Operação Índia · 28/09/2020 - 15h03 | Última atualização em 28/09/2020 - 15h58

Interceptação no telefone de Arimatéia Azevedo não "gerou áudio relevante", diz polícia


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Jornalista Arimateia Azevedo
_Jornalista Arimatéia Azevedo    Foto: Reprodução/ Portal AZ

A investigação que procura enquadrar suposta prática do jornalista Arimatéia Azevedo na tipologia prevista no Código Penal como Extorsão Qualificada é a mesma que sustenta não ter achado nada nos grampos telefônicos, como evidencia o documento abaixo.

O nome da operação que prendeu o jornalista e um professor da UESPI é "Operação Índia". A suposta "vítima" é um médico local.

Na TV foi possível se assistir comunicador dizendo: "foi tudo gravado". Porém, também não há gravações nos autos. 

O comando da tipologia do crime de extorsão, em seu artigo 158, do CP, dita: "Constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, e com o intuito de obter para si ou para outrem indevida vantagem econômica, a fazer, tolerar que se faça ou deixar de fazer alguma coisa".

A defesa classifica o caso de "crime impossível".

VEJA A CONCLUSÃO DA INTERCEPTAÇÃO:

 

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