Nova chefia na APPM · 10/01/2019 - 11h58 | Última atualização em 10/01/2019 - 12h34

Jonas quer recursos aos municípios de forma mais direta: 'Sem intermediários'


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Empossado na presidência da Associação Piauiense de Municípios (APPM), nesta quinta-feira (10/01), o prefeito de Água Branca, Jonas Moura (PSD) manifestou o desejo de que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) cumpra a promessa de trabalhar o "menos Brasília e mais Brasil", a fim de fortalecer a gestão local.

— O que queremos do governo federal é uma pauta que já é permanente, e que queremos ver se dessa vez acontece — diz o prefeito, manifestando ainda o desejo de que o caminho dos recursos para as prefeituras seja mais rápido e direto. — Sem intermediários — completa. Uma receita que, na opinião de Jonas, ajudará o Brasil na retomada do crescimento.

Um sentimento compartilhado pelo presidente da Confederação Nacional dos Municípios, Glademir Aroldi, que participou da solenidade de posse da nova diretoria da APPM.

— Assim efetivamente vai haver o fortalecimento da gestão local e espero que isso possa acontecer na prática. O município é a ferramenta mais importante na prestação de serviços à população brasileira. O que aconteceu nos últimos anos oi que o governo central transferiu as responsabilidades para os prefeitos e prefeitas do Brasil, e não transferiu os recursos necessário para fazer frente a essas responsabilidades — destaca Glademir.

Ele destaca que em 2018, os municípios ficaram apenas com 19% do arrecadado em tributos no país. — Deveríamos estar com 23%, no mínimo — diz ao defender a necessidade de, através da reforma tributária, beneficiar os municípios com uma parte maior do bolo tributário. — O mundo caminha para esse sentido, do fortalecimento da gestão local — completa.

Auxílio às prefeituras

O foco da APPM em sua gestão, diz Jonas, será garantir suporte aos prefeitos dos municípios chamados 0.6 - menor coeficiente de repasse do Fundo de Participação dos Municípios - e que consequentemente têm maior dependência do governo federal. O primeiro auxílio será para que os prefeitos consigam fazer o básico.

— E o básico, ainda tem muito município que não faz. Um plano municipal de Saúde, de Saneamento Básico, Educação. Tudo isso é exigido em Brasília para que a gente traga recursos — ressalta.


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