Convocatória para seleção · 01/07/2019 - 17h14

Inscrições para o Slam Biqueira Literária do Sesc Caixeiral iniciam


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O Sesc Caixeiral, em Parnaíba, abre convocatória para seleção dos participantes do Slam Biqueira Literária 2019, que ocorrerá no próximo dia 27 de julho, a partir das 17h, no Centro Cultural.

Para participar da 5ª edição do evento cada poeta/poetisa deverá acessar o site do Sesc (www.pi.sesc.com.br), onde encontrará a ficha de inscrição, que deverá ser preenchida e enviada ao email slambiqueira@pi.sesc.com.br. As inscrições, que são gratuitas, começam nesta segunda-feira (01) e vão até o dia 12/07.

Cada poeta/poetisa deverá inscrever no mínimo três e no máximo cinco poesias autorais, que irão passar por processo de curadoria, conforme equipe designada pelo Sesc Piauí. O resultado da curadoria entre os inscritos será disponibilizado no site do Sesc no dia 16/07.

Sobre o Slam
O Slam Biqueira Literária integra as ações do Projeto Trilhas Literárias, promovido pelo Sesc Piauí com apoio do Departamento Nacional, e busca ressaltar a poesia oral e performática autoral, além de promover um espaço para mapeamento de artistas, valorização da produção local e reunir pessoas em nome do diálogo de opiniões e da arte.

O evento promoverá um encontro de poesia falada, no qual os participantes serão avaliados por uma curadoria designada pelo Sesc Piauí. Todos os inscritos terão acesso a um workshop de formação (antes do evento) e o poeta selecionado em 1º lugar (no dia do evento), pela curadoria, poderá ser incluído na programação de Literatura do Centro Cultural Sesc Caixeiral no exercício de 2019, como forma de incentivo artístico.

Clique aqui para ver a convocatória: 

http://www.pi.sesc.com.br/images/convocatoria/convicatoriaslanbiqueiraliteraria.pdf


Fonte: Com informações da assessoria
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A banda piauiense Validuaté celebra em 2019 os seus 15 anos de existência e para comemorar a data anuncia o lançamento de uma turnê de comemoração. Serão cinco shows exclusivos em cidades do Piauí e ainda uma passagem pelas cidades de João Pessoa na Paraíba e São Luís no Maranhão. O repertório, já conhecido pelos fãs, trará sucessos desde o primeiro disco da banda até o mais recente trabalho  lançado em 2019.

O lançamento oficial da turnê acontece no próximo dia 12 de julho no Theatro 4 de Setembro. O show, que começa as 19h terá presença de convidados especiais além  do anúncio de todas as datas e cidades por onde a turnê vai passar. Neste show especial o Validuaté revisita todas as fases e formações da banda lembrando participações e prometendo surpresas.

"É um show totalmente pensado para os fãs. De repente o fã que não via a gente há 10 anos vai ter oportunidade de ouvir aquela música que tocávamos lá atrás e hoje não está mais no nosso repertório. Será uma grande festa, o local é super central, o horário favorece bastante então esperamos reunir toda essa galera para este grande dia", antecipa Quaresma, vocalista da banda.

Ao longo de uma década e meia a banda Validuaté construiu o seu estilo misturando ritmos, poesia, regionalismo e música pop, mas sempre com uma identidade forte bebendo em fontes das mais diversas, de Jorge Mautner a Zéu Britto. O grupo possui uma marca consolidada e conquistou o coração do público com sua poesia e seus arranjos únicos. Nascida a partir de um grupo de amigos músicos, já possui grandes feitos no mercado musical nacional, desde sua participação em grandes festivais às parcerias musicais e poéticas estabelecidas pela estrada do tempo. 

Em sua atual formação a banda conta com os músicos José Quaresma (Voz e violão), Igor Melo(baixo), Vazin Silva(guitarra), John Well(bateria) e Leone Vinícius(teclado) e cada um deles dá uma pitada a mais de sabor nessa mistura. Em Teresina, onde o grupo regularmente se apresenta, a Validuaté tem um grande público, fiel e empolgado. E, por meio da divulgação nos inúmeros canais virtuais, essa platéia já vai aumentando Brasil a dentro.

Nos palcos desde 2004, somente em 2008 a Validuaté lançou seu primeiro álbum “Pelos Pátios Partidos em Festa". Junto dele foi lançado um DVD, em conjunto com as bandas Captamata, Batuque Elétrico e Roque Moreira, intitulado Amostra Cumbuca Cultural. Em 2009, lançou o álbum Alegria Girar e os clipes “A Onda” e “Plaina Maravalha”. O disco teve participações especiais do poeta Ferreira Gullar, do ator e vocalista Lirinha, do ator e dublador Isaac Bardavid e do cantor, compositor e ator Zéu Britto. Deste disco a canção "A Onda" foi escolhida como tema da campanha de verão da marca carioca "FARM", dando assim mais visibilidade a banda no sudeste, onde se apresentou em grandes casas como a já extinta Stúdio SP.

Em 2013, lançou o EP Este Lado Para Cima, no qual apresentaram a primeira canção em inglês a partir de poema inédito de Torquato Neto – “I Feel So Sad This Evening’. O clipe, dirigido pelo cineasta Dalson Carvalho teve estreia nacional no site Terra. Produziram ainda o videoclipe da música “Eu te considerava tanto”, de autoria de Jonivel Veras, tornando-se um grande sucesso. 

Em 2015, a Validuaté lançou primeiro DVD e CD ao vivo, em comemoração dos 10 anos de carreira e em 2017 lançou o single "O Baile" que ganhou clipe gravado na Casa da Cultura de Teresina.

Em 2018 a banda lançou seu último álbum "Manual de Instruções Para", encerrando uma trilogia que conecta os títulos dos três discos de estúdio. Deste álbum foram lançados quatro clipes. Ainda em 2018 a banda participou do programa Show Livre com exibição nacional através do site Terra e disponibilizada na íntegra no Youtube.

A turnê de 15 anos foi aprovada pelo Sistema de Incentivo Estadual à Cultura (SIEC), e deve durar até o final de 2019. 


Fonte: Com informações da assessoria
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Sanfona, zabumba e triângulo · 24/06/2019 - 09h49

Iphan quer forró como patrimônio imaterial nacional


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O forró pode ser declarado como patrimônio imaterial do Brasil até meados de 2020. O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) iniciou pesquisa nos nove estados do Nordeste, mais o Distrito Federal, Rio de Janeiro e São Paulo para identificar a forma de expressão que além de gêneros musicais diz respeito a festas e interações sociais ao som da sanfona, zabumba e do triângulo.

    Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

A iniciativa foi bem acolhida entre os músicos como o maestro Marcos Farias, filho da cantora Marinês (1935-2007) e afilhado de Luiz Gonzaga (1912-1989), o Rei do Baião. Segundo ele, muitos grupos e artistas que se denominam “de forró” fazem adaptações de cumbia e zouk (de países hispânicos sul-americanos e caribenhos).

“Tiraram o nosso nome. A gente foi usurpado do título e jogado para essas músicas de características latinas”, reclama. Conforme Farias, o que ocorre é “apropriação indevida”, e esses grupos fazem “oxente music”, brinca.

De acordo com Hermano Queiroz, diretor do Departamento de Patrimônio Imaterial do Iphan, o trabalho de registro do forró permitirá “mapear as vulnerabilidades, os riscos, a necessidade de promoção do bem”. Ele, no entanto, assinala que “o objetivo do registro não é dar autenticidade a uma narrativa”, e ressalta que há várias narrativas em circulação: “o patrimônio cultural é dinâmico”, explica.

Segundo Queiroz, não é preocupação central saber exatamente em que lugar teria surgido o forró. “A raiz não é o grande problema. O que o registro traz é o potencial de diálogo intercultural entre diversas manifestações”, crê. Ele assinala que a pesquisa do Iphan vai “mapear todos olhares e narrativas sobre esse bem imaterial’ e permitir que músicos de diferentes lugares se conheçam e passem a “ter a compreensão de que embora espraiados em todo o território cultural são irmãos”.

A apresentadora Priscila Rangel mostra no programa Em Dança, da TV Brasil, as variações na forma de dançar o forró:  

For all ou forrobodó

Desde a origem do nome, há mais de uma narrativa sobre a palavra forró. Conforme o maestro Marcos Farias, o compositor e instrumentista Sivuca (1930-2006) defendia a tese de que a palavra tem como origem a expressão em inglês de “for all”.

O termo teria sido forjado ainda no século 19 por causa da presença de trabalhadores ingleses na instalação de ferrovias e de fábricas de tecelagem no Nordeste. “Se produzia mais algodão em Campina Grande que em Liverpool”, costumava explicar Sivuca, segundo o maestro.

A versão da origem anglófila da palavra forró foi atualizada no século 20. Há quem diga que o termo teria surgido na 2ª Guerra Mundial em Natal. A capital do Rio Grande Norte recebeu 10 mil soldados norte-americanos a época do conflito. Essa versão é ilustrada no filme For All - O Trampolim da Vitória (1997), de Buza Ferraz e Luiz Carlos Lacerda.

O etnomusicólogo Carlos Sandroni, professor do Departamento de Música da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e responsável pela pesquisa do Iphan, descarta essa versão. Segundo ele, desde o século 19 há uso da palavra forró “para designar uma festa popular com dança, com música e com bebida”.

O especialista também lembra que “edição de dicionário de 1912 tem a palavra forrobodó. Na edição do ano seguinte, já tem forrobodó e forró. Ao que tudo indica forró é uma abreviação de forrobodó”. Conforme o filólogo Evanildo Bechara, forrobodó é originado da palavra galega forbodó.

Além da filologia, geografia e história da música descartariam a formação da palavra forró a partir da expressão inglesa for all. Sandroni tem como hipótese que o forró nasce longe do litoral de Natal. As matrizes originais estariam no interior do Nordeste, em uma área hoje tida como o sertão de Pernambuco, Paraíba e Ceará.

Rei do Baião e o balaio de gêneros

Sandroni também defende que “o forró se tornou uma expressão do povo do Nordeste, de uma maneira de se identificar como nordestino, que se afirma por suas características, por seu valor, por sua identidade”.

“Aos poucos a palavra forró vai se deslocando para designar não só um gênero [de música e festividade] especificamente, mas um guarda-chuva para vários gêneros como o xote, o xaxado, o arrasta-pé, a quadrilha, e o próprio forró”, descreve.

No “balaio de gêneros do forró”, apontado por Sandroni, tem destaque o baião criado por Luiz Gonzaga. O especialista lembra do papel fundamental Gonzagão a partir dos anos 1940 no rádio para a afirmação da cultura nordestina “O baião é uma empreitada consciente do Luiz Gonzaga com os seus parceiros, Humberto Teixeira [1915-197], José Dantas [1921-1962] e outros nessa etapa inicial”.

O maestro Marcos Farias concorda com o etnomusicólogo quanto à centralidade de Gonzagão. “Ele veio trazendo as nossas músicas, o baião, o forró que não existiam. Foi ele que denominou. Ele adaptou e nacionalizou o que hoje é nosso de verdade. Foi a grande voz a alma do povo nordestino. Ele trouxe as nossas alegrias, as nossas frustrações. Trouxe as nossas comidas, trejeitos, trouxe o nosso jeito alegre de levar a vida e fazer as coisas acontecerem”.

Assista o documentário do programa Caminhos da Reportagem da TV Brasil sobre Luiz Gonzaga, o Rei do Baião.

Farias conta que até a disposição dos músicos nos palcos de forró é ideia de Gonzagão. “Os baixos da sanfona são graves, então os agudos do triângulo têm que ficar do lado. Ao lado da mão direita, que faz o solo e que é agudo, tem que ficar a zabumba que é grave e, assim, contrabalancear. Ele era minucioso com isso”, detalha.

Conforme Sandroni, os três instrumentos têm origem europeia. “Isso quer dizer que é uma música europeia? Claro que não. A música é muito mais que os instrumentos, é o que se faz com os instrumentos”, pondera.

Segundo ele, “Sanfona é um instrumento evidentemente europeu”. O mesmo pode dizer da zabumba ainda que o senso comum identifique como um tambor africano. “O tipo de construção e de amarração você encontra inclusive na península ibérica”, assinala. O mesmo ocorre com o triângulo, “conhecido como ferrinho em Portugal”.

Antes do Forró, outras formas de expressão musical obtiveram o reconhecimento do Iphan como patrimônio imaterial e constam no Livro do Registro das Formas de Expressão como o caboclinho, a capoeira, o carimbo, o cavalo marinho, o frevo, o jongo, o marabaixo, o maracatu, o samba de partido alto, o samba de terreiro, o samba enredo, o samba de roda, o tambor de criola e os toques dos sinos de igrejas em centros históricos de Minas Gerais.

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Mais de 40 grupos artístico · 16/06/2019 - 11h30 | Última atualização em 16/06/2019 - 11h35

Rio recebe 1º Festival de Teatro de Formas Animadas


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Mais de 40 grupos artísticos realizaram neste sábado (15) para a cascatinha do Parque Madureira, zona norte da capital fluminense, o 1º Festival de Teatro de Formas Animadas, o Anima Praça. O evento pretende se transformar em uma grande celebração de arte da rua, reunindo oficinas variadas e apresentações que começou pela manhã e se estenderá por dez horas seguidas. O público esperado é de mais de 2 mil pessoas. O evento é organizado pelo grupos Depois do Ensaio e Ih, Contei!

    Foto: Divulgação

O Grupo Depois do Ensaio foi criado em 2012, por quatro integrantes de um curso livre de teatro. Atualmente, do grupo original restaram Thales Sauvo e Patricia Furtado, que se uniram a outras pessoas para dar seguimento ao projeto. "A gente se uniu para fazer pesquisas teatrais, porque tínhamos uma necessidade de falar de coisas nossas e para um público mais popular, mas que fugisse um pouco de fazer um trabalho do outro. Enquanto artista, a gente fazia muito trabalho para outras pessoas e nós queríamos falar de coisas nossas", disse Sauvo.

Anima Praça - Divulgação

A rua chamou sempre a atenção dos membros do grupo, oriundos de diversas localidades do estado do Rio de Janeiro. Hoje, fazem parte do grupo sete artistas, entre os quais palhaços, cenógrafos, figurinistas, bonequeiros, professores, todos voltados para a arte da cena. "Somos artistas da cena", disse Thales Sauvo.

Intervenções

Além dos trabalhos de rua, que deu aos integrantes "muitas vivências boas", o Grupo Depois do Ensaio realiza espetáculos de palco e intervenções pelo país. No mês passado, participaram de edição do Festival de Formas Animadas, em Santa Catarina, e em setembro próximo, a companhia se apresentará na Bahia. Mas ainda não havia nenhum festival desse tipo no Rio de Janeiro. Sauvo considera que o Anima Praça é uma forma de viabilizar arte de fácil acesso a um público que, muitas vezes, não tem condições de frequentar as salas de espetáculo fora do eixo teatral centro /zona sul. O grupo desempenha o papel social de levar cultura para todos, sem distinguir classes sociais e gêneros.

Já o grupo Ih, Contei! surgiu em 2014, com dois membros. A proposta é desenvolver ações voltadas especialmente para as crianças, a partir de projetos que envolvem arte e educação. As ações do grupo já foram empreendidas em mais de 30 cidades brasileiras. Os artistas foram selecionados em diversos editais com projetos de contação de histórias, intervenções poéticas, oficinas literárias, produção de brinquedos e cursos de formações artísticas.

De acordo com os organizadores do Anima Praça, as atrações se destinam a crianças de todas as idades, "de zero a 100 anos". Haverá apresentações de formas animadas, contação de histórias, teatro, além de oficinas de fantoches e bumba meu boi, entre outras atrações. A entrada é uma contribuição consciente. Será prestada durante o evento homenagem aos 30 anos do Teatro Lambe-Lambe.

O festival conta com apoio da Secretaria de Cultura do Município do Rio de Janeiro, do Serviço Social do Comércio (Sesc Rio) e da empresa Lola Cosméticos.


Fonte: Com informações da Agência Brasil
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O IFestival Dança · 16/06/2019 - 11h18 | Última atualização em 16/06/2019 - 11h28

Festival de dança em Brasília tem como tema Diversidade em Movimento


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O IFestival Dança, do Instituto Federal de Brasília (IFB), está com inscrições abertas para 11 oficinas, que serão realizadas nos dias 27 e 28 de junho. De periodicidade semestral, o evento é organizado por alunos do curso de Licenciatura em Dança e chega agora à sua 14ª edição, com o tema Diversidade em Movimento.

    Foto: Divulgação/IFestival Dança

A abertura do festival ocorrerá na noite do dia 26 de junho, com o espetáculo Batucalha, da Rodrigo Cruz Cia de Dança, de dança contemporânea. Todas as atividades têm entrada gratuita.

Conforme explica a coordenadora do curso, Juliana Passos, a definição do tema da mostra parte sempre dos alunos. Ela conta que, em várias turmas dos oito períodos acadêmicos, há pessoas com deficiência, o que tem favorecido a conscientização de professores e alunos para temas como a acessibilidade.

Segundo a professora, a grade do curso também fortalece esse princípio, já que conta com uma disciplina de Língua Brasileira de Sinais (Libras) e outra chamada Dança, diversidade e inclusão. "Os alunos têm essa situação prática mesmo de auxiliar os colegas e também quando vão fazer estágio em escolas, que são, geralmente, da rede pública, onde há crianças com deficiência e onde vivenciam na prática essa relação, observando como é importante saber lidar com esse público", acrescenta.

A coordenadora avalia que, além de aproximar os alunos da comunidade externa ao campus, o festival tem uma finalidade complementar: proporcionar a eles uma experiência que simula aquelas enfrentadas no mercado de trabalho. Todos eles, relata, Juliana, contribuíram como puderam, dividindo-se em equipes que distribuíram tarefas relacionadas à produção cultural, como a elaboração de material de divulgação e a seleção de convidados para as oficinas.

"O evento é importante porque os próprios alunos trabalham", diz Juliana. "Sempre em escola e, em geral, nos espaços de dança, o professor vai ter que trabalhar, de alguma forma, organizando o evento, tanto na parte da didática como na parte artística. Então, essa experiência de produzir um evento é parte da formação de professor da dança. Não passar por isso seria uma formação incompleta."

A coordenadora do curso ressalta que, por adotar um modelo mais participativo na organização do festival, os próprios professores têm tido, ao longo dos anos, algumas surpresas bastante positivas. Nesta edição, por exemplo, os alunos pediram a eles que preparassem uma apresentação de dança, ao invés de comparecerem somente como instrutores.

"Eles entregaram uma carta em mãos, solicitando aos professores que apresentassem algum espetáculo. Em geral, os docentes dão alguma oficina ou, então, levam os alunos para apresentar seus trabalhos finais. Dessa vez, os alunos disseram: 'não. A gente quer algo a mais'", conta.

Para o encerramento do festival, está confirmado o Baile Charme Pra Cima, de repertório de músicas negras oriundas do soul e funk e coordenação do bailarino e coreógrafo Edgar Fortunato. A festa está marcada para o dia 28 de junho, às 19h.

Quanto às oficinas, serão abordados o street jazz, o maracatu rural, a dança clássica, a iluminação cênica e a arte drag queen, entre outros assuntos. Além disso, destaca-se na programação, em decorrência do tema desta edição, a oficina Dança Contemporânea em Libras, que será ministrada por Maycon Calasancio, aluno surdo do curso de Licenciatura em Dança, do IFB.

Serviço

14ª edição do IFestival Dança - Tema “Diversidade em Movimento”
Instituto Federal de Brasília (IFB) | SGAN Quadra 610 Módulos D, E, F e G - Asa Norte, Brasília
De 26 a 28 de junho
Entrada gratuita


Fonte: Com informações da Agência Brasil
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Apresentações imperdíveis · 12/06/2019 - 18h50

Festival de Violões de Teresina abre inscrições para concurso


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Durante o mês de agosto a capital piauiense recebe um grande encontro de violonistas de várias partes do país no III Festival de Violão de Teresina. Além de apresentações imperdíveis, masterclass e outras atividades, o evento promove ainda um concurso que premiará a melhor composição. As inscrições estão abertas até o dia 26 de junho.

O Festival de Violão de Teresina é promovido pela Fundação de Apoio Cultural do Piauí e conta com o apoio da Prefeitura de Teresina por meio da Fundação Monsenhor Chaves. O edital do II Concurso de Violão de Teresina está disponível no site da FMC e, de acordo com o regulamento, as inscrições devem ser feitas através do e-mail acervoviolaobrasileiro@gmail.com.

Os interessados devem enviar um e-mail com um link do YouTube com um vídeo (sem cortes e sem edição) de no mínimo dez e no máximo 12 minutos, contendo uma ou mais peças de sua livre escolha. O material precisa ser postado no YouTube, cujo título deve ter o seguinte padrão: “II Concurso de Violão de Teresina_nome do candidato”. Os títulos das músicas podem constar no campo de descrição. Deverá ser enviada também fotocópia da carteira de identidade (ou outro documento válido) e a ficha de inscrição devidamente preenchida.

As obras apresentadas na inscrição (gravadas e disponibilizadas em link do YouTube) poderão, a critério do candidato, ser apresentadas em qualquer uma das fases (semifinal ou final) do concurso. O candidato não poderá repetir a apresentação de obras nas etapas semifinal ou final do concurso.

A pré-seleção dos candidatos será feita mediante a apreciação do conteúdo das gravações disponibilizadas nos links enviados por uma banca julgadora, a critério da Coordenação do Festival. Ela será constituída por profissionais de reconhecida idoneidade e competência.

O resultado será divulgado até o dia 30 de junho. Poderão ser pré-selecionados até dez candidatos para a fase semifinal do concurso, que acontecerá nos dias 02 e 03 de agosto, às 11h, no auditório da Oficina da Palavra. A final acontecerá no dia 04 de agosto, às 11h, na Sala de Concerto Possidônio Queiroz, no Palácio da Música, como parte da programação das atividades do Projeto Concertos Matinais, com entrada gratuita.

A premiação para os ganhadores será de R$ 3 mil para o primeiro colocado, que recebe ainda a participação, como convidado, no IV Festival de Violão de Teresina, incluídas as despesas com hospedagem, passagens aéreas, alimentação e cachê, com valor a ser definido pela coordenação do Festival. O segundo colocado recebe a premiação de R$ 2 mil. O terceiro leva R$ 1 mil de premiação.


Fonte: Prefeitura de Teresina
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O Festival Internacional de Bonecos do Piauí chega a sua terceira edição, e este ano trará grupos da Argentina, Chile e Portugal, além de grupos brasileiros do Piauí, Maranhão Distrito Federal e Paraná totalizando a participação de 16 grupos de teatro de bonecos.

Cia. Elder Kloster - Curitiba
Cia. Elder Kloster - Curitiba 

O evento acontecerá entre os dias 10 e 15 de junho e se espalhará por toda cidade, com espetáculos diários, na Casa da Cultura, Riverside Shopping, CEU Jacinta Andrade e CEU Portal da Alegria. Centros Sociais, espaços comunitários e escolas públicas também receberão os bonequeiros.  A abertura do festival acontecerá no dia 10, às 8h, no Centro de Teresina, com um desfile cênico, com bonecos gigantes, pernas de pau e grupos artísticos.  

    El Chonchón - Chile

O evento é uma realização da Cia Calunga de Teatro e Centro Aroeira e este ano faz uma homenagem ao mestre Afonso Miguel. O organizador do festival, o bonequeiro, Chagas Vale, afirma que o evento já faz parte do calendário cultural de Teresina e que o intercâmbio cultural entre bonequeiros do mundo, no Piauí, democratiza esse gênero artístico.

 “Estamos no terceiro ano de festival e é uma enorme alegria promover um evento tão grandioso que mantem a cultura de bonecos viva. Este ano, estamos homenageando o amigo e mestre Afonso Miguel, que partiu recentemente, mas sua arte continuará fazendo a alegria de adultos e crianças. O grupo Fantochito, terá apresentações durante o festival, e será comandado por Mariana Acioli, filha do Afonso”.

Kossa Nostra
Kossa Nostra 

Além dos espetáculos, o Festival terá uma exposição fotográfica “História do Teatro de Bonecos Popular do Nordeste Brasileiro” e 16 escolas públicas receberão espetáculos durante a semana do evento.

Na programação do festival haverá ainda, aulas espetáculos na Universidade Estadual do Piauí e Universidade Federal do Piauí, onde grupos de teatro irão se apresentar e em seguida haverá um debate com os alunos, abordando de forma ampla a função do boneco e do bonequeiro.

O 3º Festival Internacional de Bonecos  tem patrocínio do SIEC, Secretaria de Cultura e Governo do Estado.

 

 

Programação 3º Festival Internacional de Bonecos do Piauí

 

10 de junho

Desfile Cênico Bonecos Gigantes

 8h - Centro de Teresina

10 a 14 de junho

Espetáculos

9H – Casa da Cultura

16h – CEU Jacinta Andrade e CEU Portal da Alegria

19h – Riverside

 15 de junho

19h - Riverside Shopping


Fonte: Com informações da assessoria
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Muito sucesso · 29/05/2019 - 17h27 | Última atualização em 29/05/2019 - 17h33

Poeta Italo Lima lança uma série de quadros com o tema Piauí


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O escritor e ilustrador Italo Lima lançou uma série sobre seus quadros onde o tema faz uma homenagem ao Piauí.

A série tem como objetivo levar para suas obras expressões populares dos piauienses, e valorizar a essência dos moradores. 

“Poesia em moldura nasceu em 2014 com a proposta de transpor a poesia em novos formatos, e foi idealizada pelo próprio artista. A loja com seu conceito propaga a mesma essência desde quando nasceu”, destaca. 

Italo está recebendo encomendas pelo seu perfil no Instagram com o @italolimapoesias e pelo número (86) 99964-6367. 

Confira algumas das obras:

 

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Pela primeira vez no estado · 14/05/2019 - 11h31

Projeto MudaMundo 2019 fará show em cidade do Piauí


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Pelo terceiro ano consecutivo, a SLC Agrícola patrocina a realização do projeto MudaMundo. Este ano, a primeira temporada, a ser realizada no mês de maio, vai contemplar os estados da Bahia, Maranhão e, pela primeira vez, Piauí. O projeto, destinado a professores e alunos das séries iniciais do Ensino Fundamental de escolas públicas, é uma realização do Ministério da Cidadania, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e conta com o apoio da Secretaria Municipal de Educação.

Depois de passar por Barreiras e Formosa do Rio Preto na Bahia, no dia 15 de maio, o MudaMundo chega ao município de Santa Filomena, no Piauí. Professores e alunos das escolas da rede municipal da cidade terão a oportunidade de conhecer o projeto que vem disseminando os conceitos básicos para a formação de cidadãos críticos e comprometidos com suas comunidades. Confira a agenda com mais informações abaixo.

A iniciativa é voltada para o resgate de valores em sala de aula, buscando contribuir para a transformação social tão necessária em nosso país. Por meio das histórias vividas pelo menino João, um garoto, muito esperto, sempre pronto a auxiliar os outros e incomodado com injustiças, são transmitidos conceitos de respeito ao próximo, de cuidados com o meio ambiente e com as cidades onde vivemos. João deseja mudar o mundo, tornando-o mais solidário, a partir de pequenas ações.

O objetivo central do projeto vem ao encontro da expectativa da SLC Agrícola, patrocinadora do MudaMundo na região. “Com o projeto MudaMundo, a SLC Agrícola se propõe a transpor os conceitos pregados pela responsabilidade social, auxiliando os professores a trabalhar valores em sala de aula com os alunos, contribuindo com o sonho grande da empresa de impactar positivamente as gerações futuras”, ressalta Déa Machado, gerente de Recursos Humanos da empresa.

Em cada cidade, serão realizadas oficinas de sensibilização para professores e apresentações teatrais para alunos da rede pública do município, encenadas pelo grupo mineiro Real Fantasia. Em Santa Filomena, serão duas apresentações teatrais e uma oficina. Depois de Santa Filomena, o projeto segue para Tasso Fragoso, no Maranhão.

O patrocínio da SLC Agrícola garante ainda a doação de 1.800 conjuntos de seis livros infantis com as histórias do menino João (10.800 livros no total), sendo que em Santa Filomena, serão doados 250 conjuntos (1.500 livros). Contempla ainda 800 cadernos do professor (80 para a cidade piauiense), com sugestões de atividades para serem desenvolvidas em sala de aula para cada município. As histórias foram escritas pelo autor gaúcho Caio Riter e ilustradas pela artista plástica Laura Castilhos.

Sobre a SLC Agrícola – Fundada em 1977 pelo Grupo SLC, é uma empresa produtora de commodities agrícolas, focada na produção de algodão, soja e milho. Foi uma das primeiras empresas do setor a ter ações negociadas em Bolsa de Valores no mundo, tornando-se uma referência no seu segmento. São 16 Unidades de produção estrategicamente localizadas em seis estados brasileiros, que totalizaram 404.479 hectares no ano-safra 2017/18. O modelo de negócio da empresa é baseado em um sistema de produção moderno, com alta escala, padronização das unidades de produção, tecnologia de ponta, controle rigoroso dos custos e responsabilidade socioambiental.


Fonte: Com informações da assessoria
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Ministério da Cidadania · 02/05/2019 - 15h19

MudaMundo 2019 se apresenta pela primeira vez no Piauí


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Pelo terceiro ano consecutivo, a SLC Agrícola patrocina a realização do projeto MudaMundo. Este ano, a primeira temporada, a ser realizada no mês de maio, vai contemplar os estados da Bahia, Maranhão e, pela primeira vez, Piauí. O projeto, destinado a professores e alunos das séries iniciais do Ensino Fundamental de escolas públicas, é uma realização do Ministério da Cidadania, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e conta com o apoio da Secretaria Municipal de Educação.

Depois de passar por Barreiras e Formosa do Rio Preto na Bahia, no dia 15 de maio, o MudaMundo chega ao município de Santa Filomena, no Piauí. Professores e alunos das escolas da rede municipal da cidade terão a oportunidade de conhecer o projeto que vem disseminando os conceitos básicos para a formação de cidadãos críticos e comprometidos com suas comunidades. Confira a agenda com mais informações abaixo.

A iniciativa é voltada para o resgate de valores em sala de aula, buscando contribuir para a transformação social tão necessária em nosso país. Por meio das histórias vividas pelo menino João, um garoto, muito esperto, sempre pronto a auxiliar os outros e incomodado com injustiças, são transmitidos conceitos de respeito ao próximo, de cuidados com o meio ambiente e com as cidades onde vivemos. João deseja mudar o mundo, tornando-o mais solidário, a partir de pequenas ações.

O objetivo central do projeto vem ao encontro da expectativa da SLC Agrícola, patrocinadora do MudaMundo na região. “Com o projeto MudaMundo, a SLC Agrícola se propõe a transpor os conceitos pregados pela responsabilidade social, auxiliando os professores a trabalhar valores em sala de aula com os alunos, contribuindo com o sonho grande da empresa de impactar positivamente as gerações futuras”, ressalta Déa Machado, gerente de Recursos Humanos da empresa.

Em cada cidade, serão realizadas oficinas de sensibilização para professores e apresentações teatrais para alunos da rede pública do município, encenadas pelo grupo mineiro Real Fantasia. Em Santa Filomena, serão duas apresentações teatrais e uma oficina. Depois de Santa Filomena, o projeto segue para Tasso Fragoso, no Maranhão.

O patrocínio da SLC Agrícola garante ainda a doação de 1.800 conjuntos de seis livros infantis com as histórias do menino João (10.800 livros no total), sendo que em Santa Filomena, serão doados 250 conjuntos (1.500 livros). Contempla ainda 800 cadernos do professor (80 para a cidade piauiense), com sugestões de atividades para serem desenvolvidas em sala de aula para cada município. As histórias foram escritas pelo autor gaúcho Caio Riter e ilustradas pela artista plástica Laura Castilhos.

Sobre a SLC Agrícola – Fundada em 1977 pelo Grupo SLC, é uma empresa produtora de commodities agrícolas, focada na produção de algodão, soja e milho. Foi uma das primeiras empresas do setor a ter ações negociadas em Bolsa de Valores no mundo, tornando-se uma referência no seu segmento. São 16 Unidades de produção estrategicamente localizadas em seis estados brasileiros, que totalizaram 404.479 hectares no ano-safra 2017/18. O modelo de negócio da empresa é baseado em um sistema de produção moderno, com alta escala, padronização das unidades de produção, tecnologia de ponta, controle rigoroso dos custos e responsabilidade socioambiental.


Fonte: Com informações da assessoria
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Visitar uma exposição de arte, assistir uma apresentação de balé são opções de entretenimento incluídas na agenda de boa parte da população. Porém, há um grupo que, não fosse a técnica da audiodescrição, estaria privado do acesso a estes bens culturais. Através de parte deste recurso, usando apenas a descrição, os deficientes visuais da Associação dos Cegos do Piauí puderam apreciar a exposição “Eu, oca” na Casa da Cultura, na tarde desta terça-feira (30).

    Renato Bezerra

O recurso da audiodescrição coloca em áudio todos os detalhes do que é visto em um filme, peça teatral ou mesmo ao descrever uma obra de arte, para que deficientes visuais tenham acesso à informação. Desde o ano passado, com a exposição do artista Cícero Manoel, a Casa da Cultura deu início ao processo de adaptação para todos os públicos através de uma parceria com a Associação Regional de Audiodescritores.

“A Casa da Cultura sempre se coloca no lugar de escuta. Aqui é um espaço plural, e essa pluralidade exige que a gente consiga se adaptar para todos. Nossa intenção é que esse trabalho deixe de ser um evento esporádico e se torne algo dentro da rotina das atividades realizadas na Casa da Cultura”, comentou Josy Brito, diretora da casa.

As obras expostas na exposição “Eu, oca”, dos artistas piauienses Avelar Amorim, Amaral, Mika e Rosa, foram descritas pelo professor Branco, especialista em deficiência visual e membro da Associação Regional de Audiodescritores. “É preciso que os artistas se preocupem, quando pensarem em seus trabalhos, em atender esse público. Fizemos uma pesquisa em 2017 e constatamos que as pessoas com deficiência têm sede de conhecer os artistas e suas obras, mas infelizmente elas não estão adaptadas”, lamenta o especialista.

Beatriz Rodrigues, consultora em audiodescrição e revisora braille, está incluída no grupo de teresinenses deficientes visuais e que lutam por acessibilidade comunicacional. “Nosso anseio não é só por acessibilidade arquitetônica, de rampas, de elevadores com vozes sonoras. Queremos uma acessibilidade que contemple a audiodescrição, porque o deficiente visual quer ir ao cinema, ao teatro, mas não vai porque sabe que não terá acesso ao que está sendo exposto”, disse Beatriz ao sugerir que a Casa da Cultura ofereça audiodescrição em todos os eventos.

“Chega um momento que não queremos apenas estudar, queremos a mesma inclusão dada as outras pessoas. Sugeri para a Josy a realização de uma oficina de dança para os deficientes. Amo dançar e gostaria muito de participar”, completou.


Fonte: Prefeitura de Teresina
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Cultura, Artesanato e Moda · 13/04/2019 - 10h57

Feira das Nações acontece no Rio Poty a partir deste sábado, 13


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A partir deste sábado, 13 de abril, será realizada na Praça de Eventos do Shopping Rio Poty a 1ª Feira dos Estados e Nações. A Feira que reúne, Arte, Cultura, Artesanato, Moda e Decoração tudo em um só lugar ficará no Shopping até o dia 05 de maio. A Feira dos Estados das Nações conta com mais de 100 expositores representando 20 países e 15 Estados brasileiros.

Quem for à Feira poderá encontrar produtos de arte, cultura, artesanato, moda e decoração dos países: Paquistão, Turquia, Rússia, Indonésia, Japão, Colômbia, Dubai, Portugal, Índia, Tailândia, Senegal, Egito, Peru, Equador, Estados Unidos, Bolívia, Inglaterra, França, Marrocos e Brasil.

A produção e coordenação da Feira dos Estados e Nações é da ‘Lucena Eventos’ que  traz, pela primeira vez ao Piauí, um evento de cunho internacional, proporcionando não só o turismo de negócios, como também um valioso intercâmbio cultural, técnico e comercial para toda a população e turistas. Durante o período da Feira dos Estados e Nações serão realizadas também algumas apresentações folclóricas.

 


Fonte: AsCom
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“Das Cinzas Coração” · 29/03/2019 - 20h57 | Última atualização em 29/03/2019 - 21h04

Teresina, Parnaíba e Floriano recebem primeiro espetáculo do Palco Giratório 2019


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O primeiro espetáculo do Palco Giratório no Piauí será “Das Cinzas Coração”, do grupo Quimera Criações Artísticas & Teatro Ateliê (RS). As apresentações acontecem em Teresina, Floriano e Parnaíba juntamente com uma oficina em cada cidade. A entrada é 1kg de alimento não perecível e a classificação é livre.

“Das Cinzas Coração” é uma comédia sobre desigualdade de gênero que junta o charme do cinema mudo a técnicas de palhaço para contar, com graça e sensibilidade, um dia aparentemente cotidiano na vida de Aurora - jovem cheia de habilidades subestimadas, sufocada entre desejos adormecidos e sua realidade opressiva tão comum a tantas mulheres brasileiras.

Paralelamente ao espetáculo acontecem as oficinas “Oficina de jogos e técnicas de palhaços” e “Dramaturgia do silêncio: ecos de liberdade”. A inscrição também é 1kg de alimento não perecível.

Confira abaixo a programação completa:

FLORIANO

Espetáculo “Das cinzas coração”

02/04 – 19h30 – Teatro Maria Bonita

Oficina de jogos e técnicas de palhaços

03/04 – 14h às 18h e 18h30 às 22h30 – Sala de Artes do Sesc Floriano

 

TERESINA

Oficina de jogos e técnicas de palhaços

04 e 05/04 – 14h às 18h – Escola de Teatro Gomes Campos

Espetáculo “Das cinzas coração”

06/04 – 17h – Teatro 4 de Setembro

 

PARNAÍBA

Espetáculo “Das cinzas coração”

08/04 – 19h – Teatro do Sesc Avenida

Oficina Dramaturgia do silêncio: ecos de liberdade

09/04 – 9h – Sesc Avenida


Sobre a companhia:

No ano de 2014, em busca de uma maior autonomia e autenticidade, Jéferson Rachewsky convidou Valquíria Cardoso e outros experientes e talentosos artistas que compartilham da mesma paixão pela arte popular e pela comicidade do palhaço para mesclarem suas experiências e, explorando suas potencialidades, desenvolverem trabalhos autorais comprometidos com a originalidade e qualidade. Formou-se assim uma nova companhia de circo e teatro: a Quimera Criações Artísticas. "Das Cinzas Coração” é o trabalho de estreia do grupo, que foi contemplado pelo Prêmio Funarte Caixa de Estímulo ao Circo 2014, em uma co-produção com o Teatro Ateliê.

Sobre o Palco Giratório:

O Palco Giratório é o maior projeto de artes cênicas da América Latina que há mais de 20 anos promove ações formativas e espetáculos de teatro, circo e dança para todas as idades. O projeto tem reconhecimento internacional pela qualidade dos trabalhos, pela diversidade de público e de espetáculos e pela extensa abrangência das ações que atende a todas as regiões do Brasil.


Fonte: Com informações da AsCom
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Visando difundir, estimular e valorizar a produção artística e cultural dos estados do Nordeste, por meio de ações formativas e de fruição, o Sesc criou o Nordeste das Artes. O objetivo maior do projeto é criar condições que possibilitem a produção artístico-cultural para que ela se torne um real instrumento de transformação dos indivíduos e da sociedade.

Este ano, em Teresina, o Fórum Estadual Nordeste das Artes tem início no dia 27 de março, com vasta programação gratuita no Auditório José Alves Filho, no prédio do Senac da Avenida Campos Sales. Maiores informações podem ser obtidas no telefone (86) 3230-9991.

O público alvo do Fórum são técnicos de cultura e gerentes de unidades do Sesc, artistas, gestores de instituições culturais e educativas, produtores, críticos de arte, curadores, pesquisadores, comerciários e seus dependentes e todos aqueles que se interessem por arte e cultura.

Confira abaixo a programação completa:

Dia 27/03 (quarta-feira)

Manhã: 8h30 às 12h

Painel 01: A cultura na agenda política

Palestrantes: Augusto César (ator, especialista em Linguagem Teatral pela Faculdade de Artes Dulcina de Moraes e graduado em Artes Cênicas pela UNB) e Profa. Dra. Ana Regina Rêgo (jornalista, mestra em Comunicação pela Eco-UFRJ e doutora em Processos Comunicacionais pela UMESP)

Mediação: Hildegarda Sampaio (técnica em dança do Sesc Ilhotas – Teresina)

Local: Auditório José Alves Filho – Senac da Campos Sales


Tarde: 14h30 às 18h

Painel 02: Sustentabilidade, economia e mecanismos de fomento

Palestrantes: Regina Veloso (produtora e gestora cultural, responsável pelo Campo Arte Contemporânea, pelo Programa Casa de Produção e pela Plataforma Demolition Incorporada)

e Luís Sá (gestor cultural fundador e administrador do Música Para Todos)

Mediação: João Carlos Araújo (produtor cultural e técnico de cultura do Sesc Avenida – Parnaíba)

Local: Auditório José Alves Filho – Senac da Campos Sales


28/03 (quinta-feira)

Manhã: 9h às 12h

Painel 03: Formação e profissionalização do artista

Palestrantes: Marcelo Evelyn (coreógrafo e intérprete na Plataforma Demolition Incorporada, gestor do Campo Arte Contemporânea e professor da Escola Superior de Mímica de Amsterdã) e Chiquinho Pereira (graduado em História pela UESPI, mestre em Políticas Públicas pela UFPI, produtor cultural, diretor de teatro e ator)

Mediação: Fagner Silva (produtor cultural e técnico de música do Sesc Ilhotas – Teresina)

Local: Auditório José Alves Filho – Senac da Campos Sales


Tarde: 14h30 às 18h

Painel 04: Representatividade, poéticas identitárias na produção artística e nos públicos

Palestrantes: Prof. Ms. Kássio Santos (mestre em Educação pela Universidade Federal do Piauí e especialista em Estudos Contemporâneos em Dança pela UFBA) e Prof. Dr. Francisco Carvalho (doutor em Estética e Filosofia da Arte pela Uned/MADRI, doutor em Ética pela Universidade de Sevilla e mestre em Artes Visuais pela UNESP)

Mediação: Camila Maia (técnica em Literatura do Sesc Caixeiral – Parnaíba)

Local: Auditório José Alves Filho – Senac da Campos Sales


29/03 (sexta-feira)

Manhã: 9h às 12h

Painel 05: Cultura Digital, Juventude e Redes de Convivência

Palestrantes: Profa. Dra. Ana Maria Rodrigues (socióloga, especialista em Gestão da Cultura, mestra em Sociologia, doutora em Ciências Sociais com pós-doutorado em Sociologia) e Layane Holanda (licenciada em Educação Artística pela UFPI, curadora e realizadora do Trisca Festival e produtora cultural na plataforma @_canteiro_)

Mediação: Camila Batisttetti (técnica em Artes Visuais/Audiovisual do Sesc Caixeiral – Parnaíba)

Local: Auditório José Alves Filho – Senac da Campos Sales


Tarde: 14h30 às 18h

Painel 06: Hábitos e práticas culturais na região Nordeste

Palestrantes: Vagner Ribeiro (músico licenciado em Educação Artística pela UFPI, especialista em História da Arte e da Arquitetura pelo ICF e mestre em Antropologia pela UFPI) e Profa. Dra. Maria Dione (socióloga, especialista em Gestão da Cultura, mestra em Sociologia, doutora em Ciências Sociais, com pós-doutorado em Sociologia)

Mediação: Jedson Martins (técnico em Patrimônio do Sesc Caixeiral – Parnaíba)

Local: Auditório José Alves Filho – Senac da Campos Sales


Fonte: AsCom
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A atriz Danni Suzuki anunciou a seus seguidores no Instagram na última terça-feira (12) que irá atuar no espetáculo Paixão de Cristo no Teatro Cidade Cenográfica, localizado na cidade de Floriano.

"Que alegria poder fazer parte de um dos maiores espetáculos a céu aberto do Brasil! A história de Cristo contada do batismo à ressurreição em 22 cenas. Eu estarei interpretando a Salomé. São 350 atores em cena no Teatro Cidade Cenográfica! Imagina que emoção! Dias 19 e 20 de abril. Entrada franca! Minha Semana Santa será mais que especial! Experiência divina!", festejou a atriz.

Com 45 mil metros quadrados, o teatro a céu aberto coloca os espectadores no centro da encenação e leva os fiéis a uma experiência direta com o sacrifício de Jesus Cristo.

 


Fonte: Com informações do Floriano News
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Primavera Literária Brasileira · 12/03/2019 - 14h04 | Última atualização em 12/03/2019 - 14h30

Escritor piauiense participa de encontro poético literário na França


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O escritor Raimundo Nonato Lopes Neto, piauiense do município de Batalha radicado em São Paulo desde 2013, está em Paris (França) para participar da sexta edição da Primavera Literária Brasileira, o Printemps Littéraire Brésilien, um dos eventos mais prestigiados do mundo. 

A Primavera ocorre de março a junho, reunindo mais de 50 escritores e professores em várias cidades da Europa, bem como nos Estados Unidos e agora também no Canadá.

Durante o evento acontecem debates, leituras, encontros poéticos, oficinas de escrita e lançamentos de livros em espaços institucionais, centros culturais e livrarias, mas também em muitas universidades e escolas de ensino médio.

    Arquivo Pessoal

O convite para a piauiense foi feito pelo professor Leonardo Tonus da Universidade de Sorbonne e idealizador da Primavera Literária. Raimundo Neto é autor do livro de contos “Todo Esse Amor que Inventamos para Nós”, que estará disponível no estande de literatura brasileira na Primavera Literária.

“Todo Esse Amor que Inventamos para Nós” foi vencedor do Prêmio Paraná de Literatura 2018, um dos mais importantes concursos literários do Brasil. A obra explora personagens e conflitos familiares da população LGBTQ+.
Participam da Primavera autores consagrados e novas apostas, como o autor piauiense. Entre os nomes de destaque, estão Juliana Leite, vencedora do Prêmio SESC, Luiz Antonio de Assis Brasil, Adriana Lisboa e Henrique Schneider.

    Arquivo Pessoal

 


Fonte: Luiz Fontinele/Batalha-PI
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Há sete anos, Élida Simony Silva de Sena, de Ceará-Mirim (RN), teve uma trombose e ouviu do médico que teria dificuldade em andar e que nunca poderia ser mãe. Sua realidade mudou quando conheceu o Centro de Artes e Esportes Unificados (CEU) e começou a praticar exercícios por meio do Projeto Viver Bem. “As atividades físicas mudaram muito a minha vida. As dores foram embora. E, ao contrário do que diziam os médicos, consegui engravidar e, graças a Deus, está aqui a Eloah, minha filha, com muita saúde”, comemora. As informações são da Cidadania.

Assim como aconteceu com Élida, os CEUs estão transformando a realidade e garantindo cidadania a moradores de mais de 180 comunidades carentes distribuídas por todo o Brasil. Pesquisa realizada pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) de fevereiro a novembro de 2018 mostra melhorias em indicadores educacionais, de segurança pública e de saúde em comunidades onde já foram inaugurados CEUs. Depoimentos de frequentadores e dirigentes dos centros também revelam aumento da qualidade de vida, aperfeiçoamento da infraestrutura local e mais oportunidades para as regiões atendidas e seus habitantes.

Segundo a pesquisa da UFPE, as escolas localizadas próximas aos CEUs registraram redução média de 16% na taxa de evasão escolar no Ensino Fundamental e de 15% no Ensino Médio e as comunidades onde estão os centros tiveram queda de 8% nas chances de homicídios. Além disso, os CEUs contribuíram para a redução de 1,3 ponto percentual nas internações por hipertensão e infarto. 

A pesquisa da UFPE foi feita com base em informações de diversas bases de dados nacionais, como as do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), comparando, por exemplo, municípios com perfis semelhantes e o que mudou desde a entrada dos CEUs nessas localidades. Também foram entrevistados gestores dos CEUs inaugurados. Em uma segunda etapa, serão divulgados indicadores sobre o efeito dos CEUS na inserção dos moradores das regiões atendidas no mercado formal de trabalho e retornos salariais e os reflexos nos indicadores de bem-estar social, como iluminação pública, e crescimento econômico, entre outros.

Vitalidade

“O CEU é a casa acolhedora da família humilde. Mudou a qualidade de vida das pessoas da comunidade. Esta região, antes, era uma zona vermelha, um campo de prática de violência. Hoje, é um lugar onde as crianças vêm, jogam bola, frequentam a biblioteca, pegam gosto pela leitura. Ou seja, aprendem, praticam esporte e não ficam ociosos. O CEU é tudo na vida dessas comunidades”, destaca o coordenador do CEU de Ceará-Mirim (RN), Múcio Vicente de Oliveira.

Os CEUs têm incentivado várias crianças a tomarem gosto pela leitura

Em Breves, na Ilha de Marajó (PA), uma antiga usina, onde tinha muita criminalidade e uso de drogas, deu lugar ao CEU. A mudança na comunidade foi radical. “O centro agregou valores muito importantes à nossa comunidade. Temos neste espaço projetos de saúde, vacinação, atividades culturais, como danças, e esportivas, como caratê, futebol, vôlei e handebol”, destaca Mário Vale, funcionário da prefeitura e frequentador do CEU. “Quando o Estado se faz presente, tudo melhora. Agora temos mais segurança, acesso a serviços sociais por meio do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS). Até o comércio sentiu a diferença. Tem quiosque com lanche e os supermercados do entorno aumentaram as vendas”, completa.

Também moradora de Breves, a assistente social Marcela do Amaral Farias destaca que o CEU trouxe aos habitantes da cidade oportunidades antes inexistentes. “A gente percebe pessoas que não tinham oportunidade de ter acesso a uma sala de cinema, a uma quadra, a uma arena. E hoje a Praça CEU oferece isso”, afirma. “Muitos grupos culturais, antes sem espaço e sem visibilidade, hoje têm o CEU. A gente realmente precisava muito deste espaço”, ressalta.

O coordenador do CEU de Breves, Portuga Vieira, conta que o centro tem contribuído para a melhoria da saúde e da qualidade de vida dos frequentadores. “Temos pessoas aqui que não estão indo mais ao hospital porque estão praticando exercício. A pessoa vem, caminha, faz esporte, uma aula de dança”, exemplifica. “O CEU é um instrumento de transformação social. Antes havia muitos jovens jogados, no caminho do crime, e agora não mais”, conta.

Em Aparecida de Goiânia (GO), o CEU contribui para a melhoria da infraestrutura da região onde está localizado. “Depois da vinda do CEU, melhorou o comércio, várias lojas abriram em torno da praça. Vários comerciantes dizem que, sem o CEU, o comércio não teria vida”, conta o coordenador do Centro, Washington Arruda. “Até o transporte melhorou. Antes, praticamente não tinha transporte coletivo e agora tem uma linha rápida que passa por aqui e vai cruzando outros bairros. E as avenidas também foram ampliadas”, completa.

Professor voluntário de zumba, um exercício físico aeróbico baseado em movimentos de danças latinas, no CEU de Aparecida de Goiânia, Edson Ferreira conta que o Centro tem possibilitado que os moradores tenham contato, pela primeira vez, com algumas expressões artísticas. “Esta comunidade nunca tinha recebido um cinema. Esses dias a gente fez um festival de cinema ao ar livre. A maior parte das pessoas também nunca tinha assistido a uma peça teatral, e já foram encenadas três peças aqui no CEU. A cultura tem feito as pessoas mudarem os hábitos”, destaca.

CEUs

Construídos por meio de parceria entre o Ministério da Cidadania e prefeituras, os CEUs reúnem, em um só espaço, atividades culturais, esportivas, de lazer, de assistência social e de formação profissional, com foco em comunidades de alta vulnerabilidade econômica e social. Até o momento, foram inaugurados 186 Centros e está prevista a construção de outros 145, totalizando 331, localizados em todas as unidades da Federação. O programa prevê um investimento de R$ 816.794.780,62, sendo R$ 729.066.324,37 do Ministério da Cidadania e R$ 87.728.456,25 de contrapartida dos municípios.

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São Miguel das Missões, no Rio Grande do Sul, abrigou a mais importante redução jesuítica existente no Brasil. Fundada em 1687, chegou a reunir, no auge, quase 5 mil habitantes, entre indígenas e religiosos. Após ser incendiado, restaurado e repovoado, o local acabou saqueado no início do século dezenove e viu seus moradores irem embora de vez. Hoje, as ruínas da redução são tombadas como patrimônio brasileiro e da humanidade e constituem o Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo. As informações são da Cidadania.

No local, uma construção se destaca pela relação de harmonia com o espaço onde está situada. O Museu das Missões foi construído no sítio arqueológico de forma a não concorrer com a magnitude da enorme igreja do século XVII que ali resiste. Inaugurado em 1941, o museu foi projetado pelo arquiteto e urbanista Lucio Costa e, desde 2009, é administrado pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), autarquia vinculada ao Ministério da Cidadania.

O objetivo do museu é comunicar, interagir e preservar o patrimônio cultural e natural relacionado com o território dos Sete Povos das Missões. A pequena unidade, composta por três galerias, acolhe a maior coleção de arte sacra missionária da América Latina e uma das maiores do mundo. O acervo é composto por cerca de 90 peças, entre esculturas em madeira com estilo barroco, peças em arenito e metais e os grandes sinos que pertenceram à igreja do local.

“Os visitantes vão encontrar uma diversidade enorme de peças sacras que foram confeccionadas, na maioria, pelos guaranis, sob orientação dos jesuítas, que eram as pessoas que dominavam a arte de esculpir”, explica o restaurador Ariston José Correia Filho, que dirigiu a instituição de 2007 a 2016.

Neste mês de fevereiro, o ministro da Cidadania, Osmar Terra, esteve no sítio arqueológico e assinou uma ordem de serviço para a requalificação urbanística do local. A expectativa é que as melhorias estimulem ainda mais o turismo no local. Mas mesmo sem as reformas, a visita às ruínas e ao museu já agradam os turistas.

“A história do local me chamou a atenção. Gostei de ver como tudo aconteceu e como viviam antes os índios guaranis e ver como eles se revoltaram”, destaca a professora argentina Bustamante Noelia, que visitou o museu acompanhado do marido e do filho.

O confeiteiro gaúcho Oséias Cleiton Teixeira da Silva, que mora há menos de 100 quilômetros do museu, visitou o local pela primeira vez neste mês. “Está sendo uma experiência única. O espaço é deslumbrante. As peças, as estátuas, tudo feito à mão, é diferente de tudo que a gente já viu”, afirma.

Namorada de Oséias, Nadiele Campos também elogiou o museu. “O espaço é maravilhoso, aconchegante. Traz muitas histórias para nós. O museu nos coloca algumas peças do que ficou, que foram restauradas. É tudo muito bonito. Muito diferente”, afirma.

Ao redor do Museu das Missões, descendentes dos índios guaranis vendem para turistas e visitantes o artesanato que produzem. Semanalmente, cerca de 10 indígenas se revezam para oferecer produtos como pulseiras, colares, chocalhos e flautas adornadas por penas e pinturas. 

“Vivemos apenas do artesanato. Para quem é mais velho, é mais difícil conseguir emprego”, afirma o artesão guarani Mariano Anguirre, de 60 anos, que passou o dia todo à espera de interessados em seus produtos, ao lado de sua esposa, no gramado que cerca o museu.

Herói praguejado

Em uma edificação anexa ao museu, há a Casa do Zelador, que teve esta função até quase o início dos anos 2000. Nela, morou uma figura de extrema relevância para a existência do museu, o seu primeiro zelador, João Hugo Machado. Foi ele que, na década de 1940, recebeu a missão de buscar nas redondezas peças que haviam pertencido à Igreja e que foram tomadas pela população.

“Ele recebeu essa função e saiu a requisitar imagens e o que ele encontrou foram essas 80 peças, mais ou menos, que hoje estão no museu. O que tem de imagem ali foi ele quem trouxe de volta”, conta um de seus seis filhos, Carlos Machado. “Ele (meu pai) disse que foi o homem mais praguejado do mundo. Rogavam muitas pragas contra ele. Pra fazer isso aí que ele fez, só herói mesmo. Eu acho que não existia outra pessoa nessa região que tomasse conta de um trabalho daqueles”, conclui.

Seu Carlos, como é conhecido, também foi zelador do museu e, desde que se aposentou, cuida de uma loja de artesanato no local. “Desde guri, éramos nós quem cuidávamos (do museu). No começo, era a família com os filhos. A mãe e os filhos. Porque o meu pai saia atrás das imagens. Às vezes, ficava quatro, cinco dias fora, sem vir em casa. Quem tomava conta era a gente. Nós nos criamos ali dentro”, conta.

Tornado

Em abril de 2016, um tornado provocou danos às instalações físicas e a parte do acervo do Museu das Missões, o que levou a instituição a fechar as portas até setembro de 2017. Com recursos do Fundo Nacional da Cultura (FNC), foram investidos mais de R$ 1,68 milhão na recuperação das estruturas. Após a reabertura, uma das salas de exposição foi reservada para mostrar aos visitantes como funciona o processo em curso de tratamento das peças e da recuperação do acervo atingido.

Além da destruição das paredes de vidro das galerias, ao menos 10 obras de diferentes portes foram prejudicadas. Uma já foi restaurada, a do Cristo crucificado, que voltou a ser exposta. As peças que ainda precisam de restauro estão sendo tratadas em um local fora do museu, em um espaço cedido pela prefeitura local, onde foi construído um laboratório. “É um trabalho bem demorado e delicado. Cada peça possui uma particularidade diferente. Os principais danos se resumem a quebraduras e danos causados pelos estilhaços de vidro”, explica a estagiária de restauração Inaê Sfalcin, que apoia o diretor Ariston José Correia Filho neste processo.

Serviço
Endereço: Rua São Luis, S/Nº, São Nicolau – São Miguel das Missões – RS
Horário de funcionamento: terça a domingo, das 9h às 12h e das 14h às 18h. Durante o horário de verão, o museu fica aberto até as 20h.
Tel: (55) 3381-1291
Email: museu.missoes@museus.gov.br

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Crescimento constante · 27/02/2019 - 17h14

Brasil ultrapassa meta de lançar 150 filmes por ano até 2020


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O Brasil atingiu três anos antes do prazo a meta de lançar ao menos 150 filmes por ano. Parte do Plano Nacional de Cultura (PNC), a meta estabelecida pelo governo federal em 2010 e com prazo para 2020 foi alcançada em 2017, quando foram lançados 160 filmes com um público de 17 milhões de pessoas, segundo a Agência Nacional do Cinema (Ancine). Em 2018, o número de películas brasileiras chegou a 171. O total ultrapassa em 14% a meta estabelecida e representa um crescimento de 131% em relação a 2010, quando foram lançados 74 filmes. As informações são da Cidadania.

De acordo com o Observatório Brasileiro do Cinema e do Audiovisual, entre 2017 e 2018, houve crescimento de 34% do público em filmes nacionais, passando de 17 milhões para mais de 23 milhões de espectadores.

“Cumprir essa meta revela o engajamento do governo em valorizar a arte produzida no Brasil. Ao alcançar essa realidade, devemos continuar a unir esforços para que a presença do público cresça a cada ano”, afirma o secretário da Diversidade Cultural do Ministério da Cidadania, Gustavo Amaral, cuja secretaria é responsável pelo acompanhamento das metas do PNC.

O secretário do Audiovisual da Secretaria Especial da Cultura do Ministério da Cidadania, Pedro Henrique Peixoto, enxerga os resultados com entusiasmo e acredita nas múltiplas formas de alcance das produções nacionais. “Esses números comprovam a força do cinema brasileiro. Quanto mais filmes, mais empregos, mais inclusão, pois são filmes rodados em diversas regiões do território nacional. Por isso, vamos trabalhar para melhorar ainda mais esse resultado”, afirma.

O cineasta Bruno Barreto, que tem 40 anos de carreira e mais de 20 filmes lançados, destaca o atual momento do cinema nacional. “Nunca vivemos um ciclo tão virtuoso de produção como no momento”, afirma Barreto, que começou a filmar seu primeiro longa-metragem (Tati, a garota, de 1972) com apenas 17 anos.

Entre as ações do governo federal para a ampliação e valorização do cinema nacional está o Programa Nacional de Fomento ao Audiovisual (Proav), que ofereceu, em 2017, cinco editais com o objetivo de destinar mais de R$ 8,6 milhões para 135 projetos do setor, contemplando ainda projetos para canais web e aplicativos, além de festivais e mostras de audiovisual.

Metas

As informações sobre o monitoramento e os resultados das metas alcançadas pelo governo federal de 2010 até 2017 no campo da cultura estão disponíveis no site do Plano Nacional de Cultura. Os dados referentes a 2018 serão inseridos ainda neste primeiro semestre do ano.

A finalidade do Plano Nacional de Cultura, instituído pela Lei 12.343/2010, é o planejamento e implementação de políticas públicas de longo prazo voltadas à proteção e promoção da diversidade cultural brasileira. Os objetivos do PNC são o fortalecimento institucional e definição de políticas públicas que assegurem o direito constitucional à cultura; a proteção e promoção do patrimônio e da diversidade étnica, artística e cultural; a ampliação do acesso à produção e fruição da cultura em todo o território; a inserção da cultura em modelos sustentáveis de desenvolvimento socioeconômico e o estabelecimento de um sistema público e participativo de gestão, acompanhamento e avaliação das políticas culturais.

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Situado em Recife (PE) · 27/02/2019 - 16h15

Museu da Abolição promove bloco Grito dos Abolidos


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Muitas vezes definido como “candomblé de rua”, o afoxé é uma manifestação de música e dança que leva para fora dos limites dos terreiros brasileiros uma amostra da riqueza sensorial, simbólica e estética que caracteriza a espiritualidade de matriz africana. As informações são da Cidadania.

Às vésperas do carnaval deste ano, uma iniciativa do Museu da Abolição, situado em Recife (PE) e vinculado ao Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), utilizará o afoxé como plataforma para levar às ruas da capital pernambucana temáticas como empoderamento negro, afirmação política desta população, fortalecimento da memória afro e valorização da diversidade.

A ação ocorre nesta sexta-feira (1º/03), a partir das 15h, com o desfile do bloco “O Grito dos Abolidos”. O bloco terá concentração na praça João Alfredo, no bairro de Madalena, saindo em cortejo até o jardim interno do MAB, na mesma região. O desfile será animado pela apresentação do Afoxé Omim Sabá, do bairro do Cordeiro.

O desfile, que ocorre em meio à abertura de um dos carnavais mais tradicionais do Brasil, também pretende contribuir para que problemas como assédio, violência, racismo e intolerância não manchem a celebração da maior festa popular brasileira em Pernambuco. A atividade é gratuita e aberta à participação de qualquer pessoa, de todas as faixas etárias. O Museu da Abolição fica na Rua Benfica, 1150 – Madalena, em Recife (PE).

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Os municípios de Água Nova (RN), Carmo do Cajuru (MG), Cocal dos Alves (PI), Ibitiúra de Minas (MG) e São Geraldo (MG) passaram a integrar o Sistema Nacional de Cultura (SNC), instrumento de gestão compartilhada de políticas públicas de cultura adotado pela Secretaria especial da Cultura. Com as novas adesões, publicadas no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 2.647 municípios brasileiros e 25 estados, além do Distrito Federal, estão no sistema, o que representa 47,5% do total. As informações são da Cidadania.

A adesão ao SNC permite que estados e municípios aprimorem a gestão cultural, com a criação do órgão de gestão local, do conselho de política cultural, da conferência e do plano de cultura, além do sistema de financiamento. A assinatura do acordo de cooperação federativa entre a Secretaria e o ente federado, que se compromete a estruturar o seu sistema de cultura, marca a adesão ao sistema.

A Secretaria Especial da Cultura realiza oficinas para capacitação dos gestores e conselheiros municipais de cultura para auxiliar nesse processo. Com isso, o órgão tem buscado oferecer aos municípios as condições técnicas apropriadas para a integração ao Sistema Nacional de Cultura.

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Em recipiente de vidro · 27/02/2019 - 14h23

Coração de D. Pedro I permanece preservado na cidade do Porto


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Em um recipiente de vidro, guardado com extremo cuidado na Igreja de Nossa Senhora da Lapa, na cidade portuguesa do Porto, repousa, desde 1837, o coração de Dom Pedro I, ou Dom Pedro IV, para os portugueses. Antes de morrer, o primeiro imperador do Brasil deixou em testamento a intenção de que seu coração ficasse no Porto, com o qual tinha intensa relação, pois lá viveu durante os 13 meses (de julho de 1832 a agosto de 1833) em que a cidade foi sitiada em uma disputa de poder entre ele e seu irmão Dom Miguel I durante as chamadas Guerras Liberais (1828-1834). As informações são da Cidadania.

De dez em dez anos (a última vez foi em 2015), a Prefeitura do Porto realiza a troca do líquido – uma solução mista de formol – usado para a conservação do coração. Seria quase possível dizer que o órgão está guardado a sete chaves, mas na verdade são necessárias cinco delas para acessar o recipiente onde o coração está. A primeira é usada para retirar a placa de metal cravada na porta do monumento, a segunda e a terceira abrem a rede por trás da placa, a quarta abre uma urna e a quinta, uma caixa de madeira, onde há uma espécie de guarda-joias de prata que guarda o recipiente de vidro com o coração. Para garantir o máximo de cuidado com o órgão, seis pessoas participam do procedimento.

Este tema inusitado e praticamente desconhecido pelos brasileiros será tratado em edição da Revista do Grupo de Trabalho do Bicentenário da Independência do Brasil, publicada pelo Ministério das Relações Exteriores. Em viagem a Portugal na última semana, o secretário Especial da Cultura do Ministério da Cidadania, Henrique Pires, convidou o presidente da Câmara Municipal do Porto e prefeito da cidade, Rui Moreira, a escrever um artigo sobre o assunto.

“Pouca gente sabe que o coração de Dom Pedro I é preservado em um recipiente na cidade do Porto, o que é extraordinário. Ele é muito cultuado na cidade, há inclusive uma estátua pra ele. É um tema de fato muito interessante, por isso convidei o prefeito – e ele aceitou – a redigir um texto sobre essa história. É importante que os brasileiros saibam que quem proclamou a Independência do Brasil em 7 de setembro de 1822 tem seu coração preservado na cidade do Porto, em uma urna cercada de muita veneração na cidade”, destaca o secretário Henrique Pires.

Independência ou morte

Apesar de o coração de Dom Pedro I estar no Porto, em 1972, durante as comemorações dos 150 anos da Independência, os restos mortais do imperador foram transferidos para o Brasil, onde estão até hoje, no bairro do Ipiranga, em São Paulo, a poucos metros do riacho onde o monarca proclamou a independência brasileira do então Reino de Portugal.

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Tomaram posse na manhã desta terça-feira (26/02) os novos presidentes do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Paulo Amaral, e da Fundação Nacional de Artes (Funarte), Miguel Proença, em cerimônia no Ministério da Cidadania, presidida pelo ministro Osmar Terra. As informações são da Cidadania.

Durante a solenidade, Terra destacou a importância da democratização do acesso à cultura. “Acredito que essa trajetória que nós estamos fazendo agora, com esse nome de Ministério da Cidadania, tem acima de tudo o objetivo de democratizar ao máximo o acesso às artes e à cultura. A população tem que ter acesso, tem que se interessar, tem que ser motivada a buscar as atividades, espetáculos, exposições. A arte transforma a sociedade e nós temos que trabalhar em conjunto para que isso aconteça, gerando mais inclusão, desenvolvimento e diminuindo a desigualdade no País”, disse.

Presente na cerimônia, o secretário especial da Cultura, Henrique Pires, ressaltou que os novos presidentes serão grandes parceiros para a gestão da cultura no País. “Hoje nós cumprimos mais uma etapa da nossa trajetória, dando posse a duas pessoas reconhecidamente importantes no cenário da cultura nacional, que ocuparão a presidência de duas importantes vinculadas: o Ibram e a Funarte”, disse.

Segurança nos museus

Engenheiro civil de formação, o artista plástico Paulo Amaral tem um extenso currículo na área da cultura. Foi diretor do Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli (MARGS) em três ocasiões: entre abril de 1997 e dezembro de 1998, período em que conduziu as definitivas obras de restauro do museu; de janeiro de 2003 a janeiro de 2007; e de 2015 a janeiro de 2019, quando deixou o cargo para unir-se à equipe do Ministério da Cidadania. Ele também já presidiu o Sindicato das Indústrias de Construção Civil no Rio Grande do Sul (Sinducon/RS) em 2000 e 2001, o que, de acordo com o secretário Henrique Pires, será de grande valia para todo o trabalho que é preciso ser feito em relação à segurança dos museus.

O novo presidente do Ibram demonstrou preocupação com a segurança patrimonial. “É um dos itens mais importantes na questão museal e necessita de um olhar crítico para resolver e mitigar os problemas”, afirmou. Paulo destacou a competência da equipe do Ibram, que considera muito qualificada, e agradeceu à secretaria interina, Eneida Braga, que vem conduzindo a instituição desde a saída do antigo presidente, Marcelo Araújo.

Educar o público para as artes

A Funarte poderá contar com a experiência de Miguel Proença, renomado pianista, que percorreu o Brasil e o mundo com seus concertos. Durante a cerimônia de posse, o presidente destacou situações jamais imaginadas que ocorreram ao longo de sua carreira relacionadas o feedback do público. “Uma vez toquei em um presídio, e disse a eles que iria lhes mostrar meu coração por meio da música. Eu me surpreendi quando um deles se levantou e veio até o palco para cantar, dizendo que há muito tempo não se sentia livre”, comentou.

Nesse sentido, o novo presidente da Funarte disse que já tem projetos em mente, entre os quais, transformar os teatros sob a gestão da fundação em casas do saber, centros de educação por meio da arte que oferecerão cursos, palestras e outras atividades ao público no período da manhã, o contraturno dos espetáculos.

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O Programa Ibermuseus está com inscrições abertas, até 18 de abril, para o edital Bolsas Ibermuseus de Capacitação 2019. A convocatória é aberta a profissionais de museus dos 12 países ibero-americanos que integram o programa (Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, Espanha, México, Paraguai, Peru, Portugal e Uruguai) para realização de atividades de capacitação e residências profissionais em qualquer dos 22 países da comunidade ibero-americana. As informações são da Cidadania.

As Bolsas Ibermuseus de Capacitação objetivam fortalecer as competências e conhecimentos dos profissionais de museus e de suas instituições, além de promover a circulação de informação e facilitar o intercâmbio de conteúdos, experiências, práticas e conceitos.

Nesta convocatória, serão distribuídas bolsas em duas categorias. A Categoria I incentiva a participação em atividades de capacitação de curta duração e a Categoria II fomenta a realização de residências profissionais em museus ou organizações governamentais responsáveis por políticas públicas para museus.

Para mais detalhes, acesse o regulamento completo.

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No quarto dia de reuniões em Portugal com objetivo de estreitar laços e debater projetos bilaterais, o secretário Especial da Cultura do Ministério da Cidadania, Henrique Pires, participou, nesta quinta-feira (21/02), na cidade do Porto, de encontro com Ana Pinho, presidente da Fundação Serralves, um dos principais espaços de exposição de arte contemporânea da Europa. Informações do Ministério da Cidadania.

Com projeto do arquiteto português Álvaro Siza Vieira, o prédio da Fundação Serralves é envolvido por um parque com esculturas e instalações artísticas de grandes dimensões, feitas por nomes consagrados no cenário da arte mundial. Em outro prédio, no mesmo parque, em um raro palácio Art Déco da década de 1940 transformado em galeria, Pires prestigiou a exposição “Joan Miró e a morte da pintura”, aberta ao público até 3 de março. Mais cedo, o secretário foi recebido pelo cônsul-geral do Brasil em Porto, Valter Pecly Moreira.

Nesta sexta-feira (22/02), no último dia de atividades em Portugal, Henrique Pires se reunirá com diretores de festivais portugueses de teatro e de dança. Também será recebido pela presidente da Câmara Municipal de Matosinhos, Luísa Salgueiro, e pelo presidente da Câmara Municipal e prefeito de Porto, Rui Moreira. Fará, ainda, uma reunião com os dirigentes da Casa da Arquitetura, que apresenta a exposição “Infinito Vão”, que trata de 90 anos da arquitetura brasileira.

Pires também irá à Conferência “Lúcio Costa e a construção de um Patrimônio Nacional e ao lançamento dos anais do 5º Fórum Internacional do Patrimônio Arquitetônico Brasil/Portugal, ambos no Espaço Tanoaria da Casa da Arquitetura, em Matosinhos.

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