180graus

Componente importante - 17/11/2014 às 09h10

Fantasiar no sexo é saudável? Especialistas falam sobre os limites

De fingir na hora H que quem está ali com você é o Rodrigo Hilbert ou a Fernanda Lima (talvez os dois juntos, por que não?) a fazer de conta que o quarto se transformou em um bordel dos anos 1920, não há limites que possam impedir os devaneios eróticos. A imaginação é um componente importante para a sexualidade. Fantasiar faz bem. Desde que, obviamente, não comece a prejudicar a vida real nem se torne algo obsessivo.

Para a psicóloga e sexóloga Jussania Oliveira, de Americana (SP), a fantasia é um dos grandes estímulos sexuais, pois favorece e intensifica o desejo. "Ela impulsiona a criatividade, a iniciativa, a comunicação e o prazer no relacionamento", afirma. Fechar os olhos durante a transa e se imaginar com outro parceiro ou em uma situação diferente é muito comum, segundo ela. "O fato de ter compromisso com alguém não impede ninguém de se sentir atraído por outras pessoas, tampouco pensar no sexo de uma outra forma", completa.

Segundo o ginecologista e terapeuta sexual Amaury Mendes Jr., professor e médico do Serviço de Sexologia da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), fantasiar permite ampliar horizontes eróticos e potencializar o momento lúdico. "Muitas vezes, as pessoas são tímidas ou não têm coragem suficiente para vivenciar uma sexualidade transgressora e estimulante, seja por autocensura ou falta de intimidade com o par", afirma.

Assim, fantasiar pode ajudar a lidar melhor com desejos que não se tem coragem de concretizar. Exemplos: trair o par com alguém do trabalho, experimentar transar com alguém do mesmo sexo, viver determinado personagem na cama etc. "Nem tudo aquilo que se fantasia ou deseja é factível, por isso investir na imaginação faz bem", comenta o psiquiatra e terapeuta sexual Carlos Eduardo Carrion, de Porto Alegre (RS).

Realizar ou não é uma questão de escolha, segundo Jussania Oliveira. "Em alguns casos, fantasiar é suficiente para atingir os objetivos propostos, como atiçar a libido e aumentar o nível de excitação", diz a psicóloga.

Entretanto, trata-se de um recurso que pode se tornar um complicador quando passa a ser prioridade. Ou seja: em vez de se concentrar na interação com o outro e nas sensações que o sexo com aquele indivíduo propicia, é necessário com frequência dar asas à imaginação para sentir estímulos e conseguir excitação. "Se isso começar a acontecer, é necessário refletir sobre o próprio relacionamento e avaliar o que está ocorrendo", conta Jussania.

A especialista diz que nem todo mundo consegue lidar bem com os desejos através da fantasia. "Dependendo do teor, há quem sinta angústia e sofrimento. Nesses casos, é necessário buscar ajuda psicológica". Uma boa maneira de identificar se as fantasias podem se tornar prejudiciais é verificar o tempo gasto com elas e se existem implicações, danos e/ou comprometimentos de outras áreas da vida.

Portanto, reflita: elas vêm atrapalhando suas relações sociais, a esfera familiar ou o campo profissional? "Se a criatura ficar maior que o criador, ou seja, se a fantasia se tornar mais importante que o próprio objeto sexual, é um sinal de alerta, pois há o risco de se transformar em uma situação compulsiva de que sem a fantasia o sexo não acontece", declara Amaury Mendes Jr. Fantasiar pode dar um tempero extra ao sexo, mas nunca ser o prato principal.

Fonte: Com informações do UOL

Publicado Por: Fábio Carvalho

Fique por dentro de tudo - 17/11/2014 às 09h03

Conheça 5 prós e 5 contras da pornografia para a sua vida sexual

Se as gerações anteriores morriam de vergonha de comprar aquelas revistinhas lacradas no fundo das bancas de jornal, hoje, homens e mulheres que gostam de consumir pornografia têm acesso fácil ao que desejarem ver. A oferta de conteúdos sexuais é ampla: de filmes caseiros a sofisticados, há material para todos os gostos. Mas nem só de estimular a imaginação vive o mundo pornô. Entre benefícios, como conhecer melhor o próprio corpo e as fantasias do par, podem existir armadilhas, como danos à autoimagem.

CONFLITO DE IMAGEM
O conflito masculino em relação ao tamanho do pênis pode ficar ainda mais preocupante por causa da pornografia, pois para muitos homens é difícil separar ficção e realidade. "Nos filmes, além da escolha de atores bem dotados, há todo um jogo de imagem, escolha de posições e jeito de filmar que podem estimular uma imagem que distorça ou aumente a percepção de tamanho. Isso pode criar expectativas diversas e equivocadas, como a de que o pênis maior proporciona mais prazer", afirma Arlete Girello Gavranic, terapeuta sexual do Isexp (Instituto Brasileiro Interdisciplinar de Sexologia e Medicina Psicossomática). Para as mulheres, a insegurança pode surgir dos truques fotográficos e cinematográficos que permitem a exposição dos corpos aparentemente perfeitos das modelos e atrizes.

FACILIDADE NO SEXO ANAL
Outro ponto tido como negativo na pornografia, segundo a terapeuta sexual Arlete Girello Gavranic, é que muitos homens criam expectativas de penetração anal com muita facilidade, sem incômodo algum para a parceira. "E, na verdade, quando vão realizar as cenas de sexo anal as atrizes fazem um preparo anterior com muita lubrificação e o uso de plug, que ajudam a dilatar o ânus para ocorrer a penetração sem muita dor ou contração", explica a especialista. É importante entender que sempre deve haver um preparo com uso de gel lubrificante para minimizar desconforto e evitar problemas como fissuras na região, além de ir com calma.

IMPOSIÇÃO DE PADRÃO
Para a psicóloga e terapeuta sexual Carla Cecarello, fundadora da ABS (Associação Brasileira de Sexualidade), raramente o estímulo oferecido pela pornografia é igual ao que se tem na realidade, o que pode passar a impressão de que o casal tem uma vida sexual muito desmotivante. "Muitas pessoas ainda se sentem obrigadas a repetir aquilo que veem na pornografia para buscar o prazer. Outras, que não se sentem à vontade, podem se sentir inadequadas, incapazes de copiar certos comportamentos", completa o sexólogo Oswaldo Martins Rodrigues Jr., diretor do Inpasex (Instituto Paulista de Sexualidade). A comparação com o conteúdo da pornografia pode minguar uma vida sexual ativa e prazerosa.

DIFICULDADE DE RELACIONAMENTO
A falta de comunicação e empatia entre os casais de filmes, em que o diálogo é praticamente inexistente e todos partem logo para a ação, pode inabilitar o espectador para uma relação completa na vida real. Além do mais, a pornografia é um estímulo e tanto para a masturbação. A prática permite conhecer melhor o próprio corpo, é evidente, mas em excesso pode se transformar em uma atividade compulsiva e dificultar o relacionamento com outras pessoas, diz Amaury Mendes Jr., ginecologista.

IDEAIS MACHISTAS
Outro fator contra, conforme o terapeuta sexual Oswaldo Martins Rodrigues Jr., diretor do Inpasex (Instituto Paulista de Sexualidade), é o machismo que costuma permear boa parte das produções. "A pornografia disponível é a reprodução das preferências masculinas, restringindo as femininas", comenta. Embora várias produções venham despontando nesse cenários nos últimos tempos, com filmes mais voltados para as fantasias femininas, o fato é que a grande indústria costuma apresentar posições, práticas, fetiches, fantasias e até padrões de beleza para satisfazer os anseios do público masculino.

AULA DE ANATOMIA
Imagens pornográficas, principalmente filmes e vídeos, costumam funcionar como uma espécie aula de anatomia para muita gente, pois permitem uma melhor visualização corporal, em especial da região genital. "Pode parecer estranho, mas várias mulheres nunca pegaram um espelho e olharam sua genitália. Observar a do parceiro também não é comum. A visualização que esses filmes e vídeos proporcionam também pode estimular o desejo de se tocar e conhecer o próprio corpo", declara a terapeuta sexual Arlete Girello Gavranic, do Isexp (Instituto Brasileiro Interdisciplinar de Sexologia e Medicina Psicossomática).

PODER ESTIMULANTE
Para o ginecologista e terapeuta sexual Amaury Mendes Jr., professor e médico do Serviço de Sexologia da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), a pornografia também assume o papel de injeção de ânimo para alguns casais. "Acompanhá-la pode servir como afrodisíaco nas relações que já foram quentes e precisam de um estímulo, pois se tornaram mornas", explica. As cenas provocam e estimulam uma fantasia que pode alimentar o desejo e a excitação. "É válida, inclusive, para mulheres que têm desejo sexual, mas sentem mais dificuldade de viver a fase de excitação que levará ao orgasmo", comenta a terapeuta sexual Arlete Girello Gavranic. Os filmes podem ajudar nessa estimulação, que conduzirá à maior excitação e lubrificação vaginal, e, consequentemente, na realização do clímax.

QUEBRA DE TABUS
Apesar da liberação dos costumes, muitas pessoas ainda se sentem pouco à vontade na cama. Medo, vergonha e educação repressora por parte dos pais são alguns dos motivos que levam a imaginar determinadas situações como constrangedoras, estranhas ou até erradas. "A pornografia ajuda a desmistificar, entre casais ortodoxos, atitudes sexuais mais ousadas, que até então eram encaradas como coisas de outro mundo ou feitas somente por pessoas diferentes", fala o ginecologista e terapeuta sexual Amaury Mendes Jr. Conferir em detalhes tudo aquilo que ficava apenas na imaginação ajuda a quebrar tabus e a viver uma sexualidade mais plena e sadia

DIFERENCIAR AMOR DE SEXO
Na opinião de Oswaldo Martins Rodrigues Jr., terapeuta sexual e diretor do Inpasex (Instituto Paulista de Sexualidade), a objetividade e os closes das cenas e fotos ajudam a ter uma visão mais realista e menos romantizada do sexo. "O papel pedagógico da pornografia permite reconhecer que o sexo existe sem que seja associado necessariamente ao amor", explica.

MENTE MAIS ABERTA
Sexo a três, troca de casais, transas grupais, dupla penetração, posições diferentes, fetiches, inversão de papéis... O vasto repertório da pornografia mostra que não existem limites no universo do sexo consensual entre adultos. E isso é bom, segundo o ginecologista e terapeuta sexual Amaury Mendes Jr., para desvendar aquilo que é desconhecido e abrir mão de certos preconceitos, pensando de forma mais liberal (mesmo que não coloque em prática aquilo que gostou de ver os outros fazendo). "E ainda é uma forma de quebrar o gelo e saber o que o par pensa sobre determinadas práticas", fala Amaury.

Fonte: Com informações do UOL

Publicado Por: Fábio Carvalho

Muitas não sabem do tratamento - 17/11/2014 às 08h45

Poucas mulheres procuram ajuda para o desejo sexual pouco intenso

Ao partir do pressuposto que a diminuição do desejo sexual é uma ocorrência comum que ainda é pouco informada no caso de mulheres em fase de pré e pós-menopausa, pesquisadores de Nova York descobriram que elas nem sempre estão cientes de que existem soluções para o problema.

Os pesquisadores realizaram uma pesquisa online com 450 mulheres com idades entre 20 e 60 anos nos EUA, das quais 308 estavam em fase de pré-menopausa e 144 na pós-menopausa. Todas haviam relatado baixo desejo sexual e disseram que isso lhes causou certo grau de sofrimento pessoal, o que os pesquisadores afirmam representar 10% das mulheres, presumivelmente nos EUA.

Mais de 90% das entrevistadas disseram que gostariam de fazer sexo com mais frequência e 95% afirmaram que apenas uma ou duas relações sexuais a mais por mês melhorariam sua qualidade de vida.

Apesar dos altos níveis de estresse relatados acerca da autoimagem e das relações interpessoais, 72% das mulheres na pré-menopausa e 67% das que estão na pós-menopausa relataram não procurar ajuda, seja porque não estavam cientes de que existem soluções para isso, ou por não saberem se profissionais de saúde considerariam isso um problema.

O estudo foi publicado no Journal of Women's Health.

Susan G. Kornstein, médica e editora-chefe do Journal of Women's Health, disse que o estudo aponta para a importância de reconhecer a função sexual feminina "como parte integrante da saúde e do bem-estar".

Fonte: com informações do Relaxnews

Publicado Por: Juliana Araujo

Aprendendo sobre sexo - 15/11/2014 às 18h00

Universidade de Harvard dará aula sobre sexo anal para estudantes

Em uma semana em que a sexualidade será tema de aulas em Harvard, a universidade, que é uma das mais prestigiadas do mundo, dará um rápido curso sobre sexo anal, chamado "What What in the Butt".

De acordo com o site "Huffington Post", serão 101 aulas sobre o tema, envolvendo anatomia da região, higiene, lubrificantes, preparação para o ato, brinquedos sexuais, sexo seguro, penetração para iniciantes, entre outros tópicos.

O objetivo do curso é promover a compreenção holística do sexo e da sexualidade. Uma das aulas será ministradas por funcionários de uma sex shop chamada Good Vibrations, que prometem ensinar aos alunos alguns fatos sobre a "excitante, porém mal compreendida forma de prazer", segundo a descrição da aula.

Fonte: com informações do G1

Publicado Por: Ricardo Caetano

'Conclusões preliminares' - 13/11/2014 às 08h17

Pesquisas explicam a ciência por trás dos orgasmos femininos. Entenda!

Entre os sexólogos, a questão dos orgasmos femininos é antiga. Tentando entender por que eles existem, um grupo de cientistas chegou a algumas “conclusões preliminares”. Para os especialistas, a quantidade de orgasmos sentidos por uma mulher heterossexual está diretamente relacionada a fatores como histórico familiar do parceiro; autoconfiança do homem; e nível de atração entre o casal.

Os pesquisadores também analisaram a questão da intensidade – também ligada à atração, ao número de relações sexuais por semana e à satisfação sexual. “A frequência dos orgasmos está altamente relacionada à intensidade. Também descobrimos que intensidade representa muito mais a satisfação sexual do que a quantidade”, diz o estudo.

A pesquisa mostrou que mulheres mais experientes em relação ao sexo costumam se sentir mais satisfeitas com os seus parceiros do que outras. Isso se dá pelo maior número de atos sexuais realizados – e mais orgasmos sentidos, consequentemente.
Mas o tema também vem sendo debatido por outros pesquisadores. Veja abaixo algumas descobertas realizadas pela ciência:

Mais orgasmos, mais relações

Seguindo a lógica do “é bom, então quero mais”, os pesquisadores descobriram que homens e mulheres com mais tendências ao orgasmo fazem mais sexo.

Orgasmos dão sono

Alguns pesquisadores acreditam que o relaxamento pós-orgasmo é biologicamente muito importante. Eles afirmam que tirar um cochilo depois do sexo pode facilitar o caminho do esperma ao encontro do óvulo.

Dá um empurrãozinho

Outros cientistas acreditam que o orgasmo feminino é capaz de dar um “empurrãozinho” no esperma masculino em direção ao óvulo. Isso naturalmente aumenta as chances de gravidez.

Faz você se apaixonar

Conhecida como a “droga do amor”, a oxitocina é liberada pelo corpo humano na hora do orgasmo. Ela é conhecida por isso por criar sentimentos como conexão e intimidade, o que pode encorajar uma maior ligação do casal. Contudo, pesquisadores não afirmam 100% de veracidade sobre a ligação da oxitocina com o amor.

Seleção natural?

O estudo recém-publicado sugere a hipótese de que orgasmos femininos “evoluíram na questão da probabilidade de fertilização”, o que sugere que orgasmos podem acontecer mais quando a chances de fecundação for maior.

Fonte: com informações do G1

Publicado Por: Ricardo Caetano

Carregando, por favor aguarde...
Últimas Notícias
10h03 Jovens da Vila Irmã Dulce debatem o combate e prevenção às drogas; veja 09h52 Homem derruba mulher de moto e agride a mesma, acusam populares. 09h37 Prefeito é convidado para participar de reunião com governador eleito 09h35 1ª Copa Santa Inês sub 17 começa neste domingo. 09h30 Lei que aperta cerco contra corruptos ainda aguarda regulamentação; saiba 09h29 Campeonato Intermunicipal 2014: Maracaçumé goleia Centro do Guilherm 09h06 Nomes escolhidos indicam uma menor intervenção de Dilma na economia;veja 09h02 Meridional é o campeão 2014 de futebol amador de Porto Franco 09h01 Seminário da Campanha Conselheiro Cidadão será realizado na OAB- Piauí 08h56 Líder do PT no Senado é acusado de receber R$ 1 milhão no 'Petrolão'; veja 08h50 Básico e com 4G, destaque do Lumia 635 é o custo-benefício 08h49 Ceni admite ter filho de relação extraconjugal: 'darei todo o carinho' 08h39 'Me senti a primeira-dama', diz Rita Cadillac sobre affair com Pelé 08h38 Enade será realizado neste domingo com mais de 483,5 mil universitários 08h36 Municípios devem assumir ativos da iluminação pública até o final do ano 08h35 Neymar dá assistências para Messi fazer história: 'Craque e ídolo' 08h25 'TCE do Piauí não pode ser o objeto de pressão da Assembleia', afirma Atricon 08h21 Noite violenta em Joca Marques 08h16 Focos de incêndios aumentam 30% em várias cidades do Piauí em 2014 08h15 Ciclista é atropelado na BR 343 próximo a Luis Correia 08h06 HOMEM é detido acusado de agredir esposa e uma criança 08h06 Homem é ferido a golpes de facão em assalto e quase tem dedos decepados 08h01 Furto de processo do Tribunal de Justiça envolve até um deputado 07h45 Projeto 100% brasileiro, Nanico ganhará versão elétrica e preço pode cair 07h15 SES promove Mutirão de cirurgias urológicas
CNH