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Conheça seu corpo! - 16/12/2014 às 14h23

Ginástica íntima promete orgasmos intensos! Aprenda e pratique

CND_VAGA

Nem pepitas, nem xoxotas e muito menos pepekas. O nome dela é V-A-G-I-N-A e temos que aceitar seu nome e aprender suas funcionalidades. Sim, temos que aprender. Isso porque um número muito grande de mulheres sequer sabe que ela é a responsável pelo nosso humor e disposição em viver. E a falta de informação, preconceito e vergonha somente atrapalha nosso pleno despertar. Essa região é mágica e capaz de nos banhar com uma energia fantástica, além de nos dotar de saúde e presentear com enorme prazer. Além disso, proporciona um prazer indescritível para o nosso feliz parceiro. E é claro que, quanto mais saudável e forte ela for, maiores os dividendos.

O problema é que, infelizmente a nossa criação ainda não é lá das melhores. Crescemos aprendendo o quanto vergonhoso pode ser a simples menção dessa região e, por isso, os "apelidos carinhosos". Longe de mim jogar a culpa nas costas de nossos pais educadores. Eles nos passaram o melhor que podiam, de acordo com sua própria educação. O problema é que isso nos leva, de geração em geração, a períodos bastante sombrios. E para quem pensa que eles já estão distantes para nos assombrar, lamento! Ainda vivemos muito dessas ideias atualmente. Do "não coloque a mão", do "feio ao sujo" passando pelo pecado e aberração.

Como professora de ginástica íntima eu poderia escrever um tratado sobre isso! Felizmente já conseguimos muitos ganhos nesta área. Programas de TV, revistas e jornais já se propõem a falar sobre o assunto. Mulheres se unem em grupos e aprendem sobre sua vagina, se mostram dispostas a fortalecer os músculos circunvaginais levando a saúde a sério e ampliando a capacidade orgástica. Isto é evolução, mas, infelizmente não atinge 100% das mulheres.Nossa obrigação é informar e formar. Não podemos deixar que as coisas fiquem estacionadas assim. Mas aí você pergunta: mexer por que, já que durante centenas de anos se manteve desse jeito? Mexer, principalmente, porque o "desse jeito" é formado pelo número enorme de mulheres incapazes de alcançar o orgasmo, muitas das quais acham que prazer é coisa para os homens e que elas apenas têm que facilitar para que eles se sintam felizes.

Desejo, verdadeiramente, que cada uma de nós "abrace" sua vagina e reconheça o quanto ela é preciosa, aprendendo e usufruindo cada vez mais de suas maravilhosas potencialidades! Quer algumas dicas para se dar bem com a sua vagina?

SAÚDE
Quando nossa vagina está saudável há um impacto positivo em nossa vida, como energia sexual abundante, disposição e alegria de viver.Isso porque essa área íntima da mulher é parte ativa de uma verdadeira usina de energia.Então, anote a dica: "vagina saudável é garantia de jamais viver experiências negativas, entre elas infecções, prolapso uterino [queda do útero] e incontinência urinária".

APARÊNCIA
Cada vulva é diferente e especial, e isso não tem nada a ver com ser feia ou bonita.Algumas têm os grandes lábios mais flácidos, outros são mais carnudos, ou quase inexistentes, enquanto outras podem ser mais gordinhas ou fininhas.Já o clitóris pode ser mais avantajado ou quase não se mostrar visível.E assim como temos nossas impressões digitais, também possuímos vaginas exclusivas! Nada de se envergonhar ou menosprezar a sua por causa da aprência dela.Aprecie suas diferenças como parte da sua identidade pessoal!

ELASTICIDADE
A vagina tem um bom poder de elasticidade, isso quer dizer que ela se alonga a ponto de receber o pênis, mesmo os de tamanhos maiores. Brincar no canal, para uma mulher sem parceiro, pode ser difícil, pois os dedos se tornam aliados. Mas como eles são curtos, um bom vibrador poderá ajudar neste momento. Ele vai manter facilmente a lubrificação e a integridade do canal, além de proporcionar muito mais prazer.

MASTURBAÇÃO
Uma mulher pode abster-se de ter um companheiro, seja por vontade própria ou pela falta de oportunidade, mas não precisa necessariamente dar adeus ao prazer. Até porque se masturbar ajuda a manter as saúdes íntima e emocional em dia! Portanto, diga sim à masturbação. Você pode se masturbar sem acessórios ou com um bom brinquedo erótico especialmente desenvolvido para isso. Mas nunca use substitutos inadequados.

DURABILIDADE
Nem pense que sua vagina vai envelhecer e cair. A aparência da vulva pode mudar com os anos, mas o canal vaginal, devidamente conservado, manterá você ativa sexualmente até seus últimos dias neste mundo.

PODER DE ATRAÇÃO
O bom funcionamento do canal vaginal interfere positivamente também na liberação de nossos feromônios [odor natural do ser humano].Trocando em miúdos: quem tem os feromônios em alta, se torna atraente aos olhos de todos. E quem não tem, sofre do que chamamos "síndrome da invisibilidade". Você até está presente, mas não é notada.E para quem pensa que isso tem a ver com o desempenho sexual somente, não é bem assim: isso vai interferir em todos os aspectos da sua vida.

LIBIDO EM ALTA
Quanto mais fortes e saudáveis forem os músculos que circundam a vagina, conhecidos como pubococcígeos, mais alta a libido se manterá. E é ela que garante nosso desejo sexual. Quando em baixa, interfere diretamente na vontade de praticar o sexo e dificulta até mesmo a boa lubrificação do canal vaginal, o que pode provocar dores na hora da penetração.

PODER FATAL!
Aqui vamos falar do poder de apertar muito forte o pênis, pois é assim que reage uma vagina devidamente treinada com a ginástica íntima.Os músculos se tornam extremamente fortes e saudáveis, garantindo que o prazer seja alcançado com muita facilidade para a mulher e para o homem, este que tem o privilégio de conviver com alguém assim. Resultado? Orgasmos intensos e, para muitas, a experiência de sentir multiorgasmos!

LUBRIFICAÇÃO PÓS-MENOPAUSA
Uma vagina pouco lubrificada interfere no desempenho sexual, sim! Portanto, atenção, pois uma mulher sem lubrificação sente dores ao ter sua vagina penetrada. Isso porque o atrito do pênis causa microfissuras, tornando o ato sexual doloroso. Contrações feitas em intervalos regulares (como diariamente, por exemplo) garantem a manutenção do tônus e a lubrificação desta área, mesmo após a menopausa.

ELE TAMBÉM TEM QUE CONHECER
Alguns homens têm grande dificuldade em conhecer a vagina. Quase não a tocam, muitos rejeitam até mesmo o sexo oral. Nada pior para a relação!Tocar, tanto quanto olhar, explorar pontos de maior ou menor resposta erógena, facilita a completa harmonização do casal na hora H. Portanto, mulher, incentive seu parceiro a fazê-lo!

O USO DO ESPELHO
Fico tristemente surpresa quando, em cursos, escuto mulheres falando que jamais olham a vagina.Isso é sério e perigoso! Muitas doenças poderiam ser combatidas já no início se a "proprietária da vagina infectada" tivesse visto a tempo que algo não estava normal! Portanto, faça disso uma rotina: olhe regularmente a vagina usando um espelhinho para ver se não há carocinhos, verrugas etc. E aproveite para ver o "intróito [entrada] vaginal" contraindo cada vez mais forte.

CALCINHAS
Acredite, uma calcinha velha que nos proporciona tanto conforto, também nos contamina.O tecido, com o passar do tempo, pode se contaminar e nem a melhor de todas as lavagens garantirá mais sua integridade. Cheire regularmente as calcinhas ao tirá-las das gavetas. Se, apesar de limpas, persistir algum cheiro estranho que não o de limpeza, jogue fora imediatamente. Procure trocar seu estoque descartando as impróprias para uso no período de seis meses a um ano. Faça boa rotatividade no uso e proteja-se!

PONTO G
Se você ainda não encontrou seu ponto G não se preocupe. Não é fácil mesmo e o homem quase nunca consegue sem o auxílio da parceira. Mas se você estiver determinada a achar esse ponto de grande prazer, saiba que ele se encontra bem próximo à entrada da vagina, na parte anterior do canal (frente). Você, mulher, o alcançará com o dedo indicador na posição de "vem cá" ao ir tocando cuidadosamente a vagina de um lado a outro. Quando conseguir saberá por que é uma região de extremo prazer. Dê a informação ao seu parceiro, ele vai gostar! Aliás, a melhor penetração para que ele alcance esse ponto delicioso é a penetração vaginal por trás.

PREVENÇÃO
O melhor amigo da sua vagina não é o seu marido: é a sua médica! Então, mantenha seus exames regulares em dia. Normalmente, uma boa rotina deve ser feita a cada ano, ou em menor tempo por prescrição médica. Portanto, não se descuide. Autoexames (com espelho) e visitas regulares à ginecologista manterão em dia a sua saúde íntima para que você possa desfrutar dos prazeres sexuais da melhor forma.

SUPERVAGINA
Contrair a vagina pode ser algo poderoso, sabia? E para treinar saiba que isso pode ser feito em qualquer lugar, inclusive há acessórios próprios para o fortalecimento da região à sua disposição. Métodos de treinamentos sérios e eficazes também ajudam. Não há nada que a impeça de ter uma supervagina!

Fonte: Com Informações do Msn

Publicado Por: Karine Santana

Prazer feminino - 16/12/2014 às 14h01

Conheça os tipos de vibradores e os cuidados necessários para estes objetos

CND_VAGA

Quando o filme "De Pernas Para o Ar" foi lançado, em 2010, uma das cenas mais marcantes é quando a personagem de Ingrid Guimarães compra um coelhinho de pelúcia que na verdade se tratava de um vibrador.

Apesar de ainda ser tabu, é inegável que o acessório sexual faz parte da vida de muitas mulheres, casadas ou solteiras. Tanto que existem hoje no mercado modelos para todos os gostos e bolsos.

E se você é uma daquelas que ainda pensa se vale à pena investir em um aparelhinho desses ou não, nossa sugestão é procurar entender melhor como cada um deles funciona antes de comprar o seu “brinquedinho”.

Tipos de vibradores

Material de fabricação

- Silicone: maleável e fácil de limpar. Se for à prova d’água, quando imerso em água quente ele pode ficar aquecido, e gelado quando colocado no congelador.

- Elastômetro: flexível, como possui textura porosa favorece o acúmulo de fungos e bactérias, dificultando a limpeza.

- Jelly: transparente, macio e suave. Sua durabilidade é menor em comparação aos outros, porém o valor é mais baixo. É possível encontrá-lo em diversas cores e aromas.

- Cyberskin: feito em silicone, é o que mais se assemelha a pele humana. Pode ser aquecido e resfriado. E não é fácil de limpar.

- Acrílico, metal, plástico ou látex: feitos em material rígido, ambos contêm superfície lisa e composição atóxica. Disponíveis tanto em forma de vibradores quanto de pênis maciço.

Atenção: antes da compra, busque informações para saber se é feito em material antialergêneo ou são à prova d’água. Os modelos com agentes químicos em sua composição podem ser tóxicos, por isso devem ser usados com preservativo.

Modelos

Bullet e Pocket Rocket: muitas mulheres só conseguem atingir o orgasmo estimulando o clitóris. Então, esses vibradores são posicionados na região. Com a ajuda de um lubrificante, dá para ser introduzido na vulva. Ambos os modelos são conhecidos por seu alto poder vibratório.

Vibrador personal: é o modelo mais antigo. Geralmente, feito em plástico rígido e com superfície lisa, apresentando algumas opções de velocidade. Pode ser usado para penetração ou estimulação externa.

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Anel vibrador: modelo é indicado para ser usado a dois, pois encaixa-se o acessório na base do pênis, deixando a parte adjacente em contato com o clitóris. Possui cerdas salientes que facilitam o aumento do estímulo. Quando vibra, garante prazer no casal, potencializando a penetração.

Vibrador em U: pode ser usado somente por ela ou enquanto casal. A parte maior deve ser introduzida na vulva, estimulando o ponto G. Já a parte menor fica em contato com o clitóris. Ambas possuem motor vibratório. A forma flexível permite que a mulher use-o durante a penetração sem machucar o pênis. Também serve para estimular o ânus e a vulva, ou o ânus e os testículos do parceiro.

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Rabbit: é composto por um eixo principal rotativo e um estimulador de clitóris acoplado. Enquanto o penetrador gira e vibra dentro da vulva, o anexo produz vibrações no clitóris.

Pênis: o acessório possui veias, curvas, glande saliente e até mesmo testículos e pelos. É possível encontrar de inúmeros tamanhos e espessuras.

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Cuidados

Anal: mulheres que sentem prazer com o sexo anal só podem estimular a área com vibradores apropriados, pois existem modelos que quando introduzidos no ânus correm o risco de precisar ser extraído. Eles são menores, mais suaves e sem emenda. Além disso, devem apresentar uma base de segurança mais larga ou uma alça, evitando que escorregue totalmente para dentro do reto.

Anatômico: há modelos feitos para encaixar na região íntima da mulher proporcionando maior prazer e permitindo que as mãos fiquem livres para estimular o restante do corpo. Estes podem ser usados no dia a dia, por dentro da calcinha. Outros possuem design discreto, em formato de rímel ou batom, por exemplo.

Alergia: para não correr o risco de ter alguma relação alérgica certifique-se em relação ao material de fabricação e ao selo da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Limpeza: após o uso, lave o vibrador com sabonete neutro e seque com um pano que não solte pelo. Alguns Sex Shops vendem sabonetes específicos para a higienização do vibrador. Neste caso, o apropriado é guardá-lo envolto no mesmo pano que foi usado para secar o aparelho. Não há restrições para guardar o vibrador, desde que ele esteja protegido com um pano que não solte pelos.

Lubrificante: facilite a penetração usando um lubrificante. Segundo especialistas, o correto é usar produtos a base de água evitando o risco de o lubrificante corroer o material do vibrador.

Intransferível: como todo objeto pessoal, o vibrador não deve ser compartilhado com terceiros para evitar contrair doenças sexualmente transmissíveis.

Fonte: Com informações do Uol

Publicado Por: Karine Santana

Saiba como aproveitar - 15/12/2014 às 12h34

Seu parceiro tem o pênis grande? Conheça posições que favorecem a relação

CND_VAGA

A média de tamanho do pênis do brasileiro é de 15 centímetros. "Acima disso, pode ser considerado grande", diz a ginecologista e sexóloga Carolina Ambrogini, coordenadora do Projeto Afrodite, do departamento de ginecologia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). E algumas mulheres temem a dor durante o sexo. Para garantir o prazer, escolha posições que deixem a mulher no controle da penetração. Assim, ambos poderão curtir tranquilamente a relação. Veja, a seguir, sugestões de Carolina, da ginecologista Glene Rodrigues, especializada em terapia sexual pela Sociedade Brasileira de Sexualidade Humana, e da educadora sexual Camila Macedo Guastaferro, coordenadora do Serviço On-line de Educação Sexual do Instituto Kaplan.

Na chamada "cavalgada reversa", a mulher se senta de costas sobre o homem, que está deitado na cama. Dessa maneira, ela pode controlar a profundidade com que o pênis será introduzido na vagina e impor o ritmo dela para a penetração. Para agradar ao parceiro, a mulher pode movimentar o tronco para frente e para trás, estimulando-o.

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Agachada, de frente para o parceiro, que está deitado, a mulher controla a entrada do pênis na vagina. E, quanto mais próxima da virilha dele ela chegar, mais profunda será a penetração. Nessa posição, o clitóris dela também é estimulado, o que aumenta muito o prazer feminino. Para não perder o equilíbrio, vale segurar nas mãos do parceiro. O homem, por sua vez, pode acariciar os seios da mulher.

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Na tradicional posição de "conchinha", a mulher tem mais controle da penetração, ao entrelaçar as suas pernas na do parceiro, o que reduz a chance de que ele faça movimentos bruscos. A posição também ajuda a manter o pênis dentro da vagina por mais tempo. Nesse caso, o contato corporal é intenso, o que aumenta a excitação dos dois. O clitóris da mulher ainda fica bem acessível, para receber carícias.

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De pé, frente a frente, o homem pressiona o pênis contra a parceira até que a excitação aumente e ele possa penetrá-la. A posição não permite uma penetração profunda, mas pode dar muito prazer aos dois. Para sentir mais o parceiro, a mulher pode ficar nas pontas dos pés ou usar um sapato de salto alto, o que geralmente aumenta a excitação masculina.

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O homem se deita de barriga para cima e afasta as pernas, esticadas. A mulher se posiciona sobre ele e levanta o tronco, segurando nas mãos dele, para estimular o clitóris e sentir o pênis do parceiro. Ele, por sua vez, se excitará mais a cada movimento da mulher. A posição permite um contato visual pleno e é possível intercalar os movimentos de penetração com outras carícias e beijos.

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O homem apoia as costas na cama e traz as pernas em direção ao peito. A mulher se agacha sobre ele até onde desejar, sabendo que, quanto mais agachada, mais profunda será a penetração. Caso a mulher se canse dos movimentos, o homem poderá ajudá-la, segurando-a em seu bumbum e fazendo movimentos de vaivém.

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O homem, sentado com as pernas esticadas, recebe a mulher sobre ele. Ambos se apoiam na cama, com os braços para trás. Embora os beijos e abraços não sejam possíveis nessa posição, é uma maneira de dificultar que o pênis entre completamente na vagina e cause algum desconforto. Quem dita o ritmo da penetração é a mulher.

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A mulher se senta sobre o homem com o bumbum de frente para ele, que estará deitado com as pernas esticadas e ligeiramente abertas. Ela estende as pernas para trás, levanta o tronco e se apoia nas canelas dele para fazer os movimentos no ritmo que lhe der mais prazer e conforto. Para o homem, a visão das nádegas da mulher será muito excitante.

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O homem fica deitado de costas, separa as pernas e as deixa semiflexionadas. A mulher senta sobre a virilha dele, de lado, com os pés apoiados na cama. É ela quem vai escolher o quanto quer ser penetrada, tendo em mente que quanto mais abertas as pernas estiverem, mais profunda será a penetração.

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Sentado em uma cadeira, o homem recebe a mulher, de costas para ele. Ela vai se inclinando, sem necessariamente ter de sentar, controlando, assim, a entrada do pênis. A penetração permite um intenso estímulo do clitóris, o que intensifica o prazer feminino. O homem pode abraçá-la por trás e acariciar os seios da parceira.

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Fonte: Com informações do UOL

Publicado Por: Karine Santana

Tabu na cultura brasileira - 15/12/2014 às 11h06

Por que o sexo anal ainda é um tabu em tantas culturas?

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A questão da semana é o caso da internauta que tem uma relação ótima com o marido, mas há um problema: ele insiste em fazer sexo anal e ela não suporta.

O sexo anal é talvez a mais execrada de todas as formas de sexo. Os gatos lambem, os cachorros cheiram, mas ma maior parte dos humanos trata o ânus como se fosse uma das partes mais malignas do corpo. Seu uso na relação sexual é um tabu em muitas culturas, inclusive na nossa.

No estado de Indiana, EUA, em 1965, houve o caso de um homem, que foi preso por fazer sexo anal com a esposa. Ela, depois de uma briga, assinou uma declaração acusando o marido de ter cometido “o detestável e abominável crime contra a natureza”. Embora a mulher tenha mudado de ideia e tentado retirar a acusação, não tinha mais direito legal de fazê-lo. O marido foi condenado a quatorze anos de prisão. Teve direito a um novo julgamento, mas passou três anos preso antes que ele acontecesse.

Em 1990, 17 estados americanos ainda mantinham na ilegalidade o sexo anal consensual. Em 1988, na Georgia, Estados Unidos um homem foi condenado a cinco anos de prisão por ter confessado que fez sexo anal com a esposa, com o consentimento dela. Na França, antes da revolução, essa prática levava à morte na guilhotina e na Inglaterra, no século 17, era considerada como crime e a condenação podia ser prisão perpétua ou pena de morte.

Curiosamente, na Roma antiga, na noite de núpcias, o noivo se abstinha de tirar a virgindade da noiva em respeito a sua timidez e por isso praticava o sexo anal com ela. Em muitas épocas da história da humanidade o sexo anal foi considerado pecado. Entretanto, independente das proibições legais ou morais, as pessoas sempre o praticaram.

Três motivos levam as pessoas a praticarem o sexo anal: pelo prazer, como contraceptivo e para evitar que uma moça deixe de ser virgem. É sabido que as prostitutas da Antiguidade utilizavam o sexo anal como contraceptivo, quando ainda não havia preservativos.

Antes do movimento de liberação sexual, não eram poucas as moças que praticavam sexo anal com seus namorados para casarem virgens ou se manterem assim, caso o namoro terminasse.

Quanto ao prazer, não resta dúvida que o ânus possui sensibilidade erótica e é possível chegar ao orgasmo com sua estimulação. Entre muitos homossexuais masculinos o ânus é via natural de prazer. Entre os heterossexuais há grande número de adeptos.

Geralmente são os homens, na relação com a mulher, que mais desejam e solicitam o sexo anal; o aperto do ânus proporciona um prazer bastante intenso. Muitas mulheres, ao contrário, evitam ou até se recusam, alegando dor ou desconforto.

Os músculos do ânus são muito mais apertados do que os da vagina, e se a introdução do pênis for feita de forma brusca pode provocar dor e machucar. Mas isso não impede que muitas mulheres sintam grande prazer, principalmente se o clitóris é estimulado simultaneamente com um vibrador.

Em hipótese nenhuma deve haver penetração vaginal após a introdução do pênis no ânus. As bactérias naturais do reto podem causar infecções vaginais. E é muito arriscado praticar sexo anal sem usar preservativos. É a forma mais fácil de transmissão do vírus da AIDS, que é absorvido direto pela corrente sanguínea.

Do ponto de vista do bem estar emocional individual e da própria relação, o sexo anal só tem sentido se a mulher desejar realmente e jamais só para agradar o parceiro. Muitos homens insistem e a mulher, com medo de frustrá-lo e ser rejeitada por isso, se obriga. Nenhuma relação suporta tanto sacrifício.

Fonte: Com informações do UOL

Publicado Por: Karine Santana

Sinta-se atraente - 14/12/2014 às 09h47

Saiba como ficar segura durante o sexo mesmo acima de peso

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Provador de loja e quarto de motel. Espelhos por todos os lados. Pavor de quem não está de bem com seu reflexo e, consequentemente, consigo mesmo. Como driblar a timidez e aproveitar melhor o momento?

Tirar a roupa ainda é motivo de tensão para muitas mulheres, mas alguns passos simples podem dar a segurança que é preciso para acender a luz e deixar rolar.

Como se sentir mais atraente na hora do sexo

Desencane: se ele está com você, é porque quer estar com você, então, não se sinta incomodada com olhares e toques.

Iluminação: ainda não se sente preparada? Comece com uma iluminação mais intimista. Boa parte dos quartos de motéis possui um verdadeiro jogo de luzes que deixam o clima mais picante.

Luz de velas: no entanto, não é preciso sair de casa para conseguir o efeito meia luz. Além do bom e velho truque da televisão ligada, a luz de velas é uma ótima opção.

Lingerie: existem diversas opções no mercado que modelam a silhueta e valorizam as curvas.

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Fonte: com informações do Bolsa De Mulher

Publicado Por: Ricardo Caetano

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