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Dicas para atingir o clímax - 21/07/2014 às 13h02

Por que tantas mulheres não conseguem chegar ao orgasmo?

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É grande o número de mulheres que não consegue atingir o orgasmo. De acordo com o último levantamento sobre o perfil sexual dos brasileiros, realizado pelo Projeto Sexualidade (ProSex) com mais de 8 mil pessoas do país, 30% das mulheres brasileiras vive esta situação.

Clinicamente falando, a sensação é atingida quando se chega ao ponto máximo da estimulação sexual e há uma descarga neurossensorial e alteração de todo o sistema nervoso, de acordo com o ginecologista Hugo Miyahira, vice-presidente da Região Sudeste da Febrasgo (Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia).

Ele explica que existem diferentes causas que podem interferir na motivação sexual da mulher, fazendo com que ela não consiga chegar ao clímax. Podem ser causas físicas, como dores e infecções; químicas, como uso de tranquilizantes e bloqueadores de apetite; interpessoais, como problemas no relacionamento; ou transpessoais, como as questões culturais e religiosas muito fortes.

Segundo o ginecologista, alguns fatores que podem ajudar. Confira:

Posição: Uma forma indicada para quem tem dificuldades de atingir o orgasmo é o homem deitado de barriga para cima e a mulher sentada sobre ele, de modo que ele possa também masturbar a mulher durante a penetração.

Masturbação: É uma forma da mulher conhecer melhor o próprio corpo e se estimular através de elementos psicológicos, filmes, livros, usando a imaginação.

Pílula anticoncepcional: Pode ajudar, pois faz com que a mulher fique mais relaxada, já que não existe a preocupação com a gravidez. Por outro lado, a pílula possuiu substâncias que podem interferir, mas não é regra geral, varia de pessoa para pessoa.

Atitude: Ficar passiva e esperar que só o homem faça e colocar toda a responsabilidade sobre ele é um erro. Sexo é uma troca e os homens também esperam isso da mulher.

Tratamento: A mulher deve buscar ajuda quando sentir que é necessário. Não pode manter o problema para sempre, porque dessa forma está se recondicionando para ser sempre igual. O ideal é descobrir a causa e tratá-la. Para isso, é feita uma avaliação clínica geral da saúde da mulher, bem como de seu estilo de vida e de seu histórico sexual.

Fonte: Com informações do Bolsa de Mulher

Publicado Por: Indira do Vale

Transparência e diálogo - 21/07/2014 às 08h41

Saiba os limites do filme pornô como estímulo para o sexo

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Os filmes para adultos podem apimentar a relação, mas é preciso ter cuidado para que o estímulo não se torne obrigação

Gemidos incontidos e orgasmos garantidos, posições dignas de acrobatas, ereções que duram horas... Pois é, nem tudo o que é mostrado nos filmes pornô tem relação com o sexo da vida real, com todas as suas delícias e dificuldades naturais - e características.

Mesmo assim, apesar da plasticidade e impessoalidade de alguns títulos, os filmes podem funcionar como um estímulo saudável à vida sexual do casal.

Em primeiro lugar, vale lembrar que nenhuma experiência com o pornô substitui uma relação sexual de verdade.

“Esse tipo de filme faz parte da fantasia do indivíduo, mas como qualquer outro acessório, deve ser utilizado como um brinquedo, para apimentar a relação, e não se tornar uma obrigação”, pontua o terapeuta sexual João Borzino.

Essa substituição, aliás, tem se tornado uma constante nas relações, o que pode desencadear e camuflar uma série de problemas de relacionamento.

“Isso tem aumentado muito, principalmente em relacionamentos estáveis, em que o desejo sexual está abalado. Então, em vez de o casal resolver o problema, buscando se reaproximar, eles se refugiam no pornô e ficam cada vez mais distantes de retomar a vida sexual e a intimidade”, explica a psicóloga e sexóloga Ana Canosa.

É proibido proibir

Se um dos lados do casal tiver o pé atrás com essa questão do pornô, o mal-estar de descobrir que o parceiro consome esse tipo de fantasia pode ser ainda maior. Por isso, tudo deve ser discutido com transparência e sinceridade na relação, buscando eliminar qualquer mal-entendido.

“Maturidade emocional é fundamental para que o os dois entendam que o pornô não configura uma traição, de nenhuma maneira. É apenas uma válvula de escape que pode ser muito saudável. O erro está justamente no contrário, quando o homem ou a mulher tenta proibir o outro, pela própria insegurança”, afirma João Borzino.

É natural e compreensível que as mulheres não se sintam completamente confortáveis – ou até excitadas – ao assistir a um pornô tradicional. Isso porque boa parte deles é produzido para os homens, retratando situações que para eles são mais eróticas do que para elas, como dupla penetração e sexo anal, entre outras posições.

“Os filmes tradicionais têm situações irreais, como mostrar o sexo anal como se fosse a coisa mais simples e fácil do mundo.

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É importante que o casal entenda as diferenças do pornô e do sexo real, até para que eles não se cobrem tanto, como exigir do parceiro posições malucas e ereção prolongada, por exemplo. Deve existir o cuidado para não fantasiar demais, senão vira algo desagradável”, observa Ana Canosa.

Uma saída que pode ser aproveitada por ambos são os pornôs alternativos, ou seja, fora do circuito tradicional em que o público-alvo é sempre do sexo masculino. Já existem produtoras especializadas, comandadas por mulheres, em que as tramas dos filmes têm um pouco mais de complexidade e ilustram melhor o sexo real.

Hábito e vício

Como tudo na vida, o pornô é saudável na medida em que é consumido com moderação pelo casal, não quando se transforma em um estímulo obrigatório para a relação sexual.

“Como ele se torna algo habitual, pode acontecer de o casal não conseguir mais ter o estímulo por conta própria, aí você perde uma conexão de intimidade. Saber dosar é fundamental”, afirma Ana Canosa.

O especialista João Borzino também alerta para a possibilidade do hábito se transformar em uma compulsão sexual, com raiz em problemas de baixa autoestima e insegurança.

“As pessoas buscam um padrão, em vez de descobrirem do que elas realmente gostam. O pornô é apenas uma das frentes que padroniza o comportamento sexual. O problema é que a nossa sociedade ainda não tem uma educação sexual satisfatória para lidar com essas questões”, opina João Borzino.

Por mais que o pornô tenha um estímulo visual mais intenso, algumas vezes, o sexo na vida real é insuperável, principalmente quando feito com tesão, cumplicidade e muitas outras vantagens sensoriais. Vale a pena saber quando desligar a TV.

Publicado Por: Ricardo Caetano

Passado e futuro - 21/07/2014 às 08h27

Quando é o melhor momento para contar a ele que tenho filhos?

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Falar já no primeiro encontro ou esperar a relação ficar mais íntima? Especialista em relacionamentos dá dicas para enfrentar esse dilema de toda mãe solteira

Muita gente ainda acha que a maternidade é empecilho na hora de encontrar um novo amor. Para muitas mulheres jovens, o fato de ter um filho dificulta a aproximação com alguns homens e as torna mais exigentes quando a questão é aprofundar uma relação.

A dúvida de como e quando contar sobre a criança assusta, pois nem todos os homens lidam bem com a situação. Além disso, homens e mulheres têm modos diferentes de pensar, bem como perspectivas distintas sobre namoro, casamento e filhos.

No geral, não há uma regra que determine o sucesso ou o fracasso de uma relação com base no fato de um dos dois ter filhos e o outro não. Uma dica útil é tentar identificar o momento de vida pelo qual a pessoa está passando. Se está investindo na carreira ou acabou de mudar de casa e sair de um relacionamento fracassado, o primeiro encontro pode não ser a hora ideal para falar.

“É importante entender que não há um momento perfeito para falar sobre a existência de um filho. O fundamental é ser sincero e natural. Se o assunto surgir, deve ser tratado com transparência” – ensina o psicólogo e especialista em relacionamentos Alexandre Bez.

Foi assim com a administradora de moda Lara Regina (24), mãe de Giulia, de um ano e oito meses, que se separou logo após o nascimento da filha.

“Eu sempre falei que sou mãe logo que conheço o cara, sem rodeios. É natural que ao falar de minha vida, eu fale de minha filha. Ela é parte dela! E se for para rolar algo, prefiro ser verdadeira” – explica ela, que está em um relacionamento firme há quase um ano.

“Eu nunca percebi qualquer tipo de rejeição. Pelo contrário! Quando digo que sou mãe, eles logo querem saber mais”.

Atenções divididas

Um dilema constante na vida de mães que separam e voltam a namorar é sobre como dividir o tempo entre o filho e o namorado. Segundo Alexandre é preciso estabelecer arranjos que permitam flexibilidade para os dois lados.

“Você pode deixar de sair com o namorado aos sábados, mas é importante que compense em seguida, reservando um dia da semana, para um café e quem sabe um cinema”.

Em geral, os homens mais velhos costumam entender melhor essa dinâmica, em que a criança é uma prioridade. Para os mais jovens, que estão em um momento da vida no qual o foco é investir em formação, carreira, aquisição de independência, bens e recursos financeiros, a dinâmica de um relacionamento com uma mulher que é mãe, pode assustar – especialmente os mais inseguros. No entanto, nada impede que homens jovens levem a relação adiante, aponta o psicólogo.

Para resolver o conflito divisão do tempo, uma opção é incluir a criança no passeio do casal. No entanto, a decisão ainda gera controvérsia. Para Lara, a filha ainda é muito pequena para ter contato com outra figura masculina que não o pai (que a visita regularmente). Ela crê que isso poderia causar confusão de sentimentos e evita aproximações.

“Já aconteceu de o próprio cara sugerir levar minha filha junto para um passeio de final de semana, quando eu disse que não poderia vê-lo. Eu neguei na hora.”

Para o psicólogo, a aproximação da criança e do pretendente deve ser cautelosa. Antes de tudo, a mulher deve se perguntar se realmente tem a intenção de dar continuidade àquela relação. Se a resposta for positiva, aí sim pode-se apresentar as duas partes. Tudo para evitar que o filho venha a se apegar a essa presença masculina para, logo depois, sofrer com um eventual rompimento.

“Até os sete anos, a criança está formando a personalidade e é preciso evitar traumas de separação, principalmente nos casos em que o pai é mais ausente. Por isso, a mãe deve ter certeza da continuidade da relação” – explica o especialista. No caso de crianças maiores um possível rompimento se torna mais fácil, pois já existe uma facilidade em conversar com a criança e explicar a situação.

Passado e futuro

Um problema comum enfrentado por quem namora uma mulher com filhos é quando o pai da criança ainda tem sentimentos pela mãe e deseja uma reaproximação. Cria-se aí uma disputa na com a qual nem todos os homens conseguem lidar. Para que isso não ocorra, a mulher precisa ser decidida e pontual na forma de se relacionar com o ex. Deixar o namorado atual a par de todos os acontecimentos e mostrar para ele que não há interesse nenhum dela em reatar o passado.

Outro ponto delicado é a questão de ter ou não mais filhos. Muitas mulheres, após a experiência da maternidade, preferem esperar mais ou não desejam ter outros filhos. É o caso de Lara, que não pensa em casar tão cedo e afirma que só terá novos filhos quando Giulia estiver com mais de 10 anos. Para alguns homens isso pode ser um grande problema. Por isso, é fundamental conversar sobre os objetivos de vida de cada um antes de deixar as coisas ficarem mais sérias. Se o homem deseja ser pai em um futuro próximo e a mulher não quer ter mais filhos, a relação pode se tornar inviável.

“A partir do momento que há o desejo mútuo de uma relação séria, é importante ser 100% sincero desde o princípio, inclusive discutindo o futuro da relação”, diz Bez.

Se houver mesmo o afeto, as partes precisam entrar em um acordo para que nenhuma delas se sinta prejudicada, o que poderia gerar cobranças e rancores futuros. Em geral, em nome da continuidade da relação, o casal acaba formando novos acordos que satisfaçam os dois.

Publicado Por: Ricardo Caetano

Saiba o principais sinais - 18/07/2014 às 09h53

Como saber se ele quer apenas transar com você? A gente lhe passa as dicas!

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Você conhece "aquele" cara bacana, finalmente ele te liga e vocês combinam um novo encontro. Mas tem uma pulguinha aí atrás da sua orelha que diz: "Não sei por que, mas acho que ele só quer transar comigo e pular fora".

Se você é do time dele e só quer curtir também, ótimo! Se a dúvida bateu e você está em busca do príncipe encantado, a gente ajuda a identificar os principais sinais dos pilantras que só querem te levar para a cama e sumir. Mas nós dividimos esses caras em dois times.

O amador

O bonitão babaca que só quer contar quantas mulheres passaram pela sua cama.

· Desconfie de hora se ele marcar o encontro com você em uma segunda, terça ou quarta-feira. Essas noites têm pouca importância para os homens: no máximo, eles assistiriam à reprise de algum jogo de futebol ou tomariam uma cerveja com os amigos.

· Os homens amadores são preguiçosos, portanto, ele vai escolher um lugar para ir perto de casa e o encontro vai acontecer pelo menos duas horas após a saída do trabalho. Assim, dá tempo dele ir à academia e ver quanto foram os jogos da rodada. Ou seja, esforço quase zero para te encontrar.

· O mais babaca de todos não vai buscar você em casa. Vai pedir para você encontrar com ele no lugar combinado ou pegar um taxi.

· Ele estará cheirosinho, mas não espere uma super produção.

· Ele vai tentar empurrar o máximo possível de álcool pela sua garganta. Como é meio babaca, você vai precisar de muitos drinques para achar as piadas dele engraçadinhas. Além disso, sob o efeito do álcool, você não vai perceber a tentativa dele de ter uma noite e nada mais.

· Quando você já estiver suficientemente bêbada, ele vai dizer que a casa dele fica ali pertinho e que seria ótimo se você pudesse conhecer o seu cachorrinho. Se você recusar, ele vai começar a se afastar e dizer que precisa acordar cedo no dia seguinte. Patético!

O profissional

O cara que quer levar você para a cama, mas você nem desconfia.

· O encontro será marcado em uma sexta-feira ou sábado. Ele precisa mascarar as verdadeiras intenções.

· A maneira como ele a chama para sair e os lugares que escolhe causam impacto, mas ele acaba só te levando para jantar e para quartos de hotel.

· Ele vai tentar ser cavalheiro impressionando você: escolhendo o jantar, sendo simpático com o garçom, tomando um vinho caro... Ter o controle total da situação faz parte do show.

· Fique atenta na aparência. O homem profissional sempre está com as suas melhores roupas, o melhor relógio... É ego puro, tudo para te enganar!

· Ele vai fazer você se sentir a única mulher do mundo. Vai te encher de elogios, que serão ditos de maneira a parecer super sinceros.

· Tudo o que ele faz é premeditado, desde as perguntas mais superficiais até o jeito lindo como fala de si mesmo.

· Para te convencer a ir para a cama de vez, ele pede uma sobremesa sexy de chocolate, senta ao seu lado, faz um brinde com conotação sexual e te enche de beijos no pescoço. Fuja!

E aí, você já encontrou com um tipo desses por aí? Como se livrou deles?

E fique ligada que logo mais a gente ajuda você a identificar os candidatos ao grande amor da sua vida!

Fonte: Com informações do M de Mulher

Publicado Por: Nataniel Lima

Acesse o programa - 18/07/2014 às 08h01

Calculadora sexy - saiba quantas calorias você perdeu em uma noite de amor

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Que o sexo é uma ótima forma de perder calorias todo mundo sabe. Mas você consegue medir este gasto calórico.

Uma calculadora foi desenvolvida por uma farmácia on-line especializada em saúde sexual e perda de peso. Ela foi criada com o intuito de ser uma diversão entre os casais, mostrando as gordurinhas queimadas durante o sexo.

A calculadora mostrou que em meia hora, é possível perder o equivalente a 15 minutos de corrida, 150 calorias. A ideia divertida pode ser usada por casais após as relações íntimas.

É possível acessar a novidade clicando aqui.

Fonte: Com informações do TechMestre

Publicado Por: Nataniel Lima

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