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Discutindo a relação - 21/10/2014 às 09h39

Descubra os sinais de quando ele não quer mais namorar ou estar casado

Galaxy

Meninas, dia desses uma amiga me veio com um desses links que grassam na rede mundial de computadores. Melhor dizendo: ela não me trouxe o link. Ela não lembrava onde tinha lido. Mas lembrava do que leu. E mo contou:

“João, esse artigo falava de como a gente pode se ligar nos sinais de que eles – quer dizer, vocês, homens – já não querem mais estar juntos da gente. Sabe? Tipo o casamento que ruiu e o cara não assume? Ou o namoro que é mais amizade ou nem isso do que namoro, mas o cara empurra com a barriga?”

Eu disse que sabia. Mas queria ouvir mais. E ela veio com mais:

“Então, sei que você não gosta muito das generalizações e coisa e tal, mas fez bastante sentido quando li. Eu – e posso te dizer que várias das minhas amigas concordam – acho que vocês são incapazes de terminar. Ou melhor, vocês até terminam, mas só de dois jeitos: quando a coisa fica insuportável ou quando arranjam outra. No geral, eu reparo que homem faz o seguinte: vocês se tornam insuportáveis, vocês tornam o relacionamento insuportável até que a gente tome a iniciativa por vocês. Como se precisassem de uma desculpa ou do conforto de não ter de assumir a decisão, sabe?”

E eu, de novo, disse que sabia. Mas ainda queria ouvir mais. Queria, acima de tudo, ouvir quais eram os sinais que o texto da internet havia listado. E ela veio com a lista:

“Ah, então. Dizia lá que em primeiro lugar o homem some…”

QUANDO O HOMEM SOME

Meninas, decidi ir ponto a ponto. E vamos, então, a primeiro. Quando o homem some. Devo dizer que, nesta altura, eu não devo ter entendido muito o texto que a minha amiga leu. Porque o namorado, o marido, não conseguem muito sumir. Segundo o relato dela, o texto dizia que os homens somem quando não querem mais nada. Pois sim, eles somem quando vocês ainda não são casal.

Agora, quando vocês são casal, o sumiço é de outro tipo. É um sumiço a olhos vistos. É o homem que definha e se encolhe. Ele some, sim, mas doutro jeito: ele não quer mais sair, ele desanima, ele é turrão e irritadiço.

Portanto, registrem: o grande e cabal sumiço do homem é aquele que se dá na sua frente.

NÃO É MAIS CARINHOSO

“Um outro ponto que lembro, João”, prosseguiu minha amiga, “é que o texto dizia que o homem, quando não aguenta mais o relacionamento deixa de fazer aquelas coisinhas que fazia no começo, tipo mandar recadinho com emoticon no celular, como se não tivesse mais nenhum motivo pra, durante o dia, te fazer lembrar dele”.

Verdade, mas mais ou menos verdade. Ah, moças. A vida é tão dura, tão difícil, tão tostines. Porque mora aí, nesse ponto do esfriamento, um nó existencial. Querem ver?

Será que o homem fica mais frio porque não quer mais ou está mais frio porque, com o tempo, qualquer relacionamento diminuiu a quentura, entrando no lugar do calor, outros tipos de energia?

Meu ponto, garotas, é este: às vezes, a gente se preocupa tanto com os sinais que esquecemos que quando prestamos atenção aos sinais, estamos prestando atenção aos sinais que queremos notar. Qualquer relacionamento, do mais fajuto ao mais feérico passeia por um turbilhão de coisas ao mesmo tempo.

Eu disse e digo de novo: você e ele, eu e ela, aquele e aquela, todo mundo é um, nenhum e cem mil coisas no decorrer de um só dia. Tenho medo dessas listas – e eu mesmo cometo algumas delas, vejam só! – que dizem que isso mais aquilo dá tal coisinha.

Tenho medo mesmo.

Porque é isto: às vezes ele não manda mais o emoticon do solzinho sorridente a cada manhã porque não manda. Sem nada além desse motivo. Porque a piada perdeu um pouco da graça. Porque doçura todo dia, toda hora, por anos, pode deixar a doçura menos doce. Porque talvez você também não esteja retribuindo – e talvez nem precisando – desse tipo de mimo. Ou, simplesmente: ele parou de mandar recadinho porque sim.

Enfim.

MAS QUAIS SÃO OS SINAIS?

Moças, minha amiga ouviu isso tudo e coçou a cabeça, enrolou uma mechinha de cabelo (enrolar uma mechinha de cabelo é uma coisa bonita que dói. Façam sempre), e me perguntou:

“Hummm, João, acho que te entendo. Mas então nunca tem sinal? Aí já não posso concordar com você. Porque eu sei que tem. Já passei por vários fins e em quase todos eles, eu tive certeza depois que aquilo tudo que eu sentia era o sinal de que o namoro já era”…

Pois foi justamente aí, meninas, que a minha amiga, sem perceber, deu toda a resposta que este dia merece e precisa.

A vida é exatamente isso. O presente é uma véspera de futuro. O presente é velocíssimo. O presente é mais rápido do que a gente. O presente é o jamaicano correndo na olimpíada. E você é só você. Eu sou só eu.

Estamos sempre atrás do presente. Atrás das coisas que acontecem neste momento.

Moças, a vida só é possível e analisável e compreensível porque ela nos dá passado.

Só aquilo que foi e já não é permite a claridade. Três minutos depois de um fim de amor, eu compreendo todo o fim de amor. Mas no momento em que o coração para de bater, eu nunca sei.

Quero dizer que, sim, há muitos sinais de que ele não quer mais estar com você.

Mas quero dizer ainda mais que esses sinais só serão sinais quando a coisa acontecer: o amor acabar, a separação vier. Antes disso, é natural a nossa confusão. E não há nenhum fórmula para predizer um rompimento a não ser esta:

No fundo, no fundo, a gente sabe quando o amor está por um barbante roído do encerramento. A gente sabe, sim, mas é num fundo tão fundo que não bate luz. Não dá certeza.

O que fazer?

Não sei. Talvez ter menos medo. Talvez conversar mais. Talvez se ouvir mais.

Acho que toda lista sobre “os sinais masculinos da falta de amor” deveria, na verdade, se chamar “os sinais humanos da falta de amor”.

Porque com vocês é igual.

E os sinais, na verdade, são um só.

Tristeza.

O SINAL NÃO ESTÁ NELE

Quando você vive triste e encolhido, você já deixou de amar. Só não conseguiu ver isso. Mas verá. E aí, nesse dia, tudo fará sentido. Tudo parecerá claro. E você dirá ao espelho, à amiga e a quem interessar: “Como é que não vi isso antes?”

E eu direi: “Não viu porque não viu. Porque a gente só vê aquilo que a nossa altura permite ver”.

Ele sumiu? Ele pode mesmo não te amar, mas pode ser também que ele esteja só ocupado. Ele só sai com você quando você implora? Ele pode estar de saco cheio do casal, mas pode também simplesmente ter afrouxado o cinto, aquela impaciência com o resto da humanidade e aquela lerdeza que a alegria de encontrar um amor concede. Ele está frio? Ele pode mesmo não te aguentar mais, mas pode ser que ele esteja chateado com alguma coisa que você fez e não consegue dizer? Ele não te procura na cama? Ele pode estar sem o menor desejo, ou pode ser aquela fase em que vocês dois estão no automático que a convivência diária, implacável convivência diária, presenteia a todo mundo que ama. Ele não faz planos pro futuro, não fala em ter filhos? Pode ser que ele não queria esse futuro, ou talvez ele queria tanto e é tão difícil falar disso contigo.

Amar é difícil, meninas.

Viver a dois é a coisa mais dura que há.

Dentro do amor, tudo pode ser tudo.

Mas há, sim, o único sinal possível.

Esqueça de buscar nele o sinal do fim de amor. A grande solução está em tirar a cuca dele.

E ouvir a afinação do próprio peito.

Quando você é triste, você já não ama. Quando você está amuada o tempo todo, você já não ama. Quando o desanimo é seu e estar com ele é 90% de sofrimento ou incomodo, vocês já não amam. Porque o amor só existe a dois. Sim, sim. O amor que vem só de um lado não é amor: é carência, é paixão, é medo, é solidão.

Moças, o único sinal de um amor esfarrapado é aquele que você já sabe:

A vida se torna um pedaço de minutos, dias e horas bastante ruim.

Você sabe.

Fonte: com informações da Marie Claire

Publicado Por: Ricardo Caetano

Entendendo os homens - 21/10/2014 às 09h34

Por que meu paquera não gosta de dormir junto comigo?

Galaxy

Meninas, chegou aqui na caixa o seguinte caso:

“João, estou solteira faz um tempinho, mas meio que tenho um caso fixo. O cara é ótimo, divertido, DJ numa festa famosa, sempre animado, o sexo é legal, a conversa é ótima. A gente não se pressiona: quando nos vemos é ótimo. Quando a gente não se vê, tudo bem também.

Só tem um probleminha nessa situação toda: ele detesta dormir comigo. Quer dizer, não é que a gente não passe boas noites juntos. A gente passa. Passa mesmo. Mas até o momento de dormir. Depois do sexo, ele sempre arranja uma desculpa pra ir embora – ou pra que eu vá embora. Dia desses, cheguei ao meu limite: encontramos numa festa, ficamos, saímos a altíssimas horas, comemos um lanche, fomos pra casa dele, nos comemos, e ele fez que fez, foi dissimulando, foi dando uma e duas indiretas… Quando vi, ele conseguiu dizer que tinha chamado um táxi pra me levar pra casa, que a noite tinha sido excelente, tchau e benção. Eram seis da manhã, João! Seis! Fiz cara feia, fui embora meio gelada e desde então estou dando um gelo nele. Olha só, João: queria muito saber por que ele faz isso? O que isso quer dizer? Qual o problema de gastar uma noite toda ao lado de quem você passou as horas anteriores se divertindo? Será que ele acha que se a gente dormir fica parecendo namoro? Isso não é infantil? Que diabos, hein.”

Moças, que diabos. Tou aqui gastando a cuca pra ver o que as memórias trazem de lição. Acho que tenho duas respostas possíveis e um monte de verdades e razões e sei lá o quês que ignoro.

Ou seja, não sei dizer o que passa na cabeça do moço aí de cima. Mas desconfio. Passando uma régua naquilo que vivi e ouvi de conhecidos e desconhecidos ao longo de tudo isso aí que a gente chama de viver, chuto duas bolas:

PRIMEIRA BOLA: A TPM MASCULINA

A primeira bolota, meninas, é um fenômeno estranhíssimo, totalmente científico e bastante intenso da essência masculina.

A parte científica eu me dou férias e não vou nem tentar. Vou pelo caminho da fuzarca e do que o olho vê e o coração sente: moças, há sempre algo de errado no homem que goza. Sim, sim. O homem quando goza é um estranho. Ele se pune ou é punido por uma sensação estranha de vazio. Quase como se a natureza, tendo testemunhado toda a sorte de picaretagens, mumunhas e patetices que todo rapaz promove no intuito de tirar a sua roupa, bem, a natureza parece cometer uma pequena vingança: ela oferece ao rapaz um segundo de espelho no teto e na alma. De olhos fechados e coração na boca, desconfio que cada homem veja um pouco das tontices que ele promove em prol do sexo e da sedução. Em sete palavras, ele vive uma rápida e intensíssima TPM.

Sim, pois é, pois é. Não sei direito o que é que sucede no cérebro ou o que passa nas veias, mas sei que pela alma corre um vazio. Daí, quando o homem goza – não é sempre, mas muitas vezes –, o segundo após a grande vogal gritada na comemoração do clímax, momento que sucede o grande urro, esse segundo é um segundo meio murcho, um segundo meio vazio, meio triste. Bate uma solidão, bate um não sei o quê bovino, bate uma vontade de não estar em nenhum lugar.

Sério, moças. Acreditem e aceitem: é estranho. Mas é.

De novo: não é sempre, não é com todos, mas diria que é bastante e com quase todo mundo. Só gostaria de dividir com vocês esse capítulo medonho e curioso da existência barbada: diante desse segundo de bode depois do coito, alguns rapazes cedem ao impulso de ficar só, de não querer nenhum contato.

Moças, percebam: isso tudo tem bem menos a ver com vocês do que com esse sentimento estranho.

A verdade, eu apostaria, é que em muitos casos o sujeito simplesmente fica refém dessa vontade de se encolher – o que, de resto, é exatamente o que acontece ali nos baixos trópicos. O corpo é sábio e sapeca em suas metáforas.

SEGUNDA BOLA: GAROTEANDO

Adiante, meninas. Penso aqui num segundo motivo pra rapaz esquivo do email lá de cima. Acontece que mora dentro de muitos homens – nem todos, mas um bocado deles –, uma alma salafrária e malandra e impossível. Quero dizer com isso isto: tem muito rapaz canalha por aí. E sabem do pior: eles não enxergam problema naquilo que fazem. Esses moços vivem às pencas de baixar calcinha e afogar gansinhos, não importando muito de quem é a calcinha ou o que sente aquele gansinho, aquela pessoa do outro lado, abaixo, de quatro ou acima deles. Esses rapazes, no fundo, são os rapazes que desgraçam a raça. Eles são um encanto no pré, um pesadelo no pós.

E fazem isso porque fazem isso. Como se gastassem toda a gentileza no processo de levar a moça ao lençol. Com a missão cumprida, adeus. Esses, meninas, são os homens que conjugam o verbo garotear. Eles garoteiam. E garoteiam porque têm medo. São meninos de barba e pança. Acreditam que qualquer carinho a mais possa significar o que ele menos quer: envolvimento. Esses homens se assustam com a lendária sensibilidade que toma o corpo e o espírito feminino depois da transa. Porque sim, todo homem percebe como vocês, moças, ficam doces depois de uma boa trepada. A gente percebe aquela abertura, aquela emoção, aquela sensibilidade que pula do corpo de vocês quando a cama para de tremer. Diante disso, alguns se assustam. A diferença entre meninos e homens.

Ah, meninas. Esses caras suam diante daquela vontade de abraçar. Gaguejam ao menor sinal de uma conchinha. Eles acham um pecado um café a dois.

O negócio é descobrir o limite entre o primeiro caso e o segundo. Se seu rapaz é uma coisa ou outra – ou uma mistura dos dois.

O bom rapaz é aquele que entende o vazio depois do gozo, mas, ao olhar para o lado, ele percebe que mesmo essa imenso vazio é compartilhado. O bom rapaz é aquele que saber ser sozinho junto. Aquele que aceita as coisas como são – e as coisas são sempre complicadas e simples. O bom rapaz aguenta firme e espera voltar a vontade de conviver com os terrenos. E quer saber: essa solidão após o sexo dura pouquinho, um pingo.

Sinceramente: pergunta pra ele. Reclama. Diz que táxi às seis da matina é a avó.

Eis a grande e fundamental lição na vida a dois: aquilo que fere deve ser dito, apontado, conversado.

Se incomoda, pergunta. Avisa. Conta.

Fonte: com informações da Marie Claire

Publicado Por: Ricardo Caetano

Conflito na relação - 20/10/2014 às 13h37

Pessoas para quem você não deve pedir conselhos amorosos

Galaxy

Ele não retornou a ligação porque esqueceu mesmo? Será que estou sendo dura de mais? Devo ou não terminar a relação? Em todo o relacionamento é natural ter dúvidas, e nada melhor do que a opinião de uma pessoa próxima, que forneça um ponto de vista diferente, de quem não está emocionalmente envolvido com a situação, certo? Nem sempre.

“Na verdade, quando pedimos conselhos queremos ouvir algo que confirme o que já estávamos pensando em fazer. Queremos alguém que apoie nossa opinião, para acabarmos de vez com a dúvida”, explica a psicóloga Rafaela Langaro Figueiró.

O problema dos conselhos amorosos, salienta o neuropsicólogo Fábio Roesler, é que esse pretenso distanciamento emocional raramente é isento, o que pode acabar prejudicando a relação de quem pediu o conselho. A verdade é que, mesmo que sem qualquer maldade, algumas pessoas simplesmente não deveriam aconselhar. Seja por estarem passando por um momento ruim ou simplesmente por terem uma visão da vida distorcida por experiências negativas com a vida amorosa.

“O desejo opinar na vida dos outros se encontra enraizado no complexo de onipotência de cada um de nós carrega dentro de si. Isto nos faz pensar que sabemos exatamente como nós e os outros devem se comportar”, aponta Roesler.

É importante lembrar que não existe um perfil fechado de quem pode e de quem não deve dar conselhos amorosos. É preciso bom-senso para identificar se o conselheiro amoroso pode realmente contribuir para a solução do dilema. Aspectos como grau de intimidade, idade e até mesmo visão de mundo, influenciam diretamente nisso. Para quem busca uma opinião sobre relacionamentos amorosos, a principal orientação dos especialistas é jamais esquecer que a decisão final de como lidar com a situação não é de quem dá o conselho, mas sim de quem pede.

Veja a seguir alguns perfis que devem ser evitados na hora de pedir conselhos amorosos e entenda por que essas pessoas provavelmente não vão conseguir ajudar muito:

Seu ex

Por mais evoluídos que vocês sejam e por mais que a relação tenha acabado numa boa, pedir conselhos sobre seu novo amor ao ex pode ser uma total furada. Em geral ele conhece coisas bem íntimas sobre você, o suficiente para atacar seus pontos fracos e inseguranças, caso desejar, ou mesmo inconscientemente. Além disso, ele inevitavelmente vai se comparar ao atual na hora de lhe aconselhar e você não vai querer repetir uma história que deu errado, não é? Faça o teste: o que seu ex-namorado representa na sua vida?

A ex dele

Ele pode até dizer que ela é superbacana e que hoje eles são bons amigos. Não acredite nisso cegamente. Ela pode até tentar ser sua amiga, mas é fato que ela também conhece muitos segredos dele e, inevitavelmente, irá se comparar com você. Leia: Guia prático para a atual e para a ex

Familiares dele

Qualquer membro desse grupo é suspeito para falar sobre a sua relação, seja para o bem ou para o mal. Os pais dele podem achá-lo perfeito. Já um primo invejoso pode guardar rancores e expor defeitos que você não conhecia e sobre os quais nem gostaria de saber. Além disso, falar da relação de vocês para a família dele pode ser bem estranho.

Amiga biscate

Independente de vocês serem boas amigas evite falar sobre seu novo relacionamento com ela. Pessoas com esse perfil tendem a enxergar sedução e sensualidade em tudo, o que já direciona a opinião para longe da imparcialidade. Leia mais: O comportamento sexual de uma piriguete

Avó ou tia-avó

O problema de gerações é gritante quando se trata de relações. Apesar de muitos idosos terem uma postura mais moderna, há uma grande parcela que ainda pensa de forma antiquada quando o assunto é relacionamentos.

Prima solteirona

Se ela faz o tipo que teve muitos namorados, mas todos fugiram na hora em que a relação ficou séria, cuidado. Se ela ainda for do tipo considerado de gênio difícil, melhor nem tocar nesse tema com ela. A fama de geniosa deve-se, provavelmente, ao jeito de enxergar a vida e as pessoas. Você não quer isso para você, certo? Leia mais: É vergonha ser solteira?

Amiga rancorosa

Aqui podemos listar qualquer figura feminina que nutra um profundo rancor pelos homens. Em geral, raiva foi causada por uma ou várias decepções amorosas. Desse tipo de pessoa você só terá uma visão distorcida e voltada para o lado negativo, pode apostar. Leia também: 7 erros na busca de um novo amor

Amiga recém-separada

Quem acabou de passar por um processo de separação não tem condições de ser um conselheiro imparcial nos assuntos do coração. A chance de projetarem frustrações e tristezas que viveram na própria história são grandes. É sempre mais prudente esperar um tempo para voltar a tocar em assuntos que envolvam parceria e amor.

Depois da separação: 9 etapas para retomar a vida

Independente de sua situação, pedir conselhos é apenas uma forma de aliviar um pouco o fardo de tomar uma decisão difícil, ou mesmo de rever uma postura exagerada. A menos que seja dado por um profissional capacitado, qualquer “opinião” sobre sua vida é superficial, uma vez que só você sabe o que está sentindo. No final, sempre há a opção de seguir ou não o conselho. Ao que parece, a velha frase “se fosse bom não se dava, se vendia” continua valendo.

Fonte: com informações do IG

Publicado Por: Ricardo Caetano

Na hora de trair - 20/10/2014 às 12h25

30% dos homens infiéis pagam academia só para tomar banho após 'escapadinha'

Galaxy

Na hora de trair, homens e mulheres são capazes de fazer loucuras para não correrem o risco de serem pegos – até mesmo pagar a mensalidade de uma academia e nunca frequentá-la.

Uma pesquisa realizada pelo site de relacionamento extraconjugal AshleyMadison com os usuários brasileiros revelou alguns truques que as pessoas usam para esconder traições.

Foram consultados 13.921 internautas, que utilizam o portal para marcar encontros com amantes. Confira as revelações mais inusitadas.

29% dos homens que traem são matriculados em academias de ginástica não para malhar, mas sim para usar o chuveiro após sair com a amante.

42% das mulheres têm em seus carros um esconderijo secreto para guardar produtos de higiene, enquanto 38% dos homens os escondem no escritório.

57% dos homens e 33% das mulheres guardam roupas extras no local de trabalho, caso seja necessário trocar de roupa após “brincadeiras” com os amantes.

32% das mulheres e 27% dos homens deixam um frasco extra de perfume no escritório, idêntico ao que usam em casa, para mascarar odores suspeitos.

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Fonte: com informações do BOLSA DE MULHER

Publicado Por: Ricardo Caetano

Para otimizar a vida a dois - 17/10/2014 às 08h43

Conheça oito bloqueios femininos na cama e saiba como se livrar deles

Galaxy

Dizem que o sexo, antes de chegar à cama, começa mesmo é na cabeça. Ter a cuca tranquila na hora H e um parceiro ou parceira aberto(a) a novidades é o primeiro passo para uma vida sexual realizadora. Mas quem acumula algum bloqueio sexual durante a vida terá mais dificuldade em exercer plenamente essa sexualidade. Ter vergonha do próprio corpo ou ter problemas em se despir na frente do parceiro são alguns receios que podem travar de vez sua vida sexual.

Vergonha do seu corpo? Isso costuma ser um dos principais bloqueios na cama. É inevitável que haja alguma parte do corpo que você deseja mudar, mas desencane das gordurinhas extras, da maquiagem borrada e do cabelo desalinhado na cama. É preciso aprender a conviver com as "imperfeições" e não deixar que isso trave sua vida sexual. "Isso é tão complicado porque, por mais que a gente fale isso às mulheres, entra por um ouvido e sai pelo outro. Se você for uma mulher solta, desencanada com o sexo, que topa coisas diferentes, seu parceiro não vai estar nem aí para isso", explica a sexóloga e psicóloga Carla Cecarello, autora do livro "Sexualmente - Nós queremos discutir a relação".

"Vergonha é comum. Poucas mulheres não a têm quando se trata de se colocar à vontade com o parceiro na cama. Isso é um exercício diário. Vença os bloqueios com tenacidade. Vá aos poucos, não se agrida querendo fazer mais do que pode, mas tente relaxar sempre mais entendendo que não há nada mais natural que dois corpos nus lado a lado. Afinal, trata-se do momento mais íntimo de vocês. Por que não aproveitar na sua totalidade?", assinala Regina Racco, colunista de Amor e Sexo, professora de Ginástica Íntima, autora dos livros "O Livro de Ouro do Pompoarismo", "A Conquista do Prazer Masculino" e "Sexo para mestres na arte da sedução".

Mas seu caso é que você não consegue me concentrar na hora H? Sergio Savian, psicanalista especialista em relacionamento, explica que a falta de concentração é uma das principais causas das pessoas falharem durante o sexo. "Entre os assuntos que desviam sua atenção do sexo podem estar simples distrações como pensamentos do tipo "que calor", "que frio", "e se alguém abrir a porta?", "será que tem alguém escutando?", "meu braço não está legal assim", entre outros pensamentos. Ressentimentos e lembranças do passado também podem atrapalhar muito na hora de voltar a se concentrar no sexo", explica Savian, autor dos livros "Amor e Sedução para a Mulher do Século XXI", "Chega de Rolo, Eu Quero um Namoro" e "Manual do êxtase sexual".

Para o psicanalista, o sexo ainda é associado a algo feio. Por causa de uma educação repressora, passamos a não aceitar o corpo como natural. Dessa forma, com muito moralismo, não é possível ter um bom sexo. "Também somos bombardeados por modelos que nem todo mundo consegue alcançar. Se você não for magra, sarada e com tudo em cima, fica devendo. Vivemos uma sociedade materialista que não nos leva, de maneira alguma, para uma vida amorosa satisfatória. Para se ter um bom sexo, este deve partir de outros menos materiais, com menos moralismo e o reconhecimento do que é natural", opina o especialista.

Fonte: Com Informações do M de Mulher

Publicado Por: Karine Santana

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