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Pode ser surpreendente - 26/07/2014 às 07h07

10 dicas para programar uma noite de sexo depois da festa

Galaxy

Bem, vocês foram convocados para aquele jantar familiar ou festa de um conhecido e não deu para escapar? Calma. Ninguém morreu. É chato? Em determinados casos sim. Mas, afinal, quem de nós já não teve que abrir mão de algumas horas em prol de um objetivo comum, como agradar parentes e amigos? Talvez esse jantar seja na casa de uma sogra, ou daquela tia que tem por hábito falar demais. E, possivelmente, será terrível. Mas tenha em mente que acabará. Sim, sempre acaba e logo se transformará em meras lembranças...

Posso te garantir que esse tipo de situação não tem como fugir, sempre acontece. Mas seja por um motivo ou outro, vocês vão comparecer e sobreviver a eles, combinado? E uma excelente alternativa para quebrar esse “clima” de ter que fazer o que não queria é programar um ponto alto para esta noite, logo depois do jantar ou da festa. Quer ver como pode ser fácil enfrentar esse tipo de situação se tiverem planejado esse plano B para mais tarde? Dica valiosa: combine um encontro amoroso (uma noite de sexo) com seu parceiro para apagar os maus “fluídos” do evento. E mesmo que essa reunião familiar tenha sido boa, aproveite a ocasião para fechar a noite com chave de ouro.

E, claro, neste caso, não deixe de ficar atenta a alguns detalhes. Pois, na verdade, uma reunião assim nos leva a comer muito. Sim, se come demais! E sempre tem aquele que insiste: "Coma mais um pedacinho ou vou achar que você não gostou".

E, afinal, se você for como eu, um ser humano normal, nem precisará desse incentivo. Comerá e pronto. Mas como a sua ideia para essa noite é outra, a moderação será uma grande aliada! Embora isso não signifique que você não deva aproveitar as iguarias servidas. Até porque se tirarmos algumas dessas poucas coisas boas desse encontro familiar (a comida!), essa reunião será impraticável. Falei moderação e não abstinência, combinado?

Temos ainda algumas adaptações que podem ser colocadas em práticas, caso a boa intenção em tentar não “enfiar o pé na jaca” tenha falhado. Claro que se o excesso foi feio, melhor não arriscar o sexo. Entrem num acordo e melhor optar por ir dormir e tentar em outra ocasião. Mas se nenhum dos dois chegou a tanto, dá para pensar em brincar, mesmo que tenham que fazer algumas pequenas modificações no projeto original.

Afinal, a intenção do sexo após a festa, deve servir para que vocês extravasem depois daquela monumental caçarola de frango com tudo dentro! Mas como disse, temos algumas adaptações e nem são tão difíceis assim. Compartilho algumas das principais com vocês, a seguir, para que vocês possam aproveitá-las. Afinal, jantares familiares sempre acontecerão e noites de sexo, após os mesmos, também...certo?

Então, vamos lá!

1- Vá devagar com o peru. Você pode participar do jantar, mas se está com outras ideias para esta noite, melhor se poupar. A carne de peru contém uma enzima chamada triptofano - que apesar de aumentar a serotonina [responsável por controlar o desejo sexual, por exemplo], liberar endorfinas e ser um maravilhoso antidepressivo, relaxa também. O que pode ocasionar uma leve sonolência. Então, neste caso, se a intenção é sexo, ingerir pouco peru ajudará . E não vale trocadilhos por aqui (risos)!

2- Use a sobremesa como um motivador. Se você for esperto declinará o convite, mas aceitará levar sua porção para casa. Ela certamente casará perfeitamente com as brincadeiras sexuais que você está arquitetando. Melhor ainda: poupará o estômago neste momento!

3- Modere a ingestão de bebida alcoólica. Jantares familiares podem levar-nos a beber demais e isso não é nada bom para o desempenho amoroso. Portanto, se deseja sexo após o jantar, mantenha a garrafa longe.

4- Dependendo do quanto comeu – e se o seu estômago estiver cheio -, evite a posição conhecida popularmente como “cachorrinho”. Tente você, mulher, ficar por cima ou ambos deitadinhos de lado. Seja qual for a posição, vá devagar, melhor evitar apertos ou empurrões contra o estômago e barriga, nesta noite. Ok?

5- Aproveite ainda para descansar e tentar “brincar” com seu parceiro mais tarde, já com a digestão feita.

6- Dá para brincar também sem necessariamente entrar no jogo da relação completa. Mãos e outras partes do corpo podem fazer a vez e proporcionar ótimos momentos de prazer para ao casal. Tudo isso sem que obrigatoriamente haja penetração.

7- Mantenha um copo de água gelada perto da cama. Pequenos goles, entre uma brincadeira e outra, amenizam a sensação de “estufamento” após a refeição.

8-Comer e transar têm muito em comum. Portanto, levar alguns alimentos para o quarto. Promover um piquenique vai estimular muito mais do que apenas as papilas gustativas. Talvez seja a hora de usar a sobremesa que você trouxe da festa, por exemplo. Que tal?

9- Claro que, após o jantar, principalmente se este foi festivo, é bom evitar o jogo anal. Você já deve ter entendido: Essas manobras não casam nem um pouco com sistemas digestivos cheios... Portanto, brinque de outra forma e guarde essa intenção para o dia seguinte.

10- Esteja preparado para rir. A verdade é que se tentar fazer sexo depois de uma refeição um pouco mais avantajada, pode ser que você ou seu parceiro solte alguns gases. Enfim, as coisas podem ficar confusas e, por isso, como vocês reagirão a isso faz toda a diferença. Então, que tal levar essas situações numa boa? Afinal, são coisas da vida, e se bem entendidas não ofuscarão o brilho de uma noite divertida de sexo.

Fonte: Com informações do Msn

Publicado Por: Larice Sena

Confira as dicas - 26/07/2014 às 07h05

Sem nenhuma animação 'entre os lençóis'? Descubra como turbinár!

Galaxy

Essa é para você, amiga, que anda sem nenhuma animação 'entre os lençóis', se é que me entende. Bom, todas sabemos (ou deveríamos saber!) que somos as primeiras responsáveis pelo nosso prazer, e que depende de nós - unicamente de nós - manter em alta a libido. Tudo bem, somos mulheres ocupadíssimas e normalmente dominamos vários projetos em um único dia. Ah, e também temos que pensar nas crianças, nos pais, nas mães, na família em si etc. Além disso, nos cobramos para sermos ótimas profissionais, manter horários, eficiência, planos. E, principalmente, temos que estar disponíveis para todos.

Sem contar que devemos saber ouvir, ajudar, aconselhar e amparar porque, afinal, somos mulheres, e essa é a nossa natureza! E, é claro, precisamos nos manter bonitas, cheirosas e sempre atraentes para eles! Cansou, só em ler as inúmeras 'obrigações'? Mas garanto que está me dando razão e que você se identificou com algumas delas. Somos multifuncionais! E por isso mesmo estamos sujeitas às baixas que podem colocar em risco nossa vida amorosa, familiar e profissional. Querendo fazer tudo, podemos acabar não conseguindo fazer nada.

Não tem jeito, pois nosso relógio interno é implacável, sempre nos orienta para selecionarmos muito bem as nossas tarefas, colocando-as em uma escala de valores. Esta que, que via de regra, privilegia tudo e todos. Mas, na verdade, o mais lógico seria nosso bem-estar em primeiro lugar. Mas quem disse que somos lógicas? Esse, normalmente, cai lá para o último item da lista, isso quando o colocamos. Depois, sem libido, desanimadas, vemos nossa relação escoando ralo à baixo e sequer atinamos com as causas.

Por essas e outras é que devemos ter em mente que não somos supermulheres, somos mulheres apenas. Nos esgotamos com os excessos, precisamos de descanso, bem como de dar um tempo para nós. Só assim vamos reabastecer as energias e conseguir prestar mais atenção internamente. Até porque, quando nos deixamos levar pela roda viva de afazeres, estamos nos colocando em situação de risco e isso não é nem um pouco saudável, nem para nós e nem para as pessoas que amamos.

Quer ver só? Muitas vezes, diante de um relato sobre como as coisas vão mal para um casal, consigo perceber claramente que é a mulher quem primeiro tem que se tratar, para depois conseguir resgatar a relação. Normalmente, essa pessoa está cansada, deprimida, esgotada e não consegue ver onde todo o excesso de obrigações a levou. E, quando isso acontece, é hora de parar, reavaliar valores e prioridades, checar a saúde e até mesmo a alimentação. Então, entre no ritmo certo para só depois conseguir atuar junto ao parceiro. Aqui vale o aviso que ouvimos nos aviões: 'Em caso de despressurização, máscaras cairão à sua frente, coloque a sua antes de auxiliar outra pessoa'.

É exatamente assim: se você não se socorrer e não resgatar a mulher que se encontra em frangalhos, presa a uma série de obrigações e consumida pela rotina, dificilmente conseguirá auxiliar o outro! Portanto, saiba que reavaliar as prioridades, tendo como base você e seu bem-estar, irá contribuir para melhorar a vida sexual. Isso porque a baixa de libido pode ocorrer também por outros motivos, e pensei neles ao formular as sugestões dessa matéria.

Então, as dicas dessa semana são exclusivamente para você, mulher. Não inclui seu parceiro, você é o alvo agora! E não posso deixar de perguntar: afinal, já estamos na metade do ano, como vão indo as coisas até aqui? Se estão bem, parabéns. Caso contrário, hora de fazer um 'pit stop' para reajustar o ritmo e o curso desse barco. Ele tem por obrigação levá-la sempre em águas tranquilas, numa viagem para lá de maravilhosa. Afinal, você merece e, se você estiver bem, ele também ficará!

Mãos à obra?

Mexa-se
Parece lugar comum porque sempre falo sobre isso, mas é sério, meninas! Quanto mais vocês se exercitarem, melhores serão as chances de aprimorar a vida sexual. Em um estudo realizado com mulheres, observou-se que a satisfação sexual estava correlacionada diretamente com os exercícios. 'Quanto menos exercício se pratica, menor o desejo e a satisfação sexual', diz a autora do estudo Judith R. Gerber, PhD, uma psicóloga da Universidade de Vermont College of Medicine. E para quem absolutamente não tem tempo para frequentar uma academia, saiba que apenas caminhar por cerca de 45 minutos diários já fará um bom efeito. O importante é se mexer (antes e quem sabe depois, na cama).

Ela, a massagem
Desta vez será para você mesma, e não necessariamente praticada pelo seu parceiro. 'O contato das mãos na pele estimula o hormônio oxitocina', diz Ian Kerner, PhD, autor de She Comes First. 'Quanto mais oxitocina liberada, mais estimulada você se sentirá'. Portanto, pense em colocar uma sessão de massagem semanal ou mesmo quinzenal nos seus gastos pessoais.

Pense em sexo
Somos diferentes dos homens: eles até podem estar apaixonados, mas seus olhinhos seguirão qualquer traseiro bonito que estiver passando. Não que irão se jogar atrás, mas olharão porque isso faz parte de sua natureza. Hoje em dia mulheres até já conseguem fazer o mesmo, olhamos quando o 'bofe' é atraente e isso nada tem a ver com sentimentos. Apesar disso, ainda somos muito comedidas. E o fato de nunca pensar em sexo (somente quando já estamos na cama) ajuda na diminuição da nossa libido!

Para reverter esse quadro, um filme ou uma leitura erótica pode ajudar. Pensar no último encontro também vai contribuir para aquecer as turbinas. Então, pense em sexo, sempre!

Filme e meditação
E por falar em filmes eróticos, pesquisadores da Universidade do Canadá, em British Columbia e Hadassah Hospital Universitário de Israel, mediram reações entre 24 mulheres assistindo a um filme erótico. Novamente voltaram a medir depois que elas participaram de três sessões de meditação. Resultado? Observando o mesmo filme, as mulheres mostraram-se muito mais excitadas do que durante a primeira exibição.

'A meditação pode alterar diretamente o processamento do cérebro e permitir que as mulheres experimentem a excitação de forma mais intensa', diz a co-autora do estudo Lori Brotto, PhD. Sendo assim, a ordem é relaxar, meninas, porque o resultado da meditação é exatamente o relaxamento em sua forma mais profunda.

Falta ferro (e não vale trocadilho infame)
Dois nutrientes negligenciados podem ser os culpados pelo desinteresse sexual. 'Os baixos níveis de ácido fólico podem fazer você se sentir cansada, sem energia para o sexo', diz Martha Morris, PhD, pesquisadora da Universidade Tufts, corroborando com pesquisas americanas que mostram que muitas mulheres não estão recebendo vitamina B suficiente.

Além disso, a falta de ferro pode esgotar neurotransmissores cerebrais, o que leva à letargia [perda temporária do desejo], segundo o pesquisador suíço Bernard Favrat, MD. A correção para ambos os problemas: um multivitamínico diariamente com 100% do DV [valor diário recomendado] para o ferro (18 mg) e ácido fólico (400 mcg).

Procure as melhores marcas desses multivitamícos e suplementos voltados exclusivamente para mulheres. Encontre os que são certos para você ou consulte seu médico sobre isso.

Atividades físicas à noite
Para algumas pessoas, exercitar-se muito perto da hora de dormir faz com que seja difícil relaxar e pegar no sono. Mas se o problema é baixa de libido, podemos jogar com isso a nosso favor fazendo alguns exercícios à noite. Aproveite esse aumento de energia para a vida sexual.

'Depois de 35 a 40 minutos de atividade moderada, tudo em seu corpo se torna mais vibrante', diz Janet Hyde, PhD, professora de psicologia e estudos sobre as mulheres na Universidade de Wisconsin-Madison. Seu sangue está circulando, o sistema nervoso vai pulsar e praticar o sexo logo após isso pode resultar em excelentes noites!

Taxas hormonais
Hormônios em baixa atrapalham o desempenho sexual, extinguindo o desejo. Pense em fazer uma consulta ao médico e relate sua baixa de libido. Talvez um ajuste nestas taxas resolva o problema. Muitas mulheres perdem um tempo enorme se culpando por não desejar mais o seu parceiro. E, muitas vezes, a causa é simplesmente uma reposição hormonal, por exemplo.

Portanto, se o seu desejo sexual esfriou por causa de anormalidades hormonais, um adesivo de testosterona, por exemplo, pode ajudar a reacender o fogo da paixão.

Cuidados com os remédios
Alguns remédios têm como efeito secundário a diminuição do desejo sexual e, quando detectado, pode ser facilmente trocado por outro. Quer um exemplo? Inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRS), uma classe de medicamentos que inclui o Prozac e Zoloft. 'São provavelmente a causa número um de anorgasmia (incapacidade de ter um orgasmo)', afirma Andrew Goldstein, MD, do Centro de Bem-Estar Sexual, em Annapolis, MD.

Eles provocam um verdadeiro curto-circuito no centro do prazer, diminuindo os níveis de dopamina para o cérebro (um dos elementos do triunvirato sexual, juntamente com estrogênio e testosterona). Assim como esses, outros remédios podem interferir na sua disposição. Portanto, ao perceber que 'alguma coisa mudou' logo após a introdução de um determinado medicamento, não tarde a procurar seu médico porque certamente haverá uma possibilidade de troca.

Taxas de dopamina
De acordo com pesquisas, os cérebros das mulheres são naturalmente mais ativos do que os dos homens, mesmo durante o sexo. A razão pode estar nos níveis mais baixos do neurotransmissor dopamina. 'A dopamina cria o desejo de ir atrás de uma recompensa, neste caso, um orgasmo', explica Anita Clayton, MD, professora clínica de obstetrícia e ginecologia na Universidade da Virgínia.

Segundo ela, a dopamina também aumenta o fluxo de impulsos sensoriais para os órgãos genitais, essenciais para a excitação. Mas os baixos níveis deste neurotransmissor, causado pelo estresse, por exemplo, pode atrapalhá-la durante o sexo. Uma boa alternativa é pedir ao seu médico um suplemento que contenha o hormônio DHEA, ele poderá ajudar a manter os níveis de dopamina em bases normais e acabar com esse problema.

Tempo na relação
Você não precisa de três horas de prazer alucinantes para ter uma sessão de sexo satisfatória. O que precisará mesmo é estar conectada ao momento. No entanto, nem sempre 'ele' estará apto a deixá-la enlouquecida. Afinal, somos complexas, nosso prazer passa muito antes por nós mesmas, depende de inúmeros fatores envolvidos em nossa condição mental, bem como da nossa capacidade de deixar os problemas fora do quarto etc.

Aparentemente, apenas entre 7 e 13 minutos de amor já são considerados suficientes, por homens e mulheres, segundo mostra uma pesquisa da Universidade Estadual da Pensilvânia. Mas para chegar a esse número, os pesquisadores entrevistaram 34 especialistas em sexo, entre os mais importantes do país. Estes aconselharam coletivamente milhares de norte-americanos sobre o tema e verificou-se que, apesar de algumas diferenças de quanto tempo deve durar a relação sexual ideal, os números ficaram em torno desse período citado acima.

Entretanto, não se trata aqui de nenhum grande e demorado intercurso sexual (embora, eventualmente seja bem interessante praticar esse tipo de relação!). Desde que consigamos conexão, até mesmo aquela 'rapidinha' funcionará muito bem! Então, relaxe, exercite-se, respire profundamente e se solte o máximo que conseguir. Logo, orgasmos maravilhosos acontecerão!

Fonte: Com informações do Msn

Publicado Por: Larice Sena

Dicas para atingir o clímax - 21/07/2014 às 13h02

Por que tantas mulheres não conseguem chegar ao orgasmo?

Galaxy

É grande o número de mulheres que não consegue atingir o orgasmo. De acordo com o último levantamento sobre o perfil sexual dos brasileiros, realizado pelo Projeto Sexualidade (ProSex) com mais de 8 mil pessoas do país, 30% das mulheres brasileiras vive esta situação.

Clinicamente falando, a sensação é atingida quando se chega ao ponto máximo da estimulação sexual e há uma descarga neurossensorial e alteração de todo o sistema nervoso, de acordo com o ginecologista Hugo Miyahira, vice-presidente da Região Sudeste da Febrasgo (Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia).

Ele explica que existem diferentes causas que podem interferir na motivação sexual da mulher, fazendo com que ela não consiga chegar ao clímax. Podem ser causas físicas, como dores e infecções; químicas, como uso de tranquilizantes e bloqueadores de apetite; interpessoais, como problemas no relacionamento; ou transpessoais, como as questões culturais e religiosas muito fortes.

Segundo o ginecologista, alguns fatores que podem ajudar. Confira:

Posição: Uma forma indicada para quem tem dificuldades de atingir o orgasmo é o homem deitado de barriga para cima e a mulher sentada sobre ele, de modo que ele possa também masturbar a mulher durante a penetração.

Masturbação: É uma forma da mulher conhecer melhor o próprio corpo e se estimular através de elementos psicológicos, filmes, livros, usando a imaginação.

Pílula anticoncepcional: Pode ajudar, pois faz com que a mulher fique mais relaxada, já que não existe a preocupação com a gravidez. Por outro lado, a pílula possuiu substâncias que podem interferir, mas não é regra geral, varia de pessoa para pessoa.

Atitude: Ficar passiva e esperar que só o homem faça e colocar toda a responsabilidade sobre ele é um erro. Sexo é uma troca e os homens também esperam isso da mulher.

Tratamento: A mulher deve buscar ajuda quando sentir que é necessário. Não pode manter o problema para sempre, porque dessa forma está se recondicionando para ser sempre igual. O ideal é descobrir a causa e tratá-la. Para isso, é feita uma avaliação clínica geral da saúde da mulher, bem como de seu estilo de vida e de seu histórico sexual.

Fonte: Com informações do Bolsa de Mulher

Publicado Por: Indira do Vale

Transparência e diálogo - 21/07/2014 às 08h41

Saiba os limites do filme pornô como estímulo para o sexo

Galaxy

Os filmes para adultos podem apimentar a relação, mas é preciso ter cuidado para que o estímulo não se torne obrigação

Gemidos incontidos e orgasmos garantidos, posições dignas de acrobatas, ereções que duram horas... Pois é, nem tudo o que é mostrado nos filmes pornô tem relação com o sexo da vida real, com todas as suas delícias e dificuldades naturais - e características.

Mesmo assim, apesar da plasticidade e impessoalidade de alguns títulos, os filmes podem funcionar como um estímulo saudável à vida sexual do casal.

Em primeiro lugar, vale lembrar que nenhuma experiência com o pornô substitui uma relação sexual de verdade.

“Esse tipo de filme faz parte da fantasia do indivíduo, mas como qualquer outro acessório, deve ser utilizado como um brinquedo, para apimentar a relação, e não se tornar uma obrigação”, pontua o terapeuta sexual João Borzino.

Essa substituição, aliás, tem se tornado uma constante nas relações, o que pode desencadear e camuflar uma série de problemas de relacionamento.

“Isso tem aumentado muito, principalmente em relacionamentos estáveis, em que o desejo sexual está abalado. Então, em vez de o casal resolver o problema, buscando se reaproximar, eles se refugiam no pornô e ficam cada vez mais distantes de retomar a vida sexual e a intimidade”, explica a psicóloga e sexóloga Ana Canosa.

É proibido proibir

Se um dos lados do casal tiver o pé atrás com essa questão do pornô, o mal-estar de descobrir que o parceiro consome esse tipo de fantasia pode ser ainda maior. Por isso, tudo deve ser discutido com transparência e sinceridade na relação, buscando eliminar qualquer mal-entendido.

“Maturidade emocional é fundamental para que o os dois entendam que o pornô não configura uma traição, de nenhuma maneira. É apenas uma válvula de escape que pode ser muito saudável. O erro está justamente no contrário, quando o homem ou a mulher tenta proibir o outro, pela própria insegurança”, afirma João Borzino.

É natural e compreensível que as mulheres não se sintam completamente confortáveis – ou até excitadas – ao assistir a um pornô tradicional. Isso porque boa parte deles é produzido para os homens, retratando situações que para eles são mais eróticas do que para elas, como dupla penetração e sexo anal, entre outras posições.

“Os filmes tradicionais têm situações irreais, como mostrar o sexo anal como se fosse a coisa mais simples e fácil do mundo.

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É importante que o casal entenda as diferenças do pornô e do sexo real, até para que eles não se cobrem tanto, como exigir do parceiro posições malucas e ereção prolongada, por exemplo. Deve existir o cuidado para não fantasiar demais, senão vira algo desagradável”, observa Ana Canosa.

Uma saída que pode ser aproveitada por ambos são os pornôs alternativos, ou seja, fora do circuito tradicional em que o público-alvo é sempre do sexo masculino. Já existem produtoras especializadas, comandadas por mulheres, em que as tramas dos filmes têm um pouco mais de complexidade e ilustram melhor o sexo real.

Hábito e vício

Como tudo na vida, o pornô é saudável na medida em que é consumido com moderação pelo casal, não quando se transforma em um estímulo obrigatório para a relação sexual.

“Como ele se torna algo habitual, pode acontecer de o casal não conseguir mais ter o estímulo por conta própria, aí você perde uma conexão de intimidade. Saber dosar é fundamental”, afirma Ana Canosa.

O especialista João Borzino também alerta para a possibilidade do hábito se transformar em uma compulsão sexual, com raiz em problemas de baixa autoestima e insegurança.

“As pessoas buscam um padrão, em vez de descobrirem do que elas realmente gostam. O pornô é apenas uma das frentes que padroniza o comportamento sexual. O problema é que a nossa sociedade ainda não tem uma educação sexual satisfatória para lidar com essas questões”, opina João Borzino.

Por mais que o pornô tenha um estímulo visual mais intenso, algumas vezes, o sexo na vida real é insuperável, principalmente quando feito com tesão, cumplicidade e muitas outras vantagens sensoriais. Vale a pena saber quando desligar a TV.

Publicado Por: Ricardo Caetano

Passado e futuro - 21/07/2014 às 08h27

Quando é o melhor momento para contar a ele que tenho filhos?

Galaxy

Falar já no primeiro encontro ou esperar a relação ficar mais íntima? Especialista em relacionamentos dá dicas para enfrentar esse dilema de toda mãe solteira

Muita gente ainda acha que a maternidade é empecilho na hora de encontrar um novo amor. Para muitas mulheres jovens, o fato de ter um filho dificulta a aproximação com alguns homens e as torna mais exigentes quando a questão é aprofundar uma relação.

A dúvida de como e quando contar sobre a criança assusta, pois nem todos os homens lidam bem com a situação. Além disso, homens e mulheres têm modos diferentes de pensar, bem como perspectivas distintas sobre namoro, casamento e filhos.

No geral, não há uma regra que determine o sucesso ou o fracasso de uma relação com base no fato de um dos dois ter filhos e o outro não. Uma dica útil é tentar identificar o momento de vida pelo qual a pessoa está passando. Se está investindo na carreira ou acabou de mudar de casa e sair de um relacionamento fracassado, o primeiro encontro pode não ser a hora ideal para falar.

“É importante entender que não há um momento perfeito para falar sobre a existência de um filho. O fundamental é ser sincero e natural. Se o assunto surgir, deve ser tratado com transparência” – ensina o psicólogo e especialista em relacionamentos Alexandre Bez.

Foi assim com a administradora de moda Lara Regina (24), mãe de Giulia, de um ano e oito meses, que se separou logo após o nascimento da filha.

“Eu sempre falei que sou mãe logo que conheço o cara, sem rodeios. É natural que ao falar de minha vida, eu fale de minha filha. Ela é parte dela! E se for para rolar algo, prefiro ser verdadeira” – explica ela, que está em um relacionamento firme há quase um ano.

“Eu nunca percebi qualquer tipo de rejeição. Pelo contrário! Quando digo que sou mãe, eles logo querem saber mais”.

Atenções divididas

Um dilema constante na vida de mães que separam e voltam a namorar é sobre como dividir o tempo entre o filho e o namorado. Segundo Alexandre é preciso estabelecer arranjos que permitam flexibilidade para os dois lados.

“Você pode deixar de sair com o namorado aos sábados, mas é importante que compense em seguida, reservando um dia da semana, para um café e quem sabe um cinema”.

Em geral, os homens mais velhos costumam entender melhor essa dinâmica, em que a criança é uma prioridade. Para os mais jovens, que estão em um momento da vida no qual o foco é investir em formação, carreira, aquisição de independência, bens e recursos financeiros, a dinâmica de um relacionamento com uma mulher que é mãe, pode assustar – especialmente os mais inseguros. No entanto, nada impede que homens jovens levem a relação adiante, aponta o psicólogo.

Para resolver o conflito divisão do tempo, uma opção é incluir a criança no passeio do casal. No entanto, a decisão ainda gera controvérsia. Para Lara, a filha ainda é muito pequena para ter contato com outra figura masculina que não o pai (que a visita regularmente). Ela crê que isso poderia causar confusão de sentimentos e evita aproximações.

“Já aconteceu de o próprio cara sugerir levar minha filha junto para um passeio de final de semana, quando eu disse que não poderia vê-lo. Eu neguei na hora.”

Para o psicólogo, a aproximação da criança e do pretendente deve ser cautelosa. Antes de tudo, a mulher deve se perguntar se realmente tem a intenção de dar continuidade àquela relação. Se a resposta for positiva, aí sim pode-se apresentar as duas partes. Tudo para evitar que o filho venha a se apegar a essa presença masculina para, logo depois, sofrer com um eventual rompimento.

“Até os sete anos, a criança está formando a personalidade e é preciso evitar traumas de separação, principalmente nos casos em que o pai é mais ausente. Por isso, a mãe deve ter certeza da continuidade da relação” – explica o especialista. No caso de crianças maiores um possível rompimento se torna mais fácil, pois já existe uma facilidade em conversar com a criança e explicar a situação.

Passado e futuro

Um problema comum enfrentado por quem namora uma mulher com filhos é quando o pai da criança ainda tem sentimentos pela mãe e deseja uma reaproximação. Cria-se aí uma disputa na com a qual nem todos os homens conseguem lidar. Para que isso não ocorra, a mulher precisa ser decidida e pontual na forma de se relacionar com o ex. Deixar o namorado atual a par de todos os acontecimentos e mostrar para ele que não há interesse nenhum dela em reatar o passado.

Outro ponto delicado é a questão de ter ou não mais filhos. Muitas mulheres, após a experiência da maternidade, preferem esperar mais ou não desejam ter outros filhos. É o caso de Lara, que não pensa em casar tão cedo e afirma que só terá novos filhos quando Giulia estiver com mais de 10 anos. Para alguns homens isso pode ser um grande problema. Por isso, é fundamental conversar sobre os objetivos de vida de cada um antes de deixar as coisas ficarem mais sérias. Se o homem deseja ser pai em um futuro próximo e a mulher não quer ter mais filhos, a relação pode se tornar inviável.

“A partir do momento que há o desejo mútuo de uma relação séria, é importante ser 100% sincero desde o princípio, inclusive discutindo o futuro da relação”, diz Bez.

Se houver mesmo o afeto, as partes precisam entrar em um acordo para que nenhuma delas se sinta prejudicada, o que poderia gerar cobranças e rancores futuros. Em geral, em nome da continuidade da relação, o casal acaba formando novos acordos que satisfaçam os dois.

Publicado Por: Ricardo Caetano

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