Mais serviço de Streaming · 10/07/2020 - 13h54

É oficial: HBO Max chega a toda a América Latina em 2021


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Durante o anúncio do lineup criativo do serviço de streaming HBO Max hoje, a WarnerMedia confirmou o plano de expansão da plataforma para além dos EUA, começando pela “América Latina em 2021”. Essa informação não é nova e já havia sido confirmada pelo setor e ventilada pela própria empresa. Porém, com a contratação de Johannes Larcher (ex-Hulu) como executivo responsável pela operação, o conglomerado decidiu “oficializar” a notícia hoje.

Com notícias do Ligados em Séries.

Restava a dúvida se o Brasil estaria incluído na expansão por conta de uma pendência jurídica envolvendo a aquisição da participação acionária na HBO Brasil, mas como informamos mês passado isso já foi superado. Assim, não há nenhum impedimento para que o serviço de streaming chegue por aqui no ano que vem.

Vale lembrar, também, que a WarnerMedia já começou o processo de desativação do serviço HBO GO, que será descontinuado em julho nos EUA, para focar apenas na nova oferta. Ainda assim, assinantes dos planos HBO na TV poderão continuar a ter acesso ao conteúdo da HBO online (porém sem as produções da Warner/Max Originals). Além disso, é possível que a assinatura online do conteúdo da HBO continuará sendo vendida de forma isolada por meio de plataformas de terceiros como o Amazon Prime Video.

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A Amazon Prime e a Netflix, lançaram quase simultaneamente para hoje, 8,  os novos trailers da segunda temporada de duas das séries mais queridas da atualidade: The Boys e The Umbrella Academy.

 

The Umbrella Academy

 

 

A Netflix divulgou hoje o primeiro trailer da segunda temporada de The Umbrella Academy e mostra que mesmo que a família tenha voltado no tempo, o fim do mundo os seguiu e eles tem apenas 10 dias para evitar um desastre.

A música do vídeo é de Gerard Way, co criador da HQ e vocalista do My Chemical Romance, e é intitulada “Here Comes the End” ou algo como “Lá Vem o Fim”, em tradução livre.

A série é inspirada na HQ homônima escrita por Gerard Way e ilustrada pelo brasileiro Gabriel Bá.

A primeira temporada de The Umbrella Academy está disponível na Netflix. Os novos episódios chegam à plataforma no dia 31 de julho.

The Boys

 

A segunda temporada de The Boys ganhou um novo trailer dando uma prévia da história. Confira acima!

O primeiro ano de The Boys está disponível no catálogo da Amazon Prime Video. Já a segunda temporada estreia no dia 4 de setembro.

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Prevenção para doença de pele · 08/07/2020 - 11h24

Dermatologista dá dicas sobre cuidados com a pele em tempos de pandemia


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O uso frequente de álcool gel e água e sabão para limpeza das mãos aumentou, por isso é preciso ficar alerta para prevenir doenças de pele
 
Os cuidados com a saúde da pele devem ser constantes e sempre acompanhados por um especialista da área. De modo geral, a primeira recomendação é a utilização de protetor solar, indicado por um profissional que instruirá sobre o produto ideal para cada tipo de pele. Em tempos de pandemia da Covid-19, o uso frequente de álcool gel e bastante água e sabão para higienizar as mãos aumentou, por isso é fundamental estar atento a alguns cuidados para prevenir problemas.

    dermatologista do Grupo Med Imagem, Yuri Chaves,(Reprodução)


 
Frente a esse cenário, higienizar as mãos não só é importante, como é o recomendado. O dermatologista do Grupo Med Imagem, Yuri Chaves, explica que as limpezas são imprescindíveis, mas acabam por remover a barreira de proteção natural da pele. "Essa barreira protege contra agressões, irritações e alergias, por exemplo. Quando usamos esses produtos de limpeza a removemos e, assim, ficamos muito mais suscetíveis a problemas como dermatites de contato, nas unhas e aumento de umidade entre os dedos, o que pode causar micoses, por exemplo", diz o médico.
 
Para evitar que problemas assim apareçam, é recomendado a consulta com um especialista que poderá indicar um hidratante para mãos, específico para seu tipo de pele. Outra recomendação importante é sempre secar bem as mãos, inclusive, entre os dedos, para evitar umidade acumulada. Ao sentir qualquer irritação na pele ou constatar ferimentos, procurar um dermatologista é o ideal.
 
Outra aliada indispensável para uma boa saúde da pele é uma alimentação balanceada, que não difere da recomendação para a manutenção de uma boa saúde de modo geral. "A alimentação é importantíssima para tudo. Falamos que somos o que comemos e isso é verdade. Temos que evitar industrializados e comidas com alto teor glicêmico. Precisamos comer mais alimentos naturais, como frutas, verduras e vegetais. Sempre alimentos com baixo teor de gordura. A máxima que sempre falam, e eu concordo, é que temos que abrir menos e descascar mais", orienta o Dr. Yuri Chaves.
 
A ansiedade é uma realidade que tem aumentado muito durante esse período de isolamento, que é necessário e fundamental para o achatamento da curva da transmissão do vírus. "A ansiedade traz diversas predisposições psíquicas. A pele é o segundo órgão onde temos mais somatização de sintomas. Quando passamos por grandes estresses, acaba que esses transtornos podem gerar sintomas na pele. Existe uma gama enorme de doenças que podem surgir, como as dermatites, por exemplo", pontua o dermatologista.
 
Especialista reforça a necessidade de acompanhamento profissional
 
O principal alerta, seja em tempos de pandemia ou períodos normais, é para a não realização de procedimentos de maneira autônoma, sem instruções específicas de profissionais que cuidam da saúde da pele. "Vemos situações que nos deixam realmente assustados. Vi um vídeo, certa vez, de uma pessoa leiga ensinando a como fazer preenchimento labial, e isso é realmente arriscado. São procedimentos médicos que têm riscos de necroses, por exemplo", ressalta Dr. Yuri.
 
Além disso, o especialista ainda frisa que frequentemente pessoas fazem recomendações de cremes em suas redes sociais, o que não é aconselhável, já que cada pele tem suas especificidades. "Esse aumento de indicações tem muita relação com o confinamento, porque muitas pessoas ficam mais tempo conectadas à internet. Existem diversas formas de se tratar a pele, então não há uma receita. É importante consultar o dermatologista para esse cuidado", finaliza.
 
Buscar um profissional é a melhor forma de cuidar bem do maior órgão que reveste nosso corpo. Para evitar os riscos de exposição ao novo coronavírus, hoje é possível contar com o atendimento de telemedicina, que permite consultas virtuais em diversas especialidades, entre elas, a dermatologia.

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Saudades da Praia de Verão, né minha filha? Para matar um pouco da saudade, o Teresina Shopping realiza no dia 09 de julho a Live Solidária Praia de Verão. Será a partir das 18h com o grupo Melhor de Três com transmissão no canal oficial do shopping no YouTube, clique Aqui.

Dois dos maiores intérpretes do Piauí, Soraya Castelo Branco e Flávio Moura, se uniram a um dos maiores humoristas do Brasil, João Cláudio Moreno, que também é um grande cantor. Eis a composição de um grande projeto que vem encantando por onde passa no Brasil, o Melhor de Três.

Aliados a uma banda composta por grandes instrumentistas do estado, o trio surge com o propósito de trazer um repertório de exaltação ao Nordeste. O mais surpreendente é que o projeto é "mutante" e não será surpresa nos depararmos com o Melhor de Três Carnaval, Melhor de Três São João e demais gêneros musicais. Para a live do Teresina Shopping, o grupo traz um repertório autêntico "moda praia", alinhado a já consagrada Praia de Verão.

“Nesse período atípico e desafiador, é importante ter esses momentos de lazer e alegria que a música proporciona. A live é uma oportunidade para todos se sentirem e lembrarem da nossa Praia de Verão e além disso, também é uma forma de contribuir com uma causa importante. A ação solidária vai ajudar a Associação Casa Esperança e Vida que tanto precisa de apoio nesse momento”, afirma o Superintendente do Teresina Shopping, Fernando Oliveira.

Solidariedade

Durante a transmissão serão arrecadados alimentos, produtos para kits de higiene como máscaras de proteção e também doações em dinheiro. Os recursos serão todos doados para a Associação Casa Esperança e Vida de assistência a pessoas com câncer.

A instituição foi criada em 2009, com o objetivo de dar voz às pessoas que sofrem da doença no momento de tratamento. No local os beneficiados recebem assistência social com acesso a alimentos, suplementos, medicamentos, equipamentos necessários para o tratamento, terapias complementares e de apoio, palestras e orientações.

A Casa Esperança e Vida atende cidadãos em situação de vulnerabilidade social acometidos pelo câncer, de todas as faixas etárias, de crianças a idosos. 

 

 

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50 anos de carreira · 06/07/2020 - 13h45 | Última atualização em 06/07/2020 - 15h40

Morre compositor Ennio Morricone, aos 91 anos


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    Reprodução

 

O compositor e maestro Ennio Morricone, vencedor do Oscar por sua trilha de Os Oito Odiados em 2016, morreu aos 91 anos.

Segundo o Variety, o músico italiano morreu em Roma, após uma queda que causou uma fratura no quadril.

Morricone aparece creditado em 520 produções entre filmes de Hollywood, curtas, programas de televisão e mais. Somando 50 anos de carreira, o compositor trabalhou em clássicos como Três Homens em Conflito (1966), Era uma Vez no Oeste (1968), A Missão (1986) Os Intocáveis (1987) entre outros.

Em 1986, Morricone foi reconhecido mundialmente pela trilha de A Missão, que misturava diversos estilos e ganhou o BAFTA e o Globo de Ouro, mas perdeu o Oscar. A derrota não foi bem vista pelo público e frustrou o compositor, e as regras de avaliação da Academia foram alteradas após o acontecimento. Vinte anos depois, Morricone recebeu o Oscar pela música de Os Oito Odiados e um honorário pela trilha de 1986.

Em décadas mais recentes, o músico dedicou seu tempo à composição de músicas clássicas, incluindo uma homenagem para as vítimas do atentado de 11 de setembro e outros ataques terroristas, chamada Voci Dal Silencio.

Com notícias do NerdBunker.

Em sua homenagem deixo aqui um especial oficial de suas melhores canções:

 

 

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    Netflix

 

Ultimamente, a Netflix tem se inclinado bastante no reino da fantasia em suas recentes e futuras produções – The Witcher foi um sucesso; The Old Guard, dirigida por Gina Prince-Bythewood, estrelou Charlize Theron como uma mercenária imortal com poderes especiais; e a nova série Cursed, que estreia no final de julho, reimagina a lenda do rei Arthur do ponto de vista da Dama do Lago – e, em termos de puro escapismo, você realmente não pode reclamar que a fantasia não esteja na moda.

 


 

O novo investimento de fantasia da Netflix é Warrior Nun, um mundo onde a ciência e a religião têm uma aliança oscilante de freiras guerreiras portadoras de armas especiais tentando manter as forças do Inferno afastadas. A história é bizarra, mas é muito divertida, conta a história do amadurecimento de uma garota que involuntariamente é transformada numa guerreira lendária com poderes legais.


 

A vida de Ava (Alba Baptista) acabou literalmente. Tendo vivido em um orfanato espanhol durante a maior parte de sua jovem vida como uma tetraplégica após um terrível acidente de carro, por causa disso, ela passou a tomar diversos remédios para sobreviver, a causa de sua vida, acaba sendo sua morte, pois Ava tem uma overdose e morre por causa desses medicamentos e seu corpo é transportado para um necrotério.


 

Durante uma luta até a morte entre as forças das trevas perto desse necrotério, uma das freiras juramentadas da Ordem da Espada Cruciforme acaba se ferindo mortalmente e, um Halo de metal brilhante é removido de seu corpo moribundo e incorporado nas costas de Ava por segurança, já que ela estava morta, assim, a Ordem teria tempo de trazer a freira de volta a vida novamente, mas o que eles não esperavam é que esse Halo escolhe Ava lhe trazendo do mundo dos mortos.


 

Sem entender nada, Ava acaba fugindo e é perseguida por uma equipe de freiras da tal Ordem, Ava – uma não-crente – deve escolher entre viver uma vida normal (impossível) ou juntar-se à ordem (potencialmente mortal). Enquanto isso, uma brilhante cientista (Thekla Reuten) descobre uma forma de abrir um portal para outra dimensão que ela acredita ser o Céu, mas como já sabemos, esse negócio de abrir portais dimensionais nunca é uma coisa legal – e para criar e desenvolver essa tecnologia, ela usa artefatos antigos feitos do poderoso metal Divinium, que por acaso é a única coisa que pode matar uma freira guerreira.


 

O enredo é ótimo, com a maioria dos episódios iniciais levados a cabo pela indecisão de Ava entre juntar-se à ordem proibitiva de freiras ou escolher um grupo de jovens detetives que lideram uma mansão cujo líder – um jovem chamado, apropriadamente, JC (Emilio Sakraya) – o qual Ava tem uma queda.


 

Mas o que realmente faz a primeira temporada de Warrion Nun se destacar são as fantásticas coreografia de luta. Em termos de ação, eles sabiam o que estavam fazendo, colocando as freiras lutando contra capangas de segurança privada, demônios interdimensionais na forma de Decepticons gigantes e até entre si. Gosta das cenas de lutas de John Wick? Warrion Nun chegou perto de ser melhor, bem perto!


 

A série é baseada no quadrinho americano em estilo mangá Warrior Nun Areala, que foi criado por Ben Dunn em 1994. Na série de quadrinhos, Areala era uma Valquíria que renunciou a suas crenças pagãs em 1066 e aceitou Jesus Cristo como seu salvador, e desde então voltou a todas as gerações de guerreiros, escolhendo um avatar mortal para sustentar sua alma. A série é popular e controversa, alguns cristãos discordam dos quadrinhos que se apropriam de imagens católicas e outros ignorando o hábito da série de apresentar a Igreja Católica como uma força apenas para o bem histórico. A série da Netflix, por outro lado, ao dar poderes à freira guerreira a um personagem não-religioso, pode ser um pouco menos tendencioso, sugerindo que, neste universo, o Céu e o Inferno Cristão são de fato reais e permitem que Ava escolha seu caminho menos por causa de um dever exclusivo da Igreja Católica e mais por causa do respeito que ela sente por seus companheiros e pelo chamado para proteger seu mundo do mal em geral.


 

Podem assistir é muito divertido e você termina rápido. Amém para isso. Recomendo!

 

Saibam mais clicando aqui.

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Programação · 05/07/2020 - 08h11 | Última atualização em 05/07/2020 - 09h59

Globo exibe Con Air, King Kong e reboot de Caça-Fantasmas neste domingo (5)


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    Reprodução

 

A Rede Globo anunciou a programação de filmes para hoje,domingo, 5 de julho. Dentre os destaques estão Con Air - Rota de Fuga (1997), estrelado por Nicolas Cage, o King Kong (2005) de Peter Jackson, e reboot de Caça-Fantasmas (2016). Veja abaixo:

 

13H49 - CAÇA-FANTASMAS

 

Reboot da franquia clássica, Caça-Fantasmas traz um grupo de especialistas paranormais que lutam contra uma invasão fantasma na cidade de Nova York. A direção é de Paul Feig, e o elenco conta com Melissa McCarthy, Kristen Wiig, Kate McKinnon, Leslie Jones e Chris Hemsworth.

 

15H33 - KING KONG

 

 

Filme que trouxe o clássico dos monstros para o novo século, King Kong acompanha um grupo de cineastas e exploradores em expedição pela Ilha da Caveira, habitada por criaturas e protegida por um gorila gigante. A direção é de Peter Jackson, de O Senhor dos Anéis, e o elenco conta com Naomi Watts, Adrien Brody e Jack Black.

22H46 - BEM-VINDO À SELVA

 

Nesta comédia de ação, um grupo precisa contar com a ajuda de um ex-militar para sobreviver na selva. O elenco conta com Jean-Claude Van Damme e Adam Brody.

00H21 - CON-AIR - ROTA DE FUGA

 

 

Clássico de ação estrelado por Nicolas Cage, Con Air mostra um grupo de presidiários tomando controle de um avião, quando um homem em liberdade condicional tenta negociar com eles para sair vivo. Além de Cage, o elenco conta ainda com John Cusack, Steve Buscemi e John Malkovich.

 

02H13 - QUEBRANDO REGRAS 2

 

Na trama, quatro jovens americanos de contextos diferentes precisam aceitar suas diferenças quando se juntam à equipe de treino de um experiente lutador de MMA. O elenco conta com Michael Jai White, que também dirige, e também Evan Peters, Dean Greyser, Jillian Murphy.

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    Studio Ghibli, IMDB

 

A vida é simples. Os humanos que a tornam complicado. Ou, pelo menos, é assim que percebo as coisas ao longo do tempo. A Viagem de Chihiro (Spirited Away), uma das obras-primas de Hayao Miyazaki, é um dos poucos filmes em anime que vi realmente falando da sutileza e nas complexidades da vida.

 


 

A Viagem de Chihiro, claro, conta a história de uma garota, Chihiro, que fica presa em um parque temático abandonado e que se transforma em um mundo de espíritos e seres mágicos. Com seus pais misteriosamente transformados em porcos, ela acaba conseguindo um emprego naquela terra peculiar para devolver sua família ao mundo exterior a forma humana. O enredo é esse, simples, contando a aventura de uma jovem heroína que nunca sabemos o que ela quer de fato.


 

Encantador é o termo mais simples para resumir filmes de fantasia como esse. Eu poderia ir mais longe nos detalhes ricos, como tudo é bonito e meticulosamente desenhado, mas acho que você deve ver por si mesmo. Eu estava admirado com a inocência, a imaginação sincera e sem limites de todos os personagens e a história quando assisti pela milésima vez, a diferença é que agora estava com minha família. Um mundo cheio de seres estranhos.

 

    Studio Ghibli, IMDB


 

Mas, apesar da criatividade insondável, o que me atraiu foi a justaposição entre a beleza e a honestidade de nossa infância e o desânimo e as lutas que enfrentamos quando chegamos a idade adulta. A Viagem de Chihiro capturas encantadoras imperfeições da vida através das lentes de uma criança. Uma abundância de metáforas que espelham fortemente os sete pecados capitais da vida.


 

O enredo é carregado, destacando a primeiro a gula, quando testemunhamos os pais de Chihiro punidos pelo vício de devorar a comida de outra pessoa. Enquanto isso, o No Face atrai os trabalhadores com uma pilha de ouro, manifestando a ganância à força, incorporando o materialismo que causa nossos vícios e desorientações na vida.


 

Depois, há Yubaba, que desenvolve uma inveja azeda por riqueza e ira com seus hábitos destrutivos de temperamento e manipulação. Seu bebê é preguiçoso, passando a vida inteira sendo mimado por ela. Enquanto isso, seu braço direito, Haku, é condenado pelo orgulho, visível em seu isolamento verbal.

 

    Studio Ghibli, IMDB


 

Esse conto destaca-se na execução de duas perspectivas diferentes ao mesmo tempo e é importante reconhecer as duas jornadas, porque isso é realidade. Seu retrato de rotina, monotonia e tédio se entrelaça com nossas próprias vidas complexas: a ocupação constante, repetindo a mesma tarefa repetidas vezes, a vida perdendo seu significado.


 

Admiro como Miyazaki mostrou tudo através dos olhos de uma criança. Vemos tudo o que é esquecido. A teimosia, coragem, amor, generosidade e lealdade da criança que cria e equilibra as profundezas das narrativas subjacentes do filme. Há tantos momentos emocionantes e é isso que A Viagem de Chihiro quer que lembremos: viver nesses bons momentos.


 

A Viagem de Chihiro nos lembra que as pessoas fazem coisas boas e ruins, e há algo tão fiel a esse sentimento estranho quando você está errado e certo ao mesmo tempo. Chihiro mostra que a vida pode permanecer administrável, apesar de o caos ao nosso redor.

    Studio Ghibli, IMDB


 

Os trabalhos de Miyazaki realmente oferecem algo. El pega o perfeito e faz a gente acompanhar histórias tolas, cativantes e diferente. E um aviso, eu não esqueci o pecado capital da luxúria – ele apenas não está presente, afinal é um filme infantil – o que está presente é uma história inacreditável e emocional. Lançado em 2001, continua sendo o filme japonês com maior bilheteria de todos os tempos e um dos meus preferidos.

Está disponível na Netflix.


 

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A tirania do Covid-19 · 01/07/2020 - 14h25 | Última atualização em 01/07/2020 - 14h59

Jornalismo, uma vacina contra as Fake News é tema do episódio de série documental


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    Reprodução

 

Em meio a pandemia da Covid-19, um outro vírus letal também provoca riscos a humanidade: a desinformação. Com a chegada do novo coronavírus, o jornalismo adquiriu um papel de protagonismo na hora de informar e proteger a sociedade contra as fake news.

Esse pano de fundo, compõe o episódio VII da série documental ‘A tirania da minúscula coroa: Covid-19’, intitulado ‘Jornalismo, uma vacina contra as Fake News’ – que traz fortes depoimentos, bastidores de coberturas e análises de jornalistas, cartunistas, fotógrafos, cinegrafistas e yotubers. O novo capítulo teve como orientador e apresentador o jornalista Ricardo Lessa, que também é escritor e foi âncora do programa Roda Viva, da TV Cultura.

O time de debatedores foi composto por Glenn Greenwald - jornalista do The Intercept e Prêmio Pulitzer de Jornalismo - Egberto Nogueira - fotojornalista e documentarista (Revistas Veja e Piauí) - Milton Jung – jornalista e âncora da Rádio CBN - Fábio Pannunzio – jornalista, ex-repórter da TV Band e vencedor de duas edições do Prêmio Esso - Ique Woitschach - um dos mais conceituados cartunistas brasileiros, com trabalhos nas revistas Veja e Playboy, no diário esportivo Lance! e na TV Globo - Denis Russo Burgierman - jornalista, colunista, e ex-diretor da Revista Superinteressante - Rodolpho Gamberini - jornalista e criador do Roda Viva da TV Cultura - Daniel Evangelista – jornalista da GloboNews - Alberto Bombig - editor-executivo do Estadão - José Paulo Kupfer - colunista do UOL e articulista do Poder360 - Luís Nassif - jornalista e editor do Jornal GGN - Vicente Nunes - jornalista do Correio Braziliense - Marcílio de Moraes – Jornalista e colunista do Estado de Minas - Luiz Augusto Juk - jornalista e colunista do jornal Diário Indústria & Comércio (Curitiba) - Eduardo Ribeiro - jornalista e diretor do Jornalistas & Cia - Roberto Lameirinhas - jornalista em diversas coberturas internacionais na América Latina e no Oriente Médio - Paulo Macedo – editor PropMark - Rodrigo Azevedo - jornalista e CEO do portal Comunique-se - Sinval de Itacarambi Leão - diretor da Revista Imprensa - e Oslaim Brito – cinegrafista e Youtuber.

Este episódio contará com um epilogo, contando os bastidores da cobertura jornalística de Egberto Nogueira, mostrando o impacto da pandemia do novo coronavírus na vida de parentes e amigos daqueles que morreram vítima da Covid-19.

Gustavo Girotto, jornalista e diretor da série, enfatiza que esse foi um dos capítulos mais difíceis de construir. “Escolhemos visões importantes para compor essa narrativa que, sem dúvidas, marca um dos períodos mais importantes do jornalismo no Brasil. São visões, opiniões e experiências de quem escreve, capta e leva ao público um dos fatos mais duros da nossa recente história. Eles são a vacina contra as fake news!”, ressaltou.

Para Juliano Sartori, diretor de produção, e Ricardo Sartori, diretor de arte, há fortes depoimentos e visões dos mais destacados jornalistas do País. “Abrimos o canal para ouvir essas opiniões, entender os acontecimentos e o ângulo das coberturas. Embora as entrevistas não reflitam, necessariamente, a opinião da produção da série documental, compartilhamos de muitas visões inseridas nesse episódio. E o telespectador, invariavelmente, se identificará com grade parte delas”, disse Ricardo.

Por fim, com edição de Via d’Ideia, trabalho jornalístico de Gustavo Girotto, com colaboração jornalística de Tercio David Braga e orientação de Adalberto Piotto – o teaser do episódio VII, que conta com a mentoria do jornalista Ricardo Lessa já pode ser no : 

 

 

Ficha Técnica:

“A tirania da minúscula coroa: Covid-19”.

Título – série documental

Gustavo Girotto

Direção geral / Entrevistas

Ricardo Sartori

Diretor de arte

Juliano Sartori

Diretor de produção

Adalberto Piotto

Orientação/mentoria

Tercio David Braga

Estruturação de temas/Divulgação

Nana Santiago

Redes Sociais/Estratégia

Redes Sociais:

https://www.facebook.com/atiraniadaminusculacoroa

Instagram: @atiraniadaminusculacoroa 

Twitter: @seriecovid19

Informações: Gustavo Girotto (11) 9.9602.1317

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Sem spoiler, pode ler! · 29/06/2020 - 17h07 | Última atualização em 29/06/2020 - 18h52

Crítica | Terceira temporada de Dark veio para coroar como uma das melhores da atualidade


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Esta resenha crítica da terceira temporada de Dark foi escrita pelo Anderson Fernando e não contém spoiler.

 

    Reprodução/Netflix


 

A 3ª temporada de Dark veio pra coroar o seriado alemão como um dos melhores da atualidade. Sem fan service, ao longo da 3ª temporada quase todas as respostas deixadas em branco ao fim da 2ª temporada são respondidas, enquanto muitas outras são adicionadas e respondidas ao fim do seriado.

Como sabemos, ao fim do ep. 2.08, Jonas é salvo do Apocalipse por uma cópia idêntica de sua amada Martha, que, no entanto, faz questão de pontuar que ela não é quem ele pensa. A temporada então inicia com a viagem dos dois não apenas no tempo, mas a uma realidade/mundo paralelo. Nessa realidade alternativa, eles voltam exatamente a 4 de novembro de 2019 ainda em Winden, o dia do desaparecimento de Mikkel, entretanto, Jonas percebe que quase todos os personagens são os mesmos do mundo onde ele cresceu e tenta desesperadamente salvar, exceto por um, ele mesmo. Agora, além de viagens através do tempo também é possível a viagem por meio de realidades alternativas, mundos que se entrelaçam por meio de seus 2 heróis, Jonas e Martha.

Veja o infográfico feito pelo Anderson e postado no seu perfil dos personagens de Dark caso se perca no meio do caminho:

 

Essa realidade paralela tem outras características bem peculiares que nos leva a taxá-la como um mundo invertido. Além de uma Winden sem Jonas e sem o desaparecimento e a consequente viagem no tempo de Mikkel, tudo se apresenta de forma invertida da realidade que conhecíamos até então. A casa que Martha mora, que é a mesma de Jonas nas primeiras temporadas, tem a escada e a cozinha em posições invertidas, as chaminés da usina da cidade aparecem em lados opostos ao que conhecíamos e o mais intrigante, os ferimentos no rosto da viajante Martha mudam de lado conforme ela alterna entre os 2 mundos.

No entanto, uma Winden sem Jonas não está livre dos mesmos erros e lutas temporais da Winden que nosso primeiro protagonista é oriundo. Na ausência de um Jonas, Martha é o indivíduo que viajará através dos anos tentando encontrar o ponto original que causa tanta dor e sofrimento e que desemboca, por fim, no Apocalipse. Da mesma forma, como Jonas em algum ponto da sua jornada se torna Adam, Martha também será guiada à conversão em Eva, que como seu representante na outra realidade, quer que tudo aconteça como sempre aconteceu, tendo inclusive sua própria versão de Sic mundus. Nesse sentido, quando as versões idosas de Jonas e Martha se tornam, respectivamente, Adão e Eva, Dark dá aos dois personagens em seus respectivos mundos os mesmos papéis a desempenhar, porém intrinsecamente conectados da mesma forma que os personagens bíblicos.

Apesar de apresentar uma realidade alternativa (invertida) na 3a temporada, Dark nos mostra que as ações tomadas pelos personagens serão as mesmas, independentemente do mundo em que vivem, apenas não, necessariamente, ocorreram no mesmo tempo que na realidade que nos foi primeiramente apresentada. Além disso, percebemos que a luta que havia sido travada até a 2a temporada não era, necessariamente, uma luta entre Jonas e Claudia x Adam/Sic Mundus, mas sim uma luta do mundo invertido comandado por Eva versus o mundo comandado por Adam. É, na verdade, a luta pela existência de cada um desses dois mundos, pois segundo o conhecimento adquirido por cada um de seus líderes até então, era impossível a coexistência pacífica dos 2 mundos, sem que isso levasse ao Apocalipse em ambos. Dessa forma, um deveria ser derrotado, para que o outro alcance a existência sem dores. E esse embate fica evidente nessa temporada, além de clarear diversas ações passadas que foram fruto desse objetivo.

Outro ponto bastante claro na 3a temporada diz respeito ao porque de todas essas viagens no tempo. Noah e Adam sempre falavam em um paraíso que viria através das ações do Sic Mundus. E é nessa temporada que isso fica claramente explicado. Voltar no tempo surge de uma vontade quase descomunal do ser humano de não lidar com a dor da perda e os seus erros. O mundo ideal onde a qualquer erro ou dor o destino pudesse ser alterado e as dores e erros apagados. O paraíso nada mais seria então do que a ausência completa do sentido de existir, uma vez que o indivíduo naquele lugar não se permitiria vivenciar todas os sentimentos humanos em sua plenitude. Além de ser um ponto que atravessa toda a 3a temporada, é o ponto que, como vemos no final, gera o que Jonas, Adam, Claudia, Martha e Eva procuraram durante toda a sua existência, o nó original que cria tudo, os mundos paralelos e as viagens no tempo.

A 3ª temporada marca o fim de Dark e também não por acaso, o desfecho da trama da série passa pela busca de uma 3ª alternativa, pois tenta fugir da dualidade que nós seres humanos carregamos entranhados em nós mesmo, ou se é preto ou branco, bom ou mal, luz ou sombra. Ao longo das temporadas iniciais tem-se que Adam e o Sic Mundus são os vilões e que o nosso jovem herói Jonas deve derrotá-lo a todo custo. Mais uma vez ao longo da 3ª temporada isso cai por terra. Na luta incessante entre os 2 mundos, as ações dos grupos liderados por Adam e Eva, respectivamente, nos levam a questionar esse julgamento prévio. Não há mais como taxar as atitudes simplesmente como boas ou ruins. São dois grupos tentando a todo custo vencer uma guerra que garantirá a sobrevivência do seu mundo. Da mesma forma, buscando fugir dessa dualidade o desfecho da série leva a isso, por que temos que escolher entre uma realidade à outra? Por que não uma terceira alternativa?

O encerramento da trama temporal de Winden que encantou e intrigou o mundo não poderia ter acontecido em melhor estilo. A cada novo episódio as respostas que achávamos que eram respondidas eram colocados em xeque novamente por roteiro belissimamente escrito, bem amarrado e sem pontas soltas, no fim tudo fez sentido até quando parecia não fazer. Além das referências tanto filosóficas, que já perpassavam toda a série, há também várias referências cinematográficas ao longo da temporada, indo que vão de 12 macacos, a série, à Origem, por exemplo. Um belíssimo fim para essa jornada através do tempo.

Saiba mais clicando aqui.

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    Reprodução/Youtube

 

Depois quase 20 anos, Rodolfo Abrantes, ex-vocalista dos Raimundos, em entrevista ao Programa The Noite, comandado pelo apresentador Danilo Gentili, voltou a falar do seu passado de maneira aberta.

 

Na época em que deixou a banda, a grande impressão que ficou, inclusive para os fãs, foi de que simplesmente Rodolfo havia deixado a banda e “virado” crente. Para o público que se diz punk de raiz, isso é uma verdadeira “blasfêmia”. Algo que o vocalista João Gordo (Ratos de Porão) também sofreu quando resolveu realizar gravações menos sujas e mudar um pouco seu comportamento, e passou a ser chamado de “traidor do movimento punk”.

Tudo foi ainda mais amplificado porque a própria imprensa especializada da época passou a atacar o Rodolfo, sem entender como alguém deixa uma das bandas mais comentadas do momento, ganhando muito dinheiro, “simplesmente para ser crente”.

O grande complicador é que naquele momento tudo ficou mal explicado, até pelo próprio Rodolfo, provavelmente por estar num intenso período de transição, sem saber transmitir tudo que estava passando.

Outro grande impacto foi para os demais integrantes da banda, pelo medo de não saber o que fazer depois da morte da “galinha dos ovos de ouro”, já que alma da banda era o vocalista, pelo seu carisma, pela sua maneira de cantar e pelas letras. Levaram uma verdadeira rasteira.

Na entrevista desta quarta-feira (24) Rodolfo pareceu muito sincero em seu depoimento. Ao ser questionado por Roger Moreira, guitarrista e vocalista da banda Ultraje a Rigor, se a escolha religiosa dele impedia de participar do Raimundos, Rodolfo disse que a dificuldade dele não era com a música, e sim com a forma que ele vivia naquela época.

Rodolfo Abrantes falou de todas as mudanças com Danilo Gentili

Rodolfo revela que estava se entregando de corpo e alma ao chamado verdadeiro espírito “rock-star-punk fama”. Muitas drogas, sexo e total descuido com a saúde. Nesse momento surge a grande pergunta: será que para ser um grande rock precisa mesmo se autodestruir? Afinal de contas, lendas do rock como Mick Jagger e Keith Richards (Rolling Stones), James Hetfield (Metallica), Paul McCartney (Beatles) e tantos outros continuam muito bem e produzindo mesmo depois de tanto tempo de carreira.

A resposta talvez não passe por uma “obrigatoriedade”, mas como cada um reage ao ser “incorporado” pela alma do rock. Jim Morrison, Janes Joplin, Jimi Hendrix, Kurt Cobain não conseguiram fazer essa separação. São símbolos justamente não separar a vida pessoal da astro da música.

Mas antes que comecem a jogar pedras, vale ressaltar que não estou colocando Rodolfo nesta lista de gênios da música. Na entrevista, o músico conta que recebeu a Palavra de Deus e que foi curado de um possível câncer de estômago. Mas, independentemente do motivo, a grande questão é que Rodolfo decidiu mudar de vida, deixar pra trás algo que estava lhe fazendo muito mal. E certamente isso só poderia ser feito através de uma ruptura. Ninguém deixa uma carreira de sucesso, no auge, estando feliz e satisfeito.

Confesso que, por ser fã dos Raimundos, na época também fiquei sem entender nada direito e criei uma cerca raiva do Rodolfo. Tanta gente querendo fazer sucesso e o cara simplesmente joga tudo fora… pensava. O que ele quis deixar claro nessa entrevista foi que por mais que quisesse continuar, até pelo amigos, daquele momento em diante seria “ladeira abaixo”, principalmente pra ele.

Felizmente tá todo mundo vivo e produzindo. Rodolfo (Rodox) e Digão (que assumiu os vocais e continuou com os Raimundos) depois de 20 anos voltaram se falar. Se até eles estão de bem, nós vamos brigar?

Confira o vídeo na integra:

 

Quinta Capa.

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    Reprodução/Divulgação

 

O Assaí Atacadista e o cantor Dorgival Dantas irão celebrar o Dia de São João em uma live especial. A rede de atacado de autosserviço é a patrocinadora master do São João do Poeta, marcado para esta quarta-feira, 24 de junho, às 20 horas. 

O evento será transmitido pelo canal oficial do cantor no Youtube (/DORGIVALOFICIAL) e contará com um repertório de canções que marcaram a carreira do poeta, considerado uma das mais importantes vozes dos festejos que acontecem em todo o Brasil nos meses de junho e julho.

A atração é um convite para que todos aproveitem o melhor do São João em casa. "Neste 2020, o arraiá será na sala, mas nem por isso será menos alegre e divertido. A música já está garantida. Agora, é só preparar o quentão, a canjica e o bolo de milho e curtir a festa em segurança", afirma Marly Lopes, Diretora de Marketing e Sustentabilidade do Assaí Atacadista.

Solidariedade. Durante toda a transmissão, o público poderá fazer doações - por meio de um QR Code disponibilizado na tela - para o projeto Fome de Música, que arrecada fundos para o Mesa Brasil Sesc - rede nacional de bancos de alimentos contra a fome e o desperdício. Parceiro do Mesa Brasil desde 2013, o Assaí doa frutas, verduras e legumes fora dos padrões de comercialização, mas que ainda estão próprios para o consumo, para bancos de alimentos do programa em todo o Brasil.

Em 2020, desde o início da pandemia de Covid-19, além da parceria com o Sesc, a rede já doou mais de 550 mil itens de limpeza, higiene pessoal e alimentos não perecíveis para 56 mil famílias das cinco regiões do País, e já programa a doação de mais dez toneladas de alimentos para comunidades vulneráveis da região Nordeste.

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Resenha crítica da primeira temporada de o Expresso do Amanhã, contém spoiler.

 

    Netflix/TNT


 

O conflito de classe tem sido uma preocupação norteadora do cinema de ficção científica distópico e pós-apocalíptico desde o momento em que o industrialista Freder (Gustav Fröhlich) desceu às profundezas da sociedade para encontrar uma máquina que devorava seus operadores da classe trabalhadora no clássico Metropolis de Fritz Lang, em 1927.


 

A luta entre a elite rica e as massas exploradas há muito tempo funciona como uma tensão dramática central para o gênero, empregada repetidamente para fornecer uma vantagem crucial e relevante para visões fantasiosas do futuro. Seja a paranoia relacionada à comida de No Mundo de 2020 (Soylent Green, de Richard Fleischer), o pesadelo do consumidor de O Despertar dos Mortos (Dawn of the Dead, de George A. Romero), o terror totalitário de 1984 de Michael Radford, a crítica da era Reagan de Eles Vivem (They Live, de John Carpenter), ou seu espíritos afins – pense em tudo, desde Jogos Vorazes, The Purge até Elysium, para citar apenas alguns – os filmes sempre olhavam adiante e viam conflitos surgindo da disparidade entre aqueles que governam os meios de produção e aqueles que trabalham à sua mercê. É uma dinâmica entre Davi e Golias que, independentemente da época, nunca envelhece.


 

Dos muitos esforços recentes para cultivar esse solo consciente da classe, poucos fizeram tão bem quanto o Snowpiercer (Expresso do Amanhã) de 2013, a estreia de um filme com atores falando inglês do futuro vencedor do Oscar Bong Joon-Ho, com um elenco liderado por Chris Evans, Tilda Swinton, Octavia Spencer, Jamie Bell, John Hurt, Ed Harris e o protagonista favorito de Bong, Song Kang-ho.


 

Adaptado de um a graphic novel francesa de 1982, o filme de Bong conta a história de uma Terra congelada até o âmago, resultado de esforços fracassados ​​no combate ao aquecimento global. Em resposta a esse cataclismo apocalíptico, os últimos sobreviventes da humanidade embarcaram em um trem com o que tinha de melhor em tecnologia e que só pode se sustentar (e seus passageiros) permanecendo em movimento perpétuo ao redor do mundo em um ciclo interminável. A bordo deste navio sobre trilhos, a sociedade foi separada em diferentes classes, com os ricos e poderosos residindo nos vagões da frente e os pobres e marginalizados vivendo na miséria na cauda deste cometa da salvação.


 

Os sistemas de segregação não são muito mais literais do que isso, e a rebelião, organizada pelo herói relutante de Evans, acaba em guerra civil.


 

Bong embeleza esse conto com uma série de floreios elegantes: uma brutal briga centralizada em machados; as origens memoráveis e grotescas do suprimento que a casta da cauda comem… não contarei o filme para vocês. No entanto, apesar de todo o seu momento empolgante, a narrativa e a mensagem de Snowpiercer (Expresso do Amanhã) se tornam um ponto: os mestres da indústria são vilões e cruéis; a classe trabalhadora é justa e gentil; e a revolta deles – da parte de trás do trem para a frente, uma metáfora simplificada do movimento social – é inerentemente nobre.


 

Há pouca nuance no filme de Bong, apenas uma fantasia de ficção científica simplista sobre os oprimidos atacando seus opressores. Assim, as notícias de que uma adaptação televisiva estava em andamento provocavam tanto entusiasmo quanto a perspectiva de expandir a premissa do filme de maneiras multifacetadas, e fãs do gênero temendo que – caso isso não ocorra – seu conceito possa ser apenas um monte de coisas monótonas.


 

Infelizmente, foi isso que aconteceu. Após mais de três anos de atrasos no desenvolvimento devido a confrontos entre a TNT e os produtores, o Expresso da Manhã (Snowpiercer) finalmente é lançado, entregando todos os comentários sociais que sua história prometeu e muito pouco da complexidade ou originalidade necessária.


 

Situado sete anos após a Terra ser transformada em um terreno baldio abaixo de zero, Expresso do Amanhã da TNT/Netflix não se desvia poderosamente da estrutura básica de seus antecessores.


 

Tudo acontecendo exclusivamente a bordo do trem, um trem com 1.001 vagões, a série gira em torno de dois personagens diametralmente opostos. Na cauda, ​​Andre Layton (Daveed Diggs) fomenta a insurreição. Na frente, a chefe de hospitalidade Melanie Cavill (Jennifer Connelly), transmitindo mensagens diárias dos alto-falantes, serve como a mão direita para o mítico (e nunca visto) arquiteto do trem, Wilford, mantendo a raça humana salva. Layton é baixa, mentirosa e controladora e Cavill é educado, meticuloso e rígido. Connelly consegue manter o senso de crueldade eficiente e sem sentido de Melanie em todos os episódios. Tais dicotomias também são encontradas em todo o veículo, com a cauda retratada como um campo de refugiados imundo e empilhado no beliche e a primeira classe retratada como uma coleção de salas de jantar chiques e residências de luxo.


 

A reviravolta inicial de Expresso do Amanhã é que, antes que esse barril de pólvora possa explodir, Layton – que antes da terra congelar trabalhava como detetive de homicídios – é inesperadamente contratado por Cavill para resolver o assassinato de um homem cujas extremidades foram cortados.


 

Como este não é o primeiro crime desse tipo a bordo do trem, um assassino em série está escondido entre os passageiros. Para Layton, porém, essa tarefa é uma oportunidade única na vida de finalmente se aventurar além da cauda e ver como a outra metade vive – e realizar um reconhecimento clandestino para sua eventual guerra. Ao combinar suas preocupações de classe alta e baixa com uma narrativa lenta, a série tenta seguir os passos do superior Blade Runner de Ridley Scott.


 

O problema, no entanto, é que mal se importa com esse ângulo investigativo; a coisa fica muito superficial, na melhor das hipóteses, e complementada por brigas incessantes sobre hierarquias de acesso no trem. A coisa não brilha, não funciona.


 

Certamente, alguns personagens acabam escolhendo lados e trocando lealdades, ou revelando sua feia e verdadeira natureza. No entanto, esse tipo de flip-flop não altera o paradigma moral unidimensional fundamental da série. Os oprimidos são bons, decentes e merecem igualdade, e os ricos – representados pelos esnobes Lilah (Kerry O'Malley) e Robert Folger (Vincent Gale), e sua filha ainda mais astuta e amoral LJ (Annalize Basso) - são a raiz de todo o mal.


 

Por todas as suas voltas e reviravoltas, incluindo revelações sobre as “gavetas” do sono induzidas quimicamente utilizadas por Cavill, Expresso do Amanhã não tem nada de novo a dizer sobre classe. Essa falta de sofisticação é agravada pela plotagem que muitas vezes passa despercebida em informações importantes e lida com pressa com desenvolvimentos importantes, deixando o processo parecendo insensato.


 

Um fluxo constante de histórias clichê não ajuda, nem o design de produção que não se baseia no filme de Bong. A passagem do aquário, o sushi bar e as lanchonetes, o mercado de terceira classe e o clube noturno (supervisionado pela sensual Audrey de Lena Hall) parecem polidos, mas sem imaginação. E o fato de que alguns desses compartimentos têm menos de três metros de altura, enquanto outros apresentam vários níveis – todos como fotos externas do Expresso do Amanhã provando que cada cabine é de tamanho uniforme – fazem muito para levantar questões irritantes e sem resposta sobre a estrutura literal do trem.


 

Por tudo isso, Connelly brilha, sua imoral imperícia empresta à ação um calafrio para combinar com o clima frio do lado de fora, enquanto ela coloria Cavill – uma autoritária convencida de que os meios justificam os fins – em tantos tons de cinza quanto o material de duas cores permitirá. Não é difícil vê-la saindo de uma milha de distância, mas Connelly a vende e suas consequências, soberbamente, o que é mais do que pode ser dito para Diggs. Ele trabalha com duas linhas de pensamento, fúria justa e fúria mais justa, e sua falta de sutileza é calamitosa para Expresso do Amanhã.


 

Até certo ponto, ele é uma vítima de roteiros que sempre se voltam para o previsível. Mas, mesmo assim, a falta de carisma de Diggs é um problema de rotina que se torna mais pronunciado à medida que a série se aproxima da sua conclusão (bastante decente).


 

Em seu foco em pessoas díspares presas em locais confinados, lidando com a desconexão e com medo de infecção, o Expresso do Amanhã prova uma saga involuntariamente oportuna sobre colapso individual e social, e o difícil processo de perseverança diante de dificuldades inimagináveis.


 

Esses paralelos ao nosso presente momento, no entanto, são tão fugazes e não substituintes quanto sua política é tênue e rudimentar. Como seus personagens, a série só é capaz de prosseguir em uma linha reta e estreita, e não leva muito tempo para que essa trajetória se torne tão tediosa quanto os muitos mini-dilemas rotineiros que acontecem dentro do trem. Apesar de alguns desenvolvimentos promissores para o final da temporada, o resultado final é um retrato cansativo da vida no fim do mundo.


 

O Expresso do Amanhã de 2013 e o Expresso do Amanhã a série 2020 estão disponíveis na Netflix.

Saiba mais clicando aqui.

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Essa é a primeira vez que o Méqui apresenta brinquedos de produções disponíveis na Netflix  

    Reprodução/Divulgação

 

Num período em que o lazer e entretenimento dentro de casa são mais importantes do que nunca, o McLanche Feliz convida as famílias a descobrirem divertidas aventuras no próprio lar. Para isso, a nova campanha traz brinquedos das séries disponíveis na Netflix "Spirit - Cavalgando Livre" e "Velozes e Furiosos - Espiões do Asfalto", a partir de 24 de junho. É a primeira vez que o Méqui apresenta brinquedos inspirados em produções disponíveis na plataforma de streaming, ambas criadas pela Dreamworks Television.

Estarão disponíveis brinquedos baseados em seis personagens de Spirit - Cavalgando Livre, série com oito temporadas que conta a história da menina Lucky e de Spirit, um cavalo selvagem, que vivem grandes aventuras. Além dessa novidade, a campanha traz também seis modelos de carros inspirados na animação Velozes e Furiosos - Espiões do Asfalto, cada um com divertidas funcionalidades.

Os brinquedos estarão disponíveis a partir de 24 de junho em todos os restaurantes da marca no Brasil.

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    Reprodução/Divulgação

 

Os clientes do Teresina Shopping podem continuar fazendo suas compras de forma on-line com facilidade, rapidez e praticidade. Mais opções de lojas estão disponíveis oferecendo produtos como roupas, bolsas, calçados, joias, celulares, perfumaria, artigos de decoração, maquiagem e muito mais.

As compras on-line podem ser realizadas pela plataforma Keepz e entregues por delivery ou retiradas por Drive Thru. A plataforma conecta os lojistas do Teresina Shopping aos consumidores por meio da geolocalização. Ainda é possível comprar diretamente pelas redes sociais, sites próprio ou por Whatsapp das lojas.

E para continuar degustando das delicias da Praça de Alimentação, basta escolher entre as lojas disponíveis pelos APPs iFood, Rappi, Uber Eats, James e receber tudo em casa de forma segura.

 

Confira a relação completa de lojas com links para compras https://teresinashopping.com.br/teresina-shopping-em-casa/ 

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    Reprodução

 

Ensinar em tempos de pandemia tem sido um exercício constante de reinvenção. Agora, as tecnologias têm sido reforçadas como ótimas aliadas ao ensino ainda mais eficaz, interativo e, sobretudo, instigante. A nova realidade de aulas de línguas estrangeiras remotas tem passado por um processo de adaptação e exigido criatividade para engajar os alunos e estimulá-los a continuarem com bons resultados na aprendizagem. Sites de jogos on-line, vídeos interativos, elementos visuais, assim como levar para as aulas atividades do dia a dia dos estudantes, por exemplo, são excelentes maneiras para envolvê-los completamente nesse momento.
 

Aline Rocha, Glenda Ulisses e Gilson Lopes são professores de língua inglesa na Wizard Teresina. Com a plataforma de aulas virtuais da escola, que permite encontros ao vivo por vídeo e áudio, eles têm imergido no novo cenário de ensino a distância para garantir aos alunos um aprendizado ainda mais leve, interativo e criativo. A professora Aline conta que tem ministrado aulas para turmas mais avançadas e busca sempre envolver os alunos de maneira efetiva.
 

"O retorno deles têm sido positivo. Temos usado muito o método flipped classroom, que é quando se faz uma inversão da sala de aula e traz também o dia a dia dos alunos antes ou depois do nosso encontro virtual. Por exemplo, meus alunos estavam estudando sobre vocabulário de receitas na língua inglesa. Pedi a eles que depois do horário da aula fizessem um vlog, um vídeo fazendo uma receita com vocabulário em inglês. Depois vimos o vídeo de todos em sala de aula, o que a tornou mais interativa. Além disso, utilizamos as músicas que eles gostam e o chat em grupo tem ajudado bastante porque eles podem participar. É um novo tempo que não significa o fim de uma era de aprendizados, criatividade e interação. Só precisamos nos reinventar", externa Aline.
 

A professora Glenda também reforça a importância do período de adaptação, que foi fundamental para desenvolver e aprimorar habilidades de ensino virtual. "Tudo ficou mais simples e as aulas fluem melhor. Somos compreensíveis e empáticos com os alunos e vice-versa, porque é algo novo. Tenho usado tudo que já aprendi durante esses anos e procurei trazer a linguagem corporal que usamos presencialmente. Uso muito as mãos e expressões faciais", explica.
 

Neste contexto, a busca por dinamicidade tem gerado resultados positivos e eficientes na absorção dos conteúdos das aulas, já que o objetivo é não torná-las monótonas. Glenda ainda compartilha que durante os encontros com a turma, tem aproveitado todos os recursos audiovisuais e possibilidades de interação. "Coloco muitas imagens e destaco bastante tudo, além de inserir perguntas na tela. No livro das crianças menores, por exemplo, tem muitos jogos, então procuramos sites on-line que os executam. Tudo isso para manter nossa essência metodológica nessa nova realidade. Também fazemos atividades extras: se a lição é sobre as frutas, vamos fazer uma salada de frutas. Se é sobre sorvete, vamos tomar sorvete. Conversamos com os pais, que providenciam o que for necessário", conta a professora.
 

Atividades interativas auxiliam nesse novo formato de ensino

O professor Gilson lembra que alguns alunos têm mais facilidade do que outros para utilizar as ferramentas, por isso é importante haver compreensão e suporte nesse momento. Ele ainda reforça que estudar idioma de forma lúdica é muito mais interessante e proveitoso. "Nessas aulas remotas, podemos dividir a tela com eles, mostrar mais vídeos, jogos em powerpoint. É algo que os professores têm utilizado muito. No quadro, os alunos podem escrever e sempre pedem para participar. Assim, você os empodera e eles se sentem como parte da aula. Com algumas turmas, tenho grupos no WhatsApp, então posso compartilhar vídeos, além deles poderem conversar em inglês. Nos reinventamos dentro e fora da sala virtual, porque queremos que as aulas sejam leves e divertidas", finaliza o professor.

Jogos de tabuleiro on-line, vídeos e atividades extras, por exemplo, que ajudam a construir frases, treinar a escuta e a fala em idiomas, são algumas das ferramentas imprescindíveis neste período que exige constante reinvenção no processo ensino-aprendizagem. Os encontros virtuais precisam ser divertidos, cheio de leveza e sempre educativos. Dessa forma, as aulas são peças fundamentais para ajudar na rotina durante esse momento de distanciamento social.


Fonte: Luze Silva/Ícone Comunicação.
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Em tempos de isolamento social, as tecnologias têm ajudado na aproximação entre familiares e amigos. Na medida do possível, mais do que estreitar os laços e amenizar a saudade, essas plataformas digitais têm sido usadas por muitos como uma excelente ferramenta para conversar em outros idiomas e, assim, garantir a continuidade da aprendizagem de maneira interativa, leve e divertida. Aplicativos de usos comuns, como o  Hangouts, Skype e o próprio WhatsApp, são as escolhas mais rápidas e confortáveis para esses fundamentais encontros virtuais.
 

A reconfortante e descontraída chamada de vídeo com amigos pode servir como uma oportunidade para aprender enquanto se diverte. Ainda que sem o já habitual contato físico, passar algumas horas do dia a conversar pelas redes sociais com as pessoas que te fazem bem, é imprescindível para o relaxamento nesse período de distanciamento social. A internet, dentro dos seus formatos, tem possibilitado a continuidade dessas relações que podem ser repletas de aprendizados.
 

A professora Mira Monteiro, da Wizard Teresina, reconhece que o atual cenário exige a permanência em casa para garantir o bem-estar de todos. Ela pontua ainda que o bate-papo on-line com amigos é a solução para colocar os assuntos em dia, bem como praticar algum idioma. "Conversar com os amigos por vídeo em outros idiomas, como inglês e espanhol, é uma excelente maneira de aprender e relaxar nesse momento. A proposta é que possam interagir em outra língua de maneira mais natural e descontraída. Mas, se for melhor, também podem montar uma espécie de roteiro para o momento. O que importa é a prática e estreitar essas relações", comenta.
 

Com os aplicativos, é possível praticar bastante e continuar em casa, em obediência às recomendações de vigilância sanitária para coibir o aumento dos casos da Covid-19. Esses ambientes de diálogo virtual ajudam a dominar as habilidades de fala, por exemplo. A professora reforça que para algumas pessoas que buscam aprender outras línguas, a conversa é um dos aspectos que pode gerar mais dificuldades. "Os motivos para isso são vários. Podem não se sentir confortáveis para falar, por questões de timidez e, dentro disso, o receio do julgamento de outras pessoas. Por isso, quando se está entre amigos, em conversas descontraídas sobre o dia a dia ou qualquer outro assunto que tenham em comum, é muito mais natural esse processo de diálogo em outro idioma. O ambiente on-line é menos intimidante e hoje temos diversos aplicativos e plataformas que facilitam nossos contatos virtuais", destaca Mira Monteiro.
 

Nesse processo, o importante é que haja a prática do idioma, por isso podem falar sobre filmes, esportes, músicas, da banda ou artista favorito. "São muitas as possibilidades de assuntos e há a certeza de que todos trarão muitos benefícios, porque se treina a fala, a escuta e a interação. É uma ajuda mútua. No WhatsApp, por exemplo, a conversa também pode ocorrer por meio de mensagem de texto ou áudio. São elementos importantes para quem deseja aprender e tudo isso sem pressão, porque estão entre amigos", finaliza a professora de idiomas.


Fonte: Luze Silva/Ícone Comunicação.
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Presidente americano nega · 22/06/2020 - 08h30 | Última atualização em 22/06/2020 - 09h43

A força do TikTok e fãs de K-pop contra Trump é mais poderosa que ele imaginava


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De acordo o New York Times, fãs de K-pop e usuários do TikTok incentivaram os seguidores a se inscreverem e não comparecerem ao evento do presidente Trump


 

    Reprodução


 

Jovens usuários do TikTok e fãs de K-Pop se dizem os responsáveis pelo ginásio em Tulsa ter ficado vazio, sábado (20/06). O local, que tem capacidade para 19 mil pessoas sentadas, recebeu o primeiro comício da campanha de reeleição de Donald Trump.


 

Segundo reportagem do “New York Times”, os adolescentes reservaram potencialmente centenas de milhares de ingressos para o evento e não compareceram.

 


 

As reservas eram ilimitadas, mas a ação gerou uma expectativa enorme na campanha (que chegou a divulgar a previsão de quase 1 milhão de pessoas presentes). O que atrapalhou o planejamento e aumentou o vexame dos organizadores do evento e do próprio presidente dos Estados Unidos.


 

No Twitter, o esforço para privar o comício de Trump de receber uma multidão se espalhou e os usuários brincaram com isso. “Adolescentes no TikTok e fãs de K-pop se juntam para arruinar o comício de Trump em Tulsa”, postou um internauta.


 

 

Os fãs de K-pop também foram responsáveis por derrubar no dia 31 de maio passado do Departamento Policial da Cidade de Dallas – um aplicativo, onde pediam para enviar denúncias com a localização e “atividades ilegais” em protestos em prol do Black Lives Matter e Justiça para George Floyd e suas imediações. O aplicativo em questão, chamado iWatch Dallas, funcionaria através de vídeos enviados por usuários, mas os fãs de KPOP acabaram derrubando o aplicativo, ao fazer o upload de uma enxurrada de fancams.


 

Fancams, para quem não está acostumado com o termo, são vídeos curtos de ídolos feitos por fãs. A tendência se espalhou por todos os tipos de artistas depois da popularização do seu uso por kpoppers.


 

Resposta

Neste domingo, em nota divulgada para a impressa, os organizadores do evento explicaram que eles, constantemente, eliminam números falsos, como fizeram com dezenas de milhares no comício de Tulsa. Alegaram, ainda, que “todo comício é de admissão geral, a entrada é feita por ordem de chegada e o registro prévio não é necessário”.


 

O gerente da campanha de Trump, Brad Parscale, também fez uma crítica aos repórteres que escreveram sobre a estratégia dos usuários do TikTok e fãs de Kpop, mas não contataram a equipe da campanha para um uma reposta. “Os repórteres que escreveram alegremente sobre os fãs de TikTok e K-Pop – sem entrar em contato com a campanha para obter um comentário - se comportaram de maneira não profissional”, afirmou.


 

Na nota, Parscale voltou a ressaltar que o que realmente influenciou a ausência do público esperado foram as “fake news” sobre a covid-19 e os protestos que afastaram as pessoas do comício.


 


 

Fãs de K-pop nunca critiquei. Não duvidem da força que tem e nunca se calem.


 

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Com Katherin Langford como estrela, Cursed- A Lenda do Lago, recria as lendas arturianas de uma forma que você precisa conhecer


 

    Netflix

 

Muita gente não sabe, mas estamos na ERA de OURO das séries de fantasia. 2020 chegou e adiou a estreia de grandes sagas e franquias do gênero, acabou que este ano ficamos só na vontade já que todas as produções (Game of Thrones, O Senhor dos Anéis, The Witcher, por exemplo), adiaram suas produções para 2021.


 

No entanto, não se preocupe, porque a máquina de produzir série, a Netflix, tem algumas cartas na manga para os fãs de fantasia medieval.


 

Caso não saiba, a gigante do streaming está prestes a lançar um épico de fantasia em sua plataforma, que certamente encontrará uma nova legião de fãs que goste de magias e espadas brilhantes – além disso, esse épico é uma releitura dramática das lendas arturianas que inspirou tantos épicos ao longo dos séculos. A nova série se chama Cursed – A Lenda do Lago, e o pulo do gato, apesar de tudo é, que, Cursed não é exatamente sobre o lendário rei Arthur ou seus nobres cavaleiros da távola-redonda. Na verdade, Cursed conta a história de Nimue, uma jovem feiticeira que o destino a transforma na chave para o futuro rei e a busca de uma poderosa e lendária espada.


 

Empolgado? Pois aqui está tudo o que sabemos até agora sobre o Cursed da Netflix.


 

Data de lançamento de Cursed – A Lenda do Lago será 17 de Julho. E talvez o grande chamariz para a série seja sua protagonista. Depois do polêmico, alguns acham até ousado drama adolescente 13 Reasons Why e do misterioso suspense de Rian Johsnon em 2020, Knives Out, Katherin Langford se torna estrela de uma série de fantasia. Langford já provou que sabe ir do drama a comédia apenas numa virada de câmera.


 

Cursed-A Lenda do Lago a encontrará forçando seus talentos mais do que nunca, pois Nimue exigirá que ela flexione não apenas seus músculos dramáticos, mas também sua fisicalidade de usar espadas e coreografias.


 

Quanto ao enredo de Cursed, podemos dizer que, se você conhece a lenda arturiana, sabe que a espada Excalibur é o centro da história. Mesmo que a lenda arturiana não seja realmente algo que conheça, você pode ler a história facilmente. A série é baseada em uma graphic novel de mesmo nome escrita pelo icônico escritor de quadrinhos Frank Miller (Sin City, Batman: Ano Um, 300), que adaptou Cursed para a Netflix ao lado do co-criador da história, Tom Wheeler.


 

 

Como mencionado, Cursed se concentra principalmente em Nimue (Langford), que está fadada a se tornar a feiticeira conhecida como “Dama do Lago”. Nimue nas narrativas arturianas sempre está no centro dos acontecimentos, principalmente por causa da Excalibur. Cursed inverterá um pouco a narrativa de centenas de anos, a história terá Nimue no centro como uma jovem feiticeira poderosa ordenada por sua mãe a encontrar e possuir a espada mágica com o poderoso bruxo Merlin. Os dois juntam-se a um jovem mercenário chamado Arthur. Ao longo do caminho, é revelado que a própria Nimue é a escolhida para empunhar a espada em batalha, e a história prossegue como tal.


 

Com a mente selvagem de Frank Miller guiando a ação em Cursed, há poucas dúvidas de que a jornada de Nimue será brutal e provavelmente uma visão deslumbrante de assistir.


 

Caso houvesse alguma preocupação com a ousadia narrativa de Cursed ou com o design de produção, a Netflix não poupou esforço e dinheiro. O trailer que saiu está cheio de ação, abrindo com imagens vividamente retratadas de homens de capa violentamente destruindo os moradores aparentemente inocentes por causa de um segredo. Essas imagens são acompanhadas por uma narração de Nimue: “Eles vieram enquanto dormíamos, para purificar o mundo de nossa espécie”, antes de passar para uma imagem de Merlin diante de uma espada em uma pedra ensanguentada.


 

E Nimue continua: “A lenda diz que esta espada pertence ao rei verdadeiro. Mas e se a espada escolher uma rainha?”


 

Cursed – A Lenda do Lago estreia dia 17 de Julho.

 

Saiba mais, conheça o site da Quinta Capa.

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    Reprodução

 

Durante esse período de isolamento social, o Armazém Paraíba disponibilizou para todos os seus clientes uma plataforma para facilitar o pagamento de boletos de forma rápida, simples e segura, o boleto eletrônico.

Basta acessar o site https://meuboleto.armazemparaiba.com.br/, preencher os dados com nome, CPF e data de nascimento e escolher entre os boletos em aberto qual deseja pagar e imprimir.

Após a emissão o cliente tem a opção de efetuar o pagamento, por APP, bancos ou Casas Lotéricas. Mais uma facilidade para ficar seguro e em dia com suas prestações.

 


Fonte: Armazém Paraíba
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Ofertas incríveis · 20/06/2020 - 12h51

Aumenta procura por vinhos tintos em Teresina


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Teresina, junho de 2020 - Neste período de isolamento social, os teresinenses têm cultivado o hábito de degustar um bom vinho. Para quem pode ficar em casa, com mais tempo e opções de lazer como lives, jantares e festas on-line, a bebida é ideal para curtir bons momentos dentro do lar. E para aproveitar o clima, o Pão de Açúcar realiza neste fim de semana (19 a 21/6), em Teresina, a promoção ‘Leve 3, Pague 2’, com diversos rótulos disponíveis para os apreciadores da bebida.

Nas lojas Pão de Açúcar, as opções mais procuradas pelos teresinenses continuam sendo os tintos. “Os vinhos tintos ainda são predominantes na procura. Os importados chilenos têm a maior preferência, seguido dos rótulos argentinos”, explica Ricardo Rodrigues, sommelier do Pão de Açúcar. 
 
Entre as principais ofertas, estão os rótulos Club des Sommeliers (CDS), marca exclusiva do Pão de Açúcar e a maior em número de rótulos do Brasil, com mais de 90 opções de 11 nacionalidades. Na promoção ‘Leve 3, Pague 2”, os vinhos chilenos CDS Gran Reserva e CDS Sauvignon Blanc terão as unidades custando nesta promoção, respectivamente, R$ 53,33 e R$ 26,66. Para aproveitar as ofertas, basta ativá-las no aplicativo Pão de Açúcar Mais, que é gratuito e oferece ainda uma série de outros benefícios e descontos exclusivos. A ação é válida para todas as lojas Pão de Açúcar e e-Commerce (www.paodeacucar.com.br). A promoção é computada sempre que houver a aquisição de garrafas em quantidades múltiplas de três unidades.

O sommelier do Pão de Açúcar ressalta também que os vinhos verdes ainda combinam com as altas temperaturas da capital, assim como os vinhos brancos, espumantes e rosés. Isso porque as bebidas possuem leveza, refrescância e aromas em suas garrafas, uma combinação perfeita para o clima de Teresina. Para a campanha promocional, uma dica é o vinho português CDS Branco Verde.

“Vinhos podem e devem ser servidos em climas quentes. Em geral, os vinhos verdes, brancos e os espumantes aumentam a saída nos dias no período mais quente, enquanto os tintos mantêm a média de vendas. Para a degustação, uma dica é beber na temperatura correta, os vinhos brancos devem ficar entre cerca de 10º e 12º. Basta colocá-los meia hora na porta da geladeira ou em um balde de gelo. Já o tinto deve variar entre 14° e 18°”, recomenda o sommelier.

Para acompanhar a bebida a indicação são os aperitivos em geral e pratos leves, além da harmonização com queijo. “Ficam ainda mais deliciosos, acompanhados com queijo de cabra, em refeições leves, como saladas e em aperitivos, como a brusquetta de presunto cru. A mussarela de búfala, também é uma ótima opção para harmonizar com vinho. Muito usada na salada Caprese, ela é fonte de proteína, cálcio e tem menos sódio que a tradicional”, recomenda.

Para ajudar na harmonização ou na escolha dos tipos de vinhos e queijos ideais, nas lojas Pão de Açúcar existe consultoria especializada e exclusiva dos atendentes de vinhos e de queijos.

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19 de Junho · 19/06/2020 - 12h41 | Última atualização em 19/06/2020 - 14h53

Cinema nacional ajuda na construção da história do país, mas vivemos seu pior momento


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    Ator Edmilson Filho em cena de Cine Holliúdy 2 - A Chibata Cideral - Divulgação

 

Hoje, 19 de junho, é celebrado o Dia do Cinema Brasileiro. A data faz referência às primeiras imagens feitas no país por Alfonso Segreto (1875-1919) quando chegou ao Rio de Janeiro: “Uma vista da Baia de Guanabara” em 19 de junho de 1898.

O cinema é uma das mais importantes vertentes da cultura do país. Seu papel vai além do entretenimento e hoje é usado como ferramenta na luta por representatividade e no combate à discriminação. Além disso, é fundamental para a construção da história do país, por ensinar, evidenciar e mostrar o cotidiano do brasileiro nas telas. No cinema, toda cultura, gênero, etnia, orientação sexual, religião e outras vertentes humanas devem ter espaço e ser representadas com respeito.

“A arte é o mais significativo representante de um pais e de seu povo. Traduzo representatividade como a produção de conteúdo por todas as pessoas, independente de origem, cor, religião, classe social”, revela Douglas Machado, curador do Cinemas Teresina e diretor de cinema.

Os Cinemas Teresina, ao longo de anos, têm contribuído significativamente para divulgação e valorização do cinema nacional ao dar espaço para produções independentes de várias partes do Brasil. Filmes que abordam temas variados e bastante representativos do nosso país, têm espaço garantido no cinema.

“Isso se tornou nossa identidade, que é dar espaço para o cinema nacional das mais variadas produções e temas. Nós exibimos grandes blockbuster, mas também exibimos “Chuva é cantoria na aldeia dos mortos”, “Temporada”, “Bacurau” e muitos outros. Nossa contribuição é abrir espaço e manter esse espaço para todas as produções dos mais variados temas e tipos de direcionamentos ao público”, explica Douglas.

Para que essa valorização seja ainda mais eficiente, o curador ressalta que o público precisa contribuir frequentando o cinema e assistindo as produções nacionais, pois eles têm um papel importantíssimo e primordial nesse processo de dar mais espaço para os olhares de todo o país.

“O papel do público é frequentar o cinema e sobretudo assistir essas produções das mais diferentes regiões e representações. O público sempre pode creditar a força da cultura e representatividade quando ele frequenta e consome essas produções. A medida que ele vai para as Sessões com Debate, para Mostras e para ver esses filmes autorais, assinados com uma premissa cultural, ele sempre está participando e promovendo essa representatividade. Daí nossa preocupação de trazer filmes nacionais com temática da área política, cultural, questão de gênero, de raça e religião, para que o público possa estar presente e se sentir representado. E dentro disso não podemos esquecer da participação das produções do nosso estado, para o piauiense também se ver na tela”, finaliza.

 

O incentivo ao cinema nacional vive pior fase na década

O cinema brasileiro vive a sua pior fase de incentivos públicos federais na última década. Dados da Secretaria Especial de Cultura, que compila informações sobre a Lei Rouanet, apontam que, nos três primeiros meses de 2019, estatais federais repassaram um total de R$ 1,029 milhão em incentivos para projetos audiovisuais, por meio de mecanismos de renúncia fiscal.

Os incentivos da Lei Rouanet sempre foram um dos principais alvos de críticas de Bolsonaro, sob alegação de que favorecem apenas grandes artistas e eventos e de que não ajudaria a fomentar a arte no País.

Dez anos atrás, em 2009, os repasses totais da Lei Rouanet naquele ano chegaram a R$ 267,6 milhões, com uma fatia de R$ 34,2 milhões aplicados no setor audiovisual. De lá para cá, os incentivos só despencaram, chegando ao total de R$ 88 milhões no ano passado, com uma parcela de R$ 9,7 milhões ao audiovisual, conforme dados oficiais.

Incentivos ao audiovisual (em R$)
2009 – 34.249.220,13
2010 – 37.087.603,78
2011 – 35.756.624,43
2012 – 29.759.519,75
2013 – 35.574.808,65
2014 – 16.927.549,94
2015 – 18.551.955,11
2016 – 15.412.132,15
2017 – 13.174.795,22
2018 – 9.764.289,90
2019* – 1.029.697,77

Fonte: Secretaria da Cultura, Lei Rouanet, *1 de janeiro a 26 de março

 

A jornalista  Ivana Machado assina a primeira parte dessa postagem.

 

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Respeito · 19/06/2020 - 08h43 | Última atualização em 19/06/2020 - 09h19

Produções de cinema representam importante papel na luta por representatividade


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Hoje muito tem se falado sobre o racismo presente em todas as esferas da sociedade. Mesmo em meio à pandeia, em vários países pessoas foram às ruas para lutar contra a discriminação racial e a violência sofrida pelo povo negro. Não apenas a luta racial está presente em várias produções cinematográficas, mas também a luta da mulher, da comunidade LGBT+, dos povos indígenas e outras.

 

O cinema, assim como outras manifestações artísticas, tem um importante papel na luta por representatividade e no combate à discriminação. Nas telonas, toda cultura, gênero, etnia, orientação sexual, religião e outras vertentes humanas devem ter espaço e ser representadas com respeito.

 

“Assim como as mais variadas manifestações da arte, o cinema carrega em si uma ampla representatividade pelo simples fato de serem realizadas. A arte é o mais significativo representante de um pais e de seu povo. Traduzo representatividade como a produção de conteúdo por todas as pessoas, independente de origem, cor, religião, classe social”, revela Douglas Machado, curador do Cinemas Teresina e diretor de cinema.

 

A exemplo de outros cinemas pelo Brasil, os Cinemas Teresina, ao longo de anos têm contribuído significativamente para esse debate ao dar espaço para produções que quebraram padrões estabelecidos. Filmes que abordam temas variados e bastante representativos, têm espaço garantido no cinema.

 

“A maior contribuição para mostrar representatividade, que se tornou uma identidade nossa, é dar espaço para o cinema nacional das mais variadas produções e temas. Nós exibimos grandes blockbuster, mas também exibimos “Chuva é cantoria na aldeia dos mortos”, “Temporada”, “Bacurau” e muitos outros. Nossa contribuição é abrir espaço e manter esse espaço para todas as produções dos mais variados temas e tipos de direcionamentos ao público”, explica Douglas.

 

Porém, para se ver representado no cinema, primeiramente é preciso frequentar e apoiar as diversas produções. O público tem um papel importantíssimo e primordial nesse processo de dar mais espaço para outros olhares.

 

“O papel do público é frequentar o cinema e sobretudo assistir essas produções das mais diferentes regiões e representações. O público sempre pode creditar a força da cultura e representatividade quando ele frequenta e consome essas produções. A medida que ele vai para as Sessões com Debate, para Mostras e para ver esses filmes autorais, assinados com uma premissa cultural, ele sempre está participando e promovendo essa representatividade. Daí nossa preocupação de trazer filmes com temática da área política, cultural, questão de gênero, de raça e religião para que o público possa estar presente e se sentir representado. E dentro disso não podemos esquecer da participação das produções do nosso estado, para o piauiense também se ver na tela”, finaliza.

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    Tv Guide (Reprodução)

 

Conheça as melhores produções originais da Netflix do primeiro semestre 2020.


 

Se tem um ramo do entretenimento que explodiu na pandemia foram os serviços de streaming. Como todo precisaram ficar em casa, Netflix, Prime Vídeo e outros serviços, tiveram um aumento significativo de acessos e usuários no primeiro semestre de 2020.


 


 

E para se manter no topo, as produções originais da Netflix vem se esforçando nos últimos anos, com a primeira metade de 2020 não sendo exceção. No entanto, no clima pandêmico, a TV se tornou algo necessário como nunca antes.


 

Entre séries documentais, filmes e programas de TV, a Netflix lançou muita coisa interessante, mesmo que ainda estejamos no meio do ano.


 

Alguns dos documentários são extremamente difíceis de assistir, devido ao seu assunto. No entanto, isso não significa que eles não sejam vistos. Alguns são absolutamente loucos, enquanto outros engraçados e saudáveis.


 

A Netflix tem um dos catálogos online mais inclusivos em termos de qualidade, além de lançar grandes nomes para a nova safra de artistas, principalmente nos casos de Sophia Lillis, Shira Haas e Ncuti Gatwa.


 

Sente-se, sinta-se confortável e ponha uma boa música pois aqui estão as melhores produções que a Netflix tem a oferecer até agora este ano.


 

15. Lost Girls


 


 

Lost Girls, que no Brasil recebeu o subtítulo de “Os Crimes de Long Island”. Dirigido por Liz Garbus, o suspense é baseado em um acontecimento real: Os crimes cometidos pelo “Serial Killer de Long Island”, acusado de matar entre 10 e 16 pessoas, durante o período de 20 anos.


 

Os crimes ocorreram entre 1996 e 2013. A produção de Garbus, escrita por Michael Wervie, é adaptada do livro “Lost Girls: Na Unsolved American Mystery”, de Robert Kolker. Inédito no Brasil, o livro de não-ficção investiga os crimes através da história de cinco de suas vítimas.


 

No longa, Mari Gilbert (Amy Ryan) está em uma busca frenética ao lado de agentes da lei por sua filha desaparecida. Em um determinado momento, a mulher decide por si própria procurar a criança passando a refazer os passos da garota e conduz a própria investigação para a comunidade insular escondida em Long Island.


 

14. Becoming (Minha História)


 


 

Becoming, a autobiografia de Michelle Obama (2018, Penguin Random House), em menos de cinco meses se tornou um dos livros de memórias mais vendidos da história. Estreou na Netflix em maio como um documentário sobre a vida da ex-primeira-dama, com o mesmo título, mas que dista muito da abordagem intimista oferecida na versão escrita. Uma dos acordos com a documentarista Nadia Hallgreen consistiu em que não gravasse quando suas filhas Sasha e Malia estivessem em casa, por isso ambas fazem apenas breves aparições no filme. Barack Obama, por sua vez, não está entre os entrevistados. Assim, essa narrativa de 89 minutos e com trilha sonora de Kamasi Washington, o considerado novo messias do jazz, entretém e às vezes até emociona.


 

O documentário da Netflix, produzido em colaboração com a Higher Ground Productions, a produtora do casal Obama, confere um protagonismo importante à questão racial. Obama recorda que foi em Princeton onde pela primeira vez se sentiu parte de uma minoria discriminada. A mãe de sua colega de quarto estava “horrorizada” porque compartilhava apartamento com uma pessoa não branca. “Sentia que sua filha estava em perigo”, aponta a advogada. “Não estava preparada para isso”, continua. Dedica um momento especial a recordar os jovens afro-americanos que morreram por causa da violência policial, e a maioria dos encontros para falar de seu livro é com estudantes de minorias raciais. Esta é uma das chaves do filme. Convida todos eles, repetidamente, a devorarem o mundo e transpassarem a ideia de que o futuro está em suas mãos.


 

Documentário importante para nosso momento histórico, mesmo ele as vezes se autopromovendo.


 

13. O Poço


 


 

Era “Óbvio” que teria O Poço nesta lista.


 

Difícil não se mexer na cadeira um tanto de vezes diante das provocações de O poço. O filme dirigido pelo espanhol Galder Gaztelu-Urrutia chama a atenção pela oportunidade de refletirmos sobre a sociedade e sobre o ser humano em um momento em que isso parece urgente e inevitável. A experiência não é das mais fáceis, incomoda (ainda mais por certas escolhas de Gaztelu-Urrutia) e vem dividindo a internet meses depois de seu lançamento.


 

Com certeza foi o filme mais comentado do ano que não foi lançado nas telonas.


 

Goreng (Ivan Massagué) acorda numa espécie de prisão-plataforma onde há dois catres e uma pia. A companhia dele é apenas Trimagasi (Zorion Eguileor) e um exemplar de Dom Quixote, objeto que escolheu levar para esse experimento que, para ele, é voluntário. Na parede, o número 48 indica o nível em que eles estão e em que permanecerão durante um mês. Isso significa que há 47 níveis acima e, a julgar pela vivência de Trimagasi ali, a coisa desce pelo menos até o 132, com uma dupla por nível.


 

Mesmo que os símbolos da esperança sejam signos batidos (que não serão aqui revelados) e que cenas sombrias e iluminação escura nos remetam mais às trevas do que à luz, O poço acaba nos trazendo uma mensagem otimista, num final que vem dividindo opiniões na internet. Talvez porque não seja o esperado final feliz nem a derrocada total, seja apenas um artifício que nos tira do lugar comum e nos faz refletir sobre nós mesmos. 


 

12. Jeffrey Epstein: Poder e Pervesão


 


 

Assisti este documentário semana passada. Dividida em quatro episódios, a série conta os bastidores dos crimes cometidos pelo bilionário Jeffrey Epstein. Num esquema desmembrado em 2019, descobriu-se que ele abusava de menores de idade e, acima de tudo, foi o responsável por criar uma espécie de pirâmide social ao seu redor – fazendo, inclusive, tráfico de menores. É um crime bárbaro, nojento e chocante.


 


 

Como meio de contar essa história, a produção da Netflix opta por focar nos depoimentos e nas experiências das vítimas, que se abrem e contam detalhes do modus operandi de seu algoz. São relatos fortes, muitas vezes desesperadores, que sem dúvidas causam emoções no público. Isso é irrepreensível. Não tem como criticar ou achar que os depoimentos não foram bem colhidos.

No entanto, Jeffrey Epstein: Poder e Perversão fica tudo no superficial. Talvez por ter sido feita às pressas (as filmagens foram feitas em 2020 mesmo, pouco antes da pandemia), a série documental não se aprofunda na figura de Epstein, nem investiga bastidores. Não há informações novas. O que se conta aqui foi contado largamente em noticiários – até mesmo os depoimentos, afinal. Mas ainda assim, vale como informativo da sujeira que grandes nomes do judiciário e político do governo americano tentaram encobrir um dos maiores pedófilos da história.


 

11. I Am Not Okay With This


 


 

Escrevi resenha, volte lá para uma leitura muito divertida.


 

10. The Stranger (Não Fale com Estranhos)


 


 

Após a produção de The Five (não disponível no Brasil) e a ótima estreia de Safe em 2018, a Netflix e Harlan Coben fecharam uma parceria que deve ser comemorada pelos fãs do autor americano. Conhecido como “o mestre das noites em claro”, Coben é um grande autor de romance policial.


 

Desta vez, a obra escolhida para ser adaptada para TV foi The Stranger, no Brasil, Não Fale com Estranhos. Na trama, Adam Price (Richard Armitage) é um advogado com uma vida invejável, casado com Corine (Dervla Kirwan) uma bela mulher e uma popular professora. A vida aparentemente perfeita de Adam muda seu status quo quando uma estranha, vivida pela atriz Hannah John-Kamen o procura para revelar um segredo perturbador da sua esposa.


 

Descobrir que sua esposa falsificou um teste de gravidez e posteriormente fingiu um aborto deixa Adam atordoado. A estranha não se identifica e não revela como sabe tanto sobre a família dele. Antes que ele possa tentar descobrir mais informações ela desaparece. Ao confrontar a esposa ela admite que mentiu, mas precisa de tempo para se explicar. No entanto, no dia seguinte ela desaparece e deixa seu marido com seus filhos. A partir daí, Adam se vê preso em uma teia de segredos e mentiras enquanto tenta localizar sua esposa e descobrir a verdade.


 

9. Tiger King (A Máfia dos Tigres)


 


 

O Thiago Ribeiro já escreveu sobre o documentário.


 

8. Gentefied


 


 

A trama toda de Gentefied gira em torno da família Morales, que luta para manter o negócio do patriarca, um restaurante mexicano, funcionando. Isso porque, como o próprio título da série já fala, a parte de L.A explorada pelo show trata-se de um bairro repleto de latinos e pessoas de baixa renda que estão sofrendo gentrificação. E isso é um processo de substituição do público de um local por pessoas de camadas mais ricas.

E, dentro da família, que luta contra um inimigo externo, temos o drama interno. Chris (Carlos Santos), um aspirante a chefe de cozinha, acabou de retornar de Idaho. O rapaz se sente deslocado, latino demais para outros locais, mas não tão mexicano para seus primos e o restante da população do bairro, Boyle Heights.


 

Com roteiro de Marvin Lemus e Linda Yvette Chávez, Gentefiel é bem interessante e traz para a telinha a realidade da população latina de baixa renda dos Estados Unidos.


 

7. Hollywood


 


 


"Hollywood é uma série que dá gosto de ver. O elenco é excelente, a ambientação é maravilhosa, o visual é de tirar o fôlego e a caracterização de época é impecável. Acessar o streaming de nossa Mammy e se jogar em cada episódio é nossa obrigação como fãs da arte cinematográfica e com certeza dá para aprender e moldar uma visão dos bastidores do que é fazer um filme. Até mesmo os equipamentos usados na época e os recursos de efeitos visuais bem limitados são mostrados em cenas dos episódios. Permita-se voltar no tempo e viver os tempos dourados da antiga Hollywood e seus vários dramas por trás das câmeras das grandes produções da década de 40 e tenha o prazer de registrar em sua memória um trabalho feito com excelência! Mais do que indico e depois que você assistir a primeira temporada volta aqui no site e deixa seu comentário, que eu tenho certeza que vai ser de satisfação! ADOROOOO #CHOCOBJS #FIQUEEMCASA #BLITZPIPOCA” (Hospício Nerd).


 


 

6. Dead To Me (Segunda Temporada)


 


 

Após o sucesso da primeira temporada, as expectativas para a segunda eram altas e, felizmente, as expectativas foram correspondidas e até ultrapassadas. A segunda temporada foi capaz de manter a maior parte do que era bom da primeira temporada e desenvolver ainda mais as suas personagens, histórias e mundo de um modo incrível.


 

E como sei que muita gente está lendo isso sem ter assistido a primeira temporada, farei apenas comentários superficiais para não estragar a festa de vocês.


 

A melhor parte desta série é, sem dúvida, a química entre Christina Applegate e Linda Cardellini, sendo que o relacionamento entre Jen e Judy é simplesmente delicioso de se ver. Não é novidade nenhuma que ambas as atrizes são bastante conhecidas, mas a grande prova do seu talento é como nós nos perdemos nestas personagens e nos esquecemos que estamos a ver uma série televisiva com personagens fictícias. Esta série tem o poder de nos fazer mergulhar no seu mundo e na sua história.


 

5. After Life Season (Segunda Temporada)


 


 

Também escrevi resenha, é uma das melhores séries da Netflix de 2020. Vale cada segundo.

 

4. Cheer


 


 

Sacrifício, suor, esforço, dedicação e amor. São essas as palavras que nos remetem a “Cheer”, série documental que Netflix não fez nenhum esforço para divulgar.


 

Ao contrário do que muitos pensam o cheerleading é sim um esporte, mesmo não sendo considerado pela maioria das pessoas, além de realmente exigir muito de seus atletas. Cheer mostra a rotina durante dois meses da equipe da Universidade Navarro a caminho de Daytona Beach.


 

A competição dura apenas 2 minutos e 15 segundos, mas os membros dão tudo de si para conquistar o 14º prêmio nacional de cheerleading.


 

Além disso há relatos dos membros da equipe, alguns contando como é a experiência, a árdua rotina de treinos e até mesmo histórias que giram em torno de suas vidas pessoais.


 

Liderada por Monica Aldama e campeã diversas vezes, a equipe enfrentará grandes obstáculos até seu destino final.

O documentário parece apenas mais um de esporte, mas ele vai além, mostra uma faceta complexa da vida de jovens pessoas que usam o esporte como porta para um futuro fora das drogas e da violência doméstica. Foi uma das surpresas de 2020 que assisti da Netflix.

 

3. O Caso Gabriel Fernandez


 


 

A produção narra a história real do assassinato do menino Gabriel Fernandez, que foi abusado e torturado pela própria mãe e pelo namorado, apenas por suspeitar dele ser gay. O caso aconteceu no ano de 2013, na Califórnia, nos Estados Unidos.


 

Com seis episódios, o documentário detalha as investigações feitas por assistentes sociais do país, que acabaram descobrindo que a criança sofria intensamente com abusos domésticos.


 

É um dos documentários mais tristes e chocantes que assisti na Netflix, mas tem uma mensagem importante para tempos de homofobia que precisamos enxergar e compreender, mesmo que isso lhe cause dor e pesadelos.


 

2. Sex Education Season 2


 


 

Quem poderia imaginar que Sex Education também teria uma resenha incrível no nosso site, não é verdade?


 

1. Nada Ortodoxa


 


 

Nada ortodoxa conta em apenas quatro episódios a história de Esther (Shira Hass), uma jovem judia americana que apesar de respeitar sua religião, simplesmente não se encaixa em seus termos e ritos. Assim, temos uma história que aprofunda de rara maneira a visão e conhecimento do público sobre esta vertente da religião judaica.


 

1. 2. Eu Nunca…


 


 

Um dos textos mais agradáveis que escrevi em 2020.


 


 

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Entenda as novas regras · 17/06/2020 - 13h11 | Última atualização em 17/06/2020 - 13h15

Após polêmica, Warner atualiza termos referentes à participação de brasileiros no DC FanDome


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    Reprodução

 

Quando a Warner anunciou o evento online DC FanDome, o qual promoverá novidades, painéis e outras atividades que envolvem os títulos da DC, um detalhe chamou a atenção dos brasileiros, pois constava no que nenhum residente do país poderia participar dos concursos promovidos.

Segundo o primeiro texto publicado nas regras oficias das competições de artes e cosplay, cidadãos do Brasil não estavam elegíveis para os concursos que premiarão os vencedores em até US$ 2 mil. O comunicado original dizia: “Você não está elegível para participar deste concurso criativo se você é nascido ou residente legal do Brasil ou daqueles países que sofrem embargos de bens pelos Estados Unidos”, e citava Crimeia, Cuba, Irã, Coreia do Norte, Sudão e a Síria. Assim, muitos entenderam que o país estava de fora por questões causadas pela pandemia de coronavírus, como a atual proibição de entrada de brasileiros nos EUA.

Agora, a assessoria de imprensa da Warner esclareceu que a exclusão no concurso não está vinculada à pandemia e explicou que o motivo que impede os brasileiros de participarem é uma série de “restrições de competição e prêmios do país”.

No caso do Brasil, cidadãos só podem participar de promoções que são registradas na Caixa Econômica Federal, seguindo a Lei 13.756. Portanto, brasileiros devem seguir a legislação local e, uma vez que os concursos não têm os registros necessários, residentes do país não podem se inscrever neste tipo de ação.

O evento atualizou as suas regras e mudou o trecho em questão para: “O concurso criativo está aberto a pessoas com pelo menos 18 anos e têm maioridade em sua jurisdição de residência principal no momento do envio. Você não é elegível para participar deste concurso se for um residente nacional ou legal do Brasil devido a restrições de competição e premiação no Brasil”. Confira todas as regras do concurso aqui.

O DC FanDome acontecerá no dia 22 de agosto, às 14h00 (horário de Brasília) 

Com notícias do NerdBunker.

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