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Como realizar as fantasias - 31/01/2017 às 10h36

5 pessoas revelam como experimentar diferentes tipos de sexo






Para todo mundo ver
“Eu e Letícia* estamos juntos há três anos e sempre tivemos o desejo de sermos livres com a nossa sexualidade. Entre as aventuras que já passamos juntos, resolvemos transar em um local público. Escolhemos uma praça onde isso é tão comum que existem até algumas regras para quem quiser assistir ou interagir. A primeira vez que fomos lá tinha pouco público, mesmo assim estacionamos e começamos a nos pegar no banco da frente. Como o tesão ficou incontrolável, fomos para o banco de trás para transar. Um outro carro, com um homem sozinho, parou ao nosso lado e começou a observar o que fazíamos. Ele se masturbou olhando pela janela do carro enquanto transávamos. Letícia gostou de estar recebendo aquela atenção e de ver o cara excitado com a gente. Voltamos para o banco da frente e dirigimos até uma rua próxima. Ele nos seguiu. Estacionamos de novo e Lê colocou o corpo para fora da janela e ofereceu os seios. O estranho, então, começou a chupá-los e depois foi embora. Com isso, nosso tesão estava nas alturas. Trocamos novamente de rua e transamos de novo. Desta vez eu desci do carro, de pé, e transamos enquanto ela estava de quatro no banco do passageiro. Foi uma delícia. ” Thiago*, 40 anos, e Letícia, 25 anos.

No escuro da noite
“A primeira vez que visitei uma casa de swing foi na companhia de um amigo. O local era grande e estava bem cheio. Passamos por uma pista de dança e um ambiente dedicado ao sexo explícito até chegarmos ao famoso dark room, um quarto completamente escuro. O tour estava muito empolgante e o cheiro de sexo e os gemidos ajudavam a me deixar louca de tesão. Mesmo sendo minha primeira vez, quis transar no quarto escuro. Meu amigo me guiou, já que ele conhecia o local e eu não conseguia ver nada. Sentei em um canto e rapidamente apareceram uns três ou quatro homens ao meu redor. Elas pegavam minha mão e colocavam em seu pau para eu saber que estavam lá. Fiquei revezando sexo oral em todos eles e quando me cansei deixei o quarto. Fui curtir um pouco a pista de dança, mas logo quis voltar. A diferença é que desta vez percebi que tinha um homem que não saía do meu lado. Voltei a fazer oral em alguns estranhos e em certo momento esse cara perguntou se podia colocar camisinha. Quando disse que podia, me deitei no sofá, ele se encaixou por cima de mim e transamos. Fiz sexo com mais dois homens que estavam lá e esse estranho continuava me acariciando. Um dos momentos mais intensos foi quando transei com esse boy e meu amigo. Gozei como nunca antes na dupla penetração: uma hora eu sentava no colo de um enquanto o outro se encaixava pela frente, depois eles invertiam a posição. Não faço ideia de como seja esse homem que me deu tanto tesão, mas pra mim isso faz parte da graça.” Ana*, 44 anos.

Enrosca em meu pescoço
“Sempre tive vontade de experimentar bondage. Quando comecei a sair com um cara, em fevereiro, senti que poderia ser com ele. Sempre que transávamos, já era natural ele restringir meus punhos segurando meus dois braços com uma mão. Às vezes, até os amarrava com um elástico. Quando vi que iria rolar na nossa cidade uma aula de shibari, arte japonesa de fazer amarrações, nos inscrevi. No dia, a professora começou a explicar as regras de quem quer fazer shibari no parceiro e me senti muito à vontade por entender que, apesar de estar amarrada, eu teria total domínio da situação. Se pedisse para parar, tudo precisaria ser interrompido na hora. Estávamos em um estúdio de dança junto com um grupo de pessoas, mas eu e meu parceiro ficamos tão empolgados que entramos em nossa própria bolha. Em certo momento, a intensidade do que estávamos fazendo era tão grande que os outros alunos pararam para nos assistir. A professora foi fazer uma demonstração em mim e Danilo ficou louco ao ver a cena. Foi como se estivéssemos nas preliminares em público. Ficamos com muito tesão e compramos uma das cordas artesanais para testar o que tínhamos aprendido. Em casa, Danilo amarrou meus braços para trás, e fiz sexo oral nele dessa forma. Depois ele testou outra amarração no meu corpo, na qual o trançado fazia o formato de diamante nas costas. A corda passa por zonas erógenas, e a cada puxada minha excitação aumentava. Foi um dos orgasmos mais intensos da minha vida.” Ângela e Danilo*, 28 anos

Pode convidar mais um
“Meu marido e eu estávamos com vontade de fazer ménage havia muito tempo quando conhecemos uma mulher pela internet que dizia preferir ficar só com mulheres, mas que topou a aventura de transar com um casal. Como não morávamos na mesma cidade, fomos buscá-la no aeroporto. Decidimos ir a um bar antes do sexo e tomar caipirinha para nos soltar e nos conhecer um pouco melhor. Mesmo com o tesão, não tinha como evitar o desconforto na hora do encontro. Quando fomos juntas ao banheiro, Marta me perguntou se eu já tinha beijado mulheres. Disse que não e ela me agarrou ali mesmo. Quando chegamos à mesa, para compensar e aumentar o tesão, ela beijou meu marido na minha frente. Era hora de fechar a conta: fomos para casa e direto para a cama. Durante a transa, ela fez sexo oral em mim, eu nela, nos beijamos os três juntos, rolaram carícias nos seios. Fiquei muito excitada. Meu marido me penetrou primeiro, depois fez o mesmo nela. Tudo foi rolando muito naturalmente. Uma das posições que experimentamos foi ela fazendo sexo oral em mim enquanto era penetrada por trás. Descobri com essa experiência que beijo de mulher é bem mais macio. Mas o melhor foi que todos nós gozamos intensamente.” Ana Maria*, 39 anos

*Os nomes foram trocados a pedido dos entrevistados.

Fonte: Com informações da Cosmopolitan

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