pandemia de coronavírus, de acordo com o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), divulgado nesta terça-feira (28) pelo Ministério da Economia. As informações são de R7.

Foram 6.718.276 contratações e 7.916.639 demissões no ano. 

Junho de 2020

Em junho, o país fechou 10.984 postos de trabalho. Foram registradas 895.460 contratações e de 906.444 demissões no mês. O setor de serviços foi o mais impactado no mês, com saldo negativo de 44.891, influenciado principalmente pelo fechamento de 35.340 postos de trabalho em alojamento e alimentação. O salário médio de contratação era de R$1.696,22 em junho.

O comércio fechou 16.646 vagas formais e a indústria geral, 3.545. Na contramão, a construção e a agricultura, pecuária produção florestal, pesca e aquicultura abriram novas vagas - 17.270 postos) e 36.836 postos, respectivamente. 

De todas as unidades federativas do país, 17 tiveram saldos positivos e 10, negativos. Os melhores resultados foram registrados em Mato Grosso (+6.790), Pará (+4.550 postos) e Goiás (+4.334 postos).

Já Rio de Janeiro (-16.801 postos), São Paulo (-13.299) e Rio Grande do Sul (-4.851) foram os locais que mais fecharam empregos formais no país. 

 

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79% dos benefícios pagos · 27/07/2020 - 17h52 | Última atualização em 27/07/2020 - 17h53

Motociclistas lideram indenizações pagas pelo Dpvat por acidentes


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Motociclistas lideraram as indenizações pagas no primeiro semestre deste ano pelo seguro Dpvat, que cobre danos pessoais em acidentes por veículos automotores em vias terrestres. Segundo a Seguradora Líder, que administra o Dpvat, de janeiro a junho, foram pagas 125.395 indenizações a vítimas de acidentes envolvendo motocicletas, o que representa 79% dos 158.728 benefícios concedidos nesse período. 

Do total de indenizações pagas aos motociclistas, 90.581 beneficiaram pessoas que ficaram com algum tipo de invalidez permanente, 26.686 receberam o reembolso de despesas médicas e suplementares após os acidentes e 8.128 foram destinadas a famílias indenizadas por morte.

O Dpvat pode ser destinado a qualquer cidadão acidentado em território nacional, seja motorista, passageiro ou pedestre, e oferece três tipos de cobertura: morte (valor de R$ 13,5 mil), invalidez permanente (de R$ 135 a R$ 13,5 mil) e reembolso de despesas médicas e suplementares (até R$ 2,7 mil). A proteção é assegurada por um período de até três anos após o acidente.

Durante a pandemia de covid-19, a Seguradora Líder está disponibilizando canais para que as vítimas deem entrada no seguro sem sair de casa, como a central de atendimento telefônica (4020-1596, para capitais e regiões metropolitanas, e 0800 022 12 04, para outras regiões), além do aplicativo Seguro DPVAT disponível para download na Apple Store ou Google Play. 

Criado em 1974, O Dpvat é um seguro obrigatório, pago anualmente pelos proprietários de veículos (carros e motocicletas) no Brasil, juntamente com a primeira parcela ou na cota única do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). Se o veículo for isento do IPVA, o seguro Dpvat deve ser pago junto com o licenciamento anual ou com o serviço de emplacamento.


Fonte: Agência Brasil
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