Feriado · 18/02/2020 - 20h29 | Última atualização em 18/02/2020 - 20h50

Veja como será o funcionamento do Teresina Shopping durante o Carnaval


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Durante o Carnaval o Teresina Shopping funcionará em horário especial. No sábado (22), as lojas, parques, cafeterias e Espaço Família funcionarão das 10h às 22h. O Hiperbompreço das 8h às 22h, bilheterias dos Cinemas a partir das 12h30 e Smart Fit das 08h às 18h.

 

No domingo (23), as lojas estarão fechadas. Já as lojas de alimentação e parques ficarão abertos das 10h às 20h e Espaço Família das 12h às 20h. As cafeterias poderão funcionar das 14h às 20h e Cinemas abre a bilheteria a partir das 10h. O Hiperbompreço funcionará no domingo das 8h às 22h e Smart Fit das 09h às 15h.

 

Segunda-feira (24), as lojas estarão fechadas. Lojas de alimentação e parques funcionarão das 10h às 20h e Espaço Família das 12h às 20h. As cafeterias poderão funcionar das 14h às 20h e Cinemas abre bilheteria a partir das 12h30. O Hiperbompreço funcionará das 8h às 22h. Já a Smart Fit das 09h às 15h.

 

Na terça-feira (25), o Teresina Shopping estará totalmente fechado. Na quarta-feira (26) funciona a partir das 12h, já Smart Fit funcionará das 5h30 às 23h e Hiperbompreço das 8h às 22h.

 

 

 

 

 


Fonte: Teresina Shopping
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Atração Nacional · 18/02/2020 - 20h21 | Última atualização em 18/02/2020 - 20h45

Leoni apresenta os sucessos do Pop Rock no Artes de Março


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O artista que tem mais de 30 anos de carreira será atração nacional do festival. Evento ainda receberá a atração local “Pagode 90 The” com um lindo espetáculo

 

Que o cenário musical brasileiro é diverso, instigante e cheio de riquezas artísticas todo mundo já sabe. Por isso, para representar o Pop Rock nacional, o cantor e compositor Leoni vem encantar a noite musical do Artes de Março, no dia 12 de março. Com uma carreira de mais de 30 anos, o artista coleciona muitos sucessos e até o título de hitmaker.

 

A apresentação no Festival será na Praça de Eventos II do Teresina Shopping, a partir das 19h. O espetáculo gratuito será embalado por uma performance voz e violão em que o cantor vai revisitar sua carreira com um repertório nostálgico. “Só Pro Meu Prazer”, “Double de Corpos” e “Garotos II” são algumas das canções que compõem a setlist escolhida a dedo para celebrar a “Geração 90”, temática desta edição do Artes de Março.

 

Leoni já fez consagradas parcerias. Cazuza, Herbert Vianna e Ney Matogrosso são alguns dos nomes. O artista iniciou sua carreira na década de 1980 ao fundar o “Kid Abelha”, em que atuou como baixista e principal compositor. Em 1986, depois de quatro discos de ouro, fundou os “Heróis da Resistência”, em que também atuou como vocalista. Depois de lançar três discos com o grupo, começou sua carreira solo em 1993 e já acumulou sete álbuns.

 

Atualmente, alguns dos seus trabalhos incluem a gravação do CD e DVD ao vivo “A Noite Perfeita”, uma reunião de sucessos e inéditas num show gravado no Circo Voador, realizado no Rio de Janeiro, além do EP “Parcerias”.

 

Projeto “Pagode 90 The” promete encantar Festival

 

 

O pagode também foi um gênero musical que marcou a década de 1990 e tem perpassado os anos. Para celebrar toda essa riqueza musical, o Artes de Março também traz aos palcos a atração local “Pagode 90 The”, com um repertório incrível. O show acontece no dia 18 de março, na Praça de Eventos II do Teresina Shopping, a partir das 19h.

 

O espetáculo promete encantar os presentes com músicas que fazem críticas sociais e que retratam o cotidiano. Robert Gleydson é o responsável pelo projeto que fará uma viagem musical pelos mais variados músicos e intérpretes, por exemplo, que marcaram a época. A apresentação contará com a participação de artistas de Teresina que interpretarão os principais sucessos da geração, como “Exaltasamba” e “Os Travessos”.

 

Robert Gleydson canta Pericles, Netinho de Paula e Luiz Carlos. Junior É Show interpreta Alexandre Pires e Rodriguinho. Karlos Yglesias cantará Belo e Chrigor. Já Álvaro Nunes é o responsável pelas músicas de Anderson Leonardo e Váva.

 


Fonte: Teresina Shopping
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Geração 90 · 18/02/2020 - 20h18 | Última atualização em 18/02/2020 - 20h48

Cover da Cássia Eller será atração nacional do Artes de Março


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O evento ainda conta com a apresentação da banda local Top Rock 90. Este ano, o Festival traz o tema “Geração 90” com uma homenagem a toda beleza dessa década

 

    Reprodução

 

A história musical brasileira é marcada por artistas irreverentes. Um deles foi a cantora, compositora e multi-instrumentista Cássia Eller. Dona de uma voz grave e inconfundível, ela lançou músicas que se impregnaram no imaginário popular. E para celebrar e reverenciar a artista, o Festival Artes de Março recebe a atração nacional Tacy de Campos com um espetáculo sensacional em tributo à Cássia Eller e sua contribuição para o cenário musical do Brasil.

 

A cover Tacy de Campos protagonizou o Musical Cássia Eller e ficou reconhecida nacionalmente com o feito. Além de atuar e cantar, ela também compõe. Talento e profissionalismo não faltam na artista e ela traz todo seu carisma e energia à programação musical do Festival no dia 17 de março, a partir das 19h, na Praça de Eventos II do Teresina Shopping.

 

Este ano, o evento traz o tema “Geração 90” e o show conta com um repertório cheio de clássicos, como “Luz dos Olhos”, “All Star”, “Segundo Sol” e “Malandragem”. Será um verdadeiro espetáculo em homenagem a uma das maiores artistas brasileiras

 

Durante sua carreira, a cover Tacy de Campos já tocou no Rock in Rio e esteve em programas como o Fantástico, Domingão do Faustão e o ‘Versões” do Canal Bis. No ano 2017, realizou o lançamento do seu disco autoral “O Manifesto da Canção”. Com shows por todo o Brasil, a artista é sucesso por onde passa.

 

Top Rock 90 será a atração local no Festival

E no dia 16 de março, o evento ainda conta a apresentação musical da banda local Top Rock 90, a partir das 19h. Durante o show, o público será convidado a reviver os anos 90 cantando as músicas que marcaram a época e que tocaram nas rádios, novelas e cinemas.

 

Muito pop, rock e MPB vão contagiar a noite do Teresina Shopping. Com um surpreendente show, tocando clássicos de Raimundos, Charlie Brow Jr., Adriana Calcanhoto, por exemplo, a banda garante diversão para todos os públicos do Artes de Março.

 

A Top Rock 90 é formada por Rodrigo Antunes (voz e violão), Láryos Lima (Guitarra e violão), Edilson de Souza (teclados), Iago Dayvison (bateria) e Roberta Brandão (baixo). Mas o show será incrementado com a presença dos músicos Elayne Leonel, Yuri e Guto Cavalcante. Tudo isso, com a proposta de melhor reproduzir o cenário musical da década de 1990.

 

 


Fonte: Teresina Shopping
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Conheça mais sobre a Diana! · 15/02/2020 - 09h54

10 HQs essenciais para ler e conhecer a Mulher-Maravilha


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    © 2020 Warner Bros. Ent. All Rights Reserved TM & © DC Comics

 

Dois mil e vinte está sendo um ótimo ano para a super-heroína feminina mais famosa e querida da DC (embora exista um pouco de competição, ao menos no Brasil, com a Arlequina) - o próximo filme da Mulher-Maravilha de Patty Jenkins será lançado em junho, além disso, 2020 teremos a 750ª edição da revista em quadrinhos da Amazona. Esta edição da Mulher-Maravilha apresentará histórias de alguns dos nomes mais importantes da história da personagem, e se este especial de tamanho gigante não for suficiente para satisfazê-lo, aqui estão dez das melhores histórias do passado histórico de Diana Prince.


 

Deuses e Mortais, George Perez

    DC Comics

 

Nenhuma lista da história da Mulher-Marvilha nos quadrinhos poderia deixar de fora George Perez. É basicamente a definição da personagem feita pelo desenhista/roteirista mais importante década de 1980 da DC. Após os eventos de Crises nas Infinitas Terras, a DC contratou a nata criativa daquela época para reorientar seus três maiores personagens. Perez levou Diana de volta às suas raízes, contando uma história de origem, dando mais ênfase aos deuses gregos na vida da princesa e apresentando Ares, o deus da guerra louco por sangue, como um de seus vilões mais perigosos. Essas histórias são densas, surpreendentes e habilmente planejadas e escritas, oferecendo alguns dos melhores momentos das histórias em quadrinhos em uma década tão revolucionária.

 

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Hiketeia, Greg Rucka e J.G. Jones

    DC Comics

 

Poucos personagens do universo DC parecem pertencer a extremos opostos do espectro narrativo como Batman e Mulher Maravilha, mas alguns escritores trouxeram resultados realmente interessantes quando eles se encontraram dentro desse contexto. Rucka, que já vinha de um histórico de boas narrativas, se uniu ao artista ultra-detalhado J.G. Jones em uma história sobre vingança e responsabilidade. Quando uma mulher mortal que Diana fez um juramento sagrado para proteger aparece na mira de Batman, os dois heróis acabam não aprovando a metodologia (código moral) que cada aplicou neste caso. Além disso, forças sobrenaturais melhoram o plano de fundo da história. É um thriller tenso e convincente que realmente cumpre o que promete.

 

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Novos 52, Brian Azzarello e Cliff Chiang

    DC Comics


 

Certo, admito que Novos 52 não foi um marco para a história da DC, mas eu assinei, então li praticamente tudo que saiu dessa coleção. Para aqueles que ainda não sabem, Novos 52 aconteceu em 2011 quando a empresa decidiu reiniciar todo mundo de seu universo, foi uma chance de dar nova vida a alguns personagens que precisavam desesperadamente dele. A escolha de Azzarello - um nome mais conhecido dentro da linha adulta da editora, Vertigo (100 Balas), foi estranha, mas ele correu ousadamente os riscos com a Mulher-Maravilha. Azarello foi quem começou a escrever que Diana não nasceu do barro, mas sim uma Deusa, filha de Zeus e Hipólita. E sua função é ser a defesa entre a humanidade e os caprichos cruéis dos deuses. É uma leitura incrível e a arte de Cliff Chiang é algo singular.

 

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The Legend Of Wonder Woman

    Reprodução


 

É meio impensável hoje que, durante a maior parte da história da personagem, a heroína principal da DC tenha sido escrita e desenhada exclusivamente por homens. A lendária artista Trina Robbins foi a primeira mulher a desenhar a Mulher-Maravilha, e em 1986 ela se uniu a Kurt Busiek – que nem era famoso – para uma série limitada de quatro edições que homenageou suas origens da Era de Ouro. Talvez seja uma maneira legal para você revisitar os primeiros dias da heroína sem a sexualidade às vezes perturbadora que existe por trás da Princesa Diana.

 

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Terra Um, de Grant Morrison e Yanick Paquette

    DC Comics

 

A linha Terra Um da DC foi ou ainda é uma maneira de apresentar personagens fora de continuidade da editora, a função da Terra Um é deixar os criadores de primeira linha da empresa se concentrarem em roteiros sem ter que lidar com décadas de histórias conflitantes. Em 2016, a Mulher Maravilha ganou nada menos que Grant Morrison nessa função, o autor britânico levou alguns dos elementos recorrentes da origem da Princesa Diana, como Steve Trevor, tornando-se o primeiro homem a pisar em Themyscira em séculos, a história conta ainda com temas sobre a sexualidade estranha e focada na escravidão. Na verdade, essa história foi recheada de polêmicas quando foi lançada. É uma caminhada na corda bamba ler alguma coisa do Grant Morrison, mas com ajuda de Yanick Paquette, os dois fazem um trabalho hábil e interessante de ler.

 

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O Círculo, Gail Simone, Terry Dodson e Rachel Dodson

    DC Comics

 

Gail Simone construiu sua bem-merecida reputação por pegar personagens da DC e dar-lhes novos níveis de profundidade emocional enquanto conta boas histórias. Em sua estreia no mundo da Mulher-Maravilha, ela se uniu ao casal Dodsons, para limpar a bagunça deixada pela DC nas revistas anteriores. Durante a fase Gail Simone, a identidade civil da Diana era completamente impotente e ela precisava se transformar em Mulher Maravilha para usar sua força dada pelos deuses, criando uma tensão interessante que muitas vezes não vemos com a personagem.

 

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A Verdadeira Amazona, Jill Thompson

    DC Comics

 

A escritora e desenhista Jill Thompson tem muita experiência com a Diana – ela desenhou a personagem pela primeira vez em 1990 e diversas edições pós-Perez. Ela retornou à Mulher-Maravilha com uma linda narrativa, toda pintada à mão em 2017. Evitando inteiramente a presença de Steve Trevor, o conceito literal do que é uma Amazona, dando uma ênfase multidimensional para uma princesa mimada que precisa crescer na responsabilidade de ser uma líder. Jill Thompson sempre está entre as minhas autoras e desenhistas preferidas dos quadrinhos e nesta história ela simplesmente brilha.

 

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Renascimento, Greg Rucka e Liam Sharp

    DC Comics


 

Parece que toda vez que a DC reinicia seu universo, a Mulher Maravilha tem sua origem modificada. Mais uma vez, em menos de 10 a nos, a DC Comics resolveu reiniciar toda sua linha editorial em 2016. Rucka voltou escrevendo a nova série da Mulher Maravilha, mas a coisa foi estruturada de uma maneira bizarra. Para explicar melhor como isso funcionou, deixo o editor Thiago Ribeiro explicar.

 

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Legends of DC Universe, Christopher Priest e Karl Waller

    DC Comics

 

Muitos escritores de histórias em quadrinhos trabalham em uma espécie de linguagem compartilhada, arquivando suas idiossincrasias para se ajustarem ao estilo de cada editora (DC ou Marvel). Porém existe um autor que nunca fez isso, Christopher Priest. Durante seu tempo na DC, ele escreveu basicamente sobre todos os maiores heróis da empresa, incluindo a Mulher-Maravilha. Nessa história de três edições, a Mulher-Maravilha é chamada para um país da Europa central em meio à limpeza étnica, além disso, o carismático líder encarregado dessas atrocidades se renderá completamente, em troca de uma noite com Diana. Foi polêmico? Depende ao que ponto você quer entender como foi escrita a história. Para mim, foi um conceito muito incomum que investiga profundamente o desejo de Diana por paz a todo custo.


 

É um quadrinho muito complicado de encontrar. Por isso não tem link.

 

O Espírito da Verdade, Paul Dini e Alex Ross

    DC Comics


Este one-shot oversized (História completa em apenas uma edição) de dois dos principais talentos da empresa foi lançado em 2001, e são 60 páginas de uma obra-prima. Mais do que quase qualquer outro herói do universo da DC, Diana é um reflexo do mundo ao seu redor. Ela foi enviada ao mundo dos homens para trazer a sabedoria e a paz das Amazonas, e isso geralmente é uma missão complexa e cheia de dúvidas para ela. Dini coloca a personagem em várias situações que testam suas habilidades mentais e físicas, e embora não haja muitas resoluções a serem encontradas, é um retrato convincente da heroína no seu melhor momento da história dos quadrinhos.

 

Onde Comprar.

Mulher-Maravilha 1984 estreia em 4 de junho.

 

Escrevi originalmente na Quinta Capa.

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Veja vídeo!! · 13/02/2020 - 20h48 | Última atualização em 13/02/2020 - 20h51

'The Batman': Diretor publica primeiro vídeo de Robert Pattinson como herói


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O diretor Matt Reeves revelou um vídeo com o ator Robert Pattinson vestindo o traje do Batman em teste de câmera.

 

 

E por enquanto é só… Para um filme que teve muitas idas e vindas, as imagens parecem animadoras!

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Aventura, drama, suspense e terror chegam à tela dos Cinemas Teresina. A pré-estreia de domingo (16), às 10h30, é do drama sueco ‘E Então Nós Dançamos’. Ainda tem lançamento nacional de ‘Sonic - O Filme’, ‘O Preço da Verdade - Dark Waters’ e ‘O Grito’.

 

Em ‘E Então Nós Dançamos’, Merab (Levan Gelbakhiani) é bailarino do National Georgian Ensemble desde a infância. No auge de sua carreira, Merab precisa lidar com a chegada do carismático Irakli (Bachi Valishvili), um talentoso dançarino que se torna seu principal rival e, também, seu amor secreto. Em um cenário conservador e hostil, Merab enfrenta um dilema que divide seu sonho e sua nova paixão.

 

 

Sonic’, o porco-espinho azul mais famoso do mundo ganhou um live action. No filme ele se junta com os seus amigos para derrotar o terrível Doutor Eggman, um cientista louco que planeja dominar o mundo, e o Doutor Robotnik, responsável por aprisionar animais inocentes em robôs. A sinopse oficial ainda não foi divulgada.

 

‘O Preço da Verdade - Dark Waters’, Robert Bilott (Mark Ruffalo) é um advogado de defesa corporativo que ganhou prestígio trabalhando em casos de grandes empresas de químicos. Quando fazendeiros chamam sua atenção para mortes que podem estar ligadas a lixo tóxico de uma grande corporação, ele embarca em uma luta pela verdade, em um processo judicial que dura anos e põe em risco sua carreira, sua família e seu futuro em geral.

 

 

No terror ‘O Grito’, uma maldição nasce após uma pessoa morrer em um momento de terrível terror e tristeza. Voraz, a entidade maligna não perdoa ninguém, fazendo vítima atrás de vítima e passando a maldição adiante.

 

Para saber toda a programação, clique em nosso banner:

 


Fonte: Cinemas Teresina
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    Reprodução

 

Com um repertório que não vai deixar ninguém parado, o cantor Délcio Luiz vem pela primeira vez a Teresina e integra a programação musical do Festival Artes de Março. O pagodeiro é a segunda atração nacional confirmada e é considerado um dos principais compositores de Pagode/Samba do Brasil. O show é gratuito e acontece no dia 10 de março, na Praça de Eventos II do Teresina Shopping, a partir das 19h.

 

Este ano, o Artes de Março traz o tema “Geração 90”. Para os amantes de um bom pagode, estilo também característico dessa época, Délcio vem à capital com uma compilação de suas melhores músicas para alegrar a noite teresinense de um jeitinho muito especial. O público pode esperar uma excelente noite para curtir com a família e os amigos.

 

Carioca, Délcio Luiz participou do grupo musical “Raça” por oito anos. Logo em seguida, criou o grupo “Kiloucura”, que se manteve ativo entre os anos de 1998 a 2000. O grupo é considerado um dos feitos mais importantes da sua carreira. O artista acumula ao longo dos seus 30 anos de carreira mais de 500 músicas gravadas, entre elas os sucessos que marcaram os anos 90 tais como: ‘Meu casamento’, ‘A carta’, ‘Desafio’, ‘Desliga e vem’, assim como os sucessos do Grupo Molejo, Exaltasamba, Arlindo Cruz, Mumuzinho com a música ‘Frases de Amor’ e Péricles com a música ‘A Flor da Pele’, Thiaguinho com ‘Os anjos dizem amém’, tem sua marca registrada.

 

Hits 90- Dança

E no dia 11 de março, quem sobe ao palco é o Le Ballet Studio de Dança com o espetáculo Hits 90. No palco, os bailarinos mostram por meio da dança, os principais acontecimentos que fizeram desta maravilhosa década, uma das mais importantes na história da música e que até hoje está no coração de muitos.

 

“A trilha sonora do espetáculo não poderia ser mais eclética. Vamos mergulhar nas trilhas das novelas e nos principais ícones da música nacional e internacional, desta que é sem dúvida alguma a década de ouro da música”, explica Sidh Ribeiro.

 

É nessa atmosfera que o Le Ballet Studio de Dança vai embarcar na sua máquina do tempo e trazer de volta essa maravilhosa década através de coreografias excepcionais.

 


Fonte: Teresina Shopping
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Coréia do Sul Domina o Mundo! · 10/02/2020 - 14h50

Opinião | Porque Parasite é o melhor filme do ano


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    Cortesia: A.M.P.A.S.; Courtesy of NEON + CJ Entertainment

 

Parasita é um longa que muita gente pensa que saiu do nada, o filme que ganhou basicamente tudo que concorreu em diversas premiações mundo afora. Mas este blockbuster aparentemente não saiu do nada.

 

A produção sul-coreano Parasita fez história na cerimônia do Oscar, ontem (9), em Los Angeles, ao se tornar a primeira película em língua estrangeira a obter a premiação de melhor filme, conquistando ainda outras três categorias, incluindo a de melhor diretor.

 

Nenhum filme estrangeiro jamais havia conquistado a premiação máxima nos 91 anos da academia de cinema.

 

 

Eu posso até argumentar que se a pessoa escreve ou fala que não sabia sobre Parasite, basicamente foi porque ela está acostumada apenas a assistir produções americanos. Penso que podemos colocar isso como um dos pontos, mas além disso, existem outros e meu foco para esse texto não é para falar disso.

 

Quem gosta de cinema, o mínimo que for, sabe os motivos que levou Parasite a vencer quatro prêmios da Academia dos seis que estavam concorrendo noite passada. Ele é o melhor filme de 2019 e eu já escrevi sobre isso também, leia aqui.

 

O mundo agora sabe até pronunciar corretamente Bong Joon-ho, e se vamos falar do filme do ano, nada como começar pelo seu criador. O sul-coreano já é veterano na indústria, escreveu e dirigiu filmes que são clássicos e revolucionários como The Host e Snowpiercer, além disso, ele é o diretor do original e exclusivo Netflix, Okja.

 

Ele tem uma narrativa própria de contar suas histórias, mas em Parasita Joon-ho conseguiu fazer uma obra de arte; retratando com ironia, sátira, agudeza e tensão máxima como a sociedade vive no século XXI.

 

Outro segredo do filme é que muita gente o assistiu sem saber quase nada do que se tratava Parasite. Além de diversos elementos narrativos que Bong Joo-ho vai soltando enquanto criar plot por cima plot. Esse tipo de cinema, esse tipo de quebra de perspectiva, Hollywood não sabe ou não gosta mais de fazer.

 

Chama atenção em particular que Parasite, igual a Nós, o Coringa, centra em mostrar claramente o retrato da distinção entre classes sociais. Você enxerga isso quase como se fosse um ressentimento a desigualdade. Tem cheiro, tem sabor.

 

Onde os pobres e oprimidos sofrem a absoluta indiferença de um sistema articulado para manter os ricos mais ricos. Mas talvez a liga que transformou Parasite neste fenômeno e talvez o elemento mais curioso, é a obsessão de Bong Joon-ho pelas mudanças climáticas. É um tema vigente em todas suas obras. Em Parasite esse tema se mostra mais cru, o diretor mostra sua preocupação com o clima quando faz os contrastes entre as duas classes.

 

Parasite é sutil na forma com vai montando suas peças. O objeto apresentado como símbolo de esperança e bem-estar futuro acaba adquirindo outra nuance muito diferente. Exemplo disso é como a dona da casa rica cria um caso sem sentido sobre a posição de cadeiras para seu jardim.

 

Existe até uma interação muito forte entre o primeiro e o último ato. Com uma reflexão sobre o acesso à luz solar. Antes e depois do ato final. Basicamente um contraste entre esperança e medo.

 

Bong Joon-ho tem uma longa história com filmes que contam histórias com monstros. E em Parasite isso não é exceção. Aqui eles são humanos.

 

Siga o meu conselho ao menos uma vez. Assista ao filme.

Ele está em cartaz em sessão especial sabe onde?

 

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Parasita fez história · 10/02/2020 - 05h25 | Última atualização em 10/02/2020 - 05h41

Oscar 2020 | Conheça os vencedores!


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A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA revelou, neste domingo (9), os vencedores do Oscar 2020. Ao todo, são 24 categorias.

Com notícias do canal TNT Brasil.

O prêmio deste ano teve um apresentador fixo e contou com diversos nomes que conduziram a cerimônia, como Keanu Reeves, Mark Ruffalo, Natalie Portman e Mahershala Al.

Parasita fez história e levou o prêmio mais importante da noite, de Melhor Filme, e também Melhor Diretor, Melhor Roteiro Original e Melhor Filme Internacional.

 

Veja a lista completa abaixo.

 

Melhor Filme

Ford vs Ferrari

O Irlandês

Jojo Rabbit

Coringa

Adoráveis Mulheres

História de um Casamento

1917

Era uma vez Em… Hollywood

Parasita

 

Melhor Atriz Coadjuvante

 

Laura Dern – História de Um Casamento

Scarlett Johansson – Jojo Rabbit

Florence Pugh – Adoráveis Mulheres

Margot Robbie – O Escândalo

Kathy Bates – O Caso de Richard Jewell

 

Melhor Ator Coadjuvante

 

Tom Hanks – Um Lindo Dia na Vizinhança

Anthony Hopkins – Dois Papas

Al Pacino – O Irlandês

Joe Pesci – O Irlandês

Brad Pitt – Era Uma Vez… em Hollywood

 

Melhor Animação

 

Toy Story 4

Link Perdido

Como Treinar o Seu Dragão 3

Perdi Meu Corpo

Klaus

 

Melhor Curta Animado

 

Dcera (Daughter)

Hair Love

Kitbull

Memorable

Sister

 

Melhor Roteiro Original

 

Entre Facas e Segredos

História de Um Casamento

1917

Era Uma Vez Em… Hollywood

Parasita

 

Melhor Roteiro Adaptado

 

O Irlandês

Jojo Rabbit

Coringa

Adoráveis Mulheres

Dois Papas

 

Melhor Curta em Live-action

 

Brotherhood

Nefta Football Club

The Neighbors Window

Saria

A Sister

 

Melhor Design de Produção

 

1917

Era Uma Vez Em… Hollywood

O Irlandês

Jojo Rabbit

Parasita

 

Melhor Figurino

 

O Irlândes

Jojo Rabbit

Coringa

Adoráveis Mulheres

Era uma vez em… Hollywood

 

Melhor Documentário

 

Democracia em Vertigem

For Sama

Indústria Americana

The Cave

Honeyland

 

Melhor Documentário em Curta-Metragem

 

In The Absence

Learning to Skateboard In a Warzone (If You’re A Girl)

Life Overtakes Me

St. Louis Superman

Walk Run Cha-Cha

 

Melhor Edição de Som

 

1917

Ford vs Ferrari

Coringa

Era Uma Vez… em Hollywood

Star Wars: A Ascensão Skywalker

 

Melhor Mixagem de Som

 

Ad Astra

Ford vs Ferrari

Coringa

1917

Era Uma Vez… Em Hollwood

 

Melhor Direção de Fotografia

 

1917

Era Uma Vez Em Hollywood

Coringa

O Irlandês

O Farol

 

Melhor Edição

 

Ford vs Ferrari

Parasita

Jojo Rabbit

Coringa

O Irlandês

 

Melhor Efeito Visual

 

Vingadores: Ultimato

O Irlandês

Star Wars: A Ascensão Skywalker

Rei Leão

1917

 

Melhor Maquiagem

 

O Escândalo

Malévola: A Dona do Mal

Coringa

Judy

1917

 

Melhor Filme Internacional

 

Corpus Christi

Honeyland

Dor e Glória

Parasita

Os Miseráveis

 

Melhor Trilha Sonora Original

 

Coringa

Adoráveis Mulheres

História de Um Casamento

1917

Star Wars: A Ascensão Skywalker

Melhor Canção Original

Toy Story 4 – “I Can’t Let You Throw Yourself Away”

Rocketman – “I’m Gonna Love Me Again”

Breakthrough – “I’m Standing With You”

Frozen 2 – “Into the Unknown”

Harriet – “Stand Up”

 

Melhor Diretor

 

Martin Scorsese – O Irlandês

Todd Phillips – Coringa

Sam Mendes – 1917

Quentin Tarantino – Era uma vez Em… Hollywood

Bong Joon-Ho – Parasita

 

Melhor Ator

 

Antonio Bandeiras – Dor e Glória

Leonardo DiCaprio – Era Uma Vez… em Hollywood

Adam Driver – História de um Casamento

Joaquin Phoenix – Coringa

Jonathan Pryce – Dois Papas

 

Melhor Atriz

 

Cynthia Erivo – Harriet

Scarlett Johansson – História de um Casamento

Saoirse Ronan – Adoráveis Mulheres

Charlize Theron – O Escândalo

Renée Zellweger – Judy – Muito além do Arco-Íris

 

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    DC/Warner

 

Margot Robbie é o sociopata mais legal com quem você gostaria de sair e explodir coisas em “Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa”.


 

Esta resenha não contém spoilers, tudo mencionado, foram assistidos nos trailers.


 

O “Esquadrão Suicida” azedou um pouco na boca, mas graças a ele que conhecemos Harleen Quinzel em 2016, quando ela era a namorada violentamente obediente do Coringa; “Aves de Rapina” oferece uma verdadeira mistura dessa “vilã” da DC Comics em toda a sua glória carismática e complicada. Ao detalhar a história de origem da personagem e estabelecer sua própria franquia, a diretora Cathy Yan realiza a tarefa complicada de misturar sequências de ação elaboradas com desenvolvimento convincente de personagem, de nos transportar para uma Gotham City ricamente específica, mas com a cultura certa. Além disso, a diretora deixou diversas referências, variando de Bernie Sanders a Tweety Bird e Frida Kahlo.


 

Desde a sua abertura animada, o filme de Cathy Yan é uma explosão, cheio de energia e força irresistível. E Robbie, em sua versatilidade aparentemente interminável, enfrenta todos os desafios em um papel que é tão exigente fisicamente quanto verbalmente. Ela é positivamente infecciosa no caos colorido que cria.


 

Robbie brilha no centro do filme como a recém-solteira Harley Quinn – seja ela fazendo uma rapsódia sobre um sanduíche no café da manhã com bacon e ovo para curar sua ressaca ou emergindo de uma nuvem de brilho e fumaça cor de arco-íris em câmera lenta, com um sorriso malicioso. Mas Robbie recebe grande ajuda de uma variedade diversificada e talentosa de co-estrelas, incluindo Jurnee Smollett-Bell, exibindo convincentemente uma das heroínas mais ferozes da DC, a cantora Canário Negro. As duas são o foco principal do filme dentro da minha perspectiva. O roteiro de Christina Hodson (Bumblebee) é uma celebração do Girl Power, de mulheres descobrindo e aprimorando seus poderes para se apoiarem em um mundo onde os homens as decepcionam – ou pior. São damas que se alegrarão em oferecer um laço de cabelo antes de partirem para a batalha juntas.


 

Mas, depois de um emocionante primeiro ato com seu humor autorreferencial, gráficos explosivos e narração inteligente, “Aves de Rapina” arrasta-se no meio, à medida que salta no tempo e estabelece as histórias de fundo para as várias “Aves” com os quais Harley se unirá. Isso parece meio inevitável quando se passa por um processo de criação de novos personagens dentro de uma franquia em expansão, mas ao introduzir cada personagem, o ritmo perde um pouco a velocidade e fluidez.


 

Além de Canário Negro, a cantora de boate cuja voz libera ondas sonoras avassaladoras, há Mary Elizabeth Winstead como a Caçadora divertidamente estoica e socialmente desajeitada, que passou toda a sua vida treinando para se vingar com uma besta. Renee Montoya, de Rosie Perez, é um pouco subdesenvolvida como uma ex-detetive de polícia de Gotham City que está lutando contra seus demônios, enquanto encontra um novo objetivo como vigilante. E Ella Jay Basco traz um naturalismo ao papel da adolescente Cassandra Cain, que as reúne quando rouba o MacGuffin do filme – um diamante valioso – que deveria ser entregue ao chefe da máfia Roman Sionis, também conhecido como Máscara Negra (Ewan McGregor).


 

O diamante não é tão importante quanto a liberdade recém-descoberta de que todas não desfrutaram em vida. Trabalho, relacionamentos e circunstâncias que as mantiveram pressionadas e presas por muito tempo. O título se refere à emancipação da Harley, mas todas as cinco mulheres sentem como é abrir caminhos novos em seus próprios termos. O momento não poderia ser mais adequado nesta era pós-# MeToo, e o tom de “Aves de Rapina” parece um sopro de boas-vindas após o “Coringa” complexo e sério de 2019.


 

E o filme é um deleite visual consistente. Matthew Libatique, o habitual diretor de fotografia de Darren Aronofsky, dá a Gotham City um brilho frio e esfumaçado, tanto para fazer as cores de Harley vibrar como para criar diversos elementos visuais. Nesse sentido, o figurino de Erin Benach (Drive, Demônios de Neon, Nasce Uma Estrela) é um chute no meio da cara, e não apenas para Harley em sua ampla variedade de brincadeiras divertidas. Mas sutilmente em todo o filme, a cena da Renee Montoya de Perez usando uma camiseta que é tão absurdamente profana e ao mesmo tempo divertida. E McGregor desfila em blazers de veludo em tons dourados e uma coleção de luvas com monograma para proteger suas mãos de todo o trabalho sujo que ele faz. O cara quando faz papéis de personagens com distúrbio se transforma num monstro, Máscara Negra é um dos melhores vilões da DC no cinema.


 

Algumas das opções musicais não foram felizes, no entanto. Joan Jett & the Blackhearts cantando “I Hate Myself for Loving You” estremecem quando Harley finalmente segue sua vida após o término com Coringa. "Barracuda" do Heart explode durante um confronto final entre Harley e sua equipe contra o Máscara Negra e o exército de caras furiosas que ele reuniu. Esperei mais da trilha sonora do filme, já que é algo constante em todo o filme.


 

Mas Cath Yan foi sábia em deixar as cenas de luta acontecerem, em vez de fornecer uma falsa sensação que os filmes de ação hoje fazem nas edições. Elas simplesmente deixou o espectador apreciar todo o atletismo e arte que uma coreografia exige. Essas Aves realmente voam e o futuro para elas parece promissor. Agora é esperar a reação do público e bilheteria, mas por mim, aqui estamos diante de uma boa franquia que a DC deveria investir.

 

“Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa” está em cartaz:

 

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A Galeria Passando Arte traz em fevereiro uma mostra com obras e reproduções do versátil artista plástico piauiense Avelar Amorim. A exposição "Corralindra" contempla trabalhos inspirados em paisagens do interior do estado, além de detalhes do mundo natural, retrato com temática sacra e de personalidades da música como Gal Costa e Amy Winehouse. 

 

A valorização do regional é evidenciada por meio dos títulos de seus trabalhos e mostras que trazem o modo de falar local, também conhecido como "piauiês". Por isso sua exposição chama-se "Corralindra". As técnicas utilizadas pelo artista são óleo sobre tela e pintura acrílica. Mas ele também usa o papel para criar maravilhosas "aquarelas". Amorim explora bem as texturas, as cores vivas e intensas e os degradês suaves em composições que vão desde as formas orgânicas ao figurativo expressionista. 

 

 

Natural do município de Miguel Alves, Avelar já figura entre os artistas mais renomados do Piauí, tendo realizado diversas exposições ao longo dos últimos 20 anos, quando conquistou premiações pelo Salão de Artes Plásticas de Teresina.

 

Sua atuação, porém, não é exclusiva à área das artes plásticas. Ele é professor de arte na Universidade Federal do Piauí (UFPI) e tem trabalhos como ator, sendo diretor do Grupo Mosay de Teatro.

Se você ficou curioso para conhecer a obra desse grande artista ou se você ainda não teve a alegria de conhecer, não deixe essa oportunidade passar. A galeria fica no 4º andar do prédio-passarela da Med Imagem, localizada na Rua Paissandú, 1862, Centro de Teresina. 

Galeria Passando Arte

A galeria Passando Arte tem como objetivo abraçar a arte piauiense e divulgar os artistas locais, além de promover a cultura em geral. Todo mês é realizada uma exposição, selecionada por uma curadoria fixa.

Os artistas que desejarem ter suas obras divulgadas podem enviar o portfólio do seu trabalho para o e-mail: passandoarte@gmail.com.

 

 

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    Reprodução/Divulgação

 

Considerado um dos maiores espetáculos religiosos do país, a Paixão de Cristo de Floriano inicia os ensaios e trabalho no começo do ano, em janeiro. Por conta da grandiosidade do espetáculo, que acontece dias 10 e 11 de abril, no Teatro Cidade Cenográfica, às 20h, tudo precisa ser feito com antecedência e organização. O elenco, que conta com mais de 100 atores, inclui ainda Kadu Moliterno, Raphael Viana, Ana Cecília Costa e Miguel Rômulo.

 

"Esse ano tivemos algumas modificações em algumas cenas, que estão mais compactas, mais dinâmicas e mais rápidas. As mensagens estão mais claras, então estamos nos adaptando a esse processo", disse Alison Rocha, diretor da Paixão de Cristo.  Ele conta que os ensaios são intensos, principalmente por conta do grande número de atores que integram o elenco principal e secundário. 

 

O diretor explica ainda que "a leitura da Bíblia é uma leitura complexa, e esse ano a adaptação ficou de mais fácil entendimento com as mudanças feita pelo Crispim, responsável pelo texto".

 

Interpretando João Batista no espetáculo, Wemerson Carvalho está bastante envolvido com os ensaios. "Eles são extremamente importantes para o nosso desenvolver em cena e por causa deles conseguimos melhorar nosso desempenho em cena", explicou o ator, que ano passado interpretou o discípulo Bartolomeu. Segundo ele, a receptividade dos outros membros do grupo Escalet é importante para o resultado final. Apesar de ansioso, Wemerson está preparado para o desafio durante os dois dias de Paixão de Cristo. 

 

Com entrada gratuita, o evento conta com patrocínio da Secretaria de Cultura do Estado do Piauí/Secult, Governo do Estado do Piauí, Governo Federal, Lei Rouanet. Apoio do Credishop, Armazém Paraíba e Ferroleste. Realização do Grupo Escalet de Teatro.

 

Confira fotos do ensaio:

 

 

Mais informações:

www.paixaodecristopi.com.br

Telefones e whatsApp – (89) 99978 6996 – (89) 99419 1989 – (89) 99419 1808

e-mail: cesarcrispim@yahoo.com.br

instagram - @grupoescalet

facebook – Grupo Escalet de Teatro

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Evento especial e gratuito! · 07/02/2020 - 08h39 | Última atualização em 07/02/2020 - 19h17

III Mostra de Cinema Artes de Março acontece de 5 a 11 de março


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Um dos maiores festivais de arte e cultura do Piauí, o Artes de Março, abre sua programação com a 3ª edição da Mostra de Cinema Artes de Março. Entre os dias 5 e 11, os Cinemas Teresina exibirão gratuitamente um filme por dia, em sessão única às 19h30, e no domingo (08), também uma matinê às 10h30.

 

 

Em 2020 a III Mostra de Cinema Artes de Março será dedicada ao cinema italiano. A programação contará com oito filmes, englobando uma variedade de gêneros. Na abertura, dia 05, após a exibição de ‘Michelangelo Infinito’, acontece um bate-papo sobre a importância do cinema italiano na Sétima Arte, com o Cônsul da Itália Gabor de Zagon e o produtor executivo da 8 ½ Festa do Cinema Italiano, Tommaso Mottironi.

 

Gabor de Zagon entrou para carreira diplomática em 2013, começando a trabalhar na Direção Geral para os Italianos no Exterior e Políticas Migratórias do Ministero degli Affari Esteri em Roma, na área de assistência consular. Durante a Copa do Mundo Fifa de 2014 e as Olimpíadas do Rio de Janeiro em 2016, exerceu o cargo de Vice-Cônsul no Consulado do Rio de Janeiro. A partir de 29 de dezembro de 2016 é Cônsul da Itália em Recife.

 

Tommaso é editor, cineclubista e produtor cultural. Para surprir à falta de distribuição comercial do cinema italiano contemporâneo, em 2014 trouxe para o Brasil o festival internacional itinerante 8 ½ Festa do Cinema Italiano. Atualmente o festival está presente em 16 cidades brasileiras, visto por mais de 20 mil espectadores, não parando de crescer no panorama das mostras cinematográficas internacionais no Brasil. Em 2020, a 8 ½ Festa do Cinema Italiano entra também no circuito do Cinemas Teresina.

 

No encerramento, dia 11, mais um bate-papo sobre a importância dos clássicos do cinema, com Giscard Luccas, sócio-diretor e curador da distribuidora de filmes FJ Cines, especializada em filmes clássicos há mais de 50 anos. Ele organizou as exibições do centenário de Ingmar Bergman no Brasil, em 2019, a retrospectiva completa inédita de Luchino Visconti, e em 2020 encabeça as exibições do centenário de Federico Fellini. Ator e produtor na Cia de teatro De Feitos, especializada em teatro infantil.

 

A programação da Mostra ainda inclui uma homenagem a um dos mais importantes diretores de cinema do mundo, Federico Fellini, que completaria 100 anos em 2020. Serão exibidos três filmes deste Mestre do Cinema: ‘A Doce Vida’, ‘8 ½’ e ‘Os Boas Vidas’.

 

Já da cinematografia mais recente da Itália, teremos os filmes: ‘Paro quando quero’ [Smetto quando voglio]; ‘Caravaggio – A alma e o sangue’ [Caravaggio anima e sangue]; ‘Em guerra por Amor’ [In Guerra per amore]; ‘Lúcia cheia de Graça’ [Troppa grazia] e ‘Michelangelo infinito’ [Michelangelo infinito].

 

Para participar da Mostra, basta ir até a bilheteria dos Cinemas Teresina e solicitar o passaporte. Os ingressos serão entregues no dia da exibição de cada filme.

 

Programação:

05/Março, 19h30

MICHELANGELO INFINITO [Michelangelo infinito]

Direção: Emanuele Imbucci

Documentário | 1h35 | 2018

 

06/Março, 19h30

EM GUERRA POR AMOR [In Guerra per amore]

Direção: Pif

Comédia romântica | 1h39 | 2016

 

07/Março, 19h30

PARO QUANDO QUERO [Smetto quando voglio]

Direção: Sydney Sibilia

Comédia policial | 1h45 | 2014

 

08/Março, Matinê adulta, 10h30

A DOCE VIDA [La dolce vita]

Direção: Federico Fellini

Drama | 2h53 | 1960

 

Sessão Noturna, 19h30

8 ½ [8 ½]

Direção: Federico Fellini

Drama | 2h18 | 1963

 

09/Março, 19h30

CARAVAGGIO - A ALMA E O SANGUE [Caravaggio anima e sangue]

Direção: Jesus Garcés Lambert

Documentário | 1h30 | 2018

 

10/Março, 19h30

LÚCIA CHEIA DE GRAÇA [Troppa grazia]

Direção: Gianni Zanasi

Comédia dramática | 1h50 | 2018

 

11/Março, 19h30

OS BOAS VIDAS [I vitelloni]

Direção: Federico Fellini

Comédia dramática | 1h44 | 1953

 

 

Saiba mais:

 


Fonte: Cinemas Teresina
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Reveja os concorrentes · 06/02/2020 - 21h20

Filmes do Oscar estão de volta aos Cinemas Teresina


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Neste final de semana acontece a maior premiação do cinema mundial, o Oscar 2020. Para  deixar os teresinenses por dentro da premiação, os Cinemas Teresina trazem de volta os principais filmes concorrentes. Além disso, tem pré-estreia de ‘Instinto’ e estreia nacional de ‘Judy - Muito Além do Arco-íris’.

 

‘Instinto’ terá exibição no domingo (09), às 10h30. No suspense, Nicoline (Carice van Houten), uma psicóloga experiente, inicia um novo emprego em uma instituição penal, apesar de ter resolvido nunca mais voltar à psiquiatria. Ela conhece Idris (Marwan Kenzari), um homem inteligente com um distúrbio de personalidade antissocial e narcisista, que cometeu uma série de crimes sexuais graves. Após cinco anos de tratamento, ele está prestes a fazer sua primeira liberdade condicional desacompanhada.

 

 

‘Judy - Muito Além do Arco-íris’ retrata os anos finais da vida de Judy Garland. Com a carreira em baixa, Judy (Renée Zellweger) aceita estrelar uma turnê em Londres, por mais que tal trabalho a mantenha afastada dos filhos menores. Ao chegar ela enfrenta a solidão e os conhecidos problemas com álcool e remédios, compensando o que deu errado em sua vida pessoal com a dedicação no palco.

 

Oscar 2020

Os concorrentes ao Oscar que estão de volta à tela do Cinemas Teresina são: ‘Parasita’; ‘O Farol’; ‘Dor e Glória’; ‘Coringa’; ‘1917’; ‘Os Miseráveis’ e ‘Era Uma Vez em...Hollywood’.

 

Em ‘Parasita’, toda a família de Ki-taek está desempregada, vivendo num porão sujo e apertado. Uma obra do acaso faz com que o filho adolescente da família comece a dar aulas de inglês à garota de uma família rica. Fascinados com a vida luxuosa destas pessoas, pai, mãe, filho e filha bolam um plano para se infiltrarem também na família burguesa, um a um. No entanto, os segredos e mentiras necessários à ascensão social custarão caro a todos.

 

‘O Farol’ se passa no início do século XX. Thomas Wake (Willem Dafoe), responsável pelo farol de uma ilha isolada, contrata o jovem Ephraim Winslow (Robert Pattinson) para substituir o ajudante anterior e colaborar nas tarefas diárias. No entanto, o acesso ao farol é mantido fechado ao novato, que se torna cada vez mais curioso com este espaço privado. Enquanto os dois homens se conhecem e se provocam, Ephraim fica obcecado em descobrir o que acontece naquele espaço fechado, ao mesmo tempo em que fenômenos estranhos começam a acontecer ao seu redor.

 

No drama ‘Dor e Glória’, Salvador Mallo (Antonio Banderas) é um melancólico cineasta em declínio que se vê obrigado a pensar sobre as escolhas que fez na vida quando seu passado retorna. Entre lembranças e reencontros, ele reflete sobre sua infância na década de 1960, seu processo de imigração para a Espanha, seu primeiro amor maduro e sua relação com a escrita e com o cinema.

 

O enredo de ‘Coringa’, Arthur Fleck (Joaquin Phoenix) trabalha como palhaço para uma agência de talentos e, toda semana, precisa comparecer a uma agente social, devido aos seus conhecidos problemas mentais. Após ser demitido, Fleck reage mal à gozação de três homens em pleno metrô e os mata. Os assassinatos iniciam um movimento popular contra a elite de Gotham City, da qual Thomas Wayne (Brett Cullen) é seu maior representante.

 

No filme ‘1917’, os cabos Schofield (George MacKay) e Blake (Dean-Charles Chapman) são jovens soldados britânicos durante a Primeira Guerra Mundial. Quando eles são encarregados de uma missão aparentemente impossível, os dois precisam atravessar território inimigo, lutando contra o tempo, para entregar uma mensagem que pode salvar cerca de 1600 colegas de batalhão.

 

Já ‘Os Miseráveis’ traz Stéphane (Damien Bonnard), um jovem que acaba de se mudar para Montfermeil e se junta ao esquadrão anti-crime da comuna. Colocado no mesmo time de Chris (Alexis Manenti) e Gwada (Djibril Zonga), dois homens de métodos pouco convencionais, ele logo se vê envolvido na tensão entre as diferentes gangues do local.

 

Por fim, em ‘Era Uma Vez em...Hollywood’, Rick Dalton (Leonardo DiCaprio) é um ator de TV que, juntamente com seu dublê, está decidido a fazer o nome em Hollywood. Para tanto, ele conhece muitas pessoas influentes na indústria cinematográfica, o que os acaba levando aos assassinatos realizados por Charles Manson na época, entre eles o da atriz Sharon Tate (Margot Robbie), que na época estava grávida do diretor Roman Polanski (Rafal Zawierucha).

 


Fonte: Cinemas Teresina
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Já começou! · 06/02/2020 - 21h02 | Última atualização em 07/02/2020 - 19h17

Artes de Março resgata a diversidade da “Geração 90”


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Os anos de 1990 foi uma época de pluralidade de estilos musicais, dança, moda, cinema e arte, que contemplavam todos os gostos e particularidades, além de ser a década da inauguração do Teresina Shopping. E nessa pegada de nostalgia e valorização de toda uma década, “Geração 90” será o tema de um dos maiores festivais de cultura de Piauí, o Artes de Março. A escolha faz um resgate da riqueza cultural de toda uma geração que se consagrou e que tem perpassado os anos, por meio da música, do cinema, de exposição e de dança.

 

Para abrir a programação com chave de ouro, entre os dias 5 e 11 de março acontece a III Mostra de Cinema Artes de Março. Dessa vez, quem chega às telas dos Cinemas Teresina são os melhores filmes do cinema italiano. Todas as sessões serão gratuitas e prometem encantar os telespectadores.

 

O evento ainda promove uma exposição com os 50 melhores desenhos selecionados no concurso de desenhos, que tem como tema “Geração 90 Musical”. As inscrições, gratuitas, encerram no dia 17 de fevereiro e os participantes precisam criar seus desenhos sobre o cenário musical dessa época, inspirando-se em alguns gêneros característicos como o axé, sertanejo, pagode e o POP, por exemplo.

 

A programação musical desta edição inicia no dia 8 de março, data em que também se comemora o Dia Internacional da Mulher, por isso o evento é a oportunidade ideal para celebrar a data. As atividades seguem até o dia 20. A programação imperdível terá artistas locais e nacionais de muitos gêneros e estilos da década de 90 como rock, pagode, POP, sertanejo, forró. A programação completa será revelada em breve pelo Teresina Shopping.

 

 


Fonte: Teresina Shopping
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    Reprodução

 

Quase duas semanas após revelarem a capa, a editora Shueisha e a Viz, responsável pela publicação da Shonen Jump no ocidente, lançaram o aguardado Death Note: Special One-Shot. E os fãs podem celebrar, já que o capítulo extra da famosa série de mangá e anime pode ser lido gratuitamente, em inglês.

Para conferir, é simples: basta acessar a página da publicação no site da Shueisha ou através do aplicativo oficial Manga Plus, disponível para dispositivos móveis.

A história, que foi escrita por Tsugumi Ohba e ilustrada por Takeshi Obata, conta com 87 páginas e se passará depois dos acontecimentos do mangá original. Vale notar que, como o nome indica, este é um One-Shot, ou seja, um capítulo único e não uma nova série da franquia.

O mangá original de Death Note foi lançado em 2003 e terminou em 2006, mesmo ano em que ganhou uma versão anime. A JBC publicou a obra no Brasil, e o anime está disponível na Netflix, que também tem dois filmes live-action: a versão japonesa e a americana. A Crunchyroll tem onze episódios de dorama que adaptam a obra.

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Racismo no Cinema · 03/02/2020 - 21h14 | Última atualização em 03/02/2020 - 21h45

Após receber prêmio, Joaquin Phoenix critica a falta de diversidade no Bafta 2020


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    Reprodução

 

O Bafta 2020 aconteceu na noite do último domingo (2) e premiou os filmes escolhidos pelos votantes da Academia Britânica de Artes do Cinema e Televisão.

Joaquin Phoenix foi o grande ganhador na categoria Melhor Ator por sua performance em Coringa, dirigido por Todd Phillips e, ao subir ao palco para receber a estatueta, Phoenix fez um discurso sobre a falta de diversidade entre os indicados ao  Bafta deste ano. O ator chegou a dizer que “sinto conflitado porque vários colegas atores que merecem, não tem o mesmo privilégio”. “Acho que mandamos uma mensagem bem clara às pessoas não-brancas que elas não são bem-vindas”, continuou o ator que apontou entender ser “parte do problema”.

“Nós temos que fazer um trabalho duro para entender o racismo sistêmico. Acho que é obrigação das pessoas que criaram, perpetuam e se beneficiam deste sistema opressor, acabar com ele”, defendeu Joaquin Phoenix.

Veja o momento abaixo.

 

 

O  Bafta recebeu diversas críticas pela falta de diversidade entre os seus concorrentes, principalmente por ter indicado apenas pessoas brancas nas categorias de atuação (saiba mais).

A polêmica acabou se espalhando nas redes sociais e até mesmo uma hashtag ficou entre os assuntos mais comentados do Twitter: #Baftassowhite, algo como “Bafta muito branco”, em tradução livre. Os usuários pontuaram que apenas atores brancos foram indicados nas categorias de atuação e, ao todo, menos de cinco pessoas negras e pouquíssimos asiáticos foram lembrados pela Academia, mesmo em um ano com Parasita e The Farewell concorrendo.

Depois da Academia ter se pronunciado sobre a polêmica, a organização da premiação anunciou que passará por mudanças no método de indicações das categorias. Entenda mais aqui.

Apesar de ter recebido 11 indicações ao Bafta 2020, Coringa levou apenas três prêmios: Melhor Ator, Melhor Elenco e Melhor Trilha Sonora. 

Veja legendado:

Iriamos fazer a lista dos vencedores, mas acreditamos que o Bafta em 2020 foi de fato uma premiação que deu privilégio apenas artistas brancos.

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Duas versões do crime · 03/02/2020 - 21h10

Assista ao trailer dos filmes do caso Von Richthofen


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Os filmes A Menina que Matou os Pais e O Menino que Matou meus Pais, baseados nos depoimentos de Suzane von Richthofen e Daniel Cravinhos durante o julgamento do assassinato dos pais dela, ganharam um trailer nesta segunda-feira (3).

A prévia intercala cenas dos dois filmes, contrapondo as versões apresentadas por Suzane  (Carla Diaz) e Daniel (Leonardo Bittencourt).

O pôster oficial também foi divulgado. Veja abaixo.

    (Reprodução)

 

No elenco estão Carla Diaz (Suzane von Richthofen), Leonardo Bittencourt (Daniel Cravinhos), Allan Souza Lima (Cristian Cravinhos), Leonardo Medeiros (Manfred von Richthofen), Vera Zimmermann (Marísia von Richthofen), Debora Duboc (Nadja Cravinhos), Augusto Madeira (Astrogildo Cravinhos) e Kauan Ceglio (Andreas von Richthofen).

Como já esclarecido desde o anúncio de A Menina que Matou os Pais, a produção do longa não tem nenhuma relação com Suzane Von Richthofen ou Daniel Cravinhos. O roteiro se baseia inteiramente nos depoimentos presentes nos autos do processo. Com isso, nenhum dos envolvidos no caso receberão dinheiro pelo filme.

Ambos os longas contam com a direção Mauricio Eça (Apneia) e os roteiros são assinado por Illana Casoy, criminóloga, escritora e especialista em serial killers, junto com Raphael Montes, escritor brasileiro de literatura policial. A dupla de roteiristas também é responsável por Bom Dia, Verônica, nova série brasileira da Netflix.

A estreia simultânea de A Menina que Matou os Pais e O Menino que Matou meus Pais acontecerá em 2 de abril de 2020 e serão exibidos em sessões alternadas nas mesmas salas de cinema.

Com notícias do Jovem Nerd.

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Confira Programação! · 02/02/2020 - 11h11 | Última atualização em 02/02/2020 - 11h32

Em prévia de carnaval, Bailinho do Teresina shopping garante diversão para toda família


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Os amantes das festas carnavalescas já têm programação garantida. Foliões de todas as idades poderão curtir o Bailinho de Carnaval do Teresina Shopping nos dias 09 e 16 de fevereiro. Já tradicional no calendário de atividades da cidade, o Bailinho é um espaço para as mamães, papais, titios, vovós e toda a criançada aproveitar os dias da folia mais animada da capital.

Evento totalmente gratuito, o Bailinho acontece na Praça de Eventos II. A programação inclui a Trupe Carnavalesca, que garante muita dança e animação; Trombone & Cia, com muitas marchinhas; Anima Kids, repleto de brincadeiras, além de pinturas de rosto e os personagens mais amados pelos pequeninos e até pelos adultos.

Roraima, do Terê Kids, destaca que o público presente será invadido por uma programação que inclui lindas marchinhas, brincadeiras, dança e muita alegria. “Para o público infantil, apresentaremos músicas que já fazem parte do dia a dia das crianças, como Palavra Cantada e Mundo Bita, tudo em ritmo de carnaval. Teremos também as saudosas e eternas marchinhas, que serão escolhidas a dedo para esse público”, comenta.

Ele ainda explica que Terê Kids é uma das versões da banda Terê Groove. “Na sua formação, ela apresenta e assina em cada ritmo versões diferentes da música popular brasileira, como Terê Samba, Terê Junina, Terê Choro, Terê frevo e Terê Kids”, explica Roraima.

E com um repertório também nostálgico, com as marchinhas que marcaram a história do carnaval, Karolina Araújo, produtora da Trupe Carnavalesca, frisa que o intuito é permitir que todos sejam contagiados pela magia da festa. “Será uma hora e meia de apresentação, que também incluirá muitas músicas infantis, sendo 100% frevo. O público pode esperar reviver toda a magia, cantar e dançar muito ao som das melhores músicas que marcaram época!”, enfatiza Karolina.

Já para os adultos tem programação especial na Praça de Alimentação do piso superior. Emyllia Santos, Piauí Samba e Cilane Belizário é quem comandam a festa. Dos pequeninos aos adultos, ninguém vai ficar parado, por isso prepara a fantasia e vem cair na folia do Teresina Shopping!

 

 

Programação:

DIA 09/02
PRAÇA DE ALIMENTAÇÃO 2
13h00 – Piauí Samba

PRAÇA DE EVENTOS II
16h00 – Anima Kids
17h00 – Trombone & Cia
18h00 – Terê Kids

DIA 16/02
PRAÇA DE ALIMENTAÇÃO 2
13h00 – Emyllia Santos
18h30 – Cilane Belizário

PRAÇA DE EVENTOS II
16h00 – Anima Kids
17h00 – Trombone & Cia
18h00 – Trupe Carnavalesca


Fonte: Teresina Shopping
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Veja como votar! · 30/01/2020 - 14h30 | Última atualização em 30/01/2020 - 15h33

Banda de rock de Teresina precisa de seu voto para tocar no Lollapalooza Brasil 2020!


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    Reprodução

 

A banda teresinense JSRocks, que além do trabalho Autoral faz homenagens a grandes nomes do rock Nacional e internacional. A banda nasceu da ideia de Joselam Santana de formar um projeto de Rock, pra apresentar suas músicas, tocar suas influências nacionais das décadas de 80 e 90 e viajar por diferentes décadas com versões de bandas internacionais dos anos 50 até os anos 90.

E eles foram selecionados para disputar uma vaga e tocar no LOLLAPALOOZA BRASIL.

Para conseguir essa grande oportunidade, a banda precisa de nosso voto para se classificar entre as 50 bandas que disputarão a chance de abrir o festival, no mesmo dia em que o Guns N' Roses tocará.

E para votar é simples, clique aqui.

 

Agenda da Banda:


01/02 La Ville - debaixo da ponte JK

07/02 TV o Dia - programa o melhor de tudo 

07/02 Saloon Pub - Nossa senhora de Fátima

22/02 Skinna da pizza - bairro esplanada

27/02 Programa cidade viva - TV cidade verde

28/02 The House - Petrônio Portela - Primavera

01/03 Box86 - Coelho de Resende - Marquês

 

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Estreias da Semana · 30/01/2020 - 14h13 | Última atualização em 30/01/2020 - 15h15

Bad Boys e Arlequina estão de volta na telona dos Cinemas Teresina


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Muita ação na telona dos Cinemas Teresina. Nesta cinemasmana dois sucessos estão de volta: ‘Bad Boys Para Sempre’ e Arlequina em ‘Aves de Rapina’. Além disso, tem pré-estreia no domingo (02) de ‘Os Miseráveis’ e lançamentos nacionais.

 

    Reprodução/Divulgação

 

Em ‘Bad Boys Para Sempre’, terceiro episódio das histórias dos policiais Burnett (Martin Lawrence) e Lowrey (Will Smith), eles devem encontrar e prender os mais perigosos traficantes de drogas da cidade.

 

 

‘Aves de Rapina - Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa’, terá exibição de pré-estreia na quarta-feira (05), às 21h. No filme Arlequina (Margot Robbie), Canário Negro (Jurnee Smollett), Caçadora (Mary Elizabeth Winstead), Cassandra Cain e a policial Renée Montoya (Rosie Perez) formam um grupo inusitado de heroínas. Quando um perigoso criminoso começa a causar destruição em Gotham, as cinco mulheres precisam se unir para defender a cidade.

 

 

Outra pré-estreia é ‘Os Miseráveis’, Stéphane (Damien Bonnard) é um jovem que acaba de se mudar para Montfermeil e se junta ao esquadrão anti-crime da comuna. Colocado no mesmo time de Chris (Alexis Manenti) e Gwada (Djibril Zonga), dois homens de métodos pouco convencionais, ele logo se vê envolvido na tensão entre as diferentes gangues do local.

 

 

O drama nacional ‘Açúcar’ é mais uma novidade essa semana. Na trama, Bethânia Wanderley (Maeve Jinkings) não gosta do cenário rural da Zona da Mata, mas precisa voltar ao lugar onde nasceu, um decadente engenho de cana-de-açúcar, para impedir que os antigos trabalhadores do canavial tomem conta das terras. Confrontada pelo líder da associação, Zé (José Maria Alvez), e Alessandra (Dandara de Morais), que passa a ser faxineira da casa para vigiar a sinhazinha, Bethânia terá que lidar com o seu passado e os seus preconceitos.

 

 

Também estreia o terror ‘Os Órfãos’. No filme, Kate (Mackenzie Davis) é uma jovem professora contratada para trabalhar como governanta na mansão de um homem rico. Na casa, localizada em Essex, nos arredores de Londres, vivem também Flora (Brooklyn Prince) e Miles (Finn Wolfhard), sobrinhos órfãos de seu patrão. No entanto, ela logo percebe que no local existem outros moradores, não necessariamente vivos.

 

 

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Fonte: Cinemas Teresina
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Oscar 2020 · 28/01/2020 - 12h34 | Última atualização em 28/01/2020 - 21h31

Crítica | 1917 transforma a guerra mais inútil da história em um conto de heroísmo poderoso


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Sam Mendes ganhou no sábado (25) o prêmio do Sindicato dos Diretores de Hollywood (DGA Awards) por seu trabalho na direção de "1917". O evento é um dos principais termômetros do Oscar. Ao receber o prêmio, a produtora Pippa Harris disse: "Nestes tempos de divisão e conflito em todo o mundo, eu realmente espero que [1917] seja apenas um lembrete para nunca tomarmos como garantida a paz que todos herdamos".


 

Historicamente o filme é fiel aos eventos da Grande Guerra? O filme do diretor e roteirista Sam Mendes se baseia na cultura pop de filmes de guerra que já dura um século e que representou corretamente a Primeira Guerra Mundial como um trabalho duro e sangrento, mas ele depois transforma esse material em um cenário para uma história simples que é realmente sobre um herói relutante que supera uma série de obstáculos para salvar o dia. A fotografia é do lendário diretor de fotografia Roger Deakins e encenado para aparecer como uma tomada quase ininterrupta. O filme é uma maravilha técnica, mas todo o seu estilo está a serviço de tornar emocionante e bonita uma guerra que era uma grande mentira. E Sam Mendes extrai exatamente as lições erradas da Primeira Guerra Mundial, transformando uma farsa que desperdiçou a vida de mais de 20 milhões de homens como pano de fundo para o triunfo de um deles.


 

Está com dúvidas ainda sobre a Grande Guerra? Leia este artigo bem didático sobre o que aconteceu de fato: "A Primeira Guerra Mundial e a execução da memória"


 

O filme conta a história sobre dois soldados britânicos ordenados a atravessar o território inimigo para avisar um coronel de que ele está prestes a liderar centenas de tropas, incluindo o irmão de um dos protagonistas, em uma armadilha – tudo é contando sobre a ótica dos dois soldados com muitas referências sobre a importância da família, especialmente para aqueles que são leitores das obras do escritor Erich Maria Remarque. Existe Lance Schofield (George MacKay) que parece ter feito algo heroico no Somme, mas não usa a medalha que recebeu por isso. Ele é acredita que a guerra não levou nada de bom para ninguém. E temos Blake (Dean-Charles Chapman), um cabo de lança que ainda não fez nada de importante nas trincheiras e acredita que agora é sua chance.


 

É uma história sombria, tensa e que pega de cheio logo nos primeiros minutos de filme. Não existe humor, apenas nuances negras do que poderia ser algo engraçado – existe uma cena em que Lance fura a mão no arame e logo em seguida, a mão machucada afunda dentro de um dorso de um alemão apodrecendo no meio das trincheiras.


 

A história de 1917 é sobre Schofield procurar alguma coragem que ainda resta dentro de si mesmo. Desde o início dessa missão, quando Blake (mais jovem e impetuoso) insiste em sair durante o dia para chegar ao irmão mais cedo, em vez de esperar pela cobertura da noite, ele é basicamente um escoteiro clássico do início do século XX, cheio da crença no sistema que iniciou aquela guerra. Quando uma armadilha deixada em uma trincheira alemã abandonada deixa os dois em risco de serem enterrados no subsolo, Blake carrega o ferido Schofield e salva sua vida. Blake morre até de uma maneira perfeitamente honesta, tentando salvar um piloto alemão caído, que o apunhala.


 

Blake serve para que Schofield se reconheça e se reencontre. MacKay vem trazendo personagens nos últimos anos carregados de drama e profundidade. Que ator incrível e com um futuro primoroso. Dean-Charles depois de Game of Thrones não parou mais de fazer filmes dramáticos e históricos. Para quem não sabe, esse jovem ator é experiente, já vem trabalhando na TV e Cinema desde 2007. São atores que entregam o que 1917 apresenta.


 

Embora existam momentos em que o filme sugere que a guerra pode ter revelado qualidades em alguns homens, os britânicos apesar de tudo, sempre são mostrados durante o filme e pelos historiadores da Grande Guerra como pessoas boas. Um grupo de soldados que achou Schofield depois da morte de Blake, no começo, não se importam com ele, mas logo depois que o caminhão que os transportavam atola na lama, eles se reúnem para ajudá-lo a superar essa última dificuldade. Quando o deixam no lado de fora da vila de Ecoust (Écoust-Saint-Mein, França), o capitão Smith (Mark Strong), que ajudou Schofield, avisa: “Se você conseguir chegar ao coronel MacKenzie, verifique se há testemunhas.” " São ordens diretas, senhor ", ressalta Schofield. Smith responde: “Eu sei. Mas alguns homens querem apenas lutar.” Mesmo essa bondade inerente dos soldados ingleses que o filme mostra diversas vezes, ele também é pontual em mostrar o lado sombrio humano durante uma guerra.


 

Em uma adega em Ecoust, onde Schofield encontra uma francesa escondida com um bebê que salvou, Schofield recita um pouco do poema de Edward Lear, de 1871, “The Jumblies”, para acalmar a criança: “Eles foram para o mar em uma peneira… Em uma peneira, eles foram para o mar” Essa inclusão deste poema pode parecer à primeira vista ser sobre a loucura da missão de Blake e Schofield. Certamente, como os marinheiros da história, eles estão condenados. Mas, em um final improvável como o de 1917, o poema completo culmina em sucesso para os tolos que acreditam. Essa cena é sobre o poder da fé de Blake em sua missão – uma fé tão forte que leva Schofield a superar sua própria relutância e, eventualmente, a um resultado que é nada menos que milagroso.


 

O plot do filme – o momento que revela Schofield como o verdadeiro herdeiro do valor de Blake e confirma a convicção do filme de que o heroísmo é possível mesmo em uma grande confusão de guerra – é a cena mais ridícula? do filme. Desarmado e protegido apenas pela armadura da trama, Schofield atravessa um campo de batalha aberto, esquivando-se de bombas, balas e seus companheiros soldados britânicos. Isso foi loucura! Só no filme mesmo para que isso tenha dado certo. Quando ele chega a MacKenzie (Benedict Cumberbatch) e tenta entregar as novas ordens do general, o oficial fica momentaneamente irritado. Pensei por um minuto: “Oh meu Deus, e se ele realmente não aceitar a ordem?”?" Isso poderia ter sido um final verdadeiro para esse conflito, mas 1917 não é esse filme. MacKenzie chama seus soldados de volta.


 

O fato de Schofield não impedir que toda a tragédia se desdobre – apenas uma parte dela – parece quase irrelevante. Mas ele conseguiu. Por exemplo, Dunkirk, de Christopher Nolan, apesar de não ser totalmente "anti-guerra", foi excepcional ao descrever um fracasso: a evacuação das tropas britânicas do território que eles esperavam manter. Apesar de todos os seus tiros e artilharia pesada, Dunquerque (nome em português) mostra que a guerra também pode significar impotência. 1917 oferece uma fantasia em linhas opostas: que uma guerra, mesmo que sem sentido, oferece camaradagem aos homens muito além do que está disponível para os civis – junto com a chance de fazer uma diferença real. E essa mensagem foi dada na obra de Sam Mendes.


 

Sam Mendes escreveu e dirigiu um filme de aventura baseado no que seu avó falou para ele sobre a Grande Guerra? É cinema, amigos.


 

O legado de 1917 pode ser o mesmo daqueles marinheiros de "The Jumblies". No final do poema sem sentido de Lear (eu li e achei horrível), os marinheiros retornaram em segurança para casa, “crescidos” e cheios de histórias, e são recebidos com um banquete. Os espectadores, inspirados, tiram a conclusão óbvia demais: “Nós também iremos para o mar em uma peneira”. Mesmo assim, 1917 é uma obra cinematográfica sobre guerra sem defeitos. 1917 quer prestar homenagem ao que temos de melhor, mas também fala às partes de nós que querem ver um herói emergir de uma guerra sem sentido, dando assim a essa fraude maldita que a Grande Guerra foi um sentido para ter acontecido.


Saiba mais.


 

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Concorrendo ao Oscar 2020 · 24/01/2020 - 11h41 | Última atualização em 24/01/2020 - 13h04

Crítica | Parasite é um dos melhores filmes da história


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    Arte: Leonardo Santamaria

 

O escritor e diretor sul-coreano Bong Joon-ho não faz o que você chamaria de “filmes de gênero”, mesmo que seus filmes anteriores incluíssem modos aparentemente familiares de expressão cinematográfica, como o policial da cidade pequena (Memories of Murder – Salinui chueok, 2003), um filme de monstros no estilo kaiju (The Host, O Hospedeiro, 2006), uma aventura de ficção científica distópica (Snowpiercer, Expresso do Amanhã, 2013) e uma fábula sobre direitos dos animais (Okja, 2018). Seria também bem incorreto dizer que os filmes de Bong parodiam a noção de gênero, ou a desconstroem, ou prestam homenagem ao estilo pastiche (obra literária ou artística em que se imita abertamente o estilo de outros escritores, pintores, músicos etc.). Em vez disso, o que diferencia Bong de todos os outros diretores que consigo imaginar é a capacidade desconcertante de seus filmes se transformarem suavemente, em um filme e, às vezes, em uma cena, de um estilo cinematográfico reconhecível para outro, perdendo gêneros à medida que perdem sua utilidade como narrativa. O conceito mais apropriado para falar desse diretor tão incrível seria como uma cobra deslizando para fora de sua pele.


 

A analogia do mundo animal e natural não é acidental. O estilo sempre variável de Bong pode ter uma qualidade orgânica, como se seus filmes fossem mais cultivados do que feitos, mesmo que suas tramas sejam frequentemente intricadamente estruturadas. Dentro de uma entrevista que pesquisei para escrever esta resenha, eu descobri que ele começa tudo no storyboard, fazendo cada cena obsessivamente, mas que, uma vez que o cenário sai do papel e é construído, ele oferece aos atores amplo espaço para improvisar e experimentar coisas novas durante as filmagens. Essa mistura de métodos poderia explicar o senso simultâneo de ordem e vitalidade de seus filmes. Como Alfred Hitchcock, ele é um mestre em manipular o sistema de resposta fisiológica do público, capaz de aproveitar nossas reservas naturais de piedade, medo, ansiedade e empatia enquanto aumenta e diminui nossa frequência cardíaca à vontade. Mas seus personagens nunca são meros símbolos ou peças em um tabuleiro de jogo.


 

Parasite, talvez o melhor filme que Bong já tenha feito, começa como um drama social realista sobre uma família pobre que luta para encontrar trabalho na moderna Seul. Ao final de suas duas horas e 11 minutos, ele terá percorrido humor negro, sátira social, suspense e uma pitada de humor que é bem comum dentro de suas obras. Durante todo o tempo, a compreensão e o apego do público aos personagens centrais se aprofunda tanto que seus destinos finais nos atinge com a força da tragédia. Parasite também funciona como um recorte selvagem sobre a desigualdade econômica e a violência infligida pelo capitalismo, mas aborda esses temas com uma inteligência tão astuta que algumas pessoas inteligentes estão deixando passar.


 

O apertado apartamento no subsolo, onde encontramos os Kims (São tipo Silva no Brasil), nos diz tudo o que precisamos saber sobre suas circunstâncias. Esta família de quatro pessoas vive uma em cima da outra, em meio a pobreza e milhares e milhares de vasilhas de comida, insetos e roupas penduradas para secar. O banheiro é apenas uma privada alta e aberta. A única maneira de obter um sinal de Wi-Fi é ficar erguendo o celular pela casa tentando roubar sinal dos vizinhos. Para ganhar dinheiro, os Kims dobram caixas de entrega para uma cadeia de pizzas da região que moram, mas mesmo esse trabalho está sempre à beira de ser cancelado. Se eles erram ou trabalham devagar para entregar as caixas, sempre há alguém que pode dobrar as caixas melhor e mais rapidamente.


 

Um dia, o filho da família Kim, Ki-woo (Choi Woo-shik), um esperto aluno formado do ensino médio que não teve dinheiro para bancar sua faculdade, é indicado por um amigo para trabalhar como tutor de inglês para a filha de uma família rica, os Parks (são tipo Bragança no Brasil). Em sua primeira visita à casa dos Parks – um complexo elegante e projetado por um arquiteto famoso – Ki-woo vê uma abertura para a vida de sua família mudar, e os Kims começam a traçar um plano para se infiltrar na casa. (Os outros Kims são interpretados, todos de forma excelente, por Park So-dam, Jang Hye-jin e pelo lendário ator sul-coreano Song Kang-ho.) Em pouco tempo, toda a família Kim está vivendo e trabalhando para os Parks na relação simbiótica sugerida pelo título do filme – mas quem é parasita de quem exatamente?


 

A primeira hora de Parasite tem a energia de uma comédia, enquanto os Kims trabalham juntos para projetar sua aquisição da casa e da fortuna da família rica. Depois de uma cena selvagem (bebem e comem toda a comida da casa) onde os Kims fazem uma festa na mansão – enquanto os Parks estão fora em um acampamento – uma reviravolta chocante coloca ambas as famílias sob uma luz diferente. E força os Kims a enfrentar um conjunto inteiramente novo de problemas práticos e éticos.


 

A segunda metade do filme começa juntar todas as peças e colar toda a trama, começando com um desastre natural espetacularmente organizado que deixa o beco que os Kims chamam de lar atolado na lama, merda e sujeira até o pescoço. Logo depois, os segredos que ambas as famílias têm escondido, além de outros segredos anteriormente desconhecidos para ambas, ameaçam vir à tona em um cataclismo de violência há muito adiada e emocionalmente orquestrada. Eu estou escrevendo as coisas em superlativos porque os plots de Parasite é de cair o C* do chão de tão espetacular, meus amigos!


 

Bem, eu não vou escrever mais sobre isso, é melhor assistir você mesmo. E se já assistiu, veja novamente. Bong Joon-ho aqui é o maestro que lhe mostra o aquilo que você quer saber do jeito que ele quer que você saiba. Parasite não é o tipo de alegoria de classe que configura um grupo de caracteres como um filme fácil de se assistir. Por mais inconscientes e exploradores que possam ser os Parks, também são uma família real, com desejos e disfunções próprias. Bong é especialmente perspicaz em dissecar a dinâmica patriarcal na família rica, onde a existência da mãe protetora e a dependência financeira de seu marido, magnata da tecnologia, fazem dela um alvo fácil para golpistas como os Kims. A crítica do capitalismo que surge ao longo da história de Parasite é ampla, profunda e, ao final do filme, dolorosamente não resolvida. Não há satisfação nos plots da família Kim, apenas a exposição de um sistema que coloca famílias e indivíduos uns contra os outros em uma impiedosa competição por recursos cada vez menores.


 

Parasite trabalha em um nível como uma alegoria ecológica. A casa e o jardim elegantes e caros dos Parks são um tipo de Éden da Ambição Humana, mas cujo luxo tem um imenso custo oculto. No final de Parasite, o público está desconfortavelmente ciente de nossa cumplicidade com um sistema econômico que permite que essas divisões de classe profundas governem nossas vidas e estruturam nossas interações cotidianas. E nossos corações partem para os Kims e os Parks num final vibrante e assustador.


 

Simplesmente um dos filmes mais importantes dos últimos dez anos do cinema e ele nem é Americano! Parabéns ao cinema sul-coreano que já vem há décadas se destacando, eu como apreciador de novelas deste país acompanho muita produção de lá, por isso, não foi surpresa alguma Parasite ser tão impecável e poderoso.

 

Leia também: Filmes | Os maiores fracassos de bilheteria da década

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Passou o filme do Bispo Edir · 22/01/2020 - 16h02 | Última atualização em 22/01/2020 - 16h41

“Minha Mãe é Uma Peça 3” se torna maior bilheteria do cinema nacional


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Com os R$ 13,7 milhões registrados no último final de semana, o filme Minha Mãe é uma Peça 3, protagonizado pelo ator Paulo Ricardo, que interpreta a Dona Hermínia, bateu a marca histórica de R$ 137,9 milhões em bilheteria. Mais de 8,7 milhões de pessoas já assistiram ao filme.

 

O longa desbancou a cinebiografia do bispo Edir Macedo, Nada a Perder, que até então era a maior arrecadação do cinema nacional, com R$ 120 milhões de renda durante seu período em cartaz.

Paulo Gustavo comemorou o record do filme em seu perfil no Instagram.

 

 

 

No terceiro filme da série, Dona Hermínia se vê muito sozinha e precisa lidar com o tédio de viver em uma casa vazia. Ela sente saudade de ser mãe e tenta se envolver ao máximo na vida dos filhos que estão formando novas famílias: Marcelina (Mariana Xavier) está grávida e Juliano (Rodrigo Pandolfo) vai casar.

 

Minha Mãe é uma Peça 3 está em cartaz:

 

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Venha passar raiva novamente! · 21/01/2020 - 14h00 | Última atualização em 21/01/2020 - 18h03

Filmes | Os maiores fracassos de bilheteria da década


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Hype é uma gíria usada para definir algo que está sendo muito repercutido, chamando a atenção das pessoas. Hype também pode ser usado para definir o sentimento quando as pessoas estão muito entusiasmadas sobre algo.

Nas últimas décadas o cinema americano entendeu como funciona isso e hoje a máquina de hype de Hollywood pode ser bastante eficaz. Milhões e milhões de dólares são investidos na promoção de um filme para que ele atraia público para as salas de cinema o mais rápido possível. Mesmo com um serviço qualificado quanto é o trabalho dos filmes americanos de se venderam para as massas, as vezes a coisa não funciona. Se o filme entregado na telona falhar, nem todos os efeitos especiais caros e propaganda de marketing no mundo serão suficientes para salvá-lo.

Desde que a era de ouro do cinema de super-heróis começou com o advento do Universo Cinematográfico da Marvel, as empresas de marketing dos estúdios andam com um mercado cada vez mais movimentado, competitivo e caro. Levar filmes (heróis, grandes franquias, adaptações) para o cinema demanda tempo, dinheiro, muito dinheiro e um produto que consiga vender para o público. E conseguir esse público empolgado ir para o cinema, é a chave para seu sucesso, mas também significa que, quando eles fracassam, deixam um gosto extra de merda na boca dos fãs que inevitavelmente vão para as mídias sociais em massa para sarcasticamente se perguntar o que todo esse hype era.

De 2010 até 2019, foi uma era exagerada para o cinema blockbuster, principalmente para esses filmes abaixo que fizeram um estrondo ensurdecedor de marketing e que entregaram um balão gigante, porém, vazio para nós.

Conheça os filmes mais hypados da década que foram simplesmente uma tragédia e um prejuízo sem tamanho para seus estúdios e enganou todo mundo com seus trailers da década passada.

Essa lista é baseada nos filmes que eu assisti. Tem outros filmes fora da lista que queira adicionar? Existe um espaço chamado “Comentários” que serve para isso. Todos os filmes estão com os nomes em sua versão brasileira.

 

O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio


 

 

Destino Sombrio tinha todos os ingredientes para renovar uma das franquias mais importantes do cinema. Ignorando os filmes mais ruins da série, trouxe de volta o produtor James Cameron e a estrela Linda Hamilton, apresentou um elenco de jovens estrelas e foi dirigido pelo muito competente Tim Miller (Deadpool). O filme teve uma campanha de marketing maciça, e o Twitter explodiu de elogios após as primeiras exibições. Mas sua primeira semana foi uma tragédia.

Destino Sombrio se tornou um dos maiores fracassos de bilheteria no cinema de 2019, recebendo apenas US $ 261 milhões contra um orçamento de US $ 185 milhões. A teoria predominante e que eu escrevi: o público mais jovem simplesmente não se importava (Exterminador 2 de 1991, ao qual Destino Sombrio vem como uma sequência direta), e o público principal da franquia de espectadores mais velhos simplesmente não foi suficiente. Podem esquecer a franquias dos anos 80 e 90 que o futuro é outro.

 

Linda Hamilton, Arnold Schwarzenegger, Natalia Reyes, e Mackenzie Davis em Exterminador do Futuro: Destino Sombrio (2019)
Linda Hamilton, Arnold Schwarzenegger, Natalia Reyes, e Mackenzie Davis em Exterminador do Futuro: Destino Sombrio (2019) 

 

Liga da Justiça

 

 

Até hoje, eu só assisti esse filme uma vez e foi porque paguei pelo ingresso no cinema.

A Liga da Justiça (2017) deveria ter sido um sucesso de bilheteria. Claro, o Batman v Superman: Dawn of Justice do ano anterior teve um desempenho ruim para DC/Warner (na verdade, eles ficaram irritadíssimos com o Zack Snyder), uma vez que apresentou os maiores ícones das empresas juntas pela primeira vez e não deu certo. A Liga trouxe quase todo mundo para o cinema, incluindo Batman de Ben Affleck, Mulher Maravilha de Gal Gadot, Ezra Miller de Flash, Cyborg de Ray Fisher e Superman de Henry Cavill. Infelizmente, problemas levantaram os nossos olhos antes da estreia do filme, quando o diretor Zack Snyder foi forçado a deixar a produção devido a uma tragédia familiar.

Sem diretor, alguém teve a incrível ideia de trazer Joss Whedon, dos Vingadores, para terminar o filme e, de acordo com alguns relatos, ele refez mais da metade do filme – e, ao fazer isso, alterou drasticamente a narrativa original que Zack havia imaginado e gravado. Você sente as vistas quais cenas o Snyder fez e quais o Whedon teve que costurar. Esse filme é uma tragédia. A Liga da Justiça custou US $ 300 milhões, e alguns relatórios colocam o número verdadeiro (após as refilmagens de Whedon) para quase 400 milhões. Mesmo lançando uma campanha de marketing massiva, o filme precisaria arrecadar cerca de um bilhão de dólares em todo o mundo apenas para se pagar. De alguma forma, porém, o primeiro filme da Liga no cinema ganhou apenas US $ 658 milhões nas bilheterias do mundo todo, e seu fracasso levou a uma correção maciça de curso para o Universo Estendido da DC. Os fãs pedem até hoje que o corte de Snyder seja lançado, o que parece altamente improvável de acontecer.

No final o filme, apesar de ter momentos incríveis, é uma bagunça e o efeito especial do bigode do Super é uma tragédia.

 

Ben Affleck, Jason Momoa, Gal Gadot, Ezra Miller, e Ray Fisher em Liga da Justiça (2017)
Ben Affleck, Jason Momoa, Gal Gadot, Ezra Miller, e Ray Fisher em Liga da Justiça (2017) 

 

 

Pan

 

O Pan foi lançado em 2015, conta a história de origem de Peter Pan com um orçamento de US $ 150 milhões e lançado durante o período que antecedeu a temporada de férias no cinema americano, o marketing do filme fez tudo, bombardeando o público com spots, comerciais, brinquedos e vendendo um filme com efeitos especiais nunca visto até ali. Além disso, a produção ostentava um elenco de estrelas que incluía Hugh Jackman, Rooney Mara, Amanda Seyfried e Cara Delevingne, e sua versão atualizada de uma história clássica parecia que era sucesso garantido.

Infelizmente para o estúdio Warner Bros., dois fatores significativos frustraram esse plano: as crianças realmente não se importaram com a origem de Peter Pan, e o filme em si não é bom. Os críticos o detonaram por sua narrativa fraca e dependência excessiva de CGI, para não mencionar algumas opções criativas altamente questionáveis (“Smells Like Teen Spirit” do Nirvana, cantado por um bando de piratas fanáticos não foi uma escolha inteligente). Sem contar que Perdido em Marte e Hotel Transilvânia 2 entraram nos cinemas na mesma época e provaram ser o prego no caixão de Pan, que nem chegou perto de recuperar seu orçamento com uma receita global de US $ 128 milhões.

 

 

 

Ben-Hur

 

 

Alguém lembra que teve um remake de Ben-Hur em 2016? Pois teve. O Ben-Hur de 1959, um épico bíblico estrelado por Charlton Heston, foi o filme mais caro já feito na época, com os maiores cenários já criados para uma produção cinematográfica; ganhou 11 prêmios da Academia e se tornou o segundo filme de bilheteria mais lucrativo da história, atrás apenas de E o Vento Levou. Sua sequência de corrida de carros com cavalos também estabeleceu um padrão para acrobacias nos filmes de Hollywood; ninguém poderia argumentar que o filme não era incrivelmente significativo e histórico para a indústria. Mas alguém pensou que com apenas US $ 100 milhões, um remake lotado de CGI seria uma boa ideia.

O remake chegou em um momento em que épicos históricos em geral estavam caindo nas bilheterias; seu marketing tentou reproduzir as sequências de ação e batalha para o público mais jovem, que estava muito mais interessado em assistir Homem de Ferro e Capitão América se digladiarem em Guerra Civil. Gastos adicionais de marketing destinados a chamar o público mais velho e religioso até que surtiu algum efeito, mas com uma imagem tão cara de produzir quanto Ben-Hur, isso simplesmente não foi suficiente. Ainda coloque um elenco de desconhecidos e críticas pesadas e selvagens ao filme, e você tem uma receita para um dos maiores fracassos de bilheteria de 2016, o filme deu um prejuízo final de US $ 120 milhões para os estúdios Paramount e MGM.

 

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O Cavaleiro Solitário

 

 

Antes que qualquer coisa sobre O Cavaleiro Solitário, eu gosto desse filme pra caramba, hein! Principalmente sua trilha sonora!

Mas o filme começou a mostrar que seria problemático bem antes do seu lançamento no cinema, o orçamento final do filme ficou alto demais até para Disney bancar, US $ 250 milhões até hoje – no auge dos blockbuster – é muito dinheiro investido para uma produção e as primeiras fotos promocionais de Johnny Depp como Tonto tiveram uma reação negativa em toda a Internet. O filme, destinado a atrair o tipo de público familiar que adorou Piratas do Caribe de Depp, estreou no início de julho de 2013 no vermelho. E a crítica? O negócio não foi fácil para o marketing do filme.

O filme foi uma tempestade de problemas; filmes westerns estão fora de moda desde 1970, Armie Hammer provou ser um ator que dá prejuízo (procura aí todos os filmes que ele fez depois de O Cavaleiro Solitário), e teve Meu Malvado Favorito 2 que levou todo mundo ao cinema, só para citar alguns. O Cavaleiro Solitário se tornou uma das maiores bombas do ano, arrecadando apenas US $ 260 milhões nas bilheterias do mundo e somando uma perda impressionante de US $ 190 milhões para a Disney, após despesas de marketing.

    Disney

 

Homens de Preto: Internacional

 

 

Bem, aqui todos somos unânimes que esse filme seria uma bomba. A ideia do filme foi dar uma continuação e quem sabe mais sequências para a franquia, seus trailers pareciam ótimos, e suas estrelas Chris Hemsworth e Tessa Thompson vinham do grande sucesso da Marvel. Thor: Ragnarok e Avengers: Endgame, no qual eles exibiram uma química cômica sem esforço, do tipo que parecia perfeito para um novo filme dos Homens de Preto. Homens de Preto: Internacional estreou contra praticamente nenhuma concorrência, e seu enorme impulso de marketing deveria ter dado certo. Deveria…

O primeiro final de semana conseguiu apenas 30 milhões de arrecadações, e de longe o mais baixo da história da franquia, e lutou para que uma bilheteria global de US $ 253 milhões. A Sony não teve mais prejuízo por ter dividido o financiamento com mais uma produtora, um acordo que pode ter impedido essa produção de se tornar o fim da franquia para sempre. Mas ainda assim, a Sony perdeu US $ 110 milhões.

 

Liam Neeson, Chris Hemsworth, e Tessa Thompson em Men in Black: International (2019)
Liam Neeson, Chris Hemsworth, e Tessa Thompson em Men in Black: International (2019) 

 

John Carter

 

 

Esse aqui quase levou a Disney a falência. Inúmeras tentativas foram feitas para adaptar os romances de Edgar Rice Burroughs, mas sem sucesso. A história era “Senhor dos Anéis” demais para investimentos pequenos. Publicado no início do século 20, os romances tratam de um veterano da Guerra Civil chamado John Carter, que é transportado para Marte, onde ele se vê envolvido em uma luta por recursos fraudulentos entre os habitantes do planeta.

Essa história foi um dos divisores de água para as legiões de obras de ficção científica que surgiram depois, e a adaptação do primeiro romance da Disney em 2012, poderia ter iniciado uma franquia de sucesso, se tivesse sido tratada adequadamente. Vamos ser francos, o filme em si não é ruim, mas seu enorme impulso de marketing fazia parte do problema. Os trailers eram vagos, cheios de ação, mas desprovidos de elementos da trama, não davam aos espectadores absolutamente nenhuma noção do que era a história ou por que deveriam se preocupar com isso; além de nomearam o filme como John Carter – a história original do filme é baseada no primeiro livro da série, A Princesa de Marte – soava genérico, e Taylor Kitsch não empolgou como protagonista. Aqui no Brasil, ainda tentaram aliviar colocando John Carter – Entre Dois Mundos, mas não ajudou em nada.

Se tem uma coisa legal do filme é sua trilha sonora feita pelo grande músico Michael Giacchino. Cara, é sensacional.

John Carter fez presidente entregar cargo, fechar todo um despertamento de marketing e foi a primeira vez que a formidável máquina de marketing da Disney falhou completamente. O filme custou US $ 250 milhões e arrecadou mundialmente US $ 284 milhões, assegurando que entraria na história como uma das maiores bombas de todos os tempos; após os custos de marketing, a maioria das fontes avalia a perda da Disney em cerca de US $ 200 milhões.

 

    Disney

 

A Múmia

 

 

Existem franquias que foram fracassos, escrevi duas nessa lista. E existe “A Múmia”, cujo fracasso condenou todo um universo cinematográfico. No papel, parecia uma coisa certa; um reboot sombrio e corajoso de uma franquia de filmes popular (lançada com o mesmo nome em 1999 liderado por Brendan Fraser), estrelando uma das estrelas mais lucrativas de Hollywood (Tom Cruise), abrindo-se contra uma concorrência inexistente e um orçamento incrível. Infelizmente, os filmes não são feitos no papel.

A relação orçamento / receita bruta do filme não foi tão ruim; custou US $ 125 milhões para produzir e ganhou US $ 409 milhões em todo o mundo. O Studio Universal, no entanto, precisava mais da margem de lucro. Como a empresa pretendia lançar seu Universo Sombrio interconectado, com todas as suas propriedades de monstros que tem, o estúdio investiu uma quantia irracional de marketing em A Múmia. As bilheterias domésticas mornas ilustravam o quão pesadamente as entradas futuras teriam que depender de retornos internacionais para serem lucrativas, e elas não teriam o benefício de Cruise vendendo o filme pelo mundo. No final, acabou sendo não apenas o primeiro filme no Universo Sombrio, mas o último. Em tempo de não perder mais dinheiro, a Universal, em parceria com a Blumhouse (Invocação do Mal), estão apostando em filmes de monstros de baixo orçamento e parece que está dando certo.

 

© 2017 – Universal Pictures
© 2017 – Universal Pictures 

 

Quarteto Fantástico

 

A Primeira Família da Marvel, o Quarteto Fantástico, mostrou-se notoriamente difícil de adaptar para o cinema, por incrível que isso possa parecer. Dois filmes produzidos pela Fox Studios em 2005 e 2007 tiveram bilheteria mediana e até geraram reações ainda mais medianas dos fãs (e estrelaram o futuro Capitão América Chris Evans como Johnny Storm), mas o reboot de Quarteto Fantástico de 2015 (inexplicavelmente estilizado como Fant4stic) ostentou o envolvimento de um jovem diretor (Josh Trank) e jovens atores (Michael B. Jordan, Miles Teller e Kate Mara), e a publicidade prometendo um filme mais sério e científico. Nunca fomos enganados tanto na vida.

Trank culparia a intromissão do estúdio, e o estúdio culparia Trank pelo destino do filme: fracasso absoluto, completo e lendário. O Quarteto Fantástico conseguiu algumas das piores críticas de praticamente qualquer filme de super-herói, e sua bilheteria global de US $ 167 milhões – insignificante para os padrões dos filmes de quadrinhos em geral e de cair o queixo para uma propriedade da Marvel – foi relatada como resultado de uma perda de cerca de US $ 60 milhões para a Fox. O filme foi simplesmente terrível, e deixou os telespectadores se perguntando se um dos principais times de super-heróis da Marvel era simplesmente inacessível.

 

© TM & © 2015 Marvel & Subs. TM and © 2015 Twentieth Century Fox Film Corporation.
© TM & © 2015 Marvel & Subs. TM and © 2015 Twentieth Century Fox Film Corporation. 

 

A Torre Negra

 

 

Precisei assistir esse filme para escrevê-lo na lista. Até agora não acredito como ele passou no corte dos investidores.

A obra-prima de Stephen King não tem sorte. Além disso, é complexa para uma adaptação de uma hora e meia de tela. Os estúdios Universal Pictures e Warner Bros. passaram anos desenvolvendo diferentes iterações do projeto; diretores J.J. Abrams e Ron Howard estavam juntos em vários pontos e, por algum tempo, parecia que o épico se estendia por vários filmes, além de uma série de TV. Em 2015, a Sony Pictures assumiu a tarefa de adaptar A Torre Negra em um único longa-metragem, deixando qualquer pessoa familiarizada com os romances de King intrigada sobre exatamente como isso funcionaria.

Pegar sete volumes, mais de 4000 páginas escritas e comprimir tudo em uma hora e meia de filme. Nossa, como daria certo!

Apesar de uma intrigante campanha de marketing centrada na presença carismática de Idris Elba no papel principal de Roland Deschain, o filme foi afundado em grande parte pelo anúncio boca a boca, que confirmou que era uma bagunça. Se fosse apenas uma bagunça seria legal, mas o filme é totalmente desnecessário e sem finalidade. Embora tenha sido modestamente orçado em US $ 60 milhões, as surpreendentes e ruins bilheterias globais da Torre Negra de US $ 113 milhões garantiram que a Sony sofresse uma perda enorme na imagem e que suas sequências planejadas nunca fossem concretizadas.

A Amazon comprou os direitos da obra para adaptar em série de TV, mas esta semana (escrevendo isso em 19 de Janeiro de 2020), o serviço de streaming desistiu do projeto. E A Torre Negra com sua magistral história segue sua maldição de não conseguir sair do papel.

Matthew McConaughey e Idris Elba em A Torre Negra (2017)
Matthew McConaughey e Idris Elba em A Torre Negra (2017) 

 

Independence Day: O Ressurgimento

 

 

O filme de ficção científica / ação de 1996, Independece Day, foi um clássico no qual alienígenas assassinos invadem a Terra para serem repelidos por um bando de heróis destemidos, A Fox Studios fez uma grana alta com ele na época, dirigido por Roland Emmerich. Ajudado pela estrela de Will Smith em sua bilheteria, o filme arrecadou US $ 817 milhões em todo o mundo; se uma sequência tivesse sido produzida nos poucos anos que se seguiram, quase certamente também teria dado muito certo. Infelizmente, a Fox decidiu esperar 20 anos para lançar Independence Day: Resurgence nos cinemas – e a enorme diferença entre os filmes era o menor dos problemas da sequência tardia.

Antes de mais nada, Smith não voltou a reprisar seu papel; segundo, o marketing do filme se concentrava em seus imensos cenários de ação pesados em CGI, prometendo um filme desprovido da personalidade do original. Seu lançamento no verão de 2016 lutava com Batman v Superman: Dawn of Justice e X-Men: Apocalypse, que também apresentavam grandes doses de destruição de CGI, e o sucesso da Pixar, Procurando Dory (em apenas sua segunda semana de lançamento) ainda estava devorando das bilheterias. O resultado foi previsível. Independence Day: O Ressurgimento registrou um fim de semana surpreendentemente fraco de US $ 41 milhões e uma arrecadação global de US $ 389 milhões. A presença de Smith teria revertido sua fortuna? Nunca saberemos.

 

© TM & © 2015 Twentieth Century Fox Film Corporation.
© TM & © 2015 Twentieth Century Fox Film Corporation. 

 

X-Men: Fênix Negra

 

Fênix Negra, foi lançada após a absorção dos estúdios pela Disney. Isso trouxe um problema sério no Marketing do filme; o público experiente sabia muito bem que os personagens do universo dos mutantes estavam prestes a serem reiniciados Universo Cinematográfico da Marvel. Além disso, a história da Fênix Negra – uma das mais populares de todas as histórias da Marvel – havia sido adaptada e atrapalhada antes, na bagunça de 2006 X-Men: O Confronto Final, e o escritor desse filme, Simon Kinberg, estava retornando não apenas para escrever Fênix Negra, mas para dirigir.

Eu escrevi um texto explicando os diversos problemas desse filme.

Meu amigo editor Rafael também escreveu um texto sobre o filme.

O final de Fênix Negra é um insulto para os fãs e não fãs de filmes de super-heróis. X-Men: Fênix Negra encerrou sua passagem pelos cinemas marcando como a pior arrecadação nas bilheterias da franquia dos mutantes. Considerando custos com marketing e distribuição, estimam-se que o longa tenha causado um prejuízo de US$ 120 milhões, uma despedida amarga da Fox aos mutantes, que agora são propriedade da Disney. Um dos piores momentos do cinema em 2019.

 

Escrevi esse texto originalmente no site da Quinta Capa.

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