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Experimentando o novo - 29/08/2014 às 09h27

Veja as sete dicas para você utilizar a cadeira na hora do sexo

Galaxy

Encontrar lugares novos para transar em casa não é uma tarefa tão difícil: o casal tem à disposição cama, sofá, pia da cozinha, box do chuveiro e qualquer outro cantinho que resolva explorar. Mesmo assim, de vez em quando é legal buscar um espaço ou um apetrecho diferente fora de casa.

Nos motéis, destino escolhido pela maioria dos casais quando bate essa vontade, uma das melhores e mais seguras opções de variação é a cadeira erótica, aquela com ganchos laterais metálicos e apoios inferiores estofados. Projetada para o conforto tanto da mulher quanto do homem, ela dá um ânimo extra para turbinar as transas.

“Aproveitando os ganchos e os apoios e dobrando o encosto, o casal fica mais à vontade para variar o cardápio de posições, porque se sente mais seguro, e encontra novas formas de chegar ao orgasmo com conforto”, afirma Fernanda Pauliv, especialista em artes da paixão. A sensual coach Fátima Moura concorda e complementa: “Essa segurança permite que o casal arrisque novas intensidades nas relações sexuais. Os orgasmos ganham nova força”.

As especialistas dão sete dicas para que os casais aproveitem ao máximo tudo que a cadeira erótica possibilita.

Verifique se a cadeira está bem montada
“Ela é segura, mas, como qualquer outro móvel, precisa estar bem parafusada e firme para não oferecer risco de acidentes”, alerta Fátima. Faça como é hábito com móveis para a casa: aplicando força para baixo nas extremidades e no centro da cadeira, reclinando o encosto sem ninguém sentado ou deitado nela. Se for para dar algum problema, que seja quando ela estiver vazia.

Use-a para um show de provocação
A cadeira erótica pode ser usada apenas pela mulher antes do sexo em si, para começar a provocar o parceiro. “Ela pode fazer alguns movimentos sensuais ao redor da cadeira e depois sentar e apresentar um show de masturbação, do qual ele participará como plateia”, sugere Fernanda. O legal é que o casal discuta essa ideia antes, seja por sugestão da própria mulher ou do homem, para ter certeza de que os dois se sintam à vontade com a situação.

Faça sexo oral sem machucar os joelhos
“A ergonomia da cadeira erótica é perfeita para o sexo oral, porque ela é confortável e estofada exatamente nos pontos necessários”, diz Fernanda. Quem senta para recebê-lo consegue abrir bem as pernas e se acomodar com o auxílio dos ganchos laterais, enquanto quem ajoelha para proporcioná-lo não precisa se preocupar com dor ou pele esfolada, já que os apoios inferiores são como almofadas.

Intensifique o orgasmo feminino com ela por cima
O orgasmo feminino (clitoriano e vaginal) é facilitado quando a mulher fica por cima na transa, pois ela pode roçar o clitóris na virilha do parceiro e controlar a intensidade da penetração. Na cadeira erótica, isso fica ainda mais tranquilo. “O homem senta, se apoia nos ganchos laterais e pode soltar o peso do corpo no encosto sem a necessidade de travesseiros ou almofadas extras, que é uma preocupação quando o casal está na cama. A mulher vai por cima e deita ou ‘monta’, fazendo a posição de cavalgada, e dá o tom e a velocidade do sobe e desce. O orgasmo dela será muito mais intenso”, afirma Fátima.

Recline o encosto e conquiste penetrações mais profundas
O encosto da cadeira erótica é totalmente reclinável e pode ser completamente virado para baixo, o que permite novas posições. Fátima dá uma ideia que agrada as duas partes do casal: “A mulher deita de bruços, com o torso todo voltado para baixo e as mãos apoiadas no chão. O bumbum vai ficar bem para cima, como uma montanha. O homem consegue penetrá-la com mais profundidade e o orgasmo é muito mais poderoso tanto para ele quanto para ela”.

Abrace a cadeira erótica
Quando a mulher abraça a cadeira erótica – ou seja, fica com os seios voltados para o encosto – e ajoelha-se na parte de sentar, o casal tem a chance de fazer uma das posições preferidas pelos homens: a de quatro. “Para a mulher o orgasmo também é facilitado, porque o encaixe anatômico é um pouco melhor do que no ‘de quatro’ convencional, na cama. O homem consegue chegar ao ponto G dela com mais rapidez”, explica Fernanda.

Explore, brinque, descubra
“Sempre é gostoso buscar posições diferentes, que satisfaçam os dois. A cadeira erótica é como um brinquedo que o casal descobre junto”, compara Fátima. Para Fernanda, o mais importante é que os dois estejam dispostos a explorá-la. “A cadeira é bem intuitiva. O casal deve aproveitar o conforto para conhecer novas sensação. Se fizer sexo sempre do mesmo jeito, não pode querer resultados diferentes”, conclui.

Fonte: com informações do IG

Publicado Por: Juliana Araujo

As preferidas dela - 29/08/2014 às 09h22

Confira quais são as melhores posições para ela chegar ao orgasmo

Galaxy

Existem muitas formas de sentir prazer sexual, e elas são descobertas ao longo de toda a vida. Mas os principais caminhos para o orgasmo da mulher são dois: a vagina e o clitóris (órgão sexual feminino na parte superior da vulva). Em ambos os casos, há um segredo para o sucesso: o atrito.

“Obter um orgasmo vaginal depende muito da inclinação do pênis com o ângulo da pelve feminina, pois isso favorece o atrito em um ponto da parede da vagina que pode levar à excitação máxima e resultar em um orgasmo”, explica a ginecologista e sexóloga Glene Rodrigues.

Pelo clitóris, o desencadeamento do gozo se dá pela fricção feita com o pênis, com as mãos (da própria mulher ou do parceiro) ou com um brinquedinho erótico. “Por ter mais enervações que a vagina, especialmente considerando a vagina lubrificada, o clitóris é bem mais sensível ao toque. Como ele é externo e fácil de acessar, um pouco de contato bem feito leva a mulher a um orgasmo”, afirma a sexóloga Walkíria Fernandes.

Glene, Walkíria e a sex trainer Lucinara Costa apontam as oito melhores posições sexuais para a mulher chegar ao orgasmo, seja ele vaginal ou clitoriano. Entenda cada uma delas.

CAVALGADA (A MULHER POR CIMA)
É a melhor para um orgasmo clitoriano. “Se a mulher se inclina para a frente, pode roçar o clitóris no parceiro com mais facilidade. Se ela se inclinar para trás, pode se masturbar ao mesmo tempo em que o casal faz a penetração vaginal”, ilustra Glene.

PAPAI-E-MAMÃE (O HOMEM POR CIMA)
“De tão antiga, poderia ser chamada de ‘vovô e vovó’”, brinca Walkíria, para logo completar com seriedade: “Nela, o homem atinge uma penetração profunda e faz um contato grande com a entrada da vagina, além de friccionar o clitóris”. Ou seja, é uma posição que pode levar tanto ao orgasmo vaginal quanto ao clitoriano.

Glene sugere, ainda, que a mulher coloque um travesseiro ou almofada debaixo do bumbum e posicione os pés sobre o peito do homem, pois isso “possibilita uma amplitude maior da pelve e uma penetração mais profunda”.

MAMÃE-E-PAPAI (A MULHER POR CIMA)
Assim como na cavalgada, a mulher controla o contato do clitóris com a genitália do parceiro, favorecendo o orgasmo clitoriano. A diferença é que, aqui, ela tem a chance de esfregar os seios no torso do homem, o que pode ser uma fonte adicional de prazer.

CAVALGADA DE COSTAS (A MULHER SENTADA SOBRE O PÊNIS)
A mulher abre bem as pernas para garantir uma boa amplitude pélvica e auxiliar a penetração do parceiro, fazendo o caminho para um orgasmo vaginal. Ao mesmo tempo, o clitóris pode ser manipulado. “Nessa posição, o homem fica com as mãos livres para tocar a parceira e proporcionar um orgasmo clitoriano a ela”, diz Walkíria.

DE QUATRO
Adorada pelos homens, confortável para as mulheres e boa para o orgasmo vaginal. “Ela favorece a penetração profunda e pode estimular a parede anterior ao ponto G feminino”, esclarece Glene.

POUSO (HOMEM POR CIMA DA MULHER DE BRUÇOS)
Quando recebe a penetração dessa forma, a mulher consegue uma contração vaginal maior ao redor do pênis do parceiro. “Pode ser excitante para os dois, por um aumento do contato físico”, afirma Glene. O orgasmo vaginal é muito favorecido nessa posição.

DE LADINHO
Nela, o homem penetra e, de preferência, estimula o clitóris da mulher, levando-a a um orgasmo clitoriano. Lucinara indica essa posição para os dias em que a mulher está cansada, mas com disposição para fazer sexo. “O gasto de energia feminino é mínimo e o prazer pode ser máximo”, justifica.

DANÇA DAS BORBOLETAS (MULHER E HOMEM SENTADOS FRENTE A FRENTE)
“É uma das mais fáceis para a mulher chegar ao orgasmo, tanto vaginal quanto clitoriano”, garante Lucinara. Isso porque o casal atinge uma penetração profunda, com atrito intenso contra as paredes da vagina, e a mulher está no controle de seus movimentos pélvicos, podendo roçar seu clitóris no corpo do parceiro livremente.

O fator psicológico

Para que tudo isso tenha efeito, a mulher precisa estar de bem com a própria sexualidade. “É importante ela entender que tem direito de sentir prazer. Ainda existem muitos tabus relacionados ao sexo em nossa sociedade, e se livrar deles é crucial para a mulher encontrar as condições favoráveis para o seu orgasmo”, diz Walkíria.

A sex trainer Lucinara Costa complementa que a sintonia entre o casal também é elemento essencial nessa equação: “A mulher deve estar relaxada para conseguir chegar ao seu pico de prazer. Com um parceiro que respeite e entre no seu ritmo, tudo fica muito mais fácil e gostoso”.

Fonte: com informações do IG

Publicado Por: Juliana Araujo

Tudo sobre sexo - 28/08/2014 às 12h13

Estudo liga leitura de Cinquenta Tons de Cinza a comportamentos de risco

Galaxy

Jovens leitoras de Cinquenta Tons de Cinza são mais propensas a apresentar distúrbios alimentares e a ter parceiros abusivos do que as que não leram o best-seller, apontou um novo estudo feito na Universidade de Michigan, nos Estados Unidos. Além disso, as mulheres que leram todos os três livros da série “Cinquenta Tons” têm maior risco de se envolver em bebedeiras e de ter múltiplos parceiros sexuais.

“São todos riscos associados a viver um relacionamento abusivo, parecido com o vivido pela personagem principal do romance erótico, Anastasia”, disse Amy Bonomi, pesquisadora líder do estudo. Embora a pesquisa não tenha especificado se as mulheres tiveram esses comportamentos antes ou depois de ler os livros, a pesquisadora afirma que a conclusão é um problema em potencial de qualquer forma.

“Se as mulheres experimentaram comportamentos prejudiciais à saúde, tais como distúrbios alimentares, primeiro, ler o livro pode reafirmar essas experiências e potencialmente agravar o trauma relacionado a elas”, disse Bonomi, professora do Departamento de Desenvolvimento Humano e Estudos da Família da MSU.

“Da mesma forma, se elas leram o romance antes de experimentar esses comportamentos observados no estudo, é possível que os livros, de alguma forma, tenham influenciado o surgimento deles.”

Pesquisas anteriores já haviam associado violência comportamentos antissociais ao consumo de programas de televisão violentos, bem como a leitura de revistas de glamour à obsessão com a imagem corporal. Mas o estudo de Bonomi, publicado no periódico Journal of Women's Health, é um dos primeiros a investigar a relação entre riscos à saúde e o consumo de literatura popular que retrata violência contra a mulher.

Os pesquisadores estudaram mais de 650 mulheres com idades entre 18 e 24 anos, um período considerado mais propenso para “explorar uma maior intimidade sexual nos relacionamentos”, disse Bonomi. Em comparação com as participantes que não leram o livro, as leitoras do primeiro livro da série Cinquenta Tons foram 25% mais propensas a ter um parceiro que gritava com elas ou as agredia verbalmente; 34% mais suscetíveis a ter um parceiro com tendência à perseguição (stalker); e 75% mais propensas a ter feito algum tipo de dieta ou jejum por mais de 24 horas. Aquelas que leram os três livros da série foram 65% mais propensas do que as não-leitoras a exagerar na bebida e 63% mais propensas a ter cinco ou mais parceiros sexuais durante a vida.

Bonomi, que tem mestrado e doutorado em saúde pública, esclarece que não está sugerindo a proibição do livro ou que as mulheres não devem ter a liberdade para lerem o que quiserem, ou que não devem ter vida amorosa.

No entanto, diz ela, as mulheres precisam entender que os comportamentos avaliados no estudo são fatores de risco reais em relacionamentos violentos. A pesquisadora defende ainda que pais e educadores tenham com as crianças conversas construtivas sobre sexualidade, gênero e imagem corporal – e isso deve começar cedo, ainda na escola primária. Por fim, crianças e adultos jovens devem ser ensinados a consumir livros, programas de televisão, filmes, revistas e outros meios de comunicação com um olhar crítico.

“Sabemos que a representação da violência contra a mulher em si não é problemática, especialmente se ela servir para lançar alguma luz sobre o tema. O problema surge quando a representação reforça a aceitação do status quo, em vez de desafiá-la”, conclui a autora do estudo.

Fonte: com informações do IG

Publicado Por: Ricardo Caetano

Limites da criatividade - 27/08/2014 às 09h10

Feederismo, coprofilia: conheça os fetiches mais diferentes que existem

Galaxy

Caro leitor, comece essa matéria se perguntando se vale tudo entre quatro paredes. Pensou? Pois bem, pra muita gente, vale tudo e mais um pouco pra atingir o clímax durante o sexo, sim. E mais: tem quem nem chegue ao ato sexual em si. Nosso repórter foi atrás das situações mais criativas e mesmo ele (que adora uma polêmica) ficou surpreso com o que descobriu:

Entre orangotango e (oi?) incestos
Em dois anos de profissão, a prostituta e escritora Lola Benvenutti já viu muita coisa, desde ser tratada como penteadeira – sim, há quem queira ficar de quatro pra ela sentar em cima enquanto faz o make – até a proposta de abater um cliente igual a um porco. “Certa vez um cara me ligou porque queria que eu satisfizesse um desejo dele: transasse com um orangotango. Até pensei que seria alguém fantasiado. Mas não: era um macaco de verdade”, contou Lola para Glamour. Acha bizarro? Pois as propostas que a paulista recebeu já foram além disso: “Um adolescente queria me pagar pra fazer um ménage a trois com ele e a mãe. Coisas delicadas assim ferem meus princípios”.

Perneta feeling's
Caso você pense que mulheres de muleta não podem ser sexy, está muito enganada. Tem até um site que cultiva o fetiche nelas: no Swedish Crutch, os clientes pagam pra assistir vídeos de pessoas andando com as muletas, cadeirantes ou apenas com pernas engessadas. Por um preço pré-definido em coroas suecas (que no Brasil equivale a algo em torno de R$ 10), os fetichistas tem direito a 32 mil imagens das mais de 300 modelos cadastradas no site, que é sucesso na Suécia há mais de três anos

Barriga positiva: so sexy?
Enquanto alguns homens preferem suas namoradas em forma, com Johan Uberman o lance é diferente: ele gosta tanto de mulheres gordas que pediu pra sua noiva, Tammy Jung, entrar numa dieta de cinco mil calorias pra ficar obesa. "Eu começo o dia com um café da manhã enorme de waffles, creme de queijo, bacon e salsicha, e parto pro McDonald's e alguns hambúrgueres no período da tarde.

Faço lanches de frios e queijos durante todo o dia, no jantar como pizza e comida mexicana - nada de apenas uma ou outra. No final do dia, tomo um shake de proteínas com natas batidas e um pote de sorvete. Nada me faz mais feliz do que comer", revelou Tammy para o jornal Daily Mail, na sua busca por atingir 190 kg. Pra quem ficou curioso, o casal tem feederismo, fetiche sexual por obesidade – para os adeptos, abdômen trincado e barriga negativa é a coisa mais broxante do mundo!

Cheque valioso!
E quando você pensa que não leu nada mais estranho até agora, uma modelo (que preferiu não se identificar) nos revelou um fetiche que uma amiga sua tem. “Ela é namorada de um homem 30 anos mais velho, comprometido, que dá tudo pra ela, inclusive um talão de cheques e cartão sem limites, e nunca a abandona. Sabe o motivo? Com ela esse homem realiza uma fantasia que ele não consegue em casa: minha amiga faz cocô nele enquanto transam”. O casal que tem esse costume um tanto quanto exótico é adepto da coprofilia, mania de usar as fezes antes, durante ou após o sexo – algumas vezes, até degustando. Como dizem: tem gosto pra tudo!

Fonte: com informações do G1

Publicado Por: Ricardo Caetano

Cuidando do corpo - 27/08/2014 às 08h55

Homem pode raspar o peito? Claro que pode... mas precisa?

Galaxy

Aparência não é brincadeira. Desde sempre os seres humanos gastam tempo e recursos para ficar bonitos. Ou entrar na moda. Homens e mulheres depilavam o corpo na Índia, na Grécia e em Roma, centenas de anos antes de Cristo. Não há, portanto, novidade na propaganda recente da lâmina de barbear que tenta convencer os brasileiros a raspar os pelos do peito.

Vocês devem ter visto na TV. É só uma tentativa de transformar em tendência aquilo que poucos fazem – em especial, homens que sofrem daquilo que um amigo meu chama de "exuberância capilar".

Qual a diferença entre raspar rosto ou cabeça – algo que todo mundo faz – e raspar peito, pernas e sobrancelhas – algo que menos homens se atrevem a fazer? Diferença nenhuma. É só questão de convenção. Se um monte de sujeitos influentes começar a aparecer em público com as sobrancelhas desenhadas e o peito escanhoado, essa forma de apresentação passará a ser vista como aceitável. Tem sido assim com tudo que nos cerca. Já houve um tempo em que tomar banho, raspar a barba, cortar o cabelo e até usar calças (em vez de túnica) era visto como coisa de gente extravagante. Esse tempo passou.

Vivemos há décadas a era do "pode tudo", e os estigmas ficam para trás. A discussão em torno da depilação masculina não é mais sobre sexualidade. Gays e héteros depilam o peito, cuidam das sobrancelhas, vão à manicure. Todos fazem plásticas. Há vaidosos de todas as orientações sexuais. Os gays lançam roupas, cortes de cabelo e cuidados com o corpo, que os heterossexuais usarão depois. Eles abrem espaço. É por isso que os homens hoje usam os cremes das suas mulheres espalhados sobre a pia do banheiro. Agora pode.

Quando de trata de torsos raspados, a questão não é se isso torna os homens afeminados. Não torna. Cristiano Ronaldo, o jogador de futebol português que todos conhecem, não é menos heterossexual por causa das sobrancelhas de odalisca ou das pernas lisas.O problema dele é parecer um narcisista de tempo integral, alguém 100% do tempo preocupado com a aparência. Essa é a grande questão em torno dos cuidados estéticos masculinos. As mulheres querem ter em casa um parceiro cuja prioridade número 1 é parecer perfeito no espelho? Os homens querem ser esse tipo de obcecado?

Terça-feira, quando pus na internet o vídeo adiantando o tema desta coluna, algumas leitoras escreveram para opinar que os homens deveriam experimentar as mesmas exigências estéticas que impõem às mulheres. Entendo a birra, mas a acusação é injusta. Não são exatamente os homens que cobram o corpo perfeito e a pele lisinha das mulheres. A cobrança das mulheres sobre elas mesmas é muito maior. A cultura feminina brasileira é que tem um componente de loucura quando se trata do corpo, e alguns homens já foram contaminados por ela. Será que o mundo ficaria melhor se eles fossem maioria? Duvido.

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A atitude tradicionalmente mais relaxada dos homens em relação ao corpo tem funcionado como freio e contraponto à piração feminina. Mulheres acham todos os dias que estão gordas, velhas, feias, moles... e lá está o gordo, sentado no sofá, cerveja na mão, para assegurá-la de que continua linda e gostosa. Essa atitude, falsa e condenável aos olhos dos fisicamente corretos, é na verdade necessária. Alguém precisa estar fora do círculo infernal de angústia e perversão em relação ao peso e às medidas. Alguém na relação precisa sugerir que a perfeição não existe. Alguém tem de lembrar que o fim da juventude é inevitável – e ajudar a parceira a recebê-lo com ironia saudável, não com pânico. Ou seria melhor que houvesse na casa dois histéricos com o peso, as rugas e os pelos?

Entregues a sua própria loucura, à tecnologia médica e aos estímulos da moda, homens e mulheres estão cada vez mais infelizes com a sua aparência. Em vez de tratar bem do corpo e usá-lo com liberdade, tentam modificá-lo, aumentá-lo, recortá-lo. Buscam um ideal de perfeição que fica cada dia mais distante, mais inalcançável. Imaginam que serão felizes se forem um pouco mais magros, um pouco mais musculosos, um pouco mais bundudos ou menos orelhudos. Tolice. A infelicidade mora dentro de nós, a angústia não é externa, o desejo de transformar o corpo não tem limites e nunca será satisfeito. Em vez de usar o tempo precioso da existência para aprender e crescer por dentro e tornar secundária a questão da aparência, faz-se o contrário: investe-se tudo na depilação e na musculação, e seja o que deus quiser.

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Neste mundo, a velha cultura masculina oferece um porto seguro. Ela criou, para conforto dos homens, mitos que permitem viver melhor. O coroa charmoso é um deles; ajuda a envelhecer sem tanta angústia. O gordinho falador que pega todas é outro; uma lenda urbana a serviços dos rapazes acima do peso. Há também o careca másculo, o magro elegante, o feio cheiroso, o grandalhão simpático. As lendas existem porque são necessárias – e porque as mulheres confirmam sua existência a cada minuto, com sua imensa e bem-vinda generosidade sexual. Não apenas elas. Pense nos casais gays que você conhece. São todos malhados e fortões? Gente apaixonada fica na cama até mais tarde, bebe muito vinho e quase sempre engorda. De felicidade.

A autoindulgência da cultura masculina precisa ser resgatada, ampliada e adotada também pelas mulheres. Para melhorar o mundo e para permitir o convívio harmonioso dos casais. Em vez de os homens adotarem a neurose das mulheres com o corpo,façamos o contrário.

Todo mundo relaxa, todo mundo abre um livro e todos se servem de outra taça de vinho. Dentro de vinte anos, estaremos um pouco mais gordos e mais acabados do que estaríamos. Mas a verdade é que isso acontecerá de qualquer jeito. Não adianta depilar o peito.

Fonte: com informações de IVAN MARTINS

Publicado Por: Ricardo Caetano

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