Pedido para anular votos de urnas -

Partido do ministro da Casa Civil Ciro Nogueira, PP teve fundo bloqueado após ação desastrada no TSE

Foto: Rafaela Felicciano/MetrópolesAntes do relatório da Defesa, Bolsonaro recebe Ciro Nogueira e Fábio Faria
Partido de Ciro Nogueira foi alvo de sanção do presidente do TSE após ação com teor considerado golpista

Uma das consequências da ação apresentada pelo PL junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pedindo a anulação de votos em mais de 279 mil urnas no segundo turno das eleições, sem englobar o primeiro turno, levou o ministro Alexandre de Moraes, presidente da Corte, a bloquear o fundo partidário de partidos como PL, PP (hoje Progressistas) e Republicanos, que integram a coligação Pelo Bem do Brasil. Também houve aplicação de multa de R$ 22,9 milhões por litigância de má-fé contra o PL, cujo presidente é Valdemar Costa Neto. 

O entendimento é o de que siglas como o PL não podem usar de verbas partidárias para “satisfazer interesses pessoais antidemocráticos”. 

O PP de Ciro Nogueira tem como presidente em exercício o deputado federal Cláudio Cajado (BA).

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